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A palestra “Engenharia Unida”, ministrada pelo presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, foi o destaque da abertura da reunião plenária do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC), no dia 8 de abril último, em Florianópolis. 

“Temos que dar voz aos engenheiros e nos mobilizar em prol de um projeto de nação”, afirmou Pinheiro. Ele disse que a FNE está mobilizada em duas ações principais: a defesa da engenharia e do Sistema Confea/Crea e a mobilização e conscientização dos profissionais em torno dos grandes interesses da engenharia. “Temos como desafio melhorar a qualidade da engenharia e a qualidade de vida dos nossos profissionais.” 


Fotos: Paula Bortolini
crea sc 4 
Mesa da palestra (da esquerda para a direita): Abelardo Pereira Filho, vice-presidente da
Associação Catarinense de Engenharia e coordenador dos diretores regionais do Crea-SC;
Carlos Alberto Kita Xavier, presidente do Crea-SC; Murilo Pinheiro, presidente da FNE;
e Carlos Abraham, vice-presidente da FNE e diretor do Senge-SC 

 


O presidente da FNE ressaltou também que o movimento Engenharia Unida deve ser uma bandeira levantada por todos os profissionais. Citou a necessidade de organizar uma plataforma digital de comunicação; promover encontros e debates entre as lideranças em todo o País; e instigar o envolvimento e a participação dos profissionais nas eleições de 2016, independentemente de vínculo partidário. “Devemos não apenas ser críticos, mas participar dos processos políticos com propostas concretas para melhorar o País”, defendeu.

 

Na mesa de autoridades da palestra estavam o presidente do Crea-SC, Carlos Alberto Kita Xavier; o vice-presidente da FNE, Carlos Bastos Abraham; e o coordenador do Colégio de Diretores Regionais (CDR), Abelardo Pereira Filho. Kita, na ocasião, fez questão de elogiar a solenidade de posse da nova diretoria da federação, em 28 de março último, em São Paulo, que reuniu importantes autoridades. “Para sermos protagonistas é preciso termos propostas, como foi dito pelo presidente da FNE. A engenharia catarinense está unida em prol do crescimento e desenvolvimento do País”, afirmou.




 

Imprensa SEESP
Com informações do Crea-SC






Uma das principais bandeiras de luta da gestão atual da Federação Nacional dos Engenheiros,. A FNE, que tomou posse no último dia 28 de março, na Assembleia Legislativa de São Paulo, é a engenharia unida. Em meio a uma crise econômica e política do País, engenheiros e dirigentes sindicais avaliam sua importância. Confira a edição do Podcast Jornal do Engenheiro sobre o tema.

Ao Podcast Jornal do Engenheiro, Marcellie Dessimoni, que está a frente do Núcleo Jovem Engenheiro, do SEESP, frisou que a engenharia unida não fique somente na teoria.

Carlos Augusto Kirchner, segundo vice-presidente da Delegacia Sindical de Bauru do SEESP, falou da importância em aproveitar este momento para reforçar o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento, proposto pela Federação.

Já o coordenador técnico do projeto Cresce Brasil, Carlos Monte, lembra que para superar a crise nas instituições a engenharia precisa estar junta para contribuir na mudança da atual dinâmica nos serviços públicos.

Para Maria de Fátima Ribeiro Có, que integra a nova diretoria da FNE, é fundamental unir forças para alcançar um resultado mais rápido pela retomada do crescimento.

Jurandir Fernandes, ex-secretário de Transportes Metropolitanos de São Paulo e vice-presidente honorário para América Latina da União Internacional de Transporte Público, faz coro com Fátima Có e diz que é preciso sair da crise com fôlego.

Como solução, o professor titular da Escola Politécnica da USP, José Roberto Cardoso, aponta investimentos em tecnologia.
 

 

Imprensa SEESP
Edição Deborah Moreira




A cerimônia de posse da diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), realizada em 28 de março, na Assembleia Legislativa de São Paulo, marcou a renovação do compromisso da entidade com a defesa da categoria, a valorização da profissão e o desenvolvimento nacional. Essa agenda, que tem guiado a atuação da FNE, foi traduzida em ideias, propostas e discussão por meio do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado há dez anos. Tal debate segue ativo e atual, pois mantemos nossa convicção sobre a necessidade e a possibilidade de o País alcançar um patamar socioeconômico que permita oferecer a toda a sua população condições de vida digna.


Foto: Beatriz Arruda
Murilo 28MAR2016 editada 
Murilo Pinheiro no discurso de posse da diretoria da FNE, no dia 28 de março,
na Assembleia Legislativa de São Paulo

 

Os desafios que se colocam à nossa frente, contudo, ganharam ainda maior magnitude. Além de continuarmos com demandas essenciais por cumprir, como superar as deficiências da infraestrutura nacional e implementar uma política industrial efetiva, que assegure ganhos de produtividade e inovação tecnológica, deparamo-nos hoje com uma grave recessão. A tornar o cenário ainda mais complexo, arrasta-se uma crise política que dificulta encontrar saídas aos nós econômicos.

E é diante dessa situação preocupante que se insere o segundo compromisso assumido pela FNE: a disposição de atuar de forma coesa com o conjunto dos profissionais e entidades representativas da área tecnológica para que o País retome os rumos do crescimento econômico. Lançamos, portanto, o movimento “Engenharia Unida”, numa articulação nacional pelo desenvolvimento.

A “Engenharia Unida” já congrega um conjunto de forças fundamentais que se fizeram representar na cerimônia do dia 28 e na plenária que ocorreu no dia seguinte, na sede do SEESP. Dirigentes de Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), associações, instituições acadêmicas, empresariais e sindicatos da base da FNE e de fora dela debateram, ao longo da manhã do dia 29, o papel reservado à engenharia neste momento que o País atravessa e como colocar essa tarefa em prática.

Dessa dupla jornada da “Engenharia Unida” realizada em São Paulo, fica clara a disposição de ação coletiva dessas forças que constroem o Brasil. Se são grandes as dificuldades, maior é a capacidade de luta e trabalho de quem acredita que podemos alcançar o País que queremos e que o nosso povo merece.

Estamos certos de que esse foi o primeiro – e fundamental – passo na organização da “Engenharia Unida” que muito contribuirá com o Brasil. Vamos juntos defender as nossas categorias e profissão e, ao fazê-lo, estaremos atuando pelo bem do País. Apresentaremos propostas de saídas a essa crise e nos mobilizaremos para que sejam implementadas. A hora é de agir com coragem, determinação, seriedade e generosidade.

 

Eng. Murilo Celso de Campos Pinheiro
Presidente do SEESP

 

 

 

 

 

 

 

O presidente da Associação de Engenheiros e Arquitetos de São José dos Campos, Carlos Eduardo de Vilhena, foi recebido, na manhã desta quarta-feira (30/03), pela diretoria do SEESP, na sede do sindicato, na Capital paulista. Na segunda-feira última, ele participou da solenidade de posse da nova diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e aprovou o projeto “Engenharia Unida”. “Hoje temos vários segmentos de representação dentro da área. Precisamos unir todas essas forças em torno do mesmo objetivo, que é o de construir um novo Brasil”, destacou.


Fotos: Jéssica Silva
FNE SJCampos 
Paiva (à dir.) apoia o movimento que busca unir a engenharia nacional
em prol do desenvolvimento do País e da valorização profissional

 

O projeto, segundo o presidente do SEESP e da FNE, Murilo Celso de Campos Pinheiro, é grande e mostra que os profissionais têm condição de serem protagonistas na questão da saída da crise por que passa o País. “Precisamos de todas as forças nessa proposta”, salientou Pinheiro, que convidou a associação a participar do movimento, já que ela representa uma cidade pujante e da tecnologia. Nesse sentido, Paiva informou que o município tem o maior índice de engenheiros por habitante do Hemisfério Sul, sendo superado apenas pelo Vale do Silício, na Califórnia, nos Estados Unidos. “Só na Embraer (Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A) são mais de cinco mil engenheiros”, disse Paiva.



Engenharia Unida 30MAR2016Dirigentes engenheiros em reunião que discutiu a unidade nacional da categoria
 

Pinheiro realçou que o momento é de discutir questões relevantes e sérias, como a valorização profissional e o desenvolvimento nacional, tendo como esteio os valores democráticos do debate e da participação sem qualquer tipo de constrangimento. “Temos compromisso com a sociedade brasileira. Ou melhor, temos uma missão de ajudarmos o País a enfrentar qualquer tipo de dificuldade ou problema”, defendeu. E completou: “Juntos vamos fazer a diferença, onde todos podemos crescer com justiça e seriedade.”

Vilhena se colocou à disposição para o debate e disse que qualquer diferença que exista deve ser colocada de lado para se pensar na engenharia brasileira. “Os nossos profissionais merecem essa responsabilidade”, disse. O dirigente ainda preside a União das Associações de Engenheiros e Arquitetos da Região Metropolitana do Vale do Paraíba, Litoral Norte e Serra da Mantiqueira, que congrega 39 municípios, 13 associações e mais de 100 mil profissionais da área tecnológica. “A engenharia unida é uma bandeira importante que a federação está levantando e que as entidades de classe devem se engajar”, finalizou.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








Diante de plenário lotado e representativo, ocorreu, na noite desta segunda-feira (28/03), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, a posse solene da diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), à qual Murilo Celso de Campos Pinheiro foi reconduzido à Presidência. A gestão 2016-2019 iniciou-se oficialmente em 16 do mesmo mês. Ministros de Estado, secretários nacionais, estaduais e municipais, senadores, deputados, vereadores, desembargadores e procuradores da Justiça abrilhantaram a cerimônia, que reuniu cerca de 1.800 pessoas. Prestigiaram o evento, ainda, entre outras personalidades, presidentes dos Conselhos Federal e Regionais de Engenharia e Agronomia (Confea/Creas), diretores da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), de federações por ela representadas, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) e de sindicatos de engenheiros de todo o País, de associações, centrais sindicais, entre outras organizações. No ensejo, foi lançado o projeto “Engenharia unida”, convocando a ação coesa da categoria no enfrentamento dos desafios atuais.


Fotos: Beatriz Arruda
FNE Posse 28MAR2016 publico editada 
Público lotou Plenário em solenidade de posse da diretoria da FNE
 

Pinheiro saudou os sindicalistas e autoridades presentes, dedicando agradecimento especial aos que o acompanham ou passarão agora a acompanhá-lo na empreitada junto à FNE. “Sinto-me imensamente privilegiado em estar, mais uma vez, fazendo um discurso de posse como presidente da Federação Nacional dos Engenheiros. Sinto-me também responsável em contribuir com as discussões e ser exemplo do que estamos buscando com o trabalho sério e comprometido com os engenheiros e a sociedade em geral”, frisou. Assim, enfatizou: “Diante do cenário social, político e econômico que o Brasil atravessa e considerando os reflexos da crise internacional, é obrigatório que tenhamos em mente a necessidade de resgatar o País de uma paralisia que o sufoca, ameaça seriamente as possibilidades de avanço e agrava as condições de vida da população brasileira, que hoje já vem sofrendo, principalmente com o desemprego. Temos como grande desafio manter a categoria dos engenheiros unida, forte, qualificada e empenhada em trabalhar para superar tais crises. E a FNE vem cumprindo seu papel de debater e elaborar propostas para colaborar com a retomada do desenvolvimento.”


FNE Posse28MAR2016 Autoridade editada
Autoridades prestigiaram cerimônia na Assembleia Legislativa de São Paulo


Explicitando a atuação da federação nesse sentido, Pinheiro ressaltou: “Temos defendido a implantação de uma política industrial efetiva, que nos traga ganhos de produtividade, um essencial desafio a ser vencido no Brasil, apontando a necessidade de alterações na macroeconomia que favoreçam a produção e o avanço tecnológico em vez do rentismo. É preciso também que haja investimentos na infraestrutura impulsionados pelo Estado. Essas propostas, que são factíveis, integram um movimento constante de valorização profissional, de destacar os engenheiros como protagonistas do desenvolvimento.”


FNE Posse 28MAR2016 Presidente editada
Murilo Pinheiro: "É preciso questionar o que está errado e aplaudir o que tem sido feito de bom."


Afirmou ainda a premência de se formar cada vez mais massa crítica para fomentar as discussões e participar na construção de um projeto para o País – a FNE apresenta à sociedade o “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, que completa agora dez anos e se debruça em 2016 sobre o tema “Cidades”. Pinheiro foi categórico: “É preciso questionar o que está errado e aplaudir o que tem sido feito de bom. É assim que estamos conduzindo essa entidade que levanta as bandeiras da valorização profissional, da defesa dos direitos adquiridos pelos trabalhadores, do reconhecimento dos engenheiros, do empenho pela remuneração justa, plano de carreira nas empresas, qualificação de excelência. Queremos continuar defendendo o Brasil e seus cidadãos, apoiando a investigação, o devido processo legal e a punição daqueles que agem contrariamente aos propósitos nacionais. Porém, é preciso muito cuidado para que as grandes instituições e empresas que há décadas impulsionam o crescimento e desenvolvimento não sejam desmanteladas, causando prejuízos aos trabalhadores e à sociedade.”

As autoridades
Presidindo a sessão, o deputado estadual Campos Machado (PTB) homenageou Pinheiro por sua atuação à frente da FNE e salientou: “Nas mãos dos engenheiros e engenheiros está o futuro deste País.” Na sua concepção, a engenharia unida encontrará o caminho para a retomada do crescimento e desenvolvimento nacional. Também expressando seu reconhecimento à categoria, a senadora Marta Suplicy (PMDB-SP) destacou: “O que o Brasil mais precisa é de infraestrutura. Sem isso, não tem como chegar a primeiro mundo e temos muito o que caminhar. A FNE é exemplo da busca por união nacional para construir o País que sonhamos e queremos.”

Ministro das Cidades, Gilberto Kassab fez uma saudação “a todos os engenheiros, na pessoa do presidente Murilo. Nossa presença neste ato é um reconhecimento ao seu talento, desprendimento, vocação e espírito público”. E afirmou: “Contamos sempre com nossa engenharia, uma das melhores do mundo. Tenho certeza que muito vão contribuir ao desenvolvimento das cidades, Estado e País.” Indicando a crise que atinge fortemente o setor da construção civil, com dados alarmantes, o deputado estadual por São Paulo Ramalho da Construção (PSDB) seguiu também nessa direção: “Vamos dar as mãos para reinventar o Brasil que merecemos. Para girar a roda do desenvolvimento, contamos com vocês, engenheiros!” Também parlamentar paulista, Itamar Borges (PMDB) concluiu: “A engenharia unida é o que precisamos. Tem papel fundamental para somar forças e recolocar o País nos trilhos.”

Outro que prestou homenagens e reconhecimento aos profissionais da área foi o secretário de Estado de Agricultura e Abastecimento de São Paulo, Arnaldo Jardim, ele próprio engenheiro. A categoria, como disse, assiste “com inquietude a crise ética, econômica e política por que passa o Brasil. Mas o engenheiro, profissional da construção, quer olhar não pelo retrovisor, mas o farol ligado à frente. Com o Cresce Brasil e agora a Engenharia Unida, a FNE aposta na busca pela mobilização e unidade para se construir um projeto nacional.” Também homenageou a diretoria empossada o presidente do Confea, José Tadeu da Silva: “O conselho representa 1,250 milhão de profissionais e 350 mil empresas. Em nome deles, saúdo vocês. E vamos virar essa página, com engenharia, mais crescimento e mais desenvolvimento, como prega o ‘nosso’ projeto (referindo-se ao ‘Cresce Brasil’).” Trazendo mensagem do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, seu vice, Márcio França relatou as obras e investimentos que vêm sendo feitos no Estado e reconheceu: “O engenheiro é o profissional do desenvolvimento. Temos a esperança e expectativa que vocês vão ajudar o País a voltar a crescer com inovação e dignidade.”
 

Diretoria da FNE - Gestão 2016-2019
FNE Posse 28MAR2016 Diretoria editada 

Presidente
Murilo Celso de Campos Pinheiro

Vice-presidente
Carlos Bastos Abraham

Diretor Administrativo
Manuel José Menezes Vieira

Diretor Administrativo adjunto
Disneys Pinto da Silva

Diretor Financeiro
Antonio Florentino de Souza Filho

Diretor Financeiro adjunto
Luiz Benedito de Lima Neto

Diretor de Relações Internas
José Luiz Bortoli de Azambuja

Diretor Operacional
Flávio José Albergaria de Oliveira Brízida

Diretora de Relações Institucionais
Thereza Neumann Santos de Freitas

Diretores Regionais
Norte – Maria Odinéa M. Santos Ribeiro
Nordeste – Modesto F. dos Santos Filho
Sudeste – Clarice M. de Aquino Soraggi
Centro-Oeste – Gerson Tertuliano
Sul – Edson Kiyoshi Shimabukuro

Diretores Representantes na Confederação
Titular - Sebastião A. da Fonseca Dias
Suplente – Wissler Botelho Barroso

Diretores de Departamentos 

Relações Internacionais
Francisco Wolney Costa da Silva

Relações Acadêmicas
José Ailton Ferreira Pacheco

Negociações Coletivas
Tadeu Ubirajara Moreira Rodriguez

Assuntos do Exercício Profissional
Maria de Fátima Ribeiro Có

Conselheiros Fiscais 

Efetivos
Antônio Ciro Bovo
José Carlos Ferreira Rauen
Lincolin Silva Américo

Suplentes
Celso Atienza
Cláudio Henrique Bezerra Azevedo

 

* Confira mais fotos do evento aqui 

 

Soraya Misleh
Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

 

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que representa cerca de 500 mil profissionais, promove a posse da diretoria para o triênio 2016-2019 no próximo dia 28, às 18h, em solenidade na Assembleia Legislativa de São Paulo. Eleita em outubro do ano passado, durante o Congresso Nacional dos Engenheiros, a equipe será comandada por Murilo Celso de Campos Pinheiro, reconduzido ao cargo de presidente da entidade. 

A solenidade contará com a presença confirmada do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, do ministro da Defesa, Aldo Rebelo e da vice-prefeita de São Paulo, Nádia Campeão.


Foto: Marcelo Kanasiro
FNE Diretoria 2016 editada 
Nova diretoria da FNE, que toma posse nesta segunda-feira (28/03), é eleita em Campo Grande (MS),
em outubro de 2015, ao final da nona 
edição do Congresso Nacional dos Engenheiros (IX Conse)
 

Sob uma crise política grave e uma recessão econômica que confundem os caminhos a serem trilhados, as lideranças dos engenheiros convocam a categoria, as entidades e a engenharia unida para debater como superar essas dificuldades agudas e regressivas. A diretoria ressalta três pilares: a democracia, o desenvolvimento e a participação.

Manter a mobilização nacional em prol do desenvolvimento sustentável – que culminou no projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” lançado em 2006 – integra o plano de ação da diretoria que será empossada. O entendimento é de que é urgente apresentar saídas para que se retome o crescimento. Como parte disso, a FNE já trabalha em uma nova edição do projeto, que foi atualizado periodicamente ao longo dos últimos dez anos. A nova versão do documento terá como foco o desenvolvimento das cidades e trará propostas para áreas de mobilidade, habitação, saneamento, iluminação pública e internet pública.

Confira a composição da Diretoria da FNE 2016-2019 no link http://goo.gl/c1Ujzx.

 

 

Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

Modesto editada 1Até 2017, o Colégio de Presidentes (CP) do Sistema Confea/Crea terá à frente Modesto Ferreira dos Santos [foto ao lado], também presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Rio Grande do Norte (Crea-RN) e diretor Regional Nordeste da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE); e como coordenador-adjunto Marcos Luciano Camoreiras Gracinco Marques [foto abaixo], presidente do Crea de Roraima e suplente do conselho fiscal da federação. A eleição ocorreu durante o 5º Encontro de Líderes Representantes do sistema, realizado de 24 a 26 de fevereiro último, em Brasília. O CP reúne os 27 Creas de todo o País.

Camoeiras editada 1Entre outras atribuições, explica Santos, o CP, que é um órgão consultivo, deve trabalhar para a uniformização de procedimentos, visando à maximização da eficiência e eficácia do sistema. “O colégio tem a obrigação de se posicionar diante de temas relacionados aos engenheiros e agrônomos de forma a garantir a integração e o desenvolvimento do sistema”, observa. Nessa perspectiva, encontra-se, por exemplo, como cita o coordenador do CP, a valorização profissional. “O órgão caracteriza-se, ainda, pelo relacionamento democrático com todas as entidades representativas da categoria, associações de ensino, sempre visando o melhor e mais seguro exercício profissional”, salienta.



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








 

O JE na TV inicia uma cobertura especial sobre os problemas relacionados às cidades, que serão abordados no novo "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento" que, neste ano, terá uma nova edição: o debate sobre a vida nos municípios brasileiros. Entre os principais desafios das cidades estão mobilidade, moradia, saneamento, entre outros. O tema da reportagem desta semana aborda as questões relacionadas ao saneamento.

Na entrevista especial do programa, Renata Mielli, secretária-geral do Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé e também do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação (FNDC), fala sobre a mobilização pela regulamentação do Marco Civil da Internet. Entre os pontos que demandam regulamentação (detalhar formas como os dispositivos serão aplicados) estão a neutralidade da rede e a privacidade do usuário. Ela falou sobre o processo de consulta pública aberta em 2015 para a elaboração de um texto que se transformou em uma minuta de decreto, que também ficou em consulta pública até 29 de fevereiro último.

Confira, ainda, a coluna semanal do presidente do SEESP, Murilo Pinheiro. Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV, programa do SEESP, que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.





Deborah Moreira
Imprensa SEESP

 

 





Neste mês de março, o engenheiro Murilo Celso de Campos Pinheiro dá início a um novo mandato à frente da FNE. A gestão 2016-2019 começa oficialmente em 16 de março; a posse solene ocorre dia 28, na Assembleia Legislativa de São Paulo. Reeleito presidente da federação durante o IX Congresso Nacional dos Engenheiros (Conse), realizado em outubro último, ele vislumbra desafios significativos para a entidade neste ano de crise econômica, baixo investimento e empregos ameaçados. Enfrentar essa situação de modo a defender os interesses da categoria e a volta do desenvolvimento estarão, portanto, na agenda da federação de forma prioritária. Para que se vire o jogo e o País volte a crescer, o dirigente defende uma articulação da engenharia unida.  Nesta entrevista, Pinheiro fala também sobre trabalho da FNE, o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec).

Murilo 030316 editadaNeste mês de março, tem início uma nova gestão da FNE. Quais os planos para essa nova etapa à frente da entidade?
Murilo Pinheiro –
O plano é dar continuidade ao projeto que vem sendo desenvolvido pela nossa federação, dando conta dos novos desafios que se apresentam, especialmente diante da crise econômica que vivemos. Há cerca de uma década, a FNE vem atuando de forma a consolidar uma rede de representação, mobilização e debate nacional entre os seus 18 sindicatos filiados, aos quais estão ligados cerca de 500 mil profissionais. Isso fortaleceu a nossa entidade nacionalmente e também ampliou a capacidade de ação dos sindicatos nos estados. Têm sido travadas lutas fundamentais em defesa dos engenheiros e outros profissionais representados pelas entidades e vitórias importantes estão sendo conquistadas. Na pauta, continua o trabalho para que o salário mínimo da categoria, conforme a Lei 4.950-A/66, seja respeitado. Também seguimos na mobilização para a aprovação da carreira pública de Estado para os engenheiros, o que significará valorização profissional, mas também um salto na capacidade de as administrações públicas darem conta de  suas demandas em termos de planejamento, elaboração de projetos, execução de obras e fiscalização.

O “Cresce Brasil”, lançado em 2006, continua na pauta da entidade?
Pinheiro –
Sem dúvida alguma. O projeto “Cresce Brasil” (www.crescebrasil.org.br), além de ser nossa senha para o debate sobre desenvolvimento e nosso instrumento de mobilização nesse campo, também é um propulsor da nossa ação em defesa dos engenheiros. Lançado há dez anos, ele vem sendo constantemente atualizado e tem focado os temas que a FNE considera prementes em cada momento. Neste ano, faremos uma edição “Cidades”, que nos ajudará a travar a discussão sobre as condições de vida da população nos municípios e o desenvolvimento local. Como sempre, nossa proposta é partir de um diagnóstico dos problemas e apresentar sugestões de soluções factíveis. Entre os temas em pauta, estão habitação, transporte e mobilidade, saneamento ambiental, internet e iluminação públicas.

Qual a importância do Isitec nessa luta pelo desenvolvimento?
Pinheiro
– O Isitec é um dos mais valiosos resultados dos debates do projeto “Cresce Brasil”, que sempre teve entre seus temas a necessidade de formar engenheiros de qualidade. Essa discussão que existia no âmbito da FNE foi abraçada pelo Seesp, que decidiu criar uma instituição de ensino superior que fosse referência no País. A graduação em Engenharia de Inovação teve início no ano passado e, em fevereiro último, aconteceu a aula inaugural da segunda turma. O projeto tem sido um sucesso e estamos convictos de que, em alguns anos, chegarão ao mercado profissionais não só aptos a ter carreiras de sucesso, mas a contribuir verdadeiramente para o nosso desenvolvimento e para a melhoria da vida da população. Os meninos e meninas que estudam no Isitec, num curso de cinco anos em período integral, estão recebendo uma sólida formação, que vai além das matérias técnicas e inclui linguagens e empreendedorismo, entre outros conteú­dos essenciais. Serão multiespecialistas capazes de atuar em qualquer segmento de forma inovadora.

O momento, do ponto de vista da economia nacional e do mercado de trabalho da categoria, é mais preocupante que quando do início do mandato anterior, em 2013. Que desafios que se colocam?
Pinheiro –
O desafio do momento é não permitir que o Brasil retroceda à situação que vivemos nos anos 1980 e 1990, quando se notabilizou o engenheiro que virou suco. Após um longo período de estagnação, o Brasil voltou a ter expansão econômica e a vida do povo melhorou, especialmente a partir de 2007.  Nessa fase, a engenharia voltou a ter protagonismo graças aos investimentos públicos e privados que foram feitos. O mote principal do nosso projeto “Cresce Brasil” era a necessidade de haver crescimento econômico para que os engenheiros tivessem vez. Isso se demonstrou totalmente verdadeiro. Entre 2003 e 2013, houve incremento de 87,4% no emprego formal do engenheiro em todo o País. Com a crise econômica que vem se instalando no Brasil, esse cenário já é outro e desde 2014 há saldo negativo no balanço admissões/demissões na engenharia. O grande desafio é mudar esse rumo. Deve haver investimentos, e o governo é o grande responsável por isso. Uma política de corte de gastos e aumento de juros não nos trará bom resultado.  Portanto, é essa a luta que a FNE tem diante de si.

Nesse contexto entra a ideia da Engenharia Unida?
Pinheiro –
Sim! A FNE está totalmente comprometida com a luta pela valorização da categoria, a defesa de seus direitos e o desenvolvimento nacional. Mas sabemos que as dificuldades de monta da atualidade exigem uma coesão poderosa de forças da área tecnológica para ajudar a empurrar o País na direção correta e inserir as nossas profissões devidamente no debate público. Trata-se, portanto, de unir os profissionais e as entidades que os representam, as empresas e escolas de engenharia em torno dessa bandeira.  Juntos, tenho certeza que superaremos as dificuldades do momento. Podemos e devemos dar essa contribuição à sociedade brasileira.


 

Rita Casaro
Entrevista publicada, originalmente, no jornal Engenheiro, da FNE, edição 166, de março de 2016








A sexta edição do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, projeto lançado em 2006 pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), já está em debate. Em 2016, ano de eleições municipais, o projeto volta-se à discussão sobre a qualidade de vida nas cidades e o desenvolvimento local. O objetivo é fazer um diagnóstico dos problemas comuns às médias e grandes cidades brasileiras pertinentes à engenharia e propor soluções factíveis. Nesse sentido, foi realizada a primeira reunião de trabalho, em 1º de março último, na sede do SEESP, na Capital paulista. Como destacou o presidente da federação e do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a fase, agora, é de coleta de informações e dados com especialistas e profissionais de todo o País. “Queremos chegar em junho próximo com o documento pronto para apresentarmos aos candidatos e, assim, contribuirmos, efetivamente, com o debate de forma propositiva e consistente”, salientou à abertura da atividade.


Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
CresceBrasil 1MAR2016 
Pinheiro à abertura: Engenharia unida em defesa de cidades melhores
 

Iniciando o ciclo, foram discutidos os assuntos mobilidade urbana a partir dos planos de uso e ocupação do solo, iluminação pública, moradia, saneamento abrangendo água, esgoto, recursos hídricos, resíduos sólidos e reuso das águas pluviais; mas está na pauta ainda a internet pública. Para o coordenador técnico do projeto, Carlos Monte, é imprescindível a FNE manter o seu protagonismo nas boas discussões de projetos de desenvolvimento. “É uma missão árdua sintetizar, nessa iniciativa, as questões peculiares urbanas, como, por exemplo, as que envolvem as cidades das regiões metropolitanas e as que estão às margens dos rios”, ponderou. E acrescentou: “Ao mesmo tempo desafiadora porque queremos estimular a sociedade a sair dessa visão negativa sobre o País.”

O secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana, Dario Rais Lopes, apresentou algumas das preocupações do Ministério das Cidades com relação aos municípios de médio e grande porte em termos de mobilidade e sustentabilidade. “Esses dois temas precisam ser pensados a partir de um núcleo, onde estão o uso e a ocupação do solo, o deslocamento das pessoas e o trânsito”, explicou. Ele critica a ideia que se tem que basta bater “à porta do poder público para pedir dinheiro para fazer mais transporte”. Lopes afirma que isso não resolve a questão. “Deve-se pensar um plano diretor que combine bem o uso e a ocupação do solo, a circulação das pessoas e o transporte. Esse é o grande pilar de sustentabilidade para as cidades modernas.” Nesse sentido, prosseguiu, a engenharia unida tem muito a contribuir ajudando a elaborar propostas de qualidade que “pressupõem planejamento, projeto e gerenciamento”. Posição reforçada pelo consultor da federação, Artur Araújo, para quem o “País está imerso numa situação de crise por falta de engenharia e só conseguirá sair disso com excesso de engenharia”.

Araújo lamenta dois erros macroeconômicos do governo federal que, para ele, são a política cambial e a dos juros altos. “Precisamos do jogo “ganha-ganha” que está no aumento constante da produtividade. E isso só tem um nome: investimento em infraestrutura, nas cidades, na produção.”

Saneamento global
As cidades melhores devem ter no horizonte o saneamento global, segundo o professor João Sérgio Cordeiro, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). Isso significa, disse ele, ir além dos sistemas de água e esgoto, mas levando em conta a Lei 11.445/2007que estabelece as diretrizes nacionais para o saneamento básico. “A engenharia precisa ver o saneamento dentro de um contexto global e perceber que todas as modalidades da área estão envolvidas.” Cordeiro apresenta números para mostrar a importância desse entendimento como crucial para as cidades do País: “Em 1970, éramos 90 milhões de brasileiros e apenas 55% estavam na área urbana, o que dava 50 milhões habitantes. Quarenta e cinco anos depois, somos 200 milhões e 85% estão nas cidades, o que dá por volta 170 milhões de pessoas. Mais que triplicamos as áreas urbanas.”



CresceBrasil 01MAR2016 2Atividade reuniu especialistas e sindicatos filiados à FNE durante quase cinco horas
 

Tal cenário, prossegue Cordeiro, significa que precisamos de mais água potável e de sistemas de manejo de esgoto e resíduos sólidos e interferir no uso e ocupação do solo. Ele critica a ideia de discutir saneamento como se um fosse um “transporte” de água, de esgoto etc.. “Esquecemos que existe toda uma engenharia por trás disso, cuja conotação principal deve ser o da gestão. Por deficiência nessa área, hoje perdemos quase 50% da água tratada”, destacou. Ele acredita que a situação só será corrigida com uma nova formação do próprio engenheiro.

A questão ambiental também foi destacada pelo engenheiro João Antonio Del Nero, que por 31 anos foi professor de estrutura na Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e hoje integra o Conselho Tecnológico do SEESP. Para ele, é uma vergonha o Brasil ainda ter lixões nos espaços urbanos. “Somos a décima economia do mundo, mas ainda não conseguimos eliminar essa tristeza”, criticou. Levando em conta, segundo Del Nero, que a população nacional aumentará em torno de 20 milhões nos próximos anos, medidas devem ser adotadas desde já para evitar o estrangulamento das cidades. Por isso, defende o incremento dos investimentos em infraestrutura, lembrando que, nos anos 1960, o País investia 5,4% do seu Produto Interno Bruto (PIB) no setor, hoje está abaixo de 4%. Também propõe um código de obras que obrigue as novas construções terem duas entradas de águas – pluvial e a do saneamento.

Ressaltando a importância do “Cresce Brasil – Cidades”, Jurandir Fernandes, ex-secretário dos Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo, afirmou que o projeto pode ter um arcabouço com alguns pontos para que todos os Executivos e Legislativos municipais entendam a importância de investimentos em diversas áreas. Ele disse que quase 97% dos orçamentos municipais estão comprometidos com custeio da máquina administrativa e pagamento de juros de dívidas etc., sobrando pouco mais de 3% para investimentos. Para reverter esse quadro, Fernandes defende trabalhar fortemente com a engenharia unida para mostrar, com propostas factíveis, a importância da continuidade de políticas que estão dando certo. “Seja o prefeito que vier, por exemplo, as ciclovias devem ser mantidas e melhoradas”, observa, referindo-se, especificamente, à cidade de São Paulo.

Fernandes também defende aumentar a produtividade e integração de todos os equipamentos públicos municipais. Barato e econômico, segundo ele, é também terminar o que está iniciado ou destravar o que está paralisado, “sem vir com obras novas. Ou seja, aumentar a eficiência do que já existe. Por fim, feito tudo isso é que se deve pensar em elaborar obras novas”.

Investimentos e experiências de ação
Na questão de investimentos e recursos, o economista e diretor geral do Isitec, Saulo Krichanã, fez uma importante e detalhada exposição sobre a situação geral financeira dos municípios e da União. “Tudo o que estamos falando passa por uma questão chamada “necessidade de investimento”.” Nesse sentido, apresentou um quadro com alguns números nacionais, de 2014, entre eles o Produto Interno Bruto (PIB) do País de R$ 5,9 trilhões, o estoque de dívida em relação ao PIB de R$ 3,9 trilhões. “O problema maior não é o estoque de dívida em relação ao PIB, como também não é o gasto com a folha de pagamento (R$ 250 bilhões); só em serviço da dívida se gasta R$ 500 bilhões ao ano. O custo da rolagem da dívida é que é alto, estando acima de dois dígitos.”


CresceBrasil 01MAR2016 3Secretário nacional Dario Rais Lopes apresentou preocupações do Ministério das Cidades para
solução de vários problemas urbanos, como os da mobilidade e sustentabilidade


A partir de informações da Secretaria do Tesouro Nacional, Krichanã mostrou que boa parte dos executivos municipais, principalmente os da região Nordeste, excedeu o limite prudencial e está no máximo da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). “Ou seja, não tem margem para investir”, alertou. Esses dados foram apresentados, justificou Krichanã, para que, num período difícil, os investimentos que precisam ser realizados para atender demandas reprimidas na infraestrutura, nas áreas de saúde e educação e também naquelas onde existem geração de recursos, a chamada indústria do serviço de utilidade pública – transporte, pedágio, saneamento, iluminação pública etc. – o poder público pense em alternativas como a utilização das concessões ou das Parcerias Público-Privadas (PPPs). 

O enfrentamento da situação difícil por que passa o País, cenário onde se dará a elaboração e apresentação do “Cresce Brasil – Cidades”, para o consultor João Guilherme Vargas Netto, deve se dar com a repetição de experiências. Ele explica: “O movimento sindical deve procurar repetir ações empreendidas em outras situações de dificuldade, a principal delas é a do combate à recessão.” Nesse sentido, ressaltou, a FNE está no caminho certo ao propor ao poder público e à sociedade, mais uma vez, um projeto que vetorize todas as forças capazes de disputar e discutir as questões relacionadas ao desenvolvimento e crescimento.

A grandeza da nova edição também se define, disse Vargas Netto, pela ideia da engenharia unida numa perspectiva que ultrapassa a visa corporativista e até escolar, “mas ela se finca no saber profissional”.

Ainda na reunião, os diretores do SEESP Carlos Kirchner e Alberto Pereira Luz falaram, respectivamente, sobre iluminação pública como um serviço a ser prestado pelos municípios com qualidade e a 6ª Conferência Nacional das Cidades, organizada pelo Ministério das Cidades e que ocorrerá em 2017. Já o professor José Roberto Cardoso, da Poli-USP, destacou a importância da formação do engenheiro na perspectiva do profissional criativo, inovador e empreendedor. A atividade da FNE foi prestigiada com a participação, também, do sub-prefeito paulista de Jaçana-Tremembé, Carlos Eduardo de Lacerda e Silva, e do seu assistente Sérgio Souza.

* Confira as demais edições do Cresce Brasil aqui.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









O Ministério da Educação (MEC) publicou nesta segunda-feira (14/12) os critérios de seleção que serão utilizados para concessão de Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) em 2016. Serão priorizadas as carreiras das áreas da saúde, educação e de formação de professores, conforme portaria publicada no Diário Oficial da União. Essas carreiras responderão por 70% das vagas a serem disponibilizadas que serão financiados.

O MEC também definiu a subdivisão dos recursos no recorte de 70% das vagas para áreas prioritárias, sendo que cursos na área da saúde terão 45% de participação (sendo 35% para medicina). Engenharia terá 35% das vagas.

Outros 25% serão reservados para vagas em cursos nas áreas de Pedagogia e Normal Superior: português, biologia, matemática, educação física, história, geografia, língua estrangeira, química, física, filosofia, artes, sociologia e demais licenciaturas.

O número de vagas no Fies 2016 será definido posteriormente, de acordo com a manifestação das instituições privadas de ensino superior em disponibilizar cursos a partir das regras definidas pelo MEC.

A seleção das instituições vai obedecer ao desempenho obtido por seus cursos no Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes). Faculdades e universidades poderão destinar 50% das vagas por meio do Fies 2016 para carreiras com nota 5 no Sinaes, 40% para áreas com nota até 4 no exame, 30% das vagas em cursos com conceito 3 e até 25% para carreiras com 25% cujos atos regulatórios mais recentes sejam "autorização".

Os estudantes que participaram do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) realizado a partir de 2010 e tenham tirado o mínimo de 450 pontos e nota na redação superior a zero. Eles devem também ter renda familiar mensal bruta de até dois salários mínimos e meio por pessoa.

 

 

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Educação

 

 

 

 

 

 

 

 

Em solenidade no dia 19 de novembro último, em Florianópolis, tomou posse a nova diretoria do Sindicato dos Engenheiros de Santa Catarina (Senge-SC), eleita em agosto para o triênio 2015/2018. O novo presidente, Fábio Ritzmann, assume com o compromisso de seguir sem trégua na luta pela valorização da engenharia e pela implantação do Salário Mínimo Profissional, principal bandeira da categoria em todo o País, batalhando para que seja garantido o todo o funcionalismo, e não apenas aos empregados regidos pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).


Fotos: Paula Bortolini
POsse Senge Sc 4 editada
Pinheiro destacou o importante trabalho da diretoria que deixa o sindicato e parabenizou
o novo presidente Fábio Ritzmann da entidade, na posse do dia 19 de novembro
 

Presente ao evento, o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, parabenizou José Carlos Ferreira Rauen e toda a diretoria pelo trabalho que realizaram à frente da entidade até o momento e saudou os novos dirigentes, desejando sucesso no trabalho e na gestão, no melhor caminho para conduzir o sindicato que vem crescendo a cada dia e que tem uma força muito grande e presente dentro da nossa federação. “Os engenheiros têm obrigação, principalmente em um ano com crise e um próximo que também não será fácil, de fazer propostas factíveis, discutir as questões da sociedade e defender o crescimento e desenvolvimento do País.” E acrescentou que a “engenharia unida” estava representada na mesa de posse do Senge-SC. “Buscamos um Brasil melhor, com mais dignidade, alegria e igualdade, com qualidade de vida para seus cidadãos”, defendeu Pinheiro.



POsse Senge Sc 7 editadaNovo presidente do Senge-SC, Fábio Ritzmann, em discurso de posse

 

Juntamente com Ritzmann, integra a diretoria Carlos Bastos Abraham, vice-presidente; José Carlos Ferreira Rauen, diretor financeiro; Carlos Eduardo Marcussi Gomes, diretor financeiro adjunto; Aloísio Pereira da Silva, diretor administrativo; José Antônio Latrônico Filho, diretor de formação sindical; e Alexandre Back Trevisan, diretor de comunicação.

 

 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações do site do Senge-SC








Como tradicionalmente ocorre desde 1987, o SEESP celebra o Dia do Engenheiro – 11 de dezembro – agraciando os profissionais que se destacaram em suas áreas de atuação com o prêmio Personalidade da Tecnologia. Uma homenagem àqueles que, com ousadia e criatividade, colocam o seu saber e dedicação a serviço do avanço-científico, do desenvolvimento e do bem-estar da população brasileira. Passos importantes que fortalecem a batalha cotidiana por valorização profissional – marca da trajetória do sindicato ao longo de mais de oitenta anos de existência.

 

O justo reconhecimento a quem faz a diferença mesmo em conjuntura complexa vai ao encontro da defesa do SEESP de que atuar pelo desenvolvimento sustentável com inclusão social, garantindo-se a continuidade e ampliação de investimentos em infraestrutura, é a resposta aos desafios que se apresentam – como propugna o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, iniciativa da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

 

Em meio à celebração, o chamado é pela Engenharia Unida rumo à retomada do necessário crescimento socioeconômico.

 

A entrega do prêmio Personalidade da Tecnologia, portanto, será no dia 11 de dezembro próximo, às 19h, na sede do SEESP, na Capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista), aos seguintes profissionais: Ruy Ohtake (Desenvolvimento urbano), Yaro Burian Júnior (Educação), Valter Pieracciane (Inovação), Miro Teixeira (TI e comunicação), Rodrigo Otaviano Vilaça (Transporte, mobilidade urbana e logística) e o senador Paulo Renato Paim (Valorização profissional).

 

 

Imprensa SEESP









No dia 7 de novembro último, o sindicato reuniu estudantes e recém-formados em engenharia no primeiro seminário que discutiu os desafios profissionais e o protagonismo do jovem engenheiro. A atividade atraiu, das 8h às 18h30, mais de 80 pessoas, além de diretores da entidade, na sede do sindicato, na Capital paulista. Foram discutidos, em debates entusiasmados, a participação dos jovens na construção de uma nova etapa do sindicalismo brasileiro, os direitos e deveres dos profissionais, os desafios e oportunidades do mercado de trabalho e, finalizando, a democratização da mídia e comunicação sindical.


Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
Jovem abertura editada 
Marcellie Dessimoni, João Carlos Gonçalves Bibbo e Antonio Florentino
de Souza Filho na mesa de abertura do seminário 


À abertura, o vice-presidente do sindicato, João Carlos Gonçalves Bibbo saudou os participantes e destacou que o evento era um marco na história do SEESP ao projetar um novo olhar sobre os movimentos social, sindical e político do País. “Estamos aqui para compartilhar conhecimento e experiências”, conclamou. O presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro, ao final dos trabalhos do período da manhã, reforçou o convite para que os jovens da área participem das atividades sindicais, e que eles podem fazer a diferença na construção da engenharia unida em defesa do desenvolvimento do País. “Vocês podem ajudar a fazer um sindicalismo moderno e ainda mais atuante.”

Pinheiro ressaltou, também, a importância da criação, pelo sindicato, do Núcleo Jovem Engenheiro, em julho último, para incentivar a juventude engenheira a participar, efetivamente, das discussões sobre os vários desafios da profissão, assim como as questões que mexem com o cidadão brasileiro. “Não estamos aqui só para fazer críticas. Não basta dizer o que está errado, devemos mostrar o que é o correto”, defendeu. E acrescentou: “Vale a pena lutar e se indignar, mas com unidade.”



Jovem engenheiro murilo editadaPresidente do SEESP fala aos jovens, convidando-os a participarem
ativamente das ações do sindicato, como o movimento engenharia unida


As empresas e os governos, prosseguiu Pinheiro, perceberam que o engenheiro é essencial ao desenvolvimento do País. “Isso ficou bem claro com a realização de grandes obras de infraestrutura, nos últimos anos.” Tal situação, lembrou, é bem diferente à da década de 1980, quando um profissional abriu uma lojinha, na Avenida Paulista, em São Paulo, com o seguinte nome “O engenheiro que virou suco”. “Sabemos das dificuldades atuais, mas nós discutimos crescimento, e não recessão. Por isso, tenho muita esperança em nosso País e na juventude.”

Antonio Florentino de Souza Filho, presidente do Sindicato dos Engenheiros do Piauí (Senge-PI) e diretor da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), prestigiou o seminário e parabenizou o SEESP pela iniciativa que servirá de base a outros sindicatos para fazer o mesmo. “O movimento sindical precisa ser renovado com essa nova geração para buscar novos rumos para a engenharia”, realçou. O dirigente do Piauí fez questão de falar aos jovens participantes do seminário o projeto Cresce Brasil lançado em 2006 pela FNE, que, a partir de debates intensos em vários estados brasileiros, levou orientação de desenvolvimento ao País. E apontou: “É responsabilidade nossa apresentarmos caminhos para sair da crise.”

O evento só foi possível com o trabalho prévio do Núcleo Jovem Engenheiro e da área de Oportunidades e Desenvolvimento, ambos do SEESP, que visitaram, entre agosto e outubro, várias universidades paulistas de engenharia, tendo contato com mais de mil estudantes. Marcellie Dessimoni, coordenadora do núcleo, classificou o seminário como “pontapé” inicial do movimento do jovem engenheiro. “Estamos num momento de construção, por isso precisamos da participação ativa do estudante e do recém-formado para discutirmos propostas e definirmos ações. Queremos e precisamos fazer a diferença”, conclamou.

Na sequência, o seminário realizou quatro painéis até às 18h30.


* Confira mais fotos do seminário aqui



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP










 

O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Roraima (Crea-RR) concedeu, por unanimidade, prêmio de Honra ao Mérito ao presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, por todo o seu empenho em apoiar e incentivar o papel da engenharia no estado. O reconhecimento pela liderança nacional do dirigente, que também está à frente do SEESP, se deu em solenidade no dia 6 de novembro último, em Boa Vista. Na oportunidade, o presidente do Crea-RR, Marcos Camoeiras, falou da gratidão pela motivação e encorajamento que o Pinheiro sempre deu a todos os profissionais.


Foto: Paula Bortolini
Murilo RR 3 editada 
Pinheiro recebe homenagem das mãos do presidente do Crea-RR, Marcos Camoeiras
 

Pinheiro agradeceu a homenagem e destacou a importância da engenharia unida para a organização e o crescimento da atuação do Sindicato dos Engenheiros de Roraima (Senge-RR) e do Crea local. “Nesse momento, o papel principal dos engenheiros é estar na luta contra a recessão e a favor do crescimento e desenvolvimento do País.”




Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









 

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