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O presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, participou, na manhã desta sexta-feira (3/06), da abertura da 3ª Reunião Ordinária do Fórum de Presidentes dos Creas do Nordeste, que acontece em Teresina (PI). Em sua fala, Pinheiro destacou o momento delicado e difícil por que passa o País, o que exige a discussão de propostas factíveis. “E a engenharia é fundamental nesse processo”, conclamou.


Foto: Paula Bortolini
Murilo Teresina 03JUN2016 3 editada 
Pinheiro fala à abertura de evento que reúne os presidentes dos Creas da região Nordeste do País 


Pinheiro também destacou a importância do voto eletrônico no Sistema Confea/Creas como forma de tornar os processos eleitorais ainda mais democráticos, ampliando a participação dos profissionais. Ao mesmo tempo, a liderança da FNE salientou que a categoria deve “participar efetivamente das questões da sociedade brasileira com reuniões como essa”.


Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações de Paula Bortolini 








 

O presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro, do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), informou, na manhã desta quarta-feira (1º/06), em reunião do Conselho Tecnológico do sindicato, que a FNE encaminhou o documento "Breves considerações da engenharia brasileira" ao governo interino Michel Temer. A entidade, como aponta o documento, congrega sindicatos estaduais de engenheiros de todas as regiões do País, representando mais de 500 mil profissionais, e, conjuntamente a suas atividades de representação sindical da categoria profissional, tem se dedicado continuamente à discussão e formulação de propostas para o desenvolvimento nacional, com justiça social e distribuição de renda.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Murilo Energeticas 01JUN2016 
Em reunião do Conselho Tecnológico do SEESP que recebeu o secretário de Estado de Energia e Mineração,
João Carlos de Souza Meirelles, 
presidente Murilo Pinheiro falou sobre documento da
engenharia encaminhado ao presidente interino Michel Temer 
 

No documento, a federação destaca que é signatária do "Compromisso pelo Desenvolvimento" e que, desde 2006, aplica seus máximos esforços ao projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento, por considerar que a Engenharia é a principal alavanca do desenvolvimento, pois responde pela implantação prática do conhecimento científico, atuando desde o nascedouro dos estudos e projetos, passando pela execução das obras, pela fabricação e instalação dos equipamentos, pelo aprimoramento e manutenção desses e pela gestão das operações de produção e distribuição de bens, sempre buscando acrescentar inovações tecnológicas em cada etapa deste processo.

O alcance do Cresce Brasil pode ser aferido não só pelas centenas de eventos realizados – com a participação de dezenas de milhares de profissionais e estudantes de Engenharia e de representantes das mais diversas categorias da sociedade civil brasileira – como também pela diversidade e importância das pautas abordadas.

Em sua primeira etapa foram selecionadas as áreas de Energia; Logística; Saneamento; Telecomunicações; Transporte Urbano; Habitação; Ciência & Tecnologia e Agronegócio como objeto de atenção prioritária dos engenheiros e o resultado deste esforço foi consolidado no documento Cresce Brasil: Um Projeto para o Crescimento do País, lançado no VI Congresso Nacional dos Engenheiros (CONSE), realizado em setembro de 2006. Sucederam-se as etapas denominadas Cresce Brasil- Regiões Metropolitanas (2008); Cresce Brasil e a Superação da Crise (2009); Cresce Brasil - Copa do Mundo (2011-2014); Cresce Brasil - Novos Desafios (2014) e Cresce Brasil - Cidades (2016).

A inadiável necessidade de formação de profissionais de Engenharia aptos a liderar a inserção do Brasil no processo global de inovação tecnológica e de maximização da produtividade das economias levou uma de nossas entidades filiadas, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), a implantar uma iniciativa pioneira de largo alcance. O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (ISITEC), uma instituição de ensino e pesquisa totalmente financiada com recursos próprios do SEESP, oferece o único curso de graduação em Engenharia de Inovação da América Latina (cujos alunos são beneficiários de bolsas de estudos integrais e de ajuda de custo para sua manutenção pessoal), ao lado de programas de educação continuada, de consultoria de projetos e de parcerias com empresas, instituições de ensino e bancadas de pesquisa.

A entidade finaliza dizendo que "tendo por alicerce as considerações acima elencadas, a Federação Nacional dos Engenheiros coloca-se a postos para o urgente e necessário processo de reorientação de políticas e projetos no sentido da retomada do desenvolvimento, da ampliação da justiça social e da continuada distribuição de renda, condições essenciais para a melhoria da vida de todos os brasileiros.

* Confira o documento, na íntegra, aqui.


Engenharia Unida
No sentido de pensar o desenvolvimento do País, a FNE lançou o Movimento Engenharia Unida, em 28 de março, em São Paulo, cujo intuito é o de congregar os profissionais, as entidades de engenharia, conselhos, sindicatos, empresas, escolas e estudantes de engenharia, se apoia nessa perspectiva e em ações proativas para um país melhor, mais justo, democrático e desenvolvido com sustentabilidade política, técnica e econômica. Leia aqui o manifesto do movimento.

 

 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

No dia 23 de maio último, Olavo Alberto Prates Sachs fez uma visita de cortesia ao presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, como novo presidente eleito da Associação dos Engenheiros da Sabesp (AESabesp), acompanhado por seu diretor administrativo, Nizar Qbar. Na ocasião, Sachs reafirmou que espera que o sindicato continue dando apoio aos eventos da associação, citando como exemplo a Feira Nacional de Saneamento e Meio Ambiente (Fenasan) e o Encontro Técnico, que é realizado todos os anos.


Foto: Paula Bortolini/SEESP
Bibbo AESabesp 23MAI2016 
Dirigentes do SEESP e da AESabesp reafirmam importância da unidade dos profissionais
 

Pinheiro disse que estará sempre junto com a AESabesp e que é essencial todas as entidades estarem próximas, ressaltando, nesse aspecto, o Movimento Engenharia Unida, lançado em março último, pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), cujo objetivo é a ação coesa da categoria no enfrentamento aos desafios atuais em prol do desenvolvimento do País. Participou do encontro, também, o vice-presidente do SEESP, João Carlos Gonçalves Bibbo.



Lourdes Silva
Imprensa SEESP








 

A engenharia e as cidades têm uma relação intrínseca. Ela está cada vez mais a serviço das metrópoles. Inspiradas nessa relação, os engenheiros estão encampando uma nova edição do projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento desta vez com a temática "cidades". Para falar sobre o tema, o JE na TV, programa televisivo produzido pela Imprensa do SEESP, conversa com o consultor do Cresce Brasil,  Artur Araújo.

O Cresce Brasil também tem inspirado estudantes e profisionais recém formados na profissão que integram uma equipe de 45 técnicos que estão elaborando uma proposta para os candidatos à prefeitura sobre soluções para as enchentes na Vila Itaim, na Zona Leste de São Paulo, que vem há anos sofrendo om esse problema. A reportagem do JE na TV acompanhou a visita técnica que ocorreu em 7 de maio último para verificação dos problemas e demandas dos moradores do bairro.

No quadro “No Ponto”, o presidente do SEESP Murilo Celso de Campos Pinheiro fala sobre a graduação em Engenharia de Inovação, no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), que tem novo processo seletivo para a formação de outra turma com início no segundo semestre.

Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV, programa do SEESP, que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Imprensa SEESP




Nesta quinta-feira (19/05), o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva, participou da reunião da diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), em Brasília. Na ocasião, Silva afirmou que “os engenheiros têm responsabilidades com o País e a sociedade, especialmente a população mais pobre”.


Foto: Rita Casaro
FNE Confea 19MAI2016 
Presidente do Confea (ao centro) destaca importância do profissional de engenharia para o País
 

Para ele, é fundamental desfazer qualquer imagem que distorça a função real da engenharia por causa das investigações em torno da operação Lava Jato da Polícia Federal. "Precisamos reverter isso, por isso temos que nos unir”, destacou e lembrou o movimento lançado pela FNE, em março último, da Engenharia Unida. Nesse sentido, realçou a importância da luta em defesa da aprovação de projeto que tramita no Congresso Nacional que cria a carreira de Estado aos profissionais nos três níveis de governo (Federal, estadual e municipal).

Ao final, o dirigente do conselho convidou os dirigentes da FNE a participarem ativamente da Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (Soea), que ocorrerá entre os dias 29 de agosto e 3 de setembro, em Foz do Iguaçu (PR), e do Congresso Nacional de Profissionais (CNP) que também acontece neste ano. "Vocês são lideranças nos Estados e têm muito a contribuir”, observou Silva.



Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado debate, nesta quarta-feira (18/05), a partir das 9h, em audiência pública, o desemprego, a aposentadoria e a discriminação contra os trabalhadores. No mesmo dia será lançada a Frente Parlamentar Mista em Defesa da Classe Trabalhadora. A atividade será interativa. Estarão disponíveis canais para o contato com os senadores e convidados. São eles: portal e-Cidadania em bit.ly/audienciainterativa e o Alô Senado, pelo número-0800612211.

Para a audiência pública foram convidados representantes de centrais sindicais e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Para a formação da frente parlamentar estão previstas as participações de senadores, como Vanessa Grazziotin (PC do B-AM); Lindbergh Farias (PT-RJ); Randolfe Rodrigues (Rede-AP) e Roberto Requião (PMDB-PR). E deputados, como estão Alice Portugal (PC do B-BA); Érika Kokay (PT-DF); Moema Gramacho (PT-BA) e Alessandro Molon (Rede-RJ).

Desemprego
Pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgada em 20 de abril mostrou que 10,2% dos trabalhadores sem ocupação. Em números são 10,4 milhões de pessoas. É a maior taxa da série histórica do instituto, que começou em 2012.

Os dados são referentes aos meses de dezembro de 2015, janeiro e fevereiro deste ano. Em relação ao mesmo período do ano passado houve aumento de 40% na taxa de desemprego.

Retomada do crescimento
Na segunda-feira (16/05), a CDH também promoveu audiência pública para debater a retomada do crescimento econômico e a geração de emprego e renda. O evento, presidido pelo senador Paulo Paim (PT-RS), teve a participação de representantes das centrais sindicais e de entidades empresariais do setor produtivo.


Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
Frente Clemente 16MAI2016 
Técnico no Dieese, na audiência do Senado, adverte contra nível de taxa de juros
que compromete capacidade de investimento do Estado
 

A realização de auditoria da dívida pública federal é uma das medidas necessárias apontadas pelos debatedores. Segundo convidados, os gastos do governo com o pagamento da dívida representa quase metade do orçamento e supera os investimentos em direitos sociais básicos da população brasileira como saúde, educação e transporte. Para o diretor-técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio, o volume do endividamento do País e o nível da taxa de juros comprometem a capacidade de investimento do Estado.


* Leia mais sobre o assunto aqui.


 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)








ToninhodoDiap1Os primeiros sinais de um eventual governo Michel Temer, caso se confirme o processo de impeachment, dão conta de que a agenda “Ponte para o Futuro”, elaborada pela fundação Ulisses Guimarães, parece ser mesmo a base do “Programa de Governo” do PMDB para o País nos próximos dois anos.

Nessa perspectiva, os partidos liberais da futura base e os principais conselheiros do vice-presidente Michel Temer têm dado entrevistas com frequência reiterando o compromisso com uma agenda liberalizante, desestatizante, fiscalista e dedicada à chamada melhoria do ambiente de negócios.

Na dimensão liberalizante, já há compromisso com a ideia de flexibilização das relações de trabalho, implantando a prevalência do negociado sobre o legislado, e a eliminação da exigência de conteúdo nacional, que desobriga a Administração Direta e Indireta da obrigatoriedade de adquirirem pelo menos 50% dos bens e serviços de empresas nacionais.

No aspecto da desestatização, as notícias são de que haverá venda de ativos de empresas públicas e sociedade de economia mista, privatização de empresas estatais nas áreas de energia elétrica, petróleo e gás, entre outras, além da substituição do sistema de partilha pelo de concessão na exploração de petróleo e também a eliminação da obrigatoriedade da participação da Petrobrás em pelo menos 30% do pré-sal. Haverá intensificação de concessões de serviços públicos e uso de parcerias público-privado, ampliando a participação do setor privado em todos os setores de infraestrutura.

No quesito fiscalista, os sinais são de que, entre a decisão de cortar despesas e a de criar ou majorar tributos, a prioridade será sempre pela primeira opção. Além do corte de despesa, dentro da lógica do ajuste fiscal, está também no horizonte a desvinculação de percentuais da receita para determinadas despesas, como as de saúde, educação e ciência e tecnologia, entre outras.

 As três principais despesas do governo são juros, previdência e pessoal. A julgar pela declaração dos conselheiros do vice-presidente, a prioridade será cortar nos dois últimos para garantir o primeiro. Ou seja, a meta de superávit primário será sagrada, porque na opinião deles é a forma de dar segurança ao mercado.

Assim, pode-se esperar, como aliás já foi anunciada, uma Reforma da Previdência com o fim da aposentadoria por tempo de contribuição e instituição da idade mínima (especula-se que seja de 65 anos) para o Regime Geral de Previdência e ampliação dessa idade para o Regime Próprio dos Servidores, bem como mudanças nas regras de elegibilidade de benefícios, com ampliação de carências e outros requisitos. Está também no rol de medidas a desvinculação do valor dos benefícios assistenciais do salário mínimo, com garantia apenas de reposição da inflação.

Não será surpresa, também, embora isso possa significar um tiro no pé, se o eventual governo Temer, além da adoção de programa de demissão voluntária e a instituição da dispensa por insuficiência de desempenho, também determine a suspensão dos reajustes negociados no governo Dilma, até mesmo com a retirada dos projetos de lei já enviados ao Congresso, e que ainda aguardam votação. Sinalização nesse sentido é a resistência dos líderes que apoiam o “futuro” governo em aprovar os reajustes do Poder Judiciário, da Câmara e do Senado, cuja urgência já estava negociada.

A eventual suspensão ou mesmo adiamento do cumprimento desses acordos salariais, que têm natureza alimentar e que foram pactuados em percentuais inferiores à inflação, será uma violência para com os servidores, de quem o “novo” governo irá necessitar para formular e implementar políticas públicas no País. Seria a primeira vez, desde a redemocratização, que um governo retiraria do Congresso projeto de reajuste salarial para utilizar os recursos a ele destinado para formar superávit primário, ou seja, para assegurar o pagamento dos juros e do principal da dívida, ou mesmo para cobrir outras despesas com maior apoio na sociedade, como reajuste dos benefícios do Bolsa Família.

Por fim, ainda no receituário neoliberal, voltaria para a pauta a ideia de independência do Banco Central, com os diretores e presidentes do banco com mandato fixo e plena autonomia em relação à política monetária e cambial, retirando do presidente da República, eleito pelo voto popular, qualquer ingerência sobre esses dois pilares da política econômica do País.

Essas, em linhas gerais, são as propostas defendidas pelos partidos e conselheiros do vice-presidente Michel Temer. Essa seria a quarta tentativa de agressão aos interesses nacionais e aos direitos sociais. A primeira foi patrocinada pelo “Centrão” na Constituinte. A segunda ocorreu na tentativa de revisão constitucional. A terceira, nas reformas de FHC. E a quarta seria num eventual governo Temer.

Os trabalhadores e suas entidades de classe, caso se confirme o processo de impeachment e o programa que lhe dá sustentação, devem se contrapor a esse receituário em bases neoliberais e reorganizar a sua atuação, com o apoio dos partidos e parlamentares progressistas, para que possam resistir ao provável rolo compressor que já está se articulando para aprovar tais medidas a toque de caixa.



* Antônio Augusto de Queiroz, jornalista e diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)








A Agência Sindical repercutiu com o presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, o anúncio pago, na imprensa brasileira, da empresa Andrade Gutierrez, onde se desculpa por atos ilícitos em obras públicas e promete mudar de conduta, bem como propõe medidas que deem segurança à atividade e fixem um padrão ético no setor. A nota foi publicada no dia 9 de maio último.

Para Pinheiro, a posição da empresa “é um avanço, na medida em que admite ilícitos, pede desculpa e anuncia pagamento de multa de R$ 1 bilhão”. Ele observa que se trata de uma primeira iniciativa dessa natureza e apoia a proposta do deputado estadual João Ramalho (PSDB-SP) para que seja aprovada lei federal regulamentando a matéria.

A liderança dos engenheiros, todavia, faz uma ressalva à nota da empresa por não ter sinalizado proteção aos trabalhadores. “Não falo só do engenheiro, que é imprescindível a esse tipo de atividade econômica. Precisa haver segurança jurídica para todos os trabalhadores dessas empresas”, defende.

 

* Para ler a nota da empresa clique aqui.


Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações da Agência Sindical








Sob a premissa de formar massa crítica para que a categoria contribua à superação da crise e retomada do crescimento e desenvolvimento do Brasil – e, com isso, ocupe seu lugar como protagonista nesse processo –, o movimento Engenharia Unida se consolida e inicia sua caminhada rumo a seus objetivos. A iniciativa foi lançada pela FNE na posse de sua diretoria para a gestão 2016-2019, em 28 de março último, em São Paulo (confira em Engenheiro 167). Ganha adesão, entre outros, dos conselhos profissionais (Confea-Creas), de associações de engenheiros, instituições acadêmicas, Senges (inclusive de fora da base da federação), entidades patronais e o apoio de diversos parlamentares e políticos em geral.

Conforme apresentado pelo presidente da FNE, Murilo Pinheiro, em reunião plenária do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Santa Catarina (Crea-SC) no dia 8 de abril, em Florianópolis, além de reunir o conjunto das lideranças e entidades representativas da categoria, entre as finalidades do movimento estão discutir, elaborar propostas, valorizar a profissão, destacar a engenharia nacional para o crescimento e desenvolvimento, bem como inseri-la e a toda a área tecnológica nos fóruns públicos e privados onde haja debates de projetos de seu interesse. Além disso, disseminar o movimento e divulgar amplamente suas ações. “Temos que dar voz aos engenheiros e nos mobilizar em prol de um projeto de nação”, afirmou Pinheiro no ensejo. Nesse sentido, ele ressaltou que o movimento Engenharia Unida deve ser uma bandeira levantada por todos os profissionais. Citou a necessidade de organizar uma plataforma digital de comunicação; promover encontros e debates entre as lideranças em todo o País; e instigar o envolvimento e a participação dos profissionais nas eleições de 2016. “Devemos não apenas ser críticos, mas participar dos processos políticos com propostas concretas para melhorar o País”, defendeu. O presidente do Crea-SC, Carlos Alberto Kita Xavier, complementou: “Estarmos unidos pelo crescimento do Brasil é construirmos juntos uma nação. E onde há a marca da engenharia, há a marca da responsabilidade, nesse caso pela construção de um país melhor.”

A Engenharia Unida foi lembrada também durante o lançamento oficial da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), no dia 11 de abril, em Curitiba (PR), que contou com a presença de dirigentes da federação, incluindo seu presidente, Pinheiro. O evento ocorrerá no segundo semestre deste ano e terá como tema “A engenharia a favor do Brasil – mudanças e oportunidades”. Durante a solenidade, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva, ressaltou: “A Soea é o momento para que apresentemos à nação uma solução de retomada do crescimento. Para o Brasil sair dessa situação, é imperioso que estejamos unidos – entidades de classe, instituições de ensino, profissionais e empresas.”

Inicia-se, dessa maneira, a apresentação e difusão do movimento de Norte a Sul do País. Caminhada que ganha força com atividades que integram a construção da etapa atual do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, sob o tema “Cidades”, também iniciativa da FNE. Uma delas será o Fórum de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável – Cresce Acre, Cresce Rio Branco, Cresce Brasil. Promovido pelo Senge local e federação, acontecerá no Teatro da Universidade Federal do Acre, em Rio Branco, entre 14 e 16 de junho próximo.

Agenda positiva
O acerto do chamado feito pela FNE foi apontado em reunião com a presença de diversas lideranças em 29 de março, dia seguinte ao lançamento do movimento. Entre os participantes do encontro, vinte dos 27 presidentes do Crea, representantes de associações e de Senges de fora da base da federação, como do Paraná e Minas Gerais, além do presidente da Regional São Paulo do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), Carlos Roberto Soares Mingione.

Diretor de documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, saudou a iniciativa como a possibilidade de construção de uma agenda positiva ao Brasil, na contramão do que tem se verificado com as crises política e econômica. “As agendas de modo geral são destrutivas. Estamos vivendo um momento de desregulamentação de direitos e da economia e regulamentação de restrições. Quando vemos uma entidade atuando de forma suprapartidária propondo soluções, ajudando na busca de alternativas para transformar esse quadro, é muito importante.” Ele continuou: “Essa atuação da Engenharia Unida, certamente, uma vez sistematizadas as iniciativas, conectará as oportunidades que brevemente se abrirão no País. Vai contribuir para a formação da nova agenda da política pública, que passará necessariamente pela reconstrução nacional.” Ainda para Toninho, é preciso aproveitar esse esforço para pautar os governantes e empreendedores rumo a ações à superação da crise. Na sua concepção, a recomposição é possível com contribuições factíveis, vontade política e soluções viáveis. “É o que se propõe a Engenharia Unida.” Coordenador do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, Carlos Monte frisou que o movimento “vai reforçar ainda mais as ideias que a FNE e a categoria vão desenvolver em relação ao futuro”. Ele foi categórico: “Sem engenharia, não haverá crescimento, desenvolvimento e retomada do emprego.”

João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical da federação, selou a importância da iniciativa: “O Brasil atravessa hoje uma grave crise e tem feito falta a posição afirmada do conjunto dos engenheiros, a categoria que detém a capacidade de enfrentar os problemas centrais da economia, da sociedade. Quero dar o exemplo a vocês. O Acre é ponto fora da curva nas epidemias de chikungunya, zika vírus e dengue não pela medicina, mas pelo trabalho persistente de engenharia, com saneamento urbano, construção de infraestrutura correta de residências, planejamento de coleta de lixo. Desse ponto de vista, o movimento e sistema dos engenheiros hoje, por sua pouca expressão no encaminhamento da solução à crise, é o mais grave fenômeno que devemos enfrentar. E essas reuniões demonstram que podemos enfrentar.”

Nesse contexto, Vargas Netto abordou a Engenharia Unida, como somatório a duas iniciativas importantes que vão na direção da superação da crise: o “Cresce Brasil” e o “Compromisso pelo Desenvolvimento”, este último lançado em 3 de dezembro último pelas entidades sindicais com adesão de parte do setor produtivo empresarial. “Precisamos unir os engenheiros numa perspectiva forte de progresso, de democracia, de avanço, de acolhimento, de bom senso. Os profissionais têm que ser tirados daquele mundo infeliz do sucesso ou da derrota individual e vir para o mundo do projeto, da equipe, do coletivo, da intervenção pública.” O consultor da FNE complementou: “Precisamos trazer as empresas da área, as quais precisam recuperar sua capacidade de excelência, abandonando de vez a carapuça da corrupção. Precisamos unificar a malha imensa, incomensurável das associações. Precisamos unir o Sistema ao profissional, unir as escolas, os sindicatos. Está maduro, é uma exigência superarmos a divisão orgânica dos nossos sindicatos, sem hegemonismo, sem subordinação, no dia a dia do trabalho correto, altivo, sem partidarismo, sem sectarismo. O projeto Engenharia Unida é de, unificando os engenheiros, reforçar o centro que tem perspectivas.”

Para Carlos Bastos Abraham, vice-presidente da FNE, a Engenharia Unida – a exemplo de movimento do gênero feito no Acre pelo Senge local com apoio da federação que resultou em avanços no estado – é a “única solução para darmos a volta por cima”. Coordenador do Colégio de Presidentes do Sistema Confea/Creas e presidente do Crea-RN, Modesto Ferreira dos Santos Filho concluiu: “Estaremos juntos nesse esforço, para que, com união e trabalho, possamos transpor este momento.” Representante do Núcleo Jovem FNE, Marcellie Dessimoni enfatizou: “A Engenharia Unida pode contar com todo apoio da juventude nacional.”

Entre as propostas para formar massa crítica que componha esse coletivo, a de que se realizem cursos de educação continuada nas diversas organizações sob temas afeitos ao desenvolvimento como “Concessões e PPPs (parcerias público-privadas)” e “MBA em Inovação Competitiva”. É o que apresentou Saulo Krichanã, diretor-geral do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo Seesp com apoio da FNE. Ele evidenciou ainda a demanda por parcerias para contribuírem com o projeto do sindicato paulista.

Pinheiro concluiu: “Fica clara a disposição de ação coletiva dessas forças que constroem o Brasil. Se são grandes as dificuldades, maior é a capacidade de luta e trabalho de quem acredita que podemos alcançar o País que queremos e que o nosso povo merece. A Engenharia Unida muito contribuirá com o Brasil. Vamos juntos defender as nossas categorias e profissão e, ao fazê-lo, estaremos atuando pelo bem do País. Apresentaremos propostas de saídas a essa crise e nos mobilizaremos para que sejam implementadas. A hora é de agir com coragem, determinação, seriedade e generosidade.”

Leia mais:Carta de Campo Grande - http://goo.gl/j9onc3

Dupla jornada da Engenharia Unida, artigo de Murilo Pinheiro - http://goo.gl/d2MvhY

Confira depoimentos: http://goo.gl/ENqGmn

 

Por Soraya Misleh
Matéria publicada, originalmente, no jornal Engenheiro, edição 168, de maio de 2016

 

 

 

 

 

 

 

 

O presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, participou, na noite desta quarta-feira (4/05), em Brasília, da reunião preparatória à Conferência Internacional Água e Energia – novas abordagens sustentáveis, que será realizada será realizada de 27 a 29 de julho próximo, também no Distrito Federal.


Foto: Paula Bortolini
Murilo Confea 04MAI2016 Paula 
Presidente da FNE (segundo da direita para a esquerda) participa de mesa de abertura
de 
reunião preparatória à Conferência Internacional Água e Energia 


José Tadeu da Silva, presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), organizador do evento, destacou a importância de se reunir especialistas e lideranças da área do tema que ocupa a agenda da sociedade civil e de políticas públicas mundiais. “Água e energia é um binômio inquestionável. Nessa discussão que propomos, estamos em sintonia com o Acordo de Paris assinado recentemente”, disse.

O objetivo do encontro, segundo informações do conselho, é discutir e sistematizar os temas que nortearão a Conferência Internacional de julho, que pretende formalizar as contribuições da Engenharia no desenvolvimento e na implantação de novas tecnologias sustentáveis nas áreas de Água, Energia e Saneamento para, posteriormente, apresentá-las no 8º Fórum Mundial da Água, que será realizado em março de 2018, em Brasília (DF).

Além de Tadeu e Pinheiro, compuseram a mesa de abertura o representante da União Pan-americana de Associações de Engenheiros (Upadi), Edmar Amorim; o presidente da Federação Mundial de Organizações de Engenheiros (Fmoi), Jorge Spitalnik; o representante da Federação Brasileira de Associações de Engenheiros (Febrae), Celso Leal; o presidente do Crea-DF, Flavio Correia; o presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab), Angelo Petto.

Programação
Nesta quinta-feira (5), a partir das 9 horas, a reunião começa com a palestra internacional “Energia para a economia mundial no século 21: problemas e oportunidades” com o físico alemão, radicado nos Estados Unidos, Wolfgang Bauer. Na sequência, o secretário nacional de Saneamento Ambiental, do Ministério das Cidades, Paulo Ferreira, palestra sobre o “Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento”. Para finalizar os trabalhos da manhã, o professor da Universidade Federal de São João Del-Rei José Antônio da Silva, fala sobre “Energias Alternativas e Renováveis”. Já no período da tarde, o diretor do Centro Internacional de Referência em Reúso de Água da Universidade de São Paulo (USP), professor Ivanildo Hespanhol, fala sobre a “Conservação e Reuso de Água como instrumentos de gestão”. Uma mesa-redonda com os palestrantes encerra os trabalhos de quinta-feira. A atividade prossegue nesta sexta-feira (6).


 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações do Confea

 







Sindicatos filiados à Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) se reuniram, na manhã desta quinta-feira (28/04), na sede do SEESP, em São Paulo, para dar sequência aos trabalhos da fase atual do projeto “Cresce Brasil”, que, neste ano, discute as cidades.  Para o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a hora é de participar do processo eleitoral do País, de outubro próximo, de forma propositiva e com coerência e tranquilidade. “Enquanto todo mundo discute a crise, nós trabalhamos em cima de uma agenda forte e positiva em prol do Brasil”, ressaltou à abertura.


Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
Cresce Cidades 28ABR2016 2 
Presidente da FNE (em pé) conclamou engenheiros a participarem de forma propositiva
nas discussões das eleições municipais de outubro próximo 


O coordenador técnico do projeto, Carlos Monte, informou que a elaboração das notas técnicas dos consultores da FNE está em andamento satisfatório. As notas versarão sobre temas como finanças municipais, iluminação e internet públicas, habitação e uso e ocupação do solo, saneamento ambiental e transporte e mobilidade. Ainda dentro dos trabalhos, Monte avisou que, no dia 19 de maio próximo, será realizada reunião com o Clube de Engenharia, no Rio de Janeiro, para tratar da engenharia pública.

O diretor do SEESP e representante da federação junto ao Conselho Nacional das Cidades (ConCidades), órgão ligado ao Ministério das Cidades, Alberto Pereira Luz, salientou a importância dos profissionais da área participarem das fases municipal e estadual (confira os prazos aqui) da 6ª Conferência Nacional das Cidades. “A nossa área tem muito que contribuir no planejamento e elaboração de projetos com a preocupação urbana”, destacou. É com a experiência acumulada, dos últimos anos, no ConCidades que Pereira Luz apresentará sua nota técnica sobre habitação e gestão do solo urbano.

Já Edilson Reis, também diretor do sindicato paulista, junto com o engenheiro Jurandir Fernandes, prepara a nota técnica sobre transporte e mobilidade urbana. “Iniciamos os nossos apontamentos falando do crescimento acelerado das cidades brasileiras sem o devido acompanhamento de obras de infraestrutura necessária e adequada”, alertou. Para que o trabalho seja o mais fidedigno à realidade, Reis informou que está sendo feita uma pesquisa apurada do arcabouço legal sobre o tema. A ideia, continuou o dirigente, é apresentar propostas no sentido de integração operacional e institucional do transporte, do trânsito e da habitação. Ele realçou que a proposta leva em conta que quase 60% da população brasileira se concentram em pouco mais de 300 municípios, com mais de 100 mil habitantes.

Outros aspectos estão sendo levados em conta, prosseguiu Reis, como o dado de que 1/3 das viagens são feitas a pé. “Por isso, é fundamental melhorar as calçadas.” Além disso, deve-se pensar na prática do não transporte. Ou seja, explicou, aproximar o emprego à moradia. Todo o levantamento realizado, disse o diretor do SEESP, mostra a necessidade da implantação de um plano diretor de transporte e mobilidade urbana nas cidades.

Finanças públicas
A parte da disponibilidade de recursos financeiros das administrações municipais foi elaborada pelo consultor Marco Aurélio Pinto Cabral. Segundo ele, essa questão deve envolver não apenas as administrações municipais, mas os outros entes da Federação, como a União e os governos estaduais. “Deve haver um esforço articulado entre as partes para que sejam realizados bons projetos e, com isso, as verbas sejam liberadas”, observou. Para ele, bons projetos sempre vão encontrar financiamentos, para isso, prosseguiu, há a necessidade de ser ter boa gestão desses projetos o que exige ter quadros técnicos próprios valorizados nas prefeituras. Cabral Pinto disse que a Secretaria do Tesouro Nacional não libera recursos por causa do “vício de origem”, ou seja, a falta de projeto bom.



Cresce Cidades 28ABR2016 3Carlos Monte informou que o andamento dos trabalhos está tranquilo e que o
"Cresce Brasil - Cidades" será um documento importante nas eleições municipais
 

Ainda dentro do incremento das finanças municipais, Cabral Pinto defende a modernização das administrações para ajudar a lidar corretamente com os seus gastos correntes, que pode gerar recursos adicionais. Para ele, o administrador municipal e o seu secretariado precisam ter conhecimento total sobre o seu território urbano, o que envolve recadastramento dos habitantes, regularização fundiária, entender melhor a saúde e a educação da população local etc.. “É preciso conhecer para quem trabalhamos.” Todo esse entendimento da vida municipal, conforme defende Cabral Pinto, tem como premissa básica o planejamento público.

Para o consultor da FNE, Artur Araújo, a crise urbana atual é uma síntese do que acontece no País. “Esse alerta foi dado já nas manifestações de 2013. Foi quase um recado de que está muito ruim viver nas cidades”, observou. Por isso, defende que os profissionais da engenharia sejam agentes de intervenção nas discussões das próximas eleições municipais, apresentando suas propostas reunidas no “Cresce Brasil – Cidades”. Para ele, a área deve oferecer a curto e médio prazo soluções aos vários problemas enfrentados nos espaços urbanos. “Devemos defender a existência da engenharia de cidades”, conclamou.

O cenário político atual do País foi abordado pelo consultor sindical João Guilherme Vargas Netto como um dos maiores desafios conjunturais já enfrentado nos dez anos de existência do projeto “Cresce Brasil”. “Além das dificuldades de caráter técnico e prático, acrescentamos, hoje, o político”, explanou. E continuou: “É preciso ter ânimo para compreender o ´ciclo dos horrores´ que serão as próximas eleições e perceber o quanto será importante a postura e ação da engenheira unida.”

Vargas Netto tem claro que o importante não é a engenharia eleger este ou aquele candidato, mas ajudar no processo de discussão de qual cidade os brasileiros necessitam.

Ao final da atividade, o presidente da FNE apresentou um cronograma dos trabalhos atuais que prevê a publicação do “Cresce Brasil – Cidades” no final de junho próximo.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP







O presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, juntamente com o diretor do sindicato Edilson Reis, prestigiaram a posse da nova diretoria da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e do Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares (Sinfavea), na noite desta segunda-feira (25/04), na Capital paulista. Antonio Carlos Botelho Megale, que será presidente de ambas as entidades, de 2016 a 2019, defende “uma nova política industrial que contemple eficiência energética, fortalecimento da cadeia produtiva e pensamento de mobilidade”.


Foto: Rita Casaro/SEESP
Anfavea 1 editada
Da esquerda para a direita: Murilo Pinheiro (FNE), Antonio Carlos Botelho Megale (Anfavea)
e Edilson Reis (SEESP)
 

A associação é uma das signatárias, juntamente com outras entidades empresariais e de trabalhadores, como o sindicato e a FNE, do documento “Compromisso pelo Desenvolvimento”, lançado em dezembro de 2015, e que propõe medidas à retomada do crescimento do País para impedir o aprofundamento da crise econômica. O setor também é um grande empregador do profissional da engenharia.

O novo presidente avalia que sua gestão será de continuidade: “Daremos sequência ao esforço de unir todos os elos que formam a cadeia automotiva, pois isto é fundamental para fortalecer a indústria automobilística nacional.” E completa: “O Brasil possui grande potencial de desenvolvimento com números extremamente motivadores.”

Conforme informação da assessoria de comunicação das duas entidades, o executivo é graduado em engenharia mecânica automotiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e é diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP







A diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) prestigiou, no dia 11 de abril último, o lançamento oficial da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), em Curitiba (PR), cujo tema, este ano, será “A engenharia a favor do Brasil – mudanças e oportunidades”. A 73ª Soea acontece de 29 de agosto a 1º de setembro próximo, em Foz do Iguaçu, antecedendo a 9ª edição do Congresso Nacional de Profissionais (CNP).


Foto: Paula Bortolini
Murilo Soea 2016 
Diretores da FNE prestigiam lançamento da Soea, em Curitiba
 

Durante a solenidade, o presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva, ressaltou a importância de reunir profissionais em um ano de indefinições e crises. “A Soea é o momento para que apresentemos à nação uma solução de retomada do crescimento. Para o Brasil sair dessa situação, é imperioso que estejamos unidos – entidades de classe, instituições de ensino, profissionais e empresas”, disse.

O evento contou, ainda, com a participação do governador paranaense Beto Richa, dos prefeitos de Curitiba, Gustavo Fruet, e de Foz do Iguaçu, Reni Pereira.

Mais informação e inscrições sobre a 73ª Soea clique aqui.

 


Edição Rosângela Ribeiro GIl
Imprensa SEESP
Com informações do site da Soea









O programa de televisão do SEESP, o Jornal do Engenheiro, desta semana, traz importantes assuntos, como o movimento Engenharia Unida; o destino dos telefones públicos, os famosos “orelhões”; e como estão os municípios com a nova sistemática da iluminação pública.

O presidente do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, na seção “No Ponto”, fala sobre o lançamento do movimento Engenharia Unida que se deu na posse da nova diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), no dia 28 de março último, na Capital paulista. No ensejo, destaca Pinheiro, os profissionais mostraram que é viável uma articulação nacional em defesa do desenvolvimento do País e da valorização da categoria. “Tivemos representantes da engenharia de todo o Brasil na nossa posse, o que mostra que é possível, sim, estarmos unidos em torno de um objetivo comum”, observa. Ainda sobre o movimento, o sindicalista comemora a realização, no dia 29, de plenária nacional com a participação dos conselhos regionais de vários estados (Creas), outras associações representativas da categoria e empresariais e universidades.

O JE na TV, em sintonia com as demandas da sociedade, entrevista o professor do Departamento de Engenharia de Sistemas Eletrônicos da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), Marcelo Zuffo, sobre o futuro dos chamados “orelhões” ou telefones públicos. A ideia, defende o especialista, é dotar o equipamento de outras funções, como a conexão à internet, e não extingui-lo.

Já a reportagem especial do programa vai tratar da iluminação pública dos municípios brasileiros com a nova sistemática adotada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que transferiu o serviço para as prefeituras. O diretor do SEESP e especialista no tema Carlos Kirchner mostra como as administrações municipais estão assumindo essa demanda e qual deve ser o procedimento para garantir um serviço de qualidade à população.

Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV, programa do SEESP, que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.

Mas se você, por algum motivo, perdeu a exibição do programa, assista aqui:



 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Contecc 2016.jpg dentro 2“A engenharia a favor do Brasil: mudanças e oportunidades”. Esse será o tema do Congresso Técnico Científico da Engenharia e da Agronomia (Contecc) 2016 que será realizado de 29 de agosto a 1º de setembro, em Foz do Iguaçu (PR). O evento é uma realização conjunta dos conselhos federal (Confea) e paranaense de Engenharia e Agronomia (Crea-PR).

 

A comissão organizadora do Contecc 2016 informa que a atividade espera reunir especialistas para discutir o cenário de suas realidades locais e nacional, demonstrando exemplos de inovações em empresas, institutos de pesquisas e federais de ensino superior (Ifes) e apontar caminhos para que o as inovações se desenvolvam com técnicas e aplicação de pesquisas que tenham como objetivo aumentar o desenvolvimento do País.

 

O congresso tem como seus objetivos a divulgação dos trabalhos técnicos científicos desenvolvidos nas mais diversas instituições brasileiras, que serão publicados nos anais do evento como também em revistas cientificas.

 

A programação está sendo preparada com a intenção de desenvolver sessões com trabalhos técnico-científicos, conferências e palestras de especialistas, reuniões sobre temas importantes, polêmicos e atuais, representando rara oportunidade para a efetiva troca de experiências entre pesquisadores, professores, estudantes e profissionais.


As inscrições e envio de trabalhos estará aberto até o dia 3 de julho sem prorrogação pelo site www.soea.org.br. Os melhores 21 trabalhos avaliados pelas comissões cientificas das oito modalidades concorrerão ao custeio do deslocamento e despesas para irem ao evento em Foz do Iguaçu.


 

 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações da Comissão organizadora do Contecc 2016








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