GRCS

26/04/2016

Novo presidente da Anfavea defende política industrial

O presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, juntamente com o diretor do sindicato Edilson Reis, prestigiaram a posse da nova diretoria da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) e do Sindicato Nacional da Indústria de Tratores, Caminhões, Automóveis e Veículos Similares (Sinfavea), na noite desta segunda-feira (25/04), na Capital paulista. Antonio Carlos Botelho Megale, que será presidente de ambas as entidades, de 2016 a 2019, defende “uma nova política industrial que contemple eficiência energética, fortalecimento da cadeia produtiva e pensamento de mobilidade”.


Foto: Rita Casaro/SEESP
Anfavea 1 editada
Da esquerda para a direita: Murilo Pinheiro (FNE), Antonio Carlos Botelho Megale (Anfavea)
e Edilson Reis (SEESP)
 

A associação é uma das signatárias, juntamente com outras entidades empresariais e de trabalhadores, como o sindicato e a FNE, do documento “Compromisso pelo Desenvolvimento”, lançado em dezembro de 2015, e que propõe medidas à retomada do crescimento do País para impedir o aprofundamento da crise econômica. O setor também é um grande empregador do profissional da engenharia.

O novo presidente avalia que sua gestão será de continuidade: “Daremos sequência ao esforço de unir todos os elos que formam a cadeia automotiva, pois isto é fundamental para fortalecer a indústria automobilística nacional.” E completa: “O Brasil possui grande potencial de desenvolvimento com números extremamente motivadores.”

Conforme informação da assessoria de comunicação das duas entidades, o executivo é graduado em engenharia mecânica automotiva pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), pós-graduado em administração de empresas pela Fundação Getúlio Vargas de São Paulo e é diretor de assuntos governamentais da Volkswagen do Brasil.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP







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Comentários   

# UMA ÁREA POR DEMAIS IMPORTANTEuriel villas boas 28-04-2016 10:08
A política industrial é uma das alavancas para o crescimento.É uma das formas de evitar que o denominado "valor agregado" beneficie quem importa nossas matérias primas ou comodities. Com os investimentos necessários, a indústria brasileira de transformação passa a exportador de produtos acabados. E incentiva a geração de empregos na pesquisa e na área de produção. Todos saem ganhando. Espera-se, portanto, que a área automobilística seja uma das alavancas da nossa produção industrial.

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