Rita Casaro
No dia 15 de março tomam posse os 94 deputados estaduais que comporão a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). Pelos próximos quatro anos, eles terão a função de aprovar leis que afetam a vida de mais de 43 milhões de paulistas e deverão ainda fiscalizar os atos do Poder Executivo. Para cumprir essas tarefas, o eleitorado escolheu um Legislativo majoritariamente masculino, branco, com formação escolar superior e com faixa etária concentrada principalmente entre os 46 e 60 anos. Entre as profissões, os mais numerosos são os advogados, seguidos dos empresários e dos policiais civis e militares; foram eleitos quatro engenheiros. Confira a seguir as principais características da Alesp.
Deputados por partidos
O campeão de votos para a Alesp em 2018 foi o PSL, que terá a maior bancada, com 15 deputados. O resultado deveu-se principalmente ao desempenho da candidata da legenda, Janaína Paschoal, que obteve 2.060.786 votos. Na sequência vêm PT, com dez assentos; PSDB e PSB, com oito cada um; e DEM, com sete.
Entre os que assumem o mandato neste mês de março, 43, ou 46%, foram reeleitos e 51, ou 54%, não tinham mandato em 2018. Isso não significa, contudo, que sejam estreantes na política; vários já exerceram outros cargos, como vereador, prefeito ou até mesmo deputado em legislaturas anteriores à que se encerra agora.

Cor/raça
A maioria acachapante de 88%, ou 83 deputados, é branca. Na sequência vêm cinco pretos, cinco pardos e um amarelo. Nesse quesito, na comparação com a população, conforme o Censo de 2010, há uma super-representação de brancos, que são 63,9% dos habitantes do Estado e uma sub-representação dos pardos, que são 29,1%. O retrato mais preciso refletido nas urnas fica entre pretos e amarelos, respectivamente 5,5% e 1,4% dos paulistas.

Grau de instrução
Entre os 94 deputados que iniciam seus mandatos neste mês, 66 têm curso superior completo, 14 iniciaram, mas não concluíram a faculdade, 13 passaram pelo ensino médio e apenas um tem somente o ensino fundamental.

Gênero
Embora sejam a maioria do eleitorado (52,8%), as mulheres seguem como minoria na Assembleia, representando 19% dos parlamentares. Não obstante fique longe da representatividade ideal, a presença feminina na Alesp supera a do Congresso Nacional, de 15%.

Ocupação/Profissão/Formação
A profissão preponderante na Assembleia é a de advogado, que conta 20 representantes. Em seguida vêm 11 empresários, que chegam a 15 se somados aos quatro parlamentares que registraram suas candidaturas como comerciantes. O terceiro grupo mais numeroso é o dos policiais civis e militares, que ocuparão oito assentos na Casa.
Os engenheiros contam com quatro representantes da profissão na Alesp. São eles: Professor Kenny (PP), Reinaldo Alguz (PV), Bruno Ganem (Podemos) e Ricardo Madalena (PR), que juntos obtiveram 415.676 votos.

Faixa etária
Os deputados com idade entre 46 e 60 anos serão a maioria, ocupando 45% das cadeiras da Assembleia. Com 31% ficou o grupo que vai de 31 a 45. O deputado mais jovem eleito é Douglas Garcia (PSL), que completou 25 anos em 26 de janeiro último. O mais idoso é Campos Machado (PTB), que chega aos 80 em 31 de outubro próximo.

Fontes:
Justiça Eleitoral
http://divulgacandcontas.tse.jus.br/divulga/#/
https://goo.gl/579XUY
Assembleia Legislativa de São Paulo
https://www.al.sp.gov.br/deputados/
Páginas dos candidatos no Facebook
https://www.facebook.com/alex1709muniz/
https://www.facebook.com/agentefederalbalas/
https://www.facebook.com/TenenteCoimbra/
Fundação Seade
https://goo.gl/MXAPz7
Elaboração: Comunicação SEESP
Confira aqui dados completos sobre os 94 deputados eleitos para a Assembleia Legislativa de São Paulo.
O sindicato anuncia mais um serviço criado especialmente para os profissionais e estudantes de engenharia. É o Coworking, que será inaugurado neste 11 de março. Trata-se de um espaço de trabalho ideal e adequado, totalmente mobiliado, com serviços de TI, impressões, telefonia e estacionamento, localizado no coração de São Paulo, no SEESP (Rua Genebra, 17, Bela Vista).
O novo benefício é baseado no compartilhamento de espaço e recursos de escritório, dividido em estações de trabalho e sala de reunião. Os associados ao SEESP terão direito de usufruir uma hora semanal gratuita.
O coworking é uma tendência mundial integrada ao estilo empreendedor, em que profissionais independentes atuam em ambientes modernos desenvolvidos para o trabalho autônomo. É também uma excelente oportunidade para fazer muito networking com pessoas de diversas áreas e toda a estrutura para receber clientes com um custo menor do que o aluguel de uma sala comercial.
Segundo censo realizado pela Coworking Brasil, o País contava, em 2018, com mais de 1.190 espaços desse tipo.
O funcionamento do Coworking SEESP será de segunda a sexta-feira, das 9h às 18h. Mais informações e reserva de horários pelo telefone (11) 2391-5858 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Vagas para engenheiros mecânicos brasileiros no Canadá
A Québec International, agência de desenvolvimento econômico de Quebec, abriu processo seletivo para engenheiros mecânicos brasileiros atuarem na cidade canadense. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas até 17 de março no site www.quebecnacabeca.com(inserir link). Os currículos devem ser enviados em francês. O conhecimento do idioma, aliás, é um dos principais requisitos.
Os escolhidos passarão por uma série de entrevistas nos dias 27 e 28 de abril, em São Paulo (SP), com a presença dos gestores das empresas contratantes, entre essas a Biscuits Leclerc, do setor agroalimentar, e a Premier Tech, produtora de equipamentos para as áreas de horticultura, agricultura, equipamentos industriais e tecnologia ambiental.
Os candidatos aprovados assinarão um contrato – com duração de um a três anos, podendo ser renovado ou ter encaminhamento para efetivação. A empresa ficará responsável pelos trâmites iniciais de imigração e obtenção de visto, o que permitirá trabalhar e viver legalmente na cidade. “Além da excelente formação acadêmica nessas áreas, os brasileiros têm como vantagem a capacidade de se integrar facilmente à nossa cultura”, comenta Janaina Kamide, conselheira em atração de talentos da Québec International.
Para mais informações e inscrições acesse www.quebecentete.com/pt.
De olho no mercado
Por que ter domínio do pacote Office
O analista de treinamento do Núcleo Brasileiro de Estágio (Nube), Everton Santos, explica que o pacote Office pode ser considerado uma das mais ricas e importantes fontes de linguagem, armazenamento e gestão de informações para o mundo corporativo. “Os softwares disponibilizados por ele possuem características úteis e indispensáveis e a sua utilização é praticamente obrigatória para qualquer profissional. Logo, manter-se atualizado quanto a suas funcionalidades é um destaque em processos seletivos”, indica.
Diversas habilidades são criadas e estimuladas com a ferramenta digital, como “ter um olhar mais analítico quanto às funcionalidades de determinados softwares, um pensamento versátil e de adaptação dos conteúdos, possibilitando otimizar processos e melhorar os já existentes”. Por isso, enfatiza o analista, profissionais com essa competência são cada vez mais valiosos para o mundo corporativo, e um currículo que traz nível avançado na área vai ter destaque junto aos recrutadores.
O que é
Santos descreve que o pacote Office possui uma gama extensa de softwares, desde suas primeiras versões. Os mais utilizados no mundo corporativo são: Excel (planilha de cálculos), Word (editor de textos), Power Point (apresentações gráficas), Access (banco de dados), Outlook (cliente de e-mail) e OneNote (agrupamento de notas).
O Programa Engenheiro Empreendedor, iniciativa do SEESP, oferece cursos de qualidade em pacote Office. Confira aqui.
A nona edição do Encontro Ambiental de São Paulo (EcoSP), realizado pelo SEESP e Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), acontece nos próximos dias 21 e 22 de março, na sede do sindicato, na capital paulista.
Serão dois dias de atividades, palestras e troca de experiências em torno dos temas inovação, tecnologia e sustentabilidade, com o objetivo de mobilizar estudantes e profissionais, sobretudo da área de engenharia, para a importância da participação na construção de uma sociedade sustentável e justa.
Entre os palestrantes, o engenheiro Pedro Nakata Mascaro falará sobre a utilização de drones para benefícios ambientais. Em 2016, ele produziu vídeos e fotografias aéreas que resultaram na exposição “A lama – de Mariana ao mar”. Já o mestre em engenharia ambiental Luiz Gabriel Vasconcelos abordará a educação rumo ao lixo zero, conceito que oferece uma alternativa de mudança sistêmica e cultural, priorizando a minimização da geração de resíduos e o desenvolvimento de uma economia circular.
A opção por alimentos orgânicos na merenda escolar também estará em pauta. Será o tema da educadora ambiental e mestre em saúde pública Ana Flavia Borges Badue. E Patricia Mazzante do Nascimento Crevilaro, da Companhia de Gás de São Paulo (Comgás), discorrerá sobre os benefícios ambientais na utilização do gás natural.
Mais informações e inscrições pelo telefone (11) 3113-2616 ou no site www.ecosp.org.br.
Sindicato aciona autoridades em defesa dos trabalhadores da Ford
Em resposta ao anúncio da Ford de fechamento da fábrica localizada em São Bernardo do Campo, no Grande ABC, feito no último dia 19 de fevereiro, o SEESP encaminhou cartas ao prefeito da cidade, Orlando Morando, ao governador do Estado, João Dória, e ao presidente da República, Jair Bolsonaro. Também enviou ofícios ao CEO da Ford América do Sul, Lyle Watters, e ao presidente executivo William Clay Ford Jr., alertando sobre as consequências do encerramento das atividades da fábrica.
No texto, o sindicato frisa que em torno de 25 mil trabalhadores – entre empregados diretos, terceirizados e aqueles que integram a cadeira produtiva do setor – perderão seus empregos. A preocupação do SEESP também se estende ao impacto econômico na região. Conforme estimativa da Prefeitura local, a redução anual da arrecadação será da ordem de R$ 18,5 milhões.
Com essa ação, o sindicato espera que as lideranças possam buscar, em diálogo com a empresa, uma melhor solução. Como representante dos cerca de 800 engenheiros que atuam na Ford, o SEESP coloca-se à disposição para contribuir na construção de uma alternativa que garanta a continuidade do funcionamento da fábrica e os empregos.
O SEESP também expressou solidariedade à luta do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, categoria igualmente afetada pelo desemprego imediato, e está acompanhando de perto seu desenrolar por meio da delegacia sindical na região.
Portal Engenheiro: informações úteis na palma da mão
Além do site e do tradicional Jornal do Engenheiro, o SEESP lança aos profissionais da área mais uma plataforma de comunicação. É o aplicativo Portal Engenheiro, que traz os conteúdos mais relevantes da categoria diretamente no celular.
O app, disponível para Android e iOS, apresenta artigos sobre temas como transporte e logística, empreendedorismo, mercado, ciência e tecnologia, inovação, saneamento, entre outros, com atualização periódica. O engenheiro também vai encontrar uma galeria de vídeos técnicos, banco de vagas e oportunidades e relação de benefícios da Casa do Engenheiro.
Em parceria com a Portogente, plataforma voltada ao universo logístico-portuário, o app disponibiliza cursos sobre legislação, trabalho e gestão portuária ambiental.
Para fazer o download gratuito do Portal Engenheiro e ter acesso a todo o conteúdo, basta acessar a loja de aplicativos do seu smartphone e baixar.
Pontes e viadutos em pauta
De olho nos recentes acidentes relacionados às más condições de pontes e viadutos da Capital, a diretoria do SEESP realiza no próximo dia 12 de março uma reunião preparatória a um seminário sobre o tema. A atividade mostra a preocupação dos engenheiros a respeito do assunto.
Núcleo do SEESP abre edital para integrar jovens engenheiros
O Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP dá início ao seu primeiro programa de voluntariado. São 25 vagas a estudantes de engenharia, a partir do terceiro semestre, ou recém-formados, que farão parte do programa por dois anos, acompanhando as atividades do Núcleo e promovendo ações em prol da engenharia e do desenvolvimento nacional.
Segundo a coordenadora do Núcleo, Marcellie Dessimoni, a iniciativa tem a preocupação de atender a demanda do jovem profissional e do estudante em relação ao mercado de trabalho, capacitação, dúvidas sobre a própria profissão, atribuições etc.. Os novos membros proporão debates e atividades a partir dessas demandas, ganhando experiência e construindo networking, conforme conta Dessimoni. As inscrições vão até o próximo dia 25 de março. Confira o edital e inscreva-se aqui.
Encerradas as eleições 2018, nas quais foi escolhido para governar o País pelos próximos quatro anos o candidato do PSL, Jair Bolsonaro, é preciso ter em mente os nossos desafios como nação e o firme compromisso de superá-los. Atravessando grave crise econômica há alguns anos, o Brasil necessita de medidas que efetivamente ativem a economia, gerem emprego e distribuição de renda. Nesse campo, conforme defendemos na edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” (inserir link) lançada em junho último e entregue a candidatos no pleito deste ano, é necessário recuperar o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e de investimentos pela iniciativa privada. Insistir no “austericídio” que vem sendo praticado pelo atual governo, ou seja, no ajuste que inviabiliza a retomada, não nos colocará no rumo do crescimento.
Precisamos fortalecer a indústria nacional, aprimorar a infraestrutura de produção e modernizar o agronegócio, agregando valor à nossa fabulosa produção. Tais objetivos devem ser alcançados por meio de políticas desenhadas com seriedade e competência, sem improvisos; portanto, com a participação efetiva da engenharia nacional.
Ainda, é fundamental que os planos para fazer com que o País avance contemplem a valorização dos trabalhadores, por meio de remuneração justa, condições laborais adequadas e direitos assegurados. Precariedade em nada combina com um projeto de nação desenvolvida que possa ser alçada ao primeiro mundo.
Nessa pauta, será imprescindível a atuação do movimento sindical organizado, comprometido não só com a defesa dos trabalhadores, mas com a construção de um país melhor e mais próspero. O SEESP, juntamente com a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), seguirá atuando pelos legítimos interesses da nossa categoria, resistindo às equivocadas e negativas mudanças trazidas pela Lei 13.467/2017, que implementou a reforma trabalhista, e oferecendo sua contribuição ao debate público sobre o desenvolvimento.
Acima de tudo, para que possamos percorrer esse caminho, é preciso manutenção e fortalecimento da nossa democracia e respeito à Constituição Federal. Os poderes estabelecidos no País devem atuar, responsavelmente, sob o império da lei e pensando no interesse público e bem-estar da população. A sociedade deve exercitar a sua cidadania de maneira igualmente responsável para que o bem comum possa ser alcançado.
Assim, seguimos trabalhando por dias melhores para o País a partir de nosso firme compromisso com a democracia e a busca do desenvolvimento socioeconômico que possa trazer condições de vida digna a todos os brasileiros.
Eng. Murilo Pinheiro
Presidente
Cleber Vitorio
O Brasil é um país ímpar e privilegiado em biodiversidade. Apenas na Mata Atlântica existem 1,6 milhão de espécies de animais, incluindo os insetos. No caso dos mamíferos, por exemplo, estão catalogadas 261 espécies; das aves, cerca de 620; dos anfíbios, 280; e dos répteis, 200. Estima-se ainda que 8 mil espécies vegetais sejam endêmicas da Mata Atlântica. O País possui ainda outros cinco biomas: Pantanal, Amazônia, Cerrado, Pampa e Caatinga, este último exclusiva e tipicamente brasileiro.
O Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) possui imensa responsabilidade para com essa diversidade biológica brasileira. Frente às necessidades da sociedade com o progresso, existe o engenheiro florestal. Analisar as condições dos ecossistemas, planejar a exploração sustentável dos recursos naturais, produzir relatórios de impacto ambiental, realizar inventários florestais e de fauna são apenas algumas das atribuições desse profissional.
A grade curricular, com disciplinas relacionadas às atividades de dendrometria, fitossociologia, sensoriamento remoto, inventário florestal, geoprocessamento, topografia, ajustamento e observações geodésicas, silvicultura, entomologia florestal, manejo florestal, entre outras, lhe confere ainda exclusividade em algumas áreas de atuação, como implantação de viveiros, tecnologia de sementes e inventário florestais, manejo e conservação da vegetação e da flora e atividades correlatas.
É papel dos conselhos a fiscalização do exercício profissional. A Resolução nº 480, de 10 de agosto de 2018, do Conselho Federal de Biologia (CFBio), dispõe sobre a atuação do biólogo em funções de exclusividade do engenheiro florestal. É totalmente inadequada a realização de uma atividade profissional sem a devida especialização e conhecimento técnico. O engenheiro florestal o possui.
Ele tem ainda a função de atuar em prol da recuperação de áreas degradadas, promover a arborização de cidades, além do planejamento e gerenciamento de projetos de parques ambientais, reservas biológicas ou naturais. Uma de suas principais atribuições é a elaboração de planos de manejo em unidades de conservação.
No mercado de trabalho, o engenheiro florestal pode atuar em fábricas de papel, recantos da vida silvestre, laboratórios de entomologia aplicada, empresas de consultoria ambiental especializadas em manejo de flora e fauna, madeireiras ou indústrias de carvão vegetal, planejando a área a ser desflorestada, fiscalizando o processo de extração das árvores e viabilizando projetos de reflorestamento.
Para que o desenvolvimento sustentável e a proteção dos recursos naturais sejam plenos, é sempre necessária a presença desse profissional de conhecimento interdisciplinar, auxiliando de forma técnica e ética as atividades humanas sobre os ecossistemas terrestres.
Cleber Vitorio é engenheiro florestal, mestre em Ciências Ambientais e Florestais, professor da Universidade Estácio e diretor da empresa Helium Verde Engenharia
Deborah Moreira
Uma nova plataforma que reúne os benefícios disponibilizados pelo SEESP aos associados, cônjuges e demais dependentes está no ar: a Casa do Engenheiro. Como explica o gerente administrativo-financeiro do sindicato, Francisco Carlos Castro Rodrigues Netto, trata-se de “uma maneira moderna, prática e fácil para o associado acessar os benefícios, que já eram oferecidos”. Ele lembra que os mais procurados são os diversos planos de saúde e odontológicos.
São mais de 300 prestadores de serviços, entre eles o Grupo Semmler, que atua em parceria com o sindicato há 20 anos. Juntos oferecem inúmeros descontos em produtos e serviços, que podem chegar a 50% em faculdades de engenharia para ingressantes (calouros) e em exames laboratoriais. A variedade também chama a atenção: desde planos e seguros de saúde até serviços de lazer como o Viva!, que reúne diversos “kits de experiências”, como práticas esportivas, bem-estar, gastronomia, passeios divertidos, como de balão, entre outros.
A Universidade São Judas Tadeu, por exemplo, oferece aos associados desconto de 50% nas mensalidades dos cursos de graduação (bacharelado, licenciatura ou tecnológico) e 30% de pós-graduação e cursos preparatórios. Outras instituições com desconto são: Universidade Mogi das Cruzes (32%), Universidade Cidade de São Paulo – Unicid (30%) e nos cursos da Anhanguera, da Fundação Santo André e da Universidade Paulista – Unip (10%).
Na pós-graduação, destaque para o Instituto Mauá de Tecnologia e o Mackenzie, com 10%. O colégio Mackenzie também oferece descontos para sócios e dependentes nas unidades de São Paulo, Brasília e Tamboré (SP); na educação infantil, ensinos fundamental 1 e 2 (1º ao 9º ano) e médio, o índice é de 10% para o primeiro filho, de 15% para o segundo, 20% para o terceiro e 25% a partir do quarto. Todos os descontos são válidos apenas para filiados ao SEESP em dia. Em alguns casos é requerida uma declaração de associado, que é feita pelo sindicato após solicitação por telefone ou e-mail.
Outros destaques da Casa do Engenheiro: seguro residencial, de auto, de vida e de viagem, além de consórcios. Também há serviços de assinaturas online, como do jornal O Globo, com 80% de desconto nos seis primeiros meses. Há opções nas áreas de lazer e turismo, como a Rede de Hotéis e Resorts Nacional Inn, presentes hoje em São Paulo e em outros estados, com 56 unidades; ingressos para cinema, teatro e shows; bares, restaurantes, fast-foods; locação de veículos, academias, escola de idiomas, livrarias, pets, entre outros.
Maurício Medeiros Silva, coordenador de Tecnologia da Informação do SEESP, responsável pelo projeto técnico da plataforma, lembra que “a preocupação foi desenvolver um ambiente que automatizasse os benefícios”. “Com o portal, o engenheiro ganha autonomia, podendo optar pelo desconto na hora e local que ele quiser”, comenta.
Marcellie Dessimoni, coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro, também ressalta a praticidade: “É uma plataforma online disponível na palma da mão do engenheiro e sua família.” Critérios fundamentais na busca de parceiros são ainda variedade e confiabilidade dos benefícios ofertados. Dessimoni lembra que a nova ferramenta é uma resposta do sindicato ao momento atual, diante da reforma trabalhista. “A partir da Casa do Engenheiro, o SEESP mostra que é possível se reinventar em momentos de crise e dificuldade”, aponta.
Renata Souza, responsável pelas associações e acessos ao portal, lembra que para usufruir dos benefícios existem três modelos de associação: Pleno, Aposentado e Estudante, cujos valores da anuidade em 2018 são R$ 480,00, R$ 240,00 e R$ 120,00 respectivamente, as quais podem ser pagas em até quatro vezes. Para os ingressantes em novembro ou dezembro, o valor será proporcional. As anuidades de 2019 serão definidas em assembleia da categoria.
Serviço:
Site: www.casadoengenheiro.org.br
Telefone: (11) 2391-5858
E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Check-up para homens
A Rede Labi Exames, que possui seis unidades na capital paulista, é uma das mais recentes parcerias firmadas com a Casa do Engenheiro, que neste mês, quando ocorre a campanha internacional Novembro Azul, de prevenção ao câncer de próstata e para incentivar os cuidados com a saúde do homem, oferece 50% de desconto para check-ups. O período foi escolhido em função do Dia Mundial de Combate ao Câncer de Próstata – 17 de novembro.
Os valores e tipos de check-ups para o homem, válidos somente neste mês, são: até 45 anos (18 exames), de R$ 137,00 por R$ 68,50. Acima de 45 anos (22 exames), de R$ 175,00 fica em R$ 87,50 para associado em dia.
Nos demais meses o desconto é de 15% a qualquer serviço, para homens e mulheres. Além disso, a Labi Exames oferece um exame por mês gratuito. Em novembro é o PSA Total e, em dezembro, para HIV. Também realiza coleta em residências, empresas ou associações.
Mais informações no sindicato pelo telefone (11) 3113-2664 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Soraya Misleh
O SEESP celebra 30 anos de iniciativa bem-sucedida para garantir habitação social de qualidade com orientação técnica adequada: o Programa de Moradia Econômica (Promore). Lançado em Bauru (SP) por meio de convênio assinado no dia 6 de agosto de 1988 entre a recém-criada Delegacia Sindical do SEESP na região, a Cohab e a Prefeitura do município, o Promore se estendeu para outras cidades em que a entidade conta com subsedes, como Campinas, Rio Claro, Piracicaba e Ribeirão Preto.
Por seu intermédio foram realizados cerca de 9 mil projetos residenciais nessas cidades do Interior do Estado, bem como propiciada oportunidade a jovens engenheiros e arquitetos de exercerem sua função social e realizar uma “residência” profissional remunerada, como observa um dos idealizadores do programa, o diretor do SEESP Carlos Augusto Ramos Kirchner.
O beneficiário, como explica ele, deve ter renda familiar até cinco salários mínimos, possuir terreno, morar na cidade há mais de um ano e não ter outro imóvel no município. Limita-se a área de até 70 metros quadrados ou para reformas, acréscimo de até 30m2. “São projetos personalizados, de acordo com a necessidade e vontade do proprietário”, complementa. Abaixo do que é cobrado no mercado, o valor a ser pago varia conforme as especificações da construção. Já a Prefeitura garante isenção de tributos municipais.
Coordenador do Promore em Bauru, o diretor da Delegacia Sindical do SEESP na cidade Luiz Antonio Battaglini ressalta que não é necessário ter escritura definitiva para participar do programa. E que os custos são repassados integralmente aos profissionais credenciados.
Resultados e funcionamento
Atualmente, o convênio em Bauru se mantém entre o Departamento de Água e Esgoto (DAE), a administração municipal e o SEESP. A equipe do Promore é formada por sete engenheiros e sete arquitetos, divididos, de acordo com Battaglini, em 12 regiões. Além do projeto personalizado, assistência técnica contínua e isenção de taxas, o proprietário do imóvel que estiver construindo, reformando, ampliando ou regularizando suas construções pelo Promore não arca com ligações de água e de esgoto de ramais domiciliares a serem executadas pelo DAE.
Segundo Luiz Roberto Pagani, presidente da Delegacia Sindical do SEESP em Bauru, até o momento foram concluídos cerca de 5 mil projetos por intermédio do programa e 210 profissionais tiveram a oportunidade de aprimorar seus conhecimentos. “Os recém-formados têm o respaldo técnico de profissionais com experiência”, informa.
Em Rio Claro o programa funciona desde 1994, em convênio com a Prefeitura, e já beneficiou mais de 850 famílias. Diretora da Delegacia Sindical do SEESP na cidade e coordenadora da iniciativa no município, a engenheira civil Lígia Marta Mackey começou a atuar junto ao Promore meses depois de formada. “Para mim foi uma experiência muito boa, tanto pessoal quanto profissional. Atendemos muita gente.” A equipe atualmente conta com três profissionais, sendo dois engenheiros e um arquiteto. Na cidade, segundo ela, a procura foi alavancada pelo programa governamental Minha Casa Minha Vida. “Noventa e nove por cento do pessoal atendido conta com o financiamento da Caixa Econômica Federal, o que se insere no Estatuto da Cidade (Lei 10.257/2001, que estabelece diretrizes gerais de política urbana e função social da propriedade)”, afirma.
Já em Piracicaba, segundo o diretor da delegacia local e coordenador do programa, Aristides Galvão, esse funciona desde 1991, em convênio com a Prefeitura e Empresa Municipal de Desenvolvimento Habitacional (Emdhap). “No início eram 13 recém-formados, todos da Escola de Engenharia de Piracicaba. Foram 1.750 projetos de casas populares até hoje”, diz. Atualmente três profissionais da categoria compõem a equipe na cidade.
O programa em Ribeirão Preto, por sua vez, começou a funcionar em 1996 e, conforme Nelson Costa, presidente da delegacia local, assegurou a aprovação de 800 projetos, sendo 400 com habite-se. Contudo, segundo ele, desde 2007 a Prefeitura suspendeu a isenção de taxas. Ele lamenta: “A partir daí, muita gente deixou de procurar o Promore, que conta com dois profissionais para atender a população. Com isso, o cidadão constrói casa sem orientação, muitas vezes fora das normas.”
Dificuldades levaram à suspensão do programa em Campinas no ano de 2013, após dez anos de funcionamento e 65 projetos concluídos. Segundo informação da delegacia local, o sindicato propôs à Prefeitura “aprovar outra lei ou acréscimo para a regularização dos imóveis já construídos, porém o processo tornou-se inviável devido a alguns fatores, como os trâmites dentro do órgão público e a expansão irregular para além dos 70m2”.
Enquanto Campinas e Ribeirão Preto enfrentam resistência, no Grande ABC está em tramitação a realização de convênios para implantação do Promore em Santo André e em São Bernardo do Campo. “Fizemos conversas com a participação do presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, e protocolamos a proposta junto às Secretarias Municipais em junho último. Nas duas cidades tem o cartão do governo federal para reformas até R$ 5 mil e parte é destinada à assistência técnica, que poderia ser atendida pelo Promore. A perspectiva é que dê certo”, anima-se Helton Costa, diretor da delegacia sindical no Grande ABC.
Soraya Misleh
Menos de 24 horas após o fim das eleições, duas declarações não deixam dúvidas de que a prioridade agora será encaminhar a reforma da Previdência. Ainda sem resposta, contudo, é se será a Proposta de Emenda à Constituição 287-A/2016 – congelada desde fevereiro último dada a forte mobilização sindical – ou uma ainda mais radical.
Segundo reportagem do Correio Braziliense, em seu primeiro telefonema ao presidente eleito Jair Bolsonaro (PSL) na noite de 28 de outubro, o atual mandatário do País, Michel Temer, sugeriu que o tema volte à pauta ainda na transição governamental. Quase no mesmo momento, Paulo Guedes, cotado como próximo ministro da Fazenda, afirmou – conforme o Portal G1 – que reforma da Previdência será primeiro “grande item” do modelo econômico que pretende levar a cabo. “Não há dúvidas de que essa é a bola da vez”, constata o diretor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), Clemente Ganz Lúcio.
Se a decisão for levar à tramitação a PEC 287-A/2016, como lembra o vice-presidente de Assuntos da Seguridade Social da Associação Nacional dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Décio Bruno Lopes, é necessário que se suspenda a intervenção federal no Rio de Janeiro, já que nenhuma mudança constitucional pode ser feita se algum estado encontrar-se nessa condição. “Mas ninguém tem certeza do que está por vir. O que colocamos para a sociedade de maneira geral é que essa proposta de reforma é muito perversa, tanto ao servidor público quanto ao trabalhador sob regime geral. Estabelece um limite de idade progressivo. Além de ser de 65 anos para homens e 62 para mulheres, não levando em conta as desigualdades regionais, a cada vez que se elevar a expectativa de vida, essa idade aumentará em um ano. É tão esdrúxulo que você passa a não saber qual o limite. Será que vai chegar a 100 anos?”, indigna-se.
Embora o texto substitutivo tenha alterado o tempo mínimo de contribuição para 15 anos ao trabalhador em geral, manteve em 25 anos – conforme a proposta original – para o servidor público. O que, conforme análise do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), “resulta discriminatório e anti-isonômico”. Lopes lembra que, objeto de emendas constitucionais, o servidor público empossado após 2004 já conta com as mesmas regras aplicadas ao trabalhador do setor privado.
À moda Pinochet
Se o substitutivo à PEC 287/2016 já é perverso, o risco para Clemente é que esse seja ignorado e em seu lugar seja feito algo ainda pior, à Pinochet: “O que o Paulo Guedes propõe é a reforma feita no Chile nos anos 1980.” Ou seja, mudança de sistema de repartição – como vigora hoje no Brasil – para um de capitalização. No primeiro, os trabalhadores contribuem com um fundo público que garante os benefícios aos cidadãos. No modelo de Pinochet, cada um faz sua própria poupança, que é depositada em uma conta individual. Como explica reportagem da BBC de 16 de maio de 2017, “enquanto fica guardado, o dinheiro é administrado por empresas privadas, que podem investir no mercado financeiro”.
Ganz Lúcio explica as consequências no país sul-americano, em que tem havido enormes protestos por uma contrarreforma: “Mais de 30 anos depois, a população lá quer acabar com aquele regime, e o Estado teve que fazer outra regra, que custa caro e está longe de oferecer a proteção anterior. Um chileno que se aposenta tem uma renda menor do que aquele que se aposentava pelo sistema público. A ideia do regime ditatorial era de que o mercado ia resolver tudo. Esse ficou feliz, porque durante 30 anos ganhou dinheiro fácil e começou a entregar agora uma aposentadoria que é um terço do regime anterior. Se fizermos algo parecido no Brasil será uma tragédia.”
Para o diretor de documentação do Diap, Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, dificuldade adicional é que “o novo Parlamento é pior que o atual, muito conservador, mais liberal e identificado com os interesses do mercado. E a bancada sindical perdeu algo em torno de 20 integrantes, então o risco de aprovarem matérias contra os trabalhadores é ainda maior”.
As ameaças são enormes, como reitera. Já no atual Congresso passou a Lei 13.467/2017 – reforma trabalhista – que retirou direitos históricos e enfraqueceu sindicatos. E tem efeito sobre a Previdência, pois, segundo observa Lopes, a flexibilização nas relações do trabalho consequentemente impacta nas receitas para o financiamento da seguridade social. Para ele, o que deveria ser feito é o contrário do que se propõe em relação à Previdência. Deveria se otimizar a arrecadação, pondo fim, por exemplo, a renúncias fiscais e cobrando dívidas das empresas.
Resta ao movimento sindical se preparar e resistir. “Se for cumprido o que está sendo dito, vai exigir forte ação junto ao Congresso Nacional e capacidade propositiva. Corremos o risco de ter uma reforma encaminhada como foi a trabalhista, goela abaixo”, avisa Ganz Lúcio.
Marketing digital: aliado dos nossos dias
Nesta entrevista, o autor do livro “Marketing de conteúdo: a moeda do século XXI”, Rafael Rez, explica como se dá a apresentação do profissional para o mercado no mundo cada vez mais dominado pelas tecnologias da informação (TI).
O que é marketing digital?
É uma denominação geral para as estratégias de marketing aplicadas ao mundo digital. Relaciona-se com todas as mudanças de comportamento, canais de comunicação, venda e relacionamento e com o uso de dispositivos tecnológicos para consumo de informação, hoje smartphones, computadores, tablets, e-readers e smart TVs. Antigamente usávamos exclusivamente dispositivos como TV, rádio e papel. Isso influencia mudanças de comportamento e também modifica os canais para nos conectarmos com as pessoas. Na prática, também se usa a terminologia para se referir às táticas de anúncios no Google, Facebook, sites e portais, além do uso de e-mail marketing e redes sociais para criar conteúdo e campanhas online.
É uma ferramenta que auxilia na procura de emprego?
Sem dúvida. Nesse caso eu recomendo muito a rede social LinkedIn, hoje o maior canal de empregos e relacionamento profissional no mundo. Todo profissional do século XXI deveria ter um perfil completo e atualizado no LinkedIn, além de investir de dez a 20 minutos diariamente consumindo conteúdo, interagindo e também criando conteúdo na rede.
O marketing digital pode causar danos à imagem de uma pessoa?
Ele em si dificilmente faria isso. O que acontece é que comportamentos que antes poderiam passar despercebidos podem ganhar grande visibilidade na internet. Um comentário preconceituoso, um post ignorante ou um vídeo com uma piada fora de contexto podem causar danos à carreira, como foi o caso recente do apresentador William Waack, que foi atingido pelo vazamento proposital de um vídeo no qual fazia um comentário racista.
Por que o marketing de conteúdo é a moeda do nosso século?
Com as mudanças de hábitos e comportamentos que vieram junto com a internet, as pessoas passaram a ser ativas na escolha de quais informações, mensagens e conteúdo querem consumir. As empresas que atuam como criadoras de conteúdo têm grande poder neste novo contexto. Quem forma opinião, produz e faz curadoria de conteúdo detém o poder num mundo cada dia mais fragmentado.
Quais dicas o senhor dá nessa área?
Primeiramente, fugir dos modismos, passageiros e sem base quando se trata de marketing digital. Sugiro fazer um curso online objetivo e barato para se orientar antes de tudo. Ou ler um livro sobre o tema. Depois, procurar um consultor, uma agência ou um freelancer que possam orientar e executar as ações de forma estruturada. E ter paciência, pois os resultados iniciais demoram a chegar, mas quando começam, crescem mais rápido do que em qualquer outro canal.
Estágio
Vagas para engenharia
• Volkswagen
O Programa de Estágio 2019 conta com 85 vagas disponíveis para atuar nas unidades de São Bernardo do Campo, Vinhedo, Taubaté, São Carlos (SP) e São José dos Pinhais (PR). Para participar, o candidato deve ter formação em curso superior com término previsto entre dezembro de 2019 e dezembro de 2020. O idioma inglês avançado será um requisito. Dentre os cursos estão: Engenharia (Ciência da Computação, Controle e Automação, Civil, Eletrônica, Elétrica, Materiais, Mecânica, Mecatrônica). Benefícios: bolsa-auxílio, transporte fretado gratuito, alimentação subsidiada, seguro de vida, ambulatório médico na unidade, desconto na compra de veículo e estacionamento gratuito. Inscrições até 7 de novembro em http://volkswagen2019.across.jobs.
• Goodyear
O Programa de Estágio proporciona o desenvolvimento dos estudantes com a vivência em um ambiente corporativo desafiador. Entre os cursos requisitados estão engenharias de Produção, Mecânica, Materiais, Química, Automação, Elétrica, Mecatrônica etc.. Os candidatos devem estar cursando o antepenúltimo ou penúltimo ano de graduação. Benefícios: bolsa-auxílio compatível com o mercado; recesso remunerado; vale-refeição. Inscrições até 16 de novembro em https://goo.gl/NxBfRx.
Essas e outras vagas podem ser acessadas aqui.
Aperfeiçoamento
Curso gestão de projetos em novembro
O Programa Engenheiro Empreendedor do SEESP está com o curso “Gestão de projetos”, destinado a estudantes e profissionais das áreas de engenharia, arquitetura e tecnologia recém-formados ou em fase de reciclagem de conhecimentos. O objetivo é oferecer conhecimentos aos profissionais visando a otimização de resultados quanto à qualidade dos projetos civis e industriais, custos e prazos e apresentar as novas técnicas de controle dos processos. Para associados ao SEESP o valor é de R$ 412,00 e aos demais, R$ 504,00. O curso será realizado de 26 a 28 de novembro, das 18h30 às 22h30, na sede do sindicato, na Capital (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Mais informações e inscrições aqui.