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Os últimos meses de 2016 serão desafiadores para a área de engenharia no País. A avaliação é de Tadeu Ferreira, diretor de Relacionamento do Grupo Aprimorha – Outplacement e Coach. A instituição firmou convênio com a Delegacia Sindical do SEESP em Campinas para atender aos associados da região oferecendo 20% de desconto na orientação à elaboração de currículos. Para obter mais informações e usar os serviços, os interessados devem entrar em contato pelo telefone (19) 3368-0204 ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Nesta entrevista ao Engenheiro XXI, Ferreira aborda a conjuntura do mercado de trabalho e adianta dicas úteis para que os profissionais conquistem as vagas disponíveis.
 

Tadeu Aphrimora editadaO que o profissional da área de engenharia recém-formado e o que deseja se recolocar no mercado podem esperar neste quadrimestre final do ano?
Tadeu Ferreira - Será um período muito desafiador. Teremos poucas posições, por isso toda atenção na hora de fazer os currículos. E tem destaque quem mantém networking ativo e bem feito. 
 

Quais as modalidades da engenharia em alta?
Tadeu Ferreira - Qualquer engenharia relacionada à energia renovável está em alta no Brasil.
 
Quais as dicas para quem quer se diferenciar no mercado de trabalho?
Tadeu Ferreira - Os profissionais concorrem com muitas pessoas tecnicamente semelhantes. Por isso, o lado comportamental está falando muito alto no momento de uma contratação e fazendo a diferença.

Qual a melhor apresentação profissional?
Tadeu Ferreira - Atualmente, não há regras fixas a seguir porque o mercado está bem amplo e diversificado. Há, sim, convenções sociais que definem o que o entrevistador espera, aí entram a apresentação moderna do currículo e o Linkedin, por exemplo.

A Delegacia Sindical do SEESP em Campinas fechou um convênio com o Grupo Aprimorha.
Tadeu Ferreira - Sim. Fechamos uma parceria para palestras e serviço de recolocação no mercado de trabalho. Nossa metodologia vai desde revisão do currículo, elaboração de Linkedin, simulação de entrevista até orientação quanto à recolocação e empregabilidade.

 

 

* Texto publicado, originalmente, no Jornal do Engenheiro, edição de setembro de 2016

 

 

 

 

 

 

Um asteroide chamado Bennu pode um dia atingir a terra. É possível que ele guarde o mistério da origem da humanidade. Descoberto em 1999, o 101955 Bennu tem aproximadamente 500 metros de diâmetro e orbita o sol a uma velocidade de 100 mil quilômetros por hora. Infelizmente, a órbita do asteroide coincide com a do  planeta terra a cada 6 anos, o que significa que ele pode, um dia, colidir com a terra.


Foto: Nasa / GSFC / Divulgaçãonasa vai explorar asteroide bennuNave espacial Osiris-Rex coletará amostra do asteroide.


"A aproximação [do asteroide com a terra] no ano 2135 ajustará a órbita de Bennu, potencialmente colocando-o em curso de colisão com a terra naquele século", diz Dante Lauretta, professor de Ciência Planetária na Universidade de Arizona.

Para se preparar melhor para este evento potencialmente apocalíptico, a Nasa, a agência especial dos Estados Unidos, enviará uma nave espacial Osiris-Rex para coletar uma amostra do asteroide.

"[A missão] é a chave para a nossa busca por produtos orgânicos no Bennu", disse Lauretta, de acordo com um comunicado da Nasa.
Mas a missão é mais do que evitar Armageddon. De acordo com Lauretta, a missão Osiris poderia ajudar a humanidade a compreender melhor suas próprias origens.

"Acreditamos Bennu é uma cápsula do tempo desde os primórdios de nosso sistema solar", disse Lauretta ao canal ABC News. "Assim, a amostra pode potencialmente conter respostas para uma das perguntas fundamentais que os seres humanos fazem: “de onde viemos, qual a nossa origem?”.

Por enquanto, não há nenhuma razão de pânico. O Bennu tem apenas uma chance em 2.700 de colidir com a terra entre 2175 e 2196.

 

Fonte: Agência Brasil com agência Sputnik Brasil




O AutoCAD é um software do tipo CAD (computer aided design) e é comercializado pela Autodesk, Inc. desde 1982. sua utilização se dá principalmente na elaboração de peças de desenho técnico em duas dimensões (2D) e para criação de modelos tridimensionais (3D). Além dos desenhos técnicos, o software vem disponibilizando, em suas versões mais recentes, vários recursos para visualização em diversos formatos. É amplamente utilizado em arquitetura, design de interiores, engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia elétrica, etc.

 

Foto: Divulgação/Apple
computador MAC


Está disponível na internet, para download uma apostila completa do AutoCAD 2012 em português, com tamanho de 4 Mb, contendo 100 páginas. A apostila trata os seguintes assuntos:

Capítulo 1

– Interface do usuário e configurações de desenho
– Interface gráfica do usuário;
– Configurações do desenho.

Capítulo 2
– Criação e edição de objetos;
– Criação de objetos;
– Meio-fio – Pista Inferior;
– Meio-fio – Canteiro Central Parte Inferior;
– Edição de objetos;
– Meio-fio – Canteiro Central Parte Superior;
– Meio-fio – Pista Superior;
– Estacionamento superior;
– Organização do desenho;
– Hachuras e linhas de apoio;
– Hachura do canteiro central;
– Linhas de divisão das faixas de rolamento;
– Linhas de apoio.

Capítulo 3
– Blocos;
– Criando um bloco e inserindo no desenho;
– Inserindo um bloco no desenho;
– Criando um bloco;
– Configurações de plotagem;
– Inserindo cotas no desenho;
– Definindo a escala de apresentação do desenho;
– Definindo o estilo de cota do desenho;
– Adicionando cotas ao desenho;
– Inserindo carimbo no desenho;
– Configuração CTB;
– Trabalhando com referências externas.


Para baixar a apostila clique aqui.


Fonte: Site Engenharia É






Embora seja uma etapa fundamental da obra, não havia aparelhos para a realização correta dos testes de estanqueidade nas instalações hidráulicas na construção civil. O engenheiro civil Horácio de Almeida Júnior, afiliado à Associação Nacional dos Inventores (ANI), identificou essa necessidade e criou o "aparelho de ensaio de estanqueidade de pressão interna em instalações de hidráulicas", para realizar de forma rápida e eficiente os ensaios na obra.

Horácio já atuava na construção civil e observou que não havia nenhum equipamento no mercado que executasse o teste de estanqueidade, segundo as normas brasileiras. "Minha empresa prestava serviços de controle de qualidade e alguns clientes meus pediram esse tipo de ensaio, fui procurar equipamentos e apenas encontrei produtos com baixo desempenho e baixa produtividade e, que pior, não estavam compatíveis com as normas, principalmente para água quente", conta o inventor.

O "aparelho de ensaio de estanqueidade de pressão interna em instalações de hidráulicas" pode ser operador por uma única pessoa por ser um sistema semi-automático, equipado com vaso de pressão para depósito e passagem de água circulante no sistema, bomba hidráulica e vários dispositivos para controle de temperatura, pressão, fluxostatos e válvulas hidráulicas.

Para o profissional, o seu "aparelho de estanqueidade" levará a um alto rendimento e maior produtividade na execução dos ensaios, à especialização da mão de obra e à totalidade da obra verificada segundo as normas técnicas. O produto ainda se destaca pelo sistema automático de retirada do ar da tubulação (sangramento) e baixo custo de produção.

Como público-alvo, o inventor foca em empresas instaladores de sistemas hidráulicos em edificações, uma vez que o produto também pode ser usado em outros sistemas que exijam a estanqueidade no processo construtivo, como as caldeiras.

Almeida Júnior tem registrado o “aparelho de ensaio de estanqueidade de pressão interna em instalações de hidráulicas” junto ao INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial) e atualmente busca investidores para produzir e comercializar o produto, seja por meio da venda da patente ou do seu licenciamento.

 

 

Informação da ANI

 

 

 

 

 

 

 

O setor automotivo está presente em todas as regiões brasileiras com 64 unidades industriais, gera mais de 127 mil empregos diretos e 1,5 milhão na cadeia produtiva. Em anos de volumes recordes, já foram produzidas mais de 3,73 milhões de unidades. O setor investiu fortemente em engenharia e pesquisa e foi responsável por inúmeras inovações, dentre elas o carro movido a etanol, que teve início em 1975. A experiência adquirida com o Proálcool possibilitou a criação, em 2003, da tecnologia flex, que se transformou na mais bem-sucedida solução de uso de combustível renovável no mundo. Este é apenas um exemplo de sucesso da engenharia brasileira destacado no Anuário 2016 da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea). Desde maio último, a entidade é presidida por Antonio Carlos Botelho Megale. Nessa entrevista ao Engenheiro, o executivo, apesar da retração do setor – a expectativa é encerrar o ano com 2,08 milhões de unidades vendidas, uma baixa de 19% ante 2015 –, acredita na recuperação da economia do País e defende mais inovação e tecnologia, tendo à frente a engenharia brasileira.

No final de 2015, a Anfavea entregou ao governo federal um programa de renovação de frota. Como está essa discussão?
Antonio Megale - É o programa “Sustentabilidade veicular” e o julgamos extremamente importante ao Brasil. Ele visa a segurança e tem preocupação ambiental. Propusemos uma alternativa à retirada de circulação de veículos sem condições e com alto nível de poluição, oferecendo uma bonificação para que o proprietário possa adquirir modelos mais novos e dentro dos padrões ambientais atuais. Isso fará com que a nossa frota seja, gradualmente, mais segura e menos poluente. Já solicitamos audiências com representantes do governo atual no sentido de retomar essa discussão.


Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
Megale Anfavea 
Megale diz que indústria automotiva com mais inovação no País depende da engenharia nacional
 

E quanto ao debate sobre uma nova política industrial que contemple eficiência energética, fortalecimento da cadeia produtiva e mobilidade, itens associados à ciência, inovação e tecnologia?
Megale - Estamos começando a conversar com o governo sobre a política industrial que virá após 2017. A primeira coisa que precisamos fazer é uma avaliação muito profunda do programa que existe hoje, o Inovar-Auto (criado pela Lei n° 12.715/2012, com validade até 2017). Ele trouxe contribuições substanciais em termos de eficiência energética e incentivos à pesquisa e desenvolvimento (P & D) no setor. O Inovar-Auto garantiu uma série de pontos positivos, mas consideramos a necessidade de fortalecer a cadeia de fornecedores, porque a queda do mercado fragilizou o setor de autopeças. Precisamos reforçar alguns pilares fundamentais: a pesquisa e desenvolvimento para que a inovação possa acontecer no País com maior qualidade e quantidade; a eficiência energética, porque houve um grande investimento na indústria para a modernização dos veículos; e a cadeia de autopeças.

O setor discute a questão da mobilidade urbana, que se tornou crucial para as cidades?
Megale - É preciso promover a mobilidade urbana inteligente, que integre os diferentes meios de transporte para facilitar a vida dos usuários e também permitir maior fluidez no tráfego. A Anfavea representa as fabricantes de automóveis, comerciais leves, máquinas agrícolas, caminhões e ônibus e, exatamente por conhecer esses diferentes tipos de veículos, acreditamos que temos muito a contribuir. Uma das ideias é o estabelecimento de política de sustentabilidade veicular, com o objetivo de redução contínua das emissões, e também estruturar e estender a inspeção técnica veicular para todo o País, para incentivar a correta manutenção dos veículos e aumentar a segurança no trânsito.

Qual a perspectiva do setor para a engenharia brasileira?
Megale - Esse profissional é fundamental no Inovar-Auto e em qualquer mudança que se pretenda fazer na política industrial do País. Pesquisa e desenvolvimento são decisivos para quem quer ter uma indústria automotiva real. Hoje temos centros de desenvolvimento instalados em várias das nossas empresas, com ligação mundial, e é importante que a gente use essa capacidade já instalada para produzir inovação e tecnologia, que é a forma de empregar os nossos engenheiros e inserir a nossa indústria no mundo como grande geradora de tecnologia.

Como está o projeto do carro nacional?
Megale - É difícil falar sobre isso, porque hoje as empresas são todas multinacionais. Temos procurado produzir veículos com nível tecnológico internacional. Não vejo ninguém pensando em alguma coisa só para o mercado brasileiro, mesmo porque o mundo hoje é globalizado e precisamos pensar em estarmos inseridos à cadeia mundial de valor. Já temos muita capacitação local para gerar tecnologia e produtos que possam ser desenvolvidos aqui para serem utilizados em vários países. O importante é que os produtos que sejam desenhados e colocados no mercado nacional atendam à demanda do consumidor brasileiro.

A Anfavea assinou o documento “Compromisso pelo desenvolvimento”, lançado em dezembro de 2015, que propugna eixos para evitar a recessão no País, como o estimulo à geração de empregos, oferta de crédito e investimentos para fomentar a produção nacional. É uma proposta ainda endossada pela associação?
Megale - É uma proposta atual, porque ela traz vetores que são fundamentais à retomada econômica. Todavia, temos de adequá-la à realidade governamental existente hoje no País.

Recentemente, a FNE lançou o movimento “Engenharia Unida”, com chamada à coalizão de forças para oferecer saídas às dificuldades enfrentadas pelo País e contribuir com o permanente avanço no futuro.
Megale - Importante ver que os profissionais estão se mobilizando e entendem o momento. A engenharia já passou por uma fase muito complicada, mas conseguiu se fortalecer como um potencial gerador de tecnologia que estava faltando ao Brasil. Dentro do setor automotivo, com essa política industrial em discussão, queremos garantir condições de desenvolvimento à engenharia local. Várias das nossas empresas, ao longo dos últimos anos, desenvolveram trabalho para produtos que não seriam comercializados internamente, utilizando a capacitação dos nossos engenheiros e instalações. É importante que estejamos inseridos no mundo do conhecimento.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Entrevista publicada, originalmente, no jornal Engenheiro, Edição 170, de julho de 2016, da FNE

 

 

 

 

 

 

 

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) oferece dez cursos gratuitos por meio da plataforma de ensino online Coursera. Entre os cursos disponíveis estão desenvolvimento com Java e desenvolvimento de software. Os professores que ministram os cursos são todos do Instituto e o aluno tem a opção de participar como ouvinte da aula.

Foto: Marcos Santos/USP ImagensComputador Marcos Santos fotos publicas 600 larg

Para receber o certificado é necessário pagar uma taxa para o site e entregar as atividades propostas pelo professor.

Os cursos disponíveis são: Introdução ao Controle de Sistemas; Controle Usando a Resposta em Frequência; Arquitetura de Software em Projetos Ágeis; Desenvolvimento Ágil com Padrões de Projeto; Desenvolvimento Ágil com Java Avançado; Projeto Final: Aplicativo para Web com Componente Gamificado; Princípios de Desenvolvimento Ágil de Software; Técnicas Avançadas para Projeto de Software; TDD - Desenvolvimento de Software Guiado por Testes; e Orientação a Objetos com Java.

Os Programas de Pós-Graduação do ITA têm por objetivo a formação de profissionais nos níveis de mestrado e doutorado para atuarem em ensino, pesquisa e desenvolvimento com ênfase no desenvolvimento de estudos e técnicas que contribuam para o estabelecimento de novas tecnologias adequadas à realidade brasileira, notadamente no Setor Aeroespacial.


Imprensa SEESP
Com agências







Estão abertas até 13 de junho próximo, as inscrições para o exame de seleção de alunos regulares e especiais para os Programas de Pós-graduação em Engenharia Elétrica e Engenharia Civil e Ambiental, nos cursos de mestrado e doutorado da Universidade Estadual Paulista (Unesp), em Sorocaba.

“Ambos os cursos são gratuitos”, informa o professor Fernando Pinhabel Marafão, docente do câmpus de Sorocaba e credenciado no Programa de Engenharia Elétrica.

No caso do Programa de Pós em Engenharia Civil e Ambiental, o professor da Unesp de Sorocaba Alexandre Marco da Silva comenta que, “além de Bauru e Sorocaba, o programa atua ainda nos câmpus de Guaratinguetá e Rio Claro, o que dá uma abrangência geográfica interessante para o estudo de problemas ambientais”.

Detalhes, contatos e regras do processo seletivo podem ser encontrados clicando em: Engenharia Elétrica e Engenharia Civil e Ambiental.

 

 

Fonte: Agência Unesp de Notícias

 

 

 

 

 

 

O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Acre (Senge-AC), filiado à Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), promove neste ano o primeiro encontro do Fórum  de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável do Acre, que ocorrerá entre 14 e 16 de junho. Diversas personalidades estarão presentes, como o senador Jorge Viana (PT), que é o presidente do Fórum Permanente de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável, criado em 2014, e fará a abertura do evento.

 

Cartaz Fórum 600 Larg



Toda a iniciativa, tanto do fórum permanente, quando do encontro em junho, é em parceria com a FNE e com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU).

Com o tema ‘Cresce Rio Branco, Cresce Acre, Cresce Brasil’, o Fórum ocorrerá no Teatro da Universidade Federal do Acre e reunirá diversas atividades como palestras e painéis de discussão, além de iniciativas esportivas como a 1ª Corrida Pedestre da Engenharia, a 2ª Jornada Esportiva da Engenharia e a Exposição de Projetos Universitários na Área de Inovação e Sustentabilidade.

No Painel do dia 16 de junho, será apresentado o “Estudo de Viabilidade e Risco para Regularização de Vazão / Controle das Secas e Cheias do Rio Acre”, resultado da Expedição Acre, outra iniciativa do Senge-AC. “Profissionais de diversas áreas estarão reunidos em uma expedição que fará um estudo de campo para buscar soluções reais para os problemas das cheias e das secas do rio”, explica Sebastião Fonseca, presidente do Senge-AC. A previsão de saída da equipe é para o dia 5 de março próximo.

Para participar da Exposição de Projetos Universitários, voltada para estudantes dos cursos de Engenharia, Geografia, Medicina Veterinária, Arquitetura e tecnólogos, os interessados deverão enviar um resumo do projeto para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até às 18h do dia 15 de abril próximo – horário local do Acre. A temática deve ser a sustentabilidade. Haverá uma premiação para os dois melhores projetos. O primeiro colocado ganhará R$ 2 mil e um estágio de um mês no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), primeira faculdade de Engenharia mantida por um sindicato, no País. O segundo colocado receberá R$ 1 mil e participará de um evento nacional da FNE.

Tião Fonseca, como é conhecido, lembra que o objetivo do seminário é discutir o desenvolvimento do estado a partir de uma visão sustentável e que a ideia do Fórum é resultado das discussões entorno do projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento, da FNE. “Queremos debater os problemas e ter a coragem de apontar caminhos alternativos para o desenvolvimento local e nacional, sempre com foco na ciência, tecnologia e inovação”, completa Fonseca.

Também haverá o sorteio de prêmios durante o Fórum, como um notebook, um computador com impressora e um celular I6 iphone.

Para participar da Corrida, preencha a  ficha de inscrição online disponível aqui. Já a programação completa e inscrição para o Fórum acesse aqui. Mais informações pelo telefone(68) 3225-5825.


Deborah Moreira
Imprensa SEESP






O Sindicato dos Engenheiros do Estado do Acre (Senge-AC) promove neste ano o primeiro encontro do Fórum  de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável do Acre, que ocorrerá entre 14 e 16 de junho. Diversas personalidades estarão presentes, como o senador Jorge Viana (PT), que é o presidente do Fórum Permanente de Engenharia e Desenvolvimento Sustentável, criado em 2014, e fará a abertura do evento.

Toda a iniciativa, tanto do fórum permanente, quando do encontro em junho, é em parceria com a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e com a Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU).

Com o tema ‘Cresce Rio Branco, Cresce Acre, Cresce Brasil’, o Fórum ocorrerá no Teatro da Universidade Federal do Acre e reunirá diversas atividades como palestras, quatro painéis de discussão, além de iniciativas esportivas como a 1ª Corrida Pedestre da Engenharia, a 2ª Jornada Esportiva da Engenharia e a Exposição de Projetos Universitários na Área de Inovação e Sustentabilidade.

No Painel do dia 16 de junho, será apresentado o “Estudo de Viabilidade e Risco para Regularização de Vazão / Controle das Secas e Cheias do Rio Acre”, resultado da Expedição Acre, outra iniciativa do Senge-AC. “Profissionais de diversas áreas estarão reunidos em uma expedição que fará um estudo de campo para buscar soluções reais para os problemas das cheias e das secas do rio”, explica Sebastião Fonseca, presidente do Senge-AC. A previsão de saída da equipe é para o dia 5 de março próximo.

Para participar da Exposição de Projetos Universitários, voltada para estudantes dos cursos de Engenharia, Geografia, MedicinaVeterinária, Arquitetura e tecnólogos,  os interessados deverão enviar um resumo do projeto ,para o email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., até às 18h do dia 15 de abril próximo – horário local do Acre. A temática deve ser a sustentabilidade. Haverá uma premiação para os dois melhores projetos. O primeiro colocado ganhará R$ 2 mil e um estágio de um mês no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec),primeira faculdade de Engenharia mantida por um sindicato, no País. O segundo colocado receberá R$ 1 mil e participará de um evento nacional da FNE.

Tião Fonseca, como é conhecido, lembra que o objetivo do seminário é discutir o desenvolvimento do estado a partir de uma visão sustentável e que a ideia do Fórum é resultado das discussões entorno do projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento, da FNE. “Queremos debater os problemas e ter a coragem de apontar caminhos alternativos para o desenvolvimento local e nacional, sempre com foco na ciência, tecnologia e inovação”, completa Fonseca.

Também haverá o sorteio de prêmios durante o Fórum, como um notebook, um computador com impressora e um celular I6 iphone.

Para participar da Corrida, preencha a  ficha de inscrição online disponível em http://goo.gl/PtfPA4. Já a programação completa e inscrição para o Fórum acesse http://goo.gl/i5RyQ8 . Mais informações pelo telefone(68) 3225-5825.

A diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), reunida nesta terça-feira (16/02), em Brasília, discutiu, entre outros temas, a nova edição do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, cujo tema será “Cidades”. A ideia é fazer um diagnóstico dos problemas comuns às médias e grandes cidades brasileiras pertinentes à Engenharia.


Foto: Rita Casaro
FNE 16FEV2016 2.jpg editada 
Diretoria da FNE está empenhada em apresentar propostas para resolver problemas das cidades brasileiras
 

Com a colaboração de especialistas nos diversos temas e o debate a ser realizado em vários locais, serão elaboradas propostas para melhorar a vida das pessoas nas cidades, assim como para o desenvolvimento local.

A primeira mesa-redonda com dirigentes da entidade e consultores que colaborarão com a iniciativa acontece no dia 1º de março próximo, em São Paulo.

O material deve estar pronto até julho para que seja debatido com a sociedade e os candidatos a prefeito nas eleições deste ano.

 

Imprensa SEESP
Informações de Rita Casaro








Dos mais de 205 milhões de habitantes do País, 22,2% têm algum tipo de deficiên­cia. É o que aponta o último censo realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2010. A esses cerca de 45,6 milhões de brasileiros, a tecnologia assistiva pode ser uma valiosa porta para inclusão na sociedade. Um exemplo é o projeto de uma cadeira de rodas com comando de voz, a única no Brasil, coordenado por Gustavo Peglow Kuhn, aluno do segundo semestre de Engenharia Elétrica no Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-Rio-Grandense (IFSul).

O equipamento começou a ser desenvolvido em 2008, sob a supervisão do professor Rafael Galli, com a implantação do reconhecimento de voz e, em 2015, teve o aprimoramento feito por Kuhn. “O meu trabalho foi tornar o controle vocal rápido e fácil para o usuário, preocupando-me principalmente com a segurança”, conta o estudante. No protótipo, foi utilizado o sistema de leitura TalkBack, do Google, possibilitando que o usuário dê os comandos remotamente por meio de um smartphone com Bluetooth (a uma distância de até 50 metros, sem obstáculos), ou apenas com a fala, estando na cadeira. Segundo Kuhn, o objetivo do reconhecimento de voz é a não necessidade da utilização das mãos, possibilitando o uso nos casos de tetraplegia. O mecanismo, que teve um custo de produção por volta de R$ 275,00, ainda precisa ser adaptado aos padrões do mercado, mas o estudante aposta na venda como “um upgrade para qualquer cadeira de rodas”.


Foto: Arquivo pessoal Gustavo Peglow Kuhn
Acessibilidade editada 
Projeto de uma cadeira de rodas com comando de voz, a única no Brasil, coordenado por Gustavo Peglow Kuhn
 

Para substituir as pranchas de papel usadas por pessoas com paralisia cerebral ou qualquer dificuldade que impossibilite a comunicação oral, a Métodos Soluções Inteligentes desenvolveu o aplicativo “Que Fala!”. Daniel Barbosa, engenheiro eletricista e um dos criadores, viu a oportunidade com a eclosão dos tablets, quando cursava a pós-graduação em tecnologia assistiva. “O que nós possibilitamos é que o paciente utilize algo que fale por ele, sem que o receptor da mensagem tenha que adivinhar, como acontece com as pranchas de papel”, explica.

O “Que Fala!” foi desenvolvido em 2011 e, no ano seguinte, já estava no mercado. O usuário baixa o aplicativo gratuitamente, depois cria uma conta no site da plataforma e paga por pacotes de edição da prancha digital, podendo colocar palavras, frases e imagens como quiser.

Feita a edição, o uso do programa independe do acesso à Internet. Barbosa indica que o ideal é fazer a edição com um profissional de terapia ocupacional ou fonoaudiólogo. Hoje, o aplicativo tem mais de 20 mil downloads e de 6 mil contas no site e acima de 800 pagantes fixos em todo o País.

A ONG Mais Diferenças, focada em educação e culturas inclusivas desde 2005, pensou principalmente na possibilidade de lazer ao criar o WhatsCine, um facilitador com audiodescrição, legenda em libras para acessibilidade em cinemas e teatros. É necessário que a pessoa com deficiência tenha o aplicativo em um smartphone ou tablet e que a sala de cinema transmita o filme com o conversor também desenvolvido pela ONG. O conversor precisa apenas de um notebook e um roteador de sinal para sincronizar o filme com as janelas do software.

Para Luis Henrique Mauch, coordenador da instituição, a estrutura do aplicativo é simples, “mas o resultado na vida do usuário é imensurável”.

Necessidade de avanços
Apesar dos vários bons projetos, a demanda por inovações que propiciem inclusão ainda está longe de ser atendida. Estudo realizado em 2013 pelo Instituto de Tecnologia Social (ITS Brasil) apontou as instituições acadêmicas como as principais responsáveis (81,7%) pelo desenvolvimento de tecnologia assistiva, cuja oferta ainda é muito reduzida. Nos anos de 2007 e 2008, havia apenas110 projetos do gênero em todo o País e concentrados nos estados do Rio Grande do Sul (33%), São Paulo (24,8%) e Rio de Janeiro (15,6%).

Com base nesses dados, o Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) tem como programa de pesquisa de iniciativas na área o Desenvolvimento Tecnológico e Inovação em Tecnologia Assistiva (Dtita), que conta com uma equipe desenvolvedora de projetos patrocinados pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Uma das ideias geradas pelo incentivo é o estudo de uma lousa digital com caneta sensor com resposta motora, que tem o objetivo de possibilitar a escrita e leitura por pessoas com deficiência visual pela sensação tátil.

Em vigor desde 2 de janeiro último, o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei Brasileira de Inclusão nº 13.146/2015) deve trazer estímulos às tecnologias para acessibilidade, já que determina sua obrigatoriedade e também estabelece incentivos à contratação pelas empresas de funcionários com deficiência. “Com a lei, o deficiente terá auxílio financeiro, ingressando no mercado de trabalho, um dinheiro que é utilizado na compra de cadeiras motorizadas, próteses ou qualquer outra solução tecnológica que ajude na vida dele”, aposta a deputada federal Mara Gabrilli (PSDB-SP).

Para Barbosa, que desenvolveu o “Que Fala!”, a nova legislação significa investimento para mais projetos e pesquisas, o que é mais que necessário. “No Brasil, a pessoa que quiser uma cadeira motorizada tem que estar disposta a pagar até R$ 12 mil ou aguardar (doação) em uma fila de uma instituição”, critica.

O professor Galli, do IFSul, aponta também a necessidade de reduzir os entraves burocráticos para que haja avanços e as novas ideias cheguem ao mercado. “O projeto chega a ficar um ano esperando pela patente. Há uma demora excessiva para entrar em processo de testes também”, atesta.

 

* Por Jéssica Silva. Matéria, originalmente, publicada no jornal Engenheiro, da FNE, nº 165, de fevereiro de 2016

 

 

 

 

 

 

Durante entrevista ao programa Repórter Sindical na web, exibido na quinta (14/1), pela TV Agência Sindical, o engenheiro Fernando Palmezan falou sobre a importância em investir em educação. Com o tema “Sindicalismo e Educação”, Palmezan falou da experiência exitosa do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), onde atua como diretor Administrativo e Financeiro, sobre o recém sancionado Marco Regulatório da Ciência, Tecnologia e Inovação, entre outros pontos.

 

Imagem: reprodução
entrevista palmezan

 

Ele lembrou que todo o processo do Isitec começou em discussões travadas dentro do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) e todo o material pedagógico foi preparado para apresentar ao Ministério de Educação para obter a autorização para funcionamento e ser reconhecido, o que ocorreu em 2011.

Formado em engenharia elétrica pela Faculdade de Engenharia São Paulo (Fesp) e eletrotécnica no Mackenzie, Fernando Palmezan lembrou do método totalmente inovador adotado no Isitec, no curso de graduação em Engenharia de Inovação, em que o aluno “primeiro vai para o laboratório ver a experiência ocorrendo, na prática, para depois discutirem em sala de aula a parte teórica”.

Neste ano ocorrerá o segundo vestibular da graduação, que é em período integral e mantida pelo SEESP. "É possível criar instituição qualificada de engenharia. O interesse do sindicato é formar profissionais altamente qualificados. O Isitec é uma experiência inovadora que pretendemos divulgar em todo o País provando que é possível fazer algo desse nível", contou.

Sobre o Marco Regulatório da ciência tecnologia e  inovação,  o engenheiro ressaltou sua importância, lembrando que se trata de um “passo importantíssimo para o desenvolvimento do País”.

“Sem duvida vamos avançar muito. Essa lei é basicamente a (regulamentação da) forma de relacionamento entre as instituições de ensino e a iniciativa privada, costurando a maneira como empresas, industrias, instituições de ensino e governo vão se relacionar sobre esse tema (ciência, tecnologia e inovação), sendo um instrumento articulador”, explicou Palmezan.

Ele lembrou, ainda, que existe um desenvolvimento bastante razoável em polos isolados, como na academia, na indústria, mas que ainda faltava interligar esses trabalhos e atores. “É um passo a mais para facilitar esse processo para o entendimento entre iniciativa privada e as instituições de ensino, definindo como pode, quanto pode, tudo o que precisa para alavancar o desenvolvimento em ciência, tecnologia e inovação”, completou.

Também falou da revista Brasil Inteligente, produzida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), cuja última edição dá destaque a educação continuada.

“Se a gente ficar fora da tecnologia e inovação, vamos ficar para trás. Então precisamos capacitar nossos trabalhadores para obter avanços no processo competitivo global. E uma maneira primordial é a educação continuada”, explicou, falando de uma das leis defendidos pela CNTU de que os profissionais da área de engenharia tenham direito a seis dias ao ano, durante a semana, para se dedicar aos estudos. A lei foi aprovada pela Assembleia Legislativa de São Paulo, mas ainda não foi regulamentada.

Durante a entrevista, Palmezan também lembrou das aulas abertas inaugurais que estão marcadas para ocorrer até março, de cursos de pós-graduação do Isitec, como no dia 16 de fevereiro, em Marília, no Interior de São Paulo, de Gestão Ambiental Sustentável. Em 2 de março haverá aula aberta de Gestão de Energia e Energia Heliotérmica, que terá entre seus professores um profissional vindo da Alemanha para compartilhar sua experiência naquele país. No dia 9 de março, a aula aberta será na sede do Insitec, na capital paulista, sobre a pós-graduação em Gestão Ambiental Sustentável que ocorrerá também na capital, no dia 29 de abril. Em média, os cursos de pós possuem mais de 360 horas – durando cerca de três semestres.


Confira abaixo a entrevista na íntegra:







Imprensa SEESP






Em dezembro último, foi assinado contrato entre a Companhia Docas do Estado de São Paulo (Codesp), a Universidade de São Paulo (USP), a Fundação Centro Tecnológico de Hidráulica (FCTH) e a Fundação para o Desenvolvimento Tecnológico da Engenharia (FDTE) para desenvolvimento de uma série de estudos multidisciplinares com intuito de avaliar as possibilidades técnico-econômicas de ampliação sustentável das atividades do Porto de Santos, sem perder de vista os impactos ambientais sobre as praias adjacentes. Os estudos serão conduzidos pela Escola Politécnica da universidade.

O setor portuário brasileiro apresenta um cenário de crescimento da movimentação de mercadorias. Deste modo, a demanda por navios maiores é crescente, em virtude da maior competitividade proporcionada por menores custos de frete. Isto faz com que sejam necessárias maiores profundidades e larguras, tanto no canal de acesso como nos berços de atracação, devido às dimensões destas embarcações serem superiores às atuais.


Foto: Codesp
Porto de Santos Codesp 
Engenharia da USP estudará expansão das atividades do maior
porto do País sem agressão ao meio ambiente

 

Nesse sentido, obras de intervenções são necessárias, tais como dragagens, construção de estruturas de abrigo e direcionamento de correntes, entre outras. Obras de engenharia como essas sempre causam algum tipo de consequência sobre o meio natural em seu entorno. Desta forma, para o estudo detalhado destas intervenções faz-se necessária a utilização das ferramentas mais avançadas de que a engenharia dispõe atualmente, onde se aplica o uso integrado dos modelos físicos e computacionais, os chamados modelos híbridos.

No caso de Santos, vários problemas surgem em conjunto, o que não é surpreendente, por se tratar de um cenário tão complexo, envolvendo o maior porto do País. Por exemplo, o alargamento do canal de acesso ao porto em seu trecho 1 para 220 metros levantou questões sobre a influência desta intervenção na erosão na Ponta da Praia e sobre a necessidade de se manter tal largura. Sobre este assunto, o Ministério Público solicitou à Codesp que verificasse se a largura de 170 metros não seria suficiente para garantir às maiores embarcações previstas um acesso seguro ao porto, trazendo como benefício uma mitigação do processo erosivo nas praias adjacentes.

Outro assunto em grande destaque é a questão do aprofundamento do canal de acesso de Santos para a cota -17 m, de tal forma a permitir a entrada de navios de maior calado. Neste caso, a questão principal é quais são os tipos de intervenção necessários para atingir este objetivo, e quais seriam suas consequências em áreas adjacentes. Além disso, caso esta meta não possa ser atingida, o estudo deve definir qual seria o limite de capacidade operacional do porto, até onde ele poderia se expandir e de que forma.

Modelos físicos e estudos
Neste âmbito, a FCTH, entidade de apoio ao Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da USP, ficou responsável pelo desenvolvimento dos estudos em modelos físicos e computacionais que vão permitir uma avaliação técnica das possibilidades de intervenções no canal de acesso ao Porto de Santos, e alternativas para redução da erosão nas praias de Santos.

Para isto serão construídos três modelos físicos em escala reduzida e um modelo computacional de todo estuário santista, estando previstos os seguintes estudos: (1) verificação do impacto referente à redução da largura de 220 metros para 170 metros no trecho 1, tanto do ponto de vista da navegação, quanto das consequências nas áreas adjacentes, com aplicação de modelo computacional para verificação da questão da movimentação de sedimentos e influência no transporte litorâneo, e modelo físico para avaliação das condições de manobrabilidade de embarcações no trecho; (2) verificação da possibilidade de aumento da profundidade de todo o canal para a cota -17m, possibilitando assim a entrada de navios de maiores calados, propondo-se planos de dragagem, indicações de possíveis obras fixas necessárias para sua consolidação (guias-correntes), além de avaliação das condições de amarração e manobra das embarcações; e (3) avaliação dos efeitos morfológicos nas áreas adjacentes ao porto, sugerindo-se o indicativo de eventuais medidas mitigadoras e compensatórias em todos os cenários estudados, inclusive o cenário atual do porto.

Acompanhe, a seguir, vídeo com entrada de navio no porto santista:


 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Informações da Assessoria da Poli-USP











Acontece no dia 22 deste mês, uma quinta-feira, o Dia da Engenharia Brasil-Alemanha (DDEA), das 10h30 às 20h00, no Centro Universitário Senac – Santo Amaro, São Paulo. Promovido pela VDI-Brasil, o evento tem como objetivo evidenciar a contribuição da indústria alemã para o progresso econômico e tecnológico brasileiro e será realizado a partir deste ano em novo formato.

 

dia da engenharia br-alemanha red



Em sua sua abertura, contará com a presença de Wolfram Anders, presidente da Câmara Brasil-Alemanha São Paulo e CFO da Robert Bosch Ltda, e de Wilson Bricio, Presidente da VDI-Brasil e da ZF América do Sul. Será composto por dois Keynote Speakers que falarão sobre: “O diferencial competitivo da engenharia alemã” (Ralph Appel, Diretor Executivo da VDI Alemanha) e “Os desafios da engenharia no Brasil” (Pedro Wongtschowski, Presidente do Conselho de Administração da EMBRAPII).

Em seguida, haverá três painéis de debate, que abordarão os assuntos mais atuais das diversas áreas da Engenharia: “Os desafios do Engenheiro ante a Indústria 4.0”, “O Engenheiro na Inovação e Produtividade” e “O Engenheiro na Gestão”.

Destes painéis participarão importantes nomes: Jefferson Oliveira Gomes, Diretor Presidente do SENAI SC; Bento Koike, Co-Fundador da Tecsis; Celso Placeres, Diretor da Engenharia de Manufatura da Volkswagen; Edouard Mekhalian, Diretor Geral da KUKA Roboter; Gerhard Ett, Chefe do Laboratório de Engenharia Térmica do IPT; João Fernando Gomes de Oliveira, Vice-presidente da Academia Brasileira de Ciências e Professor Titular da USP; Livaldo Aguiar dos Santos, Ex-presidente das Indústrias Romi; Paulo Mól, Superintendente da IEL Nacional; Theo van der Loo, Presidente da Bayer S/A; Weber Porto, Presidente da Evonik; Wolfgang Hänle, COO da Mercedes-Benz; Frank Sowade, Presidente da SAE Brasil; Besaliel Botelho, Presidente da Robert Bosch Ltda.; Ladislau Martin Neto, Diretor Executivo de Pesquisa e Desenvolvimento EMBRAPA; José Rizzo Hahn, CEO da Pollux Automation; Pablo Roberto Fava, Diretor Geral de Automação da Siemens Brasil; Ricardo Simões Abreu, Vice-presidente de Tecnologia da MAHLE Metal Leve; Paulo Braga, Jornalista e Editor da Revista Automotive Business; Dr. Gunnar Gödecke, Diretor Geral de P&D da Vulkan Group; Ingo Plöger, Presidente da IP Desenvolvimento Empresarial e Institucional Ltda.; Axel Werner, Sócio da Kienbaum, entre outros.

O encontro que aconteceu pela primeira vez em 2009, e tem como público alvo engenheiros, empresários, presidentes e diretores de grandes empresas, representantes de associações e entidades de classe, políticos, acadêmicos, imprensa e demais interessados na Engenharia, abriu as portas da Engenharia para assuntos factuais e de suma importância para empresas e profissionais que querem caminhar alinhados à modernidade e às novas tendências e tecnologias. Em 2014, abordou o tema “Energia 2030: Tendências e tecnologias do amanhã”.

Antes de cada painel haverá um pitch de universitários, no qual estes irão compartilhar seus pontos de vista sobre o tema em questão, frente à executivos renomados de empresas brasileiras e alemãs.

A Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha entregará este ano o “Prêmio VDI-Brasil”. Será uma premiação concedida anualmente, cujo o objetivo é reconhecer engenheiros, dos diversos setores, por uma vida dedicada a contribuições para o desenvolvimento do país. A entrega da primeira edição do prêmio ocorrerá durante um coquetel logo após o encerramento da 7a edição do Dia da Engenharia Brasil-Alemanha.

Nesta ocasião, também será entregue o “Prêmio Embaixador VDI-Brasil”, uma homenagem ao profissional que contribuiu para o crescimento da associação nos últimos anos.

Mais informações no site oficial www.ddea.com.br

Fonte: DDEA




Representada por seu presidente, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) esteve presente na abertura da 72ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), que ocorreu no Centro de Eventos do Ceará, na capital daquele estado, na noite de terça-feira (15/9). De acordo com os organizadores cerca de 3,5 mil pessoas estiveram presentes.

 

Foto: Rita Casaro/Imprensa SEESP

semana engenharia e agronomia 3 nova

 

Para Murilo Pinheiro, a engenharia tem uma oportunidade para debater, no evento, soluções para o País que vive um período de dificuldade. "O País vive um momento bastante difícil e a engenharia unida tem que cumprir o seu papel de contribuir na busca de soluções. E este é sem dúvida um fórum privilegiado para este debate."

O presidente do Confea, José Tadeu da Silva enfatizou, sob aplausos, que o Brasil precisa inspirar-se na Engenharia para voltar a atingir o caminho do crescimento. “Temos que colocar nosso conhecimento à disposição de todos, para voltar a colocar em funcionamento a máquina do desenvolvimento. O País precisa de comandos úteis para voltar a se desenvolver, colocando engenheiros no plano decisório”, declarou Silva, lembrando que atualmente muitas das decisões de obras estão concentradas nas mãos de juristas, o que pode acarretar em ausência de detalhamento de projetos e contribui para a ocorrência de erros.  

O presidente do Crea-CE, Victor Frota Pinto, apontou que a 72ª Soea está acontecendo em um momento trágico para o Brasil. “Principalmente para nosso Estado, que passa pela quarta seca seguida e está sendo castigado severamente por essa situação”. O anfitrião do evento ressaltou, ainda, que esta é a quarta vez que a Semana é realizada no Ceará.

Durante a solenidade, houve a assinatura do Sistema Confea/Crea e Mútua.

Também integra o calendário do evento o Congresso Técnico  Científico da Engenharia e da Agronomia 2015 (Contecc) – com cerca de 550 trabalhos expostos, selecionados entre os mais de 800 inscritos – que vai até sexta-feira (18), com uma programação que tem como tema central “Sustentabilidade: água, energia e inovação tecnológica”.


Imprensa SEESP
Com informações da organização do evento







Um país que assume a condução do próprio futuro o faz a partir de um projeto de desenvolvimento nacional, o que exige fortalecimento da engenharia. Diante das investigações, é necessário preservar as empresas por sua função econômica e social.


Foto: Paulo Negreiro
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Alçar o Brasil à condição de país desenvolvido é um objetivo que requer uma estratégia de crescimento sustentado e distribuído em todo o território, fazendo frente às graves desigualdades aqui presentes. Há enormes déficits no campo e nas cidades em termos de infraestrutura econômica e social, mazela cuja superação abre a oportunidade para o investimento e o crescimento econômico.

O desenvolvimento social exige o crescimento sustentado pelo investimento público e privado que incrementa a produtividade, amplia a capacidade produtiva e os empregos, permite crescimento dos salários e promove transformações distributivas necessárias para superar as desigualdades.

Um país que assume a condução do próprio futuro o faz a partir de um projeto de desenvolvimento nacional. Isso requer, entre outros importantes elementos, o fortalecimento da engenharia como capacidade cognitiva capaz de transformar sonhos e ideias em projetos, que se materializam em obras, máquinas e processos de trabalho. Sem engenharia não há projeto de desenvolvimento!

O Brasil desenvolveu uma grande capacidade de engenharia em várias áreas: civil, mecânica, elétrica, eletrônica, aeronáutica, química, entre tantas outras. Foram estruturadas empresas com grande capacidade de elaboração e implantação de projetos em vários campos da engenharia, inclusive no setor da construção.

Na última década, foram recuperados os investimentos em infraestrutura econômica e social que se espalhou em milhares de obras distribuídas em todo o território nacional, grande parte mobilizada pelo PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e pelos investimentos do Pré-sal. Atualmente, o setor da construção representa em torno de 8% do PIB e mais de 40% dos investimentos, mobilizados por mais de 240 mil empresas, das quais 35 mil no setor da construção pesada, gerando mais de 2,5 milhões de empregos diretos.

Este setor é responsável por boa parte das ferrovias, estradas, usinas, torres, casas, escolas, dos portos, aeroportos, prédios, postos de saúde, entre tantas outras construções que, nos últimos anos, surgiram nas cidades e no campo.

A solução estrutural para os graves e antigos problemas agora revelados exige a sabedoria de separar a responsabilidade das pessoas e a preservação da competência e capacidade instalada nas organizações e empresas. É preciso viabilizar nova governança pública e privada para a elaboração de projetos e a execução das obras e compras públicas.

Essa governança exige transparência e lisura nos processos de contratação, bem como políticas bem elaboradas de fortalecimento das empresas nacionais, da capacidade interna de produção de máquinas e equipamentos, de domínio do conhecimento científico transformado em tecnologia e aplicado no chão da empresa como inovação.

Deve-se ter firmeza na punição dos responsáveis pelos crimes investigados. É preciso, entretanto, usar a força das lideranças e das instituições para defender e fortalecer o patrimônio nacional incorporado na capacidade de milhões de brasileiros e brasileiras que trabalham em centenas de diferentes ocupações no campo da engenharia.

É necessário criar mecanismos institucionais e administrativos, transparentes, que permitam à sociedade e ao Estado, preservar as empresas pela função econômica e social que elas possuem, promovendo transições acionárias e inovação da governança.

Um projeto de desenvolvimento nacional é uma obra em permanente construção! Diante dos desastres, a hora é de reconstrução.

Clemente Ganz Lúcio

Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

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Clemente Ganz Lúcio

Sociólogo, diretor técnico do DIEESE, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social

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Artigo de Clemente Ganz Lúcio, sociólogo, diretor técnico do Dieese, membro do CDES – Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social


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