GRCS

Jéssica Silva
Comunicação SEESP*

Nesta quarta-feira, 31 de janeiro, celebra-se o Dia do Engenheiro e da Engenheira Ambiental. São 23.066 profissionais em todo o País que têm como responsabilidade gerir e minimizar os problemas do meio ambiente na sociedade. Essa modalidade da engenharia é relativamente nova, está presente no mercado de trabalho brasileiro por volta de 30 anos. Para Renato Mendes Bereta, associado ao SEESP, ser engenheiro ambiental é antes de tudo “ser um entusiasta da sustentabilidade”.

Bereta se formou em 2012, pelo Centro Universitário Fundação Santo André, e há quatro anos atua como consultor no ramo de licenciamento ambiental pela Tema Comércio e Assistência em Meio Ambiente, empresa com sede em São Caetano do Sul e atendimento no Grande ABC (SP), nos estados de Minas Gerais, Mato Grosso, Rio de Janeiro e região sul do Brasil.

O engenheiro comemora a data reforçando a importância da profissão: “A conscientização de que devemos cuidar do nosso planeta e a busca por energias renováveis e mais limpas é essencial para a manutenção das boas condições da vida humana.” Confira entrevista:


Renato Bereta cortePor que você optou pela Engenharia ambiental?

Fiquei interessado pela área por ter, desde sempre, afinidade com as questões ligadas ao meio ambiente. Também pesquisei muito, antes de entrar na faculdade, quais eram as profissões mais promissoras para os próximos 10 anos, e ela era uma delas. Quando vi a matriz curricular, me identifiquei com o plano de estudo e ingressei na faculdade.

Qual é a importância da modalidade à sociedade?

Ela nos possibilita atuar em diversos setores. Um dos mais importantes, na minha visão, é o da mitigação dos impactos ambientais que estão associados aos processos de fabricação de indústrias. Nessa área, o engenheiro ambiental propõe modos de produção mais limpos e cada vez mais sustentáveis para a natureza, a economia e a imagem da empresa. A conscientização de que devemos cuidar do
nosso planeta e a busca por energias renováveis e mais limpas são essenciais para prover e para a manutenção das boas condições de vida humana na Terra.

Para você, o que é ser um engenheiro ambiental?

É saber que precisa existir um equilíbrio entre a sociedade capitalista, com seus modos de produção e consumo, e a preservação do meio ambiente e da qualidade de vida dos seres humanos. É, também, propor novas tecnologias e métodos de consumo para a manutenção do meio ambiente natural, e o mais preservado possível. É, antes de tudo, ser um entusiasta da sustentabilidade, da vida e da natureza.

 

 

 

*Com informações do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea)

 

 

 

 

Comunicação SEESP*

A construtora MRV Engenharia, presente no mercado imobiliário desde 1972 e parceira do projeto Minha Casa, Minha Vida, está com inscrições abertas para o programa de trainee, para atuar na área comercial, desenvolvimento, tecnologia da informação, produção e operações.

Engenheiros com disponibilidade para viajar formados entre dezembro de 2012 e dezembro de 2017 podem se candidatar ao programa, que tem duração de um ano, com direito a benefícios de vale transporte, assistência médica entre outros. 

Mais informações e inscrições em: http://ow.ly/mbij30hYnjX 

 

 

 

*Com informações de 99jobs.com

 

 

 

 

Do Jornal da USP*

Com a participação dos ex-alunos da turma de 1980 da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), a Fundação Vanzolini lançou, no início de dezembro, a PoliStart, uma aceleradora de startups que busca conectar ainda mais os alunos de engenharia com o mercado externo, e vice-versa, num intercâmbio de ideias, inovações e compartilhamento de conhecimentos. “A aceleradora já está aberta para dialogar com qualquer aluno ou grupo de alunos que tenha alguma ideia empreendedora, independentemente do estágio em que esteja. Neste momento, não temos restrição”, afirma Roberto Marx, professor do Departamento de Engenharia de Produção e diretor de Operações da fundação.

O foco da PoliStart é a comunidade politécnica, mas está aberta também a estudantes de outras áreas da universidade, desde que estejam associados a alunos da Poli no projeto. Segundo Marx, não é necessário ter um professor orientador para procurar pela aceleradora, mas é natural que os docentes que orientem trabalhos de conclusão de curso ou dissertações de mestrado e teses de doutorado tenham algum envolvimento.

Gestão diferenciada
O grupo que concebeu a ideia estudou o assunto por cerca de um ano, buscando encontrar o modelo ideal. De acordo com Marx, a PoliStart terá normas mais flexíveis. “As aceleradoras têm normas muito rígidas, como estabelecer um prazo para que a startup tenha resultado, do contrário ela sai do processo de aceleração”, exemplifica. “Em geral, as aceleradoras pedem que o empreendedor já tenha empresa constituída, mas um dos focos diferenciadores da PoliStart é trabalhar com essas ideias que estariam no estágio da pré-aceleração, então não temos essa exigência”, esclarece.

A equipe da PoliStart vai, basicamente, identificar bons projetos e ajudar os potenciais empresários a configurarem essas ideias como negócios. “Vamos acelerar o processo de transformar ideias emergentes, mais ou menos embrionárias, em negócios concretos. Podemos dar vários tipos de apoio ao longo desse processo”, conta.

A equipe já prepara a Poli Angel, um braço da aceleradora que será formado por um grupo de pessoas que podem se tornar investidores em algumas startups e que também poderão atuar como mentores. Professores da Engenharia de Produção da Poli e de outros departamentos também poderão participar dessa iniciativa.

Hoje, a aceleradora tem um time de governança formado por oito pessoas – quatro ex-alunos da turma de 1980 da Engenharia de Produção da Poli e quatro diretores ou conselheiros da Fundação Vanzolini. Serão integrados à equipe um grupo de mentores com conhecimento e especialização em diversas áreas.

Segundo Marx, com o passar do tempo a PoliStart irá promover concursos, premiações e chamadas com alguns focos específicos. “Agora, a proposta é identificar boas ideias emergentes, independentemente do estágio de desenvolvimento, verificar o potencial negócio e avaliar como podermos ajudar”, finaliza.

Os interessados devem procurar pelo conselho da PoliStart. Os contatos estão no site oficial da aceleradora: http://polistart.com.br/.

*Adaptado da Assessoria de Imprensa da Poli

 

Comunicação SEESP*

“Precisamos de engenheiros trabalhando em questões referentes ao desenvolvimento sustentável, pois são problemas sistêmicos que precisam de um novo desenho para serem superados”, disse o economista norte-americano Jeffrey Sachs, em palestra realizada no dia 17 de novembro, no auditório da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp). A posição foi reforçada em entrevista especial ao jornal Folha de S.Paulo, publicada nesta terça-feira (21/11), em que ele diz que “o futuro do mundo depende dos engenheiros”.

Para o professor, no caminho do desenvolvimento sustentável, o mundo também precisa de cinco grandes transformações e é só com o auxílio de universidades e de centros de pesquisa que elas poderão se tornar realidade. São elas, conforme Sachs: a descarbonização da energia; o uso sustentável do solo; o desenvolvimento de cidades sustentáveis; a instituição de serviços públicos de qualidade (saúde e educação); e a criação de institutos de pesquisa que auxiliem nessa transformação geral da sociedade. Ele vaticina: “Sem a ciência, não saberíamos o que está acontecendo conosco. Mas é preciso fazer uma distinção entre ciência básica e ciência aplicada. Por isso, precisamos de engenheiros. São eles que desenvolvem coisas, sejam tecnologias, ferramentas, softwares, hardwares, ideias ou máquinas. Parte do que precisamos agora são engenheiros que possam desenhar um novo sistema de baixo carbono, de energia, de água.”

Sachs está à frente de discussões sobre liderança em desenvolvimento sustentável há décadas, sendo considerado, inclusive, uma das forças motrizes por trás da criação dos Objetivos do Desenvolvimento do Milênio, plano que antecedeu os 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (SDGs). “Tínhamos cerca de 300 objetivos que concentramos em 17”, disse.

Para ele, dos três pilares que sustentam o desenvolvimento sustentável –econômico, social e ambiental – o ambiental é o mais difícil de ser resolvido. “Porque ele é irreversível e não temos como atingir os outros dois pilares sem ele”, disse.

Sachs, que está à frente dos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS) – uma agenda mundial adotada durante a Cúpula das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável, em setembro de 2015, composta por 17 objetivos e 169 metas a serem atingidos até 2030 –, defende que esses profissionais, além de serem contratados para desenvolver coisas que dão lucro, também o sejam para fazer coisas para o bem comum. Nessa perspectiva, ele ensina: “É por isso que precisamos olhar para o desafio do desenvolvimento sustentável não apenas como um problema de mercado, orientado pelo mercado, mas também como uma atividade orientada para o bem social e o interesse público, financiada por governos, filantropos, e impostos sobre empresas e pessoas mais ricas.”

Em entrevista recente ao Jornal do Engenheiro, do SEESP, a engenheira Karin Marins, professora do Departamento de Engenharia de Construção Civil da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), também observou que “todas as modalidades da engenharia estão, de certa forma, tocando o tema da sustentabilidade”.  Sobre os 17 ODSs da agenda da ONU, ela acredita que a engenharia, por sua ampla inserção econômica e social, permeia a resolução de importantes desafios para consecução dos referidos objetivos. “Entretanto, entendo que alguns desafios podem ter uma atuação mais decisória da engenharia, instrumentalizando ações de forma mais direta, como a educação abrangente e inclusiva, a construção de infraestruturas e cidades resilientes e inclusivas, e promoção de padrões de produção e consumo mais sustentáveis.”

>> Leia aqui a íntegra da entrevista “Futuro do mundo depende dos engenheiros, diz economista Jeffrey Sachs

A seguir vídeo da Agência Fapesp:

https://www.youtube.com/watch?v=KET9TVAxJhg

 

* Com informações da Agência Fapesp e do jornal Folha de S.Paulo
** Foto da home de Felipe Maeda/Agência Fapesp

 

Comunicação SEESP*

Confira empresas que estão com inscrições abertas a programas de estágio em 2018, direcionadas a diversas áreas incluindo engenharia:

Amazon
Fundada em 1994, é uma empresa multinacional de comércio eletrônico dos Estados Unido, atuando no Brasil desde 2012. As vagas são para atuar em São Paulo.
Inscrições até 15/11.
Site: www.ciadeestagios.com.br


Yara
Fundada em 1905, na Noruega a Yara  possui presença mundial,  com mais de 12 mil colaboradores e vendas para mais de 150 países. No Brasil, tem sede em Porto Alegre e escritório em São Paulo. O início do estágio será em fevereiro de 2018.
Inscrições até 20/12.
Site: www.ciadeestagios.com.br/yara

 

 

 

*Com informações de Companhia de Estágios PPM

 

 

 

Comunicação SEESP*

Representantes da delegacia sindical do SEESP em Marília estiveram reunidos com integrantes do Centro Universitário Eurípedes (Univem) e do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) para reafirmar o trabalho em prol da inovação. Na ocasião, foram definidas diretrizes para os projetos a serem desenvolvidos conjuntamente e em consonância com a parceria firmada entre as instituições em julho último.

Segundo o vice-presidente da delegacia, Carlos Saito, os engenheiros do sindicato conheceram o Centro de Inovação Tecnológica (CITEC), o Centro Incubador de Empresas de Marília (CIEM) e o estúdio para a realização de gravação dos cursos de ensino a distância (EAD) do Univem. Para ele, a parceria entre as faculdades “certamente é a vanguarda do desenvolvimento do Parque Tecnológico no Interior Paulista”, que está na etapa de construção, em Marília.

A reunião teve a participação também das engenheiras da delegacia sindical Rosemary Miguel e Nelma Aparecida Mattosinho Martinez , e aconteceu na quinta-feira da VI Semana de Engenharia de Produção do Univem, com o apoio do Isitec – que tem o SEESP como mantenedor.

A semana, realizada em outubro (de 23 a 27/10), propôs aos estudantes de engenharias seminários e atividades sobre a área, tendo na programação a palestra do professor-doutor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli/USP) José Roberto Cardoso, também coordenador do Conselho Tecnológico do SEESP, e do diretor do SEESP e diretor de Extensão e Serviços de Consultoria do Isitec, Antonio Octaviano.

Na avaliação da professora e coordenadora do curso de Engenharia de Produção do Univem, Vânia Herrera, o evento foi produtivo. “É uma oportunidade dos alunos fazerem contato com engenheiros já experientes, o que acrescenta muito em suas futuras carreiras”, ela conta.

 


Foto: Univem
Octaviano Univem 261017
Professor Octaviano , do Isitec, realizou palestra na Semana de Engenharia de Produção no dia 26/10.

 

 

 

Foto: Delegacia Sindical de Marília
Nelma Saito Univem261017
Engenheira Nelma Martinez e engenheiro Saito (à direita) durante o evento em que ocorreu a reunião das instituições.

 

 

 

 

 

 

*Com informações do Univem e da Delegacia Sindical do SEESP em Marília

 

 

 

Comunicação SEESP

Em 15 de dezembro próximo acontecem simultaneamente em todo o País as eleições gerais para o Sistema Confea/Crea e Mútua. Os engenheiros paulistas terão a possibilidade de exercer o direito democrático a voto direto e secreto para presidentes dos conselhos Federal e Regional de Engenharia e Agronomia (Confea/Crea-SP) e diretores geral e administrativo da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua-SP). Não haverá eleição para conselheiros federais no Estado. Os nomes dos candidatos constam do site do órgão (http://www.creasp.org.br/eleicoes2017). Os eleitos assumirão o cargo em 1º de janeiro de 2018, com mandato de três anos.


Como participar

O processo se dará em turno único. A votação terá início às 9h e seguirá até as 19h, quando o presidente da mesa receptora distribuirá senhas a todos os eleitores presentes que ainda não tiverem exercido seu direito democrático, aos quais será solicitado entregar à mesa documento de identidade, civil ou profissional.  A partir de então, somente poderão participar do processo aqueles portadores de senha. Encerrado o pleito, terá início a apuração.

Em São Paulo, diferentemente de outros estados que utilizarão urnas eletrônicas cedidas pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs), o voto será feito em cédula de papel e depositado em urnas físicas. Para que seja válido, é fundamental assinalar a opção corretamente, de modo a não haver dúvidas. Por exemplo, deve-se atentar para que a anotação não extrapole o quadrado do candidato escolhido. Além disso, é importante não rasurar a cédula, sob risco de o voto ser anulado.


Onde votar

Além das sedes, inspetorias dos Creas e escritórios de representação em todo o Estado, haverá urnas em empresas, instituições de ensino e entidades de classe com atuação no âmbito do Sistema, conforme deliberação do Plenário do conselho regional.

O profissional deve verificar onde há urnas instaladas próximas a seu trabalho ou domicílio no site do Crea-SP e cadastrar-se para votar em uma delas até 14 de novembro, acessando este link . Em caso de dificuldades, ligar para 0800-171811.

No dia da eleição, caso tenha se cadastrado devidamente e seu nome não conste na relação de aptos a participar, é possível votar em separado. Por garantia, imprima, guarde e leve o comprovante de realização do cadastro consigo na data. Conforme deliberação da Comissão Eleitoral Federal (CEF), caso não haja manifestação prévia do eleitor por local de sua preferência, a relação será elaborada considerando o endereço para correspondência constante do cadastro do Crea-SP.


Quem vota

Poderão escolher seus representantes os profissionais registrados no órgão e com suas anuidades em dia. Para saber se consta da relação dos profissionais ou mutualistas aptos a votar, o eleitor deve acessar este link .

A quitação de obrigações em atraso precisa ser feita em até 30 dias antes da data do pleito e o comprovante deve ser apresentado no ato da votação.

 

Ilustração: Maringoni
Pag 5 nov 2017



Conheça o sistema

Além do Confea – seu órgão central, com sede em Brasília –, o Sistema compreende 27 Creas. Nove coordenadorias de câmaras especializadas dos órgãos regionais, a Mútua, com 27 Caixas de Assistência, bem como os Colégios de Presidentes e de Entidades Nacionais – este último integrado por 28 organizações, representando cerca de 500 entidades de classe regionais e 200 instituições de ensino afiliadas e registradas nos órgãos estaduais – compõem ainda o Sistema.

Os conselhos são autarquias públicas que têm como função precípua a fiscalização do exercício profissional de engenheiros e demais categorias abrangidas por ele, como agrônomos, geólogos, geó­grafos, meteorologistas, tecnólogos e técnicos de nível médio de diversas modalidades. A fiscalização tem caráter coer­citivo, preventivo e educativo.

Ao regular essa atuação, a missão institucional dos órgãos, segundo consta do site do Confea, é, por meio dos serviços técnicos prestados ou obras executadas por profissionais devidamente habilitados, promover o bem-estar à sociedade, melhorias à qualidade de vida e geração de riquezas ao País.

O Crea-SP é o maior conselho de fiscalização do exercício profissional da América Latina, com agentes em 12 regiões administrativas. Conforme dados do Confea atualizados até 25 de outubro, congrega 357.849 profissionais ativos, de um universo de 1.376.541 abrangidos pelo Sistema em todo o País. Do total, 871.238 são engenheiros.

Já a Mútua foi criada pela Resolução 252, de 17 de dezembro de 1977, do Confea, em atendimento a autorização contida no artigo 4º da Lei nº 6.496 do mesmo ano. Sociedade civil sem fins lucrativos, tem como principal objetivo, segundo consta de seu site, “oferecer a seus associados planos de benefícios sociais, previdenciários e assistenciais, de acordo com sua disponibilidade financeira, respeitando o seu equilíbrio econômico-financeiro”. Todos os profissionais com registro nos Creas, bem como o quadro funcional do Sistema, podem se filiar.

 

 

 

 

Comunicação Isitec*

Os três grupos finalistas da primeira Maratona de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), realizada nos dias 16 e 17 de setembro último, deram o primeiro passo na caminhada de transformar projetos em soluções realizáveis de melhoria no transporte metropolitano sobre rodas. Promovida pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos de São Paulo (EMTU/SP) e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), a disputa selecionou proposta de tarifação inteligente, monitoramento em tempo real e sustentabilidade. Durante seis meses, os desenvolvedores ficarão incubados no E-Lab da EMTU/SP.

No dia último dia 20, os gestores da EMTU recepcionaram os jovens e apresentaram as instalações da empresa, sediada em São Bernardo do Campo. Os grupos também conheceram a Metra, concessionária que opera o Corredor ABD. A coordenadora do Núcleo de Parcerias + Inovação da EMTU, Renata Veríssimo, recepcionou os alunos e explicou que os gestores da empresa atuarão como mentores dos projetos durante o período no qual os jovens desenvolvedores ficarão incubados. “Eles terão também mentoria acadêmica científica dos professores do Isitec”, acrescentou.

Os jovens receberão declaração de estágio não remunerado, segundo Veríssimo. “Nossos alunos estão acostumados a desafios e até checaram a viabilidade dos projetos”, salienta o diretor geral do Isitec, Saulo Krichanã Rodrigues, ao valorizar a parceria entre EMTU e Isitec. A gerente de Tecnologia da Informação, Cilena Mainente, deu boas vindas aos grupos. “Daremos todo o apoio para que os projetos de vocês tenham vida longa”, ressaltou.

Os estudantes foram acompanhados por funcionários da EMTU que falaram sobre a empresa de acordo com cada trabalho proposto. O professor José Marques Póvoa, diretor de Graduação do Isitec, ressaltou a importância da relação entre ensino acadêmico e relacionamento direto com empresas. “Os estudantes precisam conhecer e testar na prática o que aprendem dentro das universidades e os laboratórios de incubação de projetos são excelentes para o aprimoramento do conhecimento”, afirmou.

Estiveram presentes na ocasião os diretores da Isitec  Saulo Krichanã e José Marques Póvoa, o professor Diogo Dutra, o assessor Heitor Kawano, representando o diretor de Gestão Operacional, Marco Assalve, membros do colegiado do Núcleo de Parcerias +Inovação,  gerentes, chefes de departamento e mentores da EMTU.


Monitoramento

Os alunos Gideão Gomes da Silva e Lucy Anne de Omena, membros do grupo Hackafé, levaram à empresa a proposta de um monitoramento em tempo real. “Nosso projeto é eliminar zonas de sombra, locais em que o GPS do ônibus não tem sinal de rede móvel e o coletivo desaparece do mapa do sistema”, esclareceu Silva.

A solução proposta integrará os dados do GPS (georreferenciado) com os do validador (instalado no ônibus) e, assim, a informação chegará à companhia sem interrupções. “Também haverá histórico geral do que ocorre com os ônibus durante o trajeto”, adicionou Omena.


Bilhetagem

Sandor Fleury, Felipe Carvalho, Ellen Fleury e Guilherme Fernandes são os alunos que compõem o grupo SFEG, que propõe a inclusão de um segundo validador no ônibus para informatizar a cobrança de tarifa proporcional ao trecho percorrido das linhas seccionadas, que são as de longa distância (acima de 30 quilômetros). “Vamos criar um software para pagamento da tarifa pelo cartão BOM, de acordo com o trecho percorrido”, disse Sandor Fleury.

Ellen relata que contataram a empresa fabricante do validador, pois os ônibus terão que dispor de dois equipamentos; no validador da entrada, o passageiro informa o destino e paga pelo trecho; no da saída, confirma o valor cobrado. “Se a pessoa não validar, a cobrança será pelo valor integral do percurso. Isso é para evitar fraude”, destacou Carvalho.


Meio ambiente

Atentos à necessidade de reduzir a emissão de poluentes na atmosfera, os alunos do grupo CQV, Giovanni Bevilacqua, Vivian Baena, André Arahawa e Pedro Luiz Silveira propõem instalar sensor de poluentes acoplado aos coletivos e nas entradas das garagens. “O sensor captará emissão em tempo real e terá leituras mais dinâmicas. Se o veículo estiver poluindo além do permitido, será possível perceber rapidamente e evitar multa”, explicou Bevilacqua. E acrescentou: “também será possível identificar problemas nas velas, bombas injetoras e outros problemas mecânicos”.

 

Fotos: Comunicação Interna da EMTU
Isitec na EMTU 1
Estudantes conhecem departamentos e núcleo de inovação da EMTU.

 

 

 

 

 

*Com informações da Comunicação Interna da EMTU e Diário Oficial Poder Executivo – Seção II – 23/10/2017

 

 

 

 

Comunicação SEESP*

O Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP marcou presença na Semana da Engenharia da Universidade de Araraquara (Uniara), no último dia 6. O evento, organizado pelo Diretório Acadêmico a convite da presidente Mariana Esteves, teve como tema “O papel da engenharia no desenvolvimento nacional”.

Na ocasião, a coordenadora do núcleo, Marcellie Dessimoni, falou sobre obrigações e direitos dos engenheiros no mercado de trabalho. Ela apontou ainda as consequências aos profissionais liberais da reforma trabalhista (Lei 13.467/2017), que entra em vigor no dia 11 de novembro.

Dessimoni também salientou a responsabilidade da categoria na retomada do crescimento do País. “A engenharia é a mola propulsora do desenvolvimento nacional, e a juventude é o presente e futuro do Brasil; juntas, transformam e melhoram a vida das pessoas”, afirmou.

A coordenadora do núcleo convidou os estudantes a montarem um movimento jovem junto à Delegacia Sindical do SEESP em Araraquara, representada no evento pelo diretor Rogério do Prado Lima, que colocou a entidade à disposição dos acadêmicos.

“É preciso que a juventude esteja firme para enfrentar os desafios da profissão, unindo forças para levantar o País e criar oportunidades a todos os recém-formados”, finalizou Dessimoni.

 

Foto: Núcleo Jovem Engenheiro
NuclJovemEng 061017
Rogério do Prado Lima (à esq.), diretor do SEESP em Araraquara, Jéssica Trindade do Núcleo Jovem, Mariana Esteves, presidente do Diretório Acadêmico e Marcellie Dessimoni.

 

 

 

*Com informações do Núcleo Jovem Engenheiro

 

 

 

 

Comunicação SEESP

Visando cada vez mais a qualificação do profissional da engenharia, a delegacia sindical do SEESP em Taubaté promove, na próxima quinta-feira (19/10), às 19h, o seminário sobre válvula gaveta disco rotativo e válvulas tipo macho excêntrica e suas aplicações.

A palestra fica a cargo de Andres Ricardo Gonzales Palacio, gerente de projetos para a América Latina. Para participar é necessário se inscrever pelos telefones (12) 3633-5411 / (12) 3633-7371, ou por e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

A atividade é gratuita e acontece na sede da delegacia em Taubaté, na Rua Venezuela, 271, Jardim das Nações.

 


Imagem: divulgação
850 válvulas Taubaté

 

 

 

 

 

Comunicação SEESP*

A primeira Maratona da Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia, o Isitec, fez com que 31 alunos de diversas universidades virassem o final de semana em prol da engenharia. Foram dois dias (16 e 17 de setembro) de imersão total no desenvolvimento de projetos de hardware e software, baseados em tecnologia e focados em inovação.  

Marcaram presença estudantes da Universidade de São Paulo (USP), Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU), Centro Universitário Capital (Unicapital), Escola Superior de Engenharia e Gestão (Eseg) e do próprio Isitec, além de 16 professores mentores que acompanharam as atividades, das instituições USP, a Instituição de Ensino Superior e de Pesquisa Insper, Isitec e da Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) e Elektro Distribuidora de Energia.

No total, foram oito projetos desenvolvidos pelos participantes. Todos passaram por uma avaliação do corpo docente e cinco estão na semifinal. Entre esses, três trabalhos abordam mobilidade como tema principal e os outros dois focam em energia. Os dois melhores projetos serão premiados.


Foto: Beatriz Arruda
Maratona Isitec site
Estudantes no auditório do Isitec participaram de palestras e workshops para a elaboração dos projetos.

 

Seminário de Inovação

A divulgação e premiação dos projetos campeões da Maratona de Inovação acontecem na próxima sexta-feira, 22, a partir das 9h, no Isitec – instituição mantida pelo SEESP. Na ocasião, será realizada a quarta edição do Seminário de Inovação, com o tema “Inovação na Educação: frutos e sementes”. Confira a programação:


Cartaz 4º Seminário de Inovação ISITEC email marketing

 

 

 

*Com informações do Isitec

 

 

 

Informações do IBDic*

Na próxima semana (4 e 5 de setembro) profissionais e especialistas do setor de infraestrutura se reúnem no V Congresso Internacional do Instituto Brasileiro de Direito da Construção (IBDic), na capital paulista. O evento acontece no auditório do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), das 9h às 18h (segunda-feira) e das 9h às 15h45 (terça-feira).

A atividade aberta ao público divide em dez painéis debates sobre cenário político e econômico e efeitos no mercado, futuro do setor na América Latina, o papel do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) em projetos e arbitragem de infraestrutura no Brasil e na Europa.

Confira programação: http://ibdic.org.br/congresso

Inscrições: http://ibdic.org.br/congresso/inscricoes/

 

 

Comunicação SEESP
Informações do Instituto Brasileiro de Direito da Construção (IBDic)

 

 

 

 

Jéssica Silva

Mais de 600 estudantes de engenharia de diversas universidades se encontraram em meio à chuva e lama na competição Baja SAE Brasil – Etapa Sudeste, organizada pela Sociedade de Engenheiros da Mobilidade (SAE Brasil) e realizada na Escola de Engenharia de Piracicaba da Fundação Municipal de Ensino da cidade (EEP/Fumep). A equipe Baja UFMG – da Universidade Federal de Minas Gerais – venceu pelo segundo ano consecutivo. 

 Foram 29 carros produzidos pelos alunos, colocados à prova em três dias de evento (entre 18 e 20 de agosto). A avaliação dos projetos universitários e do desempenho dos veículos coube a profissionais da indústria automotiva e da engenharia. A competição, já tradicional, é encerrada com o enduro de resistência, corrida de três horas em uma pista com obstáculos. Antonio Carlos Silveira Coelho, coordenador do curso de Engenharia Civil da EEP, foi o responsável pela construção, segundo suas próprias palavras, das “maldades” da pista. “Temos que montá-la de modo que mantenha baixa velocidade, porque a ideia é testar impactos de suspensão, tração e desempenho em curvas fechadas”, esclareceu. O docente contou que a pista dessa etapa estava com um alto grau de dificuldade devido ao volume de chuvas na região. “Mas o objetivo é justamente esse, quebrar os carros”, brincou.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP

 O Baja segue um padrão com um motor de 10 HP (horse power), numa estrutura tubular de aço para uso off-road (fora de estrada), pesando em torno de 110kg, com aproximadamente 1,90m de altura. “A elaboração do carro é trabalho exclusivo dos alunos, eles que projetam e tomam decisões. Os professores dão apoio somente se solicitado”, conta Hamilton Fernando Torrezan, coordenador do curso de Engenharia Mecânica da EEP e professor orientador da equipe EEP Baja, que compete pela escola. Todas as equipes trabalham com os mesmos moldes, aprimorando itens estrategicamente escolhidos. “A nossa tem buscado desenvolver um carro mais competitivo, com bom desempenho na velocidade e na tração. Então eles têm pesquisado componentes mais tecnológicos para conquistar melhor colocação”, conta Torrezan.

 Maria Fernanda Andrade, aluna do terceiro ano de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e coordenadora de trem de força (Power train) da equipe Unicamp Baja SAE, ainda explica que o veículo possui “uma transmissão contínua (CVT), uma caixa de redução fixa e um sistema que transmite toques às rodas”. As equipes são compostas em média por 40 alunos divididos em áreas de desenvolvimento do projeto. Na competição, segundo ela, apenas 20 podem se inscrever para ficar no box e “mexer no carro”. 

Oportunidade na pista
O setor automotivo representa cerca de 23% do Produto Interno Bruto (PIB) industrial brasileiro, conforme dados de 2014 do Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (Mdic), e movimenta cerca de 1,5 milhão de empregos direta e indiretamente. Na visão do gerente de operações da SAE Brasil, Ronaldo Bianchini, a competição trabalha o primeiro contato do estudante com o segmento. “O mais importante é levar o aluno o mais próximo da engenharia experimental de uma montadora, que é o que eles fazem aqui”, afirma.

 Para Marcel Izzi, diretor-geral da competição Baja SAE Brasil – Etapa Sudeste 2017, o torneio desenvolve o estudante e o prepara para o mercado de trabalho. “Além da troca de conhecimento, eles fazem um network muito importante, que pode ser determinante na carreira deles. Muitos ex-bajeiros contratam outros ex-bajeiros”, assegura. O objetivo do evento, aponta, é principalmente “propor melhor formação universitária na oportunidade de se colocar em prática os conhecimentos adquiridos em aula”. E continuou: “Incentivamos que os alunos nos apresentem soluções diferentes das propostas nas regras e nos provem que as inovações em seus projetos são seguras e aplicáveis.”

 O empenho dos estudantes, conforme salientou o diretor da Delegacia Sindical do SEESP em Piracicaba, Aristides Galvão, é “relevante à engenharia nacional”. “Essa experiência vale muito para o desenvolvimento de tecnologias, inovação e para se colocar em prática todo o conhecimento”, enfatiza.

 Cristina Perim Drago, aluna do oitavo semestre de Engenharia Mecânica na Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes), bajeira desde 2014 e gerente de planejamento da equipe Vitória Baja – quarta colocada em 2017 –, vê a participação no programa como exposição à categoria e uma experiência de vida. “Desde o início como calouros e até hoje, a gente enfrenta várias dificuldades na construção dos carros. Mas é para isso que a engenharia existe, para resolver os problemas e tentar, da melhor forma possível, ter bons resultados”, conclui.

 

 

 

Engenharia e tecnologia de ponta estão na pauta da entrevista do Jornal do Engenheiro na TV desta semana. O coordenador do curso de Engenharia Elétrica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP), Alexandre Barbosa de Lima, falou sobre o que há de mais moderno no campo da tecnologia.

Ele abordou em sua fala o chamado sistema ciberfísico, que, segundo explicou, é a convergência de ramificações da engenharia como computação, automação e controle, mecânica e telecomunicações. “A gente entrou na área da cibernética”, disse Barbosa, considerando os avanços da computação. Sistemas embarcados, internet das coisas, internet pública e acessibilidade também estiveram em pauta.

A reportagem da semana mostra a situação dos semáforos na cidade de São Paulo. Segundo dados da Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), somente neste ano já foram registradas mais de 5 mil falhas do sistema de trânsito, essencial para o convívio sadio de carros e pedestres. Para Eduardo Mario Dias , professor titular da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), boa parte dos problemas seria resolvida se houvesse uma atualização na tecnologia semafórica.

Confira esse debate no JE na TV e também a fala do presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, na seção No Ponto:


https://www.youtube.com/watch?v=lbmeLhdM6_k

 

Acesse as demais edições do programa semanal produzido pela Comunicação do SEESP no canal do sindicato no Youtube.

 

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

A Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL) Energia, abriu as inscrições para seu Programa de Estágio 2018 em busca de estudantes de ciências humanas e exatas, em São Paulo e no Rio Grande do Sul. Os interessados devem estar matriculados no penúltimo ou no último ano de graduação ou formação técnica, e podem se inscrever até o próximo dia 1º de setembro, no site: www.cpfl.com.br/estagio2018.

Os selecionados poderão atuar nas cidades paulistas de Bauru, Campinas, Indaiatuba, Jaguariúna, Jundiaí, Mococa, Piraju, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Pardo e Sorocaba, e nos municípios gaúchos de Caxias do Sul e Passo Fundo. O grupo oferece vagas na área corporativa e nos negócios de geração, distribuição, comercialização e serviços.

O contrato para os candidatos aprovados será de um ano, prorrogável por mais um ano, e a jornada de trabalho varia de 18 a 30 horas semanais, dependendo das necessidades de cada área e de acordo com a legislação brasileira. Como remuneração, a CPFL Energia oferece bolsa-auxílio competitiva com o mercado onde atua e diversos benefícios, como vale-refeição, vale-transporte, academia de ginástica, biblioteca e espaço para estudos, entre outros.


Seleção de candidatos

O processo seletivo será composto por uma prova online, que testa conhecimentos gerais e da língua inglesa, e por entrevistas individuais com os gestores da CPFL Energia. Candidatos para vagas na área de tecnologia da informação também participarão de uma dinâmica de grupo.

O resultado final do Programa de Estágios 2018 da CPFL Energia será anunciado ainda em novembro deste ano, e os estudantes serão informados sobre o andamento do processo seletivo por e-mail. Os aprovados também poderão receber uma ligação da área de recursos humanos para agilizar a etapa de admissão.


Pré-requisitos

Para participar do processo seletivo do Programa de Estágio 2018 da CPFL Energia, o estudante universitário ou técnico deve:

·         Estar matriculado em um dos cursos listados abaixo;

·         estar no penúltimo ou último ano da graduação ou do curso;

·         ter disponibilidade para jornada de trabalho de 18, 20, 24 ou 30 horas semanais.

 

 

Cursos de Ensino Superior Cursos de Ensino Técnico
Administração Eletrônica
Análise de Sistemas Eletrotécnica
Arquitetura Mecatrônica
Biblioteconomia Segurança do Trabalho
Ciência da Computação  
Comércio Exterior  
Contábeis  
Direito  
Economia  
Educação Física  
Engenharias (Ambiental, Civil, Mecatrônica, Elétrica, Produção, Computação)  
Estatística  
Marketing  
Publicidade e Propaganda  

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações de CPFL Energia

 

 

 

 

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