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As grandes obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 serão tema da palestra do presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso Pinheiro, nesta quarta-feira (21/08), no VIII Congresso Brasileiro de Regulação em Fortaleza. Em pauta, os preparativos para os mundiais, seus desafios e o avanço na infraestrutura das cidades-sede.

Em março de 2012, a FNE e o Ministério do Esporte assinaram um Termo de Cooperação Técnica, que oficializa a interação entre a entidade e o Governo Federal para o acompanhamento das obras de engenharia da Copa de 2014 no Brasil.
 

Fotos: Glauber Queiroz/Portal da Copa
Copavistoria19AGO2013 
No dia 19 de agosto, FNE integra comitiva que vistoriou construção da arena do
Corinthians, na zona leste de São Paulo


A partir dessa parceria, a federação tem proposto uma agenda positiva que tem três pontos-chave. O primeiro é indicação da necessidade de se buscar informações precisas sobre cada uma das ações, públicas ou privadas, que devem ser executadas até junho de 2014. “Urge a construção de um quadro realista sobre as condições presentes e futuras das múltiplas realizações envolvidas na preparação do País para a Copa”, destaca Pinheiro. O segundo ponto é a ênfase na busca de soluções, sem abrir mão da identificação de gargalos ou de questionamento de opções ou decisões. Por fim, a FNE defende maior foco no legado que a Copa pode e deve deixar para o País, particularmente nas suas 12 cidades-sede, entendendo-a como uma oportunidade ao desenvolvimento.

Para saber mais sobre o evento clique aqui.

 

Imprensa – SEESP





Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros falará sobre o preparativo para os eventos esportivos, durante o VIII Congresso Brasileiro de Regulação, no dia 21 de agosto


As grandes obras para a Copa de 2014 e as Olimpíadas de 2016 serão tema da palestra do presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso Pinheiro, nesta quarta-feira (21/08), no VIII Congresso Brasileiro de Regulação em Fortaleza. Em pauta, os preparativos para os mundiais, seus desafios e o avanço na infraestrutura das cidades-sede.

Em março de 2012, a FNE e o Ministério do Esporte assinaram um Termo de Cooperação Técnica, que oficializa a interação entre a entidade e o Governo Federal para o acompanhamento das obras de engenharia da Copa de 2014 no Brasil.

A partir dessa parceria, a federação tem proposto uma agenda positiva que tem três pontos-chave. O primeiro é indicação da necessidade de se buscar informações precisas sobre cada uma das ações, públicas ou privadas, que devem ser executadas até junho de 2014. “Urge a construção de um quadro realista sobre as condições presentes e futuras das múltiplas realizações envolvidas na preparação do País para a Copa”, destaca Pinheiro. O segundo ponto é a ênfase na busca de soluções, sem abrir mão da identificação de gargalos ou de questionamento de opções ou decisões. Por fim, a FNE defende maior foco no legado que a Copa pode e deve deixar para o País, particularmente nas suas 12 cidades-sede, entendendo-a como uma oportunidade ao desenvolvimento.

Sobre a FNE
Fundada em 25 de fevereiro de 1964, a FNE tem sede em Brasília e, hoje, é composta por 18 sindicatos estaduais, aos quais estão ligados cerca de 500 mil profissionais. A entidade foi constituída com o objetivo de representar nacionalmente a categoria, atuando na coordenação, na defesa e na representação dos profissionais, por intermédio de seus sindicatos.

Atua intensamente na congregação de seus representados e luta pelos direitos dos profissionais, por melhores condições de vida e trabalho e pelo fortalecimento da democracia e suas instituições.

Serviço
VIII Congresso Brasileiro de Regulação
Palestra: Grandes Obras Esportivas: Copa de 2014 e Olimpíadas de 2016
Horário: 10h30
Local: Centro de Eventos do Ceará - Av. Washington Soares, nº 999, Bairro Edson Queiroz Fortaleza- CE

Informações para a imprensa
Departamento de Imprensa do SEESP
Rita Casaro
(11) 3113-2651
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O Amapá é um estado que oferece grandes perspectivas de crescimento e desenvolvimento sustentável. Com foco neste tema, nesta sexta-feira (16), o Sindicato dos Engenheiros do Amapá (SENGE/AP) e a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) colocam em discussão o potencial de geração de riqueza, emprego e renda do estado, cuja vocação agrícola e mineral precisa ser aproveitada em prol de sua economia e do bem-estar da população.

No âmbito do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, durante o evento também serão debatidos aspectos da vida sindical dos engenheiros com a participação de Jonas da Costa Matos, assessor jurídico da FNE.

O seminário também contará com palestras de Jorge Amanajás, engenheiro e ex-deputado estadual (AP), e Antônio da Justa Feijão, superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), focalizando os dois importantes setores econômicos do estado.   

Programação

Sexta-feira: 16 de agosto
9h Abertura
10h O potencial agrícola do Amapá
Jorge Amanajás, engenheiro e ex-deputado estadual (AP)
11h Debates
12h Intervalo para almoço
15h Contribuição sindical - Jonas da Costa Matos, assessor jurídico da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE)
16h Um novo marco na mineração do Amapá - Antônio da Justa Feijão, superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM)
17h Debate
18h Coquetel

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Departamento de Imprensa do SEESP
Rita Casaro
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O JORNALÃO se esbaldou com a notícia plantada de que o “núcleo duro” do governo estaria empenhado em trazer engenheiros de outros países para trabalhar em prefeituras no interior do Brasil.

Talvez animado pela crescente aprovação popular à vinda de médicos de fora, um “genial” burocrata decidiu receitar o mesmo remédio, esquecendo-se de que o melhor caminho para o erro é enfrentar problemas diferentes do mesmo modo. Ninguém penteia os cabelos com martelo.

O endurecido nucleado, com sua ideia de jerico, esqueceu-se de que a falta individual de médicos nos rincões não se parece em nada com a falta de engenheiros; os jovens profissionais da engenharia não se recusam a trabalhar longe, nas grandes obras, nos “trechos” em construção, nas minas, nos acampamentos ou na roça. Em pequenas prefeituras como pode se alojar um engenheiro, ganhando quanto, com que carreira e para quê?

A Federação Nacional dos Engenheiros, que representa a maioria dos profissionais, tem desenvolvido desde sete anos o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento e nele tem defendido o aumento do número de formados em engenharia para suprir as necessidades do desenvolvimento econômico; ao que eu saiba é a única entidade de profissionais de formação universitária que defende sistematicamente o crescimento de sua categoria, contrariando o padrão corporativo.
 

Foto: Beatriz Arruda/SEESP
joao-guilhermedentroVargas Netto: "O endurecido nucleado, com sua ideia de jerico, esqueceu-se de que a
falta individual de médicos nos rincões não se parece em nada com a falta de engenheiros." 


Um dos filiados à FNE, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo tem desenvolvido inúmeros projetos de engenharia de interesse social, como o programa de habitação popular PROMORE, de Bauru e outras cidades e criou o ISITEC, escola de engenharia, que já oferece cursos de qualificação para as prefeituras se adaptarem às novas regras da iluminação pública. Outro, o Sindicato dos Engenheiros do Acre é o parceiro do governo do Estado e de prefeituras em inúmeros projetos sociais relevantes.

A FNE tem, portanto, autoridade no assunto e experiência capaz de contribuir com os poderes municipais, estaduais e com a própria presidência da República no equacionamento e solução dos problemas enfrentados pelo desenvolvimento, como vem fazendo, por meio de convênio, com o ministério dos Esportes no acompanhamento das obras da Copa do Mundo de 2014.


* João Guilherme Vargas Netto é analista político e consultor sindical




 

A FEDERAÇÃO Nacional dos Engenheiros (FNE) manifesta sua posição contrária à proposta aventada pelo Governo Federal de importar engenheiros estrangeiros para trabalhar no Brasil. “A medida, como solução à falta de quadros técnicos nas prefeituras brasileiras, constitui um equívoco e não se justifica”, afirma o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro. Segundo ele, é preciso aproveitar a mão de obra qualificada disponível no País, sendo necessário que os municípios realizem concursos públicos oferecendo remuneração justa para contratar os profissionais necessários. Essa, lembra o sindicalista, deve ter como referência o piso da categoria definido pela Lei 4.950-A/66, que equivale a nove salários mínimos, ou seja, atualmente, R$ 6.102,00 para jornada de oito horas diárias.  “A importação de mão de obra se limitaria a resolver o problema de forma paliativa e não nos deixaria nenhum legado. A nossa proposta é bem diferente e diz respeito à mudança de paradigmas, colocando a questão tecnológica como prioridade”, completa Pinheiro.
 

Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Murilo 2dentroMurilo Pinheiro: "A medida, como solução à falta de quadros técnicos nas prefeituras,
constitui um equívoco."


O presidente da FNE ressalta ainda que desde 2006 a FNE vem alertando para a necessidade de se garantir a oferta adequada de mão de obra qualificada, apta a operar um novo sistema de desenvolvimento. Com a retomada do crescimento registrada em 2007, as empresas passaram a acusar a escassez desses profissionais em setores como construção civil, que teve forte reaquecimento nos últimos anos, naval, revivido mais recentemente, e petróleo e gás, no qual as perspectivas são muito otimistas.  Longe de ser um problema a se lamentar, pondera ele, a atual demanda por engenheiros é um desafio que a sociedade brasileira deve enfrentar com otimismo e determinação. “É preciso recuperar esse prejuízo, lançando mão de todas as possibilidades: tanto requalificar os profissionais disponíveis, mas à margem do mercado, quanto garantir que mais jovens ingressem nos cursos voltados às áreas tecnológicas, assegurando a formação de qualidade”, acredita Pinheiro.

O Brasil forma cerca de 42 mil engenheiros por ano, segundo  o censo de 2011 do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep). O dado é positivo em relação a 2006 quando graduavam-se apenas 30 mil por ano, mas ainda insuficiente. “Consideramos necessário chegarem ao mercado ao menos 60 mil engenheiros por ano, diante da perspectiva de recuperação da economia, apesar do atual quadro de baixo crescimento”.

Pensando nisso, a FNE apoia a criação do Instituto Superior de Inovação Tecnológica (Isitec), uma iniciativa do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), que deve receber a primeira turma de graduação, no curso de Engenharia de Inovação, em 2014. A proposta é graduar profissionais com sólida formação básica, educados numa cultura de inovação, aptos a buscar soluções aos desafios do setor produtivo para atuar nos mais diversos segmentos da economia.

 

Imprensa – SEESP




As mudanças previstas no sistema de iluminação pública, que passam a valer em janeiro de 2014, podem impactar diretamente na conta de luz dos consumidores, alerta a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). O serviço hoje prestado em grande parte dos municípios pelas distribuidoras, sob regulação da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), passaria obrigatoriamente às mãos das prefeituras.

Com isso, as prefeituras terão a obrigação de realizar a manutenção do sistema de iluminação pública (lâmpadas, braços e reatores). O repasse dos ativos aos municípios conforme determina o artigo 218 da Resolução 414 pode encarecer o serviço e os custos serem repassados aos consumidores via CIP ou Cosip (contribuições para custeio da iluminação pública) – hoje cobradas na conta de energia elétrica.

Os municípios que contarem com profissionais mais capacitados poderão transformar e melhorar o modelo atual aplicado à iluminação pública. Por isso, a resolução da Aneel será um dos temas do curso de capacitação para gestores em iluminação pública, de 13 a 15 de agosto, no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec).

“Os gastos mensais com manutenção de iluminação pública (10% do total da conta) poderão sofrer aumento de até 527% e o gasto no total (fornecimento mais manutenção) um acréscimo de 47%”, explica o consultor da FNE, Carlos Augusto Kirchner.

A realização de um curso sobre capacitação nessa área é uma ação necessária e importante para que os gestores municipais e técnicos que atuam em empresas que oferecem serviços nesse mercado em desenvolvimento e expansão adquiram maior conhecimento sobre o tema e com isso tenham condições de tratar um serviço de forma profissional, aumentando sua qualidade e elevando seus municípios a modelo a ser seguido pelos demais.

Sem equipes próprias, estrutura adequada ou recursos, muitas prefeituras entregariam o serviço a empresas terceirizadas, que não são fiscalizadas pelo órgão. “Com isso, estariam à margem princípios como modicidade tarifária. Além disso, o cidadão teria dificuldades em saber a quem recorrer para, por exemplo, reivindicar manutenção num poste de luz em sua rua”, destaca o especialista.

Capacitação

O curso do Isitec vai abordar os principais temas de cunho técnico, gerencial e legal, relacionados a iluminação pública, além de discutir e refletir sobre as boas práticas para o segmento, o planejamento, a implementação, o gerenciamento do serviço e os principais impactos decorrentes da nova legislação Aneel.

Serviço:
Capacitação para gestores em iluminação pública
Data: 13 a 15 de agosto
Horário: 9 às 17h30
Local: ISITEC - Rua Martiniano de Carvalho, 170 – Bela Vista – SP
Inscrições: www.isitec.org.br ou pelo telefone (11)3254-6864
Vagas limitadas

Informações para a imprensa:
Departamento de Imprensa do SEESP
Rita Casaro
(11) 3113-2651
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A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) alerta a sociedade sobre os impactos da Resolução 414 da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). As mudanças previstas no sistema de iluminação pública, que passam a valer a partir de janeiro de 2014, podem impactar diretamente na conta de luz dos consumidores, adverte a entidade. O serviço hoje prestado em grande parte dos municípios pelas distribuidoras, sob regulação da própria agência, passaria obrigatoriamente às mãos das prefeituras, com a obrigação de realizarem a manutenção do sistema de iluminação pública (lâmpadas, braços e reatores). O repasse dos ativos aos municípios conforme determina o artigo 218 da Resolução 414 pode encarecer o serviço e os custos serem repassados aos consumidores via CIP ou Cosip (contribuições para custeio da iluminação pública), hoje cobradas na conta de energia elétrica.

Curso de capacitação
Os municípios que contarem com profissionais mais capacitados poderão transformar e melhorar o modelo atual aplicado à iluminação pública. Por isso, a resolução da Aneel será um dos temas do curso de capacitação para gestores em iluminação pública, de 13 a 15 de agosto, no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). "Os gastos mensais com manutenção de iluminação pública (10% do total da conta) poderão sofrer aumento de até 527% e o gasto no total (fornecimento mais manutenção) um acréscimo de 47%", explica o consultor da FNE e diretor do SEESP, Carlos Augusto Kirchner.

A realização de um curso sobre capacitação nessa área é uma ação necessária e importante para que os gestores municipais e técnicos que atuam em empresas que oferecem serviços nesse mercado em desenvolvimento e expansão adquiram maior conhecimento sobre o tema e com isso tenham condições de tratar um serviço de forma profissional, aumentando sua qualidade e elevando seus municípios a modelo a ser seguido pelos demais.

Riscos
Sem equipes próprias, estrutura adequada ou recursos, muitas prefeituras entregariam o serviço a empresas terceirizadas, que não são fiscalizadas pelo órgão. "Com isso, estariam à margem princípios como modicidade tarifária. Além disso, o cidadão teria dificuldades em saber a quem recorrer para, por exemplo, reivindicar manutenção num poste de luz em sua rua", destaca o especialista. Capacitação O curso do ISITEC vai abordar os principais temas de cunho técnico, gerencial e legal, relacionados à iluminação pública, além de discutir e refletir sobre as boas práticas para o segmento, o planejamento, a implementação, o gerenciamento do serviço e os principais impactos decorrentes da nova legislação Aneel.

Inscrições
As inscrições para o curso “Capacitação para gestores em iluminação pública” ainda estão abertas pelo site www.isitec.org.br ou pelo telefone (11) 3254-6864. A atividade será nos dias 13 a 15 de agosto, das 9h às 17h30, na sede do instituto, na Capital paulista (Rua Martiniano de Carvalho, 170 - Bela Vista).

 

Fonte: Com informações do Portal Nacional dos Corretores de Seguros




A senadora Ana Amélia (PP/RS) – que recebeu o presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, no dia 15 de julho último – deu parecer favorável, como relatora na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), ao Projeto de Lei da Câmara (PLC) nº 13/2013, do deputado José Chaves, que acrescenta parágrafo único ao art. 1º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, caracterizando como essenciais e exclusivas de Estado as atividades exercidas por engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos, ocupantes de cargo efetivo no serviço público federal, estadual e municipal. A matéria será o primeiro item da pauta da reunião da CAS na quarta-feira (07/08), que começa às 9h.
 

A parlamentar, no seu voto favorável, destacou que a iniciativa é digna de elogios “por seu intento de valorizar profissionais da maior importância para o progresso de um país”. E prossegue afirmando que sem o trabalho valoroso desses profissionais “o desenvolvimento econômico seria impensável, e as políticas públicas, todas voltadas em última instância para o bem-estar social, não poderiam ser levadas a efeito”. 
 

Amélia avalia, ainda, tendo a perspectiva de um futuro mais próspero para o país, que se torna necessário “cada vez mais contar com esses profissionais, responsáveis pela edificação de uma infraestrutura que permite o desenvolvimento em todos os sentidos, incluída a sustentabilidade e todas as políticas com vistas a levar o Brasil a se tornar um país de primeiro mundo”. 
 

Por fim, a senadora observa que enquadrar as atividades dos profissionais como carreiras típicas de Estado é uma questão de inteira justiça e que, com essa caracterização, poderão eles contar com proteções especiais a serem garantidas em lei, resultando em mais segurança e tranquilidade no exercício de suas tarefas. 
 

“Sem o trabalho preeminente dos engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos, o desenvolvimento econômico, a erradicação da pobreza e o estabelecimento de políticas públicas promotoras do bem comum seriam impossíveis. No âmbito desta Comissão, portanto, o projeto merece acolhida”, relatou no seu voto.
 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP

Em meio às discussões sobre a vinda de médicos estrangeiros para o Brasil, outra categoria de profissionais também enfrenta o mesmo dilema. A preocupação com falta de engenheiros qualificados no Brasil não é recente. Diante da perspectiva de recuperação da economia, apesar do atual quadro de baixo crescimento, a tendência é que a demanda aumente cada vez mais, principalmente no setor de construção civil. Porém, engana-se quem pensa em investir na importação de mão de obra. Isso se limitaria a resolver o problema de forma paliativa e não nos deixaria nenhum legado. A nossa proposta é bem diferente e diz respeito à mudança de paradigmas, colocando a questão tecnológica como prioridade.

Desde 2006, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) vem alertando para a necessidade de se garantir a oferta adequada de mão de obra qualificada, apta a operar um novo sistema de desenvolvimento. Com a retomada do crescimento registrada em 2007, as empresas passaram a acusar a escassez desses profissionais em setores como construção civil, que teve forte reaquecimento nos últimos anos, naval, revivido mais recentemente, e petróleo e gás, no qual as perspectivas são muito otimistas. Mais que um problema, esse cenário constitui-se em oportunidade fundamental de assegurar a colocação e a recolocação no mercado de trabalho dos engenheiros que saem das universidades.

Com a projeção internacional dos últimos anos, nosso país foi incluído entre os Bric’s (Brasil, Rússia, Índia e China), grupo criado em 2002 em referência aos quatro maiores mercados emergentes do mundo. No entanto, dados do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação colocam o Brasil abaixo da média das outras nações do grupo, quando o assunto é o número de novos engenheiros formados por ano.

Dos Bric’s, o Brasil é o que menos forma engenheiros por ano. São cerca de 42 mil, segundo dados de 2011 do Ministério da Educação. Proporcionalmente, no Brasil temos 4.524 habitantes para cada engenheiro formado no país. Enquanto na Rússia a proporção é de um engenheiro para 747 habitantes e na China um engenheiro para 2 mil pessoas.

Em relação a esses países, os números mostram que estamos muito atrasados ao se comparar a porcentagem de engenheiros formados em relação ao total de alunos que concluem cursos nas universidades.

Longe de ser um problema a se lamentar, a atual demanda por engenheiros é um desafio que a sociedade brasileira deve enfrentar com otimismo e determinação. É preciso recuperar esse prejuízo, lançando mão de todas as possibilidades: tanto requalificar os profissionais disponíveis, mas à margem do mercado, quanto garantir que mais jovens ingressem nos cursos voltados às áreas tecnológicas, assegurando a formação de qualidade.

Pensando nisso, a FNE apoia a criação do Instituto Superior de Inovação Tecnológica (Isitec), uma iniciativa do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), que deve receber a primeira turma de graduação, no curso de Engenharia de Inovação, em 2014, após o credenciamento do Ministério da Educação (MEC). A proposta é graduar profissionais com sólida formação básica, educados numa cultura de inovação, aptos a buscar soluções aos desafios do setor produtivo para atuar nos mais diversos segmentos da economia.

É preciso que o setor produtivo, governo, entidades de classe e academia empenhem esforços para garantir que os recursos humanos disponíveis no Brasil sejam aproveitados. O crescimento econômico deve cumprir o papel primordial de trazer melhores condições de vida à população, o que inclui empregar seus trabalhadores. Entre todas as soluções para sanar eventual dificuldade de preencher uma vaga, a pior e que deve ser descartada é a importação de mão de obra.

* por Murilo Celso de Campos Pinheiro é engenheiro eletricista e presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do SEESP. Artigo publicado originalmente no site Congresso em Foco




Acontece nesta quinta-feira (18/07), a partir das 8h30, o seminário “Cresce Brasil SC – Saneamento em xeque e Energia em choque”, cuja promoção é da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Santa Catarina (Senge-SC). Atividade integra esforço de diagnóstico e proposição de ações para assegurar o desenvolvimento nacional e será realizado na sede da Fiesc (Federação das Indústrias do Estado de Santa Catarina), à Rodovia Admar Gonzaga, 2765, Itacorubi, Florianópolis.

A FNE vem desenvolvendo desde 2006 o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento com uma equipe de consultores e a participação de especialistas, profissionais, acadêmicos, executivos das indústrias e empresas. O Cresce Brasil é realizado por meio de seminários em todo o País, cujo material produzido até o presente momento está disponibilizado no site www.fne.org.br.

Na área de energia haverá uma programação com abordagem da qualidade do suprimento, a visão do legislativo e a instabilidade regulativa. Na área de saneamento serão debatidos as diretrizes da Lei Federal 11.445, a qualidade de gestão, os planos de saneamento e a regulação no setor.

* Confira aqui a programação do evento que será encerrado às 18h


Fonte: Senge-SC




A resolução AP 042/2012 apresentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que versa sobre regulamentação dos serviços prestados pelas concessionárias, tem sido questionada pelas entidades de classe do Ceará. Para estas, a medida pode significar a construção de monopólio das companhias de energia elétrica. De acordo com a resolução, as distribuidoras poderiam usar equipes terceirizadas que já estivessem executando serviços nesse sentido. Assim, as equipes que realizassem atividades de atendimento o fariam em alternativa à equipe própria da concessionária.

Thereza Neumann, presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Ceará (Senge-CE) e coordenadora do Movimento de Mobilização da Engenharia Nacional, questiona a aplicabilidade da resolução. Para ela, a medida, além de beneficiar somente as concessionárias, irá limitar as ações das demais empresas do setor energético. "Não estamos fazendo uma reivindicação corporativa, mas pelos impactos negativos que ela trará para a sociedade", explicou.

Ainda segundo a coordenadora, o movimento participou de audiências propostas pela Aneel. Na ocasião, as entidades apresentaram outras alegações em detrimento à resolução. Uma delas diz respeito à má qualidade dos serviços oferecidos pelas concessionárias. Neumann destaca a fragilidade do sistema energético nacional. "As pessoas constroem prédios e não fazem instalação porque não há rede implantada", exemplifica, ressaltando também a devolução da rede elétrica nos parques de iluminação que muitas vezes prescinde de avaliação técnica.

 

Fonte: Jornal O Povo




O presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, reuniu-se em Brasília, nesta segunda-feira (15/07), com a senadora Ana Amélia (PP/RS), relatora na Comissão de Assuntos Sociais do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 013/2013. A proposição acrescenta parágrafo único ao artigo 1º da Lei nº 5.194, de 24 de dezembro de 1966, caracterizando como essenciais e exclusivas de Estado as atividades exercidas por engenheiros, arquitetos e engenheiros agrônomos ocupantes de cargo efetivo no serviço público federal, estadual e municipal.

A matéria, cuja origem é da Câmara Federal, tem como justificativa do seu autor, o deputado José Chaves (PTB-PE), que as mudanças introduzidas pela Emenda Constitucional nº 19, de 1998, conhecida como a emenda da reforma administrativa, produziram significativas consequências na administração pública brasileira e trouxeram o conceito de “atividade exclusiva de Estado”, ou ainda “carreira típica de Estado” que, devido à relevância a ela atribuída, mereceria tratamento constitucional específico.

Defende o parlamentar: “A presente proposição visa garantir aos profissionais da engenharia e da arquitetura nacional da condição de carreira típica de Estado, por ser medida justa e merecida. Em todas as atividades da economia nacional é insubstituível a presença desses profissionais. A participação deles tem mudado a feição do País, ao planejar e executar as mais importantes obras de transformação das cidades, no campo da hidroeletricidade e na própria interiorização do progresso.”

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP




Os engenheiros e vários profissionais universitários liberais, representados pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), e também a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) participaram do ato unificado pelo Dia Nacional de Lutas com greves e mobilizações, no dia 11 de julho último, na Avenida Paulista, na cidade de São Paulo. A manifestação, que começou às 12h, reuniu centrais sindicais, movimentos sociais, parlamentares. Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE e da CNTU, falou no evento sobre a importância da unidade dos trabalhadores em defesa de vários direitos.

* Confira aqui mais fotos do ato unificado das centrais sindicais na Avenida Paulista

A pauta comum das entidades sindicais inclui a rejeição do Projeto de Lei 4.330/2004, que amplia a terceirização de atividades, o fim do fator previdenciário, a destinação de 10% do PIB para educação e de 10% do Orçamento da União para a saúde, a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais, fim das demissões imotivadas, valorização das aposentadorias. As reivindicações são também de garantia de um transporte público de qualidade, de valorização das aposentadorias, de realização da reforma agrária e de suspensão dos leilões de blocos do pré-sal, democratização dos meios de comunicação.

CresceBrasil11JUL2013O Dia Nacional de Lutas foi realizado em todo o País com diversas ações, como paralisações, fechamento de estradas e outras mobilizações. No Estado de São Paulo, as manifestações começaram logo pela manhã com interdição de rodovias – Anhanguera, Castello Branco, Raposo Tavares, Fernão Dias, Dutra, Mogi-Bertioga e a Cônego Domênico Rangoni, na altura de Guarujá – e avenidas em várias cidades.

Os metalúrgicos do ABC paulista também se mobilizaram. Em São Bernardo, as concentrações foram nas fábricas da Ford, Mercedez-Benz, Proema, Arteb, Sachs, Proxyon, Sogefi e Toyota. Os trabalhadores fizeram uma passeata e tomaram parte da Via Anchieta. A avenida Goiás, em São Caetano, também foi fechada pelos trabalhadores da General Motors.

Sul

Os ônibus dos municípios gaúchos de Porto Alegre, Viamão, Cachoeirinha, Gravataí, e Alvorada não circularam durante a manhã. O acesso à Rodoviária de Porto Alegre, capital do estado, também foi bloqueado. As agências bancárias e os Correios não funcionaram, assim como a maior parte das escolas do município. Militantes do MST ocuparam os pedágios de Carazinho (BR-386) e Viamão (ERS-040) e ergueram as cancelas.

A passagem nos pedágios também foi liberada em pelo menos 14 praças do Paraná, devido a um protesto dos trabalhadores rurais do estado. Desde o começo da manhã, ruas e rodovias de Curitiba, capital paranaense, foram bloqueadas. O Hospital de Clínicas (HC) funcionou parcialmente e a maioria das aulas na Universidade Federal do Paraná (UFPR) foi cancelada.

Em Florianópolis (SC), servidores públicos municipais se reuniram na Praça Tancredo Neves, no centro da capital catarinense, para uma série de atividades, que incluíram palestras e assembleias. Antes disso, eles ocuparam uma das pistas da Ponte Pedro Ivo Campos. Na região serrana, 500 militantes do MST bloquearam a BR-116, no município de Correia Pinto.

Sudeste

CNTU11JUL2013No Rio de Janeiro, seis centrais sindicais e o Movimento dos Trabalhadores Sem Terra (MST) organizaram uma manifestação, às 15h. Várias categorias anunciaram paralisações nos serviços, entre elas os professores municipais e estaduais e trabalhadores dos Correios, que fecharam o Centro de Operações Postais, na zona norte. Os caminhões de entregas não circularam por um período do dia.

Na capital mineira, o metrô e os trens foram paralisados, além de três estações de ônibus (Venda Nova, Barreiro e Diamantes). No município de São João Del Rei, metalúrgicos, comerciários, rodoviários e funcionários da Universidade Federal aderiram ao movimento. Em Mariana, os manifestantes bloquearam o trânsito no centro da cidade e fecharam a rodovia MGC-129. O trânsito também foi bloqueado em Contagem.

Na rodoviária de Vitória (ES), os ônibus pararam, assim como os trens de passageiros da Estrada de Ferro Vitória a Minas (EFVM). Os taxistas também aderiram ao movimento. Os hospitais só atenderam casos de urgência e emergência.

Centro-Oeste

No Distrito Federal, o MST ocupou a sede nacional do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) para exigir a retomada da reforma agrária. Para o MST, é preciso assentar 150 mil famílias acampadas, com a concessão de novos créditos.

Em Goiânia, 40 sindicatos participaram do Dia Nacional de Luta. Cerca de mil pessoas se reuniram na Praça do Bandeirante, no centro. A avenida Goiás, principal da cidade, foi ocupada por manifestantes. Um grupo de 200 pessoas ocupou a sede da reitoria da Universidade Estadual de Goiás (UEG), em Anápolis.

Em Palmas (TO), manifestantes fecharam a rodovia TO-050, que já foi liberada, e a avenida Theotônio Segurado, no centro.

Manifestantes bloquearam trechos de duas rodovias federais que cortam Mato Grosso: as BRs 364 e 163.

Aproximadamente 12 mil pessoas se concentraram na praça do Rádio, em Campo Grande (MS), para participarem de um ato unificado, segundo a Polícia Militar. Participaram militantes da Federação dos Trabalhadores em Educação de Mato Grosso do Sul (Fetems), da Federação dos Trabalhadores na Agricultura do Mato Grosso do Sul (Fetagri) e do Sindicato dos Trabalhadores na Construção Civil e do Mobiliário de Campo Grande (Sintracom), além de agentes da Companhia Independente de Policiamento de Trânsito da Capital (Ciptran), Agência Municipal de Trânsito (Agetran) e de agricultores ligados ao MST.

Nordeste

CNTUReduçãodaJornadaEm Recife (PE), os protestos do Dia Nacional de Lutas se concentraram no complexo industrial portuário de Suape, sendo que algumas vias federais foram ocupadas por manifestantes. A BR-232 foi bloqueada no km 143 em frente a um assentamento do MST. Outras vias, como a BR-116, BR-428, BR-194 e BR-101, também foram ocupadas em alguns trechos.

Os ônibus circularam normalmente em Salvador (BA), porém diversas agências bancárias foram fechadas na cidade. A BR-324, principal rodovia entre capital e interior, foi bloqueada, assim como a Via Parafuso, que dá acesso ao Polo Petroquímico de Camaçari. Um grupo de manifestantes protestou perto de Feira de Santana. 

Os protestos ganharam força em Fortaleza, no Ceará, onde motoristas e cobradores bloquearam entradas e saídas de terminais de ônibus e manifestantes ocuparam avenidas de grande fluxo da cidade. Operários da construção civil, servidores públicos e funcionários de indústrias de castanhas também aderiram à paralisação.

Norte

Em Manaus, 60% da frota de ônibus paralisaram suas atividades. Participaram também do Dia Nacional de Lutas categorias profissionais filiadas a centrais sindicais, movimentos sociais e estudantis, entre eles o Movimento Passe Livre (MPL), União Brasileira de Mulheres (UBM), União de Negros pela Igualdade (Unegro) e União Nacional dos Estudantes (UNE). Professores, estudantes e técnicos-administrativos da Universidade Federal do Amazonas (Ufam) bloquearam a entrada da instituição.

Grande parte das agências bancárias de Belém (PA) não funcionou. Membros de sindicatos e movimentos sociais se concentraram na frente do Palácio Antônio Lemos, sede da prefeitura, para um ato unificado. Mais cedo, um grupo de manifestantes ligados ao MST ocupou a rodovias estaduais PA 275, PA 124 e PA 151.

Em Rondônia, 200 pessoas de diversos sindicatos se concentraram na Avenida Jorge Teixeira, em Porto Velho, para uma caminhada em direção do palácio do governo, de acordo com a PM. 


* Com informação das centrais sindicais, da Agência Sindical e da Rede Brasil Atual




A Comissão de Minas e Energia, da Câmara Federal, promove audiência pública nesta quarta-feira (10/07) sobre a transferência de ativos da iluminação pública aos municípios e sua repercussão sobre o valor do Custeio da Iluminação Pública (CIP). A transferência, aprovada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), passará a valer em 2014. Segundo o deputado Eduardo da Fonte, autor do pedido da audiência, “sem equipes próprias, corre-se o risco de um serviço que hoje é ruim tornar-se pior. Além disso, o cidadão terá dificuldades em saber a quem recorrer para, por exemplo, reivindicar manutenção num poste de luz em sua rua”. O diretor do SEESP, Carlos Augusto Ramos Kirchner, estará representando a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) na audiência.

O deputado afirma que a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) também já demonstrou preocupação com a decisão da agência reguladora. A entidade afirma que “a maioria dos municípios não possui estrutura, conhecimento técnico e capacidade para suportar tal responsabilidade e efetuar de forma eficiente a manutenção da rede de iluminação pública. Por essa razão é que o serviço sempre foi predominantemente realizado pelas distribuidoras, que possuem equipamentos e funcionários treinados.” Em outro trecho, a CNM anuncia que, diante das dificuldades enfrentadas pelas prefeituras, muitas terão de instituir ou aumentar o valor da CIP.

O parlamentar também cita estudos efetuados pela FNE segundo os quais os gastos mensais com iluminação pública vão subir 47% a partir da transferência. Também foram convidados para a atividade o procurador-geral e o superintendente de Regulação dos Serviços Comerciais da Aneel, respectivamente, Ricardo Brandão e Marcos Bragatto; o presidente da Associação Municipalista de Pernambuco (AMUPE), José Coimbra Patriota Filho; e um representante do Tribunal de Contas da União (TCU).

O evento será transmitido ao vivo, a partir das 11h, por este link.
 

Imprensa – SEESP
Com informações da Agência Câmara de Notícias




O Sindicato dos Engenheiros, Arquitetos e Geólogos no Estado de Tocantins (Seageto) e a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) promoveram nos dias 27 e 28 de maio, na cidade de Palmas, o IV Simpósio de Tecnologia e Desenvolvimento Sustentável. Realizado na sede da Ordem dos Advogados do Brasil – Seccional Tocantins (OAB-TO), o evento integrou o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” e teve como públicos-alvo profissionais e estudantes da área.

Durante a abertura, o presidente da federação, Murilo Celso de Campos Pinheiro, apontou a importância da iniciativa que, em sua quarta edição, foi fundamental para que o uso das novas tecnologias nos setores da engenharia, arquitetura e geologia fossem apresentados aos estudantes universitários. Ele enfatizou a necessidade da conscientização dos futuros profissionais quanto à demanda por obras e projetos sustentáveis. João Alberto Rodrigues Aragão, então presidente do Seageto, que encerrou seu mandato em junho de 2013, reforçou esse papel desempenhado pelo simpósio realizado pela entidade. Segundo ele, o propósito é apresentar aos estudantes as novas tecnologias utilizadas no setor da construção.

Participaram ainda da cerimônia de abertura o secretário executivo de Infraestrutura da Secretaria Estadual de Infraestrutura, José Ribamar Maia, e o secretário de Agricultura do Município de Palmas, Roberto Jorge Sahium.

O trabalho de recuperação da estrutura do Estádio do Maracanã, palco da vitória brasileira na partida final da Copa das Confederações em 30 de junho último, já plenamente reformulado, foi o tema da primeira palestra do evento, ministrada pelo engenheiro e consultor Ênio Pazine. De acordo com ele, o trabalho começou em 2010, contando com o uso de fotografias, documentos e diálogos com os profissionais responsáveis pela manutenção do estádio. “O Brasil precisa da cultura de manutenção das obras de infraestrutura, por isso a necessidade da avaliação e da realocação de recursos públicos antes que incidentes aconteçam”, afirmou.

Organização
A programação do simpósio teve continuidade no dia 28 com a palestra “Sistema Confea/Creas”, proferida por Gustavo Fayad, vice-presidente do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Tocantins (Crea-TO) e diretor financeiro do Seageto. A proposta foi levar aos estudantes que participaram do evento informações sobre a legislação profissional. Para o dirigente, é fundamental o conhecimento de tal arcabouço legal, especialmente no que diz respeito às atribuições de quem exerce o ofício.

Fayad abordou ainda as atribuições do sindicato, cuja função precípua é representar coletivamente as categorias que abrange frente às empresas e entidades patronais e lutar por sua valorização, com remuneração justa e melhores condições de trabalho. “O sindicato existe para o fortalecimento da categoria, por isso é importante que os engenheiros participem da entidade”, enfatizou.

Na sequência, o secretário Sahium falou sobre “Desenvolvimento da piscicultura sustentável no Brasil”. Para ele, a atividade, extremamente relevante para o Tocantins, que possui a maior coleção de peixes comerciais do mundo, somando 217 espécies catalogadas, merece receber investimentos. “O estado é uma potência na piscicultura”, afirmou. Mantendo a tônica do evento referente à sustentabilidade, ele enfatizou a necessidade de que o setor seja explorado de maneira racional e defendeu a “preservação do estoque de peixes na natureza”.

A importância da indústria pesqueira a um projeto de desenvolvimento que tenha foco nas regiões Norte e Nordeste do Brasil também foi apontada pelo professor da Universidade Federal Fluminense (UFF) e consultor do projeto “Cresce Brasil”, Marco Aurélio Cabral Pinto. Segundo ele, a tarefa deve ser empreendida em “escala internacional, através da manipulação genética dos peixes e catalogação dos biomas”.

Economia e biodiversidade
Durante o evento, Cabral Pinto abordou ainda a situação do País na conjuntura internacional, que considera “preocupante”. “A balança comercial brasileira realiza a sangria líquida de dólares todos os meses para outros países, sem possuir um real interesse para o crescimento industrial”, alertou. Para o engenheiro, o país exporta cada vez menos com a bandeira brasileira.

Num outro enfoque, o engenheiro agrônomo Ramis Tetu defendeu uma economia baseada na biodiversidade e no respeito ao meio ambiente. “Podemos ganhar dinheiro sendo ecologicamente corretos”, reforçou. Ele citou como exemplos positivos os jardins botânicos, “que geram renda e preservam a natureza”. Por outro lado, lembrou que há atividades na contramão dessa lógica, como a caça de animais silvestres. Ele ressaltou ser necessário que os engenheiros desenvolvam obras que não causem degradação. (Por Rita Casaro, com informações de Wallissia Albuquerque)
 

Fonte: Jornal Engenheiro, da FNE, nº 134, Julho/2013

 

 

 

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