GRCS

O dia 7 de julho de 2015 entrará para a história da engenharia nacional. Nessa data, em São Luís, tomaram posse, em solenidade conjunta, as diretorias do sindicato dos engenheiros local (Senge-MA), do conselho regional (Crea-MA) e o diretor-geral da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea (Mútua). O evento foi realizado no auditório da Federação das Indústrias do Estado do Maranhão (Fiema). O momento histórico foi acompanho pelo presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, e demais diretores da entidade, que fez um discurso em defesa da unidade da categoria: “Engenharia unida é uma questão muito importante para o País. A FNE tem discutido todas as questões referentes à engenharia nacional e aos profissionais. Debate cada vez mais amplo e com a definição de propostas factíveis para não permitirem recessão e crise e sim saídas para o desenvolvimento e crescimento.”


Foto: Paula Bortolini
Engenharia unidade MA 3 editada 
Presidente da FNE participa de solenidade conjunta de entidades da engenharia do Maranhão 


Pinheiro saudou, ainda, os novos mandatários das três entidades, destacando que o Senge-MA tem conduzido com retidão e seriedade as lutas dos profissionais no estado e o Crea maranhense vem desenvolvendo um trabalho sério e árduo em defesa da categoria, desejando, ainda, uma gestão excelente a todos. “Podem contar com a FNE para as lutas.”

Unidade nas lutas
A diretoria do Senge-MA foi eleita para a gestão 2015/2018, tendo à frente Berilo Macedo da Silva. Já a diretoria do Crea conta com o comando de Cleudson Campos de Anchieta. As três entidades trabalhando de forma conjunta têm mais força e resultados, como a elaboração, com outras entidades, do documento “Problemática do abastecimento de água em São Luís: análise situacional e perspectivas futuras”.

A efetiva fiscalização de obras e serviços da engenharia e da agronomia, para que sejam executados por profissionais habilitados de forma a promover a melhoria da segurança e da qualidade de vida da sociedade, é um dos compromissos das instituições representativas dos profissionais da engenharia e da agronomia. A solenidade conjunta de posse é uma demonstração da união dessas instituições, em nova gestão, o que fortalece o cumprimento de suas missões junto à categoria e à sociedade.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Com informações do Senge-MA e do Crea-MA









A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que conta 18 sindicatos filiados em todo o Brasil, reunida em Porto Alegre/RS, manifesta-se firme e unanimemente em defesa da engenharia brasileira e dos profissionais qualificados que são sua base.

A FNE, que há quase uma década desenvolve o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, reconhece hoje a necessidade de garantirmos a retomada do desenvolvimento e o enfrentamento da recessão e, portanto, a necessidade de proteções, garantias e estímulos à ação produtiva dos engenheiros e das empresas de engenharia. Situamo-nos assim contra as privatizações no setor elétrico e de saneamento, a quebra das exigências do conteúdo nacional e as agressões à capacidade de atuação da Petrobras.

Sob pretexto algum, deve-se admitir o desmanche das empresas e a perda de seu protagonismo em outros países e no Brasil. Se, no combate à corrupção – que agride e prejudica a todos – são necessárias apurações rigorosas e punições efetivas, tudo deve ser feito sob a égide da Justiça e com a continuada garantia do exercício legal e legítimo das iniciativas empresariais.

Em defesa dos engenheiros, a FNE tem lutado pelo respeito ao piso salarial da categoria e trabalha com afinco para garantir o reconhecimento como carreira de Estado no setor público.

Os desafios são muitos e graves. A FNE defende, e sua ação o comprova, a unidade de todo o campo da engenharia brasileira, de toda a rede de entidades representativas, associativas e profissionais dos engenheiros e, portanto, dispõe-se a participar ativamente do movimento em defesa do desenvolvimento, da engenharia e dos profissionais.


Federação Nacional dos Engenheiros (FNE)
Porto Alegre, 17 de junho de 2015




Em visita ao Mato Grosso do Sul, no dia 16 de junho, o presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Pinheiro, e outros diretores da entidade, como o vereador Edson Kiyoshi Shimabukuro, também presidente do sindicato dos engenheiros local (Senge-MS), apresentaram às autoridades estaduais os preparativos para a realização da nona edição do Congresso Nacional dos Engenheiros (IX Conse), na capital sul-mato-grossense. Os dirigentes mantiveram reuniões com o governador Reinaldo Azambuja, o prefeito de Campo Grande, Gilmar Olarte, e os presidentes da Assembleia Legislativa, deputado Junior Mochi, e da Câmara local, Mario Cesar. Todos confirmaram presença na abertura do evento, que acontece de 5 a 7 de outubro próximo. 


Fotos: Paula Bortolini
Murilo Governador MS
Murilo Pinheiro (à esquerda) apresenta temário do IX Conse ao governador Reinaldo Azambuja.
Congresso ocorrerá, de 5 a 7 de outubro próximo, em Campo Grande, Capital sul-mato-grossense
 

Pinheiro explicou às autoridades sul-mato-grossenses que o congresso da categoria acontece a cada três anos, reunindo profissionais de todo o País. A escolha do Estado para o evento nacional, observou o presidente da FNE, se deu pelo dinamismo econômico que Mato Grosso do Sul vem alcançando nos últimos anos. Shimabukuro reforçou a importância da realização da atividade, informando que serão debatidos temas relevantes ao Estado, como plano diretor ecológico e modelos de saneamento básico. 

O governador ficou entusiasmado com a oportunidade de reunir tantas autoridades nacionais e discutir assuntos fundamentais ao desenvolvimento sustentável, como as energias renováveis e investimentos em novas termelétricas com produtos que seriam descartados, como o toco do eucalipto. Ele informou que se empenhará, pessoalmente, em convidar outros governadores a estarem na abertura do IX Conse.



Murilo Prefeito MS 2 editadaPrefeito Gilmar Olarte, ladeado por Pinheiro (à esquerda) e Shimabukuro,
conhece realizações da FNE em 50 anos de história
 

O prefeito Olarte também se mostrou satisfeito em poder apresentar Campo Grande, Capital de Mato Grosso do Sul, para especialistas e engenheiros, dizendo ser uma cidade diferenciada, planejada, com investimentos na área de mobilidade urbana e destacou a importância do Aquífero Guarani. Ao final do encontro, Pinheiro ressaltou o papel importante do Senge-MS e do vereador Shimabukuro em prol do desenvolvimento sustentável da região e colocou a FNE à disposição para discussões técnicas.



Murilo Camara MSPinheiro agradeceu ao presidente da Câmara de Campo Grande,
Mario Cesar (à direita), a cessão do espaço para a abertura do evento

 

Em encontro com o presidente da Câmara Municipal, Mario Cesar, Pinheiro agradeceu a cessão do plenário do Legislativo para a cerimônia de abertura do IX Conse. O parlamentar também ressaltou o papel fundamental dos engenheiros e da área tecnológica para o crescimento e o desenvolvimento.


 


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Centenas de profissionais de todo o Brasil deverão se reunir na capital sul-mato-grossense, Campo Grande, de 5 a 7 de outubro próximo, para participar do IX Congresso Nacional dos Engenheiros (Conse). Realizado a cada três anos, o encontro mais importante da FNE colocará em pauta o debate sobre desenvolvimento e a valorização profissional. “Neste momento, mais do que nunca, é necessário que os engenheiros mantenham a sua firme convicção de que não se pode abrir mão de medidas que levem ao crescimento econômico e ao desenvolvimento”, afirma o presidente da federação, Murilo Celso de Campos Pinheiro, referindo-se às dificuldades políticas e econômicas vividas pelo País, cenário bem diferente ao da realização do último congresso, em 2012, quando o Brasil vivia pujança em termos de investimentos em obras de infraestrutura e maior estabilidade institucional.


Foto: Divulgação
ParqueCampoGrande editada 
A capital sul-matro-grossense sediará a nona edição do congresso dos engenheiros, que colocará
em pauta o setor agropecuário, dificuldades enfrentadas pela indústria, mobilidade, energia e água 


Para ele, o ciclo positivo dos últimos dez anos, quando a retomada dos investimentos, conforme propunha o projeto Cresce Brasil – lançado pela entidade em 2006 –, propiciou o aumento do emprego e da renda e melhorou as condições de vida da população, demonstra qual o caminho a seguir, “e ainda resta muito a se fazer, como dar conta das inúmeras demandas da nossa infraestrutura urbana”. E conclama: “É preciso coragem para andar para frente, não retroceder e não abrir mão do que foi conquistado.”

Nesse sentido, o congresso dos engenheiros debaterá os desafios e as oportunidades do agronegócio e da indústria, levando em conta macroeconomia, política industrial, produtividade e inovação, logística e qualificação da mão de obra. “O nosso grande problema hoje, como já dito, é o recuo da indústria”, avalia Pinheiro, para quem um país como o Brasil precisa do setor forte e deve, para isso, lançar mão de suas vantagens estratégicas. Segundo ele, não há como a economia nacional se sustentar apenas com a venda de commodities, por maior que seja a importância do agronegócio nacional, e sustenta que, também nessa área, “em que somos bastante competitivos, é preciso pensar em valor agregado aos produtos”. Por isso, defende o desenvolvimento da cadeia produtiva agromineral, o que necessita de inovação. Os problemas de logística e transporte, que encarecem os nossos produtos, também estão na ordem do dia dos debates dos engenheiros, tendo como perspectiva, ressalta Pinheiro, repensar a matriz de transporte com maior utilização de hidrovias e ferrovias.    

A expectativa da realização do congresso em Mato Grosso do Sul, segundo o presidente do Senge-MS, Edson Shimabukuro, é a melhor possível. “Estamos trabalhando para realizar um grande Conse e recepcionar a todos com muita atenção. Para isso, contamos com o apoio do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (Crea) e do Mútua do estado, do governo estadual, da Prefeitura de Campo Grande, da Câmara Municipal, da  Assembleia Legislativa e também de empresas privadas”, informa.

Shimabukuro informa que o congresso contará com a participação dos mais renomados profissionais da engenharia e da política. “Serão discutidas formas e apresentados exemplos para o crescimento do País e, claro, da cidade de Campo Grande que segue a caminho de uma metrópole”, observa. Para ele, a cidade ganhará sensivelmente com os debates do IX Conse. Ao mesmo tempo, avalia Shimabukuro, o estado também contribuirá bastante com os debates, como em relação ao agronegócio, já que Mato Grosso do Sul tem, como carro-chefe de sua economia, o setor já bastante avançado tecnologicamente; e à mobilidade urbana, pois a cidade de Campo Grande, informa o sindicalista, tem um dos modelos mais significativos em todo o País. “Já no caso dos recursos naturais, temos o plano ecológico do Pantanal, que abrange a bacia do pantanal, formado pelos rios Paraguai e Paraná. Além de termos o maior aquífero guarani da América Latina. Temos trabalhos realizados com esses recursos naturais dos quais podem servir de exemplo para outras cidades, temos muito a somar para o nosso País.”

Valorização profissional
Sobre questões mais específicas, o IX Conse definirá estratégias de ação com relação à valorização profissional e da engenharia nacional. Pinheiro lembrou que a categoria amargou certo ostracismo durante a recessão da década de 1980 e voltou a ter relevância no País na fase da retomada do crescimento, a partir de 2003. “No entanto, a luta pela valorização profissional é uma bandeira constante, faz parte da atuação diária da FNE e de cada um dos sindicatos filiados”, ressaltou. Para tanto, as pautas essenciais da categoria, entre outras, destaca o dirigente, são o reconhecimento do engenheiro como trabalhador qualificado pela empresa, o cumprimento da lei do salário mínimo profissional (4.950-A/66) e a garantia de acesso à educação continuada. Outra bandeira importante é o da instituição da carreira de Estado, em todos os níveis de governo, para a categoria, cujo projeto aguarda votação do plenário do Senado.

Água, energia e mobilidade urbana
Ainda em sintonia com os assuntos mais relevantes ao País, o congresso dos engenheiros reunirá especialistas para tratar de recurso hídrico, energia e mobilidade urbana. “Queremos debater o quadro de fornecimento de dois insumos-chave, água e luz, do ponto de vista das demandas produtivas do País e evitar, ao máximo possível, uma postura que tem preponderado, principalmente na abordagem cotidiana dos meios de comunicação: o enfoque “individual”, do consumidor doméstico, do usuário “pessoa física”, esclarece. Para tanto, indica que as discussões devem levar em conta os aspectos estruturais das atividades de produção e distribuição de recursos hídricos e de energia elétrica e nos impactos que provocam no processo econômico brasileiro. Com relação à mobilidade urbana, estarão em pauta o direito ao transporte público de qualidade, o sistema metro-ferroviário e o projeto de BRT (sigla em inglês para transporte rápido por ônibus) em Campo Grande.

No último dia do congresso, a partir das 9h, será realizada assembleia e eleição da diretoria da FNE para o triênio 2016-2019.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Texto publicado no jornal Engenheiro, da FNE, edição 156, de maio de 2015

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Murilo MS 16JUN2015O presidente da FNE, Murilo Celso de Campos Pinheiro, e o diretor da entidade Edson Kiyoshi Shimabukuro, também vereador à Câmara Municipal de Campo Grande, foram recebidos, na manhã desta terça-feira (16/6), pelo presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso do Sul (ALMS), deputado Junior Mochi.

Na ocasião, Pinheiro falou da importância do agronegócio do estado para o crescimento do País, dos 50 anos de luta da federação, da atuação do Senge-MS, do projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento e, por fim, convidou o parlamentar para a abertura do IX Conse, a ser realizado em outubro próximo, em Campo Grande.

Shimabukuro destacou a força das entidades unidas – sindicatos, federação e confederação (CNTU), e da nova opção e referência de ensino na área tecnológica com o início das atividades do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em fevereiro último.

O presidente da ALMS disse que os engenheiros transformam sonhos em realidade e que está honrado em participar da abertura do Conse, considerando importante a realização do evento no Estado, que está em desenvolvimento e em busca de novas oportunidades.

Mochi observou que o Mato Grosso do Sul tem atraído investimentos e conta com uma base produtiva diversificada e que, apesar do momento difícil por que passa o País, tem conseguido dar exemplo ao Brasil em termos de desenvolvimento. 

A “Enciclopédia das Águas”, publicação que levantou dados sobre todos os cursos de água do território sul-mato-grossense, lançado em 2014, também foi tema do encontro, sendo um assunto que está na agenda da FNE.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP

 

 

 

 

 





Em março último, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) renovou seus representantes junto ao Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social (CGFNHIS) - ligado ao Ministério das Cidades - com os profissionais José Ailton Ferreira Pacheco (do Senge-AL), titular, e Antonio Ciro Bovo (Seageto), suplente. O mandato é de dois anos. O FNHIS é um fundo contábil de habitação de interesse social com destinação específica, composto por uma série de receitas a ele vinculadas.

O CGFNHIS é a instância de gestão e monitoramento do fundo com a competência para estabelecer diretrizes e critérios de alocação dos recursos e benefícios; aprovar orçamentos e planos de aplicação de metas anuais e plurianuais.

Constituição do conselho
O conselho do FNHIS é constituído por integrantes do Conselho das Cidades, possibilitando uma gestão democrática e participativa com representação de diversos segmentos sociais. Na sua composição contará membros dos ministérios das áreas afins (Ministérios das Cidades e do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, dentre outros), por um representante da Caixa Econômica Federal, por representantes de entidades dos governos estaduais e municípios, da área dos movimentos populares, da área empresarial da área dos movimentos populares, da área empresarial, da área  de trabalhadores , da área de organizações não-governamentais e da área profissional, acadêmica ou de pesquisa.



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








 

A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) promove, nos dias 12 e 13 de março, na sede do SEESP, na Capital paulista, o seminário “Água e energia - Enfrentar a crise e buscar o desenvolvimento”. Diante das já anunciadas dificuldades relativas aos setores hídrico e elétrico, a entidade considera essencial, neste cenário, a necessidade de se combater a recessão econômica, mantendo a meta do desenvolvimento, com geração de emprego e renda.

Como vem defendendo a FNE, por meio de seu projeto "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento", é fundamental dotar o País da infraestrutura produtiva adequada ao crescimento, assim como desenvolver programas efetivos de eficiência energética e economia de água. No entanto, refrear a produção e as chances de o País avançar não pode ser considerada uma alternativa. Tal questão será objeto do debate proposto, que é aberto ao público.

O evento terá transmissão ao vivo online nesse link http://goo.gl/y7Zis4. Confira, a seguir, a programação dos dois dias:

Programação

12 de março

16h Abertura

16h30 Pronunciamento: “Os engenheiros e a luta pelo desenvolvimento”

Murilo Celso de Campos Pinheiro – Presidente da FNE

17h Conferência: “Evitar a recessão no Brasil”

Antonio Correa de Lacerda – professor-doutor da

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

18h Coquetel

 

13 de março

9h Os desafios da crise hídrica

Newton Lima de Azevedo – Governador pelo Brasil no Conselho Mundial da Água

João Alberto Viol – Vice-presidente de Gestão e Assuntos Institucionais do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco)

João Sérgio Cordeiro – coordenador e docente em Saneamento e Gestão Ambiental na Universidade Federal de São Carlos (Ufscar) e no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec)

12h Intervalo para almoço

14h Energia para o desenvolvimento

Paulo Pedrosa – Presidente executivo da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres (Abrace)

Amilcar Guerreiro – Diretor de Economia da Energia e Meio Ambiente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE)

José Aníbal – Ex-secretário de Energia do Estado de São Paulo e suplente de senador (PSDB/SP)

17h Encerramento



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








 

A Faculdade de Engenharia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Guaratinguetá organizou, nos dias 12 e 13 de fevereiro, o primeiro encontro entre as instituições que formam o consórcio vencedor da chamada Global Innovation Initiative. Além da Unesp estiveram presentes representantes dos demais membros do consórcio, a Purdue University, dos Estados Unidos, e a DeMontford University, do Reino Unido.

O Workshop of the Consortium for Rapid Smart Grid Impact foi o primeiro encontro entre estas universidades desde maio de 2014, quando foi anunciado o resultado da chamada que visa incentivar a criação de parcerias entre universidades norte-americanas, britânicas e de quatro países em desenvolvimento (Brasil, Indonésia, Índia e China). "As três partes têm estado com contato com bastante frequência nos últimos meses, mas na maioria das vezes por vídeo-conferência. Esta é a primeira chance de nos encontrarmos para conversar pessoalmente", explica o professor Dionízio Paschoarelli, responsável por coordenar a atuação da Unesp no consórcio. Outro encontro semelhante já está previsto para Junho de 2015, no Reino Unido.

O projeto vencedor da chamada dá atenção especial à eficiência energética nas áreas rurais por meio do uso de tecnologias, mas também pela conscientização e educação dos consumidores. Este foi o ponto bastante destacado na palestra do coordenador geral do consórcio, Athula Kulatunga. Para o professor da Purdue University, desenvolver e identificar práticas que promovam o consumo eficiente e envolver a população local neste processo é um ponto fundamental. "O maior desafio do projeto é identificar, demonstrar e conseguir replicar práticas na comunidade local. É desta forma que nós vamos alcançar o máximo de impacto possível na sociedade", aponta. "Este tipo de projeto que nós estamos desenvolvendo também se esforça na mudança de atitude das pessoas. Temos a intenção de interagir com essas comunidades. Uma idéia é ir às escolas e informar as crianças sobre o consumo energético. Em geral, crianças têm um poder multiplicador muito forte dentro de suas casas”.

Durante o seminário foi apresentado o papel de cada instituição no desenvolvimento do projeto e discutiu-se um cronograma para ser cumprido ao longo de dois anos, tempo de duração do consórcio. Um dos papeis da Unesp, por exemplo, será selecionar e treinar as equipes que irão trabalhar junto às comunidades. A idéia é que essas equipes colham informações sobre demanda energética das comunidades rurais, identifiquem potencialidades de economia de energia, e multipliquem conhecimentos sobre o uso racional da energia.

Meses antes do seminário, o professor Athula já havia estado no Brasil para acompanhar o professor Paschoareli em visitas aos assentamentos sem-terra que servirão de modelo para o projeto, na região de Ilha Solteira. Em sua apresentação, o professor da Purdue University compartilhou suas impressões da visita, dando o tom da atuação educacional do projeto. "Eu notei que as pessoas que estão ali deixaram a cidade e foram ao campo para serem bem sucedidas, mas ainda trazem hábitos da cidade que não deveriam ser compatíveis com o campo", afirmou, citando como exemplo o uso generalizado do chuveiro elétrico – de alto consumo energético – em uma região com grande incidência solar.

Em sua apresentação, o professor Dionízio Paschoarelli lembrou que o projeto envolve outras faculdades de engenharia da universidade, e que a proposta da chamada é que a maior parte dos recursos seja investido na mobilidade dos pesquisadores.

O projeto prevê ainda a aplicação de redes energéticas inteligentes (smart grids, em inglês) nas comunidades. Tais redes aplicam tecnologia da informação ao sistema elétrico, abrindo a possibilidade para a troca de dados e de energia entre usuários e fornecedores e entre os próprios usuários que produzam energia. A instalação de medidores inteligentes fornecerá ainda dados importantes sobre consumo, tensão e corrente dos usuários, permitindo uma gestão mais eficiente da rede.

O desenvolvimento de um modelo aplicado às comunidades rurais e os estudos relacionados ao uso dos smart grids em sistemas de energias renováveis serão executados pela equipe da DeMontfort University, cabendo à Unesp a aplicação do modelo no contexto rural.

Neste sentido, o evento também teve apresentações das experiências de empresas brasileiras que estão instalando redes inteligentes de forma experimental nos municípios de São Luis do Paraitinga e de Aparecida, ambos na região do Vale do Paraíba.



Fonte: Agência de Notícias da Unesp - UnAN







O presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, participou da posse de José Tadeu da Silva - que estará à frente, pela segunda vez consecutiva, do Conselho Federal de Engenharia (Confea), para o mandato 2015/2017 -, no dia 27 de fevereiro último, em Brasília, no 4º Encontro de Líderes Representantes do Sistema Confea/Crea e Mútua. Em sua fala, Pinheiro destacou a importância da “união de forças da engenharia nacional em defesa do crescimento e desenvolvimento do País”. Observou, ainda, que deve-se traçar “uma linha da categoria para que o Brasil supere os desafios que se colocam no momento atual”.


Foto: Paula Bortolini
Murilo Confea 
Presidente da FNE, Murilo Pinheiro, fala em união na posse do presidente do Confea 


Também nesse sentido foi o discurso de posse de Silva que pretende conduzir o mandato tendo “união” como a palavra-chave para o diálogo, lembrando que o sistema reúne mais de um milhão de profissionais. “Se não houver entendimento para conduzir o Sistema de forma unida, certamente não avançaremos e, para que isso não ocorra, precisamos de cada um e da união de todos.”

Assim como vários presidentes eleitos para os Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas), a FNE apoiou a reeleição de Tadeu para a presidência do conselho federal.



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informação do Sistema Confea









 

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, recebeu na manhã desta quinta-feira (5/02), os dirigentes da Federação Nacional dos Engenheiros(FNE), em Brasília. A audiência contou com uma comitiva de mais de quarenta pessoas entre presidentes dos sindicatos filiados à FNE e de Conselhos Regionais de Engenharia e Agronomia (Creas).

Foto: Paulo Negreiros

Aldo 4 editadaPinheiro, presidente da FNE, fala sobre o engajamento da engenharia nas questões mais importantes
do País 
em audiência com o ministro Aldo Rebelo, da Ciência e Tecnologia

 

Na ocasião, os engenheiros se colocaram à disposição do ministro para contribuir com projetos de desenvolvimento. “Essa reunião tem o objetivo de mostrar o nosso apoio e disposição para parcerias com este ministério que é extremamente importante para o crescimento do País”, declarou o presidente da FNE, Murilo Celso de Campos Pinheiro, na abertura do encontro.

“Sempre manifesto meu apreço, carinho e elevada estima pela engenharia e pelos seus profissionais que atuam na construção permanente do País”, declarou Rebelo, ao dar as boas-vindas aos sindicalistas. Participou da reunião também o secretário de Desenvolvimento Tecnológico e Inovação,
Armando Zeferino Milioni.

Desafios e parceria
Segundo Rebelo, entre os desafios a serem enfrentados no momento o principal é crescer, o que exigirá avanços no setor de ciência, tecnologia e inovação. “Somos a 7ª economia do mundo, mas a situação é preocupante. No desempenho em inovação estamos atrás do 60º colocado. Como manter a posição econômica sem inovação?”, questionou. Para o ministro, superar esse entrave é essencial para que haja incremento da indústria, hoje deficitária enquanto o agronegócio segue sustentando a balança comercial brasileira. “É uma fragilidade”, constatou.

Os dirigentes presentes reforçaram a importância do tema para o desenvolvimento nacional. E colocaram em pauta também as dificuldades atuais nas áreas de recursos hídricos e energia.

Encerrando o encontro, Rebelo informou estar em estudo um programa de cooperação entre o Ministério e a FNE, “para continuar contando com o engajamento da engenharia do País”, na busca de soluções aos problemas nacionais.

 


Imprensa FNE





A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) lançou em 31 de julho, na sede do SEESP, em São Paulo, mais uma etapa de seu projeto, cuja versão é intitulada “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – Novos desafios”. A iniciativa, que vem sendo atualizada desde sua apresentação em 2006, propõe uma plataforma ao desenvolvimento sustentável do Brasil com distribuição de renda. A nova versão, além de reiterar a necessidade de prosseguir com os investimentos e projetos em infraestrutura, aponta a urgência de se conter desindustrialização precoce no País e avançar no fortalecimento desse setor estratégico, com inovação e ganhos de produtividade.

Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Cresce Brasil Novos Desafios lancamento
Lançamento do "Cresce Brasil - Novos Desafios"


Comemorando o lançamento, o presidente da FNE, Murilo Celso de Campos Pinheiro, enfatizou que o projeto dos engenheiros inspirou e deu origem ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), anunciado pelo governo federal em 2007 e que já está na segunda fase. Diante dos resultados e dos novos desafios que se apresentam, Pinheiro apontou: “É uma responsabilidade muito grande levar à frente o ‘Cresce Brasil’, que se mostra dinâmico na continuidade em contribuir com a sociedade.” João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical da FNE, salientou que a etapa atual da iniciativa da federação insere-se e “quer influir diretamente na disputa eleitoral”. Assim, o documento será entregue aos candidatos neste pleito nacional e estadual. “Nosso material é bom, belo e útil porque mostra a capacidade de trabalho unitário e a democracia em que foi construído.”

Um dos consultores do projeto, Antonio Octaviano – diretor de graduação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo SEESP com o apoio da FNE –, apresentou na oportunidade síntese de um dos temas tratados agora: educação para a inovação. “Procuramos ter como motivação a iniciativa de criação do Isitec. A inovação é fator relevante a uma política de desenvolvimento, assim como a necessidade de adensamento das cadeias produtivas à reindustrialização. Isso é praticamente consensual.” Ele acrescentou que a inovação está vinculada ao aumento da produtividade, que - via maior competitividade das empresas nacionais – é “pré-requisito ao crescimento sustentável”. Educar para a inovação, proposta do Isitec, integra esse contexto.

Para o consultor Marco Aurélio Cabral Pinto, é crucial consolidar avanços, como os ganhos salariais obtidos, e ir além, de modo a assegurar mercado interno e enfrentar os efeitos da crise internacional.  Na sua concepção, o investimento em logística e energia, bem como a superação do “atraso histórico” em termos de infraestrutura, integram as saídas que o País deve perseguir. Ademais, para o consultor Antonio Corrêa de Lacerda, para combater as desigualdades de renda e consolidar a geração de emprego, não se pode abrir mão da industrialização. “Temos a oportunidade de retomar regras que permitam o aproveitamento do enorme potencial nacional.” Criticando a visão financista e especulativa, ele observou ainda que o Brasil se tornou “um enorme cassino de lucros fáceis”. “As propostas que estamos consolidando são o início de uma grande virada, espero que muito rapidamente.”

Comunicação, saneamento e transporte
Um dos grandes desafios elencados no “Cresce Brasil” é recuperar setores duramente golpeados num processo de desindustrialização precoce. Entre eles, um dos mais atingidos, na ótica do consultor Marcos Dantas, é o segmento de comunicação. “A indústria eletroeletrônica existente deixou de existir, agora somos apenas montadores de equipamentos. As empresas nacionais desapareceram e a tecnologia que desenvolveram foi transferida ao capital estrangeiro. Tínhamos o setor de automação bancária mais avançado do mundo, hoje não temos mais.” Ele foi categórico: “A iniciativa da FNE é muito importante ao recolocar a engenharia brasileira no centro da formulação de uma política industrial e tecnológica que recupere essa nossa capacidade.” Setor também desmontado e contemplado pelo projeto “Cresce Brasil” é o do transporte ferroviário, que deve ser revitalizado. O tema foi apresentado por Clarice Soraggi, diretora Regional Sudeste da FNE e autora da nota técnica relativa ao assunto.

Assim como essas questões, as soluções para a universalização do saneamento básico se mantêm presentes nesse “Cresce Brasil”. O consultor João Sergio Cordeiro destacou que o “crescimento econômico nacional traz dados positivos, mas também desafios”. Um deles, abordado pelo especialista, diz respeito ao êxodo campo-cidade. Segundo sua informação, “há 40 anos, o País contava 50 milhões de pessoas e metade vivia na área rural. Hoje, são 200 milhões e 85% encontram-se na zona urbana. As soluções passam, em sua grande maioria, pela gestão pública”. Nesse sentido, o trabalho de Cordeiro destaca a importância de os municípios elaborarem seus planos integrados de saneamento, em atendimento ao Plano Nacional de Saneamento Básico (Plansab) e ao marco legal do setor. Para tanto, é preciso fazer frente ao gargalo representado pela ausência de pessoal especializado e estrutura. “Se hoje fossem colocados os cerca de R$ 500 bilhões reais estimados como necessários à universalização do saneamento, não teríamos capacidade técnica tanto em projeto quanto em planejamento e operação para solucionar tal questão.”

O desafio das cidades também foi tratado pelo consultor Luiz Salomão, que frisou: “Se não organizarmos uma política de ocupação do espaço totalmente distinta da atual, vamos observar um aprofundamento das distorções. Falta uma política urbana decente, e o transporte é a ponta do iceberg.” Na sua análise, mudar isso “exige reflexão, planejamento, mecanismos de controle de gestão adequada da infraestrutura para melhorar a qualidade de vida da população”.

Coordenador da consultoria técnica do “Cresce Brasil”, Carlos Monte comentou ainda sobre as propostas na área de energia, que incluem a geração a partir do lixo, da madeira, da cana de açúcar, o carro elétrico e a garantia de eficiência. Afora isso, ele lembrou os avanços obtidos após o início dessa iniciativa, como o anúncio do PAC, a descoberta do pré-sal, a desburocratização e retomada do planejamento portuário, bem como os programas sociais governamentais – como o Bolsa Família, Luz para todos e Minha Casa Minha Vida –, defendendo sua manutenção. “Com a busca incessante por inovação e eficiência, vamos superar o conflito de se ampliar a taxa de juros para combater a inflação, o que na verdade garante ganhos aos banqueiros. O ‘Cresce Brasil’ reflete isso.” Por essa razão, como expressou o coordenador do projeto, Fernando Palmezan, seu lançamento e continuidade é motivo de orgulho para os engenheiros.



Soraya Misleh/Imprensa SEESP

 

 

 

 

O presidente da FNE, Murilo Pinheiro, e o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado do Acre (Senge-AC), Sebastição Fonseca, entregaram as novas propostas do “Cresce Brasil +Engenharia + Desenvolvimento Novos Desafios” ao governador Tião Viana (PT), e ao prefeito de Rio Branco, Marcus Alexandre (PT). Em visita ao estado acreano, Pinheiro conheceu algumas obras que vêm transformando a região, como o Complexo de Piscicultura do Acre Peixe da Amazônia e o programa habitacional Cidade do Povo.

Localizado na capital daquele estado, o Cidade do Povo prevê a construção de mais de 10 mil casas populares com uma rede de serviços públicos como escolas, unidades de saúde e postos policiais. O prefeito Marcus Alexandre também apresentou os investimentos que, em parceria com os governos estadual e federal, como a duplicação e alargamento de sete ruas e avenidas estruturantes da capital, a construção de vinte e duas novas unidades de saúde, dez creches, quadras esportivas em vários bairros e o Shopping Popular.

Outros investimentos apresentados pelo prefeito Marcus Alexandre foram a construção de cinco terminais de integração de ônibus, dos quais três serão entregues até o final do ano, a renovação da frota do transporte coletivo, a implantação da bilhetagem eletrônica e a instalação da Central de Controle Operacionais (CCO) que monitora via GPS todos os 170 coletivos da capital. Também já foram aprovadas obras que devem ser executadas em breve, como a substituição de pontes de madeira por concreto em vários bairros, a construção da quinta ponte sobre o rio Acre e investimentos em corredores de ônibus e na mobilidade urbana de forma geral.

Murilo Pinheiro fez questão de parabenizar o prefeito e também o governador Tião Viana, com quem também se reuniu para abordar as propostas do Cresce Brasil. Além disso, visitou o Complexo de Piscicultura do Acre Peixe da Amazônia, juntamente com o secretário de Desenvolvimento Florestal, da Indústria, do Comércio e dos Serviços Sustentáveis, Edvaldo Soares de Magalhães.

Com o objetivo de promover a piscicultura, o complexo inaugurou recentemente a Fábrica de Ração para Peixes para reduzir os gastos dos criadores de peixes. Trata-se da fábrica mais moderna que existe na América do Sul, outra comparada a ela só no Chile. A tecnologia veio da Dinamarca e o incentivo do Governo Federal foi essencial para sua construção. O presidente da FNE falou do orgulho da piscicultura na região, que é exemplo para o País. “É um trabalho que serve de vitrine para todo o país. É preciso contar a todos o que está acontecendo no Acre”, destacou Murilo Pinheiro

Os novos desafios do Cresce Brasil

A nova plataforma do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, que se mantém mais atual que nunca. Agora, um novo desafio agora integra o cenário nacional: o da desindustrialização.

A partir desse diagnóstico, a FNE lança um novo conjunto de propostas e desafios ao País e, sobretudo, aos candidatos à eleição e reeleição em 2014. A revista “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Novos Desafios”, que reúne esses temas, foi entregue ao parlamentar, que é candidato à reeleição, na capital paulista, na tarde de segunda-feira (7/7).

A desindustrialização está entre as prioridades dos engenheiros. Por isso, a publicação reservou 10 páginas para falar sobre a importância da produção industrial sob uma perspectiva da necessidade de um novo ciclo desenvolvimentista – reindustrialização – no país. Para alcançá-la foram elencadas algumas prioridades como o adensamento das cadeias produtivas e, sobretudo, inovar e agregar tecnologia, com papel estratégico para o engenheiro nesse processo.

O novo documento dá continuidade ao projeto dos engenheiros ao desenvolvimento nacional sustentável com distribuição de renda, a exemplo dos anteriores, e será entregue aos demais candidatos ao Congresso Nacional, bem como aos candidatos a presidente, a governadores. O objetivo é contribuir com seus programas de governo.

Confira mais fotos da entrega de propostas do "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento - Novos Desafios" no Facebook da FNE, neste link.

 

Imprensa FNE

 

 

 

 

 

 

 

 

Considerado como o segundo maior bioma da América do Sul, o Cerrado tem sua grande importância social diante da realidade em que vivemos. Com o debate “Cerrado, Preservação e Desenvolvimento Sustentável - Diagnóstico e propostas”, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de Goiás (Senge-GO) e a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) realizarão, nesta sexta-feira (6/6), o seminário que visa discutir todo o cenário do bioma, das 08h30 às 18h, no auditório do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia de Goiás (Crea-GO).

De acordo com o Ministério do Meio Ambiente (MMA), ele é um hotspots mundiais de biodiversidade com extrema abundância de espécies endêmicas, e considerado a savana mais rica do mundo com 11.627 espécies de plantas nativas já catalogadas. Apresenta também uma diversidade de habitats, aspectos ambientais e muitas populações sobrevivem dos seus recursos naturais. Porém, é marcado pelo risco de extinção,  exploração predatória e esgotamento dos seus recursos.

O evento faz parte do projeto Cresce Brasil +Engenharia +Desenvolvimento, lançado pela FNE e seus sindicatos filiados, em 2006, cuja proposta é de desenvolvimento sustentável, fruto de debates realizados com milhares de profissionais em todo o Brasil e uma ousada contribuição pela categoria. E contará com a presença  de autoridades, especialistas da área, engenheiros na discussão que irá aprimorar o desenvolvimento nacional e a reflexão sobre o tema, tão essencial para todos nós.

Voltado para engenheiros e acadêmicos, as inscrições já estão abertas e podem ser feitas gratuitamente neste link para preenchimento de formulário.

PROGRAMAÇÃO:

08h30 às 09h - Credenciamento

09h às 09h30 - Abertura com o Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, Presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Goiás (Senge-Go), Gerson Tertuliano e autoridades

09h45 às 11h30 - Conferência com a Ministra do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Delaíde Alves Miranda Arantes

Tema da palestra: Visão Parlamentar do Bioma Cerrado

Palestrante: Deputada Federal Marina Pignataro Sant’Anna

12h às 14h - Intervalo para almoço

14h às 15h - Tema da palestra: Cerrado e Desenvolvimento Sustentável

Palestrante: Altair Sales Barbosa - Prof. Dr. em Arqueologia Pré Histórica da Pontifícia Universidade Católica de Goiás (PUC-GO)

15h15 às 15h30 - Debate e Perguntas

15h30 às 16h15 – Tema da palestra: Agronegócio

Palestrante: Paulo Estevão Cruvinel - Pesquisador da Embrapa, Engenheiro Eletricista formado nas modalidades Eletrotécnica e Eletrônica pela Faculdade de Engenharia da Fundação Educacional de Barretos

16h15 às 16h30 - Intervalo para o café16h30 às 17h15 - Tema da palestra: Conservação do Bioma Cerrado e suas Plantas Ornamentais

Palestrante: Jales Chaves Filho - Prof. Dr. em Ciências pela Universidade de São Paulo (USP), Engenheiro Agrônomo

17h15 às 17h30 - Debate e Perguntas

17h30 - Encerramento

 


Imprensa SEESP
Informação da FNE










A Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) participou, na manhã desta quarta-feira (21/5), de audiência pública promovida pela Comissão de Serviços de Infraestrutura do Senado sobre problemas na capacitação técnica no País. Representando a entidade na discussão, o diretor Antonio Florentino de Souza Filho lembrou a necessidade de se garantir remuneração adequada aos profissionais, com o cumprimento da Lei 4.950-A/66, que estabelece o piso de nove salários mínimos para a categoria.  “Falta valorização profissional e pagam-se salários pífios. No Nordeste, paga-se R$ 1.500 a um engenheiro no serviço público”, denunciou.


Florentino FNE 2
Florentino, diretor da FNE, na audiência da Comissão de Infraestrutura do Senado, nesta quarta (21)


Florentino lembrou que após o período de mais de duas décadas de estagnação econômica e falta de investimentos em infraestrutura, houve certo desmonte da engenharia no País e muitos profissionais migraram para outras áreas, como a financeira. Além disso, os estudantes do ensino médio perderam o interesse na carreira devido à falta de perspectivas futuras. “Quando aconteceu a retomada do processo de desenvolvimento, deparamo-nos com essa dificuldade.” Na opinião do dirigente, para superá-la agora é necessário dar condições de a mão de obra disponível no Brasil atuar. Nesse sentido, além do salário, são necessárias qualificação e boas condições de trabalho.

O diretor da federação apresentou à comissão, como proposta para garantir quadros técnicos ao País, a implementação da carreira pública de Estado para engenheiros, por meio da aprovação do Projeto de Lei da Câmara (PLC) 13/2013. A proposição hoje se encontra à espera de votação na Comissão de Constituição e Justiça do Senado, já tendo parecer favorável do senador Romero Jucá (PMDB/RR). Outra medida importante apontada por ele foi a implementação efetiva da Lei  11.888/2008, que garante assistência técnica gratuita à população de baixa renda.

Participaram ainda da audiência o diretor-geral do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), general Jorge Ernesto Pinto Fraxe, e o diretor executivo do órgão, Tarcísio Gomes de Freitas; e o ex-presidente do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), Wilson Lang.

Cresce Brasil e Isitec
Durante a audiência, Florentino aproveitou para apresentar o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela FNE em 2006 e que desde então coloca como condição essencial à expansão econômica a garantia de mão de obra especializada no País. O estudo defende que o Brasil forme 60 mil engenheiros por ano. Outra iniciativa da entidade é o apoio à criação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em São Paulo, que oferecerá em 2015 o primeiro curso de graduação em Engenharia de Inovação do País.

Assista ao vídeo com a participação do diretor da FNE, Florentino:


 

Rita Casaro
Imprensa – SEESP
Foto da home de José Cruz/Agência Senado 










Há 50 anos, completados no dia 25 de fevereiro último, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) defende a categoria e o desenvolvimento do Brasil. O aniversário será comemorado, nesta terça-feira (13/5), com jantar, às 19h, no Espaço da Corte, em Brasília (DF). Criada às vésperas do golpe de 1964, a entidade enfrentou o desafio da organização sindical sob o regime autoritário. Hoje, com grande representatividade, a federação tem papel fundamental nas lutas democráticas do país.

Ao longo dos anos, participou do desafio da construção de um projeto nacional de desenvolvimento, abordando a necessidade de investimentos na produção e em infraestrutura. Lançado em 2006, o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento reuniu milhares de profissionais em diversas partes do País para elaborar as bases de um projeto de expansão econômica, com preservação ambiental e distribuição de renda. Essa é a história contada pelo livro FNE, 50 Anos: A luta dos engenheiros brasileiros, que será lançado durante o evento. Confira,  neste link, a versão em PDF do livro.


Foto: Rosângela Ribeiro Gil
FNE 50 anos dentro Entidade lança livro sobre os 50 anos de existência


Sobre a Federação Nacional dos Engenheiros
Fundada em 25 de fevereiro de 1964, a FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) tem sede em Brasília e, hoje, é composta por 18 sindicatos estaduais, aos quais estão ligados cerca de 500 mil profissionais. A entidade foi constituída com o objetivo de representar nacionalmente a categoria, atuando na coordenação, na defesa e na representação dos profissionais, por intermédio de seus sindicatos.

Atua intensamente na congregação de seus representados e luta pelos direitos dos profissionais, por melhores condições de vida e trabalho e pelo fortalecimento da democracia e suas instituições. Bandeira fundamental da entidade é também a luta pelo desenvolvimento do País com inclusão social. Tal objetivo está presente no projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado em setembro de 2006, em São Paulo, durante o VI Conse (Congresso Nacional dos Engenheiros), e atualizado por ocasião do VII Conse, em 2009.  


 

Imprensa - SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

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