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O SEESP assinou, no dia 21 último, termo aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que estabelece mudança na cláusula 61 do ACT, que é o item do reajuste salarial. A nova redação aumenta o reajuste dos engenheiros de 6,97% para 8,56%. O aditivo será enviado à Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) para alterar, também, o índice que deverá ser repassado às complementações de aposentadoria dos beneficiários da extinta Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.). Assim que obtivermos informações de quando será reajustado esse benefício, informaremos prontamente.

ALL/Ferroban
Este reajuste atinge somente os beneficiários cujos proventos são reajustados com base nos índices praticados pela CPTM. Portanto, não se aplica àqueles que têm suas correções fundamentadas nos índices da ALL/Ferroban.

 

Imprensa – SEESP




Após intensas tratativas entre o SEESP e a CPTM, a empresa, enfim, reconheceu o pleito e honrou o compromisso assumido com o sindicato, reabrindo as discussões sobre esta questão, conseguindo junto aos órgãos governamentais a ampliação do aumento real/produtividade de 2013, passando de 1% para 2,5%. Com isso, oreajuste salarial passa a ser de 5,91% (IPC-Fipe) mais 2,5% de produtividade, perfazendo um aumento total de 8,56%, ao invés dos 6,97% concedidos anteriormente. Esta nova proposta foi ratificada na segunda-feira (10/06) pela empresa em audiência no TRT-2ª Região (Tribunal Regional do Trabalho).

É uma importante vitória da categoria, mas a luta continua. Agora, acompanharemos de perto o cumprimento do segundo compromisso assumido pela companhia que é implantar o PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) com as devidas adequações salariais propostas, bem como implantar o piso salarial do engenheiro (Lei 4.950-A/66) a partir de agosto de 2013.

Vamos também exigir a continuação das tratativas da nossa reivindicação histórica, que é a adequação dos nossos salários/benefícios nos mesmos parâmetros que são praticados no Metrô, conforme já reivindicado em carta anexa, que trata desse assunto.

 

Eletropaulo
No dia 11 de junho, os dirigentes do SEESP apresentaram aos representantes da empresa os itens reivindicados pelos engenheiros, destacando algumas prioridades. Uma delas é a necessidade de uma discussão séria sobre a aplicação do SMP (Salário Mínimo Profissional), previsto na Lei nº 4.950-A/66, que hoje corresponde a nove salários mínimos.

Na ocasião, a empresa afirmou que está verificando junto ao seu departamento jurídico como solucionar esta pendência, pois tal resolução implicará em alteração da estrutura salarial vigente. Além disso, a Eletropaulo valorizou a perspectiva da carreira do engenheiro e solicitou ao sindicato que estude alternativas para uma transição salarial viável aos profissionais que se encontram abaixo do valor do SMP.

Ao encerrar, a empresa agendou novas reuniões, ocasião em que apresentará sua proposta para apreciação do sindicato. Ocorrerão nos dias 20 e 26 de junho e 3 de julho, sempre às 14 horas, na sede da empresa em Barueri.

 

AES Tietê

Apesar do grande atraso para iniciar as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2013-2014, as entidades sindicais obtiveram em tempo hábil as cartas de “Garantia da data-base”, assegurando que no momento em que o acordo for fechado, os reajustes deverão retroceder à data-base, 1º de junho de 2013. O ACT assinado no ano passado tem vigência de dois anos e, em 2013, serão revistas as cláusulas econômicas.


Durante a primeira rodada de negociação, ocorrida na terça-feira (11/06), os representantes dos sindicatos levantaram demandas pendentes de acordos anteriores, as quais a empresa concordou em discuti-las para futuras adequações. Fernando de Oliveira Silva, o novo gerente de relações sindicais da AES, enfatizou que “a nova conjuntura por que passam as empresas do setor elétrico nos apresenta um grande desafio: a necessidade de diálogo e equilíbrio nas negociações”.

Depois de todos os sindicalistas terem esclarecido suas pautas e prioridades, a empresa agendou novas reuniões, ocasião em que apresentará sua proposta para apreciação dos sindicatos. Ocorrerão nos dias 20, 26 de junho e 3 de julho de 2013, sempre as 10 horas, na sede da companhia em Barueri.

 

Imprensa – SEESP




Após intensas tratativas entre o SEESP e a CPTM, a empresa, enfim, reconheceu o pleito e honrou o compromisso assumido com o sindicato, reabrindo as discussões sobre esta questão, conseguindo junto aos órgãos governamentais a ampliação do aumento real/produtividade de 2013, passando de 1% para 2,5%. Com isso, o reajuste salarial passa a ser de 5,91% (IPC-Fipe) mais 2,5% de produtividade, perfazendo um aumento total de 8,56%, ao invés dos 6,97% concedidos anteriormente. Esta nova proposta foi ratificada na segunda-feira (10/06) pela empresa em audiência no TRT-2ª Região (Tribunal Regional do Trabalho).

É uma importante vitória da categoria, mas a luta continua. Agora, acompanharemos de perto o cumprimento do segundo compromisso assumido pela companhia que é implantar o PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) com as devidas adequações salariais propostas, bem como implantar o piso salarial do engenheiro (Lei 4.950-A/66) a partir de agosto de 2013.

Vamos também exigir a continuação das tratativas da nossa reivindicação histórica, que é a adequação dos nossos salários/benefícios nos mesmos parâmetros que são praticados no Metrô, conforme já reivindicado em carta anexa, que trata desse assunto.
 

Fonte: Ação Sindical do SEESP




Informamos à categoria que, conforme compromisso acertado com a CPTM (Companhia Paulista de Transportes Metropolitanos), quando da assinatura do ACT 2013/2014, de que se fosse concedido aos empregados do Metrô um índice de produtividade superior ao oferecido aos empregados da empresa, haveria a necessidade de se abrir novamente a discussão sobre esse assunto.

Isto posto, o SEESP já iniciou tratativas junto à empresa no sentido do compromisso ser honrado, e, na oportunidade, foi colocado a necessidade de, no mínimo, ser concedido um aumento real/produtividade de 2,5%.

As conversações sobre esse assunto já estão adiantadas, junto à empresa e aos órgãos do governo, e esperamos uma posição favorável da companhia sobre este justo e merecido pleito até o próximo dia 7 de junho.

 

Lourdes Silva
Imprensa – SEESP




Os engenheiros da extinta Fepasa (Ferroviária Paulista S.A.), que têm sua complementação reajustada pelos índices praticados pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), deverão ter seus proventos corrigidos em 6,97%, conforme definido no Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014, recentemente celebrado entre o SEESP e a empresa.

Essa correção deverá ser paga retroativamente a 1º de março de 2013 e incidirá sobre o valor da complementação vigente em 28 de fevereiro deste ano. O SEESP já enviou à Secretaria da Fazenda cópia do acordo, solicitando a aplicação imediata do índice.

Esta informação atinge somente os beneficiários cujos proventos são reajustados com base nos índices praticados pela CPTM. Portanto, não se aplica àqueles que têm suas correções fundamentadas nos índices da ALL/Ferroban.

 

Fonte: Ação Sindical do SEESP




Em assembleia geral extraordinária, realizada na quinta-feira (23/05), os engenheiros aprovaram e o SEESP assinou o Acordo Coletivo de Trabalho 2013/2014, que contempla os seguintes itens:

• Reajuste salarial de 5,91%, acrescido de 1% de aumento real/produtividade, totalizando 6,97%, estendido às demais cláusulas econômicas, exceto o vale-refeição;

• vale-refeição corrigido em 15%, correspondendo ao valor de R$ 23,00/dia (22 unidades mensais);

• implantação do PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários), entre agosto e dezembro de 2013, com adequações salariais, sendo no mínimo1% de aumento para todos os empregados e o pagamento do piso salarial dos engenheiros;

• pagamento da metade do 13º salário a todos os empregados no dia 20 de janeiro de cada ano, independentemente se as férias estão programadas para janeiro;

• substituição da cesta básica, a partir de agosto de 2014, por um cartão vale-alimentação no valor de R$ 100,00 por mês;

• manutenção do PPR (Programa de Participação nos Resultados) para o ano de 2013, com garantia de pagamento mínimo de R$ 3.300,00.

O pagamento do salário reajustado ocorrerá no dia 31 de maio de 2013 junto com as diferenças retroativas a 1º de março último, data-base da categoria.

 

Fonte: Ação Sindical do SEESP




O SEESP e os representantes das empresas Sabesp e CPTM (Companhia Paulista de Transporte Metropolitano) realizaram, nos últimos dias, reuniões de negociação, visando à renovação do Acordo Coletivo do Trabalho (ACT) 2013-2014. Por isso, o sindicato está convocando os engenheiros das duas empresas para assembleias, conforme o calendário abaixo, para discussão e deliberação sobre os próximos passos das campanhas salariais.

CPTM
Assembleia Geral Extraordinária
Data: 
23 de maio de 2013 (quinta-feira)
Horário: 12h (1ª convocação) e 12h30 (2ª convocação)
Local: Sede da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí
(Rua José Paulino, 7, Luz – São Paulo/SP)

Sabesp
Assembleia Geral Extraordinária aberta em caráter permanente no dia 14 de maio
Data:
 27 de maio de 2013 (segunda-feira)
Horário: 18h (1ª convocação) e 18h30 (2ª convocação)
Local: Sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo/SP)

Essa e outras decisões foram aprovadas na Assembleia Geral Extraordinária dos engenheiros da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), ocorrida no dia 6 de maio último. O SEESP notificou a empresa, nesta quarta-feira (8/05), as seguintes deliberações da categoria:

a) Assinatura do ACT parcial, com as cláusulas consensadas entre a empresa e o Sindicato nas cinco reuniões de negociação, no próximo dia 13 de maio, conforme proposto pela CPTM;

b) Manutenção da rejeição à proposta econômica, ratificada novamente pela empresa na citada carta e que prevê reajuste salarial de 5,91% (IPC/FIPE). Reiteramos que ela não vem ao encontro à necessária valorização dos trabalhadores da CPTM;

c) Declarar a estranheza da categoria e deste Sindicato em relação ao alegado Estado de Greve dos engenheiros da CPTM. Em nenhum momento esta situação foi formalizada para a empresa pelo SEESP. A categoria compreende a necessidade de esgotarmos todas as possibilidades de diálogo para a solução deste processo de negociação antes de recorrer à medida extrema de um movimento paredista. Nesta premissa, inclusive, reiteramos que o SEESP encontra-se à disposição para continuar negociando e acredita no bom senso da empresa, no sentido de evoluirmos e encontrarmos uma proposta de consenso que atenda aos empregados e à CPTM.

Neste próximo dia 13, no ato da assinatura do acordo parcial, o sindicato aproveitará para ratificar, junto à empresa, a reivindicação de que a CPTM deve e pode melhorar a sua proposta econômica para os engenheiros. Também no mesmo dia, às 18h, será realizada nova assembleia de definição da campanha salarial, na sede da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí, que fica na rua José Paulino, nº 7, na Luz, em São Paulo, com a seguinte ordem do dia: discussão e deliberação sobre os rumos da campanha.

 

Fonte: Ação Sindical/SEESP 




A luta dos ferroviários do País continua em defesa da complementação de aposentadoria. No dia 17 de abril último, foi realizada reunião na sede do SEESP, na Capital paulista, com a participação da Federação das Associações dos Engenheiros Ferroviários (FAEF) e das associações dos Engenheiros da extinta Fepasa, da estrada de Ferro Santos-Jundiaí e da estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

* Veja aqui fotos da reunião dos ferroviários

Segundo Clarice Soraggi, presidente da FAEF, o movimento vai realizar gestões junto aos ministérios dos Transportes e do Planejamento e também junto à Secretaria de Ação Governamental. “Paralelamente a essas ações, nas reivindicações para a negociação do acordo coletivo deste ano, cuja data-base é 1º de maio, consta a cláusula solicitando a recomposição dos índices inflacionários, que chega a quase 42% de perda ao longo dos últimos anos”, explica. A questão atinge, informa, 414 empregados ativos e em torno de 70 mil aposentados em todo o Brasil.

A complementação da aposentadoria dos ferroviários está garantida pelas leis 8.186/91 e 10.478/02. No encontro do SEESP, as entidades presentes – representantes dos ferroviários das extintas RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.) e Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.), da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e das concessionárias – demonstraram a mais ampla união no sentido de garantir a manutenção desse direito.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




Incentivo ao transporte individual por parte do governo somado a falta de integração das políticas do uso dos solos figuram entre os desafios que o setor de transporte coletivo enfrenta, destacou José Geraldo Baião, presidente da Aeamesp (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), em debate no I Congresso Metroferroviário Brasileiro, realizado em paralelo à 15ª Feira Negócios nos Trilhos, que terminou nesta quinta-feira (08/11), em São Paulo.

No caso específico da malha ferroviária paulista, Baião ressaltou que o setor é responsável por empregar quase 28 mil profissionais diretos e transportar mais de dois milhões de passageiros/dia. A questão "como os operadores estão trabalhando para melhorar a mobilidade urbana” foi respondida pelos demais participantes do debate.

Mário Bandeira, presidente da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), falou das medidas atuais de modernização, expansão e os trens regionais da CPTM. Criada há 18 anos, a companhia tem por prioridade a modernização para atender o crescimento da demanda.

Atualmente seis linhas que percorrem 22 municípios (exceto Jundiaí), possuem um total de 254 km de malha. "Há nove estações em obras para um novo modelo de operação, 42 estações em reconstrução, além de três novas estações que estão sendo construídas. Até 2013 teremos 75% da frota renovada”, informou Bandeira.

Criada apenas dois anos, ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos) conta com associadas responsáveis por 1.030 km de extensão, que operam 716 composições, 493 estações e 39 linhas. Conrado Grava, diretor da entidade, comentou que dos 63 municípios locais, somente 12 possuem sistema ferroviário de transporte de passageiros. "Até 2016, outras oito cidades serão integradas ao sistema”, afirmou.

Francisco Aragão, diretor do Metrô de Fortaleza, fez uma exposição do cenário metroferroviário do estado do Ceará. A obra do metrô que deveria ser construída em quatro anos consumiu 12 anos. Em fase de conclusão, o metrô tem um custo de R$ 1,8 bilhão e está sendo elaborado em três estágios, os 18 quilômetros que passam pela superfície, os 2,2 que vai pelo elevado e 3,9 subterrâneo.

A malha ferroviária carioca a partir da mudança de controle acionário com a entrada do Grupo Odebrecht, em 2011, foi a temática apresentada por Oberlam Moreira Calçada, diretor da Supervia, concessionária que atende 12 municípios. Para tanto, dispõe de 270 km de via, 163 trens, cinco linhas e mais o teleférico num total de 818 viagens/dia. "Transportamos 540 mil passageiros por dia, sendo que no último 6 de setembro registramos recorde de 593 mil pessoas”, comentou.

Os investimentos da Supervia até 2016 somam R$ 2,4 bilhões que inclui também a compra de novos trens. Este ano, a empresa recebeu 30 novas unidades e aguarda outras 60 até 2014. A estação Central do Brasil também deverá ser modernizada, incluindo a expansão da área de embarque para 4 mil m2.

 

Imprensa – SEESP
Notícia da Assessoria de Imprensa do I Congresso Metroferroviário Brasileiro



Superando os 2.300 participantes da edição do ano passado, a 18ª. Semana de Tecnologia Metroferroviária, realizada do dia 11 a 14 último, que teve como tema "A Contribuição dos Trilhos para a Mobilidade”, atendeu às expectativas dos organizadores. Nos três dias e meio de debates foram realizados nove painéis com exposições de importantes temas da atualidade do setor, políticos e econômicos, sobre avanços tecnológicos. O seminário incluiu a apresentação de 45 trabalhos técnicos focando assuntos pertinentes ao desenvolvimento tecnológico, PPPs (Parcerias Público Privadas), sistemas de monitoramento, políticas públicas, licenciamento ambientas, paisagismo, segurança operacional, energias renováveis, comunicações, manutenção, monotrilho, entre outros.

* Veja aqui todas as fotos do evento

Para José Geraldo Baião, presidente da Aeamesp (Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô), organizadora do evento, o ambiente refletiu o momento de otimismo que o setor vive, com investimentos programados para construção de 10 mil km de ferrovias, novo programa de concessões pelo governo federal e em nível estadual, a ampliação e construção de quatro linhas de metrô ao mesmo tempo em São Paulo, o anúncio de linhas regionais para o interior de São Paulo e do trem de alta velocidade, que juntos representam mais de R$ 100 bilhões em investimentos.

O crescimento de 7,65% do número de passageiros transportados em 2011 (2,43 bilhões) em relação a 2010 nos 16 sistemas existentes no Brasil. "Para este ano o aumento deverá ser ainda maior, levando-se em conta o recorde histórico do metrô de São Paulo, que atingiu 7,5 milhões no dia 6 de setembro”.

Os nove painéis discutiram o desafio da indústria nacional para equipar as novas linhas em construção, a desoneração do setor em energia elétrica, o programa de eficiência energética, para criar um fundo para investir em novos empreendimentos, a participação da iniciativa privada no setor, os trens regionais de longo percurso e média e alta velocidade; o regulamento de operações de direito de passagem e tráfego mútuo, a mobilidade sustentável, os sistemas inteligentes de transporte (ITS) e reuniram as principais lideranças do setor. O temário não só dos paineis como dos trabalhos técnicos, são escolhidos por comissões técnicas da Aeamesp, e tem a colaboração de conselheiros como Rogério Belda, ex-presidente da ANTP e Plínio Assmann, ex-presidente do Metrô-SP.

O SEESP participou da cerimônia de encerramento do evento, no dia 14, com o vice Laerte Conceição Mathias de Oliveira, representando o presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro. Também compuseram a mesa Jurandir Fernando Fernandes Ribeiro, secretário de Transportes Metropolitanos do Estado de São Paulo; Julio Eduardo dos Santos, secretário Nacional de Transporte e da Mobilidade Urbana do Ministério das Cidades (MCidades); Peter Berkely B. Walker, presidente do Metrô-SP; Mário Manuel Seabra Rodrigues Bandeira, presidente da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos); Joaquim Lopes da Silva Júnior, presidente da EMTU (Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos); Joubert Fortes Flores Filho, presidente da ANPTrilhos (Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos), entre outros.

 

Imprensa – SEESP
Informação da Assessoria de Imprensa da Aeamesp



Na segunda-feira (10/09), foi autorizada a licitação dos projetos básico e executivo para implantação do Trem Expresso Jundiaí, que terá recursos de R$ 3,2 bilhões. A linha seguirá ao lado da atual ferrovia, que passa por Perus. O trecho ligará a futura estação Água Branca, em São Paulo, até Jundiaí em 25 minutos e sem parada. A nova ferrovia vem paralela a atual até Perus. E de Perus até Jundiaí segue outro trajeto, encurtando em quase 8 km a ferrovia. A previsão é que o modal entre em operação entre 2016 e 2017.

Linha-7
Foram anunciadas, ainda, a modernização ou a reconstrução de oito estações da Linha-7 Rubi (Luz - Jundiaí). As estações Pirituba, Perus, Caieiras, Baltazar Fidelis, Botujuru, Campo Limpo Paulista e Várzea Paulista já tiveram os projetos básico e executivo contratados pela CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), além da estação Jundiaí, que será restaurada por ser um patrimônio tombado pelo Condephaat (Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Arqueológico, Artístico e Turístico).

Serão investidos cerca de R$ 30 milhões nos estudos e R$ 675 milhões em obras, que têm entrega prevista para 2014 e 2015. Todas as estações serão equipadas com itens de acessibilidade, como elevadores, piso e rotas táteis, comunicação em braille e adequação de corrimãos. O investimento para adequar todas as estações é de cerca de R$ 2,3 milhões.

A Linha7 recebe 420 mil usuários por dia útil e atende aos municípios de São Paulo, Franco da Rocha, Francisco Morato, Campo Limpo Paulista, Várzea Paulista e Jundiaí.


Imprensa – SEESP
Informação do Governo do Estado de São Paulo



Em seminário sobre “O futuro do sistema de transporte ferroviário no Estado de São Paulo”, realizado no dia 22 de agosto último, pelo SEESP, na Capital Paulista, o secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos, Jurandir Fernandes, e o presidente da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), Mário Bandeira, mostraram que a mobilidade de carga e de passageiros no estado está baixa, dispersa e fragmentada, principalmente na RMSP (Região Metropolitana de São Paulo), e apresentaram projetos de expansão e modernização do sistema metroferroviário, com a previsão da retomada dos trens regionais, com três projetos iniciais de Jundiaí, Sorocaba e Santos; concretização do ferroanel e implantação do TAV (Trem de Alta Velocidade) Campinas/São Paulo/Rio de Janeiro.

* Veja aqui as fotos do seminário

Os recursos no setor, segundo os representantes do governo estadual, terão uma tendência crescente, podendo chegar a quase R$ 10 bilhões ao final da administração atual. A extensão da rede metrô+CPTM prevista, que em 2011 era de 328,2 km, é alcançar 633,6 km, em 2020, levando em conta que também neste ano a população da RMSP (Região Metropolitana de São Paulo) estimada será de 20.438.643 (hoje é de 19.867.456).

Veja a seguir a apresentação dos participantes do seminário:

* Jurandir Fernandes, secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos
“O futuro do sistema ferroviário de SP”

* Mário Bandeira, presidente da CPTM
“Projetos de Expansão e Modernização da CPTM”

* Silvestre Eduardo Rocha Ribeiro, diretor de Planejamento e Projetos
“Futuro das ligações ferroviárias”

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



Nesta quarta-feira (22/08), será realizado importante seminário na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) com autoridades do governo estadual. Estará em discussão “O futuro do sistema do transporte ferroviário no Estado de São Paulo”. O evento debaterá os investimentos necessários em tecnologia, infraestrutura e ampliações dos serviços da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).

Criada há 20 anos, a CPTM tinha 270 quilômetros de malha, resultado da junção de trechos da Sorocabana, Central do Brasil e Santos-Jundiaí, que tinham como objetivo principal o transporte de carga. Hoje, ela transporta mais de 2,6 milhões de passageiros em 22 municípios da Grande São Paulo. Mas a demanda pelo transporte ferroviário é cada vez maior e se impõe como uma necessidade para melhorar a mobilidade urbana, com um modal não agressivo ao meio ambiente. Além disso, outras cidades paulistas carecem de trens de passageiros.

O seminário é uma realização conjunta SEESP, FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), CPTM e Governo do Estado de São Paulo. O evento é aberto ao público.

Programação

9h - Abertura

Murilo Celso de Campos Pinheiro - Presidente do SEESP e da FNE

Jurandir Fernandes - Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos

Mário Bandeira - Diretor-presidente da CPTM

José Roberto Cardoso - Coordenador do Conselho Tecnológico do SEESP e diretor da Escola Politécnica da USP

9h30 - Investimento no Sistema de Transportes Metropolitanos

Palestrante - Jurandir Fernandes

Debatedor - Adriano Murgel Branco - Diretor da AMBranco Consultores

10h30 - Investimento em Infraestrutura e Modernização Tecnológica do Sistema Ferroviário

Palestrante - Mário Bandeira

11h - O futuro das ligações regionais sobre trilhos no Estado de São Paulo

Palestrante - Silvestre Eduardo Rocha Ribeiro - Diretor de Planejamento da CPTM

Debatedor - Ettore Bottura - Professor da Escola Politécnica ad USP

Coordenador - Edilson Reis - Diretor do SEESP

12h - Debate

12h30 – Encerramento

 

Serviço
O que: Seminário O futuro do sistema ferroviário no Estado de São Paulo
Quando: 
22 de agosto de 2012 – das 9h às 12h30
Onde: Sede do SEESP
Endereço: Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo 

 

Informações para a imprensa:
Departamento de Imprensa do SEESP
Rita Casaro
(11) 3113-2651                                    
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O futuro do sistema do transporte ferroviário no Estado de São Paulo é tema de seminário que será realizado no dia 22 de agosto, das 9h às 12h30, na sede do SEESP (rua Genebra, nº 25, Bela Vista, SP). O evento pretende discutir com os dirigentes da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) investimentos em tecnologia, infraestrutura e ampliações dos serviços da companhia.

Criada há 20 anos, a CPTM tinha 270 quilômetros de malha, resultado da junção de trechos da Sorocabana, Central do Brasil e Santos-Jundiaí, que tinham como objetivo principal o transporte de carga. Hoje, ela transporta mais de 2,6 milhões de passageiros em 22 municípios da Grande São Paulo. Mas a demanda pelo transporte ferroviário é cada vez maior e se impõe como uma necessidade para melhorar a mobilidade urbana, com um modal não agressivo ao meio ambiente. Além disso, outras cidades paulistas carecem de trens de passageiros. Tudo isso será debatido no seminário do dia 22, uma realização conjunta SEESP, FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), CPTM e Governo do Estado de São Paulo. O evento é aberto ao público.

Acompanhe, a seguir, a programação do dia:

9h - Abertura

Murilo Celso de Campos Pinheiro - Presidente do SEESP e da FNE

Jurandir Fernandes - Secretário de Estado dos Transportes Metropolitanos

Mário Bandeira - Diretor-presidente da CPTM

José Roberto Cardoso - Coordenador do Conselho Tecnológico do SEESP e diretor da Escola Politécnica da USP

9h30 - Investimento no Sistema de Transportes Metropolitanos

Palestrante - Jurandir Fernandes

Debatedor - Adriano Murgel Branco - Diretor da AMBranco Consultores

10h30 - Investimento em Infraestrutura e Modernização Tecnológica do Sistema Ferroviário

Palestrante - Mário Bandeira

11h - O futuro das ligações regionais sobre trilhos no Estado de São Paulo

Palestrante - Silvestre Eduardo Rocha Ribeiro - Diretor de Planejamento da CPTM

Debatedor - Ettore Bottura - Professor da Escola Politécnica ad USP

Coordenador - Edilson Reis - Diretor do SEESP

12h - Debate

12h30 – Encerramento

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP

 


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