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Notícias do Núcleo Jovem Engenheiro

Da assessoria de imprensa do Mackenzie

A Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenziede realiza a XXIX Semana de Engenharia e Tecnologia – 2017, com o tema “O protagonismo da Ciência na evolução da Engenharia e Tecnologia”. Cerimônia de abertura acontece nesta segunda-feira (21/08).

O evento reunirá pesquisadores e especialistas de grandes empresas e centros de pesquisas, como Renault Brasil, Mercedes-Benz, General Motors, Solvay, Petrobras, Associação Brasileira de Energia Eólica, Tecsys, Instituto Brasileiro de Impermeabilização, dentre outros.

O objetivo do evento é refletir sobre desafios, tecnologias e questões sociais da engenharia que permeia por outras áreas. Diante disso, alguns temas se destacam, como “Carros elétricos”, “Energias Eólicas/Parques Eólicos”, “Engenharia Aeroespacial”, “Impermeabilizações de edificações”, “Grafeno e outros materiais 2D”, “Estruturas em Bambu”, dentre outros. Confira o dia e horários das palestras na programação abaixo.

Programação
Palestra: Empreendedorismo e Inovação (abertura) - Bruno Pandori Giancoli (Universidade Presbiteriana Mackenzie)
Dia: 21 de agosto
Horário: 9h30
Local: Auditório Ruy Barbosa

Palestra: Carros elétricos - Carlos Henrique Ferreira (Renault)
Dia: 21 de agosto
Horário: 15h
Local: Auditório Ruy Barbosa

Palestra: Energias Eólicas/Parques Eólicos – Élbia Gannoum (Associação Brasileira de Energia Eólica) e Gustavo Secco (Casa dos Ventos)
Dia: 21 de agosto
Horário: 18h30
Local: Auditório João Calvino

Palestra: Engenharia Aeroespacial - Eng. José Carlos Argolo (Tecsys)
Dia: 23 de agosto
Horário: 9h30
Local: Auditório João Calvino

Palestra: Impermeabilizações de edificações - José Miguel Morgado (Instituto Brasileiro de Impermeabilização)
Dia: 23 de agosto
Horário: 8h
Local: Laboratório de Materiais de Construção

Palestra: Grafeno e outros materiais 2D: desafios e oportunidades -Profa. Dra. Lucia Saito (UPM ‐ MackGraphe)
Dia: 24 de agosto
Horário: 8h
Local: MackGraphe

Programação completa e informações: Portal Mackenzie: XXIX Semana de Engenharia e Tecnologia 

 

 

 

 

A revista Você S/A, nesta semana, divulga uma relação de diversas vagas para estágio e trainee em todo o País. Confira as oportunidades disponíveis nos programas com inscrições abertas em ordem crescente de término do prazo, clicando aqui.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Da Agência Sindical*

Até poucos anos atrás, não faltava emprego para engenheiros. Isso mudou. A crise política e a recessão paralisaram o País, reduziram drasticamente as oportunidades de trabalho e rebaixaram a situação salarial dos profissionais.

Esse foi um dos eixos do encontro nacional de jovens engenheiros, que reuniu núcleos de 13 Estados, dia 9 de agosto último, em Belém, no Pará. O evento fez parte de programação da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

A Agência Sindical entrevistou Marcellie Dessimoni, engenheira ambiental e sanitarista, que atua no núcleo de jovens engenheiros do Estado de São Paulo (SEESP) e ocupa a coordenação nacional na federação.


Foto: Lucas Queiroz/FNE
Marcellie Dessimoni em encontro naa capital paraense.

Coordenações
Começamos em 2015 com dois Estados, já temos coordenadorias em 13, podendo chegar a 18. Reunimos jovens recém-formados e também estudantes.

Trabalho
A grande preocupação hoje é com emprego. A crise leva o jovem engenheiro a disputar mercado com profissional com 20 anos ou mais de experiência. O problema é que esse profissional mais experiente se vê obrigado a rebaixar seu nível salarial.

Direitos
Além das prerrogativas pela lei que regula nossa profissão, temos as conquistas das convenções coletivas. Isso hoje está ameaçado pelas reformas já aprovadas, como a trabalhista. O jovem engenheiro também se mobiliza para garantir esses direitos e conquistas.

Sindicalização
Por orientação da FNE e em conjunto com os sindicatos filiados, tem crescido a sindicalização dos jovens. Mas não se trata apenas de ficar sócio da entidade. O jovem engenheiro quer participar, influir e atuar concretamente, inclusive no âmbito do projeto Cresce Brasil, entendido como um espaço para o debate e encaminhamento de propostas.

Inovação
A inovação tecnológica é inerente à nossa atividade. Entendemos que ela também pode ser levada para o âmbito da ação sindical, somando-se à experiência das atuais direções.

Deformas
O encontro de Belém também ajudou a mostrar os impactos negativos das reformas para o País, os trabalhadores em geral, incluindo os engenheiros. Daí, o crescente entendimento que é preciso haver participação e mobilização.

Contatos
Segundo Marcellie, a comunicação entre as coordenações nos Estados é permanente, por meio de um grupo específico no WhatsApp. “Buscamos um ambiente de diálogo e debates, mas sem disputa”, ela observa. Para contatos gerais, utiliza-se o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

* Essas e outras notícias estão no site da Agência Sindical

 

 

 

 

 

O Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP realiza sua reunião mensal no próximo sábado (19/08), das 9h às 12h, na sede do sindicato, na capital paulista (Rua Genebras, 25, Bela Vista). Para participar basta se inscrever aqui.

A atividade contará com a participação de Paulo Afonso Rabelo, especialista em mineração e superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), órgão ligado ao Ministério de Minas e Energia. Ele falará sobre as novas tecnologias da mineração e as possibilidades de diferentes modalidades da engenharia contribuírem para a área. Os estudantes de engenharia estão convidados para participarem e contribuírem com seu conhecimento.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

João Guilherme Vargas Netto*

Na capital do Pará realizou-se a Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea) em sua 74ª versão. Foi organizada pelo sistema de fiscalização profissional dos engenheiros, agrônomos, geógrafos, geólogos, técnicos e tecnólogos, profissões do campo da engenharia, e reuniu mais de 3.500 profissionais de todo o País.

Nela são apresentados estudos e informações dos vários campos de atuação profissional, e durante o evento as entidades representadas e os profissionais estabelecem entre si relações de aproximação e reconhecimento mútuo buscando seu fortalecimento. Este ano o espectro que assombrou a semana foi o das futuras eleições diretas para presidentes do Confea (nacional), dos Creas (estaduais) e da Mútua, além de conselheiros federais do sistema.

Constato, entristecido, assim como muitos dos participantes, que com sua grandiosidade a semana não tenha sido marcada pela preocupação central dos profissionais em resistir ao desmanche da engenharia nacional, das empresas e das escolas e às agressões às entidades de representação, sindicatos e associações.

A Soea não se colocou à altura dos desafios e das responsabilidades da engenharia unida nesta quadra terrível da vida nacional.

Para se aquilatar o autoisolamento imposto ao sistema profissional pelo formato do evento, basta dizer que o único político (com meu conhecimento) que se fez presente foi o deputado federal Ronaldo Lessa (PDT-AL), presidente da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, a convite da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do Crea-AL.

A Soea foi, a meu juízo, um grande elefante sem osso; flácida, perdulária e inconsequente.

Minha alegria em Belém foi poder falar para os jovens engenheiros e estudantes de engenharia mobilizados pelos núcleos jovens de 12 estados dos sindicatos filiados à FNE. Como é praxe, na semana, muitas entidades aproveitam-se da presença de seus filiados para realizar suas reuniões costumeiras.

Esse foi o caso dos jovens da FNE. O balanço que realizaram constatou um crescimento exponencial da iniciativa, com adesões apaixonadas e a real inserção dos jovens nas atividades dos sindicatos. A coordenadora nacional da FNE, Marcellie, demonstrou a todos que a chama sagrada da luta sindical e a responsabilidade militante dos jovens está acesa e enobrece a representação unitária dos engenheiros, garantindo-lhe futuro.

 


* Consultor sindical

 

 

 

 

 

Rafael Turella, formado há quatro anos em engenharia ambiental pela Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Sorocaba, é cofundador da CUBi Energia, startup brasileira que atua no segmento de monitoramente energético. Recentemente, o empreendimento alavancou R$ 400 mil por meio do edital de inovação para a indústria do Sesi/Senai/Sebrae para compor um projeto que totaliza cerca de R$ 1 milhão de reais. Tal feito foi realizado em parceria com uma grande empresa do setor automobilístico e um instituto de tecnologia americano.

Turella explica que a startup surgiu depois que desenvolveu, por alguns anos, o seu mestrado nos Estados Unidos graças ao programa “Ciência sem Fronteiras”. “Retornei ao País e iniciei uma empresa própria [a CUBI Energia]. Estamos ganhando tração e expressividade ao participar de uma aceleração do Sebrae e alavancar recursos de desenvolvimento tecnológico de grandes programas como esse”, destaca. Segundo ele, "existem muitas maneiras pelas quais os gestores ou tomadores de decisão podem melhorar seus processos e reduzir custos, algumas melhores e outras piores. O nosso trabalho é ajudar a identificar as melhores oportunidades de eficiência energética".

Radiografia
Criada em 2016, a startup oferece serviços de monitoramento de energia elétrica de baixo custo que auxiliam indústrias a capturar oportunidades de economia de energia. Durante 2017 foi eleita uma das 20 mais atrativas do setor energético pela Rockstart Energy Accelerator e participou do programa de aceleração, Startup SP promovido pelo Sebrae.

Apesar de jovens, os fundadores já acumulam bons resultados no setor energético. Em 2015 concluíram um trabalho de auditoria energética que economizou um milhão de dólares para a universidade americana com a qual tinham vínculo. Foram os resultados positivos deste trabalho que levaram os quatro sócios a retornar ao Brasil para empreender.

O investimento de subvenção feito pelo Sesi/Senai/Sebrae será utilizado nos próximos doze meses no desenvolvimento e aprimoramento do hardware e software proprietários que compõem o produto da startup. Esse recurso faz parte de um orçamento de 54 milhões de reais disponibilizados para apoiar projetos com o objetivo de impulsionar a competitividade da indústria brasileira.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Unesp de Notícias

 

 

 

 

 

Como profissão do desenvolvimento por excelência, a engenharia é fortemente afetada em momentos de crise, como o atual. A conjuntura tem ampliado o desafio de jovens e futuros profissionais na busca de seu primeiro estágio ou emprego na área. Um dos grandes contratantes, o setor de construção civil, por exemplo, somente em junho último contratou 26.625 trabalhadores e demitiu 31.789 em São Paulo, variação negativa aproximada de 5,1%.

Nos últimos 12 meses, esse percentual é ainda superior: -13,13%. O quadro nacional não é muito diferente
(-11,36%). Os dados são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego (Caged-MTE). A situação se repete em outros segmentos. A boa notícia, publicada no jornal Folha de S. Paulo em 20 de julho, é que a construção pesada, ao menos em São Paulo, parou de demitir, mas ainda levará algum tempo para se recuperar, diante da perda de 12,5% de seus postos de trabalho no último ano.

Uma saída seria retomar as 5 mil obras de infraestrutura paralisadas no País, o que tem sido defendido pelo SEESP e Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). Essa é também a visão do estudante de Engenharia Mecânica da Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU) Gilberto Carneiro da Silva. Apreensivo com o futuro, mas otimista, ele observa: “A qualquer momento, a economia vai aquecer novamente. É quando a engenharia vai se destacar. São muitas obras paradas e infraestrutura que precisa ser retomada.” 

 Valorização profissional em xeque

“O maior medo é não conseguir valorização plena, já que a crise tem levado muitos profissionais a aceitarem salários menores do que o piso (estipulado pela Lei 4.950-A/66 em nove salários mínimos vigentes no País para jornada diária de oito horas)”, aponta Gabriel Arthur Casemiro Matos, estudante de Engenharia Civil da Universidade Estácio de Sá, que revela estar “há muito tempo procurando estágio”. Recém-formado na modalidade e em busca de trabalho, Fabrício Campos Rebouças faz coro ao futuro colega de profissão e indigna-se: “O curso é difícil e desafiador, não podemos nos submeter a ganhar abaixo do mínimo que foi conquistado com tantos anos de luta. O mercado vai melhorar, temos que nos manter firmes.”

Estudante de Engenharia Civil na Universidade Nove de Julho (Uninove) e trabalhando como auxiliar de escritório, Gleybson Lopes Rocha aponta um dos grandes problemas enfrentados: “A crise fez com que muita gente ficasse desempregada, e o pessoal ou aceita trabalhar pelo valor que será oferecido ou vai passar fome.”

 

Caminhos a seguir

A despeito disso, acredita que essa situação será superada. “O Brasil tem um grande déficit, praticamente não temos estradas de boa qualidade e essa é uma área em que podemos atuar. Outra é em pequenas reformas. Temos que levar informação à sociedade de que contratando um engenheiro será mais fácil e econômico”, destaca. Trabalhando há três anos como orçamentista de obras, o também estudante de Engenharia Civil da Uninove indica o setor de gestão e engenharia de custos como outra alternativa aos jovens profissionais. “A área que eu trabalho é reforma de alto padrão, um ramo que a crise não abalou tanto. Com o conhecimento que adquiri, quero ser consultor no segmento, e a perspectiva é boa”, afirma.

Estagiária no Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP, a estudante do último semestre de Engenharia Mecânica da Uninove Jéssica Trindade, por sua vez, aposta em mais oportunidades na área de produção, muito ampla. Portanto, planeja pós nesse segmento ou na modalidade ambiental. Ela vivenciou a crise em seu primeiro estágio na área de projetos em empresa de metalurgia de médio porte, quando viu o quadro funcional ser reduzido de 300 para 100 trabalhadores. Trindade conseguiu a atual colocação por meio de indicação. “É importante o jovem manter um networking.”

Rebouças reforça o apoio do SEESP, ao colocar à disposição o Núcleo Jovem, sob coordenação da jovem engenheira sanitarista e ambiental Marcellie Dessimoni. Ainda na sua concepção, o mercado está “muito exigente”, o que piora no momento de crise. O estudante de Engenharia Civil da Uninove Carlos Henrique Santos Alves recorreu ao sindicato e recomenda: “Fiz coaching de carreira no Departamento de Oportunidades e Desenvolvimento e valeu muito a pena.”

Para Lucy Anne de Omena Evangelista, estudante do sexto semestre de Engenharia de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), é preciso apresentar diferencial. “Acredito que minha formação, que permite identificar dificuldades e pensar novas soluções, oferece isso”, entusiasma-se.

Apesar de compartilhar da insegurança de quem está prestes a ingressar no mercado de trabalho, a angolana Evalina César Cassule, que veio ao Brasil cursar engenharia ambiental, acredita que é necessário outro olhar. “Sou estrangeira, estou sozinha, ou me viro ou me viro”, brinca ela, que acabou de se formar. Nessa situação, considera que não se pode ficar preso ao argumento da crise: “A vida é um barco, devemos entrar nele e remar.”

 

Por Soraya Misleh

De 9 a 10 de agosto, cerca de 7 mil visitantes devem passar pela 27ª edição do Workshop Integrativo (WI), feira de recrutamento promovida pela empresa júnior de engenharia, Poli Júnior, da Escola Politécnica, da Universidade de São Paulo (Poli-USP). Empresas como o Grupo Boticário, Ambev, Votorantim, Embraer e Itaú apresentarão seus programas de estágio e trainee. Aproximadamente 60 instituições devem participar.

O evento ocorre anualmente e é voltado a universitários. A programação conta com palestras e oficinas de empresas do mercado financeiro, de consultoria estratégica, de engenharia, startups, entre outras. Além disso, ocorrerá o Recruta WI, uma simulação de processo seletivo feita por uma consultoria de recursos humanos. Para participar, é preciso se inscrever antecipadamente pela internet.

“Muitas vezes, a feira é o primeiro contato que o aluno tem com os programas de estágio e trainee disponíveis no mercado de trabalho”, afirma Lucas Vieira, um dos organizadores do evento. “É uma ótima oportunidade para começar a decidir o próprio futuro.”

A entrada é gratuita, mas é necessário inscrição prévia, que pode ser feita através do site da feira. O evento ocorre das 9 às 19 horas, ao lado do prédio da Administração Central da Poli, na Av. Professor Luciano Guaberto, na Cidade Universitária, em São Paulo.

 

Do Jornal da USP
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Até o dia 31 de julho próximo estão abertas as inscrições para o concurso público da Universidade Estadual Paulista (Unesp), de Registro, para professor substituto do curso de Engenharia Agronômica, nas disciplinas Topografia e Topografia I. A atuação é para o segundo semestre letivo de 2017 e pelo prazo máximo de cinco meses. Mais informações a respeito em https://goo.gl/Qhkm4V.


Informação da assessoria de comunicação e imprensa da Unesp
Comunicação SEESP

 

 

 

 

A VLI, empresa de soluções logísticas que integram ferrovias, portos e terminais, prorrogou as inscrições para 3 de agosto do processo seletivo para o programa Trainee VLI 2018. Seleção é voltada para graduados em engenharia.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.99jobs.com/vli. Os aprovados no processo seletivo da empresa farão parte de um time de mais de sete mil pessoas distribuídas por dez Estados e o Distrito Federal.

Para participar, é preciso ter graduação concluída entre dezembro de 2015 e dezembro de 2017, conhecimentos avançados em inglês e informática, além de disponibilidade para mudanças. Os selecionados atuarão em áreas de planejamento, manutenção e operação que englobam as operações ferroviárias, portuárias e de terminais da empresa. Todas as oportunidades da VLI se aplicam aos profissionais com deficiência.

Os cursos que podem participar são os de engenharia nas modalidades: produção, mecânica, processos, minas, transporte, eletrônica, elétrica, civil, metalúrgica, materiais, eletroeletrônica, eletromecânica, controle e automação, telecomunicações, energia, química, ambiental, mecatrônica e ferroviária.

O processo seletivo é composto pelas etapas de inscrição, testes online, workshop de desenvolvimento e entrevistas, teste oral de inglês, painel com executivos da VLI e, por fim, encontro com o diretor-presidente da empresa.

A VLI oferece salário, além de benefícios como vale-refeição, vale-alimentação, participação nos lucros, assistência-médica e odontológica, seguro de vida e previdência privada.

 

Informação e foto da home da VLI
Comunicação SEESP

 

 

 

 

A Toro Rosso, equipe italiana de Fórmula-1 comandada pela Red Bull, abriu seleção para trainees na área de engenharia da escuderia, em Faenza, na Itália. A inscrição, por meio do site da empresa de seleção italiana Gi Group, pode ser feita até 25 de agosto próximo. O programa é global e os brasileiros que se inscreverem vão disputar a vaga com graduados de outros países.

Focado em estudantes e formados nas áreas de engenharia mecânica, automotiva e aeroespacial, o programa de treinamento deve levar os participantes para trabalhar nas áreas técnica e industrial da fábrica italiana. O treinamento deve promover especialização nas áreas de produção, eletrônica, eletrotécnica, design mecânico e composto, pesquisa e desenvolvimento (P&D), dinâmica de fluídos computacional (CFD), desempenho de veículos, gerenciamento de material composto, gestão de projetos, planejamento de produção e compras.

A duração do programa de trainee é de seis meses, com possibilidade de extensão de mais seis meses. Além de lições teóricas, os participantes também terão atividades práticas. A Toro Rosso oferece remuneração, mas deslocamento e moradia ficam por conta dos participantes. É necessário, além de ser estudante ou graduado nas áreas específicas, conhecimento de inglês e domínio de informática, além de "capacidade de trabalhar em equipe e em ambiente dinâmico, ser pró-ativo, flexível e ter paixão por automobilismo e carros de competição".

A Gi Group informa que, em 2016, 20 dos 28 participantes do programa de trainee da Toro Rosso foram contratados pela equipe.

 

Notícia do site do Zero Hora, de 19/07/2017
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Trabalhando na integração de estudantes e recém-formados ao mundo sindical, o Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP se reuniu no último sábado (15/7), na sede do sindicato, na capital paulista.

Na ocasião, a coordenadora do Núcleo, Marcellie Dessimoni, introduziu a segunda etapa do projeto "Cresce Brasil – Itaim Paulista", que organizará um ciclo educativo de sustentabilidade. Os participantes formaram grupos para debater propostas de atividades, que devem acontecer no próximo ano.

O engenheiro e consultor em Building Information Model (BIM), Renan Galvão, 23, palestrou sobre a importância dessa tecnologia à engenharia. Galvão, que atua numa startup de construção de casas pré-fabricadas, enfatizou a utilização da plataforma BIM no ciclo de vida da construção, incluindo projetos, processos construtivos e fases de instalação. Toda informação necessária ao planejamento de uma obra, desde validação até execução, pode ser feita por meio sistema, segundo explicou o jovem engenheiro.


O encontro ainda teve a presença da arquiteta e coordenadora técnica de cursos de extensão do Instituto Superior de Tecnologia e Inovação (Isitec), Meire Garcia, falando da contribuição do SEESP à engenharia com a criação da instituição de ensino.

O Isitec, que foi pioneiro na graduação de Engenharia de Inovação no País, também oferece cursos de extensão e pós-graduação na área de plataforma BIM.

 

Fotos: Beatriz Arruda
JovemEng BIM1 150717
Reunião do último sábado (15/7) fez parte de agenda mensal de atividades do núcleo jovem.

 

 

JovemEng BIM2 150717
Renan Galvão, em palestra sobre a plataforma BIM.

 

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações do Núcleo Jovem Engenheiro 

 

 

 

“Uma estratégia de pensar o futuro e valorizar a profissão.” Assim a engenheira ambiental e sanitarista Marcellie Dessimoni define a importância do Núcleo Jovem Engenheiro da FNE, o qual coordena. A iniciativa lançada em 2015 tem a proposta de garantir, junto aos 18 sindicatos estaduais filiados à federação, espaço qualificado para aproximar recém-formados e estudantes da luta sindical da categoria e do debate sobre a retomada do crescimento rumo ao desenvolvimento sustentável do País.

Durante a 74ª Semana Oficial de Engenharia e Agronomia, em Belém (PA), que acontece em agosto, realizará reunião com estudantes e recém-formados de todo o Brasil para organizar o primeiro Encontro Nacional de Jovens Engenheiros da FNE. Até o momento, 13 Senges implantaram, estão iniciando seus núcleos ou já os incluíram em seus planos de ação (confira abaixo). “A federação tem dado as diretrizes, mas cada estado tem suas especificidades,” explica Dessimoni.

Entre os objetivos, segundo ela, está levar aos jovens informações sobre a importância e responsabilidades da engenharia para a sociedade e o profissional. “Tenho visto em alguns estados ações relevantes de envolvimento de estudantes e recém-formados. Há também um intercâmbio geracional, com profissionais experientes interagindo com a juventude na realização de projetos que tragam melhoria à qualidade de vida”, conta. A coordenadora na FNE – que também está à frente do Núcleo Jovem Engenheiro do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) – exemplifica: “Em alguns estados como Acre e Goiás tem havido atuação direta junto às universidades, com jornadas esportivas, eventos científicos em que são apresentados trabalhos, artigos, projetos. Isso estimula os alunos da área tecnológica a proporem soluções aos desafios enfrentados pela sociedade. No Ceará também se começou a trabalhar com esse viés. No Amazonas, ainda, tem sido feito um trabalho importante com parcerias.” Em São Paulo, de acordo com ela, a opção foi por “ir a campo, fazer com que a juventude conheça a área urbana, a realidade e seus desafios”. Assim nasceu o “Cresce Brasil – Itaim Paulista” – fruto de visitas ao bairro no extremo leste da capital do estado e da interação com a situação vivida pela população local, que sofre há décadas com enchentes durante as chuvas de verão. Inserida no projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” – lançado pela FNE em 2006 e atualizado desde então –, a iniciativa deu origem a uma publicação lançada em agosto do ano passado. Como continuidade, terá início em agosto um ciclo educativo de sustentabilidade ambiental em um estabelecimento de ensino da região atingida por alagamentos. “Vamos fazer oficinas, trazer parceiros com o intuito de fazer com que aquela escola se torne um modelo de sustentabilidade. A última atividade será uma feira no primeiro semestre de 2018”, salienta. Em outros estados, segundo Dessimoni, os núcleos jovens vêm realizando, em parceria com universidades, visitas técnicas. É o caso do Acre, à Fundação de Tecnologia do Estado (Funtac), ao Instituto de Mudanças Climáticas local, bem como às usinas hidrelétricas de Santo Antônio-Porto Velho (RO) e solar fotovoltaica de Cobija, na Bolívia.

Na sua concepção, essa é a “ponta do iceberg da ‘Engenharia Unida’” – referência ao movimento lançado pela FNE que chama a articulação da área tecnológica ao enfrentamento da crise atual no País. Para ela, “não há como pensar nisso sem contemplar a universidade, atualizar e informar seus estudantes sobre esse grande projeto da federação. É uma contribuição importante do núcleo”.

Ademais, em todos os estados, têm sido organizadas palestras e eventos em instituições de ensino sobre o que é o sindicato dos engenheiros, qual a sua importância e ações. “A proposta é desmistificar ideias equivocadas e generalizações sobre as organizações dos trabalhadores. Tenho percebido que essa consciência está se tornando algo mais palpável. Os estudantes conseguem compreen­der. Antes, enxergavam como algo muito distante de sua realidade. Quando o sindicato mostra a cara, os trabalhos e debates em que está envolvido, inclusive à valorização da profissão, eles mudam a visão”, constata a coordenadora junto à FNE. Ela aproveita para destacar: há uma preocupação em demonstrar aos jovens que desde o piso salarial até o 13º e as férias são conquistas que levaram “tempo, suor, lágrimas e sangue”. “A juventude precisa ser lembrada disso. E para garantir que o resultado dessas lutas intensas não se perca, precisa continuar e se mobilizar, já que hoje, com propostas de reformas, como a trabalhista, essas conquistas estão ameaçadas. Se permitirmos, voltaremos a viver basicamente como as gerações passadas, sem nenhuma condição que nos assegure e a nossos direitos enquanto trabalhadores”, alerta.

Aproximação e formação
Para o engenheiro químico Noé Rafael da Silva, coordenador do Núcleo Jovem Engenheiro de Mato Grosso, em implantação, essa aproximação é fundamental. “É nessa fase que os estudantes vão conhecer a política sindical, bem como participar do planejamento das políticas públicas nos diversos órgãos do estado.” Ele revela a primeira ação a ser conduzida logo após o lançamento em Cuiabá: fazer uma palestra no centro acadêmico da universidade federal para explicar os objetivos do núcleo. No Ceará, como detalha o coordenador do núcleo, o estudante de Engenharia Civil na Faculdade Faria de Brito Kayubi Mota de Souza, a metodologia para aproximar o sindicato local dos alunos tem sido participar de semanas de engenharia e apoiar pesquisas científicas.

Para o engenheiro eletricista Diego MizetteOliz, diretor de negociações coletivas do Senge-RS, responsável por organizar a implantação do núcleo junto ao sindicato gaúcho, é preciso pensar na renovação, na inserção da inovação junto à experiência. Saulo Pereira de Souza, coordenador desse espaço no Amazonas, aponta como principal iniciativa nessa direção “o trabalho de formação de novas lideranças na engenharia, através de um curso com ementa elaborada por engenheiros sêniores e recém-formados”. Além disso, destaca a extensa programação de oficinas, workshops, cursos, além da participação em semanas de engenharia.

No Acre, entre as próximas ações, está prevista a criação de programa de aulas de reforço nas áreas de exatas, em parceria com a Prefeitura Municipal de Rio Branco, na busca por solucionar o grave problema de evasão no primeiro ano de graduação em engenharia. Também estão programados minicursos, palestras, novas visitas técnicas, além de contribuições ao desenvolvimento de semanas acadêmicas e incentivo à pesquisa via iniciações científicas. Um programa de estágio profissionalizante aos formandos também está entre as pretensões do Núcleo Jovem Engenheiro do Acre. “Esse trabalho tem extrema importância, pois existe a necessidade de renovação das lutas sindicais e dos engenheiros. Temos ciência que o novo se cria com a intersecção da sabedoria alcançada pelos fundadores e lutadores que estão até hoje contribuindo com a iniciativa e a proatividade dos novos que estão entrando. É necessário que o engenheiro tenha em mente que existe um sindicato que o defende e que é obrigação dele fazer parte e lutar. Com o apoio da FNE, o Senge-AC tem trabalhado para que os nossos direitos não sejam extintos e que novos sejam conquistados. Como atual coordenadora do núcleo e participante desse movimento desde sua criação, posso dizer que aprendi e aprendo a cada dia e anseio novas participações em todo movimento que for em prol da categoria”, enfatiza a estudante de Engenharia Elétrica na Universidade Federal do Acre (UFC) Taynara Bastos, à frente do trabalho junto à juventude no estado.

No Maranhão, o também estudante de Engenharia Elétrica na universidade federal local (UFMA), Felipe da Silva Raposo é o coordenador do núcleo. Ele destaca ações em instituições de ensino superior, como debates, workshops e palestras. “Temos a função de abrir as discussões e unir os alunos.” Assim, vislumbra ele, manterão a coesão após formados, em prol da sociedade e do País. Dessimoni assinala que uma parceria natural é entre os núcleos jovens e o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), mantido pelo Seesp com o apoio da FNE.

“É muito importante trazer o público jovem para dentro do Senge, mobilizá-los enquanto engenheiros e cidadãos”, conclui o estudante do último ano de Engenharia Civil na Uniasselvi Jean Hening, que coordena o núcleo junto ao sindicato de Santa Catarina.

Mercado de trabalho
Outra relevante ação é dar suporte ao desafio de começar a carreira e ingressar no mercado de trabalho. “Cada estado tem sua forma de encaminhar o jovem e dar orientação profissional, por exemplo sobre como montar um currículo competitivo. Alguns possuem parcerias com empresas que inclusive divulgam vagas no site da entidade. Em São Paulo, compartilhamos possibilidades de estágios atuando em conjunto com o Departamento de Oportunidades e Desenvolvimento Profissional, temos o serviço de coaching de carreira com uma psicóloga especialista, assim como análise de currículo e simulação de entrevista”, relata Dessimoni.

Em Roraima, uma das pretensões do recém-implantado núcleo, segundo a coordenadora, engenheira civil Lilian Carla de Souza Cruz, é “montar um banco de empregos para profissionais e estudantes (estágios), bem como elaborar um processo de orientação em relação à legislação”. No Ceará, entre as próximas ações, está prevista a iniciativa “Orientando carreiras”, cujo objetivo é reunir grandes empresas brasileiras e estrangeiras para exporem como é o trabalho dentro das corporações, apresentar oportunidades e processos seletivos para estágios. Também Goiás, cujo coordenador é o engenheiro sanitarista e ambiental AquilaLevindo, está com projetos nesse sentido. Entre eles, o “Quase engenheiros: primeiros passos para o mercado de trabalho”, para suporte ao desenvolvimento profissional e elaboração de currículos; e o “Quase engenheiro e agora?”, para auxiliar o estudante no planejamento de sua carreira.

Núcleos no Brasil

Acre
Coordenação: Taynara Bastos Trindade
Jovens associados: Aproximadamente 1.500
Criação: Outubro de 2015
Contato: (68) 9239-7823 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Amazonas
Coordenação: Saulo Pereira de Souza
Jovens associados: 423 – Criação: Janeiro de 2016
Contato: (92) 99304-5291

Ceará
Coordenação: Kayuby Mota de Sousa
Jovens associados: 200 – Criação: Abril de 2017
Contato: (88) 99945-2776 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Distrito Federal
Em planejamento após próxima eleição de diretoria em agosto de 2017
Contato: Pedro Ivo, (61) 99985-8250

Goiás
Coordenação: AquilaLevindo
Jovens associados: 18
Criação: 2015
Contato: (62) 8228-1586 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Maranhão
Coordenação: Felipe Raposo
Jovens associados: Aproximadamente 30
Criação: Setembro de 2016
Contato: (98) 99130-6869

Mato Grosso
Coordenação: Noé Rafael da Silva
Em implantação – previsão: início do segundo semestre de 2017
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Pará
Responsável: Eugênia Von Paumgartten, presidente do Senge
Em implantação
Contato: (91) 99146-8878 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Piauí
Responsável: Antonio Florentino, presidente do Senge
Em implantação – previsão: segundo semestre de 2017
Contato: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Rio Grande do Sul
Em planejamento após próxima eleição de diretoria no segundo semestre de 2017
Contato: Diego MizetteOliz, (51) 3230-1605 / 99684-7874 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Roraima
Coordenação: Lilian Carla de Souza Cruz Silva
Em implantação desde junho de 2017
Contato: (95) 98103-6553

Santa Catarina
Coordenação: Jean Hening
Criação: 2016
Contato: (47) 98908-5756

São Paulo
Coordenação: Marcellie Dessimoni
Jovens associados: 3.841
Criação: 2015
Contato: (11) 99783-9292 ou Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

* Interessados em participar ou obter mais informações sobre as ações e organização em outros estados podem contatar o Núcleo Jovem Engenheiro da FNE pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou whatsapp (11) 99783-9292.

 

Matéria publicada no jornal Engenheiro, da FNE, Edição 182, de julho de 2017
Texto de Soraya Misleh
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

O Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP, dando continuidade as suas ações, realizará, no próximo sábado (15/07), das 9h às 12h, reunião sobre o Ciclo Educativo de Sustentabilidade, que é a segunda etapa do Projeto Cresce Brasil- Itaim paulista. Na oportunidade, serão debatidos os problemas encontrados no bairro paulistano e as metodologias que deverão ser adotadas no evento que deverá acontecer em uma escola estadual situado na região que sofre com constantes alagamentos.
 
A atividade dará prosseguimento ao “Círculo do Diálogo”, desta vez com o tema "Plataforma Building Information Modeling (BIM) e sua importância para a engenharia", a cargo da jovem profissional da área, a engenheiro civil Renan Galvão.
 
As inscrições para participar vão até esta sexta-feira (14/07). O link para inscrição é https://goo.gl/forms/62asnimCGzwIH6sM2. A atividade será na sede do sindicato, na capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista).                                                                          
 
 
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 

Estão abertas as inscrições do concurso para professor-doutor no Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação da Universidade de São Paulo (ICMC/USP) em São Carlos. O docente atuará na área de matemática e estatística aplicadas à indústria. 

O candidato aprovado será nomeado em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa, com salário inicial de R$ 10.670,76, além de assistência médica, auxílios alimentação e refeição.

As inscrições devem ser realizadas exclusivamente via internet até as 17 horas do dia 4 de setembro próximo (horário oficial de Brasília) por meio deste linkhttps://uspdigital.usp.br/gr/admissao. Para obter mais detalhes sobre prazos, provas e documentações, acesse o edital completo: www.icmc.usp.br/e/4ea19.
 
 
Comunicação SEESP
Informação da Assessoria de Comunicação do ICMC/USP
 
 
 
 
 
 

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