GRCS

Criado em 21 de setembro de 1934, o SEESP é hoje uma grande entidade. Com uma base de representação de mais de 200 mil profissionais e com mais de 50 mil associados, está presente em todo o estado por meio de 25 delegacias sindicais, além da sede na capital. Representa coletivamente a categoria, oferece um amplo leque de serviços aos seus filiados e tem importante inserção nos debates das grandes questões nacionais.

Atualmente, sindicato participa do movimento Engenharia Unida, lançado em março último pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). O propósito da ação é formar uma ampla coalizão unindo os engenheiros e demais profissionais da área tecnológica, por meio dos sindicatos, associações representativas, conselhos profissionais, universidades, empresas e entidades patronais. A ideia é que essa aliança possa oferecer saídas às dificuldades enfrentadas pelo País na atualidade e contribuir com o permanente avanço no futuro. A bandeira principal desse movimento é a retomada do desenvolvimento socioeconômico, contando com a imprescindível valorização da engenharia e dos seus profissionais.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Murilo 600 SET2016 
"Continuaremos a escrever a nossa história com garra e dedicação", garante Pinheiro.
 

Nossa história
O caminho até esse protagonismo no movimento sindical brasileiro, começou a ser percorrido há 82 anos, quando 12 destacados nomes da engenharia paulista se reuniram numa sala da Rua Líbero Badaró. Lá, tomaram a decisão de criar uma entidade que representasse todos os profissionais paulistas e fundaram o SEESP. A partir do Movimento de Renovação, nos anos 1980, o sindicato engrossou, com outros setores, a luta pelo fim da ditadura. Mais recentemente, nos anos 2000, teve início uma nova etapa da nossa história, com o engajamento no debate e a busca de saídas à estagnação. O primeiro ponto a ser destacado nessa trajetória é o fortalecimento da atuação do sindicato na defesa dos direitos dos engenheiros e na luta por novas conquistas. 

Representando os profissionais nas negociações coletivas feitas com inúmeras empresas e organizações patronais, dos mais diversos ramos econômicos, nos setores público e privado, o SEESP vem, ano após ano, garantindo avanços em benefício da categoria. Tem sido ainda pauta constante de luta a defesa do piso da categoria previsto na Lei 4.950-A/66, estipulado em nove salários mínimos vigentes no País para jornada diária de oito horas, além de um plano de carreira que propicie a valorização permanente do profissional, condições de trabalho adequadas e acesso à qualificação constante. 

Cresce Brasil e Isitec
Para além dessas ações, o SEESP tem como agenda o debate acerca do desenvolvimento nacional e a busca de alternativas para o avanço do País. Vertente que se vê no engajamento no projeto "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento", lançado em 2006 pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). Na fase atual, a iniciativa está voltada à discussão dos problemas das cidades brasileiras, oferecendo propostas factíveis e sérias para solucioná-los com a boa técnica. 

O sindicato criou e mantém o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), credenciado pelo Ministério da Educação em 2013 para oferecer o primeiro curso de Engenharia de Inovação do Brasil. 

“Como se vê, são 82 anos muitíssimo bem vividos. Obviamente, cada uma dessas conquistas foi antecedida de desafios e obstáculos que precisaram ser vencidos. Continuaremos a escrever essa história com garra e dedicação”, salienta o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro.

 

 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Informações Soraya Misleh
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 

Aproximadamente mil pessoas prestigiaram o evento em comemoração ao Dia do Engenheiro, em 11 de dezembro, no Teatro Maksoud Plaza, em São Paulo. Além da entrega do já tradicional prêmio Personalidade da Tecnologia aos destaques do ano em suas áreas de atuação – em sua 28ª edição –, em 2014, a categoria teve um motivo a mais para festejar: na data, encerraram-se as celebrações dos 80 anos do SEESP, completados em 21 de setembro último.


Foto: Beatriz Arruda
Dia Engenheiro 2014 1 
Entrega do prêmio Personalidade da Tecnologia encerrou as comemorações aos 80 anos do SEESP.
Mais fotos da solenidade aqui
 


O ano marcou ainda os 50 anos da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), ao qual o sindicato paulista é filiado, o que também foi lembrado durante a solenidade na Capital. Entre os presentes, associados à entidade, seus dirigentes e ex-presidentes, bem como os do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), dos Senges de todo o País, da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU) e de federações filiadas a essa última, entre elas a FNE. Além de diversas autoridades, entre as quais o secretário estadual dos Transportes Metropolitanos de São Paulo, Jurandir Fernandes; os deputados estadual Itamar Borges (PMDB/SP) e federal Arnaldo Jardim (PPS/SP) e o prefeito do município de Pompéia, Oscar Norio Yasuda. Na oportunidade, foi também lançado o estudo “Perfil ocupacional dos profissionais de engenharia no Estado de São Paulo”, elaborado pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) por solicitação do SEESP. Tal análise demonstra, como destacou o presidente do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, “a expansão de 80% do mercado de trabalho formal do engenheiro entre 2003 e 2013”. Aponta ainda incremento na participação feminina e diminuição da desigualdade salarial entre os gêneros (confira pesquisa na íntegra em http://goo.gl/eBXmwf). Ao encerramento da solenidade, os presentes foram brindados com o show Gigante Gentil, do cantor Erasmo Carlos.

Destaques do ano
O coordenador do Conselho Tecnológico do sindicato, José Roberto Cardoso, frisou no ensejo: “Neste ano em particular, em que completamos 80 anos do SEESP e a engenharia foi considerada a profissão do milênio, para nós se reveste de suma importância a indicação das pessoas agraciadas como Personalidades da Tecnologia.” Ele explicou que a escolha dos nomes é feita anualmente com base numa consulta ampla de membros do Conselho Tecnológico (CT), constituído de aproximadamente 200 pessoas. As áreas definidas são as consideradas estratégicas para o País no momento, com a premiação daqueles que se destacaram em cada uma. Assim, foram agraciados em 2014: Alberto Issamu Honda (na categoria Educação), Roberto Pereira D´Araújo (Energia), Demi Getschko (Internet), Luciano Galvão Coutinho (Reindustrialização), Fernando Santos-Reis (Reúso da água, representado no evento por Newton Lima Azevedo) e Aldo Rebelo (Valorização profissional) (confira a trajetória profissional de cada um deles na página ao lado).

Ao receber o prêmio, Honda destacou o trabalho feito pelo criador da Jacto, Shunji Nishimura, e posteriormente da fundação educacional que recebe seu nome. “Uma das principais características é a busca incessante por inovação e parcerias. Em 2015, teremos a 11ª turma no curso superior na área de agricultura na Fatec (Faculdade de Tecnologia) Shunji Nishimura, em Pompéia. Vamos manter vivos os ideais de seus fundadores, com o compromisso de contribuir com a grandeza deste país.”

Já D´Araújo se disse surpreso e honrado com a escolha de seu nome. Crítico do modelo do setor elétrico, ele aproveitou para informar sobre suas consequências, entre as quais a elevação extraordinária dos preços de energia. 

Luciano Coutinho agradeceu a homenagem “em função da defesa da industrialização brasileira” e apresentou desafios para tanto, como a concorrência internacional acirrada. Fazer frente a isso, afirmou, requer “discernimento político e esforço do empresariado para avançar na competitividade, bem como tecnologia, qualificação profissional para um salto na produtividade e evolução no sistema tributário”.

Demi Getschko observou que “a internet certamente é obra da engenharia e vive momento interessante”. Para ele, que é considerado o responsável por introduzi-la em âmbito nacional, o Brasil pode se orgulhar de sua posição na área, tendo aprovado recentemente o marco civil e sendo, assim, “talvez o único país que garanta em legislação proteção à rede”. Getschko concluiu: “É preciso continuar batalhando, uma lei de proteção à privacidade viria muito a calhar, torço para que isso passe.”

Representando Fernando Santos-Reis, o vice-presidente da Odebrecht Ambiental, Newton Lima Azevedo enfatizou no ensejo a importância de haver gestão integrada dos recursos hídricos e do reúso como “insumo superimportante”, sobretudo diante da atual escassez de água. Nesse sentido, citou o projeto Aquapolo, que rendeu ao agraciado o prêmio, como “o início dessa nova gestão no Brasil”. Santos-Reis enviou um vídeo em que agradeceu a homenagem.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, remontou à origem da profissão para salientar sua importância. E foi categórico: “Se o Brasil quiser continuar sonhando, ser um país justo e equilibrado, vai precisar cada vez mais de sua engenharia, que viveu momentos difíceis e voltou a ser valorizada. Muito obrigado pelo que tem feito a engenharia brasileira ao desenvolvimento do País. Vamos submetê-la a mais esse teste, com as Olimpíadas em 2016, e não tenho dúvidas que será aprovada com louvor.”

Personalidades da Tecnologia 2014

HondaEducação
Alberto Issamu Honda
Engenheiro agrônomo formado pela Escola Superior de Agricultura “Luiz de Queiroz” da Universidade de São Paulo (Esalq-USP) em 1973, com pós-graduação em Gestão Estratégica pela Fundação de Ensino Eurípedes Soares da Rocha em 2001. Iniciou sua vida profissional na área de pesquisas agronômicas, no Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento de Máquinas Agrícolas Jacto, assumindo, na sequência, a Gerência do Departamento de Marketing da mesma empresa. Em 2007, foi convidado a trabalhar na Fundação Shunji Nishimura de Tecnologia (FSNT), braço social da Jacto. Contribuiu na implantação da Escola Senai Shunji Nishimura e da Faculdade de Tecnologia de Pompéia – Fatec Shunji Nishimura, com o inédito curso “Mecanização em agricultura de precisão”, ambas em parceria com a Prefeitura Municipal de Pompéia e a FSNT. Ocupa hoje o cargo de superintendente da fundação.




RobertoEnergia
Roberto Pereira D’ Araújo
Engenheiro eletricista formado pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-RJ) e M.Sc. em Engenharia de Sistemas e Controles pela mesma instituição.
Pós-graduado em Power Systems Operation & Planning pela Waterloo University – Canadá. Ocupou diversos cargos na área, aposentando-se em 1997. Foi diretor do Instituto de Desenvolvimento Estratégico do Setor Elétrico (Ilumina) e professor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-graduação e Pesquisa de Engenharia da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ) e da Escola de Políticas Públicas e Governo do Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro (Iuperj) da Universidade Candido Mendes.  Autor e coautor dos livros “Setor elétrico brasileiro – Uma aventura mercantil”, “O Brasil à luz do apagão”, “A reconstrução do setor elétrico brasileiro”, “Colunistas Canal Energia”. Consultor em energia elétrica.




DemiInternet
Demi Getschko
Engenheiro eletricista formado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) em 1975, com mestrado e doutorado em Engenharia pela mesma instituição, na qual foi ainda docente. Trabalhou no Centro de Computação Eletrônica da USP (1971-1985) e no Centro de Processamento de Dados da Fundação de Amparo à Pesquisa de São Paulo (Fapesp) de 1986 a 1996, período em que foi coordenador de operações da Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) e participou do esforço da implantação de redes no País. Foi diretor de Tecnologia da Agência Estado de 1996 a 2005. Foi vice-presidente de Tecnologia do IG entre 2000 e 2001. É professor associado da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. Em abril de 2014 foi eleito o primeiro brasileiro a figurar no Hall da Fama da Internet para a categoria “Conectores globais”, por seu papel chave no estabelecimento da primeira conexão de internet no Brasil, em 1991.




Luciano CoutinhoReindustrialização
Luciano Galvão Coutinho
Economista formado pela Universidade de São Paulo (USP), mestre e doutor nessa área pela Universidade de Cornell (EUA). Professor convidado licenciado da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), foi docente visitante nas Universidades de Paris XIII, do Texas, do Instituto Ortega y Gasset e da USP. Escreveu e foi organizador de vários livros, além de ter extensa produção de artigos, publicados no Brasil e no exterior. Entre 1985 e 1988, foi secretário executivo do Ministério de Ciência e Tecnologia. Em 1994, coordenou o Estudo de Competitividade da Indústria Brasileira.  Até assumir a presidência do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), atuou como consultor-especialista em defesa da concorrência, comércio internacional, projeções macroeconômicas e de mercado. Em 2013, recebeu o prêmio Person of the Year 2013, concedido pela Brazilian American Chamber of Commerce.




FernandoReúso da água
Fernando Santos-Reis

Engenheiro civil e com MBA, é CEO da Odebrecht Ambiental desde janeiro de 2008. Iniciou sua carreira em 1984, tendo atuado em obras por todo o Brasil. Em 1989, assumiu a Gerência de Projetos de diversas obras no exterior, nas quais adquiriu larga experiência no desenvolvimento, estruturação, financiamento e implementação de projetos de infraestrutura de grande porte. No início dos anos 2000, tornou-se CEO de algumas operações da Odebrecht em outros países, tais como Equador e Panamá. Retornou ao Brasil em 2006 para liderar a Odebrecht Investimentos em Infraestrutura (OII), empresa responsável pelos investimentos do grupo nessa área. No final de 2007, a OII foi dividida em três companhias: Odebrecht Realizações Imobiliárias, Odebrecht Oil & Gas e Odebrecht Ambiental.




AldoValorização profissional
Aldo Rebelo
Ministro do Esporte do Governo Dilma desde outubro de 2011, começou sua vida pública em 1980, quando foi eleito presidente da União Nacional dos Estudantes (UNE). Em 1984, fundou a União da Juventude Socialista (UJS) e se tornou primeiro coordenador nacional da instituição. Filiado ao Partido Comunista do Brasil (PCdoB) desde 1977, iniciou sua carreira política como vereador de São Paulo em 1989. Foi eleito seis vezes deputado federal por esse Estado, licenciando-se em 2004 de seu mandato para exercer o cargo de ministro de Estado da Secretaria de Coordenação Política e Relações Institucionais do Governo Lula. Foi eleito presidente da Câmara dos Deputados em 2005 e permaneceu no cargo até fevereiro de 2009. É autor de vários livros, entre eles “Raposa – Serra do Sol – O índio e a questão nacional”. Principal responsável pela coordenação de todas as áreas da Copa do Mundo 2014.


 

Soraya Misleh
Imprensa SEESP








A entrevista do programa do SEESP, o JE na TV, é com o vice-presidente da entidade, Carlos Alberto Guimarães Garcez, dando continuidade a série 80 anos do SEESP, completados no dia 21 de setembro último. Ele lembra de alguns momentos difíceis do sindicato, como o período da ditadura militar, entre outros.

Um dos pontos que o engenheiro ressalta é a independência política do sindicato. "Qualquer partido que precisar de uma consulta técncia a gente está de portas abertas. Damos orientações puramente técnicas, sem influência partidária ou política", ressalta Garcez, que lembra as questões.

Assista a íntegra da entrevista abaixo:





Imprensa SEESP





O JE na TV acompanhou a festa dos 80 anos do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP), que contou com uma breve solenidade e jantar dançante, realizados no Clube Atlético Monte Líbano, na Capital, em 26/9.

Cerca de 2 mil convidados prestigiaram o evento, que teve o patrocínio da Semmler Corretora de Seguros, parceira da entidade. Entre eles, associados e dirigentes de todo o Estado, bem como dos Senges de norte a sul do País, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), dos Conselhos Federal e Regionais de Engenharia e Agronomia (Confea/Creas), da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU) e de outras categorias.

Assista à íntegra da matéria:

 

 

 

Imprensa SEESP

 






O convidado desta semana da série especial de entrevistas pelos 80 anos do Sindicato dos Engenheiros no Estado De São Paulo (SEESP), do JE na TV,  é o ex-presidente Antonio Octaviano, que esteve à frente da entidade entre 1983 a 1986, quando a engenharia começa a se organizar enquanto classe trabalhadora de luta permanente.

Ele lembrou que naquela época o movimento sindical como um todo vivia um contexto muito diferente de hoje. Ainda não havia a redemocratização plena e os movimentos sociais se  mobilizavam para tal. “No caso dos engenheiros,  a situação era um pouco diferente. Não havia tradição de participação ativa na área sindical, como outras categorias do setor tecnológico”, disse.

Então, de acordo com o ex-presidente do SEESP, o sindicato sentiu a necessidade de expandir para o Interior para fortalecer a categoria. “Havia muitas regiões importantes que exigiam a presença do sindicato. Passamos a estimular a criação das delegacias regionais”, recordou, acrescentando que também foi um momento de ir ao encontro dos trabalhadores nas empresas.

Para ele, desde seu mandato, o sindicato caminhou muito. “A sociedade brasileira se tornou mais complexa, o mundo mudou, as questões estão cada vez mais intrincadas. E o sindicato adquiriu uma capacidade de responder a essas questões e se fazer presente”, completou.

Antonio Octaviano foi um dos responsáveis pela viabilização do Isitec, que neste ano abriu inscrições para seu primeiro curso de graduação em Engenharia de Inovação.

“Em estudos anteriores o sindicato constatou que o Brasil enfrentaria falta de engenheiros e falta de qualificação desses profissionais. Então, ampliamos o escopo da iniciativa criando uma instituição de  ensino superior plena, não somente com pós-graduação mas também com graduação”, comemorou.

Confira a entrevista completa:






Imprensa SEESP





Na série especial de entrevistas pelos 80 anos do Sindicato dos Engenheiros no Estado De São Paulo (SEESP), o ex-presidente Allen Habert, que este a frente da entidade entre 1986 e 1989 e, atualmente, é diretor de Articulação Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU). Durante o bate-papo, o dirigente lembrou de momentos marcantes de sua gestão como o sequestro dos engenheiros da Petrobras.

Foi em sua gestão que surgiu o Conselho Tecnológico do SEESP, em 1987, quando também foi criado o prêmio da Personalidade em Tecnologia, atualmente o principal prêmio de tecnologia do País. Para Allen Habert, o Brasil vive um dos momentos mais maduros de sua democracia e as oito décadas de existência do Sindicato dos Engenheiros, em São Paulo, é um reflexo disso.

“Esses 80 anos nos anima muito a e a gente conclama, convida todos os profissionais, engenheiros e não engenheiros, a cerrar fileira conosco no sentido de poder melhorar a qualidade de vida dos nossos profissionais, da nossa população”, disse.

Habert mencionou, ainda, a riqueza material e a imaterial ao citar a cultura do brasileiro. “Esse país é excepcional. É um país ímpar no planeta, um país que tem a maior biodiversidade, que tem a maior quantidade de água, um subsolo invejável, mas, principalmente, constituiu um povo com grande diversidade e uma tolerância e um diálogo interno inédito nas outras democracias. Esse vigor nos dá a certeza que nós entramos definitivamente num processo civilizatório democrático, irreversível no Brasil”, completou.

Sequestro
Em 1989, quando três engenheiros da Petrobras foram sequestrados pelo Exército de Libertação Nacional (ELN), na Colômbia, quando o país vizinho discutia a nacionalização do petróleo. “Eles queriam negociar com o movimento sindical brasileiro”, recordou.

Por isso, Habert foi quem coordenou as negociações com os seqüestradores, pessoalmente, na Colômbia. Após quatro dias, o então presidente do SEESP conseguiu negociar e cumprir as exigências para a libertação dos trabalhadores que, de acordo com Allen, eles pediram um avião, a não interferência do governo colombiano e a não invasão em seu território por parte do poder local.

“Foi uma demonstração de solidariedade que o movimento sindical exerce permanentemente e de que é muito importante a nossa atuação na América Latina. É um continente que necessita muito da engenharia, da ciência, tecnologia e inovação. O Brasil deu uma enorme contribuição nesse sentido”, comentou.

Outro ponto recordado, foi  o fato de que o SEESP foi a primeira entidade sindical a conquistar o direito para a categoria de 12 dias, ao ano, para a requalificação profissional: “Após 25 dessa conquista, o sindicato ainda luta para que esse benefício possa ser estendido aos demais 12 milhões de profissionais com nível universitário em todo o País”.

CNTU
Com relação ao trabalho que vem desempenhando na CNTU, frisou que atualmente as 100 entidades sindicais de economistas, engenheiros, farmacêuticos, médicos, nutricionistas e odontologistas, reunidos nas cinco federações que compõem a CNTU, conversavam entre si e que “ao longo dos últimos cinco anos criamos um RG comum, uma plataforma de visão sobre o País e sobre nossas categorias que nos uniu e que e fará uma grande diferença”.


Assista a íntegra da entrevista especial:





Deborah Moreira
Imprensa SEESP






No dia 21 de setembro último o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) completou 80 anos “de existência, de trabalho, de luta, de participação, de inserção na sociedade brasileira”. Nas palavras de Murilo Pinheiro, presidente do sindicato, em sua coluna semanal do JE na TV, a comemoração é motivo de orgulho: “Hoje temos orgulho em dizer que o nosso sindicato está presente nas questões da sociedade, que o nosso sindicato discute a qualidade de vida”.

Pinheiro lembra algumas bandeiras defendidas pela entidade sindical como a ampliação dos postos de trabalho, a valorização do profissional, o salário mínimo da categoria e, antes de tudo, uma sociedade justa e o crescimento e desenvolvimento do Estado de São Paulo.

Confira a íntegra de No Ponto:






Imprensa SEESP





Os 80 anos do SEESP, completados no dia 21 de setembro último, é o tema do presidente da entidade, Murilo Pinheiro, em sua coluna semanal No Ponto do JE na TV. Na série especial de entrevistas sobre as oito décadas vividas pelo sindicato, o ex-presidente do SEESP, gestão 1986-1989, e o diretor de Articulação Nacional da CNTU, Allen Habert, lembra de momentos marcantes de sua gestão.

Já a reportagem, ouviu os professores dos principais cursos de engenharia, participantes da primeira Feira de Profissões da Engenharia, organizada pelo SEESP.

Confira o JE na TV que é exibido às segundas-feiras, às 19h30, na Capital paulista, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário. O programa é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Assista a íntegra do JE na TV:








Imprensa SEESP

 

 

 

 

 

 

 

 




O SEESP, agora com 80 anos de existência, completados em 21 de setembro último, em sua trajetória de ações e lutas, sempre mostrou que o maior triunfo de uma categoria profissional é sua capacidade de unidade em defesa de melhores condições de vida e de trabalho. Ao longo desse período, o sindicato organizou os engenheiros para as lutas cotidianas do ambiente de trabalho, tendo como uma das principais bandeiras a aplicação do piso salarial determinado pela Lei 4.950-A/66. Da mesma forma, os profissionais tiveram o importante olhar para os interesses da sociedade brasileira. Para mostrar um pouco dessa história, a categoria e o público podem acompanhar a Exposição em Imagens – 80 anos, neste link.

 

Expo siteClique aqui para ver a exposição


Como lembra o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro, a partir do Movimento Renovação, nos anos 1980, o sindicato engrossou, com outros setores, a luta pelo fim da ditadura, e aproximou-se das suas bases. Mais tarde, encampou o combate ao desmonte das empresas públicas que o processo de privatização desencadeou. Mais recentemente, nos anos 2000, teve início uma nova etapa da nossa história, com o engajamento ainda maior ao debate sobre o desenvolvimento nacional e a busca de saídas à estagnação que impedia o Brasil de prosperar.

Nesse sentido, em 2006, junto a outros sindicatos reunidos pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), o SEESP participou ativamente da elaboração do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”. Um projeto de desenvolvimento nacional, que defende a implementação de um projeto sustentável que leve à inserção soberana do Brasil na globalização e ao bem-estar de toda a sua população.

Nas questões específicas, o SEESP tem se caracterizado pela democracia e transparência nos encaminhamentos e nas decisões, alcançando, com isso, conquistas significativas para os engenheiros do Estado de São Paulo, seja em termos salariais, de valorização profissional e organizativos. Outro fato marcante dessa história se deu com a criação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), credenciado pelo Ministério da Educação em 2013 para oferecer o primeiro curso de Engenharia de Inovação do Brasil, consolidando a contribuição da nossa entidade ao esforço de formar mão de obra qualificada de primeiríssima linha.

O SEESP conta, atualmente, com uma base de representação de mais de 200 mil profissionais e tendo ultrapassado os 50 mil associados, a entidade está presente em todo o Estado por meio de suas 25 delegacias sindicais, além da sede na Capital. Representa coletivamente a categoria, oferece um amplo leque de serviços aos seus filiados e tem importante inserção nos debates das grandes questões nacionais.


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP









Nesta semana, o JE na TV inaugura uma série especial de entrevistas com os ex-presidentes do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) em homenagem aos 80 anos da entidade. Quem inaugura a série é o engenheiro Ubirajara Tannure Félix, o Bira, que presidiu o sindicato entre 1995 e 1998.

Bira, como é conhecido, iniciou sua trajetória na entidade sindical como diretor de base na gestão de 1989  a 1992, quando Rutênio Gurgel Bastos era presidente. Durante a entrevista, Tannure Félix recorda momentos marcantes da história do SEESP, e da sua própria. O dirigente contribuiu para formar e consolidar a categoria na base do Metrô paulista, onde tem forte atuação até hoje. Uma das ações que participou foi a implantação do Teleacidente, em convênio com o Ministério Público.

"Nós que somos engenheiros do Metrô conquistamos a representatividade da categoria na empresa em 1996, quando assinamos o primeiro acordo com o metrô", recorda, completando que "foi um ganho extraordinário" já que atualmente a empresa tem atualmente cerca de mil engenheiros. "Isso deu para o sindicato deu um salto muito positivo em sua ação sindical", conclui.

Confira a entrevista na íntegra:






Imprensa SEESP






O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) é hoje uma grande entidade. Com uma base de representação de mais de 200 mil profissionais e com mais de 50 mil associados, está presente em todo o estado por meio de 25 delegacias sindicais, além da sede na capital. Representa coletivamente a categoria, oferece um amplo leque de serviços aos seus filiados e tem importante inserção nos debates das grandes questões nacionais. Assim, é com orgulho que vemos o nosso sindicato consolidado e respeitado ao completar 80 anos de existência. 


O caminho até essa condição começou a ser percorrido no dia 21 de setembro de 1934, quando 12 destacados nomes da engenharia paulista se reuniram numa sala da Rua Líbero Badaró. Lá, tomaram a decisão de criar uma entidade que representasse todos os profissionais paulistas e fundaram o SEESP. A partir do Movimento de Renovação, nos anos 1980, o sindicato engrossou, com outros setores, a luta pelo fim da ditadura. Mais recentemente, nos anos 2000, teve início uma nova etapa da nossa história, com o engajamento no debate e a busca de saídas à estagnação. O primeiro ponto a ser destacado nessa trajetória é o fortalecimento da atuação do sindicato na defesa dos direitos dos engenheiros e na luta por novas conquistas. Representando os profissionais nas negociações coletivas feitas com inúmeras empresas e organizações patronais, dos mais diversos ramos econômicos, nos setores público e privado, o SEESP vem, ano após ano, garantindo avanços em benefício da categoria. Nas campanhas salariais de 2014, houve, além da recomposição da inflação, ganhos reais que elevaram aumento para cerca de 7%. Tem sido ainda pauta constante de luta a defesa do piso da categoria previsto  na Lei 4.950-A/66, estipulado em nove salários mínimos vigentes no País para jornada diária de oito horas, além de um plano de carreira que propicie a valorização permanente do profissional, condições de trabalho adequadas e acesso à qualificação constante. Ainda no âmbito sindical, o Seesp teve atuação decisiva na constituição da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU). 


Para além dessas ações, o Seesp tem como agenda o debate acerca do desenvolvimento nacional e a busca de alternativas para o avanço do País. Vertente que se vê no engajamento no projeto "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento", lançado em 2006 pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). Na fase atual, a iniciativa está voltada ao combate à desindustrialização. 


O Seesp criou e mantém o Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), credenciado pelo MEC em 2013 para oferecer o primeiro curso de Engenharia de Inovação do Brasil. 


Como se vê, são 80 anos muitíssimo bem vividos. Obviamente, cada uma dessas conquistas foi antecedida de desafios e obstáculos que precisaram ser vencidos. Continuaremos a escrever essa história com garra e dedicação.


 

* por Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP. Artigo publicado no jornal DCI, de 19 de setembro de 2014







O SEESP e a Delegacia Sindical em Campinas foram homenageados durante a abertura da 8ª Semana Tecnológica da Engenharia Civil da Metrocamp – IBMEC, no dia 11 último, por completarem, este ano, respectivamente, 80 e 34 anos. O evento termina nesta sexta-feira. Além de vários diretores do sindicato, a delegacia esteve representada pelo engenheiro Luiz Carlos de Souza, que ministrou uma palestra sobre “Sindicalismo Brasileiro e a Engenharia”, para cerca de 200 alunos da universidade.


Foto: Metrocamp-IBMEC
Campinas 12AGO2014 dentro SEESP e delegacia sindical de Campinas recebem homenagem em evento de engenharia


Souza reafirmou o compromisso da entidade em defesa dos interesses da categoria, explicando que o estatuto permite a sindicalização gratuita do estudante de engenharia e a inclusão em diversos benefícios como planos médicos, odontológicos, previdência privada, dentre outros.

Primeira a ser fundada no interior, Campinas faz atendimento a cerca de 2500 profissionais associados, além de milhares de engenheiros atuantes na cidade e 47 municípios que integram sua base. As delegacias do SEESP atendem a categoria por meio de vários serviços como sindicalização, homologações de contrato de trabalho, convênios médicos, informações sindicais, atendimento jurídico, dentre outros.


 

Marta Adriano
Delegacia Sindical do SEESP em Campinas









Nesta quinta-feira (29/5), o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP) realizou cerimônia aos seus 80 anos de existência, na sua sede, na Capital paulista. Na ocasião, o conselho homenageou as entidades mais antigas que o compõem. Foram dez instituições de ensino e em igual número outras entidades. O SEESP foi uma delas.


Fotos: Paula Bortolini
Murilo Crea 5 dentro Presidente do Crea-SP, Francisco Kurimori (à esquerda), entrega placa em
homenagem aos 80 anos do SEESP ao presidente Murilo Celso de Campos Pinheiro


O presidente do sindicato, Murilo Celso de Campos Pinheiro, recebeu a homenagem e falou em nome de todas as demais entidades agraciadas. Além dos agradecimentos, Pinheiro falou do compromisso da engenharia e das entidades da área tecnológica com o crescimento e desenvolvimento da sociedade brasileira. “Estamos a serviço de melhorias na qualidade de vida para a população. Não tenho dúvida de que a engenharia está unida por um mundo justo e democrático”, declarou.


Murilo Crea 9 dentroDiretores do SEESP também prestigiam homenagem no Crea-SP



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP










O programa de televisão do SEESP, o Jornal do Engenheiro (JE), desta semana, mostra como foi a solenidade em homenagem aos 80 anos do sindicato, na Câmara Municipal de São Paulo. Prestigiada por autoridades e parlamentares, além da categoria e seus familiares, a sessão foi presidida pelo vereador Marco Aurélio Cunha (PSD) e contou com a presença do secretário municipal de São Paulo Simão Pedro, da pasta Serviços.

Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP, lembrou das várias lutas da categoria, assim como da fundação histórica da entidade, em 1934. Pinheiro fez questão, ainda, de destacar a luta atual dos profissionais da Prefeitura Municipal de São Paulo que reivindicam reposição das perdas salariais de mais de 50%, acumuladas em dez anos sem reajuste.

A entrevista do JE na TV traz o coordenador do departamento jurídico do sindicato, Jonas Matos, que vai abordar questões legais sobre as campanhas salariais dos engenheiros, assim como avaliar os últimos acordos coletivos conquistados pela categoria.

No quadro “No Ponto”, Pinheiro falará sobre as atividades da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) em prol da categoria, como o cumprimento do piso salarial de acordo com a Lei 4.950-A/66.

Tudo isso e muito mais você confere no JE na TV que é exibido às segundas-feiras, às 19h30, na capital paulista, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet (neste link) no mesmo dia e horário. O programa é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.

 

Confira aqui o JE na TV


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP









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