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30/06/2020

Minirrobô esterilizador vence "hackaton" contra a Covid-19

Serpro

 

Robô HígiaImagem: Divulgação. Hígia, uma robô que esteriliza ambientes com 99,9% de efetividade, foi a grande ganhadora do HackSerpro online, hackathon organizado pelo Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), de 15 a 22 de junho. A maratona de 170 horas de programação reuniu participantes virtuais de todo o País, que trouxeram ideias inovadoras para a redução do impacto da Covid-19.

 

Hígia foi concebida, mas ainda não nasceu. O plano para construir a robozinha, que usa raios infravermelhos e internet das coisas na luta contra o coronavírus, ainda será avaliado, junto com as outras propostas do evento, pelo Departamento de Criação de Novos Produtos do Serpro.

 

E são muitas as ideias. O segundo colocado, por exemplo, é um totem inteligente que bloqueia o acesso a estabelecimentos se o cliente estiver sem máscara, com febre ou não utilizar álcool gel. Em terceiro, ficou um sistema que facilita a comunicação entre a população e agentes de saúde. Mas também há propostas como as de um mapa com alertas sobre contaminação, observatório de compras emergenciais, ou, ainda, de um sistema de monitoramento de gases em hospitais e um app para atendimentos de emergência.

 

 

Oxigenação

“Esse evento oxigenou as ideias do Serpro. Vamos tentar transformar todo o conhecimento em serviços, exercendo a inteligência do Estado da melhor forma possível”, afirmou o diretor de Negócios da empresa, André de Cesero. Além de promover a maratona de programação, o Serpro tem contribuído para ajudar o País no combate aos efeitos da Covid-19, viabilizando os repasses do auxílio emergencial, facilitando o acesso de empresas ao crédito especial, ampliando a oferta de documentos digitais como a CNH e o CRLV e criando funcionalidades específicas em um aplicativo voltado para os caminhoneiros.

 

O HackSerpro distribuiu um total de R$ 22.500 em prêmios, teve 40 times inscritos, cinco jurados e 35 mentores. A maratona também contou com apoio da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da Universidade de São Paulo (FEA-USP), que participou com cinco mentores, um palestrante e um representante para a banca julgadora.

 

Representantes da InvestUP e do Ministério da Economia também participaram da comissão julgadora. “É uma contribuição com boas ideias em um momento bastante difícil. São propostas que podem ter impacto na vida real”, resumiu Moacir de Miranda, chefe do Departamento de Administração da FEA-USP.

 

 

 

 

 

 

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