GRCS

O IX Congresso Nacional dos Engenheiros (Conse) será realizado nos dias 5, 6 e 7 de outubro de 2015 em Campo Grande, Mato Grosso do Sul, reunirá profissionais de todo o Brasil. Em pauta, desenvolvimento e valorização profissonal. Esse é o tema da coluna semanal "No Ponto" de Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente do SEESP, no JE na TV.


Assista:





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A abertura do Conse (Congresso Nacional dos Engenheiros), em sua oitava edição, realizado entre 24 e 26 de setembro último, atraiu várias autoridades, como o governador paulista Geraldo Alckmin e o ministro do Esporte Aldo Rebelo. Confira, a seguir, o vídeo com a solenidade na íntegra, inclusive com a apresentação da Orquestra de Câmara da Escola de Comunicação e Arte da USP (Universidade de São Paulo):


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Na plenária final do VIII Conse, no dia 26 de setembro, foi anunciada a chapa vitoriosa no pleito realizado durante o congresso e definido seu plano de ação para o período de seu mandato (2013-2016). A diretoria será encabeçada pelo engenheiro Murilo Celso de Campos Pinheiro, reconduzido ao cargo. Também foi referendada a criação dos Departamentos de Negociação Coletiva Nacional, Assuntos do Exercício Profissional, Relações Acadêmicas e Relações Internacionais.

Além disso, as diretrizes programáticas do plano plurianual da nova gestão foram aprovadas, após ampla discussão e contribuições. Entre as ações previstas, estão a defesa intransigente do piso salarial, estabelecido pela Lei 4.950-A/66 em nove salários mínimos para jornada de trabalho diária de oito horas, bem como o incentivo à fiscalização no seu pagamento. Também consta no programa da federação o combate de forma sistemática ao exercício ilegal da profissão e gestões junto aos engenheiros que venham a ocupar assento nos Legislativos e Executivos de modo que representem as demandas da categoria.

Ao final da plenária, foram aprovadas diversas moções, tais como em defesa da engenharia consultiva nacional, da implementação do programa de assistência técnica em desenvolvimento urbano, da definição do marco regulatório sobre mineração ao encontro do interesse nacional e de apoio à Lei Cartaxo, que institui o piso aos engenheiros do Acre, bem como de sua similar na capital desse estado.

Gestão 2013-2016

Presidente - Murilo Celso de Campos Pinheiro

Vice-presidente - Carlos Bastos Abraham

Diretor Financeiro - Antonio Florentino de Souza Filho

Diretor Financeiro adjunto - Luiz Benedito de Lima Neto

Diretor Administrativo - Manuel José Menezes Vieira

Diretor Administrativo adjunto - Disneys Pinto da Silva

Diretor de Planejamento Relações Internas - Maria de Fátima Ribeiro Có

Diretora de Relações Interinstitucionais - Thereza Neumann Santos de Freitas

Diretor Operacional - Flávio José A. de Oliveira Brízida

Diretora Regional Norte - Maria Odinéa Melo Santos Ribeiro

Diretor Regional Nordeste - Modesto Ferreira dos Santos Filho

Diretor Regional Centro-Oeste - Gerson Tertuliano

Diretora Regional Sudeste - Clarice Maria de Aquino Soraggi

Diretor Regional Sul – José Luiz Bortoli Azambuja

Diretor titular representante na Confederação Sindical - Sebastião Aguiar da Fonseca Dias

Diretor suplente Representante na Confederação Sindical - Wissler Botelho Barroso

Conselheiros Fiscais efetivos - Edson Kiyoshi Shimabukuro; José Carlos Ferreira Rauen; Lincolin Silva Américo

Conselheiros Fiscais suplentes - João Alberto Rodrigues Aragão; Marcos Luciano Camoeiras; Gracindo Marques

Soraya Misleh

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Os profissionais da categoria têm papel fundamental para garantir um País justo e igualitário. O reconhecimento foi feito pelo ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho, durante o VIII Conse, em sua palestra sobre “O Brasil após a Rio+20: compromissos e conquistas”, na tarde do dia 25 de setembro. “Hoje, diante da nossa decisão de investir pesadamente em infraestrutura social, mobilidade urbana e dar um salto de qualidade, essa mão de obra mais do que nunca é valorizada, inclusive para pensar novo modelo de desenvolvimento sustentável.” Isso, na opinião de Carvalho, é crucial, já que o padrão adotado até então deixou uma dívida social. “Quando se veem os conflitos em áreas indígenas, os desequilíbrios sociais, o passivo ambiental, dá-se conta disso”, enfatizou. O ministro frisou que o governo atual tem realizado intervenções sob nova ótica, buscando superar a ausência do Estado em áreas esquecidas. Como exemplo, citou Belo Monte, em Altamira, no Pará. Para ele, os conflitos no local se devem a décadas de abandono do poder público e resolvê-los passa por compensações e diálogo com a sociedade civil.

Abordando a Rio+20, Conferência das Nações Unidas para o Desenvolvimento Sustentável realizada em junho último no Rio de Janeiro, Carvalho destacou que o documento obtido tem limitações, dada a necessidade de que fosse decidido por consenso entre 180 países, mas é um avanço. Para ele, o principal ponto a demonstrar o resultado positivo é a inclusão do combate à pobreza no texto aprovado. Ainda de acordo com o ministro, a Rio+20 evidenciou que o novo modelo almejado está fundado no direito ao crescimento com distribuição de renda e inclusão social, nos cuidados pessoais e na preservação da natureza. Com visão desenvolvimentista, afirmou não aceitar a linha que propugna por manter áreas intocadas, “sobretudo quando a defesa vem de países que devastam”. Ele completou: “Vamos intensificar o processo de construção da infraestrutura, conforto, melhoria de vida, buscando a construção da classe média com maior igualdade.”

Ao final, após ouvir as reivindicações, preocupações e perguntas dos engenheiros sobre temas diversos como habitação, implementação da engenharia pública, direitos trabalhistas, qualificação profissional, ele concluiu: “Temos que aproximar a FNE dos órgãos de governo diretamente envolvidos com essas questões. O governo e povo brasileiro têm a ganhar com isso. Os engenheiros têm enorme contribuição a dar. Saio daqui com uma série de compromissos que prometo honrar.”

Participaram como palestrantes na tarde do dia 25, ainda, Wagner Costa Ribeiro, professor titular do Programa de Pós-graduação em Ciência Ambiental da USP (Universidade de São Paulo), e Valmir Gabriel Ortega, diretor do Programa Sênior de Política da Conservação Internacional do Brasil. Ambos avaliaram como positiva a Rio+20, ao apontar para um novo paradigma do desenvolvimento, com conservação ambiental e inclusão social.

 

Soraya Misleh
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Avaliação do projeto lançado pela FNE em 2006 e atualizado em 2009 foi o tema de abertura das palestras do VIII Conse (Congresso Nacional dos Engenheiros), na tarde do dia 24 de setembro. O evento realiza-se no Novotel Jaraguá, na Capital paulista, até esta quarta-feira (26). Abrindo as falas, Carlos Monte, coordenador do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, resgatou histórico da iniciativa, que teve como padrinho e grande incentivador o economista Carlos Lessa, ex-presidente do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), homenageado na oportunidade. Monte lembrou que a ideia teve como norte o fato de a engenharia ser a profissão do crescimento por excelência, “sem o que não há melhores empregos e salários, distribuição de renda e inclusão social”.

O movimento, ousado à época, apontava a necessidade de o País elevar seu PIB (Produto Interno Bruto) em 6% ao ano, diminuir o serviço da dívida pública e a taxa de juros. Nesse contexto, o “Cresce Brasil” traçou uma série de propostas, elencadas por Monte. Entre elas, demanda por expansão na oferta de energia acima desse patamar, de 7,8% ao ano, o que deveria se dar mediante, além de outros pontos, a adoção de todas as fontes disponíveis, aumento da eficiência e estímulo à integração sul-americana. O “Cresce Brasil” identificava que esse aumento era o recomendado para dar conta do crescimento econômico almejado.

Segundo o coordenador, a crise internacional iniciada nos Estados Unidos em 2008 reduziu essas estimativas, sobretudo com expansão industrial menor do que em períodos anteriores. “Entre 2006 e 2010, o PIB ficou em média em 4,4% e a oferta de energia, 3,46%.” Não obstante, grandes projetos indicados no “Cresce Brasil” foram iniciados, como a construção das usinas nuclear de Angra III, em Angra dos Reis, no Rio de Janeiro, e hidrelétricas de Jirau e Santo Antônio, no Rio Madeira, e Belo Monte, no Rio Xingu, no Norte do País. A geração eólica também começa a ampliar-se. Monte revelou a perspectiva de prolongamento da crise, mas enfatizou que o Brasil tem disponibilidade orçamentária para dar sequência aos investimentos.  Entre os previstos no “Cresce Brasil”, grande parte incorporada no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) em 2007, a obtenção da autossuficiência na produção de petróleo e gás – alcançada após o desenvolvimento e descoberta de novas reservas, em especial na camada do pré-sal -, ampliação sobretudo das malhas ferroviária e hidroviária, alterando a matriz logística de transportes, inversões em habitação, portos e aeroportos, bem como de R$ 200 bilhões em saneamento nos próximos 20 anos, universalização da banda larga e melhoria da gestão metropolitana.

O projeto dos engenheiros destacava já em 2006, ainda, a urgência de se aumentar o volume de recursos para ciência e tecnologia, com salto em pesquisa de 1,2% para 3% do PIB. Além de maior integração universidade e empresa. O tema ficou de fora do PAC, como lembrou Monte, mas, posteriormente, as propostas dos engenheiros foram incorporadas pelo governo, em conversas com o ministro da C&T, Sergio Rezende.


Outros resultados

Além de emplacar o PAC do setor e dos projetos iniciados no segmento energético, o movimento lançado pela FNE verificou outros resultados que vão ao encontro do “Cresce Brasil”. O coordenador do projeto salientou, por exemplo, a construção de metrôs em diversas capitais, como Fortaleza, Curitiba e Recife, bem como de VLTs (veículos leves sobre trilhos) e corredores de ônibus; a criação da Empresa de Planejamento e Logística; a aprovação da lei que instituiu o Plano Nacional de Saneamento e o aumento de recursos a essa área (de R$ 4 bilhões/ ano em 2004 para R$ 14 bilhões em 2010); o lançamento pelo Governo Federal do “Minha casa, minha vida” em 2009, agora em sua segunda fase, com a promessa de construção de 2 milhões de moradias; a instituição do Plano Nacional de Banda Larga, com perspectiva de universalização até 2014; a manutenção e concessão de bolsas de estudo para 80 mil estudantes (entre doutorandos e mestrandos); a redução do desmatamento na floresta amazônica e o aumento da produtividade na agricultura. Para Monte, o caminho agora é “continuar a luta”. Ele concluiu: “O ‘Cresce Brasil’ mudou o paradigma de atuação da engenharia nacional, cuja missão é pensar o País a partir do seu crescimento.”


Protagonismo

João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical da FNE, destacou o protagonismo do movimento sindical dos engenheiros, capitaneado pela federação, em particular, e o brasileiro como um todo. Ele observou que há 3.380 representantes dos trabalhadores com assento nos 350 conselhos da República com poder real de investimento. “Decidem sobre R$ 400 bilhões, o que demonstra seu protagonismo.”

Tal papel tem, ainda na opinião de Vargas Netto, garantido conquistas e levado a lutas como a redução da jornada de trabalho para 40 horas sem diminuição de salários. “Temos hoje uma conjuntura baseada no emprego e ganho real, que impedem a instalação da crise no Brasil. Mesmo com o crescimento do PIB relativamente fraco, não há demissão no País como carta de primeira mão.”

De acordo com o consultor, essa situação “nos orgulha e coloca responsabilidades”. Ele identificou dois eixos estratégicos ao movimento sindical: a necessidade de luta contra a desigualdade social e, para tanto, de democracia, desenvolvimento e estado com capacidade de ação para garantir esses preceitos. Rumo a essas conquistas, Vargas Netto foi categórico: “O VIII Conse pode marcar momento de virada desse protagonismo.”


Realizar o sonho dos brasileiros

Concordando com o movimento vitorioso, Carlos Lessa, todavia, ponderou que ainda há muito o que caminhar para se alcançar um País justo. Criticando fortemente o projeto de instalação de multinacionais automobilísticas cujo início data de 1950, em detrimento do desenvolvimento nacional e cristalizando no imaginário popular que ter um carro seria a realização de um sonho, ele enfatizou: “É urgente mudar a matriz logística nacional, como está dito no ‘Cresce Brasil’.” Ele revelou o dado alarmante do crescimento anual de 9% dessa frota nas cidades brasileiras (que concentram 80% da população), há mais de uma década e meia. “O tempo médio de deslocamento casa-trabalho-casa, que uma estimativa aponta como de duas horas em média, vem crescendo.” Ainda segundo Lessa, o número de acidentes de trânsito é “apavorante”: “No último ano, foram 56 mil mortos. Perdemos um Vietnã no trânsito urbano e nas ligações interurbanas brasileiras (referindo-se à quantidade de soldados estadunidenses mortos naquela guerra).”

Lessa vaticinou: “Não é viável o País enfrentar a crise mundial mantendo-se puxado por esse padrão de desenvolvimento social. Ou não somos capazes de administrar nada ou a soberania está nas mãos das multinacionais que se instalaram aqui.” E questionou: “É esse padrão industrial que o Brasil quer?” Na sua avaliação, esse modelo “Casas Bahia” tem levado a população a um endividamento recorde, com patrimônio zero, mantendo as potencialidades do País intactas. “A afirmação de que há uma nova classe média é uma fraude.” O economista ressaltou: “O movimento dos engenheiros vem dando substância às notas iniciais de um projeto nacional. Agora é preciso discutir soberania, sem o que não há desenvolvimento de fato. Vocês terão que domesticar esse negócio chamado indústria automobilística. A chave para substituir o sonho do carro é investir no da casa própria. Esse é mobilizador, dinamizador, integrador e gera qualificação fantástica.” Nessa direção, o secretário de Obras do Acre, Wolvenar Camargo, apresentou projeto habitacional e urbanístico que vem sendo desenvolvido em Rio Branco, capital daquele estado, intitulado “Cidade do Povo”.

 Ao encerramento, além da homenagem a Carlos Lessa, foi lançado o livro “A FNE e o desenvolvimento nacional”. A publicação reúne, em 204 páginas, a história da federação, do movimento “Cresce Brasil” e suas conquistas. O primeiro dia fechou com apresentação de Monarco da Portela e banda, com participação especial de Juliana Diniz e Marquinhos Diniz, seguido de coquetel de confraternização.

 

Soraya Misleh

Imprensa - SEESP

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), deputado Barros Munhoz, criticou a burocracia como um entrave ao desenvolvimento do País, na abertura do VIII Conse, na manhã desta segunda-feira (24/09), na Sala São Paulo, e disse que os engenheiros brasileiros são verdadeiros heróis. Para ele, ou o Brasil acaba com a burocracia, ou ela acabará com o país, dizendo que, por isso, é muito difícil fazer e construir. “E temos uma engenharia fantástica, capaz, eficiente e competente, que avança conquistando mercado em todo o mundo. Lamentavelmente patina para conseguir iniciar uma obra, onde tudo é complicado e burocratizado e onde existem gente e instituições que têm um mórbido prazer de atrapalhar”, disse.

* Veja aqui as fotos da abertura do VIII Conse
* Veja aqui as fotos do período da tarde do evento 

O parlamentar acredita que, antes de tudo, é preciso fomentar o emprego e a renda que geram recursos para o combate de problemas sociais, melhorando a saúde, a educação, o saneamento básico, a segurança e combatendo o déficit habitacional. Por isso, acredita, é necessário fortalecer, incentivar e estimular a engenharia nacional.

O VIII Conse prossegue no Novotel Jaraguá, em São Paulo. Para conferir a programação do evento clique aqui.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP


O país precisa formar 60 mil novos engenheiros por ano para atender o crescimento e os grandes eventos, mas só 38 mil novos profissionais ingressam no mercado. Faltam engenheiros no Brasil, mas oferta de vagas não corresponde à procura dos profissionais. Este problema nacional tem explicações que vão desde a velocidade do crescimento econômico no país até a evasão nas faculdades. Segundo dados do Censo de Educação Superior (Inep/MEC), o Brasil formou apenas 38 mil engenheiros em 2010. E para atender ao crescimento da economia, as obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e aos grandes eventos esportivos, como a Copa das Confederações, o Mundial de 2014 e as Olimpíadas de 2016, o Brasil precisa de 60 mil novos especialistas por ano. Ou seja, a realidade é 63% abaixo da necessidade. No período de 24 a 26 de setembro, centenas de profissionais de todo o Brasil estarão reunidos em São Paulo para discutir, entre outros temas, essa escassez da mão de obra na área.

"Precisamos elevar a remuneração, incentivar os recém-formados e pensar em benefícios voltados à inclusão dos profissionais que acabaram deixando o mercado por falta de oportunidade. Em suma, tomar medidas para que os nossos profissionais aproveitem as oportunidades que se abrem, descartando a importação de mão de obra", alerta o presidente da FNE (Federação Nacional dos Engenheiros), Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Com a presença do governador Geraldo Alckmin na abertura, a oitava edição do Congresso Nacional dos Engenheiros (VIII Conse), é uma iniciativa da FNE, e irá contar com palestras do ex-presidente do BNDES, Carlos Lessa, e do ministro da Secretaria Geral da Presidência da República, Gilberto Carvalho. Não é de hoje que a FNE alerta para a falta de profissionais nos diversos segmentos da engenharia. Desde setembro de 2006, quando lançou a primeira versão do "Cresce Brasil", a entidade chama a atenção da sociedade para o assunto.

O documento, lançado há seis anos, virou uma ferramenta valiosa para a mobilização da categoria em torno do desenvolvimento nacional e para apontar ao governo federal os principais gargalos de infraestrutura. Desde então, o projeto dos engenheiros foi apresentado a diversas autoridades e com elas debatido. Um reflexo positivo desse esforço foi a presença de inúmeras propostas do "Cresce Brasil" no PAC (Programa de Aceleração do Crescimento), anunciado em 2007 pelo governo.

Realizado a cada três anos, o encontro mais importante da FNE, a exemplo das edições de 2006 e 2009, colocará em pauta o debate sobre desenvolvimento, sob o tema "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento - País + Inteligente". "Com isso, a federação reafirma sua convicção da necessidade de manter e aprimorar políticas que estimulem a atividade econômica e beneficiem a produção e o emprego", acrescenta Pinheiro.

Em 2009, o projeto foi atualizado e ampliado, sob o título "O Cresce Brasil e a superação da crise". Atualmente, coloca o seu foco na Copa 2014, seus desafios e a oportunidade que representa em termos de avanço na infraestrutura das cidades-sedes dos jogos no país. Juntamente com o balanço do projeto e o debate sobre suas perspectivas, a FNE lança publicação com a memória da iniciativa, que também merecerá uma exposição focando sua contribuição ao desenvolvimento.

* Veja aqui toda a programação do VIII Conse

 

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Com informação do Portal Nacional dos Corretores de Seguros


 

A luta pelo desenvolvimento nacional é mais uma vez pauta do Conse (Congresso Nacional dos Engenheiros), que em setembro próximo chega a sua oitava edição, sob o tema “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – País + Inteligente”.  Com isso, a FNE (Federação Nacional dos Engenheiros) reafirma sua convicção da necessidade de manter e aprimorar políticas que estimulem a atividade econômica e beneficiem a produção e o emprego e agrega à sua histórica bandeira de luta elementos que considera fundamentais à construção de uma nação que ofereça condições de vida dignas a toda a sua população.

* Veja toda a programação do VIII Conse aqui 

Durante o congresso, teremos a presença de engenheiros e convidados de todo o Brasil, além de especialistas de renome e autoridades nos diversos temas colocados em debate. 

* por Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE

 

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* Informação da FNE



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