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O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, esteve, no dia 1º de agosto último, no Instituto de Medicina Física e Reabilitação (IMREA), em São Paulo (SP). A visita ocorreu a convite da secretária de Estado (São Paulo) dos Direitos da Pessoa Humana com Deficiência, Linamara Rizzo Battistela, e teve o objetivo de discutir oportunidades de cooperação entre os governos federal e estadual para ampliar a tecnologia e inovação para a medicina de reabilitação e para o esporte paralímpico.

O IMREA integra a estrutura acadêmica da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) e a Rede de Reabilitação Lucy Montoro, criada pelo Governo do Estado de São Paulo.

Durante a visita, a secretária apresentou ao ministro o projeto de parceria para a criação de um laboratório de tecnologia assistiva, que funcionaria com base no IMREA e no Centro Paraolímpico Brasileiro. A ideia é aproveitar o esporte de alto rendimento praticado pelos atletas paralímpicos para desenvolver tecnologias e inovações para aperfeiçoar os processos de reabilitação. "Vamos conhecer o desempenho dos atletas para saber como podemos melhorar as ações de reabilitação e os equipamentos voltados para o tratamento", observou Linamara.

À secretária, o ministro disse que projetos que tenham como objetivo melhorar a qualidade do atendimento e do tratamento dos pacientes com deficiência física são de grande interesse para o MCTI. "Trata-se de um projeto de grande importância por combinar a prática do esporte de alto rendimento, saúde e ações de pesquisa", disse, acrescentando que o desenvolvimento da tecnologia assistiva também contribui para que as empresas fabricantes de equipamentos de reabilitação aperfeiçoem seus processos de produção, com vistas à melhoria do bem-estar das pessoas portadoras de deficiência.

A construção do Centro Paraolímpico Brasileiro também partiu de uma cooperação entre os governos federal e estadual, estabelecida entre o ministro Aldo Rebelo, à frente da pasta do Esporte, e a secretaria comandada por Linamara. O projeto foi concebido em 2012 e as obras do prédio começaram em 2013. O centro, que será o maior da América do Sul dedicado ao esporte paralímpico, deve ser inaugurado em breve.

Durante a reunião, Linamara elogiou o empenho do ministro na condução do projeto do centro. "Ministro, o centro é o seu legado para o País e foi um exemplo de como o estado e a federação conseguem trabalhar de maneira muito sinérgica", disse Linamara.

Acompanhado da secretária, Aldo Rebelo conheceu as instalações da unidade. Visitou os ginásios terapêuticos de fisioterapia, de terapia ocupacional (adulto e infantil), de condicionamento físico, além da área de internação, o Laboratório de Robótica e Neuromodulação aplicados à reabilitação e a oficina de órteses e próteses

Também participaram da visita ao IMREA a diretora executiva do instituto, Margarida Miyazaki, o professor Arturo Forner-Cordero da Escola Politécnica da USP e representantes de empresas fabricantes de equipamentos para tratamento e reabilitação de pessoas portadoras de deficiência física.


 

Fonte: MCTI









O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), Murilo Celso de Campos Pinheiro, e dirigentes da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e do SEESP participaram de reunião, no dia 20 de maio último, com o ministro Aldo Rebelo, de Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), na sede do órgão ministerial, em Brasília. Em pauta: “Os trabalhadores, a ciência, a tecnologia e a inovação”.


Foto: Paula Bortolini
Murilo MCTI 20MAI2015 2 editado 
Ministro Aldo Rebele abriu diálogo com as entidades de trabalhadores
sobre o impacto das novas tecnologias no mundo do trabalho
 

Pinheiro destacou a importância da postura do ministro em abrir debate tão importante para o País e colocou à disposição todas as categorias profissionais da CNTU para ajudar a discussão. O dirigente observou que é fundamental reaver o parque industrial nacional e entender como a ciência e a tecnologia interferem na vida do trabalhador.

Rebelo afirmou que a agenda de debates acerca dos impactos de novas tecnologias no mercado de trabalho prosseguirá em uma segunda rodada de conversas, ainda neste semestre, para então definir temas a serem discutidos em um seminário. "Mudanças têm impactos na vida do trabalhador como um todo", disse o ministro. "Essa primeira reunião é para ouvi-los. A partir disso, vamos fazer outro encontro, que sirva de consulta sobre a agenda, em torno das dimensões de interface de ciência, tecnologia e inovação com o mundo do trabalho, a exemplo da robotização. Depois, o terceiro passo seria realizar um seminário."



 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações da Ascom do MCTI








O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, participou, nesta quinta-feira (26/2), da sessão de promulgação da Emenda Constitucional (EC) 85 no Congresso Nacional. As modificações na Constituição foram tratadas como prioritárias por instituições como a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC).

Proveniente da PEC 12/2014, aprovada por unanimidade em dezembro do ano passado, a EC 85 adiciona dispositivos à Constituição Federal para aperfeiçoar o tratamento das atividades de ciência, tecnologia e inovação (CT&I). A emenda estabelece, como nova função do Estado, o estímulo à articulação entre os entes do setor, tanto públicos quanto privados, na execução das atividades de pesquisa, capacitação científica e tecnológica e inovação, promovendo ainda a atuação no exterior dessas instituições.

Uma das modificações determina que pesquisa e inovação tecnológica seja assunto prioritário de Estado. A intenção é impulsionar a investigação científica nacional e a criação de soluções tecnológicas que melhorem a atuação do setor produtivo. As alterações também permitirão a integração entre instituições de pesquisa tecnológica e empresas, aliando os esforços para desenvolvimento do País, com apoio de governos federal, estaduais e municipais.

Com as alterações no texto constitucional, as atividades de estímulo de pesquisa e fomento à inovação deixarão de ser realizadas apenas por universidades, podendo ser executadas por instituições de educação profissional e tecnológica. As alterações servirão também de "guarda-chuva jurídico" para projetos de lei que propõem aperfeiçoamentos no marco regulatório da CT&I.

A emenda assegura ainda que a transferência ou remanejamento de recursos financeiros de um programa a outro dentre as atividades de CT&I não precisarão mais de autorização prévia do Legislativo.

Estados, municípios e o Distrito Federal passarão a ter mais envolvimento e responsabilidade com o setor de CT&I, podendo estimular a criação de polos tecnológicos e outros ambientes promotores da inovação, assim como o compartilhamento de estruturas, equipamentos e de recursos humanos especializados para a execução de projetos de desenvolvimento tecnológico e inovação.

Contexto
A PEC 12, que propôs as alterações na Constituição Federal, é o primeiro dispositivo a ser aprovado pelo Congresso Nacional para aperfeiçoar o marco regulatório das atividades de CT&I no Brasil. Ela foi criada para incluir temas, como inovação, à Carta Magna e dar segurança jurídica para outros projetos que tramitam no Congresso Nacional que podem alterar o marco regulatório de CT&I.

Um deles é o Projeto de Lei (PL) 2.177 de iniciativa dos conselhos nacionais de Secretários Estaduais para Assuntos de CT&I (Consecti) e das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap). Em tramitação na Câmara dos Deputados, o texto propõe aperfeiçoamentos de leis que regulam as atividades de pesquisa e desenvolvimento, como a Lei de Inovação (10.973/2004) e a lei do Bem (11.196/2005).

As questões relacionadas ao acesso do patrimônio genético da biodiversidade brasileira para pesquisas estão sendo tratadas no PL 7.735/14 (Lei de Acesso à Biodiversidade). O texto já foi apreciado pelos deputados e agora tramita no Senado. Os parlamentares também analisam o PL 8.252/2014, que propõe procedimentos "ágeis e modernizados" para a contratação e aquisição de produtos de pesquisa e desenvolvimento.

 

Informação da assessoria do MCTI







Nesta segunda-feira (23/2), foi realizada a aula inaugural do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) com o ministro Aldo Rebelo, da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), na Capital paulista. Confira, a seguir, o vídeo com a aula do ministro:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Isitec aula inaugural 5 dentro 
Público prestigia aula inaugural do Isitec, no dia 23 de fevereiro, na Capital paulista. Fotos Beatriz Arruda 

 

Numa solenidade concorrida, com a presença de autoridades, professores, entidades sindicais e profissionais da tecnologia, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, proferiu a aula inaugural da graduação em Engenharia de Inovação, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), na manhã desta segunda-feira (23/02), na Capital paulista. À abertura, o presidente do SEESP – entidade mantenedora da nova faculdade –, Murilo Celso de Campos Pinheiro, deu boas-vindas aos novos estudantes e falou do início do projeto: “Tirar as ideias do papel e colocá-las em prática tira, muitas vezes, o sono.” E completou: “Mas valeu à pena. Hoje recebemos os nossos primeiros alunos ilustres. Já digo que vocês são empreendedores e corajosos.” Na sequência, foi descerrada a placa com o nome do edifício do instituto, Professora Lucilla de Guimarães Campos Pinheiro.

 

Isitec aula inaugural dentroPinheiro destacou que o projeto nasce para ajudar o Brasil a enfrentar e
superar seus desafios de desenvolvimento

 

Pinheiro não tem dúvida que a nova escola será referência no ensino de engenharia no País, lembrando que o sindicato ao tomar esse grande e pioneiro passo não descuidará das bandeiras classistas, mas que não pode ficar desconectado às mudanças do século XXI, que tem à frente o avanço tecnológico e a inovação. Para o diretor-geral da instituição, Saulo Krichanã Rodrigues, professor de economia, muito mais difícil do que construir ativos financeiros e obras é construir o caráter e a alma de um projeto. E informou que os 57 alunos da primeira turma do Isitec estão inseridos num projeto que tem o “DNA” da engenheira com uma matriz educacional também inovadora.

Para vencer novos desafios
Isitec aula inaugural 6 dentroNa sua aula inaugural, Rebelo [foto ao lado] destacou que a engenharia está permanentemente associada à aventura humana pela sobrevivência e pela construção material da sociedade, observando que a própria civilização egípcia foi uma conquista da engenharia hidráulica ao controlar o regime de águas do rio Nilo para o uso humano, principalmente para a agricultura, numa área de deserto. No Brasil, lembrou, a base física da engenharia começa com a vinda da Corte Real de Portugal e na construção militar de fortalezas na costa brasileira e também no interior. “Foi o resultado da inteligência da engenharia civil aplicada à defesa, inicialmente, da coroa portuguesa.” Nesse sentido, a primeira escola de engenharia data de 1792 com o nome de Real Academia de Artilharia, Fortificação e Desenho.

O ministro acredita que temos um país preparado para enfrentar e vencer os novos desafios do desenvolvimento, lembrando que encontrar petróleo na camada pré-sal não foi “um golpe de sorte”. “Foi a inteligência da engenharia e de outros profissionais, com anos de pesquisa e apostas, que levaram o Brasil a descobrir essa grande reserva de óleo e gás. Foi mais um êxito da nossa engenharia.”

Rebelo, todavia, observou que, em meio a tantas possibilidades, o País se depara, também, com grandes dificuldades, como a de se superar em ciência, tecnologia e inovação e aumentar a competitividade da indústria nacional. “Somos a sétima economia do mundo, mas estamos muito mal em inovação.” Falou, ainda, que em recente análise do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDCI), a exportação de alta tecnologia caiu muito, e a de baixa tecnologia aumentou. “O Brasil está perdendo o emprego industrial, e sabemos que a classe média urbana clássica é um fenômeno da industrialização.” Para ele, o País está num processo de perda de substância “da nossa indústria”.

“Devemos nos apoiar nas nossas virtudes, mas temos de ter consciência das nossas deficiências para poder superá-las”, defendeu. Nesse sentido, avaliou que o Isitec nasce num momento fundamental para o Brasil, onde precisamos melhorar a qualidade e a competitividade, usando a tecnologia e inovação em tudo. Para Rebelo, a faculdade dos engenheiros deve atender ao espírito de garantir, ao País,  soberanias científica, tecnológica e de inovação, “para não virarmos colônia de ninguém”.

Rebelo não tem dúvida que o Isitec ajudará na construção de um país mais justo, mais desenvolvido e com maiores oportunidades profissionais.

A aula inaugural do Isitec contou com a presença do deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP), dos vereadores paulistanos Eliseu Gabriel (PSB) e Gilberto Natalini (PV) e dos presidentes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva; e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo (Crea-SP), Francisco Kurimori; dos diretores do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), João Alberto Viol; e do Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (Sinduscon-SP), Sérgio Tiaki Watanabe; da vice-presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC), Dora Fix Ventura; do secretário de Serviços do Município de São Paulo, Simão Pedro; e do presidente do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), Leonel Fernando Perondi; do ex-reitor da Universidade de São Paulo (USP), Hélio Guerra; do professor da Escola Politécnica da USP e coordenador do Conselho Tecnológico do SEESP, José Roberto Cardoso.


* Leia, aqui, o discurso, na íntegra, do presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

 

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








O próximo dia 23 será histórico para a engenharia brasileira. É quando será realizada a aula inaugural do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), às 9h, na Capital paulista, com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), Aldo Rebelo. Será o início, oficial, da primeira graduação em Engenharia de Inovação, no País. Como explica o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, é uma faculdade sem fins lucrativos e a primeira montada por uma entidade sindical no País. “É a nossa contribuição para a sociedade brasileira", afirmou Pinheiro, que pretende tornar a instituição uma referência para outras faculdades brasileiras, ao inserir uma nova categoria no mercado, voltada à indústria.

"O mercado é extenso e tudo o que se faz em engenharia tem que ser com inovação. Então queremos apresentar ao mercado profissionais que possam trabalhar com inovação", ressaltou Pinheiro, lembrando que a preparação do curso ocorre há pelo menos dois anos, como o treinamento dos professores. "Temos que estimular a inovação e empreendedorismo", completou. Por isso, primeiramente os alunos aprenderão conceitos e experimentações para só então optarem qual o segmento da engenharia que vão atuar e se aprofundar. Com duração de 5 anos, o estudante permanecerá em sala e aula em período integral - somando 4.620 horas.

O processo de seleção para a primeira turma começou em outubro do ano passado. Os inscritos fizeram um exercício de aptidão lógica online e uma prova presencial de expressão. A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também contou para a seleção dos estudantes.

Histórico
O Isitec foi criado em 2011 e credenciado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2013. A instituição tem como entidade mantenedora o SEESP e conta com o apoio da FNE.

A ideia do curso surgiu da necessidade de se formar profissionais aptos a empreender e buscar soluções para a indústria brasileira e foi desenvolvida durante os debates do "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento" – projeto articulado pela FNE e seus sindicatos afiliados e por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI).


 

Rosângela Ribeiro Gil
Edição
Imprensa SEESP










Na próxima segunda-feira (23), às 9h, começam as aulas do primeiro curso de graduação em Engenharia de Inovação do Brasil. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, irá proferir a aula inaugural no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em São Paulo (SP).
A instituição, que tem como entidade mantenedora o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) e conta com o apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), surgiu a partir da necessidade de se formar profissionais aptos a empreender e buscar soluções para a indústria nacional, que precisa ganhar competitividade. "É uma faculdade sem fins lucrativos e a primeira montada por uma entidade sindical no País. É a nossa contribuição para a sociedade brasileira, e o ministro ficou muito entusiasmado com isso", afirmou Murilo Celso de Campos Pinheiro, presidente da FNE, que pretende tornar a instituição uma referência para outras faculdades brasileiras, ao inserir uma nova categoria no mercado, voltada à indústria.

O curso é inédito também em sua matriz curricular, com uma grade para cinco anos em período integral, que somarão 4.620 horas. Primeiramente, os alunos aprenderão conceitos e experimentações para só então optarem qual o segmento da engenharia que vão atuar e se aprofundar. Além disso, o estudante receberá bolsa integral, não restituível, e auxílio para despesas.

O processo seletivo para a primeira turma começou em outubro do ano passado. Os inscritos fizeram um exercício de aptidão lógica online e uma prova presencial de expressão. A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também contou para a seleção dos estudantes.

 

 

Fonte: Jornal Agora

 

 

 

 

 

 

 

 

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, ressaltou nesta quinta-feira (5) o valor da engenharia para a construção da infraestrutura nacional, durante audiência com cerca de 50 representantes de sindicatos estaduais e conselhos regionais da categoria de todas as regiões do País.
Aldo destacou estimar a engenharia brasileira por "sua grande contribuição à construção da infraestrutura da nossa pátria". Segundo ele, o MCTI estuda criar um programa de cooperação com os sindicatos filiados à Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), para "aproveitar o engajamento" da categoria.

 

Aldo MCTI
Aldo destacou estimar a engenharia brasileira por "sua grande contribuição à construção da infraestrutura
da nossa pátria". Crédito: Ascom/MCTI

 

O presidente da FNE e do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp), Murilo Celso de Campos Pinheiro, declarou na audiência que a visita à pasta demonstrou "a nossa esperança e a compreensão de que o ministro Aldo Rebelo pode fazer um grande trabalho" à frente do MCTI.
Pinheiro já havia visitado Aldo em 26 de janeiro, quando o convidou para proferir a aula inaugural do primeiro curso brasileiro de graduação em engenharia de inovação, no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em São Paulo.

 

 

Fonte: Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI)

 

 

 

 

 

 

 

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, aceitou o convite feito pelo presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, para fazer a aula inaugural no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), no dia 23 de fevereiro, às 9h, quando iniciam as aulas da graduação em Engenharia de Inovação. O projeto do curso foi apresentado a Rebelo, no dia 26 de janeiro último, em Brasília, pelo presidente do sindicato. Também participaram da audiência com o ministro os representantes da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) Artur Araújo e João Guilherme Vargas Netto, consultor sindical.


Foto: Ascom/MCTI
Reunião com o Sindicato dos Engenheiros do Estado de São Paulo
Aldo Rebelo recebeu o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, acompanhado de Artur Araújo e
João Guilherme Vargas Netto


"É uma faculdade sem fins lucrativos e a primeira montada por uma entidade sindical no País. É a nossa contribuição para a sociedade brasileira, e o ministro ficou muito entusiasmado com isso", afirmou Pinheiro, que pretende tornar a instituição uma referência para outras faculdades brasileiras, ao inserir uma nova categoria no mercado, voltada à indústria.

"O mercado é extenso e tudo o que se faz em engenharia tem que ser com inovação. Então queremos apresentar ao mercado profissionais que possam trabalhar com inovação", ressaltou Pinheiro, lembrando que a preparação do curso ocorre há pelo menos dois anos, como o treinamento dos professores. "Temos que estimular a inovação e empreendedorismo", completou. Por isso, primeiramente os alunos aprenderão conceitos e experimentações para só então optarem qual o segmento da engenharia que vão atuar e se aprofundar. Com duração de 5 anos, o estudante permanecerá em sala e aula em período integral - somando 4.620 horas.

O processo de seleção para a primeira turma começou em outubro do ano passado. Os inscritos fizeram um exercício de aptidão lógica online e uma prova presencial de expressão. A nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) também contou para a seleção dos estudantes.

Histórico
O Isitec foi criado em 2011 e credenciado pelo Ministério da Educação (MEC) em 2013. A instituição tem como entidade mantenedora o SEESP e conta com o apoio da FNE.

A ideia do curso surgiu da necessidade de se formar profissionais aptos a empreender e buscar soluções para a indústria brasileira e foi desenvolvida durante os debates do "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento" – projeto articulado pela FNE e seus sindicatos afiliados e por entidades como a Confederação Nacional da Indústria (CNI).



Imprensa SEESP
Com informações da Ascom do MCTI


(matéria atualizada às 13h48 em 27/1/15)



Integrando o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, lançado pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), as perspectivas para a Copa 2014 foram objeto de palestra do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, em 1º de novembro. Convidado da entidade brasileira, ele falou a cerca de 200 engenheiros na sede do SEESP, na Capital paulista.
 

Fotos: Beatriz Arruda/SEESP
AldoRebeloMurilo01NOV2013Ministro Aldo Rebelo (à direita) fala sobre o legado da Copa para o País, em evento da FNE,
presidida por Murilo Celso de Campos Pinheiro (à esquerda). Confira mais fotos aqui 


Rebelo iniciou sua preleção destacando as contribuições do “Cresce Brasil” aos rumos do desenvolvimento nacional e lembrando que o País sediará os dois maiores eventos globais: a Copa do Mundo, em 2014, e as Olimpíadas, em 2016. “São os mais esperados e acompanhados do planeta.” Sobre o primeiro deles, conforme sua fala, em sua 20ª edição, ocorrerá no Brasil pela segunda vez (a primeira foi em 1950), reunindo 32 seleções. Já as Olimpíadas, que abrangem mais de 200 países e mais de 20 modalidades esportivas, acontecerão pela primeira vez na América do Sul.

Centrando sua apresentação na Copa 2014, Rebelo citou o termo de cooperação técnica que o Ministério do Esporte firmou com a FNE para acompanhamento pela entidade das obras do mundial. Sua assinatura se deu em 30 de março de 2012, durante debate realizado em Manaus (AM). 

Impactos socioeconômicos
Para o palestrante, a Copa será uma grande oportunidade. “Os impactos socioeconômicos de grandes eventos já foram estudados. Somente a Copa garantirá a geração de 3,6 milhões de empregos no País, mais do que um Uruguai.” De acordo com ele, para cada um real em inversões públicas, o retorno será de 3,4 ao investidor privado. “Vinte e nove bilhões de pessoas serão impactadas diretamente com a imagem do Brasil. São 19 mil jornalistas credenciados e 350 redes de TV cadastradas.”

Destacando que “poderia discutir a importância da Copa sobre vários pontos de vista”, Rebelo enfatizou que “o futebol é uma instituição internacional”. Assim, citou “estudioso francês segundo o qual o conceito moderno de país ultrapassa o conceito clássico de que tem que ter povo, território, governo. É necessário ter uma seleção nacional de futebol – e que participe de algum torneio internacional”. Nesse sentido, o ministro apontou alguns exemplos na história para salientar como o esporte e o mundial estão atrelados ao nacionalismo e têm importância política para a unidade do povo após guerras e conflitos. Entre eles, a África do Sul pós-apartheid, que sediaria a Copa de 2010, e mesmo a Alemanha, em que o mundial teria lugar quatro anos antes. Até então, por conta do papel desempenhado pelo país na Segunda Guerra Mundial (1939-1945), havia uma espécie de constrangimento em erguer a bandeira e cantar o hino – o que foi corroborado na ocasião por Christian Müller, presidente da Associação de Engenheiros Brasil-Alemanha (VDI-Brasil).

No Brasil, Rebelo observou que “o futebol tem raízes muito profundas”. De passatempo das elites no século XVIII, seria transformado em “esporte de massas”. “Deu a jovens pobres e negros oportunidades que a escola, num país muito desigual, não garantiu. Talvez por isso o futebol seja uma das poucas instituições que se consolidou à margem do Estado e do mercado, sendo construído por seus adeptos.” Para o ministro, a Copa é a projeção do valor que tem esse esporte no mundo e não há nenhuma dificuldade ao Brasil realizá-la. “Difícil foi construir Manaus por volta do ano 1600, construir Cuiabá, o forte Príncipe da Beira no interior de Rondônia e outro no Amapá séculos atrás.” O mundial, reiterou Rebelo, “é uma grande oportunidade que temos que celebrar como uma vitória. As obras de mobilidade urbana, viadutos, metrôs, VLTs, toda a infraestrutura, boa parte oriunda do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) mediante empréstimos do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), ficarão aqui. E a taça também tem tudo para ficar”, concluiu.

 

Soraya Misleh
Imprensa – SEESP




Acontece nesta sexta-feira (1º/11), a partir das 15h, palestra com o ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na sede do SEESP, na Capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista), sobre os preparativos para a Copa de 2014, seus desafios e o avanço na infraestrutura das cidades-sedes. A análise levará em consideração a realização da Copa das Confederações, em junho último.

* O evento terá transmissão online ao vivo neste link

O evento é resultado da parceria firmada em 2012 pelo Ministério com a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). A entidade é responsável pela análise dos projetos, obras e serviços de engenharia para a realização do mundial.

Criado em 2011 pela FNE, o projeto “Cresce Brasil e a Copa 2014” vem realizando debates em várias cidades brasileiras. O objetivo é contribuir com a finalização das obras em tempo hábil e para que os preparativos para o mundial deixem um legado positivo às cidades-sedes. “Nosso intuito é contribuir para que o País seja beneficiado com os investimentos públicos, que estão sendo feitos para o mundial”, afirmou o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Além das obras públicas nos estádios, o acordo envolve ajustes e obras em portos, aeroportos e auxílio em iniciativas para a mobilidade urbana.

 

Imprensa – SEESP




Os preparativos para a Copa de 2014, seus desafios e o avanço na infraestrutura das cidades-sedes serão tema da palestra do ministro do Esporte, Aldo Rebelo, na sexta-feira (1º/11), na sede do SEESP, na Capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista). A análise levará em consideração a realização da Copa das Confederações, em junho último.

O evento terá transmissão online ao vivo neste link.

O evento é resultado da parceria firmada em 2012 pelo Ministério com a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). A entidade é responsável pela análise dos projetos, obras e serviços de engenharia para a realização do mundial.

Criado em 2011 pela FNE, o projeto “Cresce Brasil e a Copa 2014” vem realizando debates em várias cidades brasileiras. O objetivo é contribuir com a finalização das obras em tempo hábil e para que os preparativos para o mundial deixem um legado positivo às cidades-sedes. “Nosso intuito é contribuir para que o País seja beneficiado com os investimentos públicos, que estão sendo feitos para o mundial”, afirmou o presidente da entidade, Murilo Celso de Campos Pinheiro.

Além das obras públicas nos estádios, o acordo envolve ajustes e obras em portos, aeroportos e auxílio em iniciativas para a mobilidade urbana. 


Imprensa - SEESP





O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, em entrevista ao portal Terra, no dia 16 último, traçou um panorama da preparação brasileira para a Copa do Mundo da Fifa 2014 a 300 dias de a bola rolar para o primeiro dos 64 jogos do Mundial. Confira abaixo alguns dos comentários.

Manutenção das 12 cidades-sede
Creio que não há risco de alguma sede ficar de fora. O problema maior nós enfrentamos e superamos que era garantir as seis sedes para a Copa das Confederações. E dos seis, dois foram entregues dentro do prazo previsto, em dezembro de 2012, casos de Belo Horizonte e Fortaleza. Os outros quatro tiveram algum tipo de atraso. Para a Copa, faltam seis e a estimativa é de que sejam entregues em dezembro. Não por capricho, mas para que todos possam passar pelos chamados eventos-teste, que colocam à prova todas as funções do estádio, como esquema de tráfego, higiene, conforto, telecomunicações, acessibilidade. Por isso esse tempo é necessário.

Necessidade de intensificação de ritmo
Não me parece que haja um estádio mais problemático do que o outro. O maior ou menor percentual não quer dizer que isso seja um problema. Percentual menor não é o único parâmetro. Pode estar previsto no próprio cronograma da arena uma intensificação de mão de obra na reta final. Em algumas, pode mesmo ser necessário uma intensificação de ritmo. Mas, em resumo, todos podem ser entregues, independentemente do percentual concluído até agora. Mesmo que haja um ou outro pequeno atraso, não vai atrapalhar os eventos-teste necessários.

GuararapesAeroporto internacional dos Guararapes - Gilberto Freyre, em Recife,
em julho de 2013. Foto: Portal da Copa

 

Público na Copa das Confederações
Avaliamos como um grande sucesso a presença de público. Muito superior, por exemplo, ao que tivemos na África do Sul. Mais do que o dobro dos canais de televisão credenciados. Na Copa do Mundo, imagino que em pouco tempo, a partir do momento em que os ingressos forem colocados à venda, haverá grande procura. A Embratur prevê 600 mil turistas estrangeiros, 3 milhões de turistas brasileiros, e há uma projeção de 3 bilhões de espectadores no mundo inteiro.

50 mil ingressos gratuitos
Esses 50 mil ingressos gratuitos partem de uma conversa que tive com a FIFA, quando assumi o ministério. Na conversa, argumentei que o Brasil é um país com uma série de qualidades, mas também desigual. Há uma parte da população muito pobre e até sem acesso à moeda. Seria ruim que essa população fosse excluída da Copa. Quando as câmeras filmassem os estádios estariam todos lá, menos a população indígena? Assim, temos esse desafio. A FIFA compreendeu e fez esse gesto. Cabe agora ao governo saber como fazer esses ingressos chegarem às mãos de quem precisa para que todos possam, mesmo que simbolicamente, participar dessa festa.

Investimentos na Copa e legados
A Copa é praticamente um empreendimento privado. E todo mundo quer a Copa. Argentina e Uruguai, por exemplo, pedem apoio para a de 2030. A China procura ajuda para sediar o evento nos anos 2040. Isso porque a Copa, além da grande festa, é uma grande oportunidade. Segundo duas grandes consultorias privadas, a Ernest Young e a FGV, o Mundial vai gerar cerca de 3,6 milhões de empregos. E, para cada real de investimento público, há R$ 3,4 de investimentos privados, seja na construção civil, na hotelaria ou em outras áreas. Só uma cadeia hoteleira francesa prevê R$ 2,5 bilhões de investimentos no Brasil até 2015. A Embratur fez uma previsão de que os turistas gastarão cerca de R$ 25 bilhões durante o Mundial. Assim, há benefiícios econômicos, sociais.


AeromoveldentroObra do Aeromóvel, transporte em via elevada que vai ligar o sistema de metrô de Porto Alegre
ao 
terminal de passageiros do aeroporto Salgado Filho, em julho de 2013. Foto: Portal da Copa

 

Mobilidade urbana e aeroportos
Os gastos com mobilidade urbana existiriam independentemente da Copa. Se você melhora os aeroportos, a Copa passa e os aeroportos ficam para a população. Um anel viário como o José Alencar, em Belo Horizonte, liga várias vias de trânsito na capital mineira com o Mineirão. É para as pessoas de Belo Horizonte. A via que liga o aeroporto de Várzea Grande ao centro de Cuiabá fica para a cidade. Essas obras de mobilidade, portanto, estavam previstas independentemente da Copa. Metrô, VLT, BRT. Isso não é gasto com a Copa. São investimentos que podem facilitar a realização do Mundial, mas seriam realizados com ou sem os megaeventos. Eles foram para a Matriz de Responsabilidades para serem antecipados, e aí passou-se a dizer que são da Copa. Mas, com exceção de algumas intervenções em aeroportos e no entorno dos estádios, a maioria nem faz parte dos encargos com a FIFA. Estavam no PAC. O governo resolveu antecipá-las e entregá-las antes. As que não serão concluídas até a Copa serão retiradas da matriz, mas não serão abandonadas. A população terá todas as obras.

Imagem do país a partir da Copa
O que posso dizer é o seguinte: a Copa é um dos eventos mais desejados do planeta. A Alemanha fez da Copa uma grande festa. Trabalhou para mostrar ao mundo como gostaria de ser percebida depois da reunificação, para se desfazer da marca da tragédia da guerra, do nazismo. Por isso a Alemanha nem lamentou ser eliminada antes da final. Os sul-africanos, da mesma forma, queriam deixar para trás o apartheid, o ódio racial, e mostrar um país reconstruído. No caso do Brasil, o país pode ser percebido como um país miscigenado, de belezas naturais, receptivo, que despreza o ódio racial, étnico, mas que também pode aproveitar a Copa para atrair os olhos internacionais. Somos capazes de fazer a Copa, de mostrar a capacidade de nossa economia, do nosso setor de serviços, de atrair investimentos.

 

Fonte: Portal da Copa/Ascom do Ministério do Esporte
* A foto da home do ministro Aldo Rebelo é de Elza Fiúza/ABr 




CastelaodentroApós descerrar a placa comemorativa, que simbolizou a entrega da Arena Castelão, em Fortaleza (CE), neste domingo (16/12), a presidente Dilma Rousseff afirmou que a obra orgulha a todos os brasileiros e mostra ao mundo a capacidade do país em realizar os grandes eventos esportivos dos próximos anos.

“Recentemente estive em Londres, em um estádio, e quero dizer que o Castelão, em todos os sentidos, mostra que somos capazes de ganhar no campo e fora do campo. [O Castelão] mostra que o brasileiro é capaz de superar obstáculos e entregar uma obra desse tipo”, ressaltou Dilma. "Muitos diziam que não éramos capazes, mas hoje começamos a mostrar que somos e a obra está aí. E queria lembrar uma coisa. Inauguramos hoje, 16 de dezembro, num momento especial. Um momento de esforço, de sorte e de vitória, quando o Corinthians se sagra campeão mundial interclubes. Esse fato, independentemente de qualquer outro, mostra que o Brasil é capaz das duas coisas. De ganhar nos campos e de construir um estádio dessa categoria”, disse.

 

A arena é o primeiro estádio para a Copa das Confederações, em 2013, e para o Mundial de 2014, a ser entregue. Antes dos discursos no palco que ainda receberia show do cantor Raimundo Fagner, a presidenta da República cortou a fita que representa a conclusão da obra. A faixa estava localizada na saída dos vestiários, na entrada para o campo. A presidenta deu ainda um pontapé simbólico na Cafusa, bola do torneio de 2013, no centro do gramado, e disse que se inicia agora a fase decisiva de preparação. Ela confirmou que estará presente na cerimônia de entrega do Mineirão, em 21 de dezembro, e na dos outros estádios da Copa.

O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, reforçou que, com a entrega da obras, o povo brasileiro mostra a capacidade do país para receber os grandes eventos esportivos. “Ao entregar o primeiro estádio para a Copa do Mundo de 2014, a cidade de Fortaleza e o estado do Ceará dão um exemplo da capacidade do povo cearense e do povo brasileiro de acolher o maior evento esportivo do mundo. E de fazê-lo com competência, dentro dos prazos e como uma obra que reúne a beleza da sua arquitetura e a modernidade e a eficiência do seu empreendimento.”

 

Imprensa – SEESP
Informação do Ministério do Esporte
Foto: Blog do Planalto 




RebeloMojicaOs governos do Brasil e do Uruguai firmaram acordo, nesta semana, para reforçar a cooperação que pretende preparar atletas de ambos os países para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. O ministro do Esporte, Aldo Rebelo, reuniu-se com o presidente do Uruguai, José Pepe Mujica, em Montevidéu, capital uruguaia.

Pelo acordo, haverá troca de suporte técnico em várias modalidades esportivas. No caso do Uruguai, estão no programa futebol feminino, vôlei e natação. O Brasil receberá suporte em rugby, ciclismo e hóquei. Segundo Rebelo, o acordo promoverá a "recuperação do futebol sul-americano como patrimônio esportivo, social e cultural".

O ministro do Esporte disse ainda que está em estudo a promoção de um programa de voluntariado por meio do qual os jovens uruguaios vão poder participar da preparação da Copa e das Olimpíadas. Detalhes sobre o acordo podem ser obtidos na página da Presidência da República do Uruguai.

 

Imprensa – SEESP
Informação da Agência Brasil
Fotos: Ministério do Esporte 



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