O Núcleo Jovem Engenheiro, do SEESP, participou do XIV Encontro Nacional de Estudantes de Engenharia Ambiental (Eneeamb), realizado conjuntamente com o 6º Fórum Latino Americano de engenharia Ambiental e Sustentabilidade e com o Simpósio Brasileiro de Engenharia Ambiental, em Brasília (DF), na Faculdade de Tecnologia da Universidade de Brasília (UnB).
Fotos: divulgação Núcleo Jovem EngenheiroMarcellie Dessimoni (a quarta pessoa da esquerda para a direita) presente no Eneeamb
A coordenadora do Núcleo, Marcellie Dessimoni, se surpreendeu com o nível dos debates e do engajamento do público presente. “Pude presenciar a categoria unida, debatendo as questões ambientais e de sustentabilidade, da nossa sociedade, criando perspectivas profissionais para a valorização do Engenheiro Ambiental”, relatou Dessimoni que participou da mesa de abertura do encontro, que ocorreu ao longo de todo o domingo (31/7).
Participantes do encontro prestigiam mesa de abertura
Durante a mesa de abertura, a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro falou sobre a responsabilidade do engenheiro sobre as questões ambientais o de retomada do crescimento do País. "A nossa principal missão como engenheiro é construir uma sociedade que tem como base o desenvolvimento sustentável. Nós podemos ser a geração que vai transformar o País e melhorar a vida das pessoas, levando qualidade de vida", disse, enfatizando o papel do profissional no momento presente.
"Engenharia ambiental não é mais a profissão do futuro. É a profissão do agora. É agora que temos que construir a cidade que queremos, o País que nós queremos e um mundo mais sustentável. Não dá mais para deixar para amanhã essa discussão. Temos a missão de cuidar do meio ambiente e é agora", afirmou Dessimoni.
De acordo com os organizadores, mais de mil pessoas participarão, até sexta (5/8), dos três eventos, com uma programação recheada de minicursos, oficinas, palestras, workshop, entre outras atividades.
Imprensa SEESP
Com informações do Núcleo Jovem Engenheiro
A cidade do Rio de Janeiro ganhou nesta semana uma imensa maquete feita de Lego. A construção de quase 1 metro de altura, tem cerca de 20 m² e é formada por 947 mil peças, com peso total de uma tonelada. São 25 ícones do Rio, que foram escolhidos em conjunto com a Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Empresa Olímpica Municipal (EOM).
Foto: divulgação
Entre os pontos turísticos escolhidos para a montagem das réplicas estão o Cristo Redentor, o Pão de Açúcar, o hotel Copacabana Palace, a Lagoa Rodrigo de Freitas, o Parque Madureira, o Estádio Engenhão, o Estádio do Maracanã e o Sambódromo da Marquês de Sapucaí.
Os responsáveis pela montagem são Dan Steininger, Chris Steininger e Paul Chrzan. Foram 50 pessoas envolvidas no projeto, que demandou o esforço de três equipes de diferentes fábricas da Lego de forma simultânea, localizadas nos Estados Unidos, Dinamarca e República Checa.
A maquete ficará exposta no Porto Maravilha, dentro do Boulevard Olímpico, no período de 5 de agosto a 21 de agosto. A visitação é aberta ao público e tem duração de 15 minutos para cada grupo de 70 participantes. Crianças e jovens menores que 14 anos, deverão estar acompanhadas de um adulto responsável.
Após as Olimpíadas, o trabalho será doado à Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro, pela Lego, e encaminhada ao Museu da Cidade, no Parque da Cidade, na Gávea.
Com agências
Um asteroide chamado Bennu pode um dia atingir a terra. É possível que ele guarde o mistério da origem da humanidade. Descoberto em 1999, o 101955 Bennu tem aproximadamente 500 metros de diâmetro e orbita o sol a uma velocidade de 100 mil quilômetros por hora. Infelizmente, a órbita do asteroide coincide com a do planeta terra a cada 6 anos, o que significa que ele pode, um dia, colidir com a terra.
Foto: Nasa / GSFC / DivulgaçãoNave espacial Osiris-Rex coletará amostra do asteroide.
"A aproximação [do asteroide com a terra] no ano 2135 ajustará a órbita de Bennu, potencialmente colocando-o em curso de colisão com a terra naquele século", diz Dante Lauretta, professor de Ciência Planetária na Universidade de Arizona.
Para se preparar melhor para este evento potencialmente apocalíptico, a Nasa, a agência especial dos Estados Unidos, enviará uma nave espacial Osiris-Rex para coletar uma amostra do asteroide.
"[A missão] é a chave para a nossa busca por produtos orgânicos no Bennu", disse Lauretta, de acordo com um comunicado da Nasa.
Mas a missão é mais do que evitar Armageddon. De acordo com Lauretta, a missão Osiris poderia ajudar a humanidade a compreender melhor suas próprias origens.
"Acreditamos Bennu é uma cápsula do tempo desde os primórdios de nosso sistema solar", disse Lauretta ao canal ABC News. "Assim, a amostra pode potencialmente conter respostas para uma das perguntas fundamentais que os seres humanos fazem: “de onde viemos, qual a nossa origem?”.
Por enquanto, não há nenhuma razão de pânico. O Bennu tem apenas uma chance em 2.700 de colidir com a terra entre 2175 e 2196.
Fonte: Agência Brasil com agência Sputnik Brasil
Ao longo dos meses de junho, julho e início de agosto – período que antecede a campanha eleitoral oficial que se inicia no próximo dia 16 – o SEESP está recebendo para conversa com a diretoria da entidade os principais pré-candidatos à Prefeitura da cidade de São Paulo, que têm a oportunidade de falar sobre seus planos para a gestão da Capital e ouvir sugestões dos engenheiros.
A todos está sendo entregue, pelo presidente da entidade, Murilo Pinheiro, a publicação “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – Cidades”. Lançado em 29 de junho último, o documento traz diagnóstico dos principais problemas dos municípios brasileiros e sugestões de soluções para temas como mobilidade e transporte, habitação, saneamento básico, iluminação pública e internet pública. Traz ainda propostas de como financiar as iniciativas locais.
A iniciativa visa enriquecer o debate em torno da disputa eleitoral, colocando o foco nas questões que são essenciais aos cidadãos. "Além do saber da engenharia, está na base dessa iniciativa o nosso compromisso com a melhoria das condições de vida da população e do desenvolvo nacional", ressalta Pinheiro.
A senadora Marta Suplicy (PMDB), que estava agendada para participar do ciclo de encontros com os pré-candidatos em 12 de agosto, cancelou sua visita ao SEESP, alegando problemas de agenda. Confira abaixo quem esteve na sede do sindicato.
(Texto atualizado em 3/8/2016 e em 10/8/2016)
Fotos: Beatriz Arruda/ Imprensa SEESPFernando Haddad, prefeito e pré-candidato pelo PT, esteve nesta terça-feira (2/8), na sede do sindicato, onde teve a oportunidade de mostrar os avanços da atual gestão e propostas para a nova gestão, caso seja reeleito.
Na segunda (1º), foi a vez da deputada federal e pré-candidata pelo Psol, Luiza Erundina, expor sua plataforma de campanha aos dirigentes do SEESP.
No dia 25 de julho o SEESP recebeu Altino Prazeres, presidente licenciado do Sindicato dos Metroviários de São Paulo e pré-candidato pelo PSTU.
Andrea Matarazzo, vereador e então pré-candidato pelo PSD, esteve com o presidente Murilo Pinheiro e diretores do sindicato no dia 14 de julho. Doze dias depois, Matarazzo foi oficializado como pré-candidato a vice-prefeito da pré-candidata Marta Suplicy, pelo PMDB.
João Doria, empresário e pré-candidato pelo PSDB, esteve reunido com diretores e o presidente do SEESP no dia 6 de julho.
Celso Russomanno, deputado federal e pré-candidato pelo PRB, esteve no dia 7 de junho, inaugurando a agenda com os pré-candidatos.
Rita Casaro
Imprensa SEESP
Mais uma turma da graduação de Engenharia de Inovação, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) começa nesta segunda (1º/8). É a terceira turma selecionada a partir de um processo de seleção rigoroso.
“Estamos construindo um perfil diferente de faculdade, e neste momento queremos atrair pessoas dispostas a essa nova forma de aprender. O diploma é necessário, mas não é o suficiente”, avalia José Marques Póvoa, diretor de graduação do instituto, na matéria de Jéssica Silva, para o Jornal Engenheiro, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), deste mês.
Foto: Divulgação IsitecTerceira turma de Engenheira de Graduação do Isitec conhece as instalações do instituto
Confira abaixo o texto completo:
Engenheiros inovadores a caminho
O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em São Paulo, abre as portas para mais um grupo da graduação em Engenharia de Inovação, que inicia as aulas neste mês. Esse é o terceiro grupo desde a primeira turma, em 2015. São 20 novos alunos, futuros profissionais que aprenderão em sala de aula competências técnicas e científicas da área, gestão de inovação, além de visão empresarial e empreendedora.
Aos 20 anos, André Eiji Arahawa, primeiro lugar do vestibular desta edição, anseia por conhecimentos diversos que o façam um profissional versátil. “Minha perspectiva é de aprender sobre todas as áreas possíveis da engenharia para que eu possa trabalhar na resolução de quaisquer problemas”, diz o estudante paulista, que conheceu o instituto pela indicação de um parente metroviário. Arahawa cursava Sistema de Informação quando foi conquistado pela proposta do Isitec. “A forma de ensino me pareceu bem fora do tradicional e fui pesquisar mais sobre a grade curricular. É um curso novo, diferenciado, que vai me dar uma visão mais ampla de carreira”, conta.
Para o aluno, existem muitos engenheiros no mercado de trabalho com ideias de soluções criativas, mas são poucos os que transformam esses projetos em produtos para a sociedade. “O curso me apresentou uma forma de ser esse profissional, que gerencia e extrai o potencial para inovar e alavancar o desenvolvimento de tecnologias e produtos para o País”, explica Arahawa.
Nicolle Duarte da Rosa Augusto, 19, também trocou a graduação em Engenharia Química pela de Inovação. “Acabei me identificando mais com o curso (do Isitec). É mais completo. Sempre tive aptidão para pesquisa e desenvolvimento, é uma área que me fascina”, alega Rosa Augusto. A aluna vê a inovação como a construção de projetos para a melhoria da qualidade de vida humana e ambiental. “Pensar, pesquisar, planejar e produzir são etapas que tornam os sonhos realidade, concebendo assim as inovações”, explica.
Mesmo com apenas as primeiras aulas, a jovem já se vê trabalhando em uma grande empresa no desenvolvimento de novos produtos e tecnologias. “Quero aproveitar ao máximo todo o conhecimento que vou absorver com as aulas e, futuramente, juntar esse aprendizado com a experiência de outros profissionais na implantação de ideias e projetos inovadores”, almeja.
O curso
O Isitec, cuja entidade mantenedora é o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) e tem apoio institucional da FNE, foi o pioneiro na graduação em Engenharia de Inovação no País, tendo o curso reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC) em 2013. Com a proposta de formar um profissional capaz de atuar no desenvolvimento de tecnologias e inovações em diversos setores, o curso tem duração de cinco anos, com 30 horas/aulas por semana em média, em período integral. Atualmente, a instituição de ensino tem em torno de 50 alunos cursando a graduação, entre calouros e veteranos. Cada aluno aprovado ganha bolsa integral de estudos e um auxílio no valor de R$ 500,00. Jovens da Grande São Paulo e também de outros municípios próximos, como Jundiaí e Santa Isabel, somam a maioria entre eles, mas também há estudantes de outros estados.
O modelo de aula é diferente, os alunos sentam-se em grupo e os professores fomentam o debate entre eles a cada nova matéria. Para José Marques Póvoa, diretor de graduação do Isitec, o ponto desenvolvido pelo estilo de aula é o de transformar a informação em conhecimento. Nas palavras do professor: “Não queremos um modelo de memorização de conteúdo, que está disponível na internet, nos livros. Queremos um aluno participativo, que aprenda a utilizar o conteúdo em seu futuro emprego, que absorva o conhecimento, que o tenha como um patrimônio.”
Póvoa, porém, considera que o modelo didático ainda assusta quem ingressa em uma faculdade como um aluno que apenas “assiste” aulas para conseguir um diploma. “Estamos construindo um perfil diferente de faculdade, e neste momento queremos atrair pessoas dispostas a essa nova forma de aprender. O diploma é necessário, mas não é o suficiente”, avalia. Para ele, ter um projeto na educação é um desafio para um sindicato, mas é também preparar um engenheiro para o futuro. “Não temos a mínima ideia de como será a engenharia daqui a 20, 30 anos. Então temos que capacitar esse povo para trabalhar com o desconhecido”, diz.
Jéssica Silva
Fonte: Jornal Engenheiro - FNE - edição 171
O AutoCAD é um software do tipo CAD (computer aided design) e é comercializado pela Autodesk, Inc. desde 1982. sua utilização se dá principalmente na elaboração de peças de desenho técnico em duas dimensões (2D) e para criação de modelos tridimensionais (3D). Além dos desenhos técnicos, o software vem disponibilizando, em suas versões mais recentes, vários recursos para visualização em diversos formatos. É amplamente utilizado em arquitetura, design de interiores, engenharia civil, engenharia mecânica, engenharia elétrica, etc.
Foto: Divulgação/Apple
Está disponível na internet, para download uma apostila completa do AutoCAD 2012 em português, com tamanho de 4 Mb, contendo 100 páginas. A apostila trata os seguintes assuntos:
Capítulo 1
– Interface do usuário e configurações de desenho
– Interface gráfica do usuário;
– Configurações do desenho.
Capítulo 2
– Criação e edição de objetos;
– Criação de objetos;
– Meio-fio – Pista Inferior;
– Meio-fio – Canteiro Central Parte Inferior;
– Edição de objetos;
– Meio-fio – Canteiro Central Parte Superior;
– Meio-fio – Pista Superior;
– Estacionamento superior;
– Organização do desenho;
– Hachuras e linhas de apoio;
– Hachura do canteiro central;
– Linhas de divisão das faixas de rolamento;
– Linhas de apoio.
Capítulo 3
– Blocos;
– Criando um bloco e inserindo no desenho;
– Inserindo um bloco no desenho;
– Criando um bloco;
– Configurações de plotagem;
– Inserindo cotas no desenho;
– Definindo a escala de apresentação do desenho;
– Definindo o estilo de cota do desenho;
– Adicionando cotas ao desenho;
– Inserindo carimbo no desenho;
– Configuração CTB;
– Trabalhando com referências externas.
Para baixar a apostila clique aqui.
Fonte: Site Engenharia É
Recentemente, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda e distribuição de um lote do extrato de tomate, pois foram encontrados pelos de ratos. No entanto, a agência possui níveis de tolerância sobre as “sujeiras” em produtos que adquirimos.
Foto: Agência Brasil
Foi em 2014 que ela estabeleceu alguns limites para a quantidade de “sujeira” em alimentos e bebidas, como no caso extrato de tomate, que é permitido um fragmento de pelo de roedor por 100g de produto. “Tratando-se da canela, que é a casca da planta retorcida, inevitavelmente encontram-se matérias estranhas de difícil remoção”, afirma relatório da Diretoria de Regulação Sanitária da Anvisa.
Entre essas tais “sujeiras” aceitas em produtos como biscoitos e achocolatados, estão insetos, roedores, excrementos de animais, areia e até fungos. Conheça as ‘sujeiras’ que a Anvisa tolera nos alimentos.
Produtos de tomate
– 1 fragmento de pelo de roedor em 100g
– 10 fragmentos de insetos (como baratas e moscas) em 100g
Café torrado e moído
– 60 fragmentos de insetos para cada 25g
Massas e biscoitos
– 225 fragmentos de insetos para cada 225g
Chá de hortelã
– 300 fragmentos de insetos em 25g
– 5 insetos inteiros mortos em 25g
– 2 fragmentos de pelos de roedor em 25g
Canela em pó
– 100 fragmentos de insetos a cada 50g
– 1 fragmento de pelo de roedor em 50g.
Chá de camomila
– 90 fragmentos de insetos em 25g
– 5 insetos inteiros mortos em 25g
Óregano
– 20 fragmentos de insetos em 10g
– 3% de areia ou cinzas insolúveis em ácido
Alimentos em geral
– 1,5% de areia ou cinzas insolúveis em ácido.
Segundo a Anvisa, eliminar totalmente os traços dessas matérias é, muitas vezes, impossível. A antropóloga Layla Eplett afirma no Scientific American Guest Blog que “um indivíduo provavelmente ingere cerca de 1 kg de moscas, larvas e outros insetos a cada ano, sem ao menos de dar conta”.
Fonte : Anvisa
A Pesquisa de Emprego e Desemprego do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), e Fundação Seade, revela que a taxa de desemprego apresentou relativa estabilidade em três das cinco regiões. O levantamento é feito em parceria com diversas entidades, dentro do que se convencionou chamar de Sistema PED.
Também fazem parte do convênio o Ministério do Trabalho e o Fundo de Amparo ao Trabalhador, além das seguintes instituições regionais: Setrab-GDF e Codeplan, no Distrito Federal; IDT/SINECE e STDS, em Fortaleza; FEE, FGTAS e PMPA, em Porto Alegre; e SEI e Setre, em Salvador.
Em junho de 2016 , o contingente de desempregados elevou –se em Salvador e São Paulo e pouco variou no Distrito Federal e em Porto Alegre. Na área metropolitana de Fortaleza o número de desempregados diminuiu.
A taxa de desemprego total manteve trajetória ascendente em Salvador e apresentou relativa estabilidade no Distrito Federal, em Porto Alegre e Fortaleza. Na Região Metropolitana de São Paulo, a taxa de desemprego não variou entre maio e junho.
Ocupação
No mês em análise, o nível ocupacional elevou-se apenas em São Paulo (0,7%), diminuiu em Porto Alegre (-0,8%) e Salvador (-0,8%) e pouco variou no Distrito Federal (- 0,2%) e em Fortaleza (- 0,2%).
Segundo os principais setores de atividade econômica analisados, o desempenho da ocupação no conjunto das regiões resultou do seguinte comportamento.
Na Indústria de Transformação houve geração de postos de trabalho em Fortaleza (4,3% ou mais 11 mil ocupados) e Salvador (2,0% ou 2 mil), redução em Porto Alegre (-5,0% ou -14 mil) e no Distrito Federal (- 4,0% ou - 2 mil) e estabilidade em São Paulo.
Na Construção, o nível de ocupação aumentou no Distrito Federal (3,2% ou geração de 2 mil postos) e, ligeiramente, em Porto Alegre (0,8% ou 1 mil). Nas demais regiões, houve declínio no nível de ocupação em Fortaleza (-4,0% ou -5 mil), Salvador (-3,6 % ou -4 mil) e São Paulo (-1,0 % ou -6 mil).
No Comércio e Reparação de Veículos Automotores e Motocicletas, verificou- se crescimento da ocupação somente em Salvador(1,1% ou mais 3 mil ocupados). Nas demais áreas metropolitanas pesquisadas houve redução no nível ocupacional em São Paulo (-2,6% ou -44 mil), Fortaleza (-1,6% ou – 6 mil), Porto Alegre(-0,9% ou -3 mil) e no Distrito Federal (-0,8% ou – 2 mil).
No setor de Serviços, o nível ocupacional elevou-se em São Paulo (2,2%, ou mais 121 mil ocupados) e, em menor medida, em Porto Alegre (0,4% ou 4 mil), reduziu-se em Salvador(-1,4% ou -13 mil) e pouco variou no Distrito Federal (-0,2% ou -2 mil) e Fortaleza (-0,2% ou -2 mil).
Fonte: Pesquisa de Emprego e Desemprego no site do Dieese
O Núcleo Jovem Engenheiro, do SEESP, ganhou um presente especial nesta semana: uma réplica da sua logomarca feita a partir de uma impressora 3D. A estatueta foi feita pelo estudante de Engenharia Mecânica, Leandro de Oliveira Leales, que integra o núcleo. Em conversa com a Imprensa do SEESP, ele explicou como funciona essa tecnologia.
Foto: Imprensa SEESPA coordenadora do Núcleo Jovem segura o presente recebido pelo estudante de engenharia que atua com impressão 3D.
Como surgiu a ideia de imprimir a logomarca?
Foi a Marcellie Dessimoni, coordenadora do Núcleo Jovem, quem me deu a ideia e me desafiou a fazer. Como atuo com projetos em impressão 3D passei a trabalhar no desenvolvimento da logo no programa Autocad 3D. Existe um software chamado repetier que ele pega todo o arquivo com extensão ponto stl (que e a extensão em 3D) e transforma em linhas para poder imprimir. Também é possível fazer em outro programa chamado Inventors.
E como é o processo?
A impressão 3D que utilizo é uma impressão por camadas – tecnologia Fused Deposition Modeling (FDM) - que vai imprimindo em um material plástico em forma de filamento. O fio vai formando camada por camada. Se você observar uma peça feita em impressoras 3D você vai enxergar diversas linhas.
Esse plástico é bastante resistente?
Trata-se de um fio de 1,75 milímetros feito de um plástico similar ao do para-choque de carro, chamado ABS . Você o adquire em rolos de um quilo, em diversas cores.
E quanto tempo leva para fazer uma peça 3D?
A logomarca levou, no total, sete horas para ser impressa. As impressões ainda são lentas, mas o tempo de impressão varia com o tamanho e a quantidade de peças. E muitas vezes é preciso imprimir diversas peças para montar uma única peça. Isso ocorre quando o objeto é maior que a área de impressão ou ele tem um formato irregular. Então, se imprime as partes separadamente e depois monta. Essa do Núcleo Jovem foi montada a partir de três peças.
Qual a área da sua impressora e quais os outros tamanhos?
A área da impressora é de 30 centímetros por 25 centímetros, com altura de 25 centímetros. Para minha empresa, onde produzo maquetes para projetos de engenharia e arquitetura, é suficiente e fiz um investimento médio de R$ 5 mil. No entanto tem maiores, cujo valor pode chegar a R$ 20 mil. A matéria-prima também é muito cara, variando entre R$ 120 e R$ 160, o quilo.
Mas valeu o investimento?
Sim. Valeu. A pessoa visualizar o projeto. Aí ele sai primeiro em 2D, que é de um jeito. Depois em 3D, que é outra coisa. Agora, ter o projeto na sua mão, como a sua casa projetada, ela enxerga o projeto com outro olhar. E pra mecânica a mesma coisa. Se quiser fazer uma nova garrafa de refrigerante, por exemplo, com a impressora 3D consigo desenvolver um protótipo e dar na sua mão. Com isso é possível testar aspectos como ergonomia.
Alguns objetos feitos por Leandro Lealis na impressora 3D:
Deborah Moreira
Imprensa SEESP
Os engenheiros de São Paulo realizaram na manhã de quarta-feira (27/7), em que se comemora o Dia do Engenheiro de Segurança do Trabalho, uma homenagem a esses profissionais no Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), na capital paulista. Na ocasião, foi lançado oficialmente a Pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho com foco no campo. No total, serão quatro turmas em cidades no interior do estado.
Fotos: Beatriz Arruda/Imprensa SEESPMesa formada por engenheiros e profissionais da área de agricultura e segurança do trabalho
Bauru, Campinas, São José do Rio Preto e Sorocaba serão os municípios onde haverá o curso, oferecido pelo Isitec, que terá duração de 24 meses – com carga horária total 680 horas. Além de abordar as questões centrais sobre o tema, capacitando o trabalhador para tal, o estudante também será capacitado para outras áreas de atuação como engenharia mecânica, civil ou produção.
Na grade curricular consta um módulo completo sobre condições e ambientes de trabalho na agricultura, com ênfase nas regiões onde ocorrerá o curso. “É uma pós-graduação que foi totalmente estruturada para o trabalho em área rural, diferente de outros cursos que estão mais voltados para agrônomos em áreas urbanas”, explicou Antônio Octaviano, diretor de Extensão e Serviços de Consultoria do Isitec e ex-presidente do SEESP, entidade mantenedora do instituto.
Já o presidente do SEESP e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Murilo Celso de Campos Pinheiro, falou da importância da iniciativa, que é resultado dos esforços do sindicato na busca por melhor qualificação aos profissionais: “Nós temos uma obrigação com a sociedade em apresentar propostas que visem melhorias na qualidade de vida. O curso é resultado desses esforços”.
Além de Pinheiro e Otaviano, também fez parte da mesa o secretário de Agricultura do Estado de São Paulo, Arnaldo Jardim, que enfatizou “a importância de iniciativas como essa na busca pela qualificação do trabalho no campo”.
Diversos profissionais da categoria presentes, como Jurandir Fernandes, Coordenador do Conselho Assessor de Transporte e Mobilidade do SEESP, e Allen Habert, diretor de Articulação Nacional da CNTU (à direita)
Celso Atienza, coordenador e responsável técnico pela pós-graduação de engenharia de Segurança do Trabalho, lembrou que o curso trará novos olhares para o profissional. “É preciso mudar a forma de enxergar o engenheiro dessa área, que geralmente é tido como um intruso, um agente que surge que dá prejuízo. Por que não é visto como um investimento?", indagou Atienza.
Sobre os agrotóxicos, Atienza falou sobre o aspecto da inovação que estará muito presente nas aulas. “Precisamos de uma nova agricultura, que pense em substituir os agrotóxicos por algo não prejudicial à população, aos trabalhadores e ao ambiente, com vistas a práticas sustentáveis como os orgânicos. Não queremos só formar técnicos que se limitam a inclusão de EPIS (Equipamentos de Proteção Individual). Tivemos a preocupação em formatar um curso que pense em geração de empregos, em sustentabilidade e em criar melhores condições de trabalho”, completou Celso Atienza, que apontou alguns dados alarmantes sobre acidentes de trabalho. Entre eles, um estudo da Universidade Estadual Paulista (Unesp) que mostra que 700 mil trabalhadores rurais sofrem acidentes no campo no Brasil, por ano, sendo a maior parte durante a operação de máquinas agrícolas.
Também estiveram presentes o diretor da Federação das Associações Rurais do Estado de São Paulo (Faesp), Marcos Mazetti; Luiz Mario Machado Salve, representando o presidente da. Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (Aeasp), Ângelo Petto Neto; e o coordenador da Área Rural da FundaCentro, do Ministério do Trabalho e Emprego, Clóvis Eduardo Meirelles, além de diversos diretores do SEESP das cidades onde haverá a pós e profissionais especializados no setor.
Durante sua fala, Meirelles lembrou de um aspecto bastante polêmico que é a massiva utilização dos agrotóxicos no cultivo dos alimentos, inclusive em boa parte da agriculta familiar: “Muitas vezes é a mulher do agricultor quem mais sofre com esses venenos, que ficam armazenados e forma inadequada, na geladeira da casa inclusive. É preciso ter um olhar bastante amplo sobre a segurança na agricultura”.
Deborah Moreira
Imprensa SEESP
matéria atualizada em 28/7/2016 às 11h31