O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, e o superintendente de Atendimento do Centro de Integração Empresa-Escola (Ciee) no Estado de São Paulo, Luis Gustavo Copolla, assinaram na tarde do dia 5 de agosto um acordo para auxiliar a entrada do jovem no mercado de trabalho.
Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESP
A parceria garante a sócios e empresas cadastradas no sindicato desconto de 30% (trinta por cento) na contratação de estagiário e 10% (dez por cento) para jovem aprendiz. O Ciee também auxiliará no recrutamento, contratação e administração do programa de estágio, oferecendo atendimento personalizado.
O SEESP entende a importância de colocar em prática o que se aprende durante a graduação. Dessa forma, por intermédio de sua área de Oportunidades & Desenvolvimento Profissional, compartilhará vagas de estágio na área da engenharia, assim como eventos e cursos para ampliar os conhecimentos, habilidades e competências.
Para usufruir do benefício, as empresas e engenheiros deverão contatar diretamente o Ciee, na Rua Tabapuã, 540, Itaim Bibi, São Paulo/SP, pelo telefone (11) 3046-8222 ou no site www.ciee.org.br.
Soraya Misleh
Imprensa SEESP
O novo presidente do do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, o maior do País, o desembargador Wilson Fernandes, é contra mudanças na legislação trabalhista. Em entrevista para a edição de julho de Magistratura e Trabalho, publicação oficial da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região, o presidente eleito do TRT, em 1º de agosto último, disse ter visão diferente do atual presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra Filho, sobre mudanças na legislação.
"Entendo que é nos momentos de crise que se torna mais necessária a proteção que emerge das leis trabalhistas. Em períodos de alta taxa de desemprego, é sedutor o argumento de que uma eventual 'flexibilização' de direitos proporcionaria um acréscimo de postos de trabalho. (...) O rolo compressor da falsa ideia de modernização, com revisão ou reformulação das leis trabalhistas, poderá acabar prejudicando quem mais depende delas. Vejo com preocupação o risco de que possamos vir a experimentar um retrocesso de décadas na conquista de direitos sociais, para começar tudo de novo", afirmou.
Ele também se manifestou contra o Projeto de Lei da Câmara (PLC) 30, sobre terceirização, que tramita no Senado. "O que se apresenta como modernização representa, em verdade, uma mera precarização de direitos. A terceirização irrestrita termina por extinguir os vínculos entre patrão e empregado, transformando o trabalhador em mero insumo, cuja única utilidade é proporcionar o lucro. Penso que melhor faríamos se regulamentássemos de maneira eficiente a terceirização da atividade-meio, vedando por inteiro a sua adoção na atividade-fim."
Em 2015, a 2ª Região recebeu 136.403 processos, ante 141.330 no ano anterior e 151.977 em 2013. Foram julgadas 134.735, 108.198 e 132.953 ações, respectivamente. No final do ano passado, o TRT estava com 91 magistrados (para um total de 94 previsto em lei) e 416 juízes nas Varas do Trabalho (primeira instância). Tinha 2.633 analistas e 3.081 técnicos judiciários, e 2.222 servidores.
Dos processos recebidos em 2015, 12,1% referem-se ao comércio, 12%, à indústria, 9%, ao setor de serviços, 7,7%, ao transporte e 6%, ao sistema financeiro.
Eleição
Fernandes recebeu 50 votos, ante 34 dados a Rafael Edson Pugliese Ribeiro – houve ainda um em branco. Com 46 votos, a desembargadora Cândida Alves Leão foi eleita em segundo turno para a vice-presidência administrativa. O TRT, que abrange a Grande São Paulo e a Baixada Santista, escolheu ainda o vice judicial, Carlos Roberto Husek, e a corregedora, Jane Granzoto, para o biênio 2016/2018. A posse está marcada para 3 de outubro.
Paulista de Brotas, 61 anos, Fernandes trabalhou durante dez anos no Tribunal Regional Eleitoral (TRE), período durante o qual estudou na Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo (USP). Tornou-se procurador do estado em 1984, e anos depois foi nomeado, por concurso, para juiz substituto do TRT. Segundo o tribunal, ele integra o Comitê Estadual de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas.
Com informações da Rede Brasil Atual
A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado federal promove na quinta-feira (11/8), a partir das 13h, uma audência pública sobre direitos dos trabalhadores. Entre os temas abordados estão: Direito dos Trabalhadores com foco na Previdência Social, Combate ao Trabalho Escravo (PLS 432/13), Negociando acima do Legislado, Terceirização, PLP 257/16, Combate à Violência contra as Mulheres, Combate a Todos os Preconceitos e Defesa da Democracia".
A atividade será realizada no Auditório da sede do Sindicato dos Químicos de São Paulo, localizada na Rua Tamandaré, 348, Liberdade, região central da capital paulista.
Não há necessidade de inscrição prévia. Mas o auditório tem capacidade limitada de assentos.
Com informações do Sindicato dos Químicos de São Paulo
O governo de Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), na Prefeitura de Sorocaba, deixará de investir cerca de R$ 86 milhões do que era previsto no orçamento do município, para não infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) - que impede que as administrações públicas não gastem mais do que arrecadam. O anúncio foi feito pelo próprio prefeito em entrevista coletiva para a imprensa local, no início desta semana.
Foto: Prefeitura de SorocabaPaço municipal
Era segunda-feira (8/8) à tarde quando o prefeito argumentou que os cortes ocorrem devido à crise financeira que passa o País. De acordo com ele, a arrecadação do município diminuiu em cerca de 10%, enquanto os gastos se elevaram em 10%. Os cortes serão em diversas áreas, como no de trânsito - que previa o recapeamento de asfalto e serviços de manutenção de grama e paisagismo.
A entrevista à imprensa deu-se após a publicação, na última sexta (5), de decreto que remanejou para a Saúde uma parte dos recursos que eram aguardados em secretarias municipais, como a da Cultura e a do Esportes, por exemplo. A suspensão de verba para custear projetos culturais gerou, na segunda, protestos na Câmara Municipal e no Paço. "Se eu fosse responsável setorialmente provavelmente estaria inconformado com alguns cortes, mas eu sou responsável pelo município, por tudo. Portanto eu tenho que ajustar o nosso orçamento às nossas necessidades", declarou Pannunzio.
Alegou que o ajuste feito na última semana foi necessário principalmente para manter o contrato com o Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), responsável por todo o atendimento na Unidade Pré-Hospitalar Zona Leste, "que é essencial no atendimento de urgência e emergência da cidade", declarou.
O prefeito também lembrou que somente para a área da Saúde, o governo do Estado de São Paulo deixou de repassar R$ 27 milhões e outros R$ 35 milhões da União. Citou que enquanto isso aumentaram significativamente os gastos com a hospitalização e com a saúde mental em Sorocaba. "Tanto o governo federal como o governo do Estado são devedores do município, não estão honrando os compromissos assumidos", reclamou. Sobre os maus pagadores de impostos, disse que Sorocaba tem cerca de R$ 1 bilhão para receber e vem acionando os devedores na Justiça ou levando os nomes dos mesmos para protesto.
Na área de Esportes, reconheceu o risco de Sorocaba deixar de participar dos Jogos Abertos, cujos custos foram orçados em R$ 180 mil. O prazo para a inscrição é o próximo dia 26. "Entre, eventualmente conseguir mandar uma boa delegação para um determinado campeonato, ou eventualmente eu garantir que vou ter leitos em hospitais a minha opção é ficar com os leitos, com o atendimento médico hospitalar", enfatizou Pannunzio.
Decretos
Em julho, um decreto assinado pelo Executivo suspendeu, desde 1º de agosto, as horas extras e suplementares em todos os órgãos e unidades vinculados à Prefeitura de Sorocaba, sob a justificativa de “racionalização do trabalho, mantendo o cumprimento das atividades operacionais da Prefeitura dentro da jornada normal” para "controlar os gastos com folha pessoal, objetivando garantir os limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal”.
Outro decreto, também assinado nesta em julho com data de início em 1º de agosto, alterou os horários de funcionamento de algumas unidades da Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES), onde todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a Policlínica Municipal de Especialidades e o Serviço de Assistência Médica Especializada (Same) passaram a atender das 7h às 17h - exceto às chamadas UBSs mistas, que no período da noite funcionam como Pronto-Atendimentos (PAs) como em Laranjeiras, São Guilherme e Brigadeiro Tobias.
Com agências
O JE na TV desta semana traz na Reportagem as novas publicações do Cresce Brasil. Na entrevista, o arquiteto Ruy Ohtake. Na seção No Ponto, Murilo Pinheiro fala da Orientação Profissional oferecida pelo sindicato.
Imagem: Reprodução
Ruy Ohtake é o entrevistado desta semana, pelo apresentador Fabio Pereira, no JE na TV
"Nossa luta permanente no SEESP é pelo desenvolvicmento e para que haja oportunidade para todos. Porem, todos sabemos que em tempo de crise surgem as dificuldades. Se você deseja orientações sobre seu rumo profissional, entre em contato conosco e aproveite esse serviço oferecido pelo sindicato", diz Pinheiro.
O JE na TV é uma produção da Imprensa do SEESPConfira na programação ao vivo, hoje às 19h30, da TV Aberta em http://tvaberta.tv.br/aovivo
Confira abaixo o programa na íntegra:
Imprensa SEESP
Apenas duas semanas depois de seu lançamento, Pokémon Go, o jogo de realidade aumentada que virou sensação pelo mundo, ultrapassou Twitter, Facebook e Netflix em usuários ativos diários em dispositivos Android, de acordo com uma estimativa. Nos dispositivos da Apple, há mais downloads do jogo do que qualquer outro aplicativo na semana de estreia na App Store.
Foto: Sean Gallup/Getty ImagesCâmera de um carro do Google Street View ao lado do logotipo do Google na feira de tecnologia CeBIT. 3 de março de 2010 em Hannover, Alemanha.
A adoção meteórica e em larga escala do Pokémon Go se deve ao uso agressivo de informações pessoais de usuários. Ao contrário de Twitter, Facebook e Netflix, o aplicativo requer acesso ininterrupto a sua localização e câmera (um verdadeiro estoque de dados sigilosos de usuários), conforme colocou um órgão fiscalizador de privacidade em carta aos órgãos federais.
Mais alarmante ainda é o fato de que o Pokémon Go, da Niantic Labs, é gerenciado pelo homem responsável pela equipe que dirigiu, literalmente, o maior escândalo de privacidade na Internet, em que os carros do Google, no percurso realizado para fotografar ruas para o recurso “Street View” dos mapas online da empresa, copiou secretamente os tráficos de internet de redes domésticas, coletando senhas, mensagens de e-mail, prontuários médicos, informações financeiras, além de arquivos de áudio e vídeo.
Antes de se tornar CEO da Niantic Labs, John Hanke era o homem por trás de uma mina de ouro incrivelmente popular no mundo do smartphones: a divisão geográfica do Google, responsável por quase tudo o que envolvia localização, em uma época que a empresa de busca estava crescendo e se expandindo muito além da simples indexação da web, rumo à catalogação de todos os quarteirões do planeta. Hanke chegou ao Google após deixar sua empresa, Keyhole, extremamente popular (e admissivelmente, muito interessante). Fundada pela CIA, coletava imagens geográficas, foi adquirida em 2004 e relançada em 2005, com o nome de Google Earth. Em 2007, Hanke já administrava praticamente tudo o que envolvia um mapa no Google. Em 2007, um perfil na Wired, (“Google Maps Is Changing the Way We See the World” – Google está mudando a forma como enxergamos o mundo), Hanke foi elevado ao status de pioneiro (“Liderados por John Hanke, Google Earth e Google Maps estão levando ferramentas de cartografia às massas”) e endeusado, sendo exibido em uma foto com um enorme globo sobre seus ombros.
Foi uma época sensacional para o Google. O Google Maps se tornou indispensável, fazendo com que outros recursos, como o MapQuest, ficassem obsoletos, e o Google tinha grandes ambições para transformar as ruas em receita. Mas antes do Google vender o mundo de volta para seus habitantes, era preciso digitalizá-lo; por todo o planeta, frotas de carros do Google equipados com sensores passearam por cidades, ruelas e autoestradas, fotografando edifícios, postes, árvores e outras características. Todos os veículos tinham adesivos “Street View Car”, do Google – uma referência ao recurso “Street View” do Google Maps, que recebia as fotos tiradas. O Google compartilhou as fotografias do Street View extensamente através de uma interface de programação de aplicativos, ou API. Dentre os aplicativos que deve muito aos carros do Street View, está o Pokémon Go.
Porém, em abril de 2010, o comissário de proteção de dados da Alemanha anunciou que os veículos do Google coletavam dados de Wi-Fi de forma ilegal. Investigações regulatórias subsequentes e notícias confirmando a violação trouxeram a verdade à tona: Enquanto circulavam pelas ruas, os carros do Street View coletavam dados de redes Wi-Fi não criptografadas. Peter Schaar, do Órgão Fiscalizador de Privacidade alemão, se disse “horrorizado” e “chocado”.
Finalmente, foi estabelecido que esse tipo de coleta de dados foi praticado por pelo menos dois anos nos Estados Unidos. O escândalo, à época chamado de caso “Wi-Spy” (espião de Wi-Fi), resultou em:
- conclusões das respectivas autoridades competentes que a coleta de dados de Wi-Fi era ilegal em diversos países: Reino Unido, França, Canadá, Coreia do Sul e Nova Zelândia;
- uma investigação de grampo pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos;
- uma contundente investigação da Comissão Federal de Comunicações dos EUA (FCC – Federal Communications Commission), que se seguiu a um comentário de um de seus diretores, alegando que a atividade do Google “infringia na privacidade de clientes claramente”, e que resultou em uma multa de US$ 25.000;
- uma ação civil pública federal contra o Google, ainda em curso, em que um tribunal distrital e um tribunal de recursos concluíram, em oposição às justificativas da empresa, que os dados acessados pelo Google contam com proteção legal contra interceptação, de acordo com a Lei de Escutas dos EUA (a suprema corte americana se recusou a aceitar a apelação do Google);
- processos legais na Espanha;
- intervenção de órgão reguladores na Itália e na Hungria;
- e uma investigação governamental na Alemanha.
O Electronic Privacy Information Center (EPIC – Centro de Privacidade de Informações Eletrônicas), um grupo fiscalizador e crítico veemente do Google durante o escândalo do Street View, tem um excelente resumo dessas ações legais).
Hanke, através de um porta-voz, negou ter conhecimento da coleta de dados por Wi-Fi enquanto ela ocorria e responsabilizou a divisão de dispositivos móveis do Google. Mas foi sua divisão, e não a divisão de dispositivos móveis, que foi o foco principal das investigações dos órgãos reguladores dos EUA sobre o assunto. Além disso, foram os veículos de sua divisão que realizaram as coletas em discussão. A forma como a intercepção de dados de Wi-Fi se deu debaixo do nariz de Hanke deveria alarmar os usuários, e pais de usuários, do Pokémon Go.
OGoogle tentou se esquivar da responsabilidade durante os desdobramentos do escândalo, rechaçando preocupações, refutando investigadores e demonstrando a insolência e a arrogância pelas quais a empresa de engenheiros foi criticada inúmeras vezes.
Em uma postagem publicada no começo do escândalo, a empresa negou qualquer irregularidade, alegando não ter copiado dados de redes Wi-Fi, mas coletado “informações que identificavam as redes e como operavam”, como o nome do roteador, uma informação supostamente pública.
A narrativa não durou muito tempo: Duas semanas depois, à medida que aumentava a pressão internacional, a empresa mudou de tática, deixou de negar completamente o ocorrido e passou a tentar encontrar bodes expiatórios, admitindo ter copiado dados, mas “por engano” e de forma “fragmentada”. Surpreendentemente, a empresa americana tentou passar a responsabilidade dos carros operados pela equipe de Hanke para um engenheiro não autorizado “trabalhando em um projeto experimental de Wi-Fi”.
Um dos vice-presidentes da divisão de Hanke, dois meses depois, admitiu em um blog que “foram cometidos erros graves na coleta de conteúdo de Wi-Fi, e trabalhamos celeremente para retificá-los (…). Os equipamentos de coleta de dados de Wi-Fi foram removidos de nossos carros”, mas continuaram a chamar a coleta de dados um erro.
Três meses depois, outra publicação oficial reafirmou que a coleta foi um “erro”, mas apenas admitiu a coleta específica de e-mails, URLs e senhas.
Apenas depois de diversos questionamentos cada vez mais veementes da FCC, frustrada com as tentativas da multinacional americana de “obstruir e atrasar” as investigações “deliberadamente”, o Google revelou a verdade, que foi então resumida em um franco relatório da comissão em 2012. Longe de agir de forma independente, o suposto “Engenheiro Fulano” colaborou e discutiu de forma aberta o “trecho de código” por ele escrito com diversos engenheiros do Google, inclusive seus superiores.
Na verdade, ele tentou alertar seus colegas, enviando o código de software que havia escrito e um documento de design para os gerentes do projeto Street View, que repassaram o material para toda a equipe do Street View. “O documento de design”, relatou a FCC, “identificou ‘ressalvas sobre a privacidade’ e recomendou revisão por parte do conselho, mas isso nunca ocorreu”. Esse resumo do design afirmou, de forma bastante objetiva, que “uma das preocupações naturais [a respeito do projeto] é coletarmos o tráfego de usuários com dados suficientes para estabelecer com precisão suas localizações geográficas em um determinado momento, além de informações sobre o que estavam fazendo”.
Um alerta não pode ser mais claro do que isso.
O relatório da FCC também mostrou que, ao planejar o projeto de coleta por Wi-Fi, em “pelo menos duas” ocasiões, o “Engenheiro Fulano” foi específico ao informar seus colegas de que os carros Street View estavam coletando conteúdo de usuários”, e chegou a compartilhar porções dos dados pessoais coletados. Em um e-mail de 2008, um desses colegas, “um gerente sênior do projeto Street View”, disse achar a análise de mais de 300 milhões de pacotes de tráfego Wi-Fi, contendo mais de 32 mil endereços da web, “interessante”, e perguntou: “estes são os URLs obtidos através dos pacotes de Wi-Fi coletados pelos carros”? A resposta do engenheiro confirmou a suspeita do gerente: “Os dados foram coletados durante o dia, quando a maior parte do tráfego ocorre em ambiente profissional (e provavelmente criptografado). Não acho que o número seja alto suficiente para uma amostra relevante”.
Os dados encaminhados para os reguladores europeus e analisadas pela FCC comprovaram que foram coletados, basicamente, todos os tipos de dados, incluindo informações relacionadas a sites de namoro online e sobre preferências sexuais dos usuários.
No final das contas, é possível que tenham sido coletadas e armazenadas de forma secreta as atividades online não criptografadas de centenas de milhares de pessoas , enquanto o carros realizam as tarefas declaradas publicamente de coleta de localizações de redes sem fio. Os carros do Google não estavam apenas coletando os nomes de roteadores sem fio; estavam absorvendo todas as informações desprotegidas enviadas e recebidas pelos roteadores à medida que os carros circulavam, incluindo sites visitados, histórico de buscas e e-mails. Naturalmente, mesmo uma pequena amostra do tráfego de internet pode revelar tanto a respeito de um usuário que talvez eles preferissem que ficassem no âmbito privado.
Tudo isso ocorreu sob a direção de John Hanke na divisão geográfica, incluindo o Street View e o Maps, como vice-presidente de gerenciamento do produto. O Google, eventualmente, implementou reformas às políticas de privacidade, mas não é certo, mesmo antes das alterações, por que ninguém interveio quando os engenheiros falaram abertamente sobre a coleta do tráfego de internet de estranhos. Isso pode estar relacionado à cultura interna do Google, incluindo a divisão de Hanke; em uma entrevista em 2009 para o The Times de Londres, um ano antes do escândalo, ele disse:
“Como empresa, podemos não satisfazer 100% das pessoas em todas as situações, mas acho que você não pode viver a vida, seja como indivíduo ou como empresa, tentando não aborrecer ninguém. Temos que estabelecer um equilíbrio entre os possíveis benefícios de uma atividade e o respeito a leis e códigos sociais.”
Logo após a publicação do relatório da FCC, o New York Times identificou o Engenheiro Fulano como Marius Milner, um pesquisador de segurança e figura conhecida na comunidade de hackers. Na época, Milner preferiu não entrar em detalhes a respeito de seu papel no fiasco dos dados, dizendo apenas que a alegação do Google, de que ele havia agido por conta própria, “deixa muitas questões em aberto”. Milner confirmou ao The Intercept que ainda é funcionário do Google, o que significa que o engenheiro não autorizado durou quatro anos mais do que John Hanke, mas disse “nunca o ter conhecido”.
Milner, coincidentemente, tem vínculos com o Pokémon Go: ele, três outros engenheiros e Hanke colaboraram na criação de uma patente, mantida pela Niantic, de um “sistema e método de transporte de objetos virtuais em um jogo de realidade paralela”. Milner me contou que a patente veio de “ideias desenvolvidas com um amigo pessoal que foi um dos coautores” e que nunca a discutiu com Hanke. É importante mencionar que o Google solicitou a patente em 2012, dois anos depois de a empresa acusar Milner de ser um engenheiro não autorizado agindo por conta própria, e foi concedida pelo gabinete de patentes em 2015, quando foi atribuída à Niantic – à época, uma startup desconhecida de realidade aumentada.
Hanke começou a desenvolver a Niantic em 2010, dentro do Google, como uma unidade de negócios autônoma, de acordo com as notícias da época, antes de se desvincular, no fim do ano passado, visando liberar a Niantic para trabalhar com uma variedade mais ampla de parceiros. Google e Nintendo se associaram para investir US$ 20 milhões na empresa, embora o valor exato do investimento do Google não seja conhecido.
Quando deixou o Google, a Niantic levou a patente de Milner/Hanke consigo. A patente descreve extensamente como um jogo como Pokémon Go poderia ser usado para coletar dados reais de um jogador sem que ele saiba:
“O objetivo do jogo pode ser vinculado diretamente à atividade de coleta de dados. Um dos objetivos do jogo que pode ser vinculado diretamente à atividade de coleta de dados envolve uma tarefa que requer a obtenção de informações sobre o mundo real e o fornecimento das mesmas como condição para a conclusão do objetivo do jogo”.
A patente também menciona, para fins ilustrativos, um artigo acadêmico do The International Journal of Virtual Reality (Jornal Internacional de Realidade Virtual), “Aquisição lúdica de dados geoespaciais por comunidades de jogos com base em localização”, de Sebastian Matyas, que inclui o seguinte parágrafo em sua introdução:
“Em nossa opinião, o verdadeiro desafio está em motivar o usuário a fornecer dados constantemente, mesmo após o desgaste do entusiasmo inicial com a tecnologia inovadora. O processo de aquisição de dados deve ser divertido para que um possível contribuidor se envolva a longo prazo. Estamos convencidos de que o entretenimento e a diversão são aspectos fundamentais no design de serviços de coleta de dados como esse”.
Ao ser questionado sobre haver trabalhado na equipe do Street View de Hanke, conforme mencionado no relatório da FCC, Milner disse que não poderia responder.
Hanke, através de um porta-voz, se distanciou da controvérsia de forma mais explícita. Um representante da Niantic, falando em seu nome, disse que “ele não era o responsável pelo que aconteceu” e que não tinha conhecimento prévio das escutas sem fio, que, de acordo com o porta-voz, foi de responsabilidade absoluta da divisão móvel do Google, mesmo que a operação tenha sido conduzida por meio dos carros Street View em nome da divisão de Hanke.
O relatório da FCC sobre o escândalo Wi-Spy é diretamente voltado para a equipe do Street View de Hanke e não menciona a equipe móvel. Além disso, o relatório oferece uma possível explicação sobre como foi possível Hanke alegar não ter conhecimento da espionagem: apesar das tentativas verbais e por escrito de Milner (ou “Engenheiro Fulano”) de manter informados os gerentes do Street View sobre a coleta de dados sem fio, ele foi simplesmente ignorado com frequência. A FCC contou que “em entrevistas e declarações, gerentes do projeto Street View e outros funcionários do Google que trabalharam no projeto disseram ao gabinete que não leram o documento de design do Engenheiro Fulano”, ainda que ele tenha sido enviado para toda equipe do Street View.
A confusão a respeito da responsabilidade pelas ações de Milner podem vir do fato de que o engenheiro trabalhava no YouTube (do Google) na época, que não faz parte da divisão geográfica de Hanke, nem da equipe móvel, e criou o coletor de sinais de Wi-Fi como um projeto paralelo sob a política de 20% de tempo livre para funcionários do Google. Embora tenha dito que a coleta sem fio foi iniciada por “nossa equipe móvel”, a empresa deixou claro, na mesma postagem, que a equipe móvel era responsável pelas ações de Milner, visto que os “gerentes do projeto não queriam e não tinham intenção de usar os dados de conteúdo” coletados.
Enquanto isso, os dados coletados pelo software de Milner, contendo nomes e localização de pontos de acesso sem fio, foram implementados nos carros do Street View (operando em nome da divisão de Hanke) e foram usados para ajudar pedestres e motoristas a se localizar na versão para dispositivos móveis do Google Maps (parte da divisão de Hanke) e no sistema operacional móvel do Google, Android (uma divisão diferente). Em uma postagem no “Blog oficial” da empresa sobre a questão, o Google mencionou ambas as equipes – Google Maps (novamente, parte da divisão de Hanke) e a equipe móvel (que não fazia parte da divisão de Hanke), como beneficiários dos dados de Milner (que não trabalhava para nenhuma das duas).
Evidentemente, nenhum funcionário do Google está disposto a reivindicar a responsabilidade pelo Wi-Spy, incluindo Hanke.
Agora, levando em consideração a disseminação do Pokémon Go e a confidencialidade dos dados que acessa, o fato de Hanke culpar a equipe móvel pelo escândalo do Wi-Spy é menos importante do que o fato de sua divisão, propositadamente ou não, ter se tornado o veículo – ou, literalmente, os veículos – usado por um engenheiro para coletar enormes quantidades de dados extremamente confidenciais, enquanto gerentes e engenheiros da divisão de Hanke ignoraram inúmeras vezes os alertas explícitos, verbais e por escrito, sobre o que se passava com esse engenheiro, de acordo com a mais completa investigação sobre o assunto publicada por uma entidade do Governo dos EUA.
O Centro de Privacidade de Informações Eletrônicas, entidade fiscalizadora de assuntos de privacidade, já está pressionando a Niantic e seu CEO.
Em uma carta enviada à Comissão Federal de Comércio dos EUA (FTC –Federal Trade Commission) neste mês, o Centro de Informação sobre a Privacidade Eletrônica (EPIC – Electronic Privacy Information Center) defendeu que o “histórico sugere que a Niantic continuará a desrespeitar a segurança e a privacidade de consumidores, o que aumenta a necessidade de acompanhamento rigoroso à medida que continua a crescer a popularidade da Niantic, assim como seu estoque de dados”, e acrescentou que “dados os antecedentes do Google Street View, há poucos motivos para acreditar nas garantias oferecidas em relação às práticas de coleta de dados da Niantic”.
Por telefone, um porta-voz do EPIC enfatizou que o escândalo do Street View deve fazer os jogadores do Pokémon Go “pensarem duas vezes se devem acreditar na palavra deles” e que a FTC deve prestar mais atenção a isso e se certificar de que as práticas de coleta de dados [da Niantic] são honestas”.
É muito importante se certificar de que as práticas de coleta da Niantic são “honestas” por que já sabemos que são vastas. A política de privacidade oficial do Pokémon Go deixa isso claro:
“Coletamos e armazenamos informações sobre sua localização (ou a localização de crianças autorizadas) quando você (ou uma criança por você autorizada) usa nosso aplicativo e executa ações no jogo que usam os serviços de localização disponibilizados por meio do sistema operacional de seu dispositivo móvel (ou do dispositivo móvel de uma criança por você autorizada), que usa a triangulação de torres de sinais de celular, triangulação de Wi-Fi e/ou GPS. Compreende e aceita que, ao utilizar nosso aplicativo, você (ou criança por você autorizada) nos enviará a localização de seu dispositivo móvel, e algumas dessas informações de localização, assim como o seu nome do usuário (ou nome de usuário de criança por você autorizada) podem ser compartilhados por meio do aplicativo…
“Coletamos determinadas informações que seu dispositivo móvel (ou o de uma criança por você autorizada) envia quando você (ou criança por você autorizada) usa nossos Serviços, como um identificador, as configurações de usuário e o sistema operacional de seu dispositivo (ou do dispositivo de criança por você autorizada), bem como informações sobre o uso de nossos Serviços ao utilizar o dispositivo móvel.”
Uma vez coletadas, a Niantic se reserva o direito de compartilhar algumas das informações que coleta, no que alega ser de forma “não identificadora”, com terceiros “para pesquisas e análises, perfis demográficos e outras finalidades”. Isto seria uma grande quantidade de informações confidenciais a serem transmitidas em confiança, mesmo para um CEO com um bom histórico de respeito à privacidade de estranhos. E, como era de se esperar, na primeira semana de lançamento do Pokémon Go, a Niantic causou um breve pânico em torno da privacidade de usuários ao ser descoberto que o aplicativo solicitava um acesso muito mais aprofundado do que o necessário a usuários de contas do Google. A empresa respondeu quase que imediatamente:
“Descobrimos recentemente que o processo de criação de conta do Pokémon Go no iOS solicita, por engano, acesso total à conta de usuários do Google. (…) O Google verificou que nenhuma outra informação foi recebida ou acessada pelo Pokémon Go ou pela Niantic”.
Faltava apenas um “engenheiro não autorizado” na história.
Fonte: The Intercept Brasil
Traduzido por Inacio Vieira
A Delegacia Sindical do SEESP de Taubaté promove, no próximo dia 22 de setembro, a palestra “Equipamentos Netzsch (bomba lobular tornado, bomba helicoidal nemo e trituradores) para Estação Elevatória de Esgoto, Estação de Tratamento de Efluentes e Estação de Tratamento de Água”.
A atividade, que tem como palestrantes os especialistas Nelson Bertaia, Andre Batagin e Marcio Segura, ocorre a partir das 19h, na sede da delegacia (Rua Venezuela, 271, Jardim das Nações), em Tautabé.
Mais informações e inscrições sobre esses eventos programados pelos telefones (12) 3633-5411 e 3633-7371 ou pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..
Imprensa SEESP
Tomou posse como integrante do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia de Piracicaba, da Câmara Municipal da cidade, o engenheiro Walter Antonio Becari, presidente da Delegacia Sindical de Piracicaba, do SEESP.
Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESPEngenheiro Becari se torna conselheiro de C&T da Câmara Municipal de Piracicaba.
A posse foi na segunda-feira (1º de agosto), durante a primeira reunião do semestre, após o recesso parlamentar. O mandato vale até junho de 2018. As reuniões do conselho ocorrem periodicamente, sempre na primeira segunda-feira do mês.
“Ainda estou me inteirando sobre os temas discutidos no conselho. Mas trata-se de uma importante conquista para a categoria. São nos conselhos que podemos interagir e participar da vida pública da cidade”, declarou Becari.
Deborah Moreira
Imprensa SEESP
Em Assembleia Geral Extraordinária na sede da empresa em Bauru, interior paulista, os engenheiros deliberaram pela aprovação da última contraproposta da empresa apresentada em 3 de agosto último. A assembleia, ocorrida na sexta (5/8), aprovou a contraproposta final, retroativa à data-base, em 1º de junho, que prevê reajuste de 9,32% (exceto vale-alimentação e vale-refeição).
Com vigência de dois anos, 2016/2018, foram aprovados ainda piso salarial de R$ 7.920,00; reajuste de 13,13% no vale-alimentação, passando de R$ 160,00 para R$ 181,00; reajuste de 15,05% no vale-refeição, alterando de R$ 672,75 para R$ 774,00 (somando ao vale-alimentação, totaliza R$ 955,00); vale-refeição e vale-alimentação extra, pago no mês de dezembro de 2016, com reajuste de 15,06%, ampliando-se de R$ 830,00 para R$ 955,00; auxílio-alimentação adicional: reajuste de 18,18%, aumentando de R$ 1.100,00 para R$ 1.300,00; reajuste de 9,62% na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com antecipação de R$ 5.700,00 em 12 de setembro de 2016; alteração do número de bolsas de estudo para graduação de 60 para 40, porém com reajuste de 63,68%, passando o valor de R$ 601,76 para R$ 985,00; aumento do número de bolsas de estudo de idiomas de 20 para 25, com reajuste de 9,32%, de R$ 300,88 para R$ 328,92; gerenciamento de pessoal: quadro mínimo efetivo alterado de 300 para 320 postos de trabalho.
Foram mantidas, ainda, as condições do Programa de Incentivo à Aposentadoria (PIA): e demais cláusulas do ACT. A empresa estenderá aos engenheiros o plano de carreira semelhante ao da AES Eletropaulo, com previsão de implantação em janeiro de 2017.
Imprensa SEESP
O engenheiro Daniel Strabley atua em um programa de proteção dos efeitos letais das armas de destruição em massa, nos Estados Unidos. Ele trabalha em um software que interage com sensores para detectar ameaças químicas e de radiação. As informações geradas pelo sensor, como você pode imaginar, são de difícil compreensão por leigos, e uma de suas tarefas é torná-las mais simples.
Tecnologia: botões de IoT da Amazon
O trabalho na detecção de armas de destruição em massa é similar em conceito ao que Strabley vem fazendo para ajudar o avô de sua esposa, que sofre de demência. Ele tem escrito software que podem ajudar pessoas com diferentes graus de problemas cognitivos, usando sensores, tais como os novos botões de IoT da Amazon, para melhorar a comunicação.
Walter Remiger trabalhou como produtor de batatas e motorista de caminhão de cimento. Mas no início deste ano, se mudou para uma instalação de vida assistida em St. Louis, por causa de problemas de saúde. Logo depois, os problemas cognitivos apareceram. É difícil para ele manter o controle de tempo e de horários.
Strabley é um user engineer e trabalha para a WWT Assincronia Labs. A empresa desenvolveu uma gama de software para empresas, governo e clientes militares incluindo a integração de sensores. É um trabalho importante e significativo, disse Strabley, embora ele possa dizer o mesmo sobre o que ele está fazendo agora para ajudar a sua família.
Usando tablets Android, Strabley criou um relógio simples que também usa fotos, como os da sua fazenda, para comunicar a hora do dia e enviar lembretes sobre o consumo de medicação, agendar compromissos médicos, lembrar do almoço e do jantar, do início de programas de TV. O software pode ser dimensionado para ser mais ou menos interativo dependendo das capacidades do usuário. E pode ser projetado para mostrar os nomes e os rostos dos visitantes.
"Estamos desenvolvendo tecnologia para as pessoas que não conhecem a tecnologia", disse Strabley.
Os botões da Amazon estão conectados a um produto específico, como detergentes, sacos de plástico ou crackers. Quando o produto acaba, basta pressioná-los para fazer com que o produto seja encomendado e entregue pela Amazon. Strabley começou cortando os botões para associá-los a outras atividades, mas a Amazon - talvez percebendo que essa prática vinha sendo mais comum que o esperado - anunciou recentemente uma edição limitada de um botão IOT que pode ser programado usando os serviços da AWS.
Os botões podem ser usados como um controle remoto para o Netflix, interruptores para lâmpadas Philips Hue, um dispositivo de registro/reserva para clientes do Airbnb ou uma maneira de pedir sua pizza favorita. Você pode integrá-lo a APIs de terceiros como Twitter, Facebook, Twilio, Slack ou, até mesmo, aplicativos da sua própria empresa.
Os botões de IoT da Amazon são um "grande divisor de águas" no desenvolvimento de formas de envio de alertas para diversos fins, disse Strabley, que também está trabalhando em maneiras de usar os botões para indicar felicidade ou sofrimento.
Strabley e sua esposa, Jessica, agora estão trabalhando em mesclar o sistema que eles está desenvolvendo para trabalhar em uma instituição, e desenvolver um negócio em torno de seus esforços.
O trabalho de desenvolvimento inclui projetar diferentes tipos de tablets Android para diferentes usuários. Também pensam em expandir o uso dos sensores para trabalhar com outros sistemas off-the-shelf, como o sensor Leeo que detecta fumaça ou monóxido de carbono, envia alertas e aciona. O software também terá de se ajustar a capacidade de cada usuário.
O uso de IoT para cuidados de saúde é visto como uma das maiores aplicações para a a tecnologia. Em junho, o governo dos EUA pediu às pessoas para contribuir com ideias sobre o futuro da Internet das Coisas.
Fonte: CIO