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Neste domingo (30/8), a partir das 11h, acontece mais uma edição do “Todo mundo tem que falar, cantar e comer” na Praça Memorial Vladimir Herzog / Espaço Cultural a Céu Aberto Elifas Andreato.
Desta vez, a iniciativa homenageia os 80 anos de vida do artista plástico Elifas Andreato, responsável pela criação das capas de discos de grandes nomes da Música Popular Brasileira, dando início à programação "Som das capas", que nesta edição terá a presença do cantor e compositor Zeca Baleiro, acompanhado de Edmilson Capelupi e grupo.
Na série especial, cada espetáculo contará com uma banda e um convidado para apresentar o repertório de álbuns que foram ilustrados pela arte de Elifas. Entre eles, “Nervos de Aço”, de Paulinho da Viola, “Batuque na Cozinha”, de Martinho da Vila, “Luz das Estrelas”, de Elis Regina, “Um Brasileiro Errante”, de Renato Teixeira, “Caipira”, de Rolando Boldrin, “Ópera do Malandro”, de Chico Buarque, “Nave Maria”, de Tom Zé, e “Traço de União”, de Beth Carvalho.
A iniciativa é de Bento Andreato, filho de Elifas e diretor do Instituto Elifas Andreato, e juntamente com Colibri Vitta, responsável pela direção musical das apresentações mensais na Praça.

Língua de trapo foi atração da Praça no evento de julho. Foto: Jorge Araújo
Caipirinha e feijão gordo
Quem chegar à Praça será recebido com a tradicional “caipirinha de boas-vindas”, preparada por Paulo Cseh e José Carlos Iacomussi, integrantes da Confraria Cozinheiros da Liberdade. A cachaça é um oferecimento de Celso Napolitano, do Sindicato dos Professores de São Paulo (SinproSP), produzida nos alambiques das famílias Carra e Benedetti, de Serra Negra.
No cardápio, o feijão gordo, com receita e preparo do chef Og Dória, integrante da Confraria Cozinheiros da Liberdade. Tradicional prato da culinária caipira e tropeira do Brasil, a iguaria é uma mistura de feijão cozido junto a carnes suínas e embutidos como bacon, linguiça, costelinha e paio. Nesta vez, será feito com feijão vermelho em complemento com abóbora cabotia e quiabo, além de acompanhado de uma farinha de mandioca.
“Quem pode paga, quem não pode pega” é a regra de sempre! Cada prato custa R$ 30,00, contribuição sugerida pelos organizadores para ajudar a custear as despesas do evento. A iniciativa conta com o apoio das entidades que integram o Coletivo Cultural Associação de Amigos da Praça Vladimir Herzog, entre as quais o SEESP.
Serviço
Todo Mundo Tem Que Falar, Cantar e Comer - edição de agosto
Quando: dia 30, domingo
Horário: a partir das 11 horas
Onde: Praça Memorial Vladimir Herzog / Espaço Cultural a Céu Aberto Elifas Andreato, na Bela Vista
* A partir da matéria de Danilo Zelic – Canal da Praça/Oboré






