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Na edição desta semana o JE na TV, programa televisivo produzido pela Comunicação SEESP, traz uma reportagem sobre a situação das rodovias brasileiras. A entrevista da semana é com Carlos Alberto Cruz Filho, presidente da Associação Paulista de Municípios. E ainda, na seção No Ponto, a fala do presidente Murilo Pinheiro sobre o processo eleitoral do sindicato, encerrado na segunda-feira (10/4).

"O resultado [do pleito] é motivo de orgulho e alegria. Isso significa grande responsabilidade. Renovamos, portanto, nosso compromisso de continuar trabalhando pelo crescimento e fortalecimento do SEESP, para melhorar cada vez mais o atendimento e serviços ofereidos aos nossos associados. E, ainda, ampliar a luta em defesa da nossa categoria e do desenvolvimento", afirma Murilo.

Tudo isso e muito mais você confere na exibição do programa do sindicato, que vai ao ar às segundas-feiras, na capital paulista, pela TV Aberta SP, às 19h30, nos canais 9 (NET), 8 (Fibra 8) e 186 (Vivo TV). Ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE é transmitido também para 50 cidades de todo o Estado em dias e horários diversos. Confira a grade aqui.

Assista a íntegra da edição desta semana abaixo, que foi exibida primeiramente na segunda-feira (10/4), na programação da TV Aberta:


https://www.youtube.com/watch?v=WWkbAe7yGqA


Deborah Moreira
Comunicação SEESP






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O motorista que parte de São Paulo em direção a Limeira viaja pela melhor rodovia do Brasil, a Bandeirantes (SP-348), segundo pesquisa feita pela Confederação Nacional dos Transportes (CNT). Entre as 10 melhores, outras oito rodovias do Estado de São Paulo também estão em ótimas condições. O levantamento, divulgado hoje, revela que das 10 melhores rodovias do Brasil, nove são paulistas e fazem parte do Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo, fiscalizado e gerenciado pela Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp).

Na segunda posição do ranking está outra via do Programa de Concessão Paulista, a SP-330 (Anhanguera), no trecho entre São Paulo e Uberaba (MG). Em terceiro lugar mais uma rodovia paulista concedida: a ligação entre Campinas e Jacareí, Rodovia D. Pedro I (SP-65).  

O estudo CNT/2013 mostra outro dado bastante importante em consideração à boa qualidade das rodovias. As vias em bom estado – com ótima condição de pavimento – melhoram o rendimento dos veículos baixando o consumo de combustível, de lubrificantes, de pneus e de freios. “O acréscimo médio do custo operacional devido às condições do pavimento das rodovias brasileiras é de 25%”, aponta a pesquisa. Situação bem diferente vivida pelos motoristas em São Paulo, que utilizam pistas em excelente qualidade e têm economia de dinheiro e desgaste menor do veículo, além de contribuir para a melhoria do meio ambiente.

Se o pavimento de todas as rodovias tivesse classificação boa ou ótima, em 2013, seria possível, destaca o levantamento CNT, uma economia de até 5% no consumo de combustível, o que representa 661 milhões de litros de óleo diesel (R$ 1,39 bilhão) e uma redução da emissão de 1,77 megatonelada de gás carbônico, principal gás do efeito estufa. Situação inversa encontrada nas rodovias sob concessão de São Paulo, onde o usuário trafega em pistas com ótimas condições. O estudo revela ainda que 93,7% do pavimento da malha concedida paulista é ótimo ou bom, sem nenhum trecho considerado péssimo.

Ainda de acordo com o levantamento, 82,2% das rodovias concedidas paulistas são consideradas ótimas e boas. Em comparação com a malha nacional pesquisada (96.714 quilômetros de rodovias) apenas 36,2% são consideradas ótima e boa. Na outra ponta da tabela, somente 6,2% das vias no Estado de São Paulo são consideradas ruim/péssima, ante 29,4% das rodovias no restante do País.

De todas as unidades da Federação, São Paulo é o Estado que tem o maior porcentual de malha rodoviária avaliada como ótima, com 57,3%, seguido do Rio de Janeiro (34,5%) e Santa Catarina (22,5%).  

A 17ª edição da pesquisa avaliou mais de 96.714 quilômetros de estradas em todo o país. No Estado de São Paulo, o levantamento foi feito em 8.802 quilômetros, abrangendo rodovias concedidas e públicas, estaduais e federais. Foram levados em conta aspectos do pavimento, sinalização e geometria da via. A partir dessas características, foi possível obter a classificação do estado geral.


Fonte: Artesp





 

Quase dois terços das rodovias pavimentadas do Brasil estão em situação regular, ruim ou péssima. A constatação está na 16ª edição da Pesquisa CNT de Rodovias, divulgada nesta quarta-feira (24/10) pela Confederação Nacional do Transporte.

De acordo com o levantamento, dos 95.707 quilômetros avaliados, 33,4% foram considerados em situação regular, 20,3%, ruim e 9%, péssima. Outros 27,4% estão em bom estado e 9,9% em ótimo. Se comparados com os dados da pesquisa de 2011, houve piora na qualidade das estradas nacionais. No ano passado, 57,4% foram classificadas como regulares, ruins ou péssimas, contra 62,7% este ano.

Para fazer a análise, 17 equipes de pesquisadores da CNT percorreram todas as rodovias federais e as rodovias estaduais mais relevantes do Brasil, ampliando em 2.960 km a extensão avaliada na comparação com o que foi feito em 2011. Os aspectos que embasam a pesquisa são a qualidade de pavimentação, a sinalização e a geometria da via.

Para o presidente da CNT, Clésio Andrade, "os resultados apresentados neste relatório subsidiam a elaboração de políticas públicas de manutenção de rodovias pelos governos federal, estaduais e municipais, assim como a criação de marcos legais que traduzam as necessidades de uma infraestrutura rodoviária condizente com os desejos de progresso do Brasil".

Se em 2011 a sinalização era considerada ótima ou boa em 43,1% das rodovias, esse número foi reduzido para 33,8% este ano. A geometria da via também registrou queda, embora de menor percentual. Em ótimo ou bom  estado eram 23,2% do total, agora são 22,6%. O único quesito com melhorias foi o de pavimento. As rodovias avaliadas como ótimas ou boas neste ponto passaram de 52,1% do total para 54,1% nesta edição.

Ainda sobre a sinalização, o levantamento mostra que ela é satisfatória (ótima ou boa) em 33,7% da extensão avaliada, sendo que 60,6% dela conta com acostamento e 88,1% tem predominância de pista simples de mão dupla.

De 2011 para 2012, houve aumento de 28,1% na quantidade de rodovias com faixa central desgastada ou inexistente; de 27,7% de faixas laterais desgastadas ou inexistentes e acréscimo de 36% de erosões na pista. Além disso, em 20.279 km há placas totalmente cobertas pelo mato, o que representa 21,2% da extensão rodoviária pavimentada.


Imprensa – SEESP
Informação da Agência CNT de Notícias



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