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Da Agência Fapesp*

O Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA) abriu inscrições para o Concurso Público de Provas e Títulos para provimento de 60 vagas para o cargo efetivo de professor para a carreira do magistério superior.

As inscrições, que se encerram em 31 de outubro próximo, podem ser realizadas presencialmente no horário das 8 às 11h e das 14 às 17h, diariamente, exceto feriados ou dias em que não haja expediente no ITA, na Sala da Vice-Reitoria do ITA – sala 2.037, por via postal ou internet.

O edital do concurso contendo os campos de conhecimento e as áreas de especialização, informações sobre a realização das provas e as demais informações pertinentes aos concursos; a ficha de inscrição e outros documentos e/ou informações podem ser acessados no endereço http://www.ita.br/concurso.

Mais informações podem ser obtidas com a Comissão Especial de Concursos 2017 pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..


* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

Os profissionais do magistério da rede municipal de Guarulhos, na Grande São Paulo, entraram em greve na segunda-feira (25/7) em protesto contra o não-pagamento de gratificações, equiparações e outros direitos assegurados em acordo coletivo e também em termo assinado no Tribunal Regional do Trabalho, em 21 de março. Nesta terça (26), eles voltam a se reunir na Praça Getúlio Vargas, a partir das 11h.


professores em greve em guarulhos



Cerca de mil servidores protestaram durante a manhã de ontem, em concentração realizada em frente ao Paço Municipal, no bairro no Bom Clima. Segundo o presidente em exercício do Sindicato dos Servidores Municipais de Guarulhos (Stap), Rogério de Oliveira, mais de 80 escolas aderiram ao movimento no primeiro dia. “O protesto é justo, porque a Prefeitura descumpre o que foi firmado em acordo”, afirma.

Na assembleia, os professores cobraram do prefeito Sebastião Almeida (PT) o pagamento imediato das gratificações a que têm direito e que foram reconhecidas pelo TR. O pagamento deveria ter sido realizado em junho, mas a Prefeitura não cumpriu o prazo não apresentou qualquer proposta para quitar os débitos.

Após o ato do Paço, os manifestantes seguiram em caminhada até a Praça Getúlio Vargas, Centro da cidade.

Mais informações: www.stapguarulhos.org.br


Fonte: Agência Sindical









A Universidade Estadual Paulista (Unesp), campus de Rosana, abriu processo seletivo para preenchimento de vagas para professor-assistente doutor e professor doutor. São dois concursos públicos. O primeiro é para contratar um professor-assistente doutor na área de engenharia elétrica. O prazo para participar é até o dia 8 de agosto.

A outra seleção é para preencher a vaga de professor doutor que deverá ministrar as disciplinas de fenômenos de transportes e mecânica. As inscrições seguem até 15 de agosto. Os interessados em atuar na universidade devem comparecer à unidade, que fica na Avenida dos Barrageiros, 1.881, no distrito de Primavera, em Rosana.

 

Imprensa SEESP
Com informação da Unesp

 

 

 

 

 

 

 

 

Mesmo com o final das férias de agosto, os professores das instituições federais mantêm greve em 34 universidades federais, iniciada em 28 de maio. De acordo com o Sindicato Nacional dos Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes-SN), técnicos estão parados em 67 instituições de ensino superior. Os servidores reivindicam reajuste salarial de 27,3% e data-base, reestruturação da carreira e melhores condições de trabalho. O Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão propôs reajuste de 21,3%, a ser pago em quatro anos. Porém, a proposta foi considerada insuficiente pela maioria das entidades, que seguem com a mobilização.


Foto: Agência Brasil
greve nas federais foto ag br red
Ato dos servidores federais em Brasília (DF), na quarta-feira (5)


Segundo os grevistas, a greve não tem data para acabar. Ao longo da semana, professores e funcionários devem fazer novas assembleias para decidir os rumos da mobilização. Algumas entidades dizem que pretendem intensificar ainda mais o movimento em agosto, mês de retorno das aulas, para avançar nas negociações com o governo federal.

Na quinta-feira (6), mais de três mil servidores públicos federais (SPF) de todo o país realizaram mais uma marcha convocada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos SPF, em Brasília (DF). Os servidores percorreram a Esplanada dos Ministérios, em direção ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog) para cobrar a retomada das negociações em torno da pauta unificada apresentada pelo Fórum das Entidades Nacionais dos SPF. Outra marcha, realizada pelo Fórum, ocorreu no dia 22 de julho.

De acordo com Paulo Rizzo, presidente do ANDES-SN, esse foi mais um ato em que os servidores públicos federais cobram do MPOG e do governo negociações efetivas. “Nós já rejeitamos, por unanimidade das entidades, a proposta de reajuste parcelado em quatro anos e também os cortes que estão sendo feitos no orçamento na Saúde, na Educação, Habitação, Previdência, e até agora não tivemos o retorno esperado”, contou. A proposta do Ministério de Planejamento, Orçamento e Gestão (Mpog) de reajuste (21,3%) parcelado em quatro anos foi amplamente rechaçada pelas entidades que compõem o Fórum. Até o momento, o governo não apresentou um novo cenário, não abriu negociação sobre os demais itens da pauta do Fórum dos SPF e nem mesmo cumpriu o prazo que havia estipulado (31 de julho) para realizar nova reunião com o Fórum.

Fonte: Andes-SN







O piso salarial para os professores de Minas Gerais foi, enfim, aprovado na manhã de quarta-feira (17/6), na Assembleia Legislativa daquele estado. O Sindicato Único dos Trabalhadores da Educação (Sindute-MG) se mobiliza pela aprovação do projeto há sete anos e acompanhou a votação, que aconteceu em dois dias.

 

Foto: Brasil de Fato
piso nacional professores



O Projeto de Lei 1.504 prevê mudanças na carreira e no salário, contemplando todos os profissionais da educação. Os professores passam a receber R$ 1.917,78, valor do piso nacional, referente a 24 horas de trabalho por semana.

Foram aprovados também a anistia a professores punidos por participarem das greves da categoria, entre 2010 e 2014, e o acesso à merenda escolar. Ambas proposições do deputado Rogério Correa (PT).

Atraso na votação preocupou professores
O projeto estava previsto para ser votado na terça (16), dia em que professores de diversas cidades mineiras vieram para Belo Horizonte para acompanhar a votação. No entanto, parlamentares da oposição travaram o processo, com pedido de vistas feito pelo deputado Gustavo Correa (DEM).

O PL foi votado na quarta-feira (17), por unanimidade, e segue para sanção do governador Fernando Pimentel.


Fonte: Brasil de Fato




Professores das redes estaduais de São Paulo e Paraná, e do município de Goiânia (GO), estão em greve. Nos três casos enfrentam a mesma dificuldade: a falta de diálogo e a truculência das autoridades locais. Em São Paulo, a paralisação chega ao 48º dia, e o governador Geraldo Alckmin (PSDB) continua negando a existência do movimento. De acordo com a Apeoesp, o sindicato da categoria, a greve tem 59% de adesão e, na segunda-feira (27) foi considerada legal pela Justiça. No Paraná, ao tentarem acompanhar uma votação importante para a categoria, na Assembleia Legislativa (Alep), foram recebidos com uma chuva de balas de borracha e gás lacrimogêneo pela tropa de choque do governador Beto Richa, deixando um saldo de 170 feridos, muitos em estado grave.
 

Foto: Joka Madruga/App Sindicato
protesto curitiba
Polícia do Paraná reprime professores que tentaram acompanhar
votação de projeto que prejudica previdência da categoria



Os docentes paranaenses voltaram a cruzar os braços na segunda-feira (27/4) e tinham liminar da Justiça que garante à categoria o direito de entrar nas galerias durante a votação do projeto de lei da previdência. O objetivo da presença dos servidores era pressionar os deputados estaduais a não aprovarem as mudanças na previdência que prejudicam a categoria. A confusão começou quando a PM obrigou os professores a retirar o caminhão de som e ampliou o isolamento em torno da sede do legislativo, fazendo uso de spray de pimenta e bombas de gás e jatos d'água contra os manifestantes, que bradavam "Professor não é bandido". Foram quase duas horas de violência e covardia por parte da Polícia.

Apesar dos esforços dos professoers, o projeto do Executivo foi aprovado em sessão extraordinária, em segunda votação. Agora, deverá ser sancionado por Richa. Foram 31 votos favoráveis e 20 contrários, mesmo número de votos da primeira votação. O proejto da administração do PSDB, em crise, reduz repasses do governo para pensões e transfere inativos de fundos previdenciários, o que pode comprometer a previdência dos servidores.

Movimentos sociais, sindicatos e trabalhadores protestam nas redes sociais em solidariedade à categoria, usando a hashtag #BrasilComOsProfessoresDoParaná.


SP
Em São Paulo, os professores chegam hoje (30) ao 50º dia de greve. Na segunda (27), a estimativa da Apeoesp (sindicato da categoria) com adesão de 59%, o equivalente a pelo menos 135.700 docentes da rede. A próxima assembleia está marcada para esta quinta, no vão livre do Masp, às 14h. Até lá, estão previstos atos regionais, em diferentes cidades.

"Abra negociação e pare de achar pretexto, porque a nossa greve é pelo fechamento e 3.390 salas de aulas, nossa greve é pelos baixos salários que São Paulo vergonhosamente consegue pagar, menos que o Acre, menos que o Piauí", apelou a presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, em entrevista à TVT.

Goiânia
Em Goiânia, os professores municipais em greve também foram agredidos, durante uma assembleia da categoria, em frente ao Paço Municipal. A agressão começou quando os professores tentaram fazer uma caminhada nos corredores da prefeitura. A guarda civil reprimiu a manifestação com violência e gás de pimenta. Quinze pessoas ficaram feridas.

A paralisação no município completa 18 dias e tem como pauta de reivindicação melhores condições de trabalho, reajuste salarial de acordo com o piso da categoria e o pagamento retroativo à data-base de 2014.

 




Com informações da Rede Brasil Atual


 

 

 





Os professores da rede pública estadual de São Paulo tiveram, na segunda-feira (30/3), a primeira mesa de negociação com o governo paulista desde o início da greve, decretada no dia 13 deste mês. A paralisação continua já que não houve avanço significativo na proposta do reajuste salarial.

Foto: Deborah Moreira
greve professores 2
Professores reunidos na Avenida Ipiranga, em frente à secretaria
estadual de Educação, no dia 27 de março último

 

A presidente do Sindicato dos Professores no Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp), Maria Izabel Azevedo Noronha, explicou que após apresentarem a pauta de reivindicação, o secretário da pasta, Herman Voorwald, “não apresentou nenhuma perspectiva. O reajuste continua zero”.

Está marcada para quinta-feira (2/4), às 14h, uma nova  assembleia no vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), na Avenida Paulista, quando a categoria fará uma reavaliação do movimento. Nesta terça, os comandos de greve realizam reuniões para avaliar a situação da greve e planejar novas atividades. Amanhã, os docentes fazem panfletagens, atos e outras atividades regionais

Ato reúne 60 mil
Mais 60 mil professores participaram da assembleia estadual no Masp, na sexta (27), quando foi aprovada a continuidade da greve da categoria e um calendário de mobilização. Depois, realizaram caminhada pela Paulista e Rua da Consolação, encerrando com um Ato em Defesa da Escola Pública e pela Valorização do Magistério, na Praça da República, em frente a Secretaria Estadual de Educação. No trajeto, outros setores sociais aderiram ao ato, fazendo crescer o número de participantes - além das manifestações de apoio da população.

A estimativa da Apeoesp é de que a greve tenha atingido 75% da categoria na sexta-feira, representando mais de 172 mil professores.

As principais reivindicações:

- Aumento de 75,33% para equiparação salarial com as demais categorias com formação de nível superior, rumo ao piso do Diesse para Professor de Educação Básica I (PEB I), com jornada de 20 horas semanais de trabalho, para professores da ativa e aposentados.
-  Conversão do bônus em reajuste salarial.
-  Pela implantação da jornada do piso.
-  Reabertura de classes e períodos fechados. Imediato desmembramento das salas superlotadas.
-  Máximo de 25 alunos por sala desde o primeiro ciclo do Ensino Fundamental ao Ensino Médio.
-  Nem “quarentena”, nem “duzentena” para os professores da categoria “O”.
-  Por uma nova forma de contratação de professores temporários, com garantia de direitos.
-  Garantia de atendimento médico no IAMSPE para os professores da categoria “O”.
-  Convocação e ingresso de todos os professores concursados.
- Garantia de PCPs nas escolas de acordo com a Resolução 75/2013. No mínimo um PCP em cada escola, independente do número de salas.
-  Garantia de condições adequadas de infraestrutura em todas as escolas.
-  Pelo fim da lei das faltas médicas; fim da perseguição aos professores nas perícias médicas.
- Pela aceleração dos processos de aposentadoria.
-  Pela correção das distorções no plano de carreira que prejudicam os aposentados.
-  Água para todos, em todas as escolas.
- Fim do projeto excludente de escola de tempo integral; por uma educação integrada.
- Fim do assédio moral.
- Fim do corte de verbas para as escolas.
- Pela ampliação dos repasses para as escolas.
- Aumento do valor do vale-alimentação e do vale-transporte.
- Continuidade do transporte escolar gratuito para os estudantes.




Deborah Moreira
Edição
Imprensa SEESP
Com informações da Rede Brasil Atual e Apeoesp










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