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Fonte: Unicamp

O futuro da indústria brasileira frente ao avanço tecnológico acaba de ser delineado por estudo desenvolvido por pesquisadores da Universidade de Campinhas (Unicamp) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a pedido da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e do Instituto Euvaldo Lodi (IEL). A iniciativa, denominada Projeto Indústria 2027, avaliou os impactos de oito tecnologias disruptivas em dez sistemas produtivos, no horizonte de cinco e dez anos. Além de descortinar esse horizonte, o documento traz recomendações às empresas para ampliarem a sua competitividade a partir das vantagens proporcionadas pela inovação. “Esse projeto é um bom exemplo de como a aproximação entre a academia e o setor produtivo pode gerar resultados que contribuam para o desenvolvimento do país”, avalia o professor Mariano Laplane, titular da Diretoria Executiva de Relações Internacionais (Deri) e coordenador do estudo no âmbito da Unicamp.



Foto: Divulgação Unicamp

linha de montagem honda em Sumare SP foto unicampLinha de montagem Honda, em Sumaré (SP)

 

 

Os detalhes do Projeto Indústria 2027, que foi desenvolvido ao longo de 14 meses e contou com a coordenação-geral do ex-presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e professor colaborador aposentado do Instituto de Economia (IE) da Unicamp, Luciano Coutinho, foram divulgados na quinta-feira (24/5) pela CNI. Em linhas gerais, o documento, construído pelo esforço de 75 pesquisadores, considera que o setor industrial enfrentará importantes desafios pela frente, mas também terá boas oportunidades para crescer no período analisado. “O Brasil pode e deve pensar em construir o futuro da indústria com ambição, além de ter visão de longo prazo”, entende Luciano Coutinho. “Investir na capacitação de pessoas e de empresas, além de ações por meio de programas e instrumentos coordenados, monitorados e sintonizados às empresas são alguns dos direcionamentos para avançarmos”, acrescenta.

A diretora de Inovação da CNI e superintendente nacional do IEL, Gianna Sagazio, elogia o trabalho realizado por Unicamp e UFRJ e destaca a importância do estudo para orientar o planejamento estratégico das empresas. “O Projeto Indústria 2027 desenhou um cenário até então desconhecido para a indústria brasileira. A disrupção está em curso, mudando modelos de negócio, a forma de produzir, os produtos produzidos. É um novo peso, de influência crescente, na competitividade das empresas e, consequentemente, dos países. Por isso, essa iniciativa da CNI e do IEL é tão importante. É uma contribuição valorosa ao desenho de estratégias nacionais e corporativas para nos direcionarmos rumo ao desenvolvimento”.

Ainda segundo a executiva, construir essa perspectiva e avaliar a capacidade de resposta do Brasil “somente foi possível porque contamos com duas das melhores universidades do país - a UFRJ e a Unicamp - no projeto, além do engajamento das lideranças empresariais da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI). O projeto buscou, e conseguiu, aproximar indústria e academia para entender a transformação digital pela qual passamos”.


Mariano Laplane explica que o estudo reuniu dois grupos de pesquisadores das duas universidades: um especializado em pesquisa e inovação e outro nos setores industriais. Os primeiros analisaram quais tecnologias trarão impactos significativos para a indústria ao longo da próxima década. Os segundos fizeram uma avaliação do atual estágio da produção e qual a capacidade dos segmentos de incorporar tecnologias disruptivas. “Depois, fizemos o cruzamento das avaliações. Para chegarmos às conclusões contidas no estudo, nós também promovemos várias rodadas de discussão, entrevistamos centenas de empresários e consultamos especialistas do exterior, por meio de parcerias com a Universidade de Cambridge e com a OCDE [Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Económico] em Paris”, detalha.


De acordo com o coordenador do Projeto Indústria 2027 na Unicamp, a mensagem que emergiu desse esforço de investigação foi que tanto no plano doméstico quanto no internacional as novas tecnologias trarão grande impacto para o desenvolvimento industrial. “Entretanto, segundo os especialistas, a incorporação da inovação por parte das empresas não ocorrerá naturalmente. Há uma série de obstáculos a serem superados, tanto dentro quanto fora das corporações.  No âmbito das empresas, há a questão, por exemplo, da adaptação da produção às novas tecnologias. No âmbito da sociedade, há questões fundamentais a serem discutidas, como a segurança cibernética e a privacidade dos cidadãos no mundo digital”, pondera.

O cenário desenhado pelo estudo, reafirma Mariano Laplane, abre inúmeras oportunidades para a indústria brasileira, mas é preciso saber aproveitá-las. “Temos que estar preparados, pois essas oportunidades serão rapidamente capturadas. Do contrário, teremos que pagar royalties pelo uso de determinadas tecnologias. Nunca é demais lembrar que o Brasil possui atributos muito positivos, como biodiversidade, clima, população ainda jovem e um enorme mercado interno. Temos condições de sermos originais, de sermos criativos. Não temos capacidade de liderar esse processo, visto que enfrentamos um momento importante de fragilidade política e econômica, mas podemos participar do jogo”, pontua o docente.

Uma boa maneira de se empregar as novas tecnologias, afirma Mariano Laplane, é aplicá-las na melhoria da qualidade de vida dos brasileiros, por meio da qualificação de setores como educação, saúde, segurança e transporte. “Obviamente, a sociedade terá que participar desse processo e manifestar o seu desejo. O governo, por seu turno, terá que agir e incluir essas questões na sua agenda. Nunca é demais lembrar que o mundo passou por três revoluções industriais. Estas não somente transformaram os modos de produção, mas também mudaram comportamentos e modos de vida”, finaliza.

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Portal Unicamp

A Coordenadoria de Centros e Núcleos Interdisciplinares de Pesquisa (Cocen), da Universidade de Campinas (Unicamp), em parceria com a Cátedra Sérgio Vieira de Mello, promove a exposição fotográfica “Refugiados da Casa de Passagem Terra Nova”, que até recentemente esteve em cartaz no Memorial da América Latina. O evento terá abertura, hoje, às 12 horas, com presença do Reitor da Unicamp Marcelo Knobel e do Secretário de Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação Floriano Pesaro.


Foto: Eduardo Tarran

refugiados foto eduardo tarran

 

A mostra, que fica em cartaz de hoje (19/3) a 19 de abril na Biblioteca Central 'César Lattes', apresenta 26 painéis em preto e branco com imagens de refugiados congolenses, angolanos, camaronenses, ganenses, nigerianos e bissau-guineenses.

As imagens são de autoria dos fotógrafos Eduardo Tarran e Mário Castello. Os refugiados retratados na mostra foram amparados pela Casa de Passagem Terra Nova, primeiro centro de acolhimento social do estado de São Paulo para solicitantes de refúgio e vítimas de tráfico de pessoas. O local, aberto desde 2014, já atendeu mais de 400 pessoas e recebe principalmente famílias com filhos menores de idade e mulheres grávidas.

Para a coordenadora da Cocen, Ana Carolina de Moura Delfim Maciel, a exposição é importante porque "atravessamos um momento dramático no que diz respeito aos deslocamentos forçados e às solicitações de refúgio. A exposição Refugiados possibilita uma 'troca de olhares' com essa população em estado de vulnerabilidade, conferindo-lhes uma fisionomia e singularidades, extrapolando dados quantitativos e singularizando, na simbologia de um olhar, sonhos de uma vida melhor." Rosana Baeninger, coordenadora da Cátedra Sérgio Vieira de Mello e pesquisadora do Núcleo de Estudos de População 'Elza Berquó' (Nepo), acredita que a exposição "traz para o convívio universitário a esperança de vidas refugiadas em nosso país."

Serviço
Exposição fotográfica ‘Refugiados da Casa de Passagem Terra Nova’
Local: Hall do 2º andar da Biblioteca Central 'César Lattes' - Unicamp
Endereço: Rua Sérgio Buarque de Holanda, 421 - Cidade Universitária 'Zeferino Vaz'
Abertura: 19 de março, às 12 horas / Até 19 de abril
Horários de visitação: Segunda a sexta, das 7h30 às 22h45
Mais informações: (19) 3521-6486 | (19) 3521-6473 | página do evento



Agência Fapesp*

Uma oportunidade de pós-doutorado está disponível na Faculdade de Engenharia Elétrica e Computação da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) para o projeto temático “Pesquisas Interdisciplinares em Redes Inteligentes de Energia Elétrica”. O prazo de inscrição termina em 10 de dezembro próximo.

O projeto visa estudar e desenvolver tecnologias de conversores eletrônicos de potência necessários para a conexão de sistemas fotovoltaicos de geração de energia elétrica multifuncionais com rede de alimentação e para alimentar cargas isoladas. Será dada ênfase à modelagem e controle de tais conversores com o objetivo de garantir sua multifuncionalidade no contexto de redes elétricas inteligentes. O selecionado trabalhará sob a supervisão do professor Ernesto Ruppert Filho.

A vaga requer boas habilidades e experiência no desenvolvimento de hardware, desenvolvimento de firmware, habilidades com modelagem, análise e projeto de controladores para conversores eletrônicos de potência e bom nível de comunicação em português e em inglês.

Os candidatos devem enviar para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. uma carta de apresentação com justificativa de interesse e experiência nos tópicos propostos, curriculum vitae acadêmico atualizado e duas cartas de recomendação. Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1831.

A oportunidade está aberta a brasileiros e estrangeiros. O selecionado receberá bolsa da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) no valor de R$ 7.174,80 mensais e Reserva Técnica equivalente a 15% do valor anual da bolsa e tem o objetivo de atender a despesas imprevistas e diretamente relacionadas à atividade de pesquisa.

Caso o bolsista resida em domicílio diferente e precise se mudar para a cidade onde se localiza a instituição-sede da pesquisa, poderá ter direito a um auxílio-instalação. 

Outras vagas de bolsas, em diversas áreas do conhecimento, podem ser informadas em www.fapesp.br/oportunidades.


* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

 

Jornal da Unicamp

A indústria automobilística ainda não desenvolveu um carro autônomo comercial, mas tem dotado vários modelos com recursos que dispensam a ação dos motoristas. Atualmente, já é possível sair da concessionária dirigindo um veículo capaz de controlar a velocidade em relação ao automóvel da frente ou de estacionar sem o auxílio do condutor. Ademais, o crescente mercado de veículos elétricos, incluindo modelos com múltiplos motores acoplados às rodas, abre possibilidades para o desenvolvimento de soluções inovadores. Seja qual for o recurso disponível, o funcionamento dessas tecnologias é orientado, em boa medida, pela percepção do próprio veículo e do seu ambiente. Com base nessa premissa, o engenheiro de controle e automação Rafael de Angelis Cordeiro pesquisou em sua tese de doutoramento, defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, aspectos relacionados à interação entre pneu e solo, de modo a controlar o desempenho do veículo em situações adversas, como transitar por um terreno escorregadio ou acidentado.


Foto Cleocinei Zonta Grelak Comunicação
Carro foto Cleocinei Zonta Grelak Comunicação
Campeonato Brasileiro de Turismo 1600, em Cascavel, PR, em maio de 2017

 

O trabalho de Cordeiro, que se enquadra na área de pesquisa de veículos terrestres inteligentes, insere-se em um projeto multidisciplinar e multi-institucional do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) denominado VERO (Veículo Robótico de Exterior). Na Unicamp, a tese contou com a orientação dos professores Paulo Augusto Valente Ferreira, da FEEC, e Ely Carneiro de Paiva, da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM). Parte dos estudos foi realizada no Instituto Superior Técnico de Lisboa (Técnico Lisboa - Portugal), sob a supervisão do professor José Raul Azinheira, e no laboratório HEUDIASYC da Université de Technologie de Compiègne (UTC - França), sob a supervisão do professor Alessandro Corrêa Victorino. No CTI, o trabalho foi supervisionado pelo pesquisador Samuel Siqueira Bueno. Embora o tema seja complexo, o engenheiro de controle e automação conta que procurou responder a duas perguntas básicas.

A primeira: é possível medir as forças exercidas sobre os pneus durante, por exemplo, uma curva? A segunda: uma vez aferidas as forças existentes, é possível determinar quanto de força aplicar para obter a melhor performance do veículo durante a manobra? Depois de várias análises teóricas e de ensaios técnicos, Cordeiro finalmente conseguiu chegar às respostas pretendidas.

Uma das medidas adotadas pelo pesquisador foi criar modelos matemáticos que pudessem representar, de forma virtual, o comportamento do carro em situação real, a partir da agregação de diferentes parâmetros. Em seguida, o autor da tese partiu para os ensaios práticos. Um deles, realizado no Laboratório de Ensaios Dinâmicos da FEM, determinou o momento da inércia do carro. “Para fazer isso, tivemos que fazer um pêndulo com o veículo”, relata Cordeiro.

O pesquisador encontrou especial dificuldade para estabelecer as forças que atuam sobre os pneus durante uma manobra. “Fomos procurar sensores que fizessem esse tipo de medição, mas eles são muito caros, da ordem de US$ 100 mil por roda do carro. A alternativa que encontramos foi estimar essas forças, a partir da combinação de modelos matemáticos, técnicas de estimações e o uso de sensores mais comuns e mais baratos, como o acelerômetro. Com isso, conseguimos desenvolver um método para estimar essas forças sem o auxílio de equipamentos mais sofisticados”, pontua.

Por meio dessa metodologia, validada experimentalmente com o veículo DYNA do HEUDIASYC, o engenheiro de controle e automação estimou as forças laterais, longitudinais e verticais exercidas sobre as rodas do veículo. Ou seja, a primeira pergunta estava respondida. Faltava, porém, responder à segunda. Isso foi feito por intermédio da análise da dinâmica do carro em condições de curva. “Essa abordagem nos permitiu estabelecer, por exemplo, quais forças aplicar nos pneus e qual o ângulo mais adequado da direção para realizar determinada manobra”, explica Cordeiro.

Uma das constatações feitas pelo pesquisador foi que as curvas “comuns”, aquelas realizadas normalmente pelos motoristas, apresentam o que os especialistas classificam de “equilíbrio estável”. Nessas condições, o veículo consegue realizar a manobra sem dificuldade. Já nas curvas instáveis, nas quais o carro derrapa e “canta” o pneu, a manobra é bem mais difícil de ser realizada, o que exige que o condutor gire o volante no sentido oposto ao da curva.

Cordeiro também constatou que, embora modelos elétricos com motorização independente nas rodas – como o do projeto VERO – permitam configurar forças específicas para cada pneu com a intenção de melhorar o desempenho do carro, o diferencial eletrônico não gera o efeito desejado. “O que nós vimos foi que, a despeito do diferencial de força, a curva é feita exatamente da mesma maneira”. O estudo também analisou a performance do veículo durante manobra em terrenos distintos: em situação de neve, cascalho e asfalto seco. “Verificamos que se o carro estiver em velocidade constante e aplicar um ângulo de cinco graus na direção, ele fará a curva exatamente da mesma maneira, a despeito do terreno. Particularmente, fiquei surpreso com esse resultado”, admite.

Por último, Cordeiro verificou, em simulação, se era possível fazer com que o veículo realizasse, de forma autônoma, uma curva em condição estável de drifiting, manobra que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira. “Nós demonstramos que isso é possível, numa condição em que o volante está bem esterçado, tendo a roda na direção contrária à da curva”, detalha. Conforme o pesquisador, resultados como os obtidos em sua tese são importantes porque podem colaborar, no futuro, para o desenvolvimento de tecnologias que tornem os automóveis mais eficientes e seguros em condições adversas de terreno. Durante o doutorado, o pesquisador contou com bolsas de estudos concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Aparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).




Fonte: Unicamp


Um aplicativo voltado para gestores que utilizam a metodologia Lean Thinking, um software de gerenciamento do conhecimento e um programa computacional que detecta usuários falecidos nas Redes Sociais. Esses são alguns dos vários software desenvolvidos na Unicamp que estarão disponíveis na área de exposição da Software Experience 2017, que acontece durante o InovaCampinas, na quarta-feira (25/10), na Expo Dom Pedro. O intuito é aproximar os desenvolvedores dos programas de computador da Unicamp com empresários e representantes da área de TI. As exposições acontece durante todo o evento, das 9 às 18 horas. Para participar, basta se inscrever na SWXP, aqui.


Imagem: Unicamp Divulgação

unicamp software experience home

Confira, abaixo, os 10 programas de computadores que oferecem soluções para várias demandas de mercado e poderão ser conferidos no evento:

Geometric Voice

Desenvolvido para a apresentação de figuras geométricas em duas (2D) e três dimensões (3D), destinado principalmente a pessoas com deficiência visual. O programa permite criar e imprimir desenhos geométricos em Braille, funções que até o momento não estavam disponíveis para pessoas que não enxergam. É uma ferramenta computacional educativa e de fácil acesso. O programa realiza síntese de voz e utiliza o teclado do computador como o meio de inserção de dados.

Demortuos

É um simulador que testa métodos computacionais de detecção de usuários falecidos em uma Rede Social Online (RSO). Simula a operação diária de uma RSO e busca por inativações, falecimentos e trocas de mensagens dos usuários. Valida métodos para detecção específica de usuários falecidos em uma rede onde há ativos, inativos e falecidos. O sistema possibilita possível uma adaptação direta para inclusão de métodos de detecção de inativos, permitindo extensões para teste de métodos para outros tipos de classificação de usuários.

Botão do Pânico

Possibilita o acionamento de um botão de pânico para pedir ajuda, sempre que o usuário se encontrar em uma situação de risco. Ferramenta de fácil e rápida utilização, necessita apenas de smartphone com GPS ativo, em que haja o aplicativo instalado e configurado. Se o usuário se encontrar em alguma situação que necessite de ajuda, basta pressionar o desenho do botão vermelho para emitir um pedido de socorro e ter chamado atendido.

StockMOS

Destina-se a investidores que realizam operações de compra e venda no mercado de ações, tendo sido desenvolvido para apoiar o processo de tomada de decisão para estas operações. Possibilita ao investidor ter à sua disposição um rol de informações que fundamente as suas operações de compra e venda de ações. É de fácil utilização e possui uma interface simples, que permite ao usuário definir alguns parâmetros de operação. Em experimentos simulados de compra e venda de ações, o StockMOS levou a ganhos até 50% superiores.

Eplit

Software desenvolvido para auxiliar gestores de hospitais e empresas que utilizam a metodologia de gestão Lean Thinking. Consisti em um questionário de 29 perguntas com resposta em Likert-scale na plataforma web. As respostas são analisadas pelo software, que emite o diagnóstico sobre os pontos fortes e fracos da organização. Auxilia os gestores a diagnosticar o estágio de implementação de lean e alocar esforços/recursos para melhorias.

Hipnos Acústica

O programa Hipnos Acústica contribui para a criação de ambientes com desempenho acústico adequado, sistematizando conhecimentos, normas e procedimentos, possibilitando a simulação de interferências acústicas nos ambientes. Facilita a tomada de decisões de projeto e possibilita combinações de diferentes materiais dos sistemas construtivos, além de permitir a utilização de sistemas inovadores que atendam a norma, por meio de simulações.

Diário Saúde

O Diário Saúde foi desenvolvido como um recurso de fácil manuseio, que permite o treinamento domiciliar dos músculos do assoalho pélvico, complementando uma abordagem fisioterapêutica inicial. auxilia no tratamento domiciliar, fazendo com que a paciente não tenha que se deslocar até o hospital para realizar sua rotina de exercícios. Além disso, há possibilidade de monitoramento e aumento da eficácia do tratamento.

BLUE-KMS®

Trata-se, basicamente, de um software para o gerenciamento do conhecimento. O BLUE-KMS é capaz de extrair o conhecimento de pessoas a partir de textos e questionários, convertendo-os em mapas conceituais, estruturas que representam conjuntos de conceitos de maneira gráfica. Além de desenhar os mapas, o sistema os armazena e compara, revelando similaridades ou dissimilaridades de pontos de vista. converte o conhecimento em mapas conceituais, além de atuar na gestão do conhecimento, pois permite armazenar “ideias”.

MultiMinFTTH

Permite a inferência de histórias térmicas de regiões de interesse geológico, além de possibilitar a integração de dados de diferentes minerais (apatita, zircão, epídoto e muscovita). O principal diferencial do aplicativo é inferir histórias térmicas para diversos tipos de minerais, entre eles, apatita, zircão e epídoto. Além disso, pode ser utilizado por múltiplos usuários. Trata-se de uma tecnologia inovadora, pois permite a calibração de modelos.

Siscofad

Permite realizar o controle de uma estação de tratamento de água, automatizando seu funcionamento. Oferece como principais vantagens a implementação de uma plataforma de controle de processo de fácil compreensão e operação para o processo de flotação por ar dissolvido, permitindo a automação flexível.

Além da já tradicional exposição, o evento contará com a apresentação dos projetos do Desafio Smart Campus, mesa-redonda sobre IOT, palestra sobre novos negócios em TI, palestra com vencedores do prêmio Google Awards e oficinas e workshops oferecidos pelo Google Developer Group (GDG). Confira a programação completa em: www.inova.unicamp.br/softwareexperience

A Software Experience 2017 está em sua terceira edição e conta com o patrocínio da Matera Systems, Embraer, Capes e do Governo Federal. São parceiros do evento a Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp e do Google Developer Group (GDG) Campinas.

Mais informações sobre o evento, acesse: www.inova.unicamp.br/softwareexperience



Da Agência Fapesp*

A Pós-Graduação da Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (FEA-Unicamp) está com inscrições abertas até 2 de outubro próximo para cursos de mestrado e doutorado em 2018. Foram abertas 40 vagas, 20 para o mestrado e 20 para o doutorado.

As vagas abertas ficam distribuídas para a área de concentração em Engenharia de Alimentos. Os candidatos devem indicar uma das 51 linhas de pesquisa no momento da inscrição, que podem ser conferidas no site da FEA-Unicamp.

O processo seletivo compreenderá duas fases, sendo a primeira eliminatória, conduzida por uma banca composta pelos professores da comissão do Programa de Pós-Graduação de Engenharia de Alimentos (PPG-EA) para os candidatos de ambos os cursos.

A primeira fase constará de análise do Currículo Lattes e histórico escolar da graduação e/ou mestrado. O resultado dessa fase será divulgado no site da pós da FEA, no dia 20 de outubro. Na segunda fase, haverá uma avaliação técnica e do currículo, de forma presencial ou a distância, com banca composta, no mínimo, por dois professores do programa e que ocorrerá entre 30 de outubro e 1º de novembro.

Os interessados deverão se inscrever na secretaria de pós-graduação da FEA (rua Monteiro Lobato, 80, Cidade Universitária Zeferino Vaz, 80, Campinas, SP), preenchendo o formulário de inscrição online. Os resultados finais do processo de seleção serão divulgados no dia 21 de novembro. Mais informações sobre o processo seletivo e as inscrições estão disponíveis no edital das vagas.

 

* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo

 

Da Agência Fapesp*

O Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Engenharia Civil, Arquitetura e Urbanismo da Universidade Estadual de Campinas ((FEC-Unicamp) abriu inscrições para o processo seletivo dos cursos de mestrado e doutorado em Engenharia Civil. O prazo termina no dia 21 de setembro de 2017.

O requisito mínimo para um aluno ser admitido como estudante regular no curso de mestrado é de que seja portador de diploma de nível superior. O título de mestre não será requisito obrigatório para o ingresso no curso de Doutorado, mediante parecer favorável do representante da área de concentração.

O estudante regular será orientado em suas atividades por um orientador, credenciado, segundo os critérios estabelecidos no Programa de Pós-Graduação em Engenharia Civil. São no total 73 vagas, nas seguintes áreas de concentração: Construção; Estruturas e Geotécnica; Recursos Hídricos, Energéticos e Ambientais; Saneamento e Ambiente; e Transportes.

Os exames de conhecimento específico serão realizados no dia 19 de outubro, às 14h30, na FEC (rua Saturnino de Brito, 224, Cidade Universitária, Campinas, SP, no Prédio Azul). Haverá também no mesmo dia, às 8h30, um exame de proficiência em língua inglesa.

Os candidatos devem se inscrever pelo site da Unicamp e, posteriormente, enviar formulário gerado e a documentação solicitada via correio por Sedex ou entregar pessoalmente para a Secretaria de Pós-Graduação da FEC (rua Saturnino de Brito, 224,Cidade Universitária Zeferino Vaz, Campinas, São Paulo, CEP 13083-889, caixa postal 6143).

A divulgação do resultado final do processo seletivo será feita no dia 27 de novembro. A matrícula será em 6 de fevereiro de 2018.

Mais informações: www.fec.unicamp.br/itf/index_1.php?pg=680.php&secaoGeral=12.

 

* Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp)

 

Estão abertas, até 8 de julho próximo, inscrições para bolsas da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) para pós-doutorado em Engenharia de Processos e de Alimentos.

A Faculdade de Engenharia de Alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu uma vaga de pós-doutoramento em Engenharia de Processo para o projeto temático “Da fábrica celular à biorrefinaria integrada Biodiesel-Bioetanol: uma abordagem sistêmica aplicada a problemas complexos em micro e macroescalas”.

Os candidatos devem ter título de doutor obtido há no máximo sete anos, no Brasil ou no exterior, preferencialmente na área de Engenharia de Alimentos ou correlatas. Interessados devem enviar currículo (em PDF) até 8 de julho de 2017 para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O assunto do e-mail deve incluir o seguinte texto "PD – Process Engineering” e o nome completo do candidato. O candidato receberá um e-mail informando se ele foi indicado ou não para a bolsa. Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1619.

Já o pós-doutorado em Engenharia de Alimentos está relacionado ao projeto temático “Equilíbrio e processos de produção de biocombustíveis e bioprodutos”, também com uma vaga na mesma faculdade. O tema é “Uso de etanol associado a líquidos iônicos no refino de óleos vegetais, e na produção e modificação das propriedades físicas de biodiesel”.

Os interessados devem enviar currículo (em PDF) até 8 de julho de 2017, para o e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O assunto do e-mail deve incluir o seguinte texto "PD Fellowship - Food Engineering" e o nome completo do candidato. Após o pedido, o requerente receberá uma notificação. Mais informações sobre a vaga estão disponíveis em www.fapesp.br/oportunidades/1618.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Texto editado a partir de informações da Agência Fapesp

 

 

 

O Física nas Férias (Fife) era organizado anualmente pelo grupo de estudantes da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), na Optical Society of America (OSA-SCU) que visava a divulgação do método científico e conceitos de física moderna para estudantes do ensino médio. Agora, sua edição é realizada pela Coordenadoria de Extensão do Instituto de Física Gleb Wataghin (IFGW), com o apoio da diretoria do instituto e de alunos de pós-graduação e graduação. Muitos desses alunos foram participantes em eventos FIFE anteriores.

Durante o evento, de 3 a 7 de julho de 2017, os alunos, divididos em grupos, participarão de aulas teóricas e experimentos (nos laboratórios de ensino do IFGW) sobre algum dos problemas propostos pela comissão organizadora.

Todos eles envolvem conceitos de física moderna que não são comumente abordados no ensino médio. Além do contato com esses conceitos, o aluno tem uma introdução à análise e ao tratamento de dados experimentais.

Inscrições serão recebidas até 10 de junho de 2017. Mais informações: http://sites.ifi.unicamp.br/fife e (16) 3373-8163.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Informação da Agência Fapesp

 

 

 

 

A Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) abriu inscrições para o concurso público de provas e títulos para o provimento de um cargo de professor doutor na área de Materiais e Processos de Fabricação.

O concurso envolve as disciplinas Ensaios dos Materiais (EM641), Mecânica e Mecanismos de Fratura (EMB638) e Mecânica e Mecanismos de Fraturas (IM115), todas no Departamento de Engenharia Mecânica.

O prazo de apresentação de candidaturas encerra em 7 de fevereiro de 2017. O contrato será preferencialmente em Regime de Dedicação Integral à Docência e à Pesquisa (RDIDP) e o salário de R$ 10.670,95.

Os candidatos devem ser portadores de título de doutor. É desejável que seja graduado e/ou pós-graduado em Engenharia Mecânica, Engenharia de Materiais, Engenharia Metalúrgica ou áreas afins.

As inscrições devem ser feitas de forma presencial pelo candidato ou seu procurador, no horário das 9h às 12s e das 14h às 17h, na Seção de Apoio Administrativo da Faculdade de Engenharia Mecânica, situada na Cidade Universitário Zeferino Vaz, Barão Geraldo, Campinas, à rua Mendeleyeve, 200.

Mais informações aqui.

 

 

Comunicação SEESP
Informação da Agência Fapesp

 

 

 

 

 

 

 

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