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Em Assembleia Geral Extraordinária realizada na última quarta-feira (18/9), na sede da Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae), na capital paulista, os engenheiros aprovaram,  por unanimidade, a proposta para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2019-2020. Foi acordado:

 

  • Vigência: um ano (de junho de 2019 a maio de 2020);
  • reajustes nos salários e benefícios em 4,77%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe); e
  • mantidas as demais cláusulas do ACT 2018-2019.

 

 

 

Campanha salarial

Nenhum direito a menos

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Os profissionais da Empresa Metropolitana de Água e Energia (Emae) são chamados à Assembleia Geral Extraordinária para discutir e aprovar a pauta de reivindicações deste ano, dando início às negociações salariais da categoria, com data-base em 1º de junho.

A assembleia acontece na próxima segunda-feira, 16/4, às 10h em primeira convocação e às 10h30 em segunda, na sede da empresa, na Avenida Nossa Senhora do Sabará, 5.312, Vila Emir – São Paulo/SP.

Os engenheiros podem consultar o Acordo Coletivo de Trabalho 2017 e trazer sugestões para uma boa negociação em 2018.

 

 

 

 

Os profissionais da companhia Desenvolvimento Rodoviário S/A (Dersa) e da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) representados pelo SEESP dão início à campanha salarial deste ano, realizando assembleias nesta semana para discussão e aprovação da pauta de reivindicações e de outros temas relacionados ao processo de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT).

Os engenheiros da Dersa, cuja data-base é 1º de maio, se reúnem nesta quinta-feira (16/3), às 18h30, na sede do sindicato, na capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Já os da Emae, com data-base em 1º de junho, definem a pauta na sexta-feira (17), às 14h, no Espaço Conveniência (Avenida Nossa Senhora do Sabará, 5.312, Vila Emir - São Paulo/SP).

 

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Em assembleia realizada no dia 8 de julho, os engenheiros da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) aprovaram por unanimidade a proposta final da companhia para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2016/2017. A apresentação foi feita na segunda rodada de negociação com o SEESP no dia 4 último.

A proposta prevê 6% de reajuste salarial, a partir de 1º de junho de 2016, mais 3,98% em dezembro próximo, totalizando 9,98%. Aos benefícios vales alimentação e refeição, auxílio-creche, babá e pessoa física especial, serão aplicados o índice de 9,98%, em parcela única, a partir de 1º de junho de 2016. Os demais itens que sofrerão reajuste terão também o escalonamento, as cláusulas restantes do acordo anterior (2015/2016) serão mantidas.

 

 

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No dia 21 último, em audiência com o vice-presidente judicial do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região de São Paulo (TRT/SP), a Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), órgão ligado ao governo estadual, recuou, mais uma vez, no seu compromisso de pagar 7,6%, a título de antecipação aos trabalhadores, conforme solicitado judicialmente e assumido no ofício nº OF/P/6968/2015, de 4 de setembro de 2015, pela própria empresa, o que, inclusive, possibilitaria a assinatura de um Acordo Coletivo de Trabalho Parcial entre as partes. Com essa posição, que torna todo o processo de negociação frustrante, resta apenas a alternativa de encaminhar para julgamento o Dissídio Coletivo de Greve.

Solidariedade
A categoria está solidária ao movimento do Sindicato dos Eletricitários de São Paulo. Os engenheiros mantêm o estado de greve, sem deliberação ainda pela paralisação das atividades, e aguarda o julgamento do dissídio pelo tribunal.


Emae valorização



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Os engenheiros da Emae têm Assembleia Geral Extraordinária na terça-feira (25/8), às 8h (2ª convocação), no Portão de entrada da sede da empresa - Av. Nossa Senhora do Sabará, 5.312, Pedreira, São Paulo, SP. Na pauta, a proposta de conciliação feita pelo TRT/SP em audiência ocorrida na sexta (21), que em mais um esforço convocou o presidente da Emae para uma nova audiência na quinta (27). Também será votado a suspensão da greve, por tempo indeterminado prevista para iniciar à 0h de quarta (26), diante de uma nova audiência marcada; além de coloca em votação se a a categoria dos engenheiros permanecem em estado de greve.

 

campanha salarial Emae assembleia



Em audiência de conciliação ocorrida na sexta, no TRT/SP, do Dissídio Coletivo de Greve na Emae, frente ao impasse gerado pela empresa na última reunião de conciliação no Núcleo de Conciliação de Coletivos do Tribunal, de voltar atrás em sua proposta, o Tribunal determinou o adiamento da audiência para o dia 27 de agosto, às 13h30, e a convocação do presidente da Emae para essa nova audiência de conciliação.

Determinou, também, que fosse registrado que, caso a empresa aceitasse a proposta de conciliação do núcleo anterior ao impasse (8,6% de reajuste sobre os salários e 9% de reajuste dos vales refeição e alimentação), os trabalhadores aceitariam a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) de 2015, conforme concordância dos sindicatos presentes, manifestada em audiência.

Diante da realização de nova audiência, o Tribunal fez um apelo aos trabalhadores para suspenderem a greve por tempo indeterminado, a partir da 0h do próximo dia 26 de agosto, mantendo-se somente em estado de greve. Os sindicatos concordaram em consultar os trabalhadores sobre essa ponderação e encaminhamento.

Todos à Assembleia Geral Extraordinária
Data: 25 de agosto de 2015 (3ª feira)
Horário: 7h30 (1ª convocação) e 8h (2ª convocação)
Local: Portão de entrada da sede da Emae (Av. Nossa Senhora do Sabará, 5.312 – Pedreira – São Paulo/SP)



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Com o impasse na negociação entre trabalhadores e empresa, na Emae, os engenheiros participam nesta sexta-feira (21/8) de uma greve de advertência, registrada com antecedência pelos sindicatos. Também está prevista paralisação por tempo indeterminado a partir da 0h de quarta (26) - também devidamente registrada.



Ilustração: Laerte

TODOS A GREVE 600 larg


Em atitude inusitada e em completo desrespeito ao Tribunal e aos trabalhadores, a Emae, em audiência de conciliação no Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC) do TRT/SP, retrocedeu em sua proposta econômica, eliminando o aumento real e o reajuste diferenciado, de 9%, para os vales refeição e alimentação. A audiência ocorreu na terça-feira (18/8).

Durante a audiência, o núcleo declarou estar esgotada a sua tarefa, remetendo os autos para a vice-presidência judicial para as deliberações que julgar necessárias, inclusive, quanto à distribuição do feito a um relator com vistas ao julgamento do Dissídio Coletivo de Greve a ser agendado.

Com a decisão da Emae, os engenheiros teriam somente 7,6% de reajuste salarial (data-base em 1º de junho), extensíveis aos demais itens de caráter econômico. Diante do fato, que causou estranheza e repúdio de todos, os sindicatos registraram que só aceitariam a assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2015 com base na proposta de conciliação do NCC, apresentada na reunião de 30 de junho passado, ou seja:


• reajuste salarial de 7,6% mais aumento real de 1%;


• reajuste de 9% nos vales refeição e alimentação;


• manutenção das cláusulas sociais anteriores;


• estabilidade no emprego a todos os trabalhadores da companhia, até que se complete o processo seletivo de novas contratações no quadro próprio da Emae, limitada até a próxima data-base; e

• liberação do representante do SEESP para atuação sindical.

O NCC ressaltou também que a questão do piso salarial dos engenheiros ainda continuava pendente de resposta do Codec sobre o realinhamento da estrutura salarial dos engenheiros da Emae.


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Apesar de os engenheiros da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae), com data-base em 1º de maio, em assembleia no dia 2 de julho último, terem aprovado a proposta do Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC) do Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região (TRT/SP) para renovação do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2015, a companhia a rejeitou e manteve a anterior. Portanto, as negociações continuam e, durante esse processo, as partes estabeleceram, no tribunal, uma “cláusula de paz” que estabelece a não ocorrência de demissões e de paralisações durante o período. O sindicato já comunicou ao TRT sobre o andamento das negociações e solicitou nova reunião no núcleo.

Pela proposta do tribunal, entre outros itens, a categoria teria reajuste salarial de 7,6% mais aumento real de 1%. Já a proposta patronal oferece reajuste de 7,6% sem aumento real.


 

 

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