GRCS

Após longo período de negociação com o Metrô, os engenheiros aprovaram, em assembleia geral extraordinária, no sindicato, a proposta da empresa para o acordo coletivo do programa de participação nos resultados de 2016. A proposta aprovada prevê o pagamento do PPR 2016 em três parcelas:

* 25% em 15/03/2017
* 25% em 31/03/2017
* 50% em 29/09/2017


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
audiencia home seesp
Engenheiros participaram de audiência de conciliação sobre a PPR, ocorrida na manhã de quarta (22).

A assembleia que aprovou a PPR 2016 ocorreu no início da noite de quarta-feira (22/2), no mesmo dia em que houve a audiência de conciliação, no TRT 2º Região, sobre o tema.

Importante destacar que a aprovação pela categoria só ocorreu em função dos esclarecimentos dos negociadores da companhia e pela garantia dada pelo Metrô de que o PPR a ser pagoa cada engenheiro corresponderia a 1,03 salário nominal do engenheiro. Segundo os delegados sindicais do SEESP, a aprovação considera que a parcela de setembro deverá ser corrigida.

Comunicação SEESP



Nas assembleias gerais extraordinárias dos engenheiros das empresas de arquitetura e engenharia do Estado de São Paulo, ocorridas no último dia 11 de novembro, foi aprovada pela maioria dos engenheiros da consultoria a proposta patronal final, com ressalva no item do piso salarial para o Engenheiro Trainee. O reajuste salarial foi de 7,5% (proporcional), parcelado em duas vezes: 3,5% desde 1º de maio, aplicado sobre o salário de 30/4/2016 e de 3,86% a partir de 1º de janeiro de 2017, aplicado sobre o salário reajustado em maio de 2016.


Imagem: Laerte
Laerte Sinaenco 

 

Também foram aprovados os pisos salariais para 30 e 40 horas semanais, sendo de 11,68% (R$ 7.658,00) para engenheiros com mais de um ano de habilitação e jornada de trabalho de 40 horas semanais e R$ 6.078,00 para engenheiros com menos de um ano de habilitação e jornada de trabalho de 30 horas semanais.

Para os novos engenheiros, contratados a partir de janeiro de 2017, a experiência profissional do Engenheiro Trainee passará para dois anos de habilitação, aplicando-se o mesmo piso salarial ficando estabelecido o seguinte: valor para o profissional acima de dois anos de experiência: R$ 7.658,00 e para o trainee (até dois anos de experiência) R$ 6.078,00. As demais cláusulas foram mantidas.

O SEESP já notificou o Sinaenco/Regional São Paulo sobre a decisão das assembleias e aguarda seu posicionamento em relação à ressalva, com vistas à finalização da campanha e a assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho.




Comunicação SEESP







A nova reunião de negociação sobre a Convenção Coletiva de Trabalho 2016 com o Sindicato do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) foi agendada, informa a advogada do SEESP, Karen Blanco, para o dia 8 de novembro próximo. A data-base dos profissionais abrangidos pela Convenção é 1º de maio, e a entidade patronal representa cerca de 20 mil empresas.

O SEESP, à mesa de negociação, rejeitou duas contrapropostas salariais por considerá-las insuficientes às perdas da categoria. Segundo Blanco, no encontro do dia 8 espera-se “uma proposta digna do setor patronal para deliberação em assembleia dos profissionais”.


Comunicação SEESP







Confira um balanço das campanhas salariais da categoria, de 2016, na Entrevista do JE na TV desta semana, que conversou com a advogada do sindicato, Karen Blanco. Aepsar da crise, ela faz uma avaliação otimista. “Foi possível sim garantir essas melhoria das condições dos trabalhadores, preservando direitos sociais já conquistados em acordos coletivos anteriores. A maioria das negociações chegou a recompor a inflação, contrariando o cenário que tem sido divulgado”, afirmou.

Na Reportagem da Semana, saiba qual a situação das árvores na capital paulista, que foi atingida por alguns temporais. Na coluna semanal, No Ponto, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, convida a todos para se associar ao sindicato para fortalecer os profissionais.

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Comunicação SEESP






As negociações salariais dos engenheiros da Telefônica/Vivo, com data-base em 1º de setembro, ainda estão em andamento, aguardando agendamento de reunião com o SEESP. Na última segunda-feira (17/10), os negociadores da empresa comunicaram ao sindicato o cancelamento de reunião que ocorreria nesta sexta-feira (21), alegando, para tal, a mudança em curso do quadro diretivo da empresa. O sindicato, todavia, espera que ao prazo não ultrapasse a primeira quinzena de novembro próximo.

O sindicato aproveita as alterações na diretoria da empresa para pedir que os novos dirigentes empresariais avancem nas propostas para formalização do Acordo Coletivo de Trabalho de 2016, atendendo às legítimas reivindicações dos engenheiros da Telefônica/Vivo. Nesse sentido, o SEESP reitera aplicação do índice de 11,68% no piso salarial dos engenheiros em consonância à Lei 4.950-A/66; reajuste salarial correspondente às perdas geradas pela inflação, mais aumento real a título de produtividade nos demais salários, sempre de forma retroativa à data-base e extensível aos demais benefícios de caráter econômico; e os demais itens da pauta de reivindicações da categoria.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

O departamento jurídico do SEESP informa que estão em andamento as negociações para renovação do Convenção Coletiva de Trabalho dos profissionais abrangidos pelo Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco). Conforme a advogada Karen Blanco, a entidade patronal, em última reunião, propôs 3% de reajuste em 1º de maio último e mais 3% para 1º de janeiro de 2017. “Ja havíamos estabelecido informalmente um patamar mínimo com base na equidade das negociações entabuladas de 7,5%”, explica. Tal patamar foi reiterado e houve um compromisso do Sinaenco em buscá-lo em uma nova assembleia com as empresas, informa a advogada.

Ela salienta que o Jurídico do sindicato está cadastrando os engenheiros da consultoria para receberem as informações das reuniões e convocações para assembleias e que o departamento está à disposição para qualquer esclarecimento sobre as negociações.  E conclama: “Precisamos da participação efetiva dos engenheiros nessa luta.”

O telefone do Jurídico é (11) 3113-2660 e e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..



Foto: Jéssica Silva/SEESP
Karen 
Karen Blanco: "O Jurídico do sindicato está à disposição dos profissionais
para informação sobre as negociações com o Sinaenco." 


Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP








 

Os bancários rejeitaram a contraproposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que manteve os 7% de reajuste nos salários, agora com abono de R$ 3,5 mil, em 2016, e reposição da inflação, mais 0,5% de aumento real, em 2017. O Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta na própria mesa de negociação, por considerar insuficiente, com perdas para os trabalhadores e orienta que os sindicatos realizem assembleias em suas bases, na segunda-feira (3/10) para debater e organizar os rumos do movimento. A rodada de negociação ocorreu ontem (28). Em São Paulo, está marcada uma assembleia para às 17h, na segunda.


Foto: Contraf-CUTgreve bancos 2016 600 alrg

 

O Comando Nacional dos Bancários reiterou que continua à disposição da Fenaban para chegar a um acordo sem perdas para os bancários.  “Os bancos perderam uma excelente oportunidade de resolver a greve mantendo a proposta que provoca perdas nos nossos salários. Fica cada vez mais evidente que é uma decisão tomada fora da nossa mesa de negociação e que dialoga com a intenção de promover uma redução dos salários para atender ao ajuste fiscal que está sendo imposto por este governo. Desde o início da nossa campanha, dissemos que o setor financeiro teve lucros fabulosos e que poderia atender, confortavelmente, às nossas reivindicações. Só um acordo estranho às nossas relações de trabalho poderia explicar esta tentativa de reduzir salários”, afirmou Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.  

“Quando os bancos propuseram um acordo de dois anos, deixamos claro que não poderia trazer perdas e que ainda precisaria comtemplar emprego, saúde, vales, creche, piso, igualdade de oportunidades, segurança. Nada disso veio hoje”, ressaltou.

Roberto ainda destacou que a resposta dos bancários tem sido a greve forte. “A greve deste ano já entrou para a história com o maior número de agências com as atividades paralisadas e a tendência é de aumentar ainda mais, em virtude da crescente insatisfação dos bancários com os banqueiros”.

Balanço
A greve dos bancários chegou ao 23º dia com 13.254 agências e 28 centros administrativos com atividades paralisadas, na quarta-feira. O número representa 57% dos locais de trabalho em todo o Brasil.

"Em sintonia com a política do governo, banqueiros querem reduzir o custo do trabalho no acordo com os bancários. A greve continua e estamos à disposição para nova negociação com a Fenaban", disse Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Altos lucros
Os lucros dos bancos permanecem nas alturas, enquanto muitos setores registram perdas. Os cinco maiores bancos brasileiros (Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) apresentaram, no primeiro semestre de 2016, o lucro líquido de R$ 29,7 bilhões.

A população também sente no bolso a ganância dos banqueiros. Pesquisa divulgada ontem, pelo Banco Central, revela que a taxa de juros do cheque especial bateu novo recorde de julho para agosto, e chegou a 321,1% ao ano.

Os juros do cartão de crédito não param de subir. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais, com a taxa em 475,2% ao ano. Neste ano, essa taxa já subiu 43,8 pontos percentuais.

Principais reivindicações dos bancários:

Reajuste salarial: reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real.

PLR: 3 salários mais R$8.317,90.

Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).

Vale alimentação no valor de R$880,00 ao mês (valor do salário mínimo).

Vale refeição no valor de R$880,00 ao mês.

13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880,00 ao mês.

Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.

Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários.

Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.

Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).


Fonte: Contraf-CUT




As negociações da campanha salarial 2016 entre o SEESP e o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), em São Paulo, estão em andamento. A entidade patronal fez uma nova contraproposta, em reunião ocorrida no dia 20 de setembro último, de 2% de reajuste retroativo à data-base e mais 2% em 1º de janeiro de 2017. A proposta foi rejeitada na hora pelo sindicato, que aguarda uma nova data de negociação.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

Em assembleia realizada no dia 22 último, os engenheiros da empresa Interligação Elétrica do Madeira (IE Madeira) aprovaram a proposta da empresa para celebração do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT), com vigência no período de 2016/2017.

Os profissionais concordaram que itens importantes como a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) e Plano de Previdência Privada não constem desse ACT, mas solicitaram ao SEESP que sejam representados nas discussões que acontecerão em 2016 e 2017 sobre esses temas e outros.

Os dirigentes sindicais esclareceram que essa foi a primeira participação em negociação com a empresa e que daqui para frente o SEESP participará das discussões que digam respeito aos interesses dos engenheiros. 

 

Lourdes Silva
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

 

A campanha salarial dos engenheiros da Telefônica Vivo - data-base 1º de setembro - está bem difícil. A empresa, na segunda rodada de negociação em 16 de setembro último, ofereceu zero de reajuste salarial, entre outros itens também considerados ruins pelo SEESP. O sindicato rejeitou a contraproposta patronal à mesa, dizendo que ela não corresponde à realidade da companhia e não valoriza, como deve, a categoria. Já está agendada nova negociação no dia 4 de outubro próximo.

Além do reajuste zero, a empresa propôs indenização adicional para quem for demitido no período do acordo em valores crescentes até o término do período (30%, 60% e 90% do salário em cada terço do período); índice zero também para o tíquete restaurante; reajuste de 5,45% em 1º de janeiro de 2017 para o auxílio-creche e de 6% para o auxílio-creche especial; vigência de dois anos para as cláusulas sociais com negociação anual das cláusulas de caráter econômico; e validade bianual para as cláusulas sociais.

O sindicato mostrou que é um contrassenso a negação de reajuste salarial já que a empresa obteve R$ 3,4 bilhões de lucro em 2015 e lucro acumulado de R$ 1,9 bilhões no primeiro semestre de 2016. A empresa, defendeu o SEESP, por seu desempenho e pela ampliação de sua participação no mercado mediante aquisição recente e pelas características próprias do mercado de concessão de serviços de telecomunicações, está se saindo muito bem em relação à crise econômica no País.

Nesse sentido, o sindicato reafirmou as principais reivindicações da categoria, entre elas: reajuste de 11,68% no piso salarial dos engenheiros em consonância com a Lei 4.950A/66 e reajuste salarial correspondente às perdas geradas pela inflação, mais aumento real a título de produtividade nos demais salários, extensível aos demais benefícios de caráter econômico.

É desta forma, avisa o SEESP, que se valoriza a categoria, e não a proposta de indenização adicional em caso de demissão dentro da vigência do acordo, que só traz estranheza e nutre insegurança entre os trabalhadores.

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

A Federação Única dos Petroleiros (FUP) participou do Dia Nacional de Paralisação e Mobilização, ocorrido na quinta-feira (22/9), convocado por nove Centrais Sindicais e duas frentes formadas por movimentos sociais, para defender direitos sociais e trabalhistas. Assembleias em todas as bases devem referendar a decisão do Conselho Deliberativo da FUP, que rejeitou a proposta de acordo coletivo apresentada pela empresa. A estatal propôs reajuste de 4,9%, redução da remuneração das horas extras de 100% para 50% e redução da jornada do administrativo de horário flexível de oito horas para seis horas diárias, com redução de 25% do salário.


Foto: Divulgação FUP

petroleiros campanha salarial e atoSindipetro PR/SC rumo à greve geral com trabalhadores da refinaria Fafen-PR


José Maria Rangel, coordenador geral da FUP, avalia que a proposta salarial feita aos trabalhadores segue a mesma linha de desmonte que já vem sendo implementada em relação ao patrimônio da empresa, colocando à venda subsidiárias, campos do pré-sal e demais ativos estratégicos.

Como exemplo, ele cita a venda do campo de Carcará e, mais recentemente, o anúncio da venda de gasodutos da Nova Transportadora Sudeste (NTS), que deve encarecer consideravelmente o preço do gás de cozinha.

O coordenador da FUP adianta que, além da rejeição da proposta salarial e reforço ao estado de greve, as assembleias devem aprovar a “Operação Para Pedro” - em alusão ao atual presidente da petroleira, Pedro Parente, que consiste no cumprimento rigoroso de todos os itens de segurança operacional e a denúncia de quem descumprir ou assediar os trabalhadores. “Não há unidade operando hoje de acordo com as normas de segurança e procedimentos”, diz Rangel.

Com informações da Agência Sindical





 

As negociações da campanha salarial 2016 entre o SEESP e o Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), em São Paulo, estão em andamento. A entidade patronal, em sua contraposta para assinatura da Convenção Coletiva de Trabalho deste ano, ofereceu somente 2% de reajuste salarial na data-base de 1º de maio. O SEESP rejeitou a proposta. Nova reunião de negociação está agendada para o dia 19 de setembro próximo. 


Comunicação SEESP







A primeira reunião de negociação do Acordo Coletivo de Trabalho de 2016 foi realizada em 26 de agosto último, na sede do SEESP, na Capital paulista, com a Telefônica Vivo. A empresa, nesse contato inicial, fez uma explanação sobre sua situação financeira. Da apresentação o sindicato viu evidente contradição, pois enquanto indica resultados satisfatórios no primeiro semestre deste ano, em linha com as metas propostas para o Programa de Participação e Resultados (PPR) 2016, afirma ter dificuldades insuperáveis que inviabilizariam reajuste salarial.

Por isso, o sindicato rejeitou o raciocínio da empresa e reiterou a reivindicação da categoria de reajuste, na data-base 1º de setembro, pela variação do maior dos índices inflacionários no período de 1º de setembro de 2015 a 31 de agosto de 2016, com o devido aumento real, condizente com os ganhos de produtividade da empresa. Pleiteia ainda elevação do piso salarial dos engenheiros, conforme previsto na Lei nº 4.950-A/66, para R$ 7.920,00, também na data-base. Os representantes do SEESP solicitaram revisão da posição da Telefônica Vivo até a próxima reunião. A companhia ficou de analisar a questão e apresentar nova proposta, após a divulgação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) de agosto de 2016.

Além disso, os dirigentes do sindicato pediram à empresa que trouxesse uma contraproposta também em relação aos demais itens da pauta de reivindicações da categoria. A Telefônica Vivo se comprometeu a apresentá-la na próxima rodada de negociações. A reunião foi agendada para o dia 16 de setembro.


 

Lourdes Silva
Comunicação SEESP







Em Assembleia Geral Extraordinária na sede da empresa em Bauru, interior paulista, os engenheiros deliberaram pela aprovação da última contraproposta da empresa apresentada em 3 de agosto último. A assembleia, ocorrida na sexta (5/8), aprovou a contraproposta final, retroativa à data-base, em 1º de junho, que prevê reajuste de 9,32% (exceto vale-alimentação e vale-refeição).


assinatura de acordo Laerte 600 larg




Com vigência de dois anos, 2016/2018, foram aprovados ainda piso salarial de R$ 7.920,00; reajuste de 13,13% no vale-alimentação, passando de R$ 160,00 para R$ 181,00; reajuste de 15,05% no vale-refeição, alterando de R$ 672,75 para R$ 774,00 (somando ao vale-alimentação, totaliza R$ 955,00); vale-refeição e vale-alimentação extra, pago no mês de dezembro de 2016, com reajuste de 15,06%, ampliando-se de R$ 830,00 para R$ 955,00; auxílio-alimentação adicional: reajuste de 18,18%, aumentando de R$ 1.100,00 para R$ 1.300,00; reajuste de 9,62% na Participação nos Lucros e Resultados (PLR), com antecipação de R$ 5.700,00 em 12 de setembro de 2016; alteração do número de bolsas de estudo para graduação de 60 para 40, porém com reajuste de 63,68%, passando o valor de R$ 601,76 para R$ 985,00; aumento do número de bolsas de estudo de idiomas de 20 para 25, com reajuste de 9,32%, de R$ 300,88 para R$ 328,92; gerenciamento de pessoal: quadro mínimo efetivo alterado de 300 para 320 postos de trabalho.


Foram mantidas, ainda, as condições do Programa de Incentivo à Aposentadoria (PIA): e demais cláusulas do ACT. A empresa estenderá aos engenheiros o plano de carreira semelhante ao da AES Eletropaulo, com previsão de implantação em janeiro de 2017.


Imprensa SEESP





Os profissionais da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), em assembleias realizadas nos dias 19, 20, 21 e 22 de julho, aprovaram a contraproposta final da empresa de 9,32% de reajuste salarial, pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IPCA-IBGE), mesmo índice será aplicado à gratificação de férias, função acessória e auxílio-creche.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Cteep 22JUL2016 
Uma das assembleias dos engenheiros da Cteep, no dia 22 de julho.
 

Outros itens fazem parte do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017, como 12% de reajuste aos vales alimentação, refeição e cesta básica. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2016 será composta pelos valores, critérios, indicadores, pesos, metas e forma de distribuição, conforme parâmetros os seguintes parâmetros: parcela variável: 35% sobre a remuneração base do mês de dezembro de 2016 (com reajuste de 9,32%); parcela fixa: reajuste de 9,32% em relação à parcela fixa da PLR 2015, cujo valor será de R$ 5.192,70; adiantamento: R$ 3.500,00 a ser creditado no dia 15 de setembro de 2016.

No dia 25 de julho, após conclusão de todas as assembleias, o SEESP encaminhou ofício à companhia referendando a aprovação das propostas. Devido a isso, a companhia efetuará os pagamentos retroativos aos meses de junho e julho no final de agosto de 2016 (que terá o salário corrigido) e promoverá um adiantamento quinzenal de 50% (do valor do salário-base sem a correção de 9,32%) no próximo mês.

 


Imprensa SEESP








Página 1 de 3

agenda