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17/01/2023

Lula e sindicalistas abrem série de encontros

Agência Sindical 

 

Durante a gestão Bolsonaro, o movimento sindical ficou quatro anos sem dialogar com o governo. O Presidente sequer respondeu à carta enviada pelas centrais sindicais ainda em 1º de janeiro de 2019.

Nem na ditadura isso aconteceu, pois o regime dos generais mantinha diálogo com segmentos mais conservadores do sindicalismo, embora perseguisse os mais progressistas.

Portanto, esta quarta-feira (18/1) marca uma virada de página na história. Os dirigentes das centrais se reunirão com o presidente Lula, às 10h, no Palácio do Planalto. Eles vão entregar a Pauta Unitária da Classe Trabalhadora e reafirmar o documento aprovado na Conferência Nacional da Classe Trabalhadora (Conclat) 2022. 

As tratativas vão girar em torno das propostas da Conclat 2022, incluindo a política de aumento real pro salário mínimo, a reconstrução do Ministério do Trabalho e o fortalecimento das entidades laborais, especialmente quanto às negociações coletivas.

Moacyr Tesch, presidente em exercício da Nova Central Sindical, afirma: “Precisamos de um Ministério do Trabalho forte e também que nossas negociações coletivas tenham autonomia”. Ele diz: “É fundamental dialogar sobre a questão trabalhista. O governo anterior só ouviu empresários".  Para o dirigente, a classe trabalhadora,  o governo e o País ganham com isso. Ele ressalta: “Buscamos o melhor para o povo brasileiro e isso começa com emprego decente e salários justos”.

 

Mínimo - Na última quinta-feira (12/1), o ministro da Fazenda Fernando Haddad informou que o valor será negociado com as centrais. O movimento sindical pleiteia aumento real.

“Salário mínimo mais forte, mercado interno robusto”, argumenta João Carlos Gonçalves, Juruna, secretário-geral da Força Sindical. Juruna, que também é dirigente dos Metalúrgicos de SP, afirma: “A classe trabalhadora apoia os meios de negociação, porque isso virá também fortalecer os sindicatos”. Ele diz: “O resultado concreto desse avanço é a possibilidade de ampliar as conquistas dos trabalhadores da ativa e aposentados”.

 

 

 

 

 

 

 

 

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