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Especialista defende agência

Comunicação SEESP

O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) realizará, das 8h do dia 20 de novembro até às 17h do dia 22 de novembro próximos, eleição pela internet para renovar seu corpo de delegados sindicais na Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô-SP), gestão 2018-2021, conforme quadro (abaixo) de distribuição de vagas por local de trabalho. Nesse período estará disponível uma página na internet, na qual o eleitor utilizará login senha individual que serão encaminhados pelo correio no dia 13/11/2017. Caso não receba pelo correio até o dia 20 de novembro, a orientação é entrar em contato com a Comissão Eleitoral.

 

eleicao no metro

 

Os profissionais aptos a votar precisam ser engenheiros(as) empregados(as) no Metrô. Já os candidatos precisam ser sócios do SEESP e não estar cumprindo aviso prévio. As inscrições dos candidatos ocorrem por meio de ficha (conforme modelo distribuído em boletim entregue à categoria na quarta-feira (18/10), que deverá ser preenchida em duas vias, informando nome completo, registro na empresa, endereço, telefone, local de trabalho, cargo exercido na empresa e número de matrícula sindical no SEESP. As fichas devem ser entregues na Gerência de Ação Sindical do SEESP, com Antonio Hernandes (4º andar da sede, na Rua Genebra 25, Bela Vista – São Paulo/SP), nos dias úteis no período de 30 de outubro a 7 de novembro de 2017, das 9h às 17h ou, no mesmo prazo, com os dirigentes de sua base. Não serão aceitas inscrições por meio de telefone, fax ou e-mail. No ato da inscrição, além das fichas preenchidas, o candidato deverá entregar cópia simples do documento funcional do Metrô-SP (crachá).

A Comissão Eleitoral, encarregada de coordenar o pleito, é composta pelos diretores do SEESP: Ubirajara Tannuri Felix, Emiliano Stanislau Affonso Neto, Nestor Tupinambá e Victor Manuel de Almeida Seabra de Vasconcelos. Eles também esclarecerão dúvidas, respectivamente, pelos telefones (11) 99986-8076, 99619-0966, 99112-1582 e 98259-4777 ou 3113-2614.

Seguem os requisitos para candidatos e eleitores.

Local                                                            Vagas
Centro (Edifícios Conde de Prates,
Cidade II e Georges Loeb)                            3

Pátio Jabaquara                                            5

Pátio Itaquera                                                2

Pátio Capão Redondo                                   1

Obras (canteiros Paraíso,
Ibirapuera, Ana Rosa, Carrão,
Vila Sônia e Vila Prudente)                           5

Edifício Centro de Controle
Operacional (CCO)                                       5

Edifício Metrô I                                              2


As atribuições dos delegados sindicais eleitos são:
a) zelar pelo cumprimento dos acordos coletivos e as sentenças normativas proferidas em dissídio coletivo entre o Metrô e o SEESP;
b) servir de elo entre o SEESP e os engenheiros da base, mantendo-os informados da posição e das atividades do sindicato;
c) manter o SEESP atualizado sobre a relação entre a empresa e os engenheiros (reivindicações salariais ou de melhorias da relação de trabalho, acompanhamento do cumprimento de acordos);
d) acompanhar os engenheiros nas reclamações trabalhistas interpostas junto à Justiça do Trabalho quando solicitado;
e) articular a participação dos engenheiros nas reuniões e assembleias convocadas pelo sindicato;
f) realizar reuniões setoriais nas bases a cada 30 dias para divulgação de informes de interesse da categoria e identificação de demandas; e
g) zelar pelas conquistas da categoria e trabalhar para ampliar o quadro associativo do SEESP.




Os trabalhadores do metrô de São Paulo ameaçam parar as operações de transporte no próximo dia 1º de agosto. Em assembleia na quinta-feira última (20/7), a categoria aprovou a realização de uma greve de 24 horas contra a terceirização das bilheterias e as reformas do governo Temer.

Os metroviários da Capital travam uma árdua luta contra a privatização do sistema e a terceirização das bilheterias. No final de junho último, quando o sistema terceirizado de venda de bilhetes entrou em vigor na Linha 5 – Lilás, um grupo de trabalhadores chegou a ocupar a estação Capão Redondo para resistir à medida.

Para o coordenador da secretaria-geral do Sindicato dos Metroviários Wagner Farjado Pereira, a terceirização das bilheterias “é um desrespeito total com a classe trabalhadora”. Segundo o sindicalista, a medida vai tirar profissionais concursados para colocar no lugar pessoas recebendo salários mais baixos, de R$ 800,00, sem nenhum direito. “Essa terceirização é um absurdo! É uma total precarização do trabalho”, afirma ele.

O dirigente diz ainda que a privatização das bilheterias das estações da linha 5 - Lilás e 17 - Ouro atingirá diretamente 1.200 trabalhadores, que, segundo a empresa, seriam remanejados. Porém, até o momento, não foi dada nenhuma garantia de que os postos de trabalhos serão mantidos. Na próxima terça-feira (25), os metroviários promovem ato público na Sé, a partir das 17 horas, em protesto contra a precarização.


Ferroviários também se mobilizam

Caso seja ratificada em nova assembleia, marcada para dia 31 próximo, os ferroviários também realizarão greve no dia 1º de agosto. A categoria reivindica a iniciativa da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) de reduzir os salários.

 

 

 

Publicado por Jéssica Silva
Comunicação SEESP
Com informações da Agência Sindical

 

 

 

 

A categoria está insatisfeita e apreensiva diante das demissões no Metrô. Enquanto luta para reverter o quadro, o SEESP se vê às voltas com outras frentes de batalha para impedir prejuízos aos seus representados. Na avaliação do sindicato, as alterações apresentadas e as demissões comprometerão a qualidade dos serviços prestados à população. Para debater a situação,  a categoria se reúne em assembleia extraordinária, nesta quinta-feira (18/02), às 18h (segunda convocação), na sede do sindicato (Rua Genebra, 25, Bela Vista), para discutir e definir ações para barrar a investida da empresa.

A companhia apresentou uma proposta para pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) em três vezes. Paralelamente, ainda, o Metrô comunicou ao seu quadro funcional que alterará a data de pagamento do salário para o quinto dia útil do mês e do adiantamento para dia 20.

Não bastasse a mudança, que compromete as contas dos trabalhadores, a empresa anunciou a suspensão das férias programadas entre 22 de fevereiro e 30 de abril (exceto aos empregados que estejam no limite para concessão).

 

 


Imprensa SEESP





Engenheiros do Metrô se reúnem em Assembleia Geral Extraordinária nesta terça-feira (26/5), às 18h30, para avaliar a proposta feita pelo Tribunal Regional do Trabalho (TRT), em Audiência de Conciliação realizada na tarde de segunda (25), de que a empresa conceda 8,82% de reajuste - sendo 7,21% de reposição inflacionária e 1,5% de aumento real. O TRT também indicou a manutenção de todas as cláusulas do Acordo Coletivo da categoria, inclusive, o vale-alimentação extra – 13º, bem como o cumprimento da Lei nº 4.950-A/66, referente ao piso salarial dos engenheiros, bandeira histórica do SEESP.


Foto: Sindicato dos Metroviários de São Paulo
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Assembleia dos metroviários em 2013 decide paralisar atividades


A empresa, por sua vez, se recusa a renovar a cláusula que diz que irá avaliar a possibilidade de aumentar sua proposta de reajuste e, anteriormente, havia feito a proposta de reajuste de 7,21% do Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), extensivo às demais cláusulas.

Na última audiência foram reinteradas as reivindicações dos engenheiros:  

• Reajuste salarial cuja pretensão é o Índice do Custo de Vida do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (ICV do Dieese) de 8,36% mais aumento real de 8%, totalizando 17,01%;
• salário normativo dos engenheiros no valor de R$ 7.092,00;
• vale-refeição de R$ 35,00, com 30 cotas mensais;
• vale-alimentação de R$ 420,00, com cota extra do 13º salário;
• Participação nos Lucros e Resultados: manutenção de 100% proporcional ao salário, com adicionais do Decreto Estadual nº 59.598/13;
• adicional de férias de um salário;
• seguro de vida integralmente custeado pela Companhia do Metrô;
•  Plano de saúde para os aposentados – MSI;
• adequação da estrutura salarial dos engenheiros coordenadores em relação aos departamentos;
• manutenção do anuênio na forma em que vem sendo praticada;
• manutenção da antecipação do 13º salário pago em janeiro de cada ano;
• manutenção do aviso prévio proporcional, que vem sendo praticado, de cinco dias por ano trabalhado; e
• manutenção da vedação de desconto salarial na quinzena, para os trabalhadores que apresentam insuficiência de saldo.

Os metroviários realizam assembleia no mesmo horário.

Serviço:
Data: 26 de maio de 2015 (terça-feira)
Horário: 18h (1ª convocação) e 18h30 (2ª convocação)
Local: Sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista – São Paulo/SP)
Pauta: Discussão e deliberação sobre os próximos passos da campanha salarial 2015 dos Engenheiros do Metrô.


Imprensa SEESP





A 5ª Vara do Trabalho da zona leste de São Paulo publicou a decisão que anula suspensão contratual do secretário-geral do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Alex Fernandes, punido pela direção do Metrô por haver participado na última greve da categoria, que paralisou parcialmente o sistema entre 5 e 9 de junho, às vésperas da Copa do Mundo. A decisão foi publicada na terça-feira (3/11).


Foto: Portal CTB
metroviarios demitidos
Assembleia dos metroviários de SP em 11/6/14

O sindicalista havia sido acusado de “impedir e obstruir” o fechamento de portas de trens nas estações Brás, Tatuapé e Santa Cecília, “interrompendo a circulação dos trens”. Ao analisar as provas fornecidas pela empresa, porém, o juiz Luciano Lofrano Capasciutti concluiu que não há como afirmar que Fernandes cometeu as “faltas graves” apontadas pelo Metrô. E apontou que as alegações da empresa, controlada pelo governador Geraldo Alckmin (PSDB), “extrapolam até mesmo o campo da verossimilhança”.

O magistrado ordenou, portanto, que a companhia estatal convoque o funcionário de volta ao trabalho no prazo máximo de dez dias, sob multa diária de R$ 5 mil. “Não reconheço a prática, pelo réu, das faltas graves narradas na petição inicial”, escreveu. “Como decorrência, rejeito o pedido da autora de rescisão do contrato de trabalho do réu por justa causa.”

Alex Fernandes é um dos 42 metroviários punidos pelo governo do estado após participar de greve da categoria. Como é dirigente sindical, porém, sua demissão não pôde ser efetivada imediatamente, como ocorreu com a maioria dos colegas. Há mais dois metroviários na mesma situação: Dagnaldo Pereira, diretor do sindicato, e Paulo Pasin, presidente da Federação Nacional dos Metroviários (Fenametro). Os dois casos devem ser julgados em breve.

Com a recondução do sindicalista, sobe para 36 o número de funcionários recontratados judicialmente pelo Metrô. A Justiça do Trabalho, em decisões de primeira instância publicadas em 27 de agosto e 30 de setembro, já reverteu 33 demissões – outras duas haviam sido revertidas pelo próprio Metrô, que admitiu haver punido funcionários por engano. No entanto, uma decisão da desembargadora Iara Ramires da Silva de Castro, do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2ª Região, voltou a demitir dez trabalhadores em 7 de outubro. Neste momento, portanto, 26 dos 42 metroviários demitidos após a greve estão de volta a suas funções.

Na recente decisão, o juiz Capasciutti desmonta todos os argumentos apresentados pelo Metrô para sustentar o pedido de demissão por justa causa de Alex Fernandes. A empresa apresentou imagens, áudios e testemunhos para “provar” que o sindicalista havia impedido o fechamento de portas dos trens, mas, ao analisar o material, o magistrado não encontrou nada que pudesse comprometê-lo. Pelo contrário, vídeos e depoimentos endossam a inocência do trabalhador nos três episódios em que é acusado pela companhia.

O juiz Capasciutti ressalva que o comportamento de Fernandes não foi “correto”, pois ele insistiu em manter a paralisação mesmo depois de decisões judiciais ordenando o funcionamento de 100% do sistema nos horários de pico, e depois, considerando a greve dos metroviários como “abusiva”. Para o magistrado, houve “clara desobediência” às determinações judiciais. “Contudo”, ponderou, “resta que apenas o desvio de comportamento não é suficiente para ensejar sua dispensa por justa causa”.


Fonte: Rede Brasil Atual






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