GRCS

Mostrando itens por marcador: bancários

Da Agência Sindical

Mais categorias autorizam o desconto da contribuição sindical. Desta vez, os professores da rede particular de São Paulo, representados pelo Sinpro-SP. Em assembleia sábado (10/03), eles aprovaram o desconto da contribuição, a fim de garantir a sustentação financeira do Sindicato de classe.

A Agência Sindical conversou com o presidente da entidade, Luiz Antonio Barbagli. Para o dirigente, a deliberação pró-recolhimento expressa uma posição política da categoria de enfrentamento aos ataques do governo e do capital aos direitos e à organização dos trabalhadores.

"A questão do custeio é coletiva e classista. Os membros da nossa categoria têm a consciência da importância do papel de um Sindicato forte pra defender nossos direitos, constantemente atacados", afirma o professor Barbagli, que completa: “Mais que uma questão meramente financeira, os professores aprovaram um repúdio à reforma trabalhista, que tem como um dos eixos centrais o enfraquecimento das entidades sindicais.”

Com a assembleia no Sinpro-SP, que lotou o auditório, todos os 25 sindicatos da base da Federação dos Professores do Estado de São Paulo (Fepesp) aprovaram o recolhimento da contribuição.

Os artigos da Lei nº 13.467/17 (reforma trabalhista), que visam dar caráter facultativo à contribuição sindical, estão sendo contestados na Justiça. Alguns sindicatos têm obtido medidas liminares, com o argumento de inconstitucionalidades na lei de Temer. Decisões já foram proferidas em São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e outros locais.

Estado de greve
Os professores ligado ao Sinpro-SP também decidiram ampliar a mobilização da Campanha Salarial, aprovando estado de greve. Luiz Antonio Barbagli denuncia que a classe patronal ameaça direitos como isonomia, carga horária e seguro de vida, entre outros itens.

Um avanço da assembleia apontado pelo presidente do Sindicato diz respeito à proibição de acordos separados. “Grupos de escolas tentam fechar acordos em separado, mas a assembleia vedou essa prática. Ou seja, acordos só poderão ser assinados após fechada a Convenção Coletiva”, comenta.

Na quarta (14), os professores farão manifestação, a partir das 13 horas, em frente ao Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino, no bairro de Santo Amaro. A data-base da categoria é 1º de março. A categoria volta a se reunir em assembleia no sábado (17), às 9 horas.

 

Do portal Rede Brasil Atual

Bancários de todo o País realizam, desde a manhã desta quinta-feira (1º/02), protestos e paralisações em agências e sedes administrativas do Itaú. A manifestação se dá após o banco informar que as homologações dos funcionários demitidos não serão mais feitas nos sindicatos – o que pode ser usado para reduzir o valor das rescisões. O banco também anunciou intenção de parcelar e alterar o regime de férias dos trabalhadores.

“Paralisamos as atividades em algumas das principais concentrações do Itaú contra o desrespeito aos bancários e ao sindicato. O banco quer usar a reforma trabalhista para retirar direitos e enfraquecer a representação dos trabalhadores. Não vamos aceitar“, afirmou a presidenta do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Ivone Silva. “Estamos abertos à negociação, como sempre estivemos, e não vamos aceitar decisões unilaterais. O banco está muito bem, tem excelentes resultados, não pode rebaixar direitos", acrescenta.

Em dezembro o banco tentou promover alterações com relação à definição da data e período de férias. Havia estipulado que seus departamentos Jurídico e de Recursos Humanos definiriam novas regras de acordo com as mudanças da nova lei trabalhista (13.467).

"Conseguimos reverter a decisão sobre as férias. Agora chega a informação sobre as homologações, que deixa o trabalhador sem o respaldo dos sindicatos para a conferência dos valores a serem pagos pelo banco. Se não mostrarmos nosso descontentamento, após o término da vigência da convenção coletiva o banco vai querer retirar todos os direitos que ela garante", disse Jair Alves, coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú.

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), Roberto von der Osten, o Betão, diz que toda a categoria deve se mobilizar, pois outros bancos adotarão as mesmas medidas. "O Santander já havia anunciado medidas prejudiciais aos trabalhadores levando em conta a famigerada reforma. Agora, foi a vez do Itaú. Se toda a categoria não se mobilizar agora, logo todos os bancos retirarão nossos direitos. Temos de nos unir para nos defender uns aos outros."

 

A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou nova proposta ao Comando Nacional dos Bancários para um acordo de dois ano. O reajuste proposta para 2016 foi de 8% mais abono de R$ 3.500, a ser pago até 10 dias após assinatura da CCT. No vale-alimentação, aumento de 15%. No vale-refeição e no auxílio creche-babá, 10% (veja quadro). Para 2017, a proposta prevê reajuste de reposição da inflação (INPC) mais 1% de aumento real para os salários e em todas as demais verbas. A PLR terá reajuste de 8% em 2016 e mais 1% de aumento real em 2017. Os valores serão levados para assembleias ainda hoje (6), em todo país, marcadas para às 17h.


Foto: Agência Brasil
bancarios em greve no RJ foto agBRBancários protestaram no Rio de Janeiro, ontem (5/10)


A proposta foi feita na quarta-feira (5/10), em rodada de negociação entre trabalhadores e o patronal, que teve início por volta das 18h. Durante a reunião houve um impasse: enquanto a Fenaban insistia na compensação total dos dias parados, o Comando não aceitou qualquer tipo de punição aos grevistas e, após cerca de cinco horas de consulta aos bancos, a Fenaban informou o abono total dos 31 dias de greve. A proposta, no entanto, só valerá para assembleias realizadas na quinta.

Em São Paulo, a assembleia dos bancos privados será realizada na Casa de Portugal (Avenida da Liberdade, 602, Liberdade). A dos funcionários do Banco do Brasil será no Centro Social Hakka Brasil (Rua São Joaquim, 460, Liberdade). A dos empregados da Caixa será na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé). Para participar, haverá credenciamento e será necessário apresentar crachá ou holerite junto de documento com foto.

Luta garante
A luta empreendida pelos bancários nesses 31 dias de mobilização em todo o Brasil, completados nesta quinta-feira, garantiu avanços importantes em um momento muito difícil para os trabalhadores. "Chegamos ao acordo possível nessa conjuntura de problemas na economia, tentativa da retirada de direitos dos trabalhadores, ameaça de privatizações, entrega do pré-sal, governo tentando desindexar a economia. Avaliamos que apesar dos bancos se recusarem a repor a inflação neste ano, é um avanço a correção de 15% no vale-alimentação e os aumentos maiores no vale-refeição e auxílio-creche babá. Mais importante ainda é o aumento real em 2017 e a garantia de todos os direitos da CCT e dos acordos específicos”, avalia a presidente do sindicato Em São Paulo, Osasco e Região (SPBancários), Juvandia Moreira.


“Agora, nossa greve chegou ao ápice e já começa a sofrer ataques da grande imprensa, que joga os clientes contra os trabalhadores. Por tudo isso, o Comando defende a aprovação da proposta nas assembleias que serão realizadas nesta quinta”, diz a dirigente, uma das coordenadoras do Comando.

Novas conquistas
A proposta dos bancos contempla a licença-paternidade, que passará de 5 dias para 20 dias, a partir de 2017, quando o governo anunciar  o benefício fiscal. “Uma mudança que vale muito na lógica da responsabilidade compartilhada entre homens e mulheres”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva.


Emprego
A Fenaban também propôs a criação de um grupo de trabalho para analisar critérios de realocação e requalificação, cujas regras serão estabelecidas entre bancos e o Comando Nacional dos bancários. “Esse é um importante avanço para a categoria, um espaço para debater o fim das demissões causadas pela rotatividade nos bancos”, explica Ivone. “Só a luta garante avanços e os bancários, mais uma vez, mostraram a força da mobilização.”



Fonte: SPBancários




Os bancários têm nova negociação nesta terça-feira (27/9), às 14h. A federação dos bancos respondeu ofício encaminhado pelo Comando Nacional dos Bancários, na sexta-feira, no qual os dirigentes sindicais avisavam estar reunidos em São Paulo para avaliar a paralisação e reiteravam a disposição para negociar. Trabalhadores e sociedade estão revoltados com os banqueiros que, apesar do lucro de quase R$ 30 bi somente nos seis primeiros meses deste ano, jogaram a categoria na greve que hoje completa 22 dias.


Foto: Agência Brasil
greve bancos 2015



“Esperamos que eles voltem à mesa de negociação com uma proposta condizente com seus lucros. Os trabalhadores e a população não podem ser prejudicados por essa postura irresponsável dos banqueiros”, afirma Juvandia Moreira, presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, e uma das coordenadoras do Comando.

“Os bancários querem reajuste digno, valorização dos vales, do auxílio-creche, melhores condições de trabalho, mecanismos de proteção ao emprego, nenhum direito a menos”, avisa a dirigente.

A campanha dos bancários se dá num cenário de tentativa de golpe nos direitos dos trabalhadores. “Os bancos se aproveitam desse cenário, compactuam com o governo e o Congresso, são sócios dessa tentativa de retirada de direitos”, critica Juvandia. “Interessa aos banqueiros mexer na Previdência, aprovar a terceirização, defender a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 241, que limita gastos sociais, e a flexibilização na legislação trabalhista. De uma forma geral, querem reduzir o custo do trabalho e estão tentando fazer isso nessa campanha com a categoria bancária impondo reajuste rebaixado. Vivemos um momento de crise econômica, mas os bancos continuaram ganhando na crise. Nossa greve é uma reação a tudo isso! Cobramos dos bancos a responsabilidade que os bancários e a população brasileira merecem.”

Greve continua
Em São Paulo, Osasco e região, a paralisação fechou 913 unidades, na segunda-feira, com a participação de 32 mil bancários. No Brasil, o número chegou a 13.420 agências – o que representa 57% das unidades – e 33 centros administrativos.

Nesta terça, além de centenas de agências na base do Sindicato, estão paralisadas as atividades do ITM, do CAT e do prédio da Rua Fábia, do Itaú, e do Telebanco Santa Cecília do Bradesco.

Nova reunião
Trabalhadores de bancos públicos e privados podem participar da reunião do comando de greve que será realizada nesta terça, às 17h, no Sindicato (Rua São Bento, 413).

Principais reivindicações Campanha Nacional Unificada 2016:

•      Reajuste Salarial de 14,78%, sendo 5% de aumento real, com inflação de 9,31%
•      PLR – três salários mais R$ 8.317,90
•      Piso – Salário mínimo do Dieese (R$ 3.940,24)
•      Vales Alimentação, Refeição, 13ª cesta e auxílio-creche/babá  – Salário Mínimo Nacional (R$ 880)
•      14º salário;
•      Fim das metas abusivas e assédio moral – A categoria é submetida a uma pressão abusiva por cumprimento de metas, que tem provocado alto índice de adoecimento dos bancários;
•      Emprego – Fim das demissões, ampliação das contratações, combate às terceirizações e precarização das condições de trabalho
•      Melhores condições de trabalho nas agências digitais
•      Mais segurança nas agências bancárias
•      Auxílio-educação



Fonte: Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região





Bancários de instituições públicas e privadas de todo o país iniciam nesta terça-feira (6/10) greve por tempo indeterminado. Eles reivindicam reajuste salarial de 16% (reposição da inflação mais 5,7% de aumento real), entre outras reivindicações.


Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasilgreve bancos 2015Bancários entram em greve por tempo indeterminado


A paralisação foi decidida depois mais de 40 dias de negociações entre representantes dos trabalhadores e a Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que só ofereceu 5,5% de reajuste para os salários e vales. A proposta inclui abono de R$ 2,5 mil, não incorporado ao salário.

“Esse aumento proposto pelos bancos é inimaginável”, disse o presidente da  Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf), Roberto von der Osten. “Reividicamos também garantia de emprego, melhores condições de trabalho, com o fim das metas abusivas que adoecem os bancários, e igualdade de oportunidades”, acrescentou.

Os bancários também exigem participação no lucros equivalente a três salários mais R$ 7.246,82.

Em nota, a Fenaban afirma continuar aberta às negociações.

Consumidores

Segundo o Instituto de Defesa do Consumidor (Procon) de São Paulo, embora a greve não afaste a obrigação do consumidor de pagar as contas até o vencimento, a empresa credora tem que oferecer outras formas e locais para que as quitações sejam feitas.

Para não ser cobrado de encargos (juros e multa) e ter o nome enviado a serviços de proteção ao crédito, a recomendação do Procon é que o consumidor entre em contato com a empresa e peça opções de formas e locais de pagamento, como internet e casas lotéricas. Esse pedido deve ser documentado, ou seja, guardada a cópia do e-mail enviado ou anotado o número do protocolo de atendimento, orienta a entidade. Assim, caso o fornecedor não oriente  sobre a quitação do débito, o consumidor pode fazer a reclamação ao Procon.

Quem tem benefícios para serem sacados, segundo a Fenaban, pode fazer saques por meio da rede de caixas eletrônicos 24 horas e caixas eletrônicos dos bancos.


Com informações da Agência Brasil





agenda