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Comunicação SEESP*

No dia 16 último, o Núcleo Jovem Engenheiro (NJE) do SEESP esteve presente na Escola Estadual Wilson Rachid para apresentação do projeto “Cresce Brasil - Itaim Paulista + Engenharia + Desenvolvimento”. A escola fica localizada no bairro em que será implementada a segunda fase do projeto, o “Ciclo Educativo de Sustentabilidade”.

A reunião contou com a participação da diretoria, professores e coordenadores do colégio, e também da gestora Ambiental da Brasil Sustentável Editora, Cláudia Saleme, e, representando a Subprefeitura do Itaim Paulista, Valdemir Gonzaga Taveira. Pelo núcleo estava a estagiária Jéssica Trindade Passos.

À abertura, Passos falou sobre o papel do NJE, a inclusão dos jovens no debate das questões fundamentais da engenharia e sua contribuição à sociedade por meio de trabalhos voluntários, o ciclo é um deles e tem o intuito de realizar atividades e oficinas voltadas à conexão do ensino com a educação ambiental e a tecnologia.

De acordo com o tema em questão, Saleme explanou sobre a Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) para o desenvolvimento dos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODSs), que visam alcançar proteção ambiental e melhoria social.  Segundo ela, é importante trabalhar com essa agenda dentro das escolas estaduais e municipais para que crianças, adolescentes e jovens entendam seu papel no processo.

Passos informa que o NJE aguarda a aprovação da escola para que os trabalhos do ciclo sejam realizados.

* Com informações do Núcleo Jovem Engenheiro

 

Do site do IPT

O Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) e a Coordenaria Estadual de Defesa Civil do Estado de São Paulo, em novo contrato, vão realizar mapeamento de áreas de alto e muito alto risco a deslizamentos e inundações em 10 municípios abrangidos no Plano Preventivo de Defesa Civil do estado, e um projeto-piloto para mapeamento de ameaças múltiplas em uma cidade. 

Os graus de risco considerados seguem o método desenvolvido em 2007 pelo Ministério das Cidades e IPT, o qual estabelece quatro condições potenciais de risco – “é importante ressaltar que o projeto tratará dos setores classificados como de risco alto (R3) e muito alto (R4) das 11 cidades”, afirma Marcelo Fischer Gramani, pesquisador e coordenador do projeto. A previsão é de finalização no mês de março ou abril deste ano.

Duas das cidades incluídas no projeto – Cubatão e Mongaguá – estão localizadas na Região Administrativa de Santos; as outras nove são Araraquara, Atibaia, Bebedouro, Miracatu, Piquete, Poá, Ribeirão Preto, São José do Rio Preto e Votorantim. Estes municípios foram indicados como prioritários por não terem informações atualizadas sobre riscos de deslizamento e/ou inundações – desde o início do projeto, em novembro de 2012, 114 cidades do estado de São Paulo foram mapeadas.

As principais atividades desenvolvidas pelo IPT incluem a pesquisa bibliográfica dos levantamentos de áreas de riscos existentes, a consulta às equipes das Coordenadorias Municipais de Defesa Civil sobre o número de atendimentos efetuados nos locais que serão avaliados, a realização de vistorias de campo para levantamento de indicadores de risco e tipologias dos processos, e a elaboração de documentação fotográfica.

Uma novidade da nova etapa do projeto será a colaboração do Laboratório de Recursos Hídricos e Avaliação Geoambiental para a coleta de imagens aéreas por meio de um drone, explica Gramani: “Para a setorização de riscos realizada anteriormente, foi utilizado o Google Earth como ferramenta para a identificação dos problemas por conta da facilidade na coleta das informações, mas ele oferece um detalhamento limitado.

Deslizamento de terras, corridas de massas, quedas de blocos, erosões, inundações e enxurradas são alguns dos riscos naturais avaliados para o mapeamento - na foto, escorregamento ocorrido na cidade de Cunha.

Ameaças múltiplas
O projeto-piloto do mapa de ameaças múltiplas do município de Cubatão que será elaborado pelo IPT irá contemplar o levantamento das ameaças às quais o município está sujeito nos âmbitos natural e tecnológico.

O mapa irá apontar os principais pontos geradores de ameaças de risco: as naturais incluem deslizamento de terras, corridas de massas, quedas de blocos, erosões, inundações e enxurradas, e as tecnológicas envolvem desde a localização de indústrias e postos de gasolina até o transporte de substâncias perigosas e acidentes rodoviários. “O mapeamento não chegará ao ponto do detalhe dos riscos, como o raio de alcance de um deslizamento de terra ou a área contaminada por conta do derramamento de óleo de uma indústria, mas sim irá localizar geograficamente os locais que podem gerar ameaças”, completa o pesquisador.

O levantamento das informações será realizado com a Prefeitura Municipal de Cubatão e órgãos federais, estaduais e municipais relacionados ao tema, além de utilizar os mapeamentos e os bancos de dados do IPT. O objetivo é dar conhecimento ao poder público da situação desses locais, o que permitirá uma série de medidas, ações, planos e projetos para minimizar os problemas encontrados, auxiliando também no planejamento e gestão territorial do município.

 

ChuvaSorocabadentroSorocaba acumulou nos dias 14, 15 e 16 de dezembro um volume de 149 milímetros de chuva, o que colocou a Defesa Civil em estado de alerta. Agentes já estão visitando os pontos da cidade com mais riscos de inundações e deslizamentos para realizar vistorias preventivas nos imóveis e orientar os moradores. No entanto, as ações da prefeitura, nos últimos oito anos, por meio do programa Vítima Zero de Enchente, preveniram em mais 90% os problemas ocasionados pela chuva, beneficiando mais de dez mil pessoas. Um destes exemplos são as obras de elevação da pista e ampliação do sistema de drenagem da Avenida Dom Aguirre.

A prefeitura revitalizou a Dom Aguirre em julho de 2010, com a elevação de alguns pontos mais baixos da pista entre 70 cm e 1,80m, e reforços no sistema de drenagem e bombeamento da água. De acordo com o secretário da Segurança Comunitária e coordenador da Defesa Civil, Roberto Montgomery, os 149 mm acumulados de chuva elevaram a régua usada para acompanhamento do volume de água do Rio Sorocaba em 30 cm. "Antes das obras, quando a régua chegava a 10 cm era volume suficiente para inundar a Praça Lions e abaixo da Ponte Francisco Dellosso. Com certeza, sem as obras, uma chuva igual a deste fim de semana teria interditado a pista", explica.

Montgomery ressalta que, durante a chuva, os sistemas de bombeamento do Rio Sorocaba instalados abaixo da Ponte Francisco Dellosso e na bacia de contenção do Jardim Abaeté funcionaram plenamente, impedindo o alagamento desses pontos. Em razão dos altos índices pluviométricos registrados nos últimos dias, agentes da Defesa Civil estão visitando casas em pontos suscetíveis a inundações ou deslizamentos. "Este trabalho consiste numa vistoria visual nos imóveis e o questionamento aos moradores sobre incidência de ruídos, por exemplo. Além disso, são orientados em como atuar preventivamente e no acionamento da Defesa Civil, em casos de emergências". Em situações dessa natureza, dúvidas ou orientações podem ser obtidas pelo telefone 199, da Defesa Civil.

 

Imprensa – SEESP
Informação Prefeitura Municipal de Sorocaba



EnchenteSBCampodentroA edição 2012/2013 da Operação Guarda-Chuva (OGC), ação da Prefeitura que tem como objetivo minimizar os problemas causados às comunidades pelas fortes chuvas de verão, foi iniciada oficialmente no dia 3 de dezembro último em São Bernardo do Campo.

A operação compreende um conjunto de medidas preventivas e emergenciais em toda a cidade, como a eliminação de situações consideradas de risco muito alto – deslizamentos de barracos em áreas habitadas – e a divulgação de informações para a população.

"Se olharmos para os dados de 2010 para 2011 e do ano passado para este houve uma queda na ocorrência dos índices e isso se deve às ações preventivas que tomamos durante estes anos. Além disso, uma diretriz minha foi de que se tivermos algum imóvel que venha a evoluir para risco quatro (muito alto) este deve ser desocupado. Isso é uma prevenção para preservar vidas", ressaltou o prefeito Luiz Marinho, pedindo, ainda, a construção do piscinão do Jaboticabal. "Faço um apelo ao governo do Estado. São Caetano e São Bernardo dependem deste piscinão para evitar enchentes do Ribeirão dos Couros no km 13 da Anchieta. É preciso que de fato o Estado e a Prefeitura de São Paulo corram para resolver isso. Há mais de dez anos falamos sobre este piscinão, mas não vemos uma ação concreta neste sentido", alertou.

Operação
A OGC é realizada entre os dias 1º de dezembro e 15 de abril de cada ano e é considerada uma das ações mais importantes da Prefeitura na prevenção de acidentes, uma vez que, desde que foi implementada, em 2010, evitou que o município registrasse a ocorrência de mortes durante o período de verão.

A exemplo do que ocorreu no ano passado, duas importantes ações serão colocadas em prática novamente nesta temporada. A Operação Informar Pra Prevenir que vai mostrar, por meio de material impresso, as 59 áreas em situação de risco e vai realizar nas 38 áreas prioritárias reuniões de reforço de informação com a população local. A outra ação é a Operação Alerta Sai de Casa, para os casos de remoção e acomodação de desabrigados, em que uma Rede de Refúgios e de Voluntários da Defesa Civil auxilia as famílias que moram em locais de risco.

Visando o início da operação, a Prefeitura realizou uma série de medidas preventivas ao longo do ano. Entre elas estão a ampliação da varrição de 12 mil para 15 mil quilômetros/mês, coleta mensal de 7,2 mil toneladas de entulho, limpeza de cerca de 70 mil unidades de bocas de lobo, remoção de aproximadamente 5.600 m³ (total no ano) de resíduos durante limpeza de córregos, monitoramento permanente e contínuo das áreas mais críticas da cidade.

Também foram limpas as Estações Elevatórias – equipamentos responsáveis pelo bombeamento de águas pluviais – instaladas na Vila Vivaldi, na Rua Nelson Patrizzi e na Vila Helena. A unidade do Rio Claro teve a capacidade ampliada em função das obras de rebaixamento da Avenida Lions e será testada pela primeira vez nesta operação.

Além disso, os dez piscinões da cidade, operados e mantidos pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (DAEE) do governo do Estado, também foram limpos e estão em plenas condições operacionais para receberem as chuvas que costumam cair na região durante o verão.

Reuniões comunitárias
Com o objetivo de preparar melhor as famílias para as medidas de proteção durante o período chuvoso, a Defesa Civil realizará 13 reuniões comunitárias em diversas regiões da cidade. Em cada um destes encontros, os agentes darão diversas orientações aos moradores, dentre elas: como identificar os sinais de perigo e de que forma proceder nestas situações, quais são e onde estão localizados os 22 refúgios que estarão disponíveis em pontos estratégicos do município, caso sejam necessários, além da distribuição de material gráfico composto por calendário temático e informativo da OGC.

Os agentes de Zoonoses, da Secretaria de Saúde, também estarão presentes ao lançamento da operação e ficarão responsáveis por orientar os munícipes quanto aos cuidados sanitários em casos de enchentes ou alagamentos.

Outra orientação dada pelos agentes foi o acesso ao blog da Defesa Civil. Por meio dele, a população pode obter diversas informações, como a localização dos 22 refúgios instalados na cidade, dados de pluviometria (medição das águas das chuvas), previsão do tempo para os próximos dias, quando e como chamar a Defesa Civil, entre outras.

 

Imprensa – SEESP
Informação da Prefeitura Municipal de São Bernardo do Campo



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