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O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) oferece ao longo de 2017 cursos de pós-graduação em áreas distintas da engenharia em proposta acadêmica que mescla alto nível de conteúdo, inovação no aprendizado e exigências requeridas pelo mercado.

Em março terá início o curso de Gestão de Energia a ser ministrado em São Paulo e no Rio de Janeiro. No mesmo mês será iniciado o curso de Engenharia de Segurança do Trabalho nas cidades paulistas de Campinas, São José do Rio Preto, Itapetininga e Bauru.

Em abril, o curso Engenharia de Segurança do Trabalho será ministrado em São Paulo. Também para o quarto mês de 2017 estão sendo oferecidas as pós-graduações em São Paulo em Gestão Eficaz de Escritórios de Engenharia e Arquitetura, Modelagem da Informação da Construção (BIM) e Gestão Ambiental Sustentável (São Paulo).

Para maio está programada a pós-graduação Gestão de Tecnologia de Informação em São Paulo. Estão definidos também os cursos de pós-graduação em Engenharia da Lucratividade (São Paulo), em agosto, e Gestão Ambiental Sustentável (Marília), em setembro.

Mais informações sobre os cursos e inscrições estão disponíveis no portal do Isitec: www.isitec.org.br.

Graduação
O Isitec é uma instituição de ensino superior que em 2015 passou a oferecer o curso de graduação Engenharia da Inovação, sendo a primeira faculdade no País estruturada e mantida por uma entidade de trabalhadores, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP). A iniciativa, que visa a formar profissionais altamente qualificados, com capacidade ampla de atuação e voltados à inovação constante, conta com o apoio da federação Nacional dos Engenheiros (FNE).

 

Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

 

Vinte e sete empresas de tecnologia da informação e comunicação (TIC) estão trabalhando com a Comissão Europeia no desenvolvimento de planos para mensurar suas pegadas de carbono, e um relatório publicado, em março último, sobre as dez ferramentas e padrões de mensuração testados concluiu que eles têm condições de ser implementados.

A Iniciativa TIC foi lançada pela Comissão Europeia em 2011 para desenvolver um quadro global de mensuração do consumo de energia e das emissões de carbono da produção, transporte e venda de bens, redes e serviços de TIC.

A ideia é criar um quadro de mensuração comum a fim de medir as emissões de forma mais precisa, podendo assim reduzi-las. O próximo passo é fazer com que empresas de TIC coloquem esses métodos em prática. Nos próximos meses, a Comissão pretende descobrir a melhor forma de fazer isso.

De acordo com relatório, as emissões de carbono das empresas podem ser reduzidas através, por exemplo, da substituição de viagens por videoconferências. Atualmente, os produtos e serviços de TIC consomem de 8% a 10% da eletricidade da UE e produzem até 4% das emissões de carbono do bloco.

A ONG Amigos da Terra comemorou o lançamento das ferramentas e padrões de mensuração, afirmando que isso pode ajudar a reduzir o impacto ambiental das matérias-primas que compõem os produtos de TIC.


Imprensa – SEESP
Fonte: Instituto Carbono Brasil




JEnaTVdentroO programa desta semana do JE (Jornal do Engenheiro) na TV traz entrevistas interessantes com os professores Paulo Quintairos e Paulo Fortes Neto, ambos da Universidade de Taubaté (Unitau), que abordam, respectivamente, sobre o papel do engenheiro na gestão da TI (Tecnologia da Informação) e sobre a nova política nacional de resíduos sólidos.

Quintairos explica como a TI e a TIC (Tecnologia da Informação e Comunicação) convergem. “Na verdade, a TIC é uma evolução natural da TI, porque os elementos hoje de hardware são um mix. Difícil, por exemplo, distinguir um celular de um computador. Os smartphones e os tablets fazem essa fusão.”

No processo de gestão, o professor, que também é coordenador de apoio à pesquisa da Unitau, destaca dois movimentos distintos da TI: primeiro em relação ao planejamento para que a empresa consiga perceber o futuro e se situar em relação à concorrência, e depois na questão da própria gestão da empresa. “O TI é bastante relevante para a sustentabilidade e permite algumas economias”, observa.

Na segunda parte da entrevista, o professor Paulo Fortes Neto fala sobre a importância do Plano Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/2010). Apesar das críticas que o plano pode suscitar, Neto diz que é um primeiro passo para um posicionamento nacional sobre o tema. Já nos municípios, indica, deverão ser criados planos locais de resíduos sólidos também. “Ele [o plano] tem o mérito de chamar a responsabilidade para os três elementos que compõem a cadeia de geração de resíduos sólidos: as indústrias que geram, o cidadão que descarta e a prefeitura que faz a coleta.”

Ainda abordando assuntos de sustentabilidade, a reportagem especial do JE na TV é sobre a coleta seletiva nas cidades.

CNTU
No quadro “No Ponto”, o presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, mostra a importância das campanhas nacionais que a CNTU (Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados) desenvolverá neste ano em várias áreas, desde saúde à internet.

O programa vai ao ar, na Capital paulista, sempre às terças-feiras, às 19h, também no mesmo dia e horário o JE pode ser assistido pela internet neste link. E é transmitido em dias e horários diversos para outras cidades paulistas e de outros estados, conforme grade neste link.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




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Nesta segunda-feira (20/08), o ministro Marco Antonio Raupp e o secretário de Políticas de Informática Virgílio Almeida, do MCTI (Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação), estarão em São Paulo, para o lançamento do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação - “TI Maior”.

Com o objetivo de fomentar a indústria de software e serviços de TI no Brasil, o programa se estrutura sobre cinco pilares: Desenvolvimento Econômico e Social, Posicionamento Internacional, Inovação e Empreendedorismo, Produção Científica, Tecnológica e Inovação, e Competitividade.

Entre as ações previstas no Programa estão a consolidação de ecossistemas digitais, a certificação e a preferência nas compras governamentais para software com tecnologia nacional, a aceleração de empresas nascentes de base tecnológica com foco em software e serviços, a atração de centros de pesquisa globais e a capacitação de jovens para o mercado profissional.

O “TI Maior” é integrado à Estratégia Nacional de Ciência, Tecnologia & Inovação 2012-2015, que prevê a elaboração de um programa específico para estimular o desenvolvimento do setor de software e TI. Também está articulado a outras políticas públicas do governo federal, como a Estratégia Nacional de Defesa (END), o Plano de Aceleração do Crescimento 2 (PAC2), o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE), o Programa Brasil Mais Saúde, o Plano Brasil Maior, o Plano Agrícola e Pecuário (PAP), além dos Regimes Especiais, como o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL), o Programa de Apoio ao Desenvolvimento da Indústria de Semicondutores e Displays (PADIS) e TV Digital (PATVD).

 

Imprensa – SEESP
Informação da Assessoria do MCTI



A cidade de Jundiaí receberá provavelmente o curso de Engenharia da Computação da USP (Universidade de São Paulo), em 2014, conforme termo de compromisso assinado para a instalação do campus no município entre a instituição estadual de ensino e a prefeitura local, que fará a doação de um prédio de 7 mil m² no Complexo Fepasa na condição de receber um curso voltado para a área de tecnologia da informação (TI).

De acordo com o prefeito Miguel Haddad, a negociação para a vinda de uma universidade pública para a cidade teve a participação do deputado Ary Fossen, que morreu no último dia 18. "Foi ele quem agendou a primeira conversa. Agora estamos formalizando o compromisso. A intenção é trazer um curso voltado para a área de tecnologia, que é a vocação da cidade", aponta.

O reitor da USP, João Grandino Rodas, afirmou que a descentralização dos campus universitários faz parte das mudanças do ensino superior. "Jundiaí tem as características ideais, além do interesse, afinal está doando o espaço. E a universidade precisa de novos pólos", analisa.

Imprensa – SEESP
* Com informações do Jornal de Jundiaí



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