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O temporal que atingiu, nesta quarta-feira (7/01), a Capital paulista levou 13,1 milímetros de chuva às cabeceiras do Sistema Cantareira, segundo a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Com a precipitação, o reservatório manteve-se, nesta quinta-feira, em 6,8%, mesmo percentual registrado ontem.

Desde o início do ano, o Cantareira acumula pluviometria de 45,7 milímetros, sendo que a média esperada para o mês de janeiro é 271,1 milímetros. Na cidade de São Paulo, a chuva foi intensa, com várias áreas como as zonas oeste, sudeste, leste, sul, centro e marginais Tietê e Pinheiros em estado de atenção. Houve queda de granizo.

Sobre o Sistema Guarapiranga, no entanto, a chuva foi leve: o manancial recebeu 10,8 milímetros. Essa precipitação foi suficiente apenas para manter o nível em 39,9%, mesmo percentual observado ontem. Nesse reservatório, a média de chuvas esperadas é 229,3 milímetros em janeiro e o acumulado, de fato, desde o início de 2015, foi 26 milímetros.

Outro sistema relevante no abastecimento de São Paulo, o Alto Tietê, também manteve o nível dos seus reservatórios. Ontem e hoje, o manancial registrou 11,7% da capacidade. A precipitação recebida ontem foi 3,9 milímetros, sendo que o acumulado desde o início do ano é 5,2 milímetros. A média histórica para o mês chega a 251,5 milímetros.

 

 

Fonte: Agência Brasil

 

 

 

 

 

 


A capacidade dos reservatórios do Sistema Cantareira segue em queda e chegou a 8,7%, segundo medição divulgada, nesta segunda-feira (1/12), pela Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp).

A queda do nível do Cantareira ocorre mesmo com as chuvas que atingiram a região das cabeceiras do manancial. No mês passado, a pluviometria acumulada foi 135 milímetros, volume um pouco menor que a média histórica para o mês, de 161,2 milímetros. A média de chuvas esperada para dezembro chega a 220,9 milímetros.

Os outros mananciais que abastecem São Paulo também não elevaram a capacidade. O Alto Tietê, por exemplo, passou de 5,7% para 5,6% de ontem para hoje. Nesse manancial, choveu abaixo do esperado durante o mês passado. A pluviometria acumulada foi 108,02 milímetros, enquanto a média para novembro é 117,1 milímetros. A chuva esperada para dezembro é 192,8 milímetros.

O Sistema Guarapiranga foi outro a apresentar queda, reduzindo de 33,7% ontem para 33,4% hoje. No acumulado de mês, choveu 109,3 milímetros, volume inferior à média histórica de 124 milímetros. A precipitação esperada para dezembro é 175,2 milímetros.

Já o Sistema Alto Cotia manteve-se em 29,9% entre ontem e hoje. A média histórica de chuvas para novembro é 127,2 milímetros. As chuvas que atingiram a região, por sua vez, foram 106,2 milímetros. Para dezembro, o volume esperado é 172,2 milímetros.

 

 

Fonte: Agência Brasil









A Segunda Turma do Tribunal Superior do Trabalho reconheceu o direito à estabilidade provisória de um encanador de águas membro da Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) da empresa para a qual prestava serviços. Como não houve a extinção do estabelecimento empregador, somente o fim do contrato de terceirização firmado com a empregadora, a Turma entendeu que não caberia o afastamento da estabilidade provisória no emprego.

O encanador foi contratado pela Construtora Passarelli Ltda., mas trabalhava em canteiro de obras para instalação das redes de abastecimento da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Foi eleito membro da Cipa em setembro de 2008, com mandato de um ano, razão pela qual teria estabilidade até setembro de 2010. Como foi demitido em dezembro de 2009, buscou a reintegração.

A Passarelli alegou que foi contratada por licitação para prestar serviços para a Sabesp, mas perdeu a nova concorrência e dispensou o encanador. Segundo a empresa, o fim do contrato equivale ao encerramento da obra, o que leva à extinção da Cipa. Já a Sabesp sustentou ser parte ilegítima para figurar na ação, alegando que não houve subempreitada da obra.

A 3ª Vara do Trabalho de São Bernardo do Campo (SP) manteve a Sabesp no processo e considerou nula a demissão, reconhecendo a estabilidade do encanador com base no artigo 10, alínea II, "a" do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias (ADCT). Para o juízo de primeiro grau, apesar de o canteiro de obras ter sido desmobilizado em dezembro de 2009, a contratação, por prazo indeterminado, não está vinculada exclusivamente àquelas obras, o que indica que a construtora poderia alocá-lo em outros postos de trabalho.

O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, porém, reformou a sentença com o entendimento de que a extinção do contrato com a Sabesp seria equivalente à extinção do estabelecimento, o que atrairia para o caso a Súmula 339, item II, do TST.

A Sabesp e o trabalhador recorreram, mas somente o segundo recurso do foi examinado. Levando em conta que o fim do contrato de terceirização não interfere no vínculo empregatício entre o trabalhador e a prestadora de serviços, a Segunda Turma afastou a analogia com a extinção do estabelecimento e reformou o acórdão do Regional, seguindo o voto do relator, ministro José Roberto Freire Pimenta. O trabalhador receberá indenização substitutiva à reintegração correspondente ao período de estabilidade provisória não usufruído.

 

 

Fonte: Notícias do TST

 

 

 

 

 

 

 

 

O nível do Sistema Cantareira, nesta segunda-feira (20/10), está em 3,5%, de acordo com dados da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). No dia 19, o reservatório estava com 3,6% de seu nível. No final da semana passada, a Sabesp informou que restavam apenas 40 bilhões de litros de água da primeira cota da reserva técnica do Cantareira que começou a ser retirada no dia 16 de maio.

Durante depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Sabesp, na Câmara dos Vereadores, a presidente da companhia, Dilma Pena, admitiu que, se não chover nos próximos dias, a primeira parte da reserva técnica pode acabar em meados de novembro. A alternativa seria utilizar a segunda cota do volume morto, autorizada pela Agência Nacional de Águas (ANA) no último dia 17.

De acordo com a Sabesp, a segunda cota acrescentará mais 106 bilhões de litros ao sistema. Mas a ANA determinou que o uso dessa cota obedeça regras que garantam o abastecimento da região metropolitana de São Paulo, até abril de 2015, sem prejuízo à bacia hidrográfica dos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí (PCJ). A proposta de retirada gradual da reserva foi encaminha ao órgão federal no dia 10 de outubro, pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado de São Paulo (Daee).

A retirada de água da segunda cota do volume morto chegou a ser vetada por uma liminar judicial, mas a decisão foi suspensa pelo presidente do Tribunal Regional Federal da 3ª Região (TRF3), desembargador federal Fábio Prieto, a pedido da Sabesp e do Daee. A ação foi proposta pelos ministérios públicos estadual de São Paulo e o federal (MPF), com a intenção de garantir que a primeira parte do volume morto não se esgotasse antes de 30 de novembro.

De acordo com a previsão do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), São Paulo deve ter temperaturas variando entre 13 graus Celsius (ºC) e 35 ºC, com o céu parcialmente nublado e pancadas de chuva. Para amanhã, a previsão é céu parcialmente nublado a nublado com possibilidade de chuva em áreas isoladas e temperaturas que variam entre 8 °C a 30 °C. Na quarta-feira o céu deve estar parcialmente nublado, com pancadas de chuva isolada à tarde, no norte e noroeste do estado. As temperaturas variam entre 5 ºC e 32 ºC.



Fonte: Agência Brasil










Os engenheiros da Sabesp aprovaram, em assembleia geral extraordinária na segunda-feira (28/4), na sede do SEESP, o acordo coletivo que garante reajuste salarial com base do IPC da Fipe, estimado em 5.17%. Além disso, os trabalhadores conquistaram a equiparação do salário da Região 2 com o da Região 1, uma reivindicação histórica, que já se arrastava há cerca de 12 anos. A diferente de 20% que existia será incluída em duas etapas: 10% em 1º de maio de 2014 e os outros 10% em 1º de maio de 2015.

Portanto, a categoria, que já havia decretado estado de greve, rejeito a paralisação proposta, tendo em vista que houve avanços na negociação após a empresa ter sido notificada sobre a possibilidade de greve.

Outro ganho importante conquistado foi o vale-refeição, que passou a ser de R$ 27, ao dia; e a cesta básica que foi reajustada para R$ 220,86. Também a gratificação de férias teve reajuste no valor fixo de R$ 1.440,65, com acréscimo de 50% da diferença entre o valor fixo e o salário recebido pelo funcionário.


Imprensa SEESP






Os engenheiros da Sabesp decidiram, em assembleia geral extraordinária, decidiram entrar em estado de greve, com data indicativa de paralisação na terça-feira (29/4), a partir da zero hora. A decisão é uma resposta a intransigência da empresa que não coloca em prática o acordo feito com o SEESP sobre o pagamento dos salários regionais no Estado. A empresa foi notificada durante a manhã de quinta (24) para cumprimento dos trâmites legais sobre a greve.

A assembleia extraordinária foi realizada na quarta-feira (23), na sede do Sindicato, e os presentes também declararam que a assembleia permanecerá aberta, em caráter permanente, até que haja um posicionamento favorável da empresa sobre as garantias trabalhistas para a categoria.

Uma nova reunião está marcada para segunda-feira (28), no SEESP, para avaliação e encaminhamento da mobilização da categoria para ratificar, ou não, a realização da referida paralisação.

Todos à Assembleia Geral Extraordinária
Data: 28 de abril de 2014 (segunda-feira)
Horário: 18h (1ª convocação) e 18h30 (2ª convocação)
Local: Sede do SEESP
(Rua Genebra, 25, Bela Vista – São Paulo/SP)


Fonte: Boletim SEESP







 

O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) vai instaurar, ainda nesta semana, um inquérito civil para esclarecer a crise no Sistema Cantareira, o mais importante reservatório de água da região metropolitana que vive a pior baixa de sua história com quedas diárias em seu nível de operação. Nesta terça-feira (8/4), o volume baixou 0,2 ponto percentual em relação ao dia anterior, atingindo 12,7% da capacidade total de armazenamento.

No inquérito a ser conduzido pelo promotor José Eduardo Ismael Lutti, o MP levará em consideração o fato de ter ocorrido ausência de chuvas nos meses de janeiro e fevereiro sobre as bacias hidrográficas que alimentam esse reservatório. Mas também vai apurar informações sobre a possibilidade de erros de gestão da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp). Há suspeita de falhas na precaução contra as adversidades climáticas.

Esse trabalho deverá contar com integrantes do Grupo de Atuação Especial de Defesa do Meio Ambiente (Gaema) das unidades de Piracicaba e do Vale do Paraíba, além de estudos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e de troca de informações com o Ministério Público Federal em São Paulo (MPF/SP), que também investiga a questão.

O contrato de outorga vence no próximo dia 5 de agosto e sua renovação é vista com cautela por parte da Agência Nacional de Águas (Ana). Em audiência pública, ocorrida, no último dia 25, na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp), o presidente da ANA,Vicente Andreu Guillo, defendeu regras mais rígidas.

Na portaria sobre a atual outorga, emitida em 2004 pelo Departamento de Águas e Energia Elétrica (Daee) do estado, consta que a Sabesp deveria providenciar estudos e projetos para reduzir a dependência do Sistema Cantareira e garantir o abastecimento. Para isso, deveria levar em consideração os planos relacionados às bacias hidrográficas formadas pelos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, além dos recursos hídricos do Alto Tietê.

A Agência Brasil procurou a Sabesp para pedir o posicionamento da empresa sobre o processo investigativo, mas foi informada de que nenhum pedido de esclarecimentos a respeito havia chegado ao Departamento Jurídico da companhia e que um eventual pronunciamento só poderia ocorrer após essa oficialização.


 

Imprensa – SEESP
Informação da Agência Brasil











Segunda empresa do mundo em número de clientes em um mesmo país, a Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) só perde para a chinesa Beijing Enterprises Water Group.

A empresa, que fornece água para 363 municípios do estado de São Paulo, num total de 27,9 milhões de pessoas, começou em 2009 uma mudança no campo tecnológico. No ano seguinte foi criada a Superintendência de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação com o objetivo de gerar e prospectar tecnologia tanto para a própria companhia como para todo o setor de saneamento.

“Existe uma carência específica para saneamento. Hoje muitas das tecnologias são apenas adaptadas para essa área”, diz a engenheira civil Cristina Zuffo, gerente do Departamento de Prospecção Tecnológica e Propriedade Intelectual da Sabesp.

“A nossa ideia é desenvolver novas tecnologias e induzir os fornecedores a atenderem o setor de saneamento com os produtos gerados nesse processo”, afirma Cristina. Até 2009, a empresa tinha projetos de pesquisa e desenvolvimento (P&D) de forma tímida, sem estrutura no âmbito corporativo para esse fim. As iniciativas eram descentralizadas e pontuais.

O processo de criação do núcleo na Sabesp teve a assessoria do Departamento de Política Científica e Tecnológica do Instituto de Geociências da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) num projeto coordenado pelo professor Sérgio Salles. Também foi realizado um estudo de prospecção tecnológica sobre saneamento em revistas especializadas e em bancos de artigos científicos, além de saber o que as empresas no Brasil e no mundo estão fazendo nesta área.

Antes mesmo que o núcleo de tecnologia da empresa estivesse pronto a Sabesp fez um acordo de cooperação com a FAPESP para apoiar projetos de pesquisa para a área de saneamento por meio do Programa de Apoio à Pesquisa em Parceria para Inovação Tecnológica (Pite). O valor da primeira chamada que convidou os pesquisadores de instituições de pesquisa paulistas a apresentarem projetos foi de R$ 10 milhões, sendo R$ 5 milhões da Sabesp e R$ 5 milhões da Fundação.

Das 49 propostas, 9 foram selecionadas dentro de temas escolhidos pela empresa como economia no saneamento, eficiência energética, tratamento de esgotos, entre outros. Uma segunda chamada deve ter os projetos escolhidos anunciados nos próximos meses também no valor total de R$ 10 milhões.

Um dos temas previstos para os projetos é destinado a colaborar com um dos grandes desafios da empresa, a diminuição da perda de água, principalmente devido a rachaduras nas tubulações da rede de distribuição. A Sabesp em 2012 deixou de ganhar 25,7% a mais no faturamento com esse problema. Em 2013, até novembro, deixaram de ser contabilizados 31,4% de água, índice apurado na diferença entre os macromedidores, geralmente instalados na entrada de grandes reservatórios de distribuição, e os micromedidores, que são os hidrômetros residenciais ou comerciais.

A companhia estima que 66% das perdas foram principalmente de vazamentos e os 34% restantes relativos a fraudes, falhas em medidores, usos sociais que consistem no fornecimento para favelas, dentre outros. O índice de desperdício atingiu 29,5% em 2007 e a previsão da empresa é de chegar a 13% em 2019, dentro dos padrões internacionais. Diminuir o desperdício é uma forma também de contribuir para o abastecimento em períodos de falta de chuva, como aconteceu em janeiro deste ano na Região Metropolitana de São Paulo.

A detecção das perdas por vazamento pode ser mais bem diagnosticada para, além de melhorar o faturamento, contribuir para evitar a chamada escassez hídrica. Para a Região Metropolitana de São Paulo não sofrer desse problema, a empresa começará neste ano uma obra que vai trazer água da represa Cachoeira do França, no município de Ibiúna, a 70 quilômetros da capital.

Tradicionalmente, em todo o mundo, quando há suspeitas de vazamento, notado, por exemplo, com as diferenças de volume de água apurado nos reservatórios setoriais e o volume recebido pelos clientes, um funcionário vai até o local onde existe a suspeita de vazamento munido de um geofone. O equipamento é formado por um sensor que, apoiado no chão, capta as vibrações do solo e depois envia para um amplificador e para um fone de ouvido. Um técnico treinado para usar esse equipamento ouve os sons captados sob o piso de um quintal ou de uma rua, por exemplo, e se houver um ruído que indique ruptura ou vazamento, uma equipe da companhia de saneamento vai até o local abrir o terreno e fazer o reparo.

“Se a água aflora à superfície, é mais fácil identificar o local, mas se for no interior do solo a água vai para o lençol freático. Com o geofone, a localização do vazamento depende da habilidade do operador, que deve ter em volta menos barulho possível. Por isso grande parte desses testes são feitos à noite”, diz Cristina.

Mas como avançar nessa tarefa e dar maior precisão tanto ao trabalho de busca de vazamentos como na garantia da necessidade do serviço de reparo? O professor Linilson Padovese, do Departamento de Engenharia Mecânica da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP), apresentou como proposta a criação de um software que pudesse ajudar os técnicos e a empresa nessa área.

Para isso, seria necessário ter um banco de sinais característicos dos problemas apresentados na rede de distribuição e que são conhecidos dos operadores do geofone. “Como não havia esse banco de sinais gravados porque os equipamentos disponíveis são analógicos, nós mudamos o foco no projeto para desenvolver primeiro um equipamento de coleta e gravação digital de sinais”, diz Padovese, que já tinha experiência anterior em sensoriamento vibroacústico em máquinas industriais e na aplicação de métodos de processamento de sinais para detecção de defeitos.

“Decidimos criar um equipamento que permitisse digitalizar, gravar e georreferenciar os sons escutados pelos técnicos. Dessa forma, a empresa poderá montar um banco de dados com os sinais digitais, todos marcados com a localização com GPS. Além disso, com a finalidade de baratear o equipamento e tornar a tecnologia mais simples e de fácil utilização, decidiu-se utilizar smartphones como plataforma de base do geofone.”


 

Fonte: Agência Fapesp










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Em assembleia geral extraordinária ocorrida na quarta-feira (5/06), no SEESP, os engenheiros da Sabesp aprovaram a proposta apresentada pela empresa, na parte da manhã do mesmo dia em audiência de Procedimento de Mediação de Conflitos Coletivos no TRT (Tribunal Regional do Trabalho), para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT 2013). Portanto, também encerraram a greve iniciada a 0h do dia 4 de junho.

Entre os itens do novo ACT, destacam-se os seguintes pontos: reajuste salarial de 8% retroativo a data-base de 1º de maio, que corresponde à variação do IPC-Fipe (5,37%) mais 2,5% de aumento real; reajuste de 21,5% no valor da cesta básica; reajuste de 13,6% no valor do vale refeição; reajuste de 10% no valor fixo da gratificação de férias e de 12,5% na parcela variável que passa a corresponder a 45% da diferença entre o valor fixo e o salário do profissional; reajuste de 15,8% no valor do auxílio creche. E ainda a contratação de empresa especializada até o final de julho de 2013 para, a partir de estudos, equalizar os salários da empresa a partir de fevereiro de 2014, em contraposição aos atuais salários regionais; formação de comissões paritárias para definição dos critérios do estudo sobre a equalização de salários da empresa, Plano de Cargos e Salários, adicionais de insalubridade e periculosidade, plano de saúde e auxílio creche e fornecimento de cesta de natal em dezembro de 2013 no mesmo valor da cesta básica.

 

Fonte: Ação Sindical do SEESP



 

O SEESP e os representantes das empresas Sabesp e CPTM (Companhia Paulista de Transporte Metropolitano) realizaram, nos últimos dias, reuniões de negociação, visando à renovação do Acordo Coletivo do Trabalho (ACT) 2013-2014. Por isso, o sindicato está convocando os engenheiros das duas empresas para assembleias, conforme o calendário abaixo, para discussão e deliberação sobre os próximos passos das campanhas salariais.

CPTM
Assembleia Geral Extraordinária
Data: 
23 de maio de 2013 (quinta-feira)
Horário: 12h (1ª convocação) e 12h30 (2ª convocação)
Local: Sede da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí
(Rua José Paulino, 7, Luz – São Paulo/SP)

Sabesp
Assembleia Geral Extraordinária aberta em caráter permanente no dia 14 de maio
Data:
 27 de maio de 2013 (segunda-feira)
Horário: 18h (1ª convocação) e 18h30 (2ª convocação)
Local: Sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista, São Paulo/SP)

Em Ação Civil Pública ajuizada pelo sindicato contra a terceirização de serviços técnicos de engenharia na região do Baixo Paranapanema, até então realizados por empresas contratadas por meio de licitações, o SEESP obteve importante vitória. O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região deu provimento ao recurso da entidade e julgou procedente em parte a ação, determinando que os serviços técnicos de engenharia para manutenção e crescimento vegetativo em unidade de negócios da Sabesp, no Baixo Paranapanema, sejam executados pelos trabalhadores concursados e integrantes de seu quadro. Além disso, proíbe as licitações e contratações de empresas para realização de trabalhos ligados diretamente às atividades-fim da empresa, vedando a substituição de servidores por trabalhadores terceirizados e a contratação sem prévia aprovação em concurso público. O tribunal condenou, ainda, a companhia a uma indenização por danos a interesses coletivos e difusos, reversível ao FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), no valor de R$ 100.000,00.


Imprensa - SEESP



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