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De assessoria de comunicação

O edital das inscrições para o processo seletivo de incubação de novas empresas na Hubiz, incubadora do Parque Tecnológico de Sorocaba (PTS), termina no próximo domingo, dia 15 de outubro. As empresas aprovadas se juntarão a outras 20 startups que hoje recebem toda assessoria feita pela Hubiz.

O edital é destinado a pessoas físicas ou jurídicas, individualmente ou em grupo, cujas propostas tenham como o objetivo o desenvolvimento ou geração de produtos, processos e serviços inovadores e/ou de base tecnológica. “Acredito que ser empreendedor é a profissão do século 21. Por isso incentivamos pessoas e empresas a transformar ideias em negócios”, diz Marcelo De Santis Ferreira, coordenador de incubação da Hubiz.

Podem se inscrever projetos de todo o país nas seguintes áreas: automotiva, biotecnologia, eletroeletrônica, energias alternativas, engenharia biomédica, fármacos e produtos naturais, metal mecânica, novos materiais, serviços inovadores, sistemas de produção, tecnologias da informação e comunicação, economia criativa e impacto social.

As propostas serão avaliadas por um comitê técnico especializado – composto por representantes de instituições parceiras da Inova Sorocaba, agência que administra o PTS – e eventualmente algum convidado.

As empresas vencedoras terão acesso a toda a estrutura do PTS e aos serviços oferecidos pela incubadora, tais como consultorias, assessorias, palestras e workshops, entre outros, além de estarem inseridas em um ambiente de inovação, que propicia o intercâmbio de ideias e tecnologias.

As inscrições devem ser feitas por meio do link http://sgi.macropus.com.br/hubiz/edital/ . Informações pelo telefone (15) 3416-6160.

 

Da Agência Fapesp

A Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) e o Grupo São Martinho anunciam o lançamento de uma chamada de propostas para a criação de um novo Centro de Pesquisa em Engenharia (CPE), voltado ao desenvolvimento de pesquisa internacionalmente competitiva em medidas sustentáveis para controle de pragas e doenças da cana de açúcar. 

O escopo do CPE abrange estudos de doenças e pragas da cultura, sejam elas principais, secundárias ou emergentes. As linhas de pesquisa que deverão ser contempladas pelo centro são, de maneira geral: criação massal e automação na produção massal de parasitoides, predadores e patógenos utilizados no controle de pragas e doenças da cana-de-açúcar, com vistas à redução do custo de produção; processos de produção e formulação de patógenos; alternativas de Controle de pragas e doenças emergentes (ou já consolidadas), como Sphenophorus levise antracnose ou relacionadas à cultura como Stomoxys calcitrans (mosca-dos-estábulos); estudo de promotores de crescimento vegetal (fungos e micorrizas).

O financiamento das atividades do centro será por cinco anos com possibilidade de prorrogação até dez anos.

Os recursos alocados poderão ser utilizados com grande grau de autonomia. Em contrapartida, a Fapesp e o Grupo São Martinho observarão um acompanhamento permanente, com avaliações periódicas das atividades do CPE.

As dimensões, a estrutura e forma de operação do CPE deverão ser determinadas em função das atividades de pesquisa, difusão e transferência de conhecimento a serem executadas. Em particular, o Centro deverá ser operado por uma instituição sede. A associação com outras instituições do Estado de São Paulo será considerada como fator de valorização da proposta e, em alguns casos, poderá ser essencial para fazer a proposta mais robusta.

Propostas para o novo Centro de Pesquisa em Engenharia serão recebidas até 4 de dezembro de 2017. A chamada de propostas está publicada em: www.fapesp.br/11188.


De tão escassos, os profissionais robotistas bem qualificados escolhem onde querem trabalhar e quanto querem ganhar hoje no mercado brasileiro, afirma Sérgio Coca, gerente de Desenvolvimento de Negócios do Instituto Avançado de Robótica (IAR).

Criado a partir da necessidade de qualificar mão de obra para a robótica no Brasil, o instituto tenta suprir a demanda de conhecimento específico nessa área no País. Em apenas um ano de existência, formaram cerca de 40 profissionais, o que pode parecer pouco, mas todos os alunos ocupam cargos em empresas líderes do setor, e chegam a ser disputados por empresas de países como Alemanha e Estados Unidos, que têm cerca de 1,5 milhões de vagas não preenchidas para profissionais da área, explica Coca.

Hoje, tecnicamente, a profissão de robotista, profissional especialista em programação, operação e manutenção de robôs não existe no Brasil, já que não é regulamentada junto ao Ministério do Trabalho. Nem mesmo curso superior de Engenharia Robótica está disponível nas universidades. “Quando eu estava na universidade, gostaria de ter tido acesso a conhecimentos específicos na área de robótica”, diz Rogério Vitalli, criador do IAR e desenvolvedor da metodologia própria de ensino do instituto.

O investimento de R$ 1 milhão permitiu outra ousada iniciativa do instituto, a Unidade Móvel de Ensino. Trata-se de uma carreta com os mais variados equipamentos e softwares de robótica existentes no mercado, para dar suporte aos 44 diferentes cursos do portfólio, com 40 horas de duração, dos quais 80% são constituídos de treinamentos práticos.

Além da carreta, em exposição na Mecânica 2016, o IAR trabalha hoje em parceria com três universidades: Universidade Positivo, Universidade Metodista de Piracicaba e Universidade SATC, de Santa Catarina.


 

Fonte: Fator Brasil








A Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) acaba de ganhar um novo laboratório voltado para o desenvolvimento de tecnologias, principalmente nas áreas de comunicação móvel (celular), internet das coisas (conexão entre os aparelhos usados do dia a dia à rede mundial de computadores), realidade virtual e games. 

O laboratório é uma parceria com o projeto Ocean Samsung, idealizado pela empresa para oferecer infraestrutura e capacitação tecnológica a diversos públicos: estudantes, desenvolvedores e interessados em geral. A primeira unidade do Ocean foi instalada em 2014, na Universidade do Estado do Amazonas (UEA).

O espaço será utilizados tanto pela USP quanto pela empresa: haverá atividades dos cursos de graduação e pós-graduação da Poli, e treinamentos gratuitos para o público externo. Esses cursos serão promovidos pela Samsung para incentivar empreendedores e criação de startups (empresas para soluções inovadoras).

O Ocean fica em um prédio do Departamento de Engenharia de Produção da Poli que foi reformado e equipado pela Samsung com móveis, aparelhos de TI, como computadores, smartphones, Smart TV (televisão com acesso à internet), hardwares, sensores etc.

“A infraestrutura do Ocean irá apoiar as aulas dos cursos de graduação da Poli que precisam de laboratórios e estejam relacionadas a essas tecnologias”, explica Eduardo Zancul, professor da Poli e coordenador do laboratório Ocean.

Zancul acredita que o acesso a hardwares e o conhecimento da Samsung sobre tecnologias, como a internet das coisas, permitirá a ampliação das pesquisas do Departamento de Engenharia de Produção da Poli. Ele cita como exemplo uma tendência na área industrial de máquinas com sensores comandarem os processos de produção e “conversarem” entre si.

“Isso é a chamada indústria 4.0 ou quarta revolução industrial. Essa tecnologia é baseada na internet das coisas que será desenvolvida no laboratório e possibilitará avançarmos nossas pesquisas com esse tema”.

Guilherme Selber, gerente do Ocean São Paulo, também destacou que a tecnologia de internet das coisas será tema de atividades desenvolvidas em conjunto com a USP. “A Samsung tem uma perspectiva de conexão de tudo que ela produz nos próximos anos, ou seja, todos os dispositivos se conectando entre eles e as pessoas, e é um tema muito atual na Poli e em outras unidades da USP. Percebemos uma sinergia muito grande nesse assunto”.

Entre os equipamentos produzidos pela empresa estão celulares, tablets, wearables (aparelhos de comunicação “vestíveis”), televisores, câmeras fotográficas, computadores, impressoras, suprimentos, refrigeradores, lavadoras, ar-condicionado.

Ocean
Selber explica que o conceito do projeto surgiu na Coreia do Sul, país de origem da Samsung, entre 2010 e 2014. Além do país asiático, apenas o Brasil possui unidades do Ocean. “A ideia é ser um polo de atração de parceiros, como estudantes, desenvolvedores, empresas (startups na maioria dos casos) para promoção de tecnologias e ferramentas de desenvolvimento a serem aplicadas em soluções para os nossos equipamentos”.

O Ocean instalado na Poli possui dois laboratório, cada um deles com capacidade para 40 pessoas, podendo ser integrados para um único ambiente; um miniauditório para 30 pessoas; uma sala para técnicos de Tecnologia da Informação (TI); sala para servidores; e uma área de convivência.

A empresa não informa os valores gastos com a implantação do projeto por questões de políticas globais, mas a assessoria de imprensa da Samsung informou que o Ocean faz parte da sua política de investimento em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e possui recursos da Lei da Informática. Uma lei que concede incentivos fiscais para empresas produtoras de alguns hardwares específicos. O incentivo concedido é uma diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Como contrapartida, a empresa deve investir um percentual de seu faturamento decorrente dos produtos incentivados em atividades de P&D.

 

Fonte: Agência USP de Notícias

 

 

 

 

 

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