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O Ministério da Educação divulgou que foi dado início de uma série de reuniões com o Conselho Nacional de Educação (CNE), a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge) para debaterem possíveis mudanças nos cursos de engenharia de todo o País. Ontem (11/4) ocorreu o primeiro encontro, em Brasília, para esse fim. Segundo o MEC, o objetivo é ampliar o debate sobre a formação dos profissionais e colher sugestões, com o propósito de atualizá-lo e colocá-lo em sintonia com as exigências do mercado de trabalho.


Foto: HackNY via Visualhunt /CC BY-SA
estudantes HackNY via Visualhunt CC BY SA


“Essa reunião é disparadora da renovação na formação de engenharia no Brasil. A expectativa é de imprimir um ritmo bastante objetivo [ao debate], superando iniciativas anteriores que se detinham ao diagnóstico e não conseguiam avançar”, detalhou o secretário de Educação Superior do MEC, Paulo Barone. De acordo com ele, estão em análise tanto o processo formativo dos estudantes como a avaliação dos cursos.

Além do secretário, participam da reunião o presidente da Câmara de Educação Superior (CES) do CNE, Luiz Roberto Liza Curi; o diretor de Educação e Tecnologia da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Rafael Lucchesi, o presidente da Associação Brasileira de Educação em Engenharia (Abenge), Vanderli Fava de Oliveira; e representantes do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), da Academia Brasileira de Ciências (ABC), de instituições de ensino superior e de empresas do setor.


Com informações do MEC e CNE
(publicado por Deborah Moreira)






Começam, nesta segunda-feira (26/01), as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni). Os interessados em obter bolsas de estudo em instituições particulares de ensino superior podem fazer a inscrição até o dia 29 na página do programa.

O candidato que se inscreveu no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) também pode participar do ProUni, que oferece nesta edição 213.113 bolsas, sendo 135.616 integrais e 77.497 parciais. As bolsas são destinadas a 30.549 cursos e distribuídas por 1.117 instituições.

Para se inscrever, é preciso ter feito o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2014 e obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas. Além disso, não pode ter tirado 0 na redação. Outra condição é ainda não ter diploma de curso superior.

As bolsas integrais são para estudantes que cursaram o ensino médio nas redes pública ou particular, na condição de bolsista integral. Também é necessário comprovar, por pessoa, renda bruta familiar até um salário mínimo e meio. Para as bolsas de 50% da mensalidade, a renda bruta familiar deve ser até três salários mínimos.

Professores do quadro permanente da rede pública de ensino, que concorrerem a cursos de licenciatura, também podem participar do ProUni. Nesse caso, não é necessário comprovar renda.

O resultado da primeira chamada será divulgado no dia 2 de fevereiro. Os selecionados terão até o dia 9 para comprovar as informações nas instituições. A segunda chamada será no dia 19. Os candidatos não selecionados ainda terão a chance de participar da lista de espera nos dias 2 e 3 de março.

Veja a lista dos cursos com maior oferta de bolsas:

1. Administração – 22.050

2. Pedagogia – 15.562

3. Direito – 15.010

4. Ciências contábeis – 11.917

5. Engenharia civil – 8.405

6. Educação física – 8.181

7. Gestão de recursos humanos – 6.854

8. Enfermagem – 6.801

9. Psicologia – 5.307

10. Engenharia de produção – 5.284


 

Fonte: MEC








A notícia a seguir é reproduzida do portal do Ministério da Educação.

O Portal de Estágios & Empregos em Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação, desenvolvido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), foi lançado na quarta-feira (17/04). Na página serão listadas vagas de estágios e empregos para bolsistas em todas as modalidades do programa Ciência Sem Fronteiras, em empresas parceiras. O portal foi criado por iniciativa dos ministérios da Educação e da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Segundo o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o portal é um espaço para empresas se cadastrarem e oferecerem vagas. Contém uma área específica para videoconferências, em que as empresas podem entrevistar os candidatos selecionados. “Queremos dar a oportunidade e estimular as empresas a investir em pesquisa e desenvolvimento e contratar talentos que são os melhores estudantes que nós temos”, salientou.

Durante a cerimônia, também foi lançada uma área exclusiva no portal do Ciência Sem Fronteiras, em que haverá informações como o número de bolsas ofertadas até o momento, os estados e universidades para os quais os alunos bolsistas foram, entre outras. Nessa área, todos os dados do programa estarão disponíveis.

“Dá total transparência e ajuda as pessoas a acompanhar, avaliar e debater o programa”, pontuou Mercadante. Segundo ele, na próxima semana será lançado o terceiro edital do Ciência Sem Fronteiras. “Estamos chegando a um patamar de 40 mil bolsistas. A demanda pelo Ciência Sem Fronteiras é fortíssima”, completou.

Parceria – Também foi anunciada uma nova parceria entre Brasil e França, que permitirá a participação de estudantes brasileiros em cursos de doutorado pleno naquele país, pelo período de até 36 meses, em laboratórios e empresas, segundo a regulamentação francesa. As bolsas serão destinadas a candidatos de nacionalidade brasileira, com desempenho e potencial acadêmicos comprovados. Os candidatos devem ter diploma de mestrado obtido há menos de três anos da data de submissão da proposta, nas áreas de pesquisa definidas pelo programa.

 

Imprensa – SEESP

 



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