GRCS

Segurança no trânsito

Comunicação SEESP*

O Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP participou, no dia 18 último, da 25ª Semana de Engenharia, Arquitetura e Tecnologia da Faculdade de Engenharia de Sorocaba (Facens). Estiveram presentes também a presidente e o diretor da delegacia sindical do SEESP em Sorocaba, Fátima Aparecida Blockwitz e Ronie Lefloch Barbosa respectivamente.

A coordenadora do núcleo jovem, Marcellie Dessimoni, falou em palestra aos estudantes sobre os desafios dos engenheiros frente às exigências do mercado de trabalho; informou também sobre a legislação profissional, direitos e deveres, e abordou o papel das entidades de classe, conselhos e associações, motivando a participação e contribuição dos alunos a essas instituições.

 

Foto: Núcleo Jovem Engenheiro
JovemEngSorocaba 1
Dessimoni destacou a importância do sindicato aos estudantes da Facens.

 

Dessimoni conclui sua fala incentivando a criação de um núcleo jovem na região, para que os universitários possam, conforme ela exemplificou, “obter experiências e propor ideias e soluções aos problemas da sociedade”. Blockwitz falou aos jovens sobre visão de sindicato e a importância da união em prol da defesa da categoria, e colocou-se a disposição para atendê-los.

“Agradecemos a Facens pela oportunidade e pelo convite de expor as ações, projetos e programas que o SEESP vem desenvolvendo ao longo dos anos, visando contribuir com o profissional e com a sociedade”, aprovou Dessimoni.

 

 

*Com informações do Núcleo Jovem Engenheiro

 

 

 

 

Comunicação SEESP*

A Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba participa, na segunda-feira (27/11), do seminário “Gestão do trabalho seguro”, uma realização do grupo Trabalho e Vida, com patrocínio da unidade local do Serviço Social da Construção Civil do Estado de São Paulo (Seconci). O 2º vice-presidente da regional, Carlos Azevedo Marcassa, comporá a mesa de abertura do evento.

A atividade cumprirá uma jornada intensiva, das 14h às 18h, com diversos especialistas para debater, entre outros temas, a “Implementação dos programas de gestão em SST”; a “Utilização adequada de PTA’s em obras de construção”; “Gestão da NR 12”; e “Sistemas de proteção coletiva”. Confira, abaixo, toda a programação. As inscrições são gratuitas e devem ser feitas enviando e-mail para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..


* Com informações da assessoria de imprensa do Trabalho e Vida

 

UFSCar

A Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) realiza, de 9 a 11 de novembro, no Campus Sorocaba, o quinto Encontro Mês da Consciência Negra e o III Seminário de Educação das relações étnico-raciais e formação profissionais da Educação. O Encontro surgiu em 2013, por demanda de estudantes do curso de Pedagogia e do Programa de Pós-Graduação em Educação (PPGEd-So) e de integrantes do Movimento Negro de Sorocaba, articulando-se ao Seminário de Educação a partir de 2014.

Um destaque é a participação de Stela Caputo, docente da Faculdade de Educação da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) e líder do grupo de pesquisa Kekéré (pequeno, em Yorubá), cuja ênfase está em pesquisas com crianças e jovens de terreiros de candomblés brasileiros. A pesquisadora desenvolveu importante trabalho sobre a discriminação racial e religiosa dessas crianças, sobre o qual falará em palestra no dia 10, às 20h30, e em roda de conversa no dia 11, das 9 às 13 horas.


>>> Para se inscrever é necessário preencher formulário clicando aqui.

 

Confira programação:

EncontroConsciênciaNegra UFSCar

O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec) e a Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba oferecem, a partir de 25 de maio, a pós-graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho, com duração de 24 meses e coordenação do professor Celso Atienza.

O curso dará ao estudante uma nova habilitação profissional, que o permitirá trabalhar em diversas áreas, além do conhecimento técnico curricular usualmente exigido para essa qualificação, tendo ainda como diferencial conhecimentos específicos sobre condições e ambientes de trabalho na agricultura.

A carga total mínima é de 680 horas, distribuída de acordo com as disciplinas do curso de acordo com o estabelecido pelo Parecer nº 19/87 do Ministério da Educação e, a critério da coordenação da pós, poderá ser aumentada para atender as novas necessidades que o mercado impõe, respeitando as cargas horárias mínimas.

Celso Atienza
Graduado em Engenharia Civil pela Universidade de Mogi das Cruzes (UMC) em 1974, pós-graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho na Universidade Santa Cecília em 1975, mestre em Ciências Ambientais pela Universidade de Taubaté em 2003, foi presidente da Associação Nacional de Docentes dos Cursos em Engenharia de Segurança do Trabalho (Andest) – gestão de 2005 a 2008. Atualmente é vice-presidente do SEESP.

Mais informações pelos telefones (15) 3231-0505 e 3211-5300 ou e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Contatos com o Isitec em São Paulo: (11) 3254-6850 e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
Com informações do site do Isitec

 

 

 

 

Fátima Aparecida Blockwitz assumiu a presidência da Delegacia Sindical do SEESP, em Sorocaba, em novembro de 2014. Não foi uma tarefa fácil. Afinal, teria que substituir o então presidente, o colega Ricardo José Coelho Lessa, falecido no dia 21 de novembro daquele ano. Em entrevista à Comunicação do SEESP, a engenheira contou um pouco da rotina e como faz para conciliar o exercício no sindicato; no Crea, onde é conselheira desde 2015; na Associação de Engenheiros de Itapetininga, onde mora; com a profissão. Entre seus objetivos para os próximos anos está a criação de um polo tecnológico na região, com apoio do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). Aos 57 anos, ela comemora 32 anos de Engenharia, 22 deles na Sabesp, onde começou a atuar pelo SEESP, somando 20 anos de atuação sindical. Ao falar do trabalho, tem orgulho dos passos que deu e se diz realizada profissionalmente. “Tenho muita coisa pra fazer. Estou conciliando muitas atividades ao mesmo tempo, mas eu sempre fui assim. Eu gosto dessa agitação”.

Foto: Jessica Silva/Comunicação SEESP
fatima sorocabaPresidente da Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba concilia carreira com atuação política.

Porque você decidiu ser engenheira?
A única coisa que eu tinha certeza é que queria ter uma profissão que eu pudesse ser autônoma. Queria fazer Medicina até o dia que entrei na sala de anatomia, com algumas amigas que faziam psicologia, e pensei comigo: isso não é pra mim. Então, como era boa em matemática, física e química, sempre fui a melhor da classe nessas matérias e meu pai trabalhava no DER (Departamento de Estradas de Rodagem), pensei: vou fazer Engenharia e trabalhar no DER.

Teve alguma dificuldade por ser mulher?
Tenho pensando nisso até porque minha filha mais nova está cursando Direito e é feminista. É interessante que para mim nunca foi algo que me incomodou. Meu irmão mais velho, que tem uma diferença de idade de 11 anos, sempre teve tudo da minha mãe, que teve uma educação extremamente machista. Competi muito com meu irmão até aprender que me tornaria o que eu quisesse ser. Por conta disso, minha maneira de encarar o mundo sempre foi de igualdade. Se houve machismo, eu nem percebi. Eu sou uma pessoa muito prática, muito focada.

E como foi entrar numa sala de aula majoritariamente masculina?

Foi normal. Sempre tive mais amigos homens. Entrei no curso de Engenharia Civil da Faculdade Franciscana, atual Universidade São Francisco, em Itatiba, aos 19 anos, onde participei ativamente da Atlética, porque sempre fiz esporte, então convivi com muitos meninos. Depois, no centro acadêmico.

Meu sonho sempre foi ter um diploma, nunca foi usar um vestido de noiva. Sempre falei isso. E também queria ter um filho. Então, no quarto ano de faculdade, descobri que estava grávida. Acabei fazendo o curso em seis anos, um ano a mais. Hoje, meu filho está com 33 anos.

E como foi ao entrar no mercado de trabalho?

Eu tive muita sorte. Na época, o pai da minha cunhada era uma pessoa espiritualizada e ele tinha um amigo, que fazia parte do grupo espírita, e ele era o melhor engenheiro da cidade, trabalhava com estruturas. Fui lá e me apresentei a ele, o engenheiro José Antonio Saad, que foi quem me ensinou de fato a ser engenheira. Eu digo que ele é meu pai na engenharia porque ele me ensinou tudo. Com o tempo, foi me passando os clientes, até que mudou de ramo, para o comércio, e deixou o escritório para mim.

E a prática se mostrou muito diferente do que você viu em sala de aula?
Sim. Você tem que ter alguém para te ajudar e orientar no início. O grande segredo para trabalhar na área é absorver conhecimentos dos mais experientes. Eu pude conviver com bons empreiteiros, que trabalhavam com construção há muitos anos. Infelizmente, hoje em dia não tem mais tantos profissionais assim. Eu sempre me impus nas obras com os empreiteiros, mas sempre numa postura de igual pra igual, e eu tenho uma grande realização na vida por isso, por ser respeitada pelo meu trabalho. Comecei aprendendo com eles.

Então você reconhece que é uma profissão ainda majoritariamente masculina e que tem algum preconceito?

Sim. Muito masculina e existe de fato um preconceito com relação à mulher na obra. Mas por conta do meu profissionalismo eu conquistei esse respeito. Sempre tive essa postura de não querer chamar a atenção na obra, nunca fui de me arrumar para ir pra obra para não chamar a atenção. Sempre estava de jeans, camiseta e tênis, isso quando não ia de botina. Além disso, sempre procurei compartilhar o conhecimento, acredito também que por eu ter escolhido atuar com estruturas, que é a área mais difícil da Engenharia Civil, eu consegui esse respeito profissional. Fiz uma pós-graduação em Engenharia de Estrutura e um curso de gerenciamento empresarial.

Em casa é você quem conserta as coisas?
Meu ex-marido falava algo que eu sempre duvidada. Mas depois constatei que ele tinha razão. Se há um problema na casa, chamamos o servente que a gente conhece. Aí ele olha e diz: melhor chamar o pedreiro fulano. Aí chama o pedreiro fulano. Aí ele diz: melhor chamar o mestre fulano. Chama o mestre fulano, que diz: melhor chamar um engenheiro. Aí quando chama um engenheiro ele diz: melhor chamar a Fátima.

Como e quando se aproximou do sindicato?
Foi na Sabesp. Eu já conhecia a atuação do sindicato antes, mas como eu era autônoma, não tinha muito contato. Eu já tinha uma experiência de atuação política na associação, que me afastei quando nasceu a minha filha, que hoje está com 20 anos.

Como você vê a atuação sindical com as novas gerações?
Temos um problema muito sério a ser encarado, que é uma resistência muito grande por conta da recente crise política, que também atinge o mundo sindical. Estou fazendo um trabalho de divulgação em Itapetininga bastante forte e tenho sentido isso. Também há desconhecimento sobre as instituições. Muitos ainda acreditam que quem defende o engenheiro é o CREA, que foi criado para defender a sociedade de maus profissionais. Quem defende o profissional é o sindicato.
Um ponto a favor do nosso sindicato é que não temos uma vinculação específica com uma corrente política, com uma única central sindical. Temos discussões por termos visões diferentes, mas é isso que nos faz crescer. Felizmente, o movimento sindical já fez essa reflexão e estamos avançando com um trabalho concreto tendo uma jovem engenheira a frente, que é a Marcellie Dessimone (do Núcleo Jovem Engenheiro), que esteve em duas faculdades da região.

Conquistar os jovens é uma meta?
Sim. E aí entra o Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), que é uma ideia fantástica, muito interessante. Na nossa região temos poucas opções em pós-graduação. Então, estamos tentando levar uma especialização oferecida atualmente pelo Isitec, em Engenharia de Segurança voltada à área rural, que é uma característica de Itapetininga. Estou com muita esperança de montar um polo tecnológico local com apoio do Isitec.

Qual o conselho que você dá para uma jovem que pensa estudar engenharia?

Tem que ter bom senso e ser flexível. Não pode se impor tanto, pra não ser arrogante e não criar barreiras no local de trabalho, e também não baixar tanto a cabeça. Estudar o máximo possível para saber o que você está fazendo, saber escutar e aprender com outros profissionais. A troca de informação em campo é essencial. Nunca percebi muito esses comportamentos de machismo, sempre trabalhei de igual para igual. Homens e mulheres são diferentes, tem visões diferentes e se complementam. Aprender a conviver com as diferenças e unir essas visões é o ideal.



Deborah Moreira
Comunicação SEESP









A Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba está apoiando o XII Congresso Paulista de Agronomia, uma realização da Associação dos Engenheiros Agrônomos do Estado de São Paulo (Aeasp), que começa nesta terça-feira (20/09) e termina no dia 22, na sede do Serviço Social da Indústria (Sesi), em Itapetininga (Avenida Padre Antônio Brunetti, 1360 – Vila Rio Branco). O tema desta edição é “A inserção do Engenheiro Agrônomo no atual contexto político econômico nacional, visando à defesa e o fortalecimento da engenharia agronômica junto à sociedade”. No dia 21, das 14h às 14h45, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, falará no evento sobre “Engenharia de inovação e condições e meio ambiente do trabalho nas atividades rurais”.


Itapetininga

Como destaca a Associação, a sociedade está diante de um grande desafio: aumentar a produção agropecuária de forma sustentável, que significa gerar produtos seguros para a saúde humana, com respeito e conservação do meio ambiente, garantindo a segurança do trabalhador e crescimento econômico. Nesse contexto, o engenheiro agrônomo se enquadra com um papel de extrema importância para esse desenvolvimento devido à sua abrangente atuação profissional em todos os setores do agronegócio, com a visão técnica necessária para o aumento da eficiência de processos produtivos, desde planejamento, assistência técnica, consultoria, análise de viabilidade, ensino e pesquisa, até gestão.

Associados à Aeasp e estudantes são isentos do pagamento de qualquer taxa; demais participantes, a inscrição é de R$ 100,00. Mais informações em www.cpagronomia.com.br.

* Confira toda a programação aqui
* Localização do evento aqui

 

Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP








O governo de Antonio Carlos Pannunzio (PSDB), na Prefeitura de Sorocaba, deixará de investir cerca de R$ 86 milhões do que era previsto no orçamento do município, para não infringir a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) - que impede que as administrações públicas não gastem mais do que arrecadam. O anúncio foi feito pelo próprio prefeito em entrevista coletiva para a imprensa local, no início desta semana.


Foto: Prefeitura de Sorocaba
paco-municipal-de-sorocabaPaço municipal


Era segunda-feira (8/8) à tarde quando o prefeito argumentou que os cortes ocorrem devido à crise financeira que passa o País. De acordo com ele, a arrecadação do município diminuiu em cerca de 10%, enquanto os gastos se elevaram em 10%. Os cortes serão em diversas áreas, como no de trânsito - que previa o recapeamento de asfalto e serviços de manutenção de grama e paisagismo.

A entrevista à imprensa deu-se após a publicação, na última sexta (5), de decreto que remanejou para a Saúde uma parte dos recursos que eram aguardados em secretarias municipais, como a da Cultura e a do Esportes, por exemplo. A suspensão de verba para custear projetos culturais gerou, na segunda, protestos na Câmara Municipal e no Paço. "Se eu fosse responsável setorialmente provavelmente estaria inconformado com alguns cortes, mas eu sou responsável pelo município, por tudo. Portanto eu tenho que ajustar o nosso orçamento às nossas necessidades", declarou Pannunzio.

Alegou que o ajuste feito na última semana foi necessário principalmente para manter o contrato com o Banco de Olhos de Sorocaba (BOS), responsável por todo o atendimento na Unidade Pré-Hospitalar Zona Leste, "que é essencial no atendimento de urgência e emergência da cidade", declarou.

O prefeito também lembrou que somente para a área da Saúde, o governo do Estado de São Paulo deixou de repassar R$ 27 milhões e outros R$ 35 milhões da União. Citou que enquanto isso aumentaram significativamente os gastos com a hospitalização e com a saúde mental em Sorocaba. "Tanto o governo federal como o governo do Estado são devedores do município, não estão honrando os compromissos assumidos", reclamou. Sobre os maus pagadores de impostos, disse que Sorocaba tem cerca de R$ 1 bilhão para receber e vem acionando os devedores na Justiça ou levando os nomes dos mesmos para protesto.

Na área de Esportes, reconheceu o risco de Sorocaba deixar de participar dos Jogos Abertos, cujos custos foram orçados em R$ 180 mil. O prazo para a inscrição é o próximo dia 26. "Entre, eventualmente conseguir mandar uma boa delegação para um determinado campeonato, ou eventualmente eu garantir que vou ter leitos em hospitais a minha opção é ficar com os leitos, com o atendimento médico hospitalar", enfatizou Pannunzio.

Decretos
Em julho, um decreto assinado pelo Executivo suspendeu, desde 1º de agosto, as horas extras e suplementares em todos os órgãos e unidades vinculados à Prefeitura de Sorocaba, sob a justificativa de “racionalização do trabalho, mantendo o cumprimento das atividades operacionais da Prefeitura dentro da jornada normal” para "controlar os gastos com folha pessoal, objetivando garantir os limites estabelecidos na Lei de Responsabilidade Fiscal”.

Outro decreto, também assinado nesta em julho com data de início em 1º de agosto, alterou os horários de funcionamento de algumas unidades da Secretaria da Saúde de Sorocaba (SES), onde todas as Unidades Básicas de Saúde (UBSs), a Policlínica Municipal de Especialidades e o Serviço de Assistência Médica Especializada (Same) passaram a atender das 7h às 17h - exceto às chamadas UBSs mistas, que no período da noite funcionam como Pronto-Atendimentos (PAs) como em Laranjeiras, São Guilherme e Brigadeiro Tobias.


Com agências





No dia 23 de outubro último, diretores da Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba acompanharam o ciclo de palestras do sindicato com os estudantes de engenharia da Universidade Paulista (Unip), unidade de Sorocaba (SP). Participaram da atividade alunos dos cursos de produção, mecânica, mecatrônica e elétrica, que puderam fazer perguntas e tirar dúvidas sobre legislação, mercado de trabalho e ação sindical.

Durante o evento, os estudantes obtiveram informação sobre o papel do sindicato na vida do profissional, assim como das lutas organizadas em defesa de direitos e conquistas. “Sempre existe uma maior necessidade de informação da área profissional por parte dos alunos para que os novos engenheiros entrem no mercado de trabalho cientes dos seus direitos e deveres”, aponta a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro, Marcellie Dessimoni, uma das palestrantes. Também estiveram presentes a área de Desenvolvimento e Oportunidades do sindicato e representante da Delegacia Sindical do SEESP na Baixada Santista.

O trabalho junto aos jovens engenheiros terá uma grande atividade no dia 7 de novembro, a partir das 8h, na sede do sindicato, na Capital paulista (Rua Genebra, 25, Bela Vista). Será o seminário “Desafios profissionais e o protagonismo do jovem engenheiro”. Confira a programação em http://goo.gl/fFsQBr.

Na visita à Unip de Sorocaba os estudantes Rômulo e Ricardo Florêncio gravaram depoimentos sobre a iniciativa do SEESP:

 





Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP










 

A Prefeitura de Sorocaba, por meio da Secretaria de Serviços Públicos (Serp), vem ampliando sua ciclovia. Em maio, mais 1.700 metros da ciclovia já existente na Avenida Elias Maluf, no bairro Wanel Ville, foram implantados. A extensão se inicia na confluência das Avenidas Elias Maluf e Paulo Emanuel de Almeida, e prossegue até a Rua José Gomes dos Santos. Atualmente, o município possui 116 quilômetros de trechos cicloviários.

 
Foto: Zaqueu Proença/Prefeitura de Sorocaba
ciclovia sorocaba foto Zaqueu ProencaCiclovia em Sorocaba, no interior de São Paulo

As pistas cortam a cidade de Leste a Oeste e de Norte a Sul, com predominância na Zona Norte da cidade. Do total, 111 quilômetros são de ciclovias, 3 quilômetros são de ciclofaixas e 2 quilômetros de faixa compartilhada com ônibus (Ruas Hermelino Matarazzo e Comendador Oeterer).

A obra citada faz parte do Plano Cicloviário da administração municipal, que prevê implantação de mais ciclovias em várias regiões da cidade até o final de 2016, como na Avenida Victor Andrew que está sendo duplicada. A iniciativa vai beneficiar moradores e usuários do Wanel Ville e bairros vizinhos que, com a nova pista, não precisarão mais correr o risco de transitar com bicicletas em meio aos veículos ou dividindo espaço com os pedestres nas calçadas.

O Plano Cicloviário de Sorocaba começou a ser implantado em 2006 com o Programa Pedala Sorocaba. A ciclovia, além de facilitar a vida que quem utiliza a bicicleta como meio de transporte, uma vez que torna o tempo de deslocamento menor entre o trabalho e a residência, proporciona segurança ao ciclista que pode andar em uma faixa livre de veículos.

A cidade também possui 50 paraciclos (estacionamentos de bicicletas), sendo um deles no Terminal Santo Antonio (com capacidade para 60 bicicletas). São equipamentos projetados para locais estratégicos para facilitar a integração entre as ciclovias e os demais sistemas de transporte.

Sistema público de empréstimo de bikes
O Programa IntegraBike de empréstimo gratuito de bicicletas teve início em maio de 2012 e disponibiliza a magrela para pessoas com mais de 18 anos e que tenham pelo menos um dos cartões do transporte coletivo, possibilitando assim a integração de modais. O sistema conta com 19 estações espalhadas na região central da cidade e na zona norte, somando 152 bicicletas disponíveis à população.

Confira vídeo produzido pela Prefeitura de Sorocaba sobre as ciclovias:

 




Com informações de agências







Acontece no sábado (16/8), mais um sorteio de moradias populares em Sorocaba, no Interior paulista. Desta vez, serão 2.560 unidades no Residencial Jardim Carandá, que será construído pelo programa federal “Minha Casa Minha Vida”, no bairro Caguassu. Para o presidente da Delegacia Sindical do SEESP na região, o engenheiro Ricardo José Coelho Lessa, a construção de moradias para esse segmento em áreas afastadas do Centro só reforça as desigualdades nas cidades, segregando à periferia as classes mais baixas, e os problemas com mobilidade urbana.

O sorteio acontecerá a partir das 8h, no Estádio Municipal Walter Ribeiro (CIC). Cerca de 36 mil famílias sorocabanas aguardam na fila. O empreendimento, que será realizado pela construtora Direcional, terá o custo de R$ 245.831.737,77. A previsão de entrega é para maio de 2015.

“É preciso retomar urgentemente os projetos de urbanização das cidades e repensar os espaços e distribuição populacional. Esse modelo é o mesmo adotado pelos condomínios fechados, que estão longe dos grandes centros e limitam a mobilidade, principalmente de quem não tem carro. A volta para casa está insuportável na cidade”, indaga Ricardo Lessa, que lembra que o quadro atual é resultado de uma política fundiária injusta, onde os preços dos terrenos estão supervalorizados. “Somo um país continental. Não faz sentido a terra custar tão cara assim”, completa.

Ele acrescenta que a proliferação dos condomínios fechados representa uma “fuga do ambiente estressante das cidades para espaços cercados que dão uma falsa sensação de segurança”. “Falta segurança publica e outras medidas que podem trazer mais qualidade de vida ao cidadão, como em transporte coletivo”.

Lessa também analisa que, por conta da falta de terrenos nas áreas mais populosas e do alto valor da terra, as habitações populares acabam sempre sendo construções verticais, o que limita as famílias e gera despesas de condomínio. “O ideal é projetar casas com possibilidade de expansão em sua planta para dar oportunidade de crescimento e expansão de seu bem”, lembra.

Questionado sobre a construção do Residencial Jardim Carandá ser no sistema de condomínio, o secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Flaviano Agostinho de Lima, explicou, em coletiva de imprensa concedida na sexta-feira (8), que esse foi o modelo pronto apresentado à Sorocaba e que diante da necessidade de construção de moradias populares não poderia ser recusado, mas o próximo empreendimento, no bairro Aparecidinha, será de casas.

Sorteio eletrônico

De acordo com a prefeitura, responsável pelo sorteio, a escolha dos contemplados será feita por meio eletrônico para evitar erros como o ocorrido no sorteio passado, em 26 de maio. O erro ocorreu no momento em que foram sorteados apartamentos da mesma urna de número 9. Todos os cupons que restavam dessa urna deveriam ter sido misturados com a urna de número 10. Como o equívoco foi imediatamente percebido, houve a anulação dos sorteados a mais e o procedimento foi refeito da forma prevista.

Na urna de número 10 estavam os nomes dos candidatos que se enquadravam em um, dois, ou nenhum critério social estipulado pelo Ministério das Cidades e na de número 9, os que se enquadravam em três ou quatro critérios.

Outras quatro cidades brasileiras já fizeram sorteio de moradias por meio eletrônico, mas eram sistemas mais simples, elaborados a partir de regras menos complexas. Agora este será o primeiro sorteio habitacional eletrônico do País elaborado a partir de uma nova portaria, que estabelece normas mais complexas para o sorteio. O sistema inovador foi desenvolvido pela equipe do chefe de Divisão de Sistemas da Secretaria de Planejamento e Gestão de Sorocaba, Willian Finamore. Ele assegura que será possível verificar que não há vícios na programação a partir da análise do código-fonte do programa, que será disponibilizado. O sorteio eletrônico será transmitido simultaneamente pela internet, no site da Prefeitura.

Deborah Moreira
Imprensa SEESP
Com informações da Prefeitura e Sorocaba







Nem mesmo a chuva fina e intensa que caiu no domingo (25/5) desanimou a população de Sorocaba a acompanhar desde cedo o sorteio das primeiras não desanimou milhares de famílias cadastradas pela Prefeitura de Sorocaba para acompanharem de perto o primeiro sorteio das primeiras 464 moradias populares entregues do programa Nossa Casa, do município, no Estádio Municipal “Walter Ribeiro” (CIC). São 144 apartamentos no Residencial Bem Viver, no Cajuru, e 320 no Residencial Parque da Mata, no Jardim Maria Eugênia.


Foto: Alexandre Lombardi/Prefeitura de Sorocaba
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Sorteio de moradias populares precisou ser transferido para estádio municipal devido à grande procura



Embora o comparecimento ao estádio não fosse obrigatório, centenas de famílias inscritas lotaram as arquibancadas inferiores do CIC, em ambos os lados do gramado. O sorteio foi transmitido ao vivo pela internet, pelo site www.stv.net.br.

Por volta do meio dia, o casal Rodrigo Silva Gonçalves e Bianca Mariano de Castro, com a filha Ágata, de um ano e três meses, acompanhava o chamamento dos nomes. “Estou torcendo para que chegue a nossa vez, tenho muita fé em Deus que vamos conseguir”, disse o pai, que trabalha em uma transportadora. Eles moram em casa alugada no Jardim Guaíba e o pai conta que se cadastrou pela internet. Para despistar a fome na hora do almoço, dividiram um pastel enquanto olhavam atentos às tendas com a urna.

O “Bem Viver” e “Parque da Mata” serão os primeiros residenciais a serem entregues pelo programa Nossa Casa. Segundo a prefeitura, até 2016 estão previstas a conclusão 5.600 moradias, ultrapassando a meta inicial do Plano de Governo do prefeito Antonio Carlos Pannunzio, que previa 5 mil unidades habitacionais em quatro anos.

De acordo com o secretário da Habitação e Regularização Fundiária, Flaviano Agostinho de Lima, o sorteio seguiu as normas estabelecidas pela Portaria n.° 595-2013, do Ministério das Cidades, que obriga selecionar e priorizar os candidatos em grupos diferentes, incluindo idosos e pessoas com deficiência. Para cada um desses grupos, é feita nova hierarquização de zero a seis critérios.

“A mesma pessoa pode ser mãe de família, ter deficiência ou doença grave, e morar em Sorocaba há mais de três anos na condição de aluguel e em área de risco”, exemplifica.

Sendo assim, conforme o artigo 5.4 da referida, para cada um desses grupos, caso não sorteado, a pessoa tem o direito de constar nas demais urnas e por isso o nome aparece mais de uma vez. Entretanto, uma vez sorteada, a pessoa tem seu nome automaticamente bloqueado pelo sistema de validação nas demais urnas, tanto que, na lista on-line oficial não consta qualquer nome repetido.

“Com isso, a Prefeitura garante um processo democrático, altamente seguro e transparente. E é importante esclarecer que as pessoas não sorteadas, continuarão com seus nomes ativos para os próximos sorteios, pois ainda faltam sortear mais de cinco mil moradias”, explica Flaviano.

No dia 9 de maio, a Prefeitura publicou no Jornal Município de Sorocaba a lista com a primeira seleção dos candidatos que se enquadram no sorteio. Além do Governo Federal com o “Minha Casa Minha Vida”, por meio da Caixa Econômica Federal, o programa municipal Nossa Casa conta com o apoio do “Casa Paulista”, do Governo do Estado.

O sorteio

Os resultados estão publicado na internet, no site da prefeitura: sorocaba.sp.gov.br. O procedimento foi acompanhado no local por representantes da sociedade civil e autoridades, como OAB, Defensoria Pública, vereadores e Conselho Municipal de Habitação.


Após o sorteio, a Secretaria municipal de Habitação vai convocar as famílias sorteadas, por meio de publicação também no portal da prefeitura e no Jornal Município de Sorocaba, para apresentação de documentação e confirmação de dados. A data, local e horário serão definidos posteriormente.

“A mesma pessoa pode ser mãe de família, ter deficiência ou doença grave, e morar em Sorocaba há mais de três anos na condição de aluguel e em área de risco”, exemplifica.

Entre os nomes que compõem uma lista de aprovados no sorteio, o candidato que aparece na posição 1012° se destacou por ter preenchido o cadastro com o nome "Moro de Favor”. O "nome" do candidato chamou a atenção da moradora Ana Paula de Oliveira, que também concorria às moradias populares nos bairros Cajuru e Maria Eugênia. Ela procurou a imprensa local que noticiou o fato. Ao ser questionada, a prefeitura explicou que as informações dos candidatos, como nome e número de CPF, são inseridos por eles mesmos nos cadastros da pesquisa Nossa Casa e resguardados sob sigilo constitucional.

Por isso, mesmo nomes atípicos, ausência de sobrenome e erro de digitação permanecem na lista para que seja mantida a inviolabilidade do sistema, bem como o sigilo dos dados que só podem ser alterados pelos interessados com senha. No momento da realização do sorteio do “Moro de Favor”, a prefeitura informa que foram feitos esclarecimentos aos presentes no Estádio Municipal.

Imprensa SEESP
Com informações da prefeitura e agências






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