João Guilherme Vargas Netto
Todo dirigente e ativista sindical preocupado em completar, desde já, sua “cola” eleitoral sabe que a primeira indicação para voto é a confiança no candidato. Essa confiança decorre do tempo transcorrido e das experiências mútuas.
O candidato deve pertencer a um partido que, seguramente, defenda os interesses dos trabalhadores; além do mais, ele próprio deve merecer por sua atitude (buscando a reeleição ou a eleição) o endosso do dirigente. A escolha da chapa ideal precede idealmente a “cola” ainda passível de numeração.
Pelas regras eleitorais existem alguns obstáculos a serem superados e tropeços a serem evitados, pelos dirigentes e pelos ativistas – principalmente os associados e diretores que concorram a cargos eletivos –, de modo a não prejudicar a campanha nem prejudicar a si próprio.
A cada dois anos, quando há eleições, o Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) edita um folheto com todas as instruções para uma campanha efetiva, segura e correta.
Mas, em caso de dúvida, eu procuraria o conselho ou a orientação da presidente do Diap, Maria Rita, dos diretores Neurimberg e André Luiz e dos consultores Toninho do Diap e Zilmara Alencar. Estes são os meus caminhos de confiança.

João Guilherme Vargas Netto é consultor sindical






