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Pela primeira vez, as seis Centrais Sindicais reconhecidas oficialmente participaram juntas de reunião, em Brasília, com o ministro do Trabalho, Ronaldo Nogueira. O encontro ocorreu depois do mal estar causado por declarações do ministro na semana passada, que endossaram propostas de aumento da jornada de trabalho e retrocessos em direitos consagrados na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT). O encontro ocorreu na quarta-feira (14/9).


Foto: Facebook da Força Sindical
centrais e ministro do trabalho nogueiraRepresentantes das centrais se reúnem com atual ministro do Trabalho


O encontro foi uma iniciativa do ministro, que tentou amenizar o clima em torno das reformas anunciadas pelo agora consolidado governo de Michel Temer no âmbito trabalhista e da Previdência Social. Compareceram dirigentes da Central Única dos Trabalhadores, Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores, Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil, Central dos Sindicatos Brasileiros e Nova Central Sindical de Trabalhadores.

Segundo Ricardo Patah, presidente da UGT, a reunião foi positiva por ter reunido as seis Centrais, que se colocaram contra as reformas trabalhistas e previdenciárias que possam prejudicar os trabalhadores. “O fato de estarmos juntos, diante do ministro, falando sobre nosso posicionamento em relação a qualquer ataque contra os trabalhadores, fortalece a luta”, defende Patah.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), chamou a atenção para o fato de que o Ronaldo Nogueira desmentiu as notícias sobre aumento de jornada, por exemplo. “Como em outras ocasiões, o ministro se posicionou sensível à nossa causa, valoriza o trabalhador e se comprometeu a apoiar medidas que valorizem o emprego e o trabalho decente sem perdas de direitos”, afirma o forcista.

Por fim, ficou definida a criação de um fórum permanente de discussões trabalhistas, que fomente o diálogo e atue no sentido de que as decisões que envolvam os direitos dos trabalhadores não sejam tomadas de forma arbitrária.


Fonte: Agência Sindical




A reportagem da semana do JE na TV, programa televisivo do SEESP, exibido semanalmente na TV, em diversas emissoras, conta como está a situação dos trabalhadores da Usiminas, em Cubatão. Os sindicatos que representam os mais de dois mil funcionários reverteram o número de demissões, que ocorrem desde o início de 2016.

Murilo Pinheiro, na coluna No Ponto, fala da importância das Normas Regulamentadoras, como a NR 12, que institui condições para uso de máquinas e equipamentos com segurança. Na entrevista, o diretor do SEESP, José Manoel Teixeira, fala sobre outra NR, a 35, que regulamenta o uso de EPI em trabalho com altura acima de dois metros.


O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.

Assista também, abaixo, o programa desta semana na íntegra:







Comunicação SEESP





Os engenheiros do estado de São Paulo participaram da 73ª Semana Oficial da Engenharia e da Agronomia (Soea), ocorrida em Foz do Iguaçu (PR), entre os dias 29 de agosto a 1º de setembro, por meio de sua federação, a Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, destaca em sua coluna No Ponto, veiculada no JE na TV, o debate durante o evento sobre as mudanças necessárias para a Engenharia brasileira e para que o País volte ao caminho do desenvolvimento sustentável.

Pinheiro, também presidente da FNE, proferiu, na manhã de quinta (1º/9), a palestra magna “Engenharia Unida”. A mesa foi coordenada pelo presidente do Conselho Regional do Estado de Goiás (Crea-GO), Francisco Antônio Silva de Almeida.

"A engenharia unida é, sem duvida nenhuma, a nossa maior luta. É a luta da nossa federação dos nossos engenheiros, dos nossos sindicatos pode ser um fator preponderante para um caminho para o desenvolvimento e crescimento do País", diz o dirigente, frisando a importância da união da categoria.


Confira a íntegra do Podcast abaixo. Outros áudios estão disponíveis neste link.





Comunicação SEESP
Editado por Pedro Henrique Souza Santana




Levantamento preliminar do DIAP, com as candidaturas registradas no TSE, dá conta que 78 parlamentares — deputados e senadores — concorrem a eleição municipal de 2016, número abaixo da média histórica, que é de 89 nomes.

Dos que concorrem este ano, 76 são deputados federais, sendo 68 candidatos a prefeito e oito a vice-prefeito, e os dois senadores (Marta Suplicy, em São Paulo; e Marcelo Crivella, no Rio de Janeiro) concorrem ao cargo de prefeito.ANO

2016 2012 2008 2004 2000 1996 1992
Deputados 76 87 86 89 94 117 86
Senadores 2 5 3 4 4 4 2
Total 78 92 89 93 98 121 88
Fonte: DIAP

A redução do número de candidato, na avaliação do DIAP, decorre basicamente de três fatores: 1) o fim do financiamento empresarial de campanha; 2) o desgaste da imagem dos parlamentares em função das investigações da Operação Lava-Jato; e 3) a difícil situação financeira dos municípios.

Entre os deputados, os partidos com maior número de postulante são o PMDB, com 12, seguido do PT, com nove, e do PSDB, com oito candidatos. O PCdoB está na disputa com seis deputados, enquanto PSB, PTB, PRB e PR, com cinco cada. O PSOL tem quatro candidatos e DEM e PSD, três. PP, PPS, SD, PDT e REDE com dois e PSC, PTdoB, PROS e PHS com apenas um candidato cada.

Por região
Por região registra-se que cerca de metade (39) das candidaturas se concentra na região sudeste, seguida pela região nordeste (24), norte (6), sul (6) e centro-oeste (3).

Capitais
As prefeituras do Rio de Janeiro e de Belo Horizonte são as mais disputadas, sendo cinco congressistas concorrentes em cada. No Rio de Janeiro disputam o senador Marcelo Crivella (PRB) e os deputados Pedro Paulo (PMDB), Jandira Feghali (PCdoB), Alessandro Molon (REDE), e Índio da Costa (PSD); o deputado Hugo Leal (PSB) é candidato a vice da chapa deste último. Por sua vez, concorrem em Belo Horizonte os deputados Rodrigo Pacheco (PMDB), Reginaldo Lopes (PT), Eros Biondini (PROS), Marcelo Álvaro Antônio (PR) e Luis Tibé (PTdoB). A deputada Jô Moraes (PCdoB) é a candidata a vice-prefeita na chapa de Reginaldo Lopes.

Já a paulistana é disputada por quatro parlamentares: a senadora Marta Suplicy (PMDB) e os deputados Major Olímpio (SD), Luiza Erundina (PSOL) e Celso Russomano (PRB). Além disso, concorrem à vice-prefeitura de São Paulo os deputados Ivan Valente (PSOL), na chapa da deputada Erundina, e Bruno Covas (PSDB), na chapa de João Dória Jr. (PSDB). Em Maceió também se enfrentam quatro parlamentares: Givaldo Carimbão (PHS), Paulão (PT), Cícero Almeida (PMDB) e JHC (PSB).

Em Belém, dois deputados disputam: Éder Mauro, pelo PSD, e Edmilson Rodrigues, pelo PSOL. Em Fortaleza, a disputa conta com a participação dos deputados Ronaldo Martins (PRB) e Luizianne Lins (PT), sendo que o deputado Moroni Torgan (DEM) é candidato a vice na chapa de Roberto Cláudio (PDT). De maneira semelhante, na capital amazonense concorrem os deputados Silas Câmara (PRB) e Hissa Abrahão (PDT), sendo que o deputado Marcos Rotta (PMDB) é candidato a vice na chapa de Arthur Virgílio Neto (PSDB).

Em outras sete capitais haverá candidatura de um deputado. Em Porto Alegre concorre Nelson Marquezan Jr. (PSDB); em Salvador, a deputada Alice Portugal (PCdoB); em Vitória, Lelo Coimbra (PMDB); em São Luis, Eliziane Gama (PPS); em Recife, Daniel Coelho (PSDB); em Goiânia, delegado Waldir (PR); e em Boa Vista, Abel Mesquita (DEM).

Em João Pessoa, por sua vez, nenhum deputado pleiteia a vaga de prefeito, todavia, os deputados Manoel Junior (PMDB) e Wilson Filho (PTB) disputam pela vaga de vice-prefeito; o peemedebista na chapa de Luciano Cartaxo (PSD) e Cida Ramos (PSB).
utado ou Senador

 Deputado ou senador Região Parlamentar Partido UF Município
Deputado Nordeste Paulão PT AL Maceió
Deputado Nordeste JHC PSB AL Maceió
Deputado Nordeste Givaldo Carimbão PHS AL Maceió
Deputado Nordeste Cícero Almeida PMDB AL Maceió
Deputado Nordeste Marcos Rotta - vice na chapa de Arthur Virgílio Neto (PSDB) PMDB AM Manaus
Deputado Norte Hissa Abrahão PDT AM Manaus
Deputado Norte Silas Câmara PRB AM Manaus
Deputado Norte Professora Marcivânia PCDOB AP Santana
Deputado Nordeste Luiz Caetano PT BA Camaçari
Deputado Nordeste Moema Gramacho PT BA Lauro de Freitas
Deputado Nordeste Bebeto PSB BA Ilhéus
Deputado Nordeste Alice Portugal PCDOB BA Salvador
Deputado Nordeste Luizianne Lins PT CE Fortaleza
Deputado Nordeste Arnon Bezerra PTB CE Juazeiro do Norte
Deputado Nordeste Ronaldo Martins PRB CE Fortaleza
Deputado Nordeste Moroni Torgan - vice na chapa de Roberto Cláudio (PDT) DEM CE Fortaleza
Deputado Sudeste Max Filho PSDB ES Vila Velha
Deputado Sudeste Lelo Coimbra PMDB ES Vitória
Deputado Sudeste Givaldo Vieira PT ES Serra
Deputado Sudeste Sergio Vidigal PDT ES Serra
Deputado Centro-Oeste Delegado Waldir PR GO Goiânia
Deputado Centro-Oeste Heuler Cruvinel PSD GO Rio Verde
Deputado Nordeste Ildon Marques PSB MA Imperatriz
Deputado Nordeste Eliziane Gama PPS MA São Luis
Deputado Sudeste Rodrigo Pacheco PMDB MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Margarida Salomão PT MG Juiz de Fora
Deputado Sudeste Reginaldo Lopes PT MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Jô Morais - vice na chapa de Reginaldo Lopes (PT) PCDOB MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Eros Biondini PROS MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Marcelo Álvaro Antônio PR MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Luis Tibé PTdoB MG Belo Horizonte
Deputado Sudeste Odelmo Leão PP MG Uberlândia
Deputado Centro-Oeste Geraldo Resende PSDB MS Dourados
Deputado Norte Edmilson Rodrigues PSOL PA Belém
Deputado Norte Éder Mauro PSD PA Belém
Deputado Nordeste Manoel Junior - vice na chapa de Luciano Cartaxo (PSD) PMDB PB João Pessoa
Deputado Nordeste Veneziano Vital do Rego PMDB PB Campina Grande
Deputado Nordeste Wilson Filho - vice na chapa de Cida Ramos (PSB) PTB PB João Pessoa
Deputado Nordeste Betinho Gomes PSDB PE Cabo de Santo Agostinho
Deputado Nordeste Daniel Coelho PSDB PE Recife
Deputado Nordeste Adalberto Cavalcanti PTB PE Petrolina
Deputado Nordeste Luciana Santos PCDOB PE Olinda
Deputado Nordeste Anderson Ferreira PR PE Jaboatão dos Guararapes
Deputado Sul Marcelo Belinati PP PR Londrina
Deputado Sul Aliel Machado REDE PR Ponta Grossa
Deputado Sudeste Fernando Jordão PMDB RJ Angra dos Reis
Deputado Sudeste Marquinho Mendes PMDB RJ Cabo Frio
Deputado Sudeste Pedro Paulo PMDB RJ Rio de Janeiro
Deputado Sudeste Washington Reis PMDB RJ Duque de Caxias
Deputado Sudeste Hugo Leal - vice na chapa de Índio da Costa (PSD) PSB RJ Rio de Janeiro
Deputado Sudeste Aureo SD RJ Duque de Caxias
Deputado Sudeste Glauber Braga PSOL RJ Nova Friburgo
Deputado Sudeste Jandira Feghali PCDOB RJ Rio de Janeiro
Deputado Sudeste Alessandro Molon REDE RJ Rio de Janeiro
Senador Sudeste Marcelo Crivella PRB RJ Rio de Janeiro
Deputado Sudeste Rosangela Gomes PRB RJ Nova Iguaçu
Deputado Sudeste Alexandre Vale PR RJ Itaguaí
Deputado Sudeste Dr. João PR RJ São João do Meriti
Deputado Sudeste Índio da Costa PSD RJ Rio de Janeiro
Deputado Norte Abel Mesquita DEM RR Boa Vista
Deputado Sul Nelson Marquezan Júnior PSDB RS Porto Alegre
Deputado Sul Pepe Vargas PT RS Caxias do Sul
Deputado Sudeste Luiz Carlos Busato PTB RS Canoas
Deputado Sudeste Sérgio Moraes PTB RS Santa Cruz do Sul
Deputado Sul Marco Tebaldi PSDB SC Joinville
Deputado Sul Angelo Albino PCDOB SC Florianópolis
Deputado Nordeste Valadares Filho PSB SE Aracaju
Deputado Sudeste Bruno Covas - vice na chapa de João Dória (PSDB) PSDB SP São Paulo
Deputado Sudeste Duarte Nogueira PSDB SP Ribeirão Preto
Senador Sudeste Marta Suplicy PMDB SP São Paulo
Deputado Sudeste Edinho Araújo PMDB SP São José do Rio Preto
Deputado Sudeste Valmir Prascidelli PT SP Osasco
Deputado Sudeste Major Olimpio SD SP São Paulo
Deputado Sudeste Alex Manente PPS SP São Bernardo do Campo
Deputado Sudeste Luiza Erundina PSOL SP São Paulo
Deputado Sudeste Ivan Valente - vice na chapa de Erundina (PSOL) PSOL SP São Paulo
Deputado Sudeste Celso Russomanno PRB SP São Paulo
Deputado Sudeste Eli Correa Filho DEM SP Guarulhos


Fonte: Diap





As plantações na grande imprensa levam a crer que o Governo vai adiar, para depois das eleições municipais, o envio para o Congresso Nacional de suas propostas de reforma previdenciária.

O Governo temer o desgaste eleitoral é uma das formas de estelionato também eleitoral, passem o trocadilho e a redundância. O que não vai passar é o atropelamento das discussões com as centrais sindicais e com os aposentados, forçados a engolir o pacote, o que não farão.

Com esse adiamento volta a ocupar o destaque no pódio (os tempos são de Olimpíadas e Parolimpíadas!) a lei da terceirização aprovada em abril de 2015 na Câmara e que está até agora para ser discutida e votada no Senado.

Como recordaremos todos, o texto-base da Câmara dos Deputados foi aprovado a toque de caixa (duplo sentido) sob a batuta do maestro Eduardo Cunha que distribuiu milhões de agrados (muito bem-vindos de um “pool” de empresas) aos deputados suscetíveis de acompanhar a sinfonia e entubar as notas. Foram 324 votos a favor, 137 contra e duas abstenções. Os destaques aprovados pioraram a versão que foi ao final enviada para o Senado.

Mas a mercadoria prometida pelo então presidente da Câmara não pôde ser entregue aos beneficiários finais, já que sua “insegurança jurídica” (para os 45 milhões de trabalhadores formais, 10 milhões de informais e seis milhões de domésticos, descontados os 12 milhões já terceirizados) alarmou a maioria que protestou de maneira veemente, embotando a cunha e fazendo alguns que apoiavam mudarem de posição.

O movimento sindical deve se preparar para enfrentar este desafio recuperando os termos do conflito até agora.

Dois materiais publicados podem ajudar nessa tarefa: o encarte especial do Boletim do Diap, de julho/agosto de 2016, sobre o que está em debate no Judiciário, no Executivo e no Parlamento sobre a terceirização e a revista Valor Setorial, de agosto de 2016, também sobre a terceirização, cuja pauta jornalística é bem trabalhada, descontado o esforço publicitário referente às experiências empresariais e aos desejos dos empresários.


João Guilherme Vargas Neto, consultor sindical e membro do corpo técnico do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.






O JE na TV desta semana traz um assunto que vem causando muitos debates: a obrigatoriedade sobre o uso de farol baixo nas estradas, durante o dia. A lei 13.290, que passou a valer em 8 de julho, foi suspensa pela Justiça Federal na sexta-feira (2/9). A suspensão da cobrança de multa para motoristas que andarem nas rodovias de todo o país com farol desligado será mantida até que as estradas estejam sinalizadas.

Na entrevista, o desembargador Wilson Fernandes, presidente eleito recentemente para o biênio 2016-2018 no Tribunal Regional do Trabalho de S. Paulo - TRT 2ª Região - fala sobre o andamento dos processos e qual sua expectativa e planos para a gestão.

Na coluna No Ponto, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, comenta a Semana Oficial de Engenharia e Agronomia (Soea), organizada pelo Confea, que ocorreu entre os dias 29 de agosto e 1º de setembro, em Foz do Iguaçu (PR).

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Assista a íntegra do programa, abaixo:







Comunicação SEESP

Bancários de todo o País decidiram iniciar, a partir de terça-feira (6/9), greve por tempo indeterminado. A categoria rejeitou a proposta de 6,5% de reajuste salarial, mais abono de R$ 3.000,00, apresentada pela Federação Nacional dos Bancos. Os trabalhadores também reclamam da falta de proteção aos empregos, perdas na PLR e nos vales-alimentação/refeição e cobram melhores condições de trabalho.


Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil
greve bancarios 600 larg



O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito (Contec), Lourenço Prado, disse que a proposta dos banqueiros é uma afronta. “Diante da manutenção da contraproposta patronal e da inflexibilidade dos bancos, não nos resta outro caminho que não seja a greve", afirma.

Ele também rechaça o que chama de artimanha do abono salarial. “Nós já sofremos com o impacto da inflação. O abono não é incorporado ao salário, e ainda é descontado no imposto de renda e INSS. Que negociação é essa que só dá vantagem a um lado?”, questiona Lourenço.

A presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Juvandia Moreira Leite, denuncia que os bancos seguem demitindo e se negam a negociar proteção ao emprego. “A categoria vem sofrendo, constantemente, com as demissões. Só neste ano, já são mais de sete mil trabalhadores demitidos e os bancos sequer se disponibilizam a negociar medidas que revertam essa situação. Diante deste cenário, a paralisação é justa e necessária”, defende.

A proposta da Fenaban ao Comando Nacional dos Bancários prevê reajuste salarial de 6,5% que representa perda real de 2,8% (inflação de 9,57%) e significaria, em um ano, redução de R$ 436,39 nos vales-alimentação/refeição, se levada em conta a inflação projetada.

Nova assembleia
Se até esta segunda (5) a Federação dos Bancos não fizer contraproposta, já está marcada nova assembleia organizativa de greve. Em São Paulo, ela será realizada a partir das 19 horas, na Quadra dos Bancários (rua Tabatinguera, 192, Sé).


Fonte: Agência Sindical







Na mesma data em que Michel Temer tomou posse na Presidência da República, quarta-feira (31/8), os ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, e do Planejamento, Dyogo de Oliveira, entregaram ao Congresso Nacional o Projeto de Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2017. O Projeto de Lei do Congresso Nacional (PLN) 18/2016, limita as despesas primárias da União em 2017 (gastos deste ano, com restos a pagar, corrigidos pela inflação oficial — IPCA), prevista na Proposta de Emenda à Constituição do Novo Regime Fiscal (PEC 241/2016), em tramitação na Comissão Especial na Câmara dos Deputados e com relatoria a cargo do deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS). Economistas alertam para redução dos investimentos em Saúde e Educação, uma vez que a PEC 241 estabelece novo regime fiscal no país, acabando com as vinculações constitucionais de investimento nesses setores.



Foto: divulgação
Congresso Nacional 600



A PEC congela os gastos públicos por 20 anos, período em que o dinheiro economizado será canalizado para o pagamento da dívida pública, que atualmente consome quase metade do orçamento do país.

Para o economista Eduardo Fagnani, da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), o que está por trás da PEC 241 é a implementação do Estado mínimo liberal no Brasil. “Queriam fazer isso nos anos 1980. O Chile fez isso, a Argentina também. Vários países fizeram. Não conseguiram fazer aqui no Brasil nos anos 1980. Tentaram nos anos 1990, e avançaram bastante”, diz. “Trata-se da manifestação da luta de classes no país. É uma disputa pelo orçamento público. As classes de mais alta renda estão dizendo o seguinte: ‘Nós vamos reaver os recursos que vocês nos surrupiaram com a Constituição de 1988 e outras medidas sociais. Queremos de volta essa grana. Isso não estava no script’”.

O governo se defende afirmando que "em relação à educação e à saúde, foram mantidas as regras atuais" que respeitam o que prevê a Constituição atualmente. A proposta foi recebida pelo 1º vice-presidente do Senado, Jorge Viana (PT-AC), que prometeu atenção especial na discussão e aprovação do projeto.

“Agora devemos ter uma ação muito intensa na apreciação da proposta que chega do governo. Obviamente a crise econômica e o confronto político vão se refletir no debate sobre o Orçamento, mas este é um momento institucional”.

Ainda de acordo com o governo, a proposição da LOA elevará, em 2017, o salário mínimo de R$ 880 para R$ 945,80, prevê inflação de 4,8%, projeta o crescimento da economia, ou seja, do Produto Interno Bruto (PIB) de 1,6%, e estabelece déficit nas contas públicas de R$ 143,1 bilhões. Estabelece, ainda, que as despesas primárias da União no próximo ano serão limitadas ao total dos gastos de 2016, corrigidos pela inflação oficial.

A LOA de 2017 também deve seguir a limitação orçamentária do déficit fiscal de R$ 139 bilhões como meta do governo federal para o próximo ano. O valor está previsto na proposta de Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) para 2017, com texto-base aprovado pelo Congresso na madrugada do dia 24 de agosto.

O ministro da Fazenda do governo Temer criticou o aumento das despesas públicas - com crescimento acima da inflação. Ele garante que em 2016 o crescimento acima da inflação será zero. “É uma medida extremamente importante e rigorosamente de acordo com a nossa PEC” disse na coletiva da primeira reunião ministerial.

Já o relator da proposta orçamentária, senador Eduardo Braga (PMDB-AM), fala em trabalhar em conjunto para apresentar um "orçamento realista ao país". A expectativa é que a matéria seja levada à plenário após as eleições municipais. Para entrar em vigor em 2017, a PEC precisa ser aprovada e sancionada ainda este ano. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), já avisou que a proposta é uma das prioridades no semestre.

Com Agência Câmara, Rede Brasil Atual e Diap





Em sua coluna semanal No Ponto, exibida originalmente no programa televisivo produzido pela Comunicação SEESP, Murilo Pinheiro destaca a graduação em Engenharia de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), que neste semestre iniciou sua terceira turma. "É a primeira a oferecer esse curso no Brasil e já tem se destacado pela excelência no ensino e pelo avançado projeto pedagógico", ressalta Pinheiro.


O presidente do SEESP, que é a instituição mantenedora do Isitec, lembra que o método inovador tem atraído estudantes de diversas regiões do País. "Em período integral, o curso tem uma proposta de aprendizagem que valoriza a criatividade e o domínio do conhecimento ao invés da antiga decoreba de fórmulas e conceitos", completa o dirigente sindical, que lembra que o Isitec é uma contribuição do sindicato para a engenharia e a sociedade. Confira abaixo o Podcast Jornal do Engenheiro que reproduz na íntegra a fala de Murilo Pinheiro. Este e outros podcast estão disponíveis aqui.







Edição de Pedro Henrique Souza Santana
Comunicação SEESP





No final de 2015, Mark Zuckerberg, criador do Facebook, fez publicamente algumas promessas que ele esperava cumprir em 2016. Uma delas era criar uma inteligência artificial (IA) semelhante ao J.A.R.V.I.S. - do Homem de Ferro. E tudo indica que o jovem está pronto para mostrar uma versão funcional desse sistema. Ao falar com estudantes na segunda-feira (29/8), em um evento nos escritórios do Facebook em Roma, na Itália, Zuck deu detalhes de como está o andamento do projeto. "[O sistema] começou a me deixar fazer coisas realmente divertidas, e estou pesando em como vou apresentá-lo ao mundo", disse.


Imagem: Homem de Ferro / divulgação
homem de ferro divulgacao


Ele adiantou que espera revelar uma versão demo do mecanismo nas próximas semanas, mas não sabe como ou onde isso será demonstrado. As tais "coisas divertidas" citadas por Zuckerberg ainda não se comparam aos complexos efeitos especiais do assistente de Tony Stark nos cinemas, que interpreta o Homem de Ferro no cinema. Contudo, muitos avanços foram feitos, entre eles a possibilidade da IA reconhecer o rosto dele e de sua esposa, Priscilla Chan, para que ambos consigam entrar na própria casa.

Falando em engenheiros, o CEO da maior rede social do mundo parabenizou os profissionais que o têm ajudado no projeto de inteligência artificial, e disse que sem eles não seria possível trazer esse conceito para a realidade. "É incrível porque eu posso interagir com todos os engenheiros do Facebook e eles estão fazendo coisas realmente incríveis, que fazem a IA trabalhar com reconhecimento de voz e de rostos", afirmou.

Em julho deste ano, Zuckerberg compartilhou que o sistema, que ainda não tem um nome oficial, já era capaz de fazer torradas por conta própria. Segundo o executivo, o mecanismo ativa a torradeira próximo ao horário em que Zuck se levanta, de acordo com uma agenda pré-programada. Resta aguardar ao longo do próximo mês para saber o quanto avançou a IA desenvolvida pelo criador do Facebook. Saiba mais sobre inteligência artificial na página 4 do Jornal do Engenheiro, edição de março deste ano.


Com informações do CanalTech







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