Uma greve por mais segurança pública e contra a privatização de um hospital de Caiena, capital da Guiana Francesa, provocou o fechamento da estrada que leva ao Centro Espacial da Guiana, na cidade de Kourou, de onde o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações (SGDC), do Brasil, será lançado ao espaço. A mobilização dos trabalhadores no país vizinho fez com que a empresa Arianespace, responsável pelo lançamento do foguete, adiasse já duas vezes seu lançamento.
De acordo com agências internacionais, diversas categorias aderiram ao movimento grevista, como os caminhoneiros. No começo da manhã de terça, (21) não havia motorista para o transporte do grande foguete dos laboratórios da Ariane, dentro do centro espacial, até a plataforma, e, por isso, não havia nova data prevista para a operação, que precisa ser preparada com 24 horas de antecedência.
Kourou tem cerca de 20 mil habitantes e fica no litoral da Guiana Francesa, a uma hora de carro de Caiena.
Será o primeiro satélite geo-estacionário integralmente controlado por empresas estatais brasileiras. Adquirido pela Telebrás, o equipamento será utilizado para comunicações estratégicas do governo - pelo Ministério da Defesa - e para ampliar a oferta de banda larga. O equipamento foi construído em conjunto com técnicos do Brasil, o que configurou em transferência de tecnologia para o País.
Com agências
(publicado por Deborah Moreira)
O lançamento do Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) ao espaço foi remarcado para amanhã, quarta-feira (22/3). De acordo com nota divulgada pela Telebras, uma greve geral organizada pelo movimento sindical e social da Guiana Francesa mobiliza milhares de trabalhadores na cidade de Kourou, onde fica a estação espacial. A janela para que o satélite brasileiro seja enviado ao espaço fica aberta entre 17h31 e 20h20, no horário de Brasília. Inicialmente prevista para esta terça-feira (21), a operação envolve dezenas de técnicos e autoridades brasileiras, que estão no país vizinho.
Foto: Divulgação
O SGDC é o primeiro satélite geoestacionário brasileiro de uso civil e militar e que será 100% controlado por estatais brasileiras. Adquirido pela Telebras, o equipamento tem uma banda Ka, que será utilizada para comunicações estratégicas do governo e para ampliar a oferta de banda larga no País, especialmente nas áreas remotas, e uma banda X, que corresponde a 30% da capacidade do satélite, de uso exclusivo das Forças Armadas.
Com 5,8 toneladas e cinco metros de altura, o satélite ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro e o Oceano Atlântico. A capacidade de operação do SGDC é entre 15 e 18 anos.
Além de assegurar a independência e a soberania das comunicações de defesa, além de levar internet banda larga para regiões mais distantes do Brasil, o acordo de construção do satélite envolveu amplo processo de absorção e transferência de tecnologia. De acordo com a Telebras, mais de 100 profissionais brasileiros foram enviados às instalações da Thales Alenia Space, empresa responsável pela construção do equipamento, em Cannes e Toulouse, na França. São especialistas da Agência Espacial Brasileira (AEB) e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entidades vinculadas ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), além das empresas Visiona e Telebras.
Publicado por Deborah Moreira
Com informações da Telebras e MCTI
Após as grandes manifestações do Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, lideranças das centrais sindicais se reuniram na última quinta-feira (16/3), em São Paulo, para fazer um balanço das atividades e definir uma agenda para esta semana. A ação dos dirigentes continua, depois da sinalização de que o Projeto de Lei 4.302/98, que trata da terceirização, pode ser colocado em votação nesta terça-feira (21/3), na Câmara dos Deputados.
O encontro teve a participação de representantes da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral dos Trabalhadores (UGT), Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Nova Central, Central Sindical e Popular (CSP-Conlutas) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). A avaliação dos atos ocorridos no País foi positiva, e todos concordaram que houve um salto de qualidade na luta contra as reformas. “Foi uma manifestação importante, forte, que terá peso frente aos ataques que estamos sofrendo”, disse à Agência Sindical o diretor técnico do Dieese, Clemente Ganz Lúcio.
Agenda
Nesta segunda (20), haverá reunião com o ministro Ronaldo Nogueira (Trabalho) para tratar da reforma trabalhista; na terça (21), com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ). Na pauta, o PL da terceirização.
Na quinta (23), as centrais voltam a se reunir, em São Paulo, a fim de definir uma agenda de ações para o mês de abril.
Publicado por Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Fonte: Agência Sindical
Será lançado nesta semana o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC) do Brasil, o primeiro do País a ser administrado integralmente por empresas estatais brasileiras. Fruto de uma parceria entre os ministérios de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) e da Defesa, com investimentos no valor de R$ 2,1 bilhões, ficará em operação por aproximadamente 15 anos. O lançamento será feito no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa, onde o equipamento está desde o dia 14 de fevereiro.
Foto: DivulgaçãoTransporte do satélite geoestacionário para a Guiana Francesa.
O satélite SGDC tem como objetivo prover, como parte do Plano Nacional de Banda Larga, cobertura de serviços de internet às regiões mais remotas do País, promovendo a inclusão digital, além de reforçar e garantir a segurança e a independência nas comunicações estratégicas do governo brasileiro, via Ministério da Defesa, que também o utilizará. Até então, esse tráfego de informações ocorre por meio de satélites de empresas de capital estrangeiro. O equipamento vai operar nas bandas X e Ka. A primeira é uma faixa de frequência destinada ao uso militar e corresponde a 30% da capacidade total. Já a outra representa 70% e será usada para ampliar a oferta de banda larga pela Telecomunicações Brasileiras S.A. (Telebras).
De acordo com informações dessa companhia, a tecnologia utilizada é francesa. Não obstante, mais de 100 brasileiros participaram da construção do SGDC, desde sua concepção em 2013, no país europeu. Entre eles, técnicos e engenheiros da Agência Espacial Brasileira (AEB), do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), da Telebras e da Visiona, joint-venture entre a Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) e a Telebras voltada para a integração de sistemas espaciais. Isso configurou transferência de tecnologia importante na fabricação desse tipo de instrumento de comunicação e segurança, o que proporcionará, futuramente, a entrada do Brasil nesse mercado mundial.
Os satélites geoestacionários recebem esse nome por serem colocados em uma órbita circular em torno da Terra. Dessa forma, sua velocidade de rotação é a mesma do planeta, o que, para um observador, dá a impressão de que eles estão parados (estacionados) em um determinado local no céu.
O ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, falou, em um evento na quarta-feira (15/3), da importância do lançamento. Ele garantiu que a prioridade do equipamento é o "campo social", levando banda larga de qualidade aos equipamentos de saúde e educação e também para as regiões menos favorecidas. A afirmação foi feita após ter sido questionado sobre qual modelo de negócio será adotado no uso do satélite pela iniciativa privada, apresentado pela Telebras. De acordo com seu presidente, Antônio Loss, "o satélite permitirá a cobertura de forma igual em todo o território brasileiro, sem exceção, com internet de até 20 megas", disse.
Confira como será o funcionamento do SGDC:
https://www.youtube.com/watch?v=LYL5LPjAUwY
Publicado por Deborah Moreira
com informações do MCTIC, Telebras
(matéria atualizada às 16h16 em 20/3/2017)
Está em cartaz na Ocupação Aqualtune, em Pinheiros, zona oeste, capital paulista, até 2 de abril, a peça "Cantos de refúgio", do grupo paulistano Coletivo de Galochas. Pensada para o público infantil, tem atraído pessoas de todas as idades. Além do espetáculo, é possível experimentar a culinária regional palestina, feita por um grupo de refugiados que mora no local.
A montagem aborda a situação de refugiados sírios-palestinos que chegam ao Brasil e conta a história dos irmãos gêmeos Leila e Jamal, que passam a infância entre os escombros da guerra e a esperança de estabelecer uma nova casa. Por conta das dificuldades, a família envia um dos irmãos para tentar a vida em outro país. Com a intensificação da guerra, Leila inicia uma jornada atrás de seu irmão. O universo onde a história se desenrola, embora atravessado pela destruição, é um ambiente mágico e alegórico, recheado de música, canto, dança e criaturas fantásticas, inspirados nas ricas tradição e cultura palestinas. Para contar a história, o grupo utiliza recursos de sombra, projeções e teatro de animação.
Após a apresentação, está sendo realizado no espaço um ciclo de aulas públicas, sempre aos sábados, às 19h. Mais informações e confirmação de presença no evento público em uma rede social aqui.
Serviço:
Temporada: Sábados e domingos, 16h. De 11 de março a 2 de abril de 2017
Endereço: Ocupação Aqualtune – Rua Butantã, 233, Pinheiros, São Paulo – SP (entrada na rua sem saída ao lado)
Duração: 70 minutos
Lotação: 50 lugares
Classificação: Livre
Gratuito
Comunicação SEESP
É justo o que você paga de imposto? O economista Airton dos Santos, coordenador adjunto do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), conversa com o apresentador do JE na TV, Fábio Pereira, sobre a tabela do Imposto de Renda e a tributação no País. O movimento sindical denuncia que há distorções na tabela, que precisa de correção de mais de 80%.
Na reportagem, a expansão do uso de drones no Brasil e na seção No Ponto, Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, ressalta a luta dos trabalhadores contra a reforma da Previdência, conclamando: "Nenhum direito a menos!"
Tudo isso e muito mais você confere na exibição do programa do sindicato, que vai ao ar às segundas-feiras, na capital paulista, pela TV Aberta SP, às 19h30, nos canais 9 (NET), 8 (Fibra 8) e 186 (Vivo TV). Ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE é transmitido também para 50 cidades de todo o Estado em dias e horários diversos. Confira a grade aqui.
Assista a íntegra da edição desta semana abaixo:
https://www.youtube.com/watch?v=WNtWUvi_UpI&feature=youtu.be
Comunicação SEESP
"População aplaude metroviários em greve no Jabaquara". A chamada é de uma reportagem que repercutiu nas redes sociais o fato presenciado pela repórter Barbara Ferreira Santos, da Revista Exame, nesta quarta-feira (15/3). No início da manhã, usuários da Linha Azul do Metrô, que tentavam entrar na estação do Jabaquara, foram surpreendidos com as explicações dos metroviários, de que a paralisação é para defender os direitos dos trabalhadores. Após escutarem as explicações, em tom de discurso, os presentes aplaudiram os funcionários.
Reportagem da Exame conta o fato presenciado por repórter e ganha destaque nas redes sociais.
A paralisação dos metroviários já havia sido informada dias antes, indicando a adesão da categoria à mobilização de hoje (15), Dia Nacional de Mobilização e Paralisação, convocado pelas centrais sindicais, federações, sindicatos e movimentos sociais.
“A gente não quer prejudicar a população, mas quer defender os direitos dos trabalhadores”, afirmou o operador de trem da linha 1-azul, Altino de Melo, sendo aplaudido logo em seguida.
Diversas pessoas se manifestaram no Twitter, postando a matéria e demonstrando solidariedade aos trabalhadores. A mobilização foi um dos assuntos mais comentados do dia no microblog - com as tags #GreveGeral #QueroMeAposentar e #ReformaDaPrevidência.
No Facebook, diversas páginas e perfis chamavam para as mobilizações nas ruas contra a reforma da Previdência Social. Na página do Sindicato dos Metroviários, muitas manifestações de apoio.
Funcionamento
Ao contrário do que os metroviários anunciaram, de que paralisariam todas as atividades durante 24 horas, alguns trechos estavam sendo operados por supervisores, que têm "treinamento precário". "O governo de São Paulo, numa atitude irresponsável, opera pequenos trechos do Metrô com supervisores que têm treinamento precário, colocando em risco a população. Os metroviários, que garantem no dia a dia o funcionamento do sistema de maneira segura, repudiam essa prática", diz um trecho do comunicado do sindicato.
Comunicação SEESP
Com informações da Revista Exame e redes sociais
A Delegacia Sindical do SEESP em Bauru realiza no dia 22 próximo, juntamente com a Prefeitura e entidades da região, o Encontro Estadual sobre Licenciamento da Construção, que deverá servir como apoio para viabilizar a revisão do Código de Obras do município, em vigor há mais de 30 anos. A atividade será na Associação dos Engenheiros, Arquitetos e Agrônomos (Assenag), localizada na Rua Fuas de Mattos Sabino, 1-15, no Jardim América.
Além do SEESP e da Assenag, realizam o evento: Secretaria Municipal de Planejamento, Associação Paulista de Municípios (APM), Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-SP) e Sindicato da Habitação (Secovi).
Durante o encontro, que tem como público-alvo secretários municipais responsáveis pelo licenciamento de edificações, servidores públicos (licenciadores), projetistas e construtores, serão apresentadas iniciativas bem-sucedidas no licenciamento de obras e as inovações dos municípios brasileiros sobre o assunto. A atividade também busca discutir as dificuldades enfrentadas na aprovação de um empreendimento, buscando soluções para agilizar processos.
As inscrições devem ser feitas no site da Prefeitura até terça-feira (21), no qual está disponível a programação completa.
Comunicação SEESP
Com agências
O Supremo Tribunal Federal (STF) julgou e encerrou uma ação na Justiça que tramitava desde 2011, do engenheiro Isaac Amaral Alves contra a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) de reintegração no emprego, danos morais e outros direitos trabalhistas. O profissional morreu em 2012, em um acidente de carro, mas seus herdeiros, viúva e dois filhos obtiveram êxito na ação. Por unanimidade, o STF negou apelação da empresa e manteve a decisão de primeira instância, que condena a Cesp ao pagamento de indenização.
Isaac Alves foi demitido em 29 de julho de 2011, na gestão do presidente da empresa Mauro Arce. Foi quando procurou a Delegacia Sindical do SEESP em Presidente Prudente e iniciou uma luta para voltar à empresa. Tragicamente, numa das viagens que fez para conversar com seu advogado, sofreu um acidente na SP-613, em 17 de fevereiro de 2012. Três meses depois de hospitalizado na Santa Casa de Presidente Prudente, acabou não resistindo e faleceu.
Itamar Rodrigues, vice-presidente da regional do SEESP, que acompanhou o processo, ressalta: “Chegou ao fim um dos processos mais danosos e morosos entre engenheiros e Cesp. E estávamos certos desde o início. O STF, que foi uma ‘quarta instância’, confirmou a decisão dada na primeira instância e mantida nas demais. Se o engenheiro estivesse vivo, ele seria reintegrado ao seu posto, que é o que ele queria.”
No Supremo, a corte seguiu o voto da relatora do processo, a ministra Cármen Lúcia, presidente do STF.
Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Milhares de trabalhadores já estão a postos para a grande mobilização marcada para quarta-feira (15), convocada pelas centrais e frentes formadas por diversas entidades sindicais e sociais, em todo o País, contra as reformas trabalhista, previdenciária e do ensino médio. Uma lista inicial com as capitais e seus respectivos locais de concentração foi divulgada. Além dos atos de protesto, muitos cruzarão os braços.
Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
Sob o mote “Nenhum direito a menos”, categorias inteiras como metalúrgicos e portuários paralisarão suas atividades por um período de 24 horas. Outras, como professores, deflagrarão uma greve geral, por tempo indeterminado. Na pauta de reivindicações dos docentes estão a manutenção da aposentadoria especial, a não equiparação da idade mínima entre homens e mulheres – já que mais de 80% do professorado é formado por mulheres –, e repúdio à reforma do ensino médio imposta por meio de medida provisória, sem debater com trabalhadores e estudantes.
Os motoristas e cobradores de ônibus de algumas cidades farão paralisações ao longo do dia. Em São Paulo, não haverá circulação desse tipo de transporte da 0h às 8h. Os metroviários da capital paulista decidiram uma greve de 24 horas. Outras categorias que prestam serviços públicos devem parar, como eletricitários, servidores da Sabesp, dos Correios e do Judiciário, que também realizaram assembleia no 8 de março e decidiram aderir à paralisação de 24 horas.
Organização
Representantes de centenas de organizações sociais, sindicais, estudantis e partidárias vêm realizando uma série de encontros para organizar as manifestações e reiterar a convocatória para toda a classe trabalhadora brasileira a se engajar na luta.
Em nota de convocação, as frentes Brasil Popular e Povo sem Medo, as quais reúnem organizações que participarão das atividades do dia 15, falam da importância de resistir e conscientizar a população em seus locais de trabalho, escolas, universidades, no campo e na cidade, sobre os ataques aos direitos que vêm ganhando força no Congresso Nacional, sem nenhum debate público, sem qualquer compromisso com a população. "É preciso fazer a luta nas ruas! Por isso no dia 15 de março estaremos juntos com os trabalhadores/as da educação em greve e com o conjunto da classe trabalhadora paralisada, para realizar grandes manifestações que mostrem que não aceitamos o fim da aposentadoria e nem um governo que seja instrumento para caçar direitos e piorar a vida dos brasileiros/as", diz um trecho da nota.
"No dia 15 de março vamos todos às ruas para dizer não à essa injustiça. Não à reforma da Previdência. Nenhum direito a menos", afirma Murilo Pinheiro, presidente do SEESP. Confira seu chamado em vídeo abaixo.
Locais de mobilização:
Maceió (AL) – 10h Praça dos Martírios
Salvador (BA) – 15h Campo Grande
Fortaleza (CE) – 8h Praça da Bandeira
Vitória (ES) – 7h Pracinha das Goiabeiras
Cuiabá (MT) – 16h Praça do Ipiranga
Belo Horizonte (MG) – 10h Praça da Estação
Belém (PA) – 9h Praça da República
João Pessoa (PB) – 16h Ministério da Previdência
Curitiba (PR) – 9h Praça Tiradentes
Recife (PE) – 9h Praça Oswaldo Cruz
Rio de Janeiro (RJ) – 16h Candelária
Natal (RN) – 14h Praça Gentil Ferreira
Porto Alegre (RS) – 18h Esquina Democrática
Porto Velho (RO) – 9h Praça Estrada de Ferro Madeira Mamoré
Florianópolis (SC) – 16h Praça Miramar
São Paulo (SP) – 16h Masp
Piracicaba (SP) - 9h Poupatempo
São José do Rio Preto (SP) - 15h Terminal Central
Ribeirão Preto (SP) - 17h Terminal Dom Pedro II
Sorocaba (SP) - 7h Praça Coronel Fernando Prestes
Americana (SP) - 16h Praça Comendador Muller
Aracaju (SE) – 14h Praça General Vadalão
Palmas (TO) – 8h30 Colégio São Francisco
Comunicação SEESP
(Matéria atualizada em 14/3/2017, às 10h49)