Dando prosseguimento às atividades do SEESP, a Delegacia Sindical de Campinas promove também em sua região o Ciclo de debates "A engenharia e a cidade". Todos os candidatos à Prefeitura foram convidados. A primeira a participar é Marcela Moreira, candidata pelo Psol. A atividade ocorrerá na segunda-feira (22/8), às 18h30, na sede da delegacia sindical.
O evento é aberto ao público em geral e para confirmar presença é preciso enviar email para Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. até sexta (19). O endereço da regional do SEESP em Campinas é Rua Júlio Diniz, 605, Jardim Nossa Senhora Auxiliadora. Mais informações pelo telefone 19 3368-0204.
Comunicação SEESP
Pela primeira vez na história, o Brasil colocou dois atletas no pódio da ginástica artística dos Jogos Olímpicos. Diego Hypolito e Arthur Nory conquistaram, respectivamente, as medalhas de prata e bronze na prova de solo disputada no domingo (14/8), no Rio de Janeiro. O feito foi considerado extremamente importante pelo professor Marco Bortoleto, da Faculdade de Educação Física (FEF) da Universidade de Campinas (Unicamp), que está no Rio de Janeiro atuando no suporte aos árbitros e especialistas que avaliam as competições da modalidade. “Esse resultado dará mais visibilidade e, esperamos, garantirá mais patrocínios e infraestrutura à ginástica no país”, entende.
Foto: Agência Unicamp
De acordo com o docente, o desempenho de Diego Hypolito e Arthur Nory veio revestido de dois fatos inéditos. O primeiro foi a conquista de medalhas no solo. O segundo foi a dupla premiação. “Foi algo inesperado, mas muito bem-vindo”, comemora Boroleto. Ao analisar as chances dos ginastas brasileiros nestes Jogos, por volta das 12h, Bortoleto considerou que o Brasil ainda poderia ganhar pelo menos mais uma medalha, com Arthur Zanetti (argolas) ou Flávia Saraiva (trave de equilíbrio), que participariam da final de seus aparelhos ainda na segunda-feira (15).
“Já cumprimos um excelente papel, mas se vier pelo menos mais uma medalha, será ainda melhor. Se nossos atletas fizerem boas apresentações e um de seus principais concorrentes errar, as chances de pódio serão reais”. Mais tarde, Zanetti confirmou as previsões do docente e faturou a prata.Outro destaque feito pelo professor da Unicamp é o comportamento da torcida brasileira nas arenas esportivas.
Segundo ele, o público tem vibrado com os atletas nacionais como se estivesse num jogo de futebol. “Tem sido muito legal. Essa postura tem surpreendido positivamente a todos, inclusive os atletas e dirigentes estrangeiros. Eles estão acostumados com o silêncio durante as apresentações e manifestações somente ao final. Aqui, os torcedores vibram antes, durante e depois. O clima nas arenas é o melhor possível”, relata.
Além de Bortoleto, que também é diretor do Grupo Ginástico Unicamp (GGU), outros docentes e alunos da FEF estão no Rio de Janeiro participando dos Jogos Olímpicos. Alguns atuam na organização do evento, outros nas comissões técnicas das diferentes modalidades e há também um grupo de voluntários. Uma segunda equipe da Faculdade também atuará nos Jogos Paralímpicos, que ocorrem logo após a Olimpíada.
Fonte: Agência Unicamp
O Repórter Sindical na Web, na TV Agência Sindical, apresenta, nesta quinta (18/8), a segunda reprise da série comemorativa ao aniversário de um ano na rede, completado em 30 de julho. O programa reapresenta entrevista com o presidente do Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (Seesp) e da Federação da categoria (FNE), Murilo Pinheiro.
O programa, que fez parte da série temática “Sindicalismo e Categorias”, abordou a importância da articulação sindical por categorias profissionais. A entrevista foi apresentada, ao vivo, dia 5 de maio. Entre outros temas, Murilo Pinheiro falou do “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento” e do projeto “Engenharia Unida”.
O Repórter na Web é exibido toda quinta, das 20 às 21 horas, pela TV Agência Sindical , com apresentação do jornalista João Franzin.
Assista
O programa pode ser acessado, ao vivo, no site da TV Agência Sindical . Também pode ser visto por Smartphone ou Smart TV. Assista, posteriormente, em nosso canal doYouTube . O Repórter na Web é exibido aos sábados na TV Guarulhos, das 20h30 às 21h30. Canal 3 da NET.
Fonte: Agência Sindical
O SEESP deu início à série de eventos que receberá, em sua sede na Capital, os candidatos à Prefeitura de São Paulo. O primeiro a participar, na terça-feira (16/8), do Ciclo de debates "A Engenharia e a cidade” foi o vice-presidente da Associação Comercial de São Paulo, João Bico, que concorre pelo PSDC. “É muito importante a abertura deste debate, dado o atual momento político que vive o País”, iniciou o representante democrata-cristão, agradecendo ao sindicato e ressaltando que “as eleições deste ano são a oportunidade de utilizar o momento de dificuldade como uma alavanca para melhorias para o futuro”.
Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESPAo microfone, o candidato discorreu sobre suas propostas para a cidade paulistana
Conforme informou à plateia, sua candidatura elaborou um plano com 27 propostas para a cidade, abordando seus diversos problemas. “Temos que ter vários remédios para as várias situações desta grande cidade que é São Paulo, e não apenas um”, afirmou.
Entre essas, ele destacou a utilização de Parcerias Público-Privadas (PPPs) como forma de financiar os investimentos necessários. "Nós podemos resolver muitos problemas na cidade com as PPPs. Não vejo outra solução para o País sair da crise de imediato se não também pelas parcerias."
Bico acredita ser possível ainda atrair investimentos da iniciativa privada, inclusive do exterior, a partir de 2017, "com a resolução da atual conjuntura política”.
O candidato defendeu também a criação de um modelo de subprefeitura “voltado ao desenvolvimento”, com apoio da população, empreendedores e empresários da região. “Uma subprefeitura que trabalhe em parceria com a prefeitura, e não com burocracia”, resumiu.
Família e Cracolândia
Outro projeto apresentado foi a criação da Secretaria Municipal da Família, cujo objetivo, segundo ele, seria prover assistência à estrutura familiar e manter as crianças fora do crime e livre das drogas.
Questionado sobre como resolver a situação dos 17 mil moradores de rua na Capital e sobre a região central conhecida como “Cracolândia”, ele defendeu abordagens múltiplas para resolver o problema e a realização de “um trabalho de inteligência, e não de truculência”.
Ele destacou ainda o projeto “Rumo ao Centro”, que propõe a revitalização do Centro de São Paulo, integrando transporte, segurança e mobilidade para atividades culturais e turísticas.
Ao final do debate, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, entregou ao candidato a publicação "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – Cidades”, que traz sugestões da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) para os principais problemas que afligem os municípios brasileiros, como transporte e mobilidade, habitação e saneamento.
O Ciclo de debates do SEESP, para o qual foram convidados todos os candidatos às eleições 2016 em São Paulo, acontece até o final de setembro. A atividade é aberta ao público.
Jéssica Silva
Comunicação SEESP
As Centrais Sindicais comandaram, em São Paulo, um ato contra as ameaças aos direitos trabalhistas. O protesto – chamado "Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e Garantia de Direitos" – foi aprovado em 26 de julho, durante Assembleia Nacional dos trabalhadores, na capital paulista, e ocorreu durante toda a manhã de terça-feira (16/8). Ações ocorreram em diversos estados do país, com panfletagens, atos públicos e paralisação de categorias, sobretudo das que se encontram em campanha salarial.
Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESPCentrais unificam para defender direitos dos trabalhadores
O ato se concentrou em frente à Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), ponta de lança dos ataques aos trabalhadores, e reuniu cerca de três mil manifestantes, mobilizados pela CUT, Força Sindical, UGT, CTB, Nova Central, CSP-Conlutas, CGTB e Intersindical. Federações e Sindicatos de todo o Estado também participaram.
Entre as reivindicações das centrais estão: não à reforma da previdência, contra o aumento da idade mínima para aposentadoria, pela manutenção dos direitos trabalhistas, contra a terceirização e não à proposta que os acordos individuais se sobreponham a CLT. “Temer já fez anúncios que pretende mexer na previdência e na CLT. Não vamos permitir e não há negociação. Não sentamos com governo golpista”, disse o presidente da CUT-SP, Douglas Izzo, referindo-se ao governo interino de Michel Temer.
O secretário-geral da Intersindical, Edson Carneiro, o Índio, defendeu que a unidade das centrais sindicais é ainda mais importante neste momento. “Estamos aqui na Paulista para dizer que não aceitamos o negociado sobre o legislado. Se continuar a retirada de direitos vamos parar esse país. Chega de ouvir o senhor Paulo Skaf (presidente da Fiesp) falar que não vai pagar o pato. Queremos vê-lo pagando impostos sobre suas propriedades.”
Unidade
Os discursos destacaram a importância da unidade diante das ameaças aos direitos trabalhistas. Como numa das recentes declarações de Eliseu Padilha – ministro-chefe da Casa Civil – a empresários, de que não haverá mais negociações com o sindicalismo e que o governo vai enviar direto ao Congresso projetos que retiram direitos dos trabalhadores da ativa e aposentados.
O presidente Sindicato dos Metalúrgicos de São Paulo e dirigente da direção da Força Sindical, Miguel Torres, qualificou as iniciativas do governo interino como “o mais amplo ataque aos direitos dos trabalhadores que já se viu”. Ele lembrou que o governo não mexe com interesses dos ricos. “Cadê a taxação das grandes fortunas e das remessas de lucros ao Exterior?”, questionou.
O dirigente metalúrgico do ABC (CUT), Sérgio Nobre, criticou ataques também ao Estado brasileiro. “Querem privatizar Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal e entregar nosso pré-sal às multinacionais do petróleo”, denunciou.
Greve
Vários dirigentes defenderam greve geral. Propõem que, além das entidades do sindicalismo, haja participação do movimento social.
Com informações da Agência Sindical, Rede Brasil Atual e CSP Con-lutas
Atualmente, os engenheiros de rede enfrentam uma enorme complexidade, em parte por causa da crescente demanda, mas também em virtude da diversidade de protocolos e do número elevado de aplicativos de várias camadas, que geralmente estão fora do controle deles.
Combinado às melhorias no failover automatizado, tornou-se impossível (exceto nas organizações de maior porte) para os administradores de rede se manterem altamente especializados; ou seja, foi-se o tempo em que eles tinham total domínio sobre o assunto.
Os administradores de rede de hoje ficam presos entre as tarefas diárias de gerenciamento de alterações, as atualizações de hardware e as mudanças estratégicas necessárias para sustentar as novas iniciativas comerciais, além do trabalho de solução de problemas sob demanda que fazem a pedido dos outros.
Além de tudo isso, a automação incentiva os gerentes de TI a otimizar suas equipes, no entanto, à medida que a complexidade da rede aumenta, o número de pessoas disponíveis para ajudar a realizar essas tarefas acaba diminuindo.
Porém, isso não significa que o futuro da administração de rede é desfavorável. Os engenheiros de rede têm várias maneiras de aprimorar suas habilidades e continuar relevantes em suas organizações, principalmente neste momento em que a TI híbrida está assumindo um papel crucial.
De acordo com o mais recente Relatório de tendências em TI da SolarWinds, apenas 9% das organizações norte-americanas ainda não migraram pelo menos alguma parte da infraestrutura para a nuvem, e quase todos os profissionais de TI afirmam que a adoção de tecnologias de nuvem é importante para o sucesso dos negócios a longo prazo para suas organizações.
A rede em um ambiente híbrido
Em ambientes tão complexos, os administradores de rede precisam de habilidade para examinar os detalhes de desempenho, tráfego e configuração dos dispositivos, tanto dentro quanto fora das redes tradicionais. No entanto, a TI híbrida faz com que os administradores de rede tenham muito mais opacidade ou total falta de controle sobre os recursos na nuvem que eles precisam gerenciar e monitorar.
Como a expectativa do usuário final é que a TI seja capaz de garantir a entrega dos serviços do mesmo modo que a nuvem ou o hardware local, isso pode ser frustrante. O problema se agrava com os provedores de serviços de nuvem que lançam ferramentas de monitoramento e gerenciamento proprietárias, mas que não são independentes de fornecedor.
Na verdade, elas aumentam a carga de trabalho dos administradores, que devem alternar entre vários painéis sem a vantagem da visão holística que lhes permite resolver problemas rapidamente.
Em geral, essas ferramentas também emitem alertas sem indicar a causa do problema. Por exemplo, no caso de um aplicativo em execução no datacenter, os administradores de rede têm a visibilidade de cada camada de rede necessária para hospedar o hipervisor.
Entretanto, quando esse aplicativo é migrado para a nuvem, os administradores de rede não conseguem monitorá-lo facilmente porque perdem a autoridade administrativa. Eles precisam de uma nova maneira de monitorá-lo para manter a mesma visibilidade avançada de quando o aplicativo está no hardware local.
Os administradores ainda precisam monitorar o desempenho da interface e identificar problemas na entrega de serviços como parte da conexão dos caminhos entre o serviço e o usuário final. As novas tecnologias disponíveis revelam a conectividade física dos componentes de serviços e dos usuários finais que podem estar passando por problemas de desempenho.
Portanto, embora o uso de ferramentas oferecidas por vários fornecedores possa representar uma economia a curto prazo, ter um grande número de soluções diferentes por si só é um problema: não se trata de uma estratégia coerente e integrada de notificações e alertas que possibilita aos administradores manterem o controle do desempenho, resultando em perda de tempo e dinheiro a longo prazo.
A ascensão do engenheiro de monitoramento dedicado
A TI híbrida tem chamado a atenção para a necessidade de uma nova abordagem de monitoramento e gerenciamento de elementos básicos. É nesse ponto que entra o monitoramento como disciplina, que é diferente do monitoramento simples por tratar-se de uma função definida de um ou mais indivíduos na organização.
Um engenheiro de monitoramento designado é capaz de trabalhar em vários sistemas e ambientes, removendo silos de rede e datacenter e adquirindo capacidade para transformar pontos de dados gerados pelas ferramentas de monitoramento em insights úteis para os negócios.
A contratação de um engenheiro de monitoramento ou, melhor ainda, de uma equipe desses engenheiros, deve ser considerada um investimento fundamental para o sucesso dos serviços e dos negócios.
É válido comentar que as empresas precisam de um efetivo específico para gerir os negócios e manter sua operação, mas outro ponto muito importante quando se trata de TI, que é amplamente vista como um centro de custo, é que a maioria dos departamentos excede o orçamento todos os anos.
No entanto, empresas esclarecidas começam a ver o monitoramento como um meio econômico de aumentar o ROI de TI. Em vez de comprar ferramentas ad hoc para observar a tecnologia delas, as empresas modernas descobriram uma forma de incluir disciplina e estrutura em suas práticas de monitoramento com equipes e recursos.
Para a organização certa, a equipe pode ser composta por engenheiros de monitoramento, cada um com uma especialização (monitoramento de rede, de sistemas etc.), mas trabalhando em sintonia com um "ponto único de verdade" em relação ao desempenho geral da infraestrutura.
Como criar o caso comercial para um engenheiro de monitoramento
Ciente da complexidade de TI cada vez mais acelerada, é importante que o gerenciamento de TI comece a incutir o monitoramento como um princípio disciplinar na empresa.
Os profissionais de TI já dependem de tempo e recursos, e o gerenciamento precisa intervir para ajudar na preparação interna, oferecer exemplos e práticas recomendadas e estipular um orçamento para o desenvolvimento de novas ferramentas e tecnologias a fim de obter todos os benefícios do monitoramento como disciplina.
O gerenciamento deve criar um caso comercial sólido para que os engenheiros de monitoramento atinjam o ROI no âmbito da organização, e não apenas no departamento de TI.
Habilidades fundamentais do engenheiro de monitoramento
Embora os engenheiros de monitoramento precisem ter as habilidades básicas de engenharia de rede, há algumas habilidades específicas complementares que são necessárias para conquistar o verdadeiro sucesso na função. Dentre elas:
· Visão de programador voltada para a personalização e vontade de progredir: geralmente, compramos a tecnologia personalizada e a usamos imediatamente. No entanto, o engenheiro de monitoramento mais bem-sucedido estará sempre pensando em como melhorá-la cada vez mais.
· Visão de analista dos dados: em vez de inserir milhões de números em uma planilha, o engenheiro de monitoramento deve fazer uma retrospectiva, avaliar a situação geral e buscar entender a utilidade dos relatórios de monitoramento para os seus "clientes" e como eles devem ser visualizados. E eles devem se lembrar de que menos é mais.
· Além de manter suas habilidades com experiência, estudar é fundamental: a melhor maneira de aprimorar as habilidades é aprender dinamicamente, além de dedicar mais tempo para testar novas tecnologias e processos em um ambiente de laboratório.
A complexidade das redes aumenta à medida que se tornam mais vinculadas a todos os elementos do ambiente de TI, estendendo-se até a nuvem. O gerenciamento de TI deve aproveitar essa oportunidade para obter o máximo de retorno possível da tecnologia existente, contratando um engenheiro ou uma equipe de monitoramento com pelo menos uma pessoa dedicada à rede que trabalhe em sintonia com as equipes existentes para monitorar globalmente o desempenho de toda a infraestrutura de TI.
Seja no hardware local ou na nuvem, esses recursos estão voltados para a melhoria dos sistemas existentes, a entrega do ROI prometido e o progresso constante dos negócios.
Patrick Hubbard é gerente técnico da SolarWinds,
artigo publicado no site www.baguete.com.br
No JE na TV desta semana, que vai ao ar hoje na programação ao vivo, às 19h30, da TV Aberta, a Reportagem da Semana traz o Projeto Cresce Brasil + Desenvolvimento + Engenharia Itaim Paulista. A iniciativa é do Núcleo Jovem Engenheiro, do SEESP, e integra o conjunto de publicações da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que leva o nome Cresce Brasil. A publicação, que traz um estudo específico sobre o problema das enchentes no bairro, foi lançada junto com os moradores, no local, no sábado(6/8).
Na Coluna No Ponto, o presidente do SEESP convoca todos para o Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e pela Garantia de Direitos, que acontece nesta terça (16), em todo o País.
O entrevistado da semana é o compositor e maestro Jorge Antunes, professor titular da Universidade de Brasília (UnB), que participou da 9ª Jornada Brasil Inteligente da CNTU, a qual o SEESP integra, por meio da FNE.
Assista a íntegra:
Imprensa SEESP
O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, convoca todos a participarem do Dia Nacional de Mobilização e Luta por Emprego e pela Garantia de Direitos, que acontece nesta terça (16), em todo o País. Organizado por oito centrais sindicais, o ato promete mobilizar trabalhadores de diferentes categorias de amplos setores da economia. Haverá paralisação nos locais de trabalho e manifestações em frente às sedes de entidades patronais.
Foto: Paulo NegreirosMurilo Pinheiro, presidente do SEESP
“Neste dia 16 de agosto, acontece o dia nacional de lutas com mobilizações previstas em todas as capitais do País. Vamos juntos lutar pelo crescimento econômico e pelo bem estar da população”, afirma Pinheiro em sua coluna semanal No Ponto, do JE na TV, reproduzida no Podcast Jornal do Engenheiro.
A mobilização desta terça marca uma unidade inédita de ação entre Força Sindical, CUT, UGT, CTB, Nova Central, CSP-Conlutas, CGTB e Intersindical na luta pela garantia dos direitos trabalhistas, com foco no combate ao desemprego, luta por medidas para promover o crescimento econômico e contra a idade mínima para as aposentadorias.
“Os trabalhadores enfrentam graves ameaças como reforma perversa da previdência social e a precarização das relações de trabalho. Felizmente, neste momento difícil, o movimento sindical brasileiro está unido e decidiu travar conjuntamente a luta que é urgente e necessária”, completa o presidente do SEESP.
Para Pinheiro, “as medidas propostas para ajustar as contas públicas tem se mostrado francamente contrárias aos interesses dos trabalhadores e do conjunto da sociedade”. “Diante da crise retoma-se a forma surrada de cortar gastos sociais, cancelar investimentos, restringir direitos e, claro, manter os juros altos”, lamenta.
Em São Paulo a mobilização será na Avenida Paulista, em frente à Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), a partir das 10 horas.
Outras cidades:
Alagoas
8h – Ato de protesto na casa das Indústrias de Alagoas
Amapá
12/8 – Ao final do III Simpósio Amazônico Sobre Reforma Agrária, Desenvolvimento e Meio Ambiente – SARADAM, será feito um ato da CUT por nenhum direito a menos
Bahia
9h – Ato em frente à FIEB com todas as centrais
Mato Grosso
17h – Ato das centrais sindicais na Praça Ipiranga, no centro de Cuibá
Mato Grosso do Sul
Greve geral contra retirada de direitos
9h – Paralisação e ato em Campo Grande.
13h – Audiência Pública na Assembléia Legislativa
Pará
8h – Concentração com Café da Manhã na Escadinha (Próximo a Estação das Docas).
Às 9h sai em caminhada pela Presidente Vargas, fazendo paradas em frente a bancos e agencia dos correios. Termina com um ato em frente a agencia do INSS de Nazaré.
Paraíba
15h – Parque Solon de Lucena – Centro João Pessoa
Pernambuco
8h – Fetape realizará ato na secretaria de agricultura
17h – Ato com a Frente Povo Sem Medo e Conlutas na Praça da Independência, no centro do Recife
Piauí
Ato acontece dia 23, às 8h, na Praça do Marques
Rio de Janeiro
10h – Os Bancários vão lançar a campanha salarial e a CUT vai se incorporar na atividade, no Boulevard Olímpico, praça Mauá
Rondônia
Plenária das Mulheres CUTistas do Estado em Ji-Paraná
Rio Grande de Sul
7h – Ato estadual unificado em defesa da CLT e da Justiça do Trabalho e contra a Reforma da Previdência, em frente à Federação das Indústrias do Estado do Rio Grande do Sul (Fiergs), na Avenida Assis Brasil, zona norte de Porto Alegre
Sergipe
Dia 15, às 15h – O Ato será antecipado por conta da visita do Ministro da Saúde do Governo Interino em Teresina, em frente ao Hospital Universitário. Com CTB e Conlutas
Santa Catarina
13h – Ato em frente à UDESC com todas as centrais
Ouça a íntegra da fala de Murilo Pinheiro no Podcast Jornal do Engenheiro:
Imprensa SEESP
Nota emitida pelas cinco centrais, na véspera da mobilização convocada pelas entidades sindicais para esta terça-feira (16/8), demonstrou, com economia de palavras, a firmeza unitária em defesa do trabalhador. Quando a vontade é firme e esclarecida as palavras são poucas, mas têm uma ressonância especial.
Foto: Paulo NegreirosJoão Guilherme Vargas netto
Às vésperas das grandes manifestações unitárias que realizarão, os presidentes das cinco maiores centrais sindicais assinaram e divulgaram a seguinte nota oficial:
“As Centrais Sindicais abaixo assinadas reiteram sua posição de não aceitar qualquer proposta ou negociação que vise retirar direitos trabalhistas e previdenciários da classe trabalhadora ou precarizar ainda mais as relações de trabalho.É com este intuito que conclamam suas bases a participarem do ato que realizarão, em todas as capitais do País, no dia 16 de agosto, em defesa dos direitos da classe trabalhadora. Nem um direito a menos!”
A bandeira unitária está erguida e é preciso que todos os braços a empunhem. O esforço pela unidade, pela coesão, deve ser feito até a exaustão, sem esmorecimento. Cada dirigente deve ser um verdadeiro estadista sindical batalhando inteligentemente pela unidade.
Já sabemos que o governo interino, embora tenha a intenção de cumprir a agenda neoliberal e seja açulado a isto pelos rentistas e aproveitadores, não consegue agir de maneira monolítica e coerente. São também as contradições fortes dentro da heterogênea coalizão governante que possibilitam que se resista de maneira consequente, com vitórias momentâneas e recuos espetaculares dos agentes governamentais.
Exatamente por isso, para aprofundar as contradições deles e resistir efetivamente, é que o movimento sindical deve apresentar uma frente unida, forte, coesa e consequente.
As brechas na carapaça do governo não devem ocasionar, nem justificar, pelo contrário, fissuras na frente sindical; muito menos as pequenas divergências e as disputas de campanário.
A nota das cinco centrais demonstrou, com economia de palavras, a firmeza unitária. Trata-se de reforçá-la com mais empenho unitário e disposição continuada de luta. Curto e grosso.
João Guilherme Vargas Netto é analista político e consultor sindical
Começa nesta terça-feira (16/8) o Ciclo de debates “A engenharia e a cidade”, promovido pelo SEESP. Com o intuito de debater as propostas para a gestão da cidade de São Paulo, o Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo promove, na sede da Bela Vista, na capital paulista, diversos encontros com os candidatos que concorrem ao pleito deste ano. O primeiro convidado é João Bico, que concorre à Prefeitura pelo PSDC.
“Com o início do período eleitoral, visando à escolha de prefeitos e vereadores, o Sindicato dos Engenheiros realiza o seu já tradicional ciclo de debates. Todos os candidatos à Prefeitura da Capital foram convidados a participar da atividade e terão a oportunidade de apresentar aos engenheiros e ao público em geral suas propostas para a cidade de São Paulo”, explica Murilo Pinheiro, presidente do SEESP.
Além de mostrar suas propostas, Pinheiro explica que os candidatos poderão também ouvir sugestões e sanar dúvidas da plateia com relação aos temas que dizem respeito à gestão do município.
Anteriormente, o sindicato convidou a todos como pré-candidatos para um número restrito de participantes, em um bate-papo mais informal. Desta vez, a entrada será aberta a todos e, aos candidatos que não puderam vir como pré-candidatos, será entregue a publicação “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento – Cidades”, que contém as propostas da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) para solucionar os principais problemas vividos nas localidades, como transporte, habitação e saneamento.
“O objetivo desta iniciativa é promover o debate de alto nível, focando o que realmente importa à população e deve ser o compromisso dos gestores: encontrar maneiras de aumentar a qualidade de vida na cidade e buscar o desenvolvimento local”, enfatiza Pinheiro.
Serviço:
Ciclo de debates – A engenharia e a cidade
Debate com João Bico (PSDC)
Data: 16/8
Horário: 15h
Local: Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo - Rua Genebra, 25 – Bela Vista - São Paulo/SP
Mais informações: (11) 3113-2641, Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Imprensa SEESP