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O JE na TV desta semana traz uma reportagem que mostra o caminho da energia elétrica até chegar a sua casa. A partir do relato do engenheiro que atua na subestação de energia Paula Souza, que atende 300 mil pessoas diariamente e passou por um processo de modernização recentemente, a matéria conta como a energia é tratada para que chegue de forma segura e sem desperdício.

Na entrevista, Fernando Palmezan, diretor do SEESP e coordenador do projeto Cresce Brasil, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), fala sobre como a inovação pode contribuir para enfrentar a crise econômica e como o profissional da Engenharia atua nesse cenário. Palmezan, que também é diretor do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), conceituou inovação e tecnologia e ressaltou a importância de haver mais investimento no setor.

Na coluna semanal No Ponto, Murilo Pinheiro, presidente do sindicato, fala sobre a importância do Pré-sal para o desenvolvimento do País.

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Comunicação SEESP



A Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) apresentou nova proposta ao Comando Nacional dos Bancários para um acordo de dois ano. O reajuste proposta para 2016 foi de 8% mais abono de R$ 3.500, a ser pago até 10 dias após assinatura da CCT. No vale-alimentação, aumento de 15%. No vale-refeição e no auxílio creche-babá, 10% (veja quadro). Para 2017, a proposta prevê reajuste de reposição da inflação (INPC) mais 1% de aumento real para os salários e em todas as demais verbas. A PLR terá reajuste de 8% em 2016 e mais 1% de aumento real em 2017. Os valores serão levados para assembleias ainda hoje (6), em todo país, marcadas para às 17h.


Foto: Agência Brasil
bancarios em greve no RJ foto agBRBancários protestaram no Rio de Janeiro, ontem (5/10)


A proposta foi feita na quarta-feira (5/10), em rodada de negociação entre trabalhadores e o patronal, que teve início por volta das 18h. Durante a reunião houve um impasse: enquanto a Fenaban insistia na compensação total dos dias parados, o Comando não aceitou qualquer tipo de punição aos grevistas e, após cerca de cinco horas de consulta aos bancos, a Fenaban informou o abono total dos 31 dias de greve. A proposta, no entanto, só valerá para assembleias realizadas na quinta.

Em São Paulo, a assembleia dos bancos privados será realizada na Casa de Portugal (Avenida da Liberdade, 602, Liberdade). A dos funcionários do Banco do Brasil será no Centro Social Hakka Brasil (Rua São Joaquim, 460, Liberdade). A dos empregados da Caixa será na Quadra dos Bancários (Rua Tabatinguera, 192, Sé). Para participar, haverá credenciamento e será necessário apresentar crachá ou holerite junto de documento com foto.

Luta garante
A luta empreendida pelos bancários nesses 31 dias de mobilização em todo o Brasil, completados nesta quinta-feira, garantiu avanços importantes em um momento muito difícil para os trabalhadores. "Chegamos ao acordo possível nessa conjuntura de problemas na economia, tentativa da retirada de direitos dos trabalhadores, ameaça de privatizações, entrega do pré-sal, governo tentando desindexar a economia. Avaliamos que apesar dos bancos se recusarem a repor a inflação neste ano, é um avanço a correção de 15% no vale-alimentação e os aumentos maiores no vale-refeição e auxílio-creche babá. Mais importante ainda é o aumento real em 2017 e a garantia de todos os direitos da CCT e dos acordos específicos”, avalia a presidente do sindicato Em São Paulo, Osasco e Região (SPBancários), Juvandia Moreira.


“Agora, nossa greve chegou ao ápice e já começa a sofrer ataques da grande imprensa, que joga os clientes contra os trabalhadores. Por tudo isso, o Comando defende a aprovação da proposta nas assembleias que serão realizadas nesta quinta”, diz a dirigente, uma das coordenadoras do Comando.

Novas conquistas
A proposta dos bancos contempla a licença-paternidade, que passará de 5 dias para 20 dias, a partir de 2017, quando o governo anunciar  o benefício fiscal. “Uma mudança que vale muito na lógica da responsabilidade compartilhada entre homens e mulheres”, avalia a secretária-geral do Sindicato, Ivone Silva.


Emprego
A Fenaban também propôs a criação de um grupo de trabalho para analisar critérios de realocação e requalificação, cujas regras serão estabelecidas entre bancos e o Comando Nacional dos bancários. “Esse é um importante avanço para a categoria, um espaço para debater o fim das demissões causadas pela rotatividade nos bancos”, explica Ivone. “Só a luta garante avanços e os bancários, mais uma vez, mostraram a força da mobilização.”



Fonte: SPBancários




O engenheiro e ex-primeiro-ministro português António Guterres é o favorito para se tornar o próximo secretário-geral das Organização das Nações Unidas (ONU). O Conselho de Segurança da ONU elegeu Guterres na sexta votação secreta do processo de escolha, na quarta-feira (5/10). Hoje, ela deve ser homologada e divulgada oficialmente. O ritual também prevê que o nome de Guterres seja submetido à aprovação final dos 193 países da Assembleia Geral das ONU, possivelmente até o fim deste mês.


Foto: Divulgação ONU
antonio guterres divulgacao onu



O Conselho de Segurança da ONU tem cinco membros permanentes: Estados Unidos, Reino Unido, Rússia, França e China, os chamados P-5. Os membros não-permanentes são dez e com mandatos rotativos. Atualmente as vagas são de Angola, Egito, Espanha, Japão, Malásia, Nova Zelândia, Senegal, Ucrânia, Uruguai e Venezuela.

O atual presidente do Conselho de Segurança, o embaixador russo Vitaly Churkin, informou ao comando da Assembleia Geral que o sexto voto necessário para a aprovação de Antonio Guterres foi revelado hoje de manhã, confirmando o nome do ex-primeiro-ministro português para o cargo de secretário-geral.

Além de António Guterres, que foi chefe do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur) de 2005 a 2015, mais 12 candidatos estavam na corrida para suceder o atual secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que deixa o cargo no final do ano.

Transparência
A decisão adotada hoje pelo Conselho de Segurança dá sequência a um processo histórico que tem dado mais transparência à eleição par o cargo de secretário-geral da ONU. Antes de esse processo, a escolha era feita a portas fechadas e comandada por poucos países. A escolha concluída hoje envolveu, pela primeira vez na história, discussões públicas e permitiu que os países fizessem campanha pelo candidato de sua preferência.

A eleição começou em 12 de abril deste ano, quando os candidatos ao posto de secretário-geral começaram a ser chamados para dar briefings informais, em que respondiam perguntas sobre o desenvolvimento sustentável, esforços pela paz, proteção dos direitos humanos e catástrofes humanitárias.

Em julho, a ONU fez uma transmissão ao vivo, para todo o mundo, pela TV e internet, em que os candidatos responderam a perguntas de diplomatas e do público.

O presidente da 70ª Assembleia Geral, Mogens Lykketoft, disse que o processo mais transparente é “uma virada de jogo” para a ONU. “A apresentação de duas horas de cada um dos candidatos nos diálogos da Assembleia Geral foi destaque e ajudou a incluir o público global no debate sobre o futuro da ONU.”


Fonte: Agência Brasil



Murilo Pinheiro, em sua coluna semana No Ponto, exibida no JE na TV, defende a ampliação da votação no Sistema dos Conselhos Federal de Engenharia e Agronomia (Confea) e dos conselhos regionais. "Vamos lutar por democracia no nosso sistema profissional. Vamos lutar por uma ferramenta que todos possam utilizar, para que mais pessoas votem", diz Pinheiro.

O entrevistado da semana é o juiz Marcos Scalércio, diretor de Direitos Humanos da Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 2ª Região (Anamatra-2), que fala sobre os problemas com a terceirização da atividade fim.

Na reportagem, saiba como foi a terceira edição do Seminário e Feira de Inovação do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), que ocorreu no dia 23 de setembro último. "Como a tecnologia e a inovação pode ajudar em melhorar a dinamica entre a relação entre professor e aluno, entre ensino e aprendizado", comenta Saulo Krichanã, diretor geral do instituto.

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Confira a íntegra do programa, abaixo.

 

 

 

Comunicação SEESP

Fátima Aparecida Blockwitz assumiu a presidência da Delegacia Sindical do SEESP, em Sorocaba, em novembro de 2014. Não foi uma tarefa fácil. Afinal, teria que substituir o então presidente, o colega Ricardo José Coelho Lessa, falecido no dia 21 de novembro daquele ano. Em entrevista à Comunicação do SEESP, a engenheira contou um pouco da rotina e como faz para conciliar o exercício no sindicato; no Crea, onde é conselheira desde 2015; na Associação de Engenheiros de Itapetininga, onde mora; com a profissão. Entre seus objetivos para os próximos anos está a criação de um polo tecnológico na região, com apoio do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec). Aos 57 anos, ela comemora 32 anos de Engenharia, 22 deles na Sabesp, onde começou a atuar pelo SEESP, somando 20 anos de atuação sindical. Ao falar do trabalho, tem orgulho dos passos que deu e se diz realizada profissionalmente. “Tenho muita coisa pra fazer. Estou conciliando muitas atividades ao mesmo tempo, mas eu sempre fui assim. Eu gosto dessa agitação”.

Foto: Jessica Silva/Comunicação SEESP
fatima sorocabaPresidente da Delegacia Sindical do SEESP em Sorocaba concilia carreira com atuação política.

Porque você decidiu ser engenheira?
A única coisa que eu tinha certeza é que queria ter uma profissão que eu pudesse ser autônoma. Queria fazer Medicina até o dia que entrei na sala de anatomia, com algumas amigas que faziam psicologia, e pensei comigo: isso não é pra mim. Então, como era boa em matemática, física e química, sempre fui a melhor da classe nessas matérias e meu pai trabalhava no DER (Departamento de Estradas de Rodagem), pensei: vou fazer Engenharia e trabalhar no DER.

Teve alguma dificuldade por ser mulher?
Tenho pensando nisso até porque minha filha mais nova está cursando Direito e é feminista. É interessante que para mim nunca foi algo que me incomodou. Meu irmão mais velho, que tem uma diferença de idade de 11 anos, sempre teve tudo da minha mãe, que teve uma educação extremamente machista. Competi muito com meu irmão até aprender que me tornaria o que eu quisesse ser. Por conta disso, minha maneira de encarar o mundo sempre foi de igualdade. Se houve machismo, eu nem percebi. Eu sou uma pessoa muito prática, muito focada.

E como foi entrar numa sala de aula majoritariamente masculina?

Foi normal. Sempre tive mais amigos homens. Entrei no curso de Engenharia Civil da Faculdade Franciscana, atual Universidade São Francisco, em Itatiba, aos 19 anos, onde participei ativamente da Atlética, porque sempre fiz esporte, então convivi com muitos meninos. Depois, no centro acadêmico.

Meu sonho sempre foi ter um diploma, nunca foi usar um vestido de noiva. Sempre falei isso. E também queria ter um filho. Então, no quarto ano de faculdade, descobri que estava grávida. Acabei fazendo o curso em seis anos, um ano a mais. Hoje, meu filho está com 33 anos.

E como foi ao entrar no mercado de trabalho?

Eu tive muita sorte. Na época, o pai da minha cunhada era uma pessoa espiritualizada e ele tinha um amigo, que fazia parte do grupo espírita, e ele era o melhor engenheiro da cidade, trabalhava com estruturas. Fui lá e me apresentei a ele, o engenheiro José Antonio Saad, que foi quem me ensinou de fato a ser engenheira. Eu digo que ele é meu pai na engenharia porque ele me ensinou tudo. Com o tempo, foi me passando os clientes, até que mudou de ramo, para o comércio, e deixou o escritório para mim.

E a prática se mostrou muito diferente do que você viu em sala de aula?
Sim. Você tem que ter alguém para te ajudar e orientar no início. O grande segredo para trabalhar na área é absorver conhecimentos dos mais experientes. Eu pude conviver com bons empreiteiros, que trabalhavam com construção há muitos anos. Infelizmente, hoje em dia não tem mais tantos profissionais assim. Eu sempre me impus nas obras com os empreiteiros, mas sempre numa postura de igual pra igual, e eu tenho uma grande realização na vida por isso, por ser respeitada pelo meu trabalho. Comecei aprendendo com eles.

Então você reconhece que é uma profissão ainda majoritariamente masculina e que tem algum preconceito?

Sim. Muito masculina e existe de fato um preconceito com relação à mulher na obra. Mas por conta do meu profissionalismo eu conquistei esse respeito. Sempre tive essa postura de não querer chamar a atenção na obra, nunca fui de me arrumar para ir pra obra para não chamar a atenção. Sempre estava de jeans, camiseta e tênis, isso quando não ia de botina. Além disso, sempre procurei compartilhar o conhecimento, acredito também que por eu ter escolhido atuar com estruturas, que é a área mais difícil da Engenharia Civil, eu consegui esse respeito profissional. Fiz uma pós-graduação em Engenharia de Estrutura e um curso de gerenciamento empresarial.

Em casa é você quem conserta as coisas?
Meu ex-marido falava algo que eu sempre duvidada. Mas depois constatei que ele tinha razão. Se há um problema na casa, chamamos o servente que a gente conhece. Aí ele olha e diz: melhor chamar o pedreiro fulano. Aí chama o pedreiro fulano. Aí ele diz: melhor chamar o mestre fulano. Chama o mestre fulano, que diz: melhor chamar um engenheiro. Aí quando chama um engenheiro ele diz: melhor chamar a Fátima.

Como e quando se aproximou do sindicato?
Foi na Sabesp. Eu já conhecia a atuação do sindicato antes, mas como eu era autônoma, não tinha muito contato. Eu já tinha uma experiência de atuação política na associação, que me afastei quando nasceu a minha filha, que hoje está com 20 anos.

Como você vê a atuação sindical com as novas gerações?
Temos um problema muito sério a ser encarado, que é uma resistência muito grande por conta da recente crise política, que também atinge o mundo sindical. Estou fazendo um trabalho de divulgação em Itapetininga bastante forte e tenho sentido isso. Também há desconhecimento sobre as instituições. Muitos ainda acreditam que quem defende o engenheiro é o CREA, que foi criado para defender a sociedade de maus profissionais. Quem defende o profissional é o sindicato.
Um ponto a favor do nosso sindicato é que não temos uma vinculação específica com uma corrente política, com uma única central sindical. Temos discussões por termos visões diferentes, mas é isso que nos faz crescer. Felizmente, o movimento sindical já fez essa reflexão e estamos avançando com um trabalho concreto tendo uma jovem engenheira a frente, que é a Marcellie Dessimone (do Núcleo Jovem Engenheiro), que esteve em duas faculdades da região.

Conquistar os jovens é uma meta?
Sim. E aí entra o Isitec (Instituto Superior de Inovação e Tecnologia), que é uma ideia fantástica, muito interessante. Na nossa região temos poucas opções em pós-graduação. Então, estamos tentando levar uma especialização oferecida atualmente pelo Isitec, em Engenharia de Segurança voltada à área rural, que é uma característica de Itapetininga. Estou com muita esperança de montar um polo tecnológico local com apoio do Isitec.

Qual o conselho que você dá para uma jovem que pensa estudar engenharia?

Tem que ter bom senso e ser flexível. Não pode se impor tanto, pra não ser arrogante e não criar barreiras no local de trabalho, e também não baixar tanto a cabeça. Estudar o máximo possível para saber o que você está fazendo, saber escutar e aprender com outros profissionais. A troca de informação em campo é essencial. Nunca percebi muito esses comportamentos de machismo, sempre trabalhei de igual para igual. Homens e mulheres são diferentes, tem visões diferentes e se complementam. Aprender a conviver com as diferenças e unir essas visões é o ideal.



Deborah Moreira
Comunicação SEESP









O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, fala dos 82 anos do sindicato, em 21 de setembro último, e parabeniza os cerca de 220 mil profissionais no Estado de São Paulo. "Ao longo dos anos estamos trabalhando para fortalecer a representatividade e ação sindical, aprimorando serviço e estrutura de atendimento oferecido aos nossos associados, bem como contribuir com o debate público em São Paulo e no Brasil", afirma Pinheiro.

Confira a íntegra da fala do dirigente no Podcast Jornal do Engenheiro, abaixo. Outros podcasts podem ser ouvidos aqui.





Comunicação SEESP
Edição Pedro Henrique Souza Santana






A Companhia do Metropolitano do Estado de São Paulo (Metrô) recebe inscrições para um concurso público com 40 vagas e formação de cadastro de reserva para cargos de níveis fundamental, médio/ técnico e superior. Os salários variam de R$ 2.033,10 a R$ 7.941,55. Os cargos de nível superior são para advogado júnior, engenheiro de segurança do trabalho e médico do trabalho.

Já as vagas de nível médio/ técnico são de auxiliar de enfermagem do trabalho, técnico de segurança do trabalho, técnico de sistemas metroviários I nas áreas de civil, elétrica, eletrônica e mecânica, técnico de restabelecimento corretiva I nas áreas de elétrica, eletrônica e mecânica e operador de transporte metroviário.

De nível fundamental são: oficial de manutenção instalações I – civil, oficial de manutenção industrial nas áreas de elétrica, mecânica, pintura industrial, serralheira, solda e usinador ferramenteiro.

As inscrições devem ser feitas pelo site www.concursosfcc.com.br até o dia 20 de outubro. A taxa é de R$ 55 para nível fundamental, R$ 75 para nível médio/ técnico e R$ 105 para nível superior.

As provas objetivas estão previstas para ocorrerem em 27 de novembro. O concurso terá validade de 1 ano e poderá ser prorrogado por igual período. No site da Fundação Carlos Chagas está disponível o edital. Acesse aqui.


Comunicação SEESP
Com agências




O gás natural, usado no transporte terrestre em automóveis e em veículos pesados como ônibus e caminhões, tem ganhado espaço no transporte naval para abastecer navios em países como Estados Unidos e Noruega. Um grupo de pesquisadores do Centro de Pesquisa para Inovação em Gás Natural – Research Centre for Gas Innovation (RCGI, na sigla em inglês) –, apoiado pela Fapesp, BG Group-Shell e instituições de pesquisa, tem estudado a viabilidade de utilizar no Brasil o combustível considerado “de transição”, por ter uma queima mais limpa do que outros de origem fóssil empregados em aplicações navais.


Fotos Públicas/Marinha do Brasil
explosao navio petrobras Foto Marinha do Brasil redNavio da Petrobras, no Espírito Santo, em 2015


O escopo do projeto foi apresentado durante o “1st Day Sustainable Gas Research & Innovation Conference 2016”, realizado nos dias 27 e 28 de setembro, em São Paulo. O evento reuniu cerca de 140 pesquisadores do RCGI e do Sustainable Gas Institute (SGI) do Imperial College London, da Inglaterra, para discutir projetos de pesquisa, desenvolvimento e inovação em gás natural, biogás e hidrogênio, incluindo novas tecnologias e aplicações e formas de diminuir as emissões de gases de efeito estufa.

“Faremos inicialmente um roadmap [conjunto de diretrizes e instruções] para avaliar as possibilidades de empregar o gás natural no setor marítimo brasileiro, levando em conta fatores tecnológicos, econômicos e ambientais”, disse Claudio Muller Prado Sampaio, professor da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) e um dos coordenadores do projeto.

De acordo com Sampaio, o combustível usado hoje no setor marítimo internacional é o óleo combustível pesado ou residual – heavy fuel oil (HFO, na sigla em inglês). O HFO é considerado o pior produto do petróleo, por ser a parte remanescente da destilação das frações pesadas obtidas em vários processos de refino do petróleo, e precisa ser aquecido e purificado para ser usado em motores de combustão interna para geração de calor.

O processo de combustão do óleo nos motores para geração de calor causa a liberação para a atmosfera de grandes quantidades de óxido de enxofre (NOX) contido no produto e de material particulado, explicou Sampaio.

A fim de regular as emissões desses poluentes pelo transporte marítimo – responsável por mais de 3% das emissões globais de CO2, podendo chegar a 5% em 2050 –, a Organização Internacional Marítima (IMO, na sigla em inglês) estabeleceu, em 2008, que a partir de 2015 os navios que navegarem pelas chamadas zonas de controle de emissões de enxofre – como o mar Báltico, o mar do Norte e o canal da Mancha – não podem utilizar combustível com mais de 0,1% de enxofre. E que os armadores poderiam optar por diferentes métodos para estar de acordo com a regulamentação.

Entre esses métodos estão a utilização de combustível com baixo teor de enxofre, de gás natural liquefeito para propulsão ou o uso de lavadores ou outras tecnologias que purifiquem os gases de escape dos motores.

“Essa busca por combustíveis com baixo teor de enxofre tornou o gás natural liquefeito competitivo e interessante para o setor marítimo internacional, uma vez que ele praticamente não possui enxofre e outros compostos nocivos como o óxido de nitrogênio”, disse Sampaio. “Além disso, com a entrada dos Estados Unidos na exploração de gás de xisto, passando a produzir uma grande quantidade de gás natural, houve um aumento da oferta de gás natural liquefeito no mercado internacional. Isso levou a um barateamento do produto.”

Alguns países produtores de gás natural, como os Estados Unidos, saíram na frente e começaram a construir embarcações com motor dual fuel – movidas a dois tipos de combustível – e a criar regiões de armazenamento de gás natural liquefeito para reabastecimento das embarcações. E, mais recentemente, começaram a desenvolver projetos de navios porta-contêineres e de apoio a plataformas offshore movidos a gás natural.

A Noruega, por sua vez, subsidiou projetos voltados a desenvolver embarcações com motores híbridos, também movidos com gás natural liquefeito, a fim de aumentar a economia de combustível e diminuir as emissões de gases de efeito estufa, apontou Sampaio. “Como a maioria dessas embarcações tem sido desenvolvida no exterior, não sabemos quais técnicas foram utilizadas para construí-las”, disse.

“Pretendemos desenvolver projetos de embarcações movidas a gás natural liquefeito mais adaptadas às condições marítimas brasileiras, como com menor calado, ou outro sistema de posicionamento dinâmico [usado pelas embarcações para manter uma posição estável ao fazer operações de carga e descarga, independentemente das condições de mar e vento]”, disse o professor da Poli-USP.  

Reservas brasileiras
Os pesquisadores também avaliarão a disponibilidade de gás natural das reservas brasileiras e farão projeções de oferta e demanda do produto para o setor marítimo nacional nas próximas décadas.

Com 500 bilhões de metros cúbicos de reservas provadas, o Brasil tem a segunda maior reserva de gás natural da América Latina, perdendo apenas para a Venezuela.


Fonte: Agência Fapesp



Metalúrgicos cruzam os braços e vão às ruas neste Dia Nacional de Paralisação em Defesa dos Direitos, promovida pela categoria. Em todas as regiões do país, há registro de mobilização da categoria, como nas imediações da Embraer, em São José dos Campos, no interior paulista. O protesto ocorreu logo no início da manhã, na Avenida dos Astronautas, contra as reformas trabalhista e previdenciária propostas pelo governo de Michel Temer. Ainda no município, na General Motors, os metalúrgicos se concentram na porta da fábrica. No estado de São Paulo, também foram registradas palisações na capital, Guarulhos e Osasco.

 

Miguel-Torres-na-Fame
Miguel Torres com os metalúrgicos da Fame, no início dos protestos.



Em outros estados, a mobilização também é forte. Na Bahia, trabalhadores dos setores siderúrgico, de energia eólica e principalmente automotivo aderiram à greve, que durará 24 horas. Houve paralisação na fábrica da Ford. O presidente da CTB-Bahia, Aurino Pedreira, disse que os protestos foram um ensaio para a greve geral contra o ataque aos direitos.

No Dsitrito industrial de Catalão, Goiás, cerca de três mil trabalhadores das montadoras de veículos Mitsubishi e de máquinas agrícolas John Deere. Houve passeata pela BR 050 até a Justiça do Trabalho, na região central da cidade. O presidente do Sindicato, Carlos Albino de Rezende, disse que o movimento foi vitorioso. O protesto terminou por volta das 9 horas, com o lançamento da Campanha Salarial dos trabalhadores na Mitsubishi.

A CNTM (Confederação) e outras entidades metalúrgicas trabalham para que seja forte e nacional o dia de protesto da categoria. Cidades paulistas, como São Paulo e Guarulhos, terão paralisações de peso, concentrações e atos públicos", disse Miguel Torres, presidente da Confederação, na véspera dos protestos.



Com informações da Agência Sindical





Os bancários rejeitaram a contraproposta da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) que manteve os 7% de reajuste nos salários, agora com abono de R$ 3,5 mil, em 2016, e reposição da inflação, mais 0,5% de aumento real, em 2017. O Comando Nacional dos Bancários rejeitou a proposta na própria mesa de negociação, por considerar insuficiente, com perdas para os trabalhadores e orienta que os sindicatos realizem assembleias em suas bases, na segunda-feira (3/10) para debater e organizar os rumos do movimento. A rodada de negociação ocorreu ontem (28). Em São Paulo, está marcada uma assembleia para às 17h, na segunda.


Foto: Contraf-CUTgreve bancos 2016 600 alrg

 

O Comando Nacional dos Bancários reiterou que continua à disposição da Fenaban para chegar a um acordo sem perdas para os bancários.  “Os bancos perderam uma excelente oportunidade de resolver a greve mantendo a proposta que provoca perdas nos nossos salários. Fica cada vez mais evidente que é uma decisão tomada fora da nossa mesa de negociação e que dialoga com a intenção de promover uma redução dos salários para atender ao ajuste fiscal que está sendo imposto por este governo. Desde o início da nossa campanha, dissemos que o setor financeiro teve lucros fabulosos e que poderia atender, confortavelmente, às nossas reivindicações. Só um acordo estranho às nossas relações de trabalho poderia explicar esta tentativa de reduzir salários”, afirmou Roberto von der Osten, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT) e um dos coordenadores do Comando Nacional dos Bancários.  

“Quando os bancos propuseram um acordo de dois anos, deixamos claro que não poderia trazer perdas e que ainda precisaria comtemplar emprego, saúde, vales, creche, piso, igualdade de oportunidades, segurança. Nada disso veio hoje”, ressaltou.

Roberto ainda destacou que a resposta dos bancários tem sido a greve forte. “A greve deste ano já entrou para a história com o maior número de agências com as atividades paralisadas e a tendência é de aumentar ainda mais, em virtude da crescente insatisfação dos bancários com os banqueiros”.

Balanço
A greve dos bancários chegou ao 23º dia com 13.254 agências e 28 centros administrativos com atividades paralisadas, na quarta-feira. O número representa 57% dos locais de trabalho em todo o Brasil.

"Em sintonia com a política do governo, banqueiros querem reduzir o custo do trabalho no acordo com os bancários. A greve continua e estamos à disposição para nova negociação com a Fenaban", disse Juvandia Moreira, vice-presidenta da Contraf-CUT e uma das coordenadoras do Comando Nacional dos Bancários.

Altos lucros
Os lucros dos bancos permanecem nas alturas, enquanto muitos setores registram perdas. Os cinco maiores bancos brasileiros (Bradesco, Itaú Unibanco, Santander, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal) apresentaram, no primeiro semestre de 2016, o lucro líquido de R$ 29,7 bilhões.

A população também sente no bolso a ganância dos banqueiros. Pesquisa divulgada ontem, pelo Banco Central, revela que a taxa de juros do cheque especial bateu novo recorde de julho para agosto, e chegou a 321,1% ao ano.

Os juros do cartão de crédito não param de subir. Em agosto, na comparação com o mês anterior, houve alta de 3,5 pontos percentuais, com a taxa em 475,2% ao ano. Neste ano, essa taxa já subiu 43,8 pontos percentuais.

Principais reivindicações dos bancários:

Reajuste salarial: reposição da inflação (9,62%) mais 5% de aumento real.

PLR: 3 salários mais R$8.317,90.

Piso: R$3.940,24 (equivalente ao salário mínimo do Dieese em valores de junho último).

Vale alimentação no valor de R$880,00 ao mês (valor do salário mínimo).

Vale refeição no valor de R$880,00 ao mês.

13ª cesta e auxílio-creche/babá no valor de R$880,00 ao mês.

Melhores condições de trabalho com o fim das metas abusivas e do assédio moral que adoecem os bancários.

Emprego: fim das demissões, mais contratações, fim da rotatividade e combate às terceirizações diante dos riscos de aprovação do PLC 30/15 no Senado Federal, além da ratificação da Convenção 158 da OIT, que coíbe dispensas imotivadas.

Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS): para todos os bancários.

Auxílio-educação: pagamento para graduação e pós.

Prevenção contra assaltos e sequestros: permanência de dois vigilantes por andar nas agências e pontos de serviços bancários, conforme legislação. Instalação de portas giratórias com detector de metais na entrada das áreas de autoatendimento e biombos nos caixas. Abertura e fechamento remoto das agências, fim da guarda das chaves por funcionários.

Igualdade de oportunidades: fim às discriminações nos salários e na ascensão profissional de mulheres, negros, gays, lésbicas, transexuais e pessoas com deficiência (PCDs).


Fonte: Contraf-CUT




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