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A Força Sindical, CUT, UGT, Nova Central, CTB, CSB, Conlutas e CGTB fizeram na manhã de segunda-feira (8/8), em São Paulo, a primeira reunião preparatória do Dia Nacional de Mobilização e Luta pelo Emprego e pela Garantia dos Direitos, que acontece dia 16 de agosto.



Foto: Beatriz Arruda/Arquivo Imprensa SEESP
Centrais Sindicais 600 larg

A data foi definida na Assembleia Nacional das Centrais, dia 26 de julho, quando também se aprovou documento unitário com reivindicações e propostas.

Miguel - Presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e do Sindicato da categoria em São Paulo, o forcista Miguel Torres adianta: “O ato será unificado, mas cada entidade fará manifestações conforme as condições de sua base”. Na capital paulista, ele informa, “devemos atrasar a produção em uma hora nas principais empresas”.

O ato principal está marcado para as 10 da manhã, em frente ao prédio da Federação das Indústrias (Fiesp), na Avenida Paulista. O metalúrgico Sérgio Nobre, secretário-geral da CUT, também falou com a Agência Sindical. Ele informa: “Vamos reunir dirigentes e ativistas, para mostrar nossa posição contra a quebra de direitos e propostas abusivas, como a da CNI de querer aumentar a jornada de trabalho”.

Miguel Torres também defende um forte trabalho de comunicação. “Queremos que a sociedade conheça nossa posição e as razões pelas quais estamos nos manifestando”, diz. Para o dirigente, a meta inicial das Centrais é colocar cinco mil pessoas em frente à Fiesp. “Mas a organização do ato ainda está começando”, observa.


Fonte: Agência Sindical







O salão da Paróquia São José Operário, na Vila Itaim, zona leste da capital paulista, estava cheio na manhã de sábado (6/8). Os moradores locais estavam curiosos para saber quem eram aquelas pessoas que se apresentavam a elas com um projeto para o bairro. O  lugar foi escolhido para o lançamento da publicação do Projeto Cresce Brasil Itaim Paulista justamente para aproximar população e integrantes do Núcleo Jovem Engenheiro, idealizador do projeto. Com tiragem de mil exemplares, a publicação foi distribuída aos presentes e membros de associações de bairro local para formalizar a participação e início da atuação do Núcleo Jovem Engenheiro no local.

 

Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESP
murilo pinheiro itaim paulistaSalão da Paróquia São José Operário durante lançamento do Cresce Brasil Itaim Paulista

 
A dona de casa Marcia de Fátima Pereira, moradora do Jardim Romano há 25 anos, era uma dessas pessoas. Ela contou que está no movimento por moradia há mais de 20 anos e integra o Conselho Participativo e o Conselho Gestor da Área de Proteção Ambiental (APA) Várzea do Tietê.  Além disso, juntamente com vizinhos, ajudou a criar a Associação dos Moradores do Jardim Romano (Ajamar). Marcia Pereira sofreu na pele o problema das enchentes que assolam a região, principalmente nos anos de 1988, 1996 e 1997, quando teve sua casa inundada. “Em 1988, quando comprei o terreno para construir, foi um dos momentos mais difíceis, quando descobrimos que o lugar inundava e vimos nossa casa com um metro de água. Ali foi uma situação que a gente chorou”, recordou.

Atualmente, ela o marido e o filho conseguiram elevar o nível da casa e, com a construção de um dique no bairro, não sofrem mais com as enchentes. “Hoje temos agua , esgoto, asfalto, energia elétrica, tudo regularizado”, contou. Mas, para ela, a luta só termina quando todos estiverem a salvo. “A principal reivindicação do Jardim Romano é a regularização fundiária. Já saíram 1.119 encaminhamentos para legalização fundiária e tem sete na espera. Outra conquista foi manter mais famílias no bairro. Existia um plano do governo de retirar 850 famílias do Jardim Romano. No entanto, após pressão nossa, o número reduziu para 350”, contou Marcia Pereira, logo após a cerimônia de lançamento do projeto, enfatizando a importância dessa nova força que vem se somar à luta pela melhoria da qualidade de vida no extremo leste da cidade.

Ela reconheceu que não sabia o que seria dito naquela manhã, mas que, ao tomar conhecimento, gostou do que viu. “O bairro tem muitas organizações de moradores. Viemos para entender melhor e ficamos surpresos com a disponibilidade desses jovens. Afinal, uma andorinha só não faz verão, mas juntos, com mais gente se somando,  somos mais fortes. Os jovens são o nosso futuro”, exclamou.

A comunicação e a confiança foram aspectos enfatizados pelo professor Marcelo Barroso, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), que compôs a mesa do evento. “É importante que a gente possa estabelecer cada vez mais essa confiança. A população precisa construir junto essas soluções e para isso é preciso que as partes confiem umas nas outras. Projetos e soluções técnicas têm muitos, mas é preciso estabelecer e manter essa relação de confiança para viabilizar e implantar as propostas. Por isso, é importante ampliar a comunicação entre os envolvidos”, destacou.

Quem também fez parte da mesa foi o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, que ficou impressionado com o engajamento dos jovens e o nível de interesse da população na iniciativa. Para ele, são ações como essa que contribuem para a construção de uma nova cultura na política.

“Estamos depositando nossa esperança e confiança nesses jovens. Acreditamos que é possível envolver os jovens na politica brasileira na busca de um conjunto de soluções para questões sociais. É preciso criar uma nova cultura na política, mais inclusiva, com projetos como esse, empregando nossa inteligência”, afirmou Pinheiro, lembrando que as soluções encontradas não requerem muitos recursos financeiros. “As propostas de resoluções nem são tão caras assim, como pensávamos. Na verdade, ela é cara no sentido da realização, no sentido de estar disponível para as questões da coletividade”, completou.

Pinheiro lembrou, ainda, que o lançamento desse projeto é um marco para o Núcleo Jovem de atuação conjunta também em outras regiões: “Mas, primeiramente, temos que construir tijolo por tijolo. Temos que obter um resultado positivo no Itaim, contribuindo efetivamente para o bairro”.  Outro ponto destacado pelo presidente do SEESP foi a importância de saber qual o papel das organizações da sociedade e do poder público. “Nós não somos parte de um órgão da prefeitura, ou do estado, que vem discutir questões de responsabilidade do poder publico. Estamos como órgão voluntário. Viemos para nos aproximar de vocês, através do Núcleo Jovem, para discutir saídas técnicas sobre as questões das enchentes", frisou.

Pinheiro também deixou claro que não há intenção política partidária. “Não há participação nossa em qualquer governo, não existe intenção partidária dentro do nosso sindicato, que discute questões da comunidade, da engenharia , da tecnologia, contribuindo para uma cidade melhor. Por isso conte com nossa cidade para um Brasil melhor, uma cidade melhor, um bairro melhor”, concluiu.

Já a coordenadora do Núcleo Jovem, Marcellie Dessimoni, contou as soluções apontadas para o local, após as diversas etapas que passaram os voluntários. "Primeiro estivemos aqui conversando com vocês. Depois, estudamos o bairro sob a perspectiva da engenharia. Identificamos os projetos de engenharia que estão sendo realizados por órgãos públicos – do Estado e da Prefeitura. Então percebemos que a necessidade dos moradores não era a realização de um projeto de engenharia. que já existe. Mas, diante do tempo que o projeto levará, cerca de 10 anos, pensamos: e até lá, a população vai continuar sofrendo?", indagou Dessimoni aos presentes.

Em seguida, anunciou algumas das propostas como a criação de um aplicativo para melhorar a comunicação dos moradores com os órgãos públicos e entre si. "Sentimos a necessidade de vocês estarem conectados quando as ruas começam a inundar. Daí chegamos a proposta de desenvolver uma aplicativo para o celular que vocês possam acionar diretamente a defesa civil, subprefeitura, com avisos sobre chuvas e possíveis enchentes.  Não é uma solução, mas vai minimizar o sofrimento. Além da comunicação, sentimos falta de uma atuação educacional para conscientizar crianças e jovens a partir de cartilhas educativas e feiras com a vinda de especialistas, debatendo a destinação correta dos resíduos, por exemplo", disse a coordenadora, que é engenheira ambiental.

A criação de mais ecopontos na região também consta no conjunto de propostas. De acordo com levantamento realizado pelos jovens, existe somente um ecoponto na região que, segundo com dados da Subprefeitura  do distrito de Itaim Paulista – extraídos do Censo 2000 do IBGE - , a compreende uma área de 21,7 quilômetros quadrados, com uma população 359 mil e 215 habitantes – incluindo o distrito de Vila Curuçá.

Também estiveram presentes na mesa os diretores do SEESP Celso Renato de Souza - também integrante do Núcleo - e Edilson Reis; e Santiago Gonçalves, estudante de Engenharia Civil, integrante do Núcleo.

"O Projeto Cresce Brasil é uma iniciativa da Federação nacional dos Engenheiros, a FNE, e sempre com foco em propostas estruturantes para o país, na área da engenharia. A iniciativa dos jovens é a primeira vez que leva o Cresce Brasil para um bairro específico. Será uma grande experiência", comentou Edilson Reis.


Deborah Moreira
Imprensa SEESP



(Confira  mais fotos aqui - nas redes sociais do SEESP)



O Sindicato dos Engenheiros tem mais um canal à disposição para ficar em contato com o seu público: o Whatsapp  SEESP.  A iniciativa pretende  agilizar os comunicados sobre eventos em  geral, como seminários, debates,  assembleias etc.

 

Whats FotoFace 600 larg

 

O canal também servirá para que engenheiros e outros seguidores do SEESP mandem suas sugestões de pauta para os nossos veículos de comunicação. Poderá servir, ainda, como linha direta com profissionais da imprensa que queiram checar informações de pautas.

O número do Whatsapp SEESP é 11 99500-0109, disponível de segunda a sexta, das 9h às 18h.





Imprensa SEESP





A Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA) teve um corte de 50% da verba que recebe do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Sem dinheiro para pagar pelas medalhas que deveriam ser entregues aos melhores colocados, a organização do evento acabou recorrendo a uma ferramenta que vem sendo bastante utilizada pela sociedade civil e iniciativa privada: a vaquinha virtual.


Foto: Divlugação Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica
olimpiada de astronomia sem dinheiro



O objetivo é arrecadar R$ 170.455,00 para poder concluir a entrega de medalhas. Até o momento, 416 pessoas já contribuíram com um valor total de R$ 26.811,00, que corresponde a 15% do objetivo final. A campanha ainda ficará no ar por mais 45 dias. Além da OBA, a organização também vai premiar os melhores colocados da 10ª Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG).

 “A redução do orçamento afetou diretamente a premiação dos alunos”, disse o professor João Batista Garcia Canalle, coordenador nacional da OBA. “As medalhas já foram encomendadas”, afirmou. A 19ª OBA de 2016 teve a participação de cerca de 800.000 alunos e a 10ª MOBFOG cerca de 90.000 alunos. O custo total anual é de R$ 1,2 milhões.

A OBA entrega medalhas a 45 mil participantes, ou seja, 5% do total. E a MOBFOG premia outros 5 mil.

A competição é organizada pela Sociedade Astronômica Brasileira (SAB), em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB). Os participantes são alunos do ensino fundamental e médio, além de 60 mil professores, de 10 mil escolas de todo o Brasil.

O comitê organizador também está com dificuldades para preparar as delegações brasileiras que representarão o país na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica, que será realizada na Índia, e na Olimpíada Latino Americana de Astronomia e Astronáutica, que acontecerá na Argentina. Os custos das viagens serão pagos por meio de rateio feito pelos próprios alunos.

Quem quiser ajudar a OBA e MOBFOG a premiar seus competidores pode acessar o site da vaquinha e doar qualquer valor, a partir de R$ 10.


Fonte: Jornal GGN



Durante o mês de agosto, o mundo todo estará com os olhos voltados para o Brasil. Os jogos olímpicos no Rio de Janeiro receberão mais de 10,5 mil atletas de 206 países, que disputarão medalhas em 28 esportes, que acontecerão em 37 locais distintos. Estima-se, também, que 4,8 bilhões de espectadores no mundo todo assistirão as competições. Para tornar tudo isso possível, a tecnologia tem um papel essencial.

 

Foto: Agência Brasil
treino ginastica olimpica br foto agbrTreino da equipe brasileira de ginástica artística

 

Só para se ter uma ideia da quantidade de dados, há quatro anos, os jogos de Londres atingiram a impressionante marca de geração de 60GB de informações por segundo. E o equivalente a 2 mil horas de cobertura ao vivo foi transmitida digitalmente para mais de 14,4 mil emissoras de TV em todo o mundo. Neste ano, durante a Rio 2016, as empresas do Grupo América Móvil (Embratel, Claro e Net) estimam que o tráfego de dados e de internet pode chegar a superar em 4 vezes todo o tráfego dos Jogos da capital inglesa. As empresas são responsáveis por toda a infraestrutura de rede que servirá aos locais de prova, à Vila Olímpica e ao centro de transmissão (IBC), de onde sairão imagens para aproximadamente 5 bilhões de telespectadores de 200 países.

Para os sistemas que transmitem os resultados ao mundo inteiro em menos de um segundo, para uso na televisão, na Internet e em múltiplos aparelhos, foi criado inicialmente um portal que possibilita o recrutamento e treinamento de 70 mil voluntários e a solução que processa 400 mil credenciais para que os envolvidos nos Jogos possam ter acesso às áreas necessárias durante os Jogos.

A base de telecomunicações do Rio 2016 será o Backbone Olímpico Embratel, uma rede com mais de 370 quilômetros de fibras ópticas, triplamente redundante, para garantir a alta disponibilidade na transmissão de dados dos jogos. A rede olímpica terá velocidade de 40 Gigabits por segundo, conectando mais de 60 mil pontos de acesso à rede, distribuídos em mais de 100 locais relacionados ao evento, de competição ou apoio. Parte de toda essa rede só será retirada daqueles locais construídos temporariamente para os jogos. Em boa parte das instalações olímpicas, permanecerá.

A Embratel divulgou que fornecerá a rede de fibra óptica que captará os sinais de vídeo de todas as competições esportivas, nos distintos locais onde se realizam, entregando-os ao centro de transmissão IBC - International Broadcast Centre - de onde sairão imagens para aproximadamente 5 bilhões de telespectadores de 200 países. Serão mais de 7 mil horas de transmissão geradas pela Olympic Broadcasting Services, para atender todas as emissoras detentoras de direitos ao redor do mundo.

Já a Cisco é quem fornecerá infraestrutura de rede e servidores para as Olimpíadas. A empresa descarregou mais de 60 toneladas de equipamentos para montar um ambiente nos 37 locais de provas e 183 pontos onde não haverá competição (centro de mídia, Vila Olímpica, etc). Ao todo, serão mais de 100 mil portas de redes, 5 mil pontos de acessos e 150 firewalls nos mais de 400 Cisco UCS Servers.

Dados cruciais como os resultados das competições, fotos e vídeos dos eventos, informações dos atletas e de suas nações, registros das instalações, entre outros, serão armazenados e protegidos por meio das tecnologias EMC: Avamar, VNX e RecoverPoint. O espaço poupado pelo uso das soluções EMC para armazenamento dos dados é o suficiente para dois milhões de fotografias adicionais, por exemplo. Para o evento, será destinado espaço de armazenamento para mais de 55 terabytes de dados, o equivalente a 720 mil fotos ou 4 mil minutos de filmagem.

Nuvem
O conceito de cloud chegou às Olimpíadas. O portal do evento rodará na plataforma em nuvem Azure integrada à tecnologia desenvolvida e gerenciada pela Atos, parceira mundial de TI dos Jogos Olímpicos, atualiza o site com informações em tempo real. O website exibe a partir de hoje os resultados de mais de 300 provas das 42 disciplinas esportivas disputadas nos 17 dias do evento, além de calendário, regras estabelecidas pelas Federações, dados sobre os mais de 10 mil atletas e equipes, ranking de medalhas, desempenho por país e muito mais.

Saúde
Também foi criado, a pedido do COI, um software de gestão da saúde para toda a estrutura oficial de atendimento médico das Olimpíadas de 2016, no Brasil, incluindo a Policlínica, e que atenderá atletas de todos os lugares do mundo.

A tecnologia, chamada Centricity Practice Solution, foi desenvolvida inicialmente para o United States Olympic Committee (USOC), que a tem utilizado com muito sucesso desde os Jogos Olímpicos Londres 2012.

A ferramenta, que realiza o registro eletrônico de todas as interações médicas dos atletas, contará com uma versão totalmente em português, atendendo às leis de saúde brasileiras, além de possuir os conteúdos e aplicações em inglês.



Com informações de ComputerWorld




O custo dos alimentos básicos aumentou no mês de julho em 22 das 27 capitais, de acordo com a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos, realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Entre janeiro e julho de 2016, todas as cidades acumularam alta.


Foto: Site do Governo do MSFeijao encarece cesta basica


São Paulo foi a capital com o maior custo para a cesta (R$ 475,27). O trabalhador paulistano que ganha salário mínimo teve de trabalhar 118 horas e 49 minutos para comprar os itens da cesta, tempo maior que em junho (117 horas e 16 minutos).

No mês passado, o custo da cesta em São Paulo comprometeu 58,70% do salário mínimo líquido (após os descontos previdenciários). Em junho, o percentual foi de 57,93%.

Em julho, houve predominância de alta no preço do leite, arroz, feijão, café em pó e da manteiga, conforme dados divulgados nesta quinta (4). A coordenadora de Pesquisa de Preços do Dieese, Patrícia Costa, comenta que – além do clima – a elevação dos preços refletem também distorções no modelo de produção baseado no agronegócio e na política cambial.

“Houve redução na área plantada de feijão, porque os produtores migraram para a soja com preços mais atrativos no mercado internacional. Por outro lado, o preço do pão explodiu com a alta do dólar, que encareceu a importação de trigo”, disse Patrícia à Agência Sindical.

Ela observa que o peso maior recai sobre os trabalhadores, para quem as despesas com alimentação tem maior impacto no conjunto da renda familiar. “O governo precisa adotar políticas no sentido de evitar que ocorram oscilações de preços nos alimentos com a magnitude as que estão ocorrendo”, pondera.

Renda
Segundo o Dieese, para acompanhar a alta no custo de vida, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.992,75, ou 4,54 vezes o mínimo de R$ 880,00.


Fonte: Agência Sindical/Dieese





O primeiro edital do Programa de Fomento à Cultura da Periferia foi publicado nesta quarta-feira (4) no Diário Oficial do Município de São Paulo. Os grupos interessados têm entre 8 de agosto e 6 de setembro para se candidatar e concorrer a financiamentos entre R$ 100 mil a R$ 300 mil.


cultura periferia sp


No total, a prefeitura destinará R$ 9 milhões ao programa, menos da metade do que foi reivindicado pelos coletivos (R$ 20 milhões). A iniciativa foi viabilizada pela Lei de Fomento à Periferia (16.496/16), elaborada pelo Movimento Cultural das Periferias em conjunto com a Câmara e a Secretaria Municipal de Cultura (SMC), sancionada pelo prefeito Fernando Haddad no último dia 20.

As inscrições são gratuitas e podem ser realizadas pela internet ou pessoalmente. Os grupos interessados devem produzir atividades artísticas há pelo menos três anos e serem compostos por pelo menos três pessoas que tenham, no mínimo, 18 anos.

Desigualdade
O projeto de lei recém-sancionado é o primeiro a reconhecer a desigualdade na distribuição de recursos públicos na cidade e se propõe a conceder mais recursos às regiões culturais que historicamente tiveram menos acesso a eles.

Por isso, o edital divide a cidade em quatro áreas com base nos dados do Censo 2010 do IBGE. Uma delas inclui regiões em que pelo menos 20% dos domicílios têm renda per capita média de até meio salário mínimo (R$ 440). Para esta região, será destinado 70% do orçamento.


Fonte: Brasil de Fato




Antes da festa das medalhas que tomará conta do Rio de Janeiro nos próximos dias, o Maracanã abre hoje (5/8) suas portas, às 20h, para um dos momentos mais aguardados dos Jogos Olímpicos. A cerimônia de abertura é o instante em que todos os atletas, desde a grande estrela do atletismo Usain Bolt até o jovem velocista Siueni Filimone, de Tonga, desfilam pelo estádio como iguais. Naquele momento, não há vencedores ou perdedores, apenas esportistas, protagonistas de uma grande festa.

 

Foto:  Beth Santos/ Prefeitura do Rio
cristo jogos olimpicosA atleta Isabel, do volei, conduziu a tocha olímpica ao Cristo Redentor, no Rio



A cerimônia de abertura desta edição deve seguir a tradição de anteriores, contando a história do país-sede e de seu povo. A coreógrafa Deborah Colker, uma das mais renomadas da dança nacional, é quem assina a coreografia do espetáculo.

A cerimônia será dirigida por Fernando Meirelles, Andrucha Waddington, Daniela Thomas e Rosa Magalhães, com produção executiva de Abel Gomes. A promessa é de que o roteiro seja uma “síntese da cultura popular brasileira”. Com os nomes envolvidos, a cerimônia de abertura no Rio de Janeiro pode ser mais uma a entrar no rol dos grandes momentos olímpicos.

Homem-foguete
Ao longo dos anos, os Jogos Olímpicos protagonizaram cenas históricas em cerimônias de abertura. Em 1984, o norte-americano Bill Suitor entrou no Los Angeles Memorial Coliseum por cima. Usando um jetpack (um jato acoplado às suas costas, como uma mochila), ele sobrevoou o público do estádio e pousou no meio da arena, para delírio de todos.

“Estava muito quente. Eu me lembro de esperar para decolar, as pessoas tirando fotos e alguém me perguntou se eu sabia que haveria 2,5 bilhões de pessoas me assistindo. E isso faz você pensar... principalmente sobre se estatelar com o mundo assistindo”, disse ele, em entrevista à GQ Magazine, em 2012. Mas tudo deu certo e a aparência de um astronauta de Suitor aterrissando suavemente entrou para a história.

Nos mesmos jogos de 1984, o público participou ativamente da festa. Todos tinham cartões em seus assentos e, em determinado momento, o narrador pediu para que todos levantassem os cartões, formando um belo mosaico com as bandeiras de todos os países participantes dos jogos.

Fogo na ponta da flecha
Em Barcelona 1992, a cerimônia teve a participação de grande número de figurantes, que contaram a história da criação da cidade. Milhares de pessoas fantasiadas transformaram o Estádio Olímpico de Montjuic em vasto oceano, em um dos atos do espetáculo. As fantasias lembravam os tradicionais desfiles da Sapucaí. A encenação utilizou, com bastante frequência, técnicas de marionetes.

O acendimento da pira olímpica em 1992 foi um dos mais célebres da história. O fogo foi posto na ponta de uma flecha e coube ao arqueiro paralímpico Antonio Rebollo o papel de acender a pira. Sob os olhares do mundo, ele atirou a flecha a uma grande distância e a pira se iluminou, sob delírio do público. Pouco tempo depois foi revelado que a flecha não chegou a acertar o alvo. A flecha passara por cima do alvo e a pira foi acesa automaticamente para dar a ilusão desejada. Apesar da descoberta, o momento continuou imortalizado como um dos mais inesquecíveis dos Jogos Olímpicos.

Pequim
A cerimônia de abertura dos Jogos de Pequim foi um das mais belas já vistas. Os asiáticos se empenharam em fazer algo moderno e, ao mesmo tempo, tradicional. O resultado não poderia ter sido mais surpreendente. Um dos pontos altos da abertura foram os 2.008 tambores que se iluminavam ao serem tocados habilmente pelos percussionistas, em uma dança de imagem e som entrelaçados.

Tudo no segmento artístico da abertura em Pequim parecia ter sido feito para impressionar e criar novos parâmetros em uma cerimônia olímpica. Muitos dos números foram criados pensando no efeito para o público no estádio, que assistia a tudo de cima.

Roteiro cinematográfico
Em 2012, uma grande festa no Estádio Olímpico de Londres marcou o início dos jogos daquele ano. Foi uma celebração tipicamente britânica, com a participação de ícones da cultura local, como os atores Daniel Craig (conhecido por encarnar James Bond no cinema) e Rowan Atkinson (o eterno Mr. Bean). O espetáculo da cerimônia de abertura foi dirigido pelo cineasta Danny Boyle.

Em um grande espetáculo teatral, Boyle fez uma retrospectiva da evolução da civilização pelas décadas, com várias menções à arte e cultura inglesas. Se a cerimônia não superou Pequim, foi um espetáculo grandioso, com mudanças ousadas de cenário e que renderam vários elogios a Boyle. A cerimônia foi encerrada com Paul McCartney cantando Hey Jude.

A próxima página dessa história será escrita nesta sexta-feira no Maracanã, sob os olhares do mundo inteiro.


Fonte: Agência Brasil




Produtividade, sustentabilidade e Inovação. Esses foram os pontos centrais apontados por Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, e da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), durante a cerimônia de abertura do curso “Introdução à Gestão Integrada de Resíduos Sólidos” do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), em parceria com a Prefeitura de São Paulo, com apoio da EcoUrbis.


murilo pinheiro curso de residuosMurilo Pinheiro fala durante aula inaugural do novo curso do Isitec


“Vocês estão dentro da casa da inovação. Esta é a primeira faculdade de Engenharia de Inovação da América. Posso dizer que já é uma referência em todo País e totalmente financiada pelo Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo. Estamos colocando no mercado engenheiros que tenham capacidade de inovar e debater as questões relevantes para a sociedade”, afirmou Pinheiro, lembrando que o SEESP é o mantenedor do Isitec.

O presidente do sindicato fez questão de frisar que não se trata de “uma faculdade para ganhar dinheiro”.  “Os mantenedores não recebem recursos financeiros de volta. Nosso retorno é interferir positivamente na sociedade brasileira. Essa é construção do SEESP e sua contribuição à sociedade brasileira”, completou.

 As aulas começaram nesta quinta e ocorrerão sempre as quintas, e vão até 25 deste mês. Para o diretor administrativo e financeiro da EcoUrbis, Cesar Urien, o curso retoma o que há de mais precioso no homem, que é a vontade de aprender. “Tenho orgulho em poder ser convidado pelo Sindicato dos Engenheiros  e pelo poder público em participar dessa iniciativa. Tenho orgulho em estar presente em um projeto que os próprios funcionários da minha empresa quiseram participar. Iniciativas como essa, retomam o melhor momento do homem, que é a fome por saber”, declarou Urien.

Ricardo Brandão, presidente da Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb),  órgão da prefeitura envolvido no projeto,  lembrou-se do momento em que surgiu a ideia de promover um curso com esse foco. “Surgiu numa conversa nossa quando assumi  a Amlurb. O nosso serviço na prefeitura é o único que  atende, no mínimo, 12 milhões de clientes, por dia. Todos os domicílios dependem dos serviços de coleta e gestão de lixo. E essa administração atual acumulou um conhecimento tal que pensamos que esse conhecimento aprendido deveria ser disseminado”, disse Brandão, lembrando que o curso irá reunir prática e teoria ao mesmo tempo. “ Isso tem tudo a ver com a inovação proposta pelo Isitec. Certamente esse conteúdo que será fornecido aqui nas aulas, nunca foi visto. É a junção da prática à teoria na gestão de resíduos”, ressaltou o presidente da Amlurb.

Quem também esteve presente foi a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP, Marcellie Dessimoni, que falou de sua experiência prática com o sindicato, onde recentemente concluiu um estudo sobre o bairro de Itaim Paulista, Zona Leste da cidade, e que será lançado no sábado (6/8), no bairro que foi foco do levantamento. É o projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Itaim Paulista. “Tive a oportunidade de trabalhar com os estudantes e professores do Isitec, nesse estudo ,  e eles demonstraram a preocupação com a comunicação com a comunidade,  em entender quais as necessidades do outro, de perceber quais são suas dificuldades e facilidades”, contou a jovem coordenadora, que é engenheira ambiental e falou, ainda, da importância da união de esforços entre sociedade organizada, poder público e iniciativa privada.

Quem também falou sobre isso foi Antonio Octaviano, diretor de Extensão e Serviços de Consultoria do Isitec. “Quanto mais interagirmos entre nós, sindicatos, organizações sociais, empresas e o setor público, mais ideias boas se concretizarão”, falou Octaviano, que apresentou os convidados aos presentes, que estavam ansiosos para o início.

Como a química, Dilcelli Soares Moura, 38 anos, que está buscando atualização no currículo. Ela atua no setor de resíduos sólidos há 10 anos, no setor privado, com avaliação das características químicas dos resíduos. “Quero entender mais a gestão dos resíduos, em todo o processo. Quero estar à frente das novas tendências. E também conhecer mais pessoas que atuam no setor ”, declarou Moura.


Deborah Moreira
Imprensa SEESP







O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro,estará presente na Delegacia Sindical de Jundiaí, do SEESP, na manhã de quinta-feira (4/8), para um café da manhã, que antecede a assinatura do Termo de Compromisso de Investimento junto ao ITIE, para a implantação de um Campus do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), no Tecno Vale, localizado no Paço Municipal.

Estarão presentes o prefeito Antonio Bigardi, o secretário de Desenvolvimento Econômico Ciência e Tecnologia de Jundiaí, Marcelo Cereser; e o presidente do Conselho Municipal de Ciência e Tecnologia, da cidade, Devanildo Damião.


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