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Há dez anos, a Auditoria Cidadã da Dívida estuda e divulga informações sobre as dívidas públicas municipais, estaduais e federal. O trabalho é feito em diversas regiões do País. Em São Paulo,  o núcleo é coordenado pela advogada Carmen Cecilia Bressane. Ela conversou com o JE na TV que leva ao ar sua entrevista na edição desta semana.

"Entendemos que a dívida pública é o maior problema brasileiro. São volumes gigantescos de dinheiro (que são usados para quitar a dívida pública), que empobrece o País e que por causa disso ficamos sem dinheiro para investimentos no social.  Em tempos de ajuste fiscal, a questão da dívida precisa entrar em pauta", diz Bressane, lembrando que a dívida pública chega a representar quase 50% do orçamento público federal (anual). Em 2014, 45% foram destinados para o pagamento da dívida.

Na Reportagem, uma avaliação sobre a educação continuada brasileira, que, de acordo com dados do Sistema Nacional de Pós-graduação, vem crescendo desde 2003. Na coluna semanal No Ponto, Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, fala sobre o curso de graduação em Engenharia de Inovação, do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia.

O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.


Comunicação SEESP





Tomou posse para o Conselho Municipal de Cidade (ConCidade) de Mogi das Cruzes, no interior paulista, o engenheiro Mário Gallego, presidente da Delegacia Sindical Alto Tietê, do SEESP. A cerimônia ocorreu no dia 16 último, às 17h, na Prefeitura de Mogi, e contou com a participação do prefeito Marco Aurélio Bertaiolli, de secretários e de vereadores do município. O suplente, o engenheiro Luiz Fernando Ussier, 1º Tesoureiro da Delegacia, foi empossado como conselheiro suplente.


posse mario galego alto tiete



Os mandatos valem para o biênio 2016/2018. Os representantes foram reeleitos durante a 6° Conferência Municipal da Cidade de Mogi das Cruzes em 2 de julho último.

“É fundamental a participação dos engenheiros, enquanto categoria organizada, nas resoluções que envolvem a sua cidade. A busca de soluções e melhorias para a comunidade deve ser uma constante no movimento sindical”, afirmou Gallego.



Comunicação SEESP




Vandana Shiva, física, filósofa, ativista ecofeminista, nasceu no vale de Doon, no Himalaia. Seus pais faziam parte do movimento independentista da Índia. Apesar das dificuldades por ser mulher, estudou física e depois filosofia. Nos anos 1970, somou-se ao movimento Chipko, constituído por mulheres que se abraçaram às árvores de uma mata para evitar que fossem cortadas. Em fins dos anos 1980, criou o Movimento Navdanya, para defender as sementes nativas frente aos transgênicos. A partir daí, criou comunidades de sementes para cuidar da vida e evitar sua depredação. Formou a Universidade da Terra, que promove a ciência digna, a soberania alimentar e alerta contra o impacto das políticas das corporações na mudança climática. Recebeu o Prêmio Nobel Alternativo em 1993.


Foto: Alexandro Auler/LatinContent/Getty Images
vandana shiva 600 largVandana Shiva Vandana Shiva fala durante a atividade Fronteiras do Pensamento, na UFRGS, em Porto Alegre (RS)



Punto Final teve a oportunidade de entrevistá-la quando visitou a Argentina, convidada para o Festival Internacional de Cinema Ambiental (FINCA). A conversa começou a partir da recordação de nossa irmã Berta Cáceres, líder do Conselho Cívico de Organizações Populares e Indígenas de Honduras (COPINH), assassinada por cuidar do Rio Gualcarque, junto à comunidade lenca de Rio Branco, em Honduras.


“Quero render uma homenagem a minha irmã Berta, uma lutadora pela terra, que fez um sacrifício dando sua vida. Mas, sua vida não foi dada voluntariamente, foi arrancada mediante a violência. A terra, toda a comunidade ecológica, e Berta, merecem justiça. Deve haver uma comissão de investigação que seja independente, não só restrita aos crimes cometidos contra os ativistas ambientalistas em Honduras, mas por toda a violência perpetrada pelas corporações, tomando os governos e os convertendo em maquinarias de guerra contra seus próprios cidadãos. A vida de Berta é um chamado a despertar. Devemos despertar e exigir justiça para o planeta, e justiça para Berta”, disse Vandana Shiva.

A entrevista é de Claudia Korol, publicada pela revista chilena Punto Final, edição n. 857, 05-08-2016. A tradução é do Cepat.


O assassinato de Berta foi um crime contra uma guardiã da vida, e faz parte da criminalização das mulheres defensoras da vida. Como analisa esta política?


O sistema político e econômico, que tem mais de duzentos anos de história, o capitalismo patriarcal, se baseia na guerra contra a Terra, guerra contra as mulheres, guerra contra a vida. Por isso, quando mulheres como Berta Cáceres se levantam em defesa da vida, em defesa da terra, em defesa dos direitos das pessoas, o sistema as criminaliza, porque é um sistema criminoso. Criminaliza quem luta em defesa da vida. Vemos como aumenta a violência contra as mulheres, porque o capitalismo patriarcal é a convergência da cobiça, da acumulação e do extrativismo, como também é o medo a tudo o que está vivo e livre. E Berta estava em pé, pela liberdade e a vida. Por isso, gerou medo naqueles que destroem a Terra e destroem nossas sociedades a qualquer custo.

Sementes da vida

Aumentou a consciência mundial sobre o cuidado com as sementes, a terra, a vida e, por isso, cresce a luta dos povos, das mulheres, das comunidades, como também cresce a militarização em resposta a essas lutas. Como pensa que deve ser a resposta das comunidades, das mulheres, à estratégia de militarização?


Acredito que a primeira resposta frente à militarização deve ser entender suas raízes. O sistema se baseia na mentalidade de guerra patriarcal capitalista. É uma ordem de guerra contra a Terra, contra o corpo das mulheres, contra as economias locais e contra a democracia. Temos que entender as conexões destas formas de violência.

Tivemos Estados nacionais, alguns se converteram em ditaduras, outros em democracias, mas que não eram extensões do mundo global das corporações. A globalização converteu os governos em extensões de sua atividade corporativa e, por isso, se tornaram Estados corporativos. É muito evidente que quando esses Estados corporativos tomam a vida das pessoas, produzindo câncer e malformações congênitas em meninos e meninas, minando nossas terras ancestrais, destruindo nossos territórios, convertendo as pessoas em refugiados, as pessoas vão se levantar, as pessoas vão protestar, as pessoas vão fazer bloqueios.

Hoje, estamos olhando como testemunhas o último passo das corporações, convertendo os Estados nacionais, primeiro em Estados corporativos e, agora, em Estados militarizados corporativos, quando a violência militarizada é o único caminho que lhes resta para enfrentar as pessoas que estão procurando defender a terra e suas vidas de uma maneira não violenta. Primeiro, temos que expor esta continuidade de poder e violência.

Como respondemos a isso? Respondemos através da paz e da não violência do modo mais profundo. A primeira parte é, realmente, em nossas mentes e em nossas consciências, e em nossas vidas, viver em paz com a Terra. Essa é nossa maior força. A segunda é resistir a regra do medo. O modo mais efetivo de resistir o medo é não ter medo. E continuar tendo coragem, como teve Berta. Neste cultivo do não medo, cultivar nossa força comum, nossas solidariedades, para estarmos juntos. E, finalmente, reconhecer que o sistema econômico se tornou um sistema de guerra. Ao invés de cuidar e promover a vida, está eliminando a vida, e então está extinguindo a vida daqueles que estão em pé pela vida. Temos que construir o mais impressionante movimento planetário pela paz de nossos tempos, onde afluam o movimento ecologista, o movimento contra a militarização, o movimento feminista, o movimento pela justiça. Todos precisam se tornar um”.

Manipulação genética

Além do sistema de morte que o capitalismo patriarcal significa, a mercantilização está gerando vida sintética. O que pensa destas formas de manipulação da vida, aplicando conhecimentos científicos?

Eu chamaria a denominada manipulação da vida por meio da genética de manipulação da vida por meio da guerra. Qualquer um que faça uma biologia realmente independente, dirá que pegar um gene de um organismo e implantá-lo dentro de outro possui sérias consequências. Conhecer essas consequências é parte do fazer ciência. Estas empresas, que não são científicas, possuem três níveis. O primeiro é que não compreendem a vida. Porque a vida é uma complexidade auto-organizada e está sendo tratada como um jogo de tijolinhos. O segundo é que estão tramando suposições que não refletem como realmente funciona a vida. Estão baseados em um reducionismo genético que funciona como um determinismo genético, que é assumido como se existisse uma molécula mestra que dá ordens para todas as demais, e que tudo o que é necessário fazer é mudar essa molécula de lugar. Mas, não existe uma molécula mestra em um sistema vivo. O terceiro ponto é que não assumem a responsabilidade pelas consequências.


Os primeiros cientistas que criaram as técnicas de recombinação de DNA colocaram fim nisto em 1972, assumindo em uma declaração que não podiam saber as consequências, e que os cientistas têm a responsabilidade de entender as consequências, antes de realizar ações. Qualquer entidade individual ou corporativa que mude a fabricação da vida, sem entender as consequências e sem tomar as responsabilidades disso, está atuando de maneira não científica. O que chamamos de ciência é um projeto patriarcal para um curto momento da história. É uma ciência reducionista, baseada na dominação da natureza. É o conhecimento gerado para a exploração.

Soberania alimentar

Nós, feministas comunitárias – indígenas, campesinas, populares - neste continente, pensamos que a defesa dos territórios faz parte de nosso projeto de vida, e que o corpo é nosso primeiro território a ser cuidado. Nesta perspectiva, propostas como a soberania alimentar se integram na lógica de luta contra o capitalismo patriarcal.


Concordo. Todas as estruturas artificiais de conhecimento se basearam no que chamei de ‘apartheid ecológico’, separando-nos da Terra em nossas mentes, já que não podemos realmente nos separar da Terra em nossas vidas, porque estaríamos mortos. Desta ideia de separação vem a ideia de que é possível substituir os processos de vida com materiais químicos e tóxicos. Então, nosso corpo não está vivo, não é da Terra, é só uma máquina, da qual você pode remover as partes e acrescentar moléculas sem que isso provoque algo em nossa saúde. Você pode produzir soja transgênica e imaginar que não provoca nada à vida, ainda que mate a todas as bactérias em nosso interior. Pode pretender substituir o açúcar natural por xarope de alta frutose, mas seu fígado vai se rebelar.

A soberania alimentar se baseia em superar o apartheid ecológico, sabendo que somos parte da Terra. Somos o solo, somos o ar, somos a semente, somos a água. E a comida que cultivamos na terra se converte em nosso corpo, nosso sangue, nossas células. A comida é a força da vida, é a rede da vida, e é a continuidade da vida, da Terra e de nós mesmos. É por isso que o território e o corpo correspondem quando produzimos comida da maneira correta e comemos a comida adequada. Mas, quando não correspondemos e deixamos de pensar conscientemente na comida, nos tornamos parte deste sistema de guerra. Ainda que sejamos um pequeno elo da cadeia, estamos ajudando a fazer com que permaneça. É necessário ser consciente disto. Caso se controle o mercado de armas, se controla as guerras. Caso você controle a comida, controla a sociedade. E se você controla as sementes, controla a vida na Terra”.

A maioria das mulheres foi separada da Terra. Este é um obstáculo para realizar esta cadeia de vida.

As mulheres e as comunidades indígenas foram separadas da Terra violentamente. É a maior crise que estamos enfrentando. Porque estar na Terra quer dizer ser guardiões e guardiãs da terra. Nosso desafio é, passo a passo, campo a campo, sítio a sítio, semente a semente, voltar à terra. Isso está acontecendo em todas as partes do mundo onde as pessoas produzem sua própria comida. É o que eu estou fazendo na Índia com o Movimento Navdany, porque ainda que a tendência seja retirar os camponeses e as camponesas de sua terra, nós trabalhamos para mantê-las em sua terra, criando economias através das quais possam ficar na terra.

Essas economias propõem estimular a biodiversidade...

Claro. Isto é muito necessário, e em especial na Argentina, que vive uma escravidão da soja, onde os cidadãos se fecham em si mesmos, assim como os camponeses. A monocultura prejudica a mente. Parte do problema que temos é que há muitas ‘soluções individuais e globalizadas’. Temos que permitir que cresçam soluções múltiplas. Para poder sair da escravidão e produzir a biodiversidade que a terra e as pessoas necessitam é preciso criar associações entre moradores do campo e das cidades. Por que os produtores se relacionam com a Monsanto e não com os moradores das cidades? Porque o sistema está trabalhando para aqueles que criaram este sistema totalitário, mas não está trabalhando para as pessoas que cultivam a terra. Este sistema rompeu os processos ecológicos da Terra, como também as relações entre os povos. Temos que reparar este sistema rompido. Cada pessoa criativa pode trabalhar para respeitar os direitos da Mãe Terra e os direitos da Humanidade.


Fonte: Punto Final




A Delegacia Sindical do Grande ABC participou de ato em defesa dos direitos trabalhistas, ocorrido no dia 26 de agosto último, em frente à Escola Estadual Américo Brasiliense, às 14h, em Santo André. Ainda na pauta da mobilização, os sindicatos e movimentos sociais presentes denunciam a tentativa de retirada de direitos por meio da aprovação do PL 257/2016 - que prevê refinanciamento da dívida dos Estados com a União, com cortes no orçamento que traz prejuízos somente aos trabalhadores públicos - e da e da PEC 241 - que limita gastos com saúde e educação por 20 anos.

 

ato servidores santo andre



Entre as entidades envolvidas estão: Sindicato dos Servidores Públicos Municipais de Santo André (SindServ-Santo André), Sindicato dos Professores do ABC (Sinpro-ABC), Central Única dos Trabalhadores (CUT), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), DCE da UFABC, entre outras.




Comunicação SEESP
Notícia atualizada em 31 de agosto de 2016, às 9h53

 

 

 






"Olá, todo mundo. Estou fazendo um sistema operacional gratuito (apenas um hobby, não será algo grande ou profissional) e ele está começando a ficar pronto". Este é um trecho da mensagem que Linus Torvalds, então estudante de Ciência da Computação da Universidade de Helsinque, enviou para um grupo de discussão. Há 25 anos!


Foto: site Meio Bitlinus-torvaldsLinus Torvalds: pronto para mais 25 anos



A mensagem é o marco da criação do Linux, o avô de todos os projetos de código aberto. Em pouco tempo, o que era para ser um "projeto completamente pessoal", conquistou adeptos entre a comunidade academica. Depois, foi a vez da comunidade de supercomputação e das grandes corporações, que muitas contribuições técnicas fizeram ao seu desenvolvimento, graças ao tipo de licença escolhida por seu criador, a GPL (GNU General Public Licence), criada por Richard Stallman, um dos mais icônicos e ferrenhos defensores do software livre.

Hoje o kernel do Linux suporta mais de 80 arquiteturas diferentes, segundo o próprio Torvalds, e conta com 22 milhões de linhas de código mantidas por uma comunidade com mais de 5 mil desenvolvedores de cerca de 500 empresas que continuam contribuindo para aperfeiçoamentos.

Durante os últimos 10 anos, o calendário de lançamentos tem permanecido constante.Um novo kernel é lançado a cada nove a 10 semanas, incluindo uma média de 7,8 mudanças por hora.

Adaptabilidade ao núcleo
Um equívoco comum sobre Linux persiste até hoje: o de que ele é um sistema operacional completo. Linux, estritamente definido, é o kernel do sistema. O produtor de uma distribuição Linux - seja Red Hat, Ubuntu, Fedora, OpenSUSE ou qualquer outra - define o restante do sistema operacional em torno do kernel. Cada distribuição tem suas próprias idiossincrasias, preferindo métodos próprio para a realização de tarefas comuns, tais como gerenciamento de serviços e ferramentas de configuração.

Isso explica por que o Linux se tornou tão difundido em tantas facetas diferentes. Um sistema Linux pode ser tão grande ou tão pequeno quanto necessário. Adaptações do kernel do Linux podem comandar um supercomputador ou um relógio, um laptop ou um switch de rede. Inclusive, dispositivos de Internet das Coisas. Como resultado, o Linux tornou-se o sistema operacional que sustenta a maioria dos serviços de Internet e de plataformas móveis.

Para crescer dessa formas, o sistema precisa manter o interesse dos melhores desenvolvedores de software do planeta incluindo-os em um ecossistema que exige reciprocidade no compartlhamento de código-fonte.A licença GPLv2 é o alicerce desse ecossistema de desenvolvimento vibrante. Se o kernel não suportar uma parte específica do hardware, um desenvolvedor pode escrever um driver de dispositivo e compartilhá-lo com a comunidade, permitindo que todos possam se beneficiar do seu trabalho. Se outro desenvolvedor descobrir um problema de desempenho para uma determinada carga de trabalho, pode corrigi-la e contribuir para que seja corrigida por todos.

Não por acaso, “a busca de talentos Linux está em alta”, afirma Shravan Goli, Presidente da Dice, responsável pelo Open Source Jobs Report 2016, que faz uma previsão do mercado de trabalho Linux baseada em uma pesquisa de gerentes de contratação e nos profissionais Linux. E um dos grandes fatores para isso é o crescimento das plataformas de nuvem OpenStack e CloudStack.

Os próximos 25 anos
O sucesso da plataforma móvel Android trouxe Linux para mais de um bilhão de dispositivos. Parece que cada canto e recanto de vida digital executa um kernel Linux. Mas isso não significa que o sistema tenha conquistado tudo ... ainda. O Linux ainda é um jogador de nicho.

A plataforma open-source Automotive Grade Linux, por exemplo, pode vir a ser a resposta para o cenário fragmentado e, muitas vezes, frustrante dos atuais sistemas operacionais automotivos.

Os servidores Linux ainda são muito mais numerosos do que os servidores rodando Windows Server. Mas embora seja possível encontrar Linux em quase todas as organizações, de uma forma ou de outra, servidores Windows persistem na maioria das empresas, e ainda é da Microsoft a maior fatia dos mercados de desktop, corporativo e pessoal. No curto prazo, esse cenário deve permanecer assim. O mercado de desktop e laptop sendo dominado pelos sistemas da Microsoft e da Apple, com incursões modestas do Chromebook, do Google, baseado em Linux.

Os próximos 25 anos prometem ser tão interessante quanto os primeiros.



Fonte: Site ComputerWorld




O presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, convida a todos a participarem da série de debates com os candidatos à Prefeitura de São Paulo nas eleições 2016. O Ciclo de debates A Engenharia e a Cidade ocorrerá até final de setembro, na sede da entidade. Todos eles receberão, durante os encontros, a nova edição do projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento Cidades.

"Todos os candidatos a prefeito da capital foram convidados a participar e terão a oportunidade de apresentar aos engenheiros e ao publico em geral suas propostas para a cidade de São Paulo".

Os candidatos poderão também ouvir propostas e sugestões, além de discorrerem sobre temas diversos, referentes à gestão pública municipal, apontados pelo público presente. A entrada é livre e aberta a todos os interessados. Mais informações para participar no email Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. .


Ouça o convite de Murilo Pinheiro no Podcast Jornal do Engenheiro:






Comunicação SEESP
Editado por Pedro Henrique Souza Santana





A cineasta e socióloga Isa Grinspum Ferraz, da Fundação Darcy Ribeiro, é a entrevistada desta semana no JE na TV, programa televisivo produzido pela Comunicação SEESP, que abordou, entre outros pontos, o Brasil sonhado do antropólogo e escritor brasileiro. A cada semana, uma nova edição do JE na TV é preparada com conteúdo próprio e inédito. O programação é sempre transmitido na programação ao vivo da TV Aberta - em http://tvaberta.tv.br/aovivo - às 19h30.

Durante o bate-papo, Isa Grinspum lembrou do convite feito pela CNTU, dela integrar a me
a "Soberania e Cultura Rumo ao Brasil 2022", durante a  9ª Jornada da CNTU, no início de julho deste ano - confederação a qual o SEESP integra por meio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE). "Acredito que eventos como o qual participei são importantes para nós refletirmos o rumo do Brasil. em um dos filmes que fiz com o Darcy Ribeiro, ele aponta para a câmera olhando firmemente e iz: nós temos que inventar o Brasil que queremos. Então, achei muito oportuno falar sobre o trabalho do próprio Darcy que lutou tanto por isso", contou.

Na Reportagem, um retrato sobre o ensino de Engenharia no País. "O grande problema do ensino é de tratar o aluno como um elemento passivo, que não interage com os conteúdos", diz José Roberto Cardoso, da Poli. Na coluna No Ponto, Murilo Pinheiro convida a todos a participarem do ciclo de debates "A engenharia e a cidade".


O JE na TV é mais um canal de comunicação importante mantido pelo SEESP para levar importantes informações e notícias aos engenheiros e também à sociedade. Assista ao programa que vai ao ar às segundas-feiras, às 19h30, para a cidade de São Paulo, nos canais 9 (NET), 72 (TVA) e 186 (TVA Digital) ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE na TV é transmitido para mais 40 municípios paulistas e de outros estados conforme grade variada, confira aqui.



Comunicação SEESP







Para repercutir e refletir sobre a importância da participação de todos os candidatos a prefeito na capital paulista nos debates de rádio e TV, a Agência Sindical inicia uma série de matérias sobre a Lei 13.165/15, em seu artigo 46, que não obriga a participação do candidato, cujo partido tenha menos que nove deputados federais eleitos. O primeiro entrevistado é Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, que falou com a agência por telefone, na sexta-feira (19/8). Para ele, é fundamental garantir o direito de todos poderem expor suas ideias para preservar a democracia.



Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
murilo pinheiro nova 600 largMurilo Pinheiro, presidente do SEESP

 

“Não se trata de defender que determinado candidato possa participar, como é o caso de São Paulo, onde uma figura do porte de Luíza Erundina está sendo excluída. Trata-se de defender um princípio, o de que todos têm o direito de expor suas propostas e debater com os demais candidatos e a população”, afirmou Pinheiro a João Franzin, da Agência Sindical.

Para garantir o pluralismo e o princípio da igualadde, o sindicato promoveu uma rodada de café da manhã com os candidatos a prefeito da Capital e agora realiza a série "Engenharia e a Cidade", chamando todos os candidatos. “Os engenheiros querem conhecer os projetos e debater com todos os candidatos, sem exclusão”, comentou.

Murilo ponderou que em que pese eventual restrição, seria o caso de todos os candidatos firmarem compromisso de não excluir ninguém. “A democracia deve ser ampla. Quanto mais debate e exposição de ideias, melhor”, argumenta o dirigente dos engenheiros.

Em São Paulo, a exclusão de Luiza Erundina (Psol) do primeiro debate, na Rede Bandeirantes, na noite desta segunda (22) tem chamado a atenção de muitos eleitores. “Erundina já governou a cidade. Tem experiência, tem bagagem e domina aspectos técnicos e jurídicos importantes da administração pública”, ressaltou o dirigente sindical. Para Pinheiro, que também é presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), deixar de fora um quadro político como esse, de abrangência nacional, “pune a própria população, que fica impedida de conhecer seu plano de governo e sua própria experiência na Prefeitura paulistana”.


Com informações da Agência Sindical





Começa amanhã (23/8) e vai até quinta (23) a Intersolar South America, uma feira do setor de energia solar, que congrega profissionais e empresas do mundo inteiro no esforço de aumentar a participação desse tipo de fonte energética, na geração e fornecimento de energia elétrica. De acordo com os organizadores, há um aumento de 100% no espaço de exposição desde a última edição, em 2015.


Foto: Solar Promotion International GmbH
Intersolar South America 2015 600 largOs visitantes receberão informações sobre as áreas de energia fotovoltáica e tecnologias termossolares.



Para Edgard Laureano da Cunha Jr, diretor executivo da Aranda Eventos, que promove o evento, o aumento do número de expositores é um termômetro sobre o setor, que vem crescendo no País: “É um sucesso esmagador. Dá pra sentir que os investidores globais e as empresas nacionais têm confiança no mercado brasileiro”.

A feira oferecerá uma grande variedade de expositores, incluindo fabricantes de células e módulos fotovoltáicos (FV), empresas de inversores, fornecedoras de componentes FV, de tecnologia de monitoração e controle, de sistemas de rastreamento, de sistemas de montagem, de tecnologia termo-solar, de sistemas de armazenamento de energia, além de distribuidoras de aplicativos FV.

Para uma das empresas participantes, a Schletter, fornecedora de sistemas de montagem, o Brasil será um mercado central no futuro da América do Sul. A empresa já possui um destacado projeto de referência no Brasil – um parque solar ao sul de Florianópolis que é um dos maiores projetos FV do país. “A Intersolar South America é o principal ponto de encontro do setor solar no continente. É perfeito para fazer contatos e negócios, e para nos atualizarmos sobre os mais recentes avanços. O mercado brasileiro oferece um futuro promissor para a tecnologia solar,” declara Silke Kaufmann, da empresa.

Paralelamente à feira, ocorrerá o Congresso da Intersolar South America , e este ano com mais sessões e oficinas. O número de congressistas esperados ultrapassará os 800 do ano passado. O congresso trará informações em primeira mão sobre o desenvolvimento futuro do setor solar brasileiro. Analisando os desafios dos sistemas de compensação de energia, tributação, procedimentos de conexão à rede, disseminação e financiamento, o congresso também examinará o segmento bastante promissor da energia FV distribuída. Outro ramo emergente enfocado no congresso será o da geração centralizada, especialmente em vista dos exitosos leilões nacionais de energia FV, conduzidos pelo Governo Federal nos últimos 3 anos. Outro leilão está previsto para dezembro de 2016.

As múltiplas facetas do congresso se completam com eventos paralelos especiais tais como a apresentação do relatório da Greenpeace, “A Alvorada da Revolução Energética”, além de um jantar exclusivo de entrosamento.

Tal como nas edições anteriores, haverá oficinas especiais para técnicos em instalação, como, por exemplo, “Como instalar sistemas de aquecimento solar em casas existentes”, para engenheiros e, juntamente com o “Programa Intersolar de Estudos”, também para estudantes de mestrado em engenharia e economia.

As fontes renováveis oferecem um ampla variedade de novas oportunidades de carreira. Pela primeira vez, a feira incluirá um fórum de empregos e carreiras, que oferecerá uma plataforma de informações sobre opções de treinamento e formação.

A entrada à feira é gratuita, aberta das 12h às 20h. É preciso pré-cadastrar-se aqui. Mais informações em www.intersolar.net.br





Fonte: Intersolar





No terceiro dia de mobilizações na Mercedes, em São Bernardo, os trabalhadores queimaram os telegramas com os avisos de demissões enviados pela montadora. O ato foi realizado na manhã desta sexta-feira (19/8), na portaria da fábrica. “A queima dos telegramas é para a direção da empresa ver o destino que vamos dar aos avisos que mandou de maneira indigna aos trabalhadores. Não tem validade e não aceitaremos tamanho desrespeito”, afirmou o secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre.


Foto: Edu Guimarães
metalurgicos queimam telegramas



“E que nunca mais se cometa esse tipo de violência contra a classe trabalhadora. Todo problema tem sua solução e é preciso ter vontade para encontrar caminhos de maneira negociada”, destacou.

No fim do ato, a direção da empresa entrou em contato com a representação dos trabalhadores para nova reunião hoje. Na próxima segunda-feira (22), às 10h, a assembleia será em frente ao Sindicato.

A Mercedes começou a enviar os telegramas de demissão na segunda, 15, e colocou todos os companheiros na planta em licença remunerada. Na quarta, mais de sete mil metalúrgicos caminharam da Sede até a Praça da Matriz, no Centro. No dia seguinte, os trabalhadores fizeram passeata pelas ruas no entorno da fábrica até a via Anchieta contra demissões.

No dia 2, a empresa divulgou comunicado com a intenção de demitir mais de dois mil trabalhadores considerados excedentes.


Fonte: Site do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC






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