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Agência Câmara*

O presidente Michel Temer sancionou com um veto a Lei Orçamentária Anual (LOA) para 2018, que prevê as receitas e despesas da União para o exercício financeiro deste ano. Foi vetada a estimativa de recurso extra de R$ 1,5 bilhão para o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). O aporte adicional havia sido incluído pelo relator do Orçamento no Congresso, deputado Cacá Leão (PP-BA). De acordo com o Palácio do Planalto, apesar do veto aos recursos extras, o Fundeb possui provisão de cerca de R$ 14 bilhões para este ano.

 

palacio do planalto gov home

 

O projeto de lei orçamentária foi aprovado em dezembro passado pelo Congresso Nacional, após passar por várias discussões na Comissão Mista de Orçamento (CMO). Este é o primeiro Orçamento aprovado após a vigência da Emenda Constitucional do Teto de Gastos (EC 95/16), que limita as despesas públicas à inflação do ano anterior pelos próximos 20 anos.

Uma das novidades deste ano é a destinação de R$ 1,716 bilhão para um fundo eleitoral, chamado de Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC), que vai custear com recursos públicos as eleições de 2018. O FEFC foi instituído pela última minirreforma eleitoral, aprovada em outubro pelo Congresso Nacional, que virou a Lei 13.487/17.

O Orçamento prevê um deficit primário de R$ 157 bilhões para 2018, diferentemente da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO), aprovada anteriormente, que previa uma meta fiscal deficitária de R$ 159 bilhões. A proposta prevê crescimento de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para os próximos 12 meses.

No texto aprovado pelo Congresso, a previsão para o salário mínimo de 2018 era de R$ 965. No entanto, o cálculo para o reajuste foi atualizado, levando em conta o PIB e a inflação, e o governo confirmou na última semana o novo mínimo de R$ 954, em vigor desde o dia 1° de janeiro, aumento de 1,81% em relação ao valor vigente em 2017 (R$ 937).

Despesas
A lei orçamentária prevê despesas da ordem de R$ 3,5 trilhões em 2018, sendo que R$ 1,16 trilhão se destinam ao refinanciamento da dívida pública. Tirando os recursos para refinanciamento, sobram à União cerca de R$ 2,42 trilhões. Desses, apenas R$ 112,9 bilhões são destinados a investimentos públicos. Os gastos com Previdência Social somam R$ 585 bilhões e o pagamento de juros da dívida pública deverá custar R$ 316 bilhões.

O gasto com funcionalismo público foi estimado em R$ 322,8 bilhões para 2018. Esse montante contempla o adiamento de reajustes salariais e o aumento da contribuição previdenciária dos servidores (de 11% para 14%), conforme determinado pela Medida Provisória 805/17.

Eleições
As regras do novo Fundo Especial de Financiamento de Campanha estabelecem o repasse de 30% dos recursos destinados às emendas de bancada de execução obrigatória no Orçamento e do dinheiro proveniente da compensação fiscal das emissoras de radiodifusão com o fim de parte da propaganda partidária eleitoral. A estimativa é de que esses recursos cheguem a R$ 400 milhões e se somem aos valores previstos no Orçamento.


* Com informações da Agência Brasil




Agência Brasil

O presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, informou que a sua filha e deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ) vai assumir o ministério do Trabalho. Ele se reuniu com o presidente Michel Temer no Palácio do Jaburu e disse que o nome de Cristiane Brasil "surgiu" durante a conversa e não foi uma indicação dele próprio. A nomeação foi confirmada pelo Palácio do Planalto. Segundo nota à imprensa, a definição de Michel Temer ocorreu após "indicação oficial feita pelo PTB".


Foto: Câmara dos Deputados
Cristiane Brasil ag camara homeDeputada federal Cristiane Brasil


Segundo Roberto Jefferson, após a consulta e a aceitação, Cristiane Brasil concordou em não disputar as eleições deste ano. "Ela ficará ministra até o final [do governo de Temer]", afirmou. Roberto Jefferson disse ainda que o líder do partido na Câmara, deputado Jovair Arantes (PTB-GO), também concordou com a nomeação e disse que ela tem a "confiança" da bancada.

Ronaldo Nogueira deixou o ministério no último dia 27 para se candidatar a um cargo eletivo no pleito deste ano. Para concorrer a cargo eletivo, nacional, ministros de Estado precisam se afastar do cargo com seis meses de antecedência. O convite para o cargo havia sido feito ao deputado Pedro Fernandes (PTB-MA) que não confirmou. "Não há conflito no PTB, há uma relação muito boa entre mim, os líderes no Senado e na Câmara. A bancada é unida", disse Jefferson.



Na entrevista da edição do JE na TV exibida inicialmente na segunda-feira (18/12), a coordenadora dos núcleos Jovem Engenheiro do SEESP e Jovem Engenheiro da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), Marcellie Dessimoni, faz um balanço das atividades. Em nível nacional, os jovens engenheiros já estão presentes em 12 estados.

Na Reportagem da Semana, saiba quem ganhou o prêmio Personalidade da Tecnologia 2017, oferecido pelo SEESP tradicionalmente no Dia do Engenheiro, em 11 de dezembro.

O JE na TV vai ao ar toda segunda-feira pela TV Aberta São Paulo, ao vivo e em mais de 40 cidades do Estado, sempre tratando de assuntos relevantes à engenharia. Todas as edições ficam também disponíveis no canal do SEESP no Youtube.

Assista a íntegra do programa, abaixo.


https://www.youtube.com/watch?v=1c6TavUaXkY





Comunicação SEESP

O JE na TV desta semana, que foi ao ar inicialmente na segunda-feira (11/12), na programação da TV Aberta, destaca o 4º Encontro Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), que ocorreu no dia 1º de dezembro último, no auditório do SEESP e reuniu profissionais da engenharia, economia, farmácia, nutrição,  odontologia, além de convidados como o ex-ministro da Defesa, Celso Amorim.

Na Entrevista, Carlos Mingione, novo presidente do Sindicato das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco), eleito neste ano para o mandato 2018-2019, fala sobre o panorama atual para os profissionais que não é favorável em relação à qualidade dos projetos. "Nosso setor da engenharia consultiva está sentindo um desgaste há algum tempo com reclamações acerca da qualdiade do projeto, do nível de detalhamento insuficiente e que tem gerado problemas em relação a aditivos de prazos e valores. As ações para tentar mitigar esses problemas paresse que vem no sentido contrário. Eu sinto que a engenheria está sofrendo realmente grandes desafios", afirmou Mingione.

Ele lembrou que, atualmente, se contrata um serviço a partir de um projeto preponderantemente pelo menor preço, em detrimento da qualidade e da boa técnica. Isso se tornou uma prática generalizada em todo país. Um dos exemplos citados por ele é a recém aprovada Lei das Estatais que define como as empresas públcias de economia mista devem contratar. E, ao invés de preconizar que a contratação seja baseada na qualdiade, permite a contratação tendo como critério o menor preço. E isso, segundo ele, traz graves problemas do ponto de vista da qualidade e da ética.

O JE na TV vai ao ar toda segunda-feira pela TV Aberta São Paulo, ao vivo e em mais de 40 cidades do Estado, sempre tratando de assuntos relevantes à engenharia. Todas as edições ficam também disponíveis no canal do SEESP no Youtube.

 

Assista a íntegra do programa, abaixo.

 

https://www.youtube.com/watch?v=1hP7kfiN094

 




Deborah Moreira
Comunicação SEESP

As obras de infraestrutura da fonte de luz síncrotron Sirius estão 71% concluídas. A informação é do diretor do Laboratório Nacional de Luz Síncrotron (LNLS), Antonio José Roque, e foi dada durante sua apresentação a representantes de setores estratégicos do governo federal, no Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC) no último dia 27 de novembro.


Foto: Divulgação CNPEM
sirius home

 

O físico Antonio José Roque, entrevistado pelo jornal Engenheiro, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que destacou o projeto do acelerador de partículas brasileiro, de quarta geração, em sua edição de outubro, conta que a obra é dividida em etapas: civil, que consiste no conjunto de aceleradores de elétrons, e a das estações experimentais, que se encontram no entorno do anel principal, onde incidem as chamadas linhas de luz.

O Sirius tem um prédio especial que abriga tudo isso: piso especial para manter estabilidade, controle de temperatura e toda a infraestrutura para gerar a água de refrigeração. No conjunto de aceleradores estão o primeiro que é a fonte de elétrons que faz a primeira aceleração e a injeta no segundo acelerador que, por sua vez, faz uma nova aceleração e injeta num terceiro acelerador que tem como papel principal manter a órbita dos elétrons estável. Nesses aceleradores estão dispostos ímãs construídos e posicionados de forma apropriada para desviarem a trajetória que, ao ser desviada, emite a luz síncroton. Ai vem o terceiro bloco de instalações: as linhas de luz, divididas em uma série de instrumentos – que é toda a parte de ótica que vai incidir na mostra. E, por fim, têm as estações experimentais, que estão localizadas no entorno do anel, onde de fato os pesquisadores vão atuar com experimentos. Trata-se de um ambiente apropriado onde é possível aplicar pressão, temperatura, campo magnético, tensão. Diversos experimentos ao mesmo tempo.

Durante a entrevista, Roque lembrou que o projeto científico é de longo prazo e que precisou de ajustes para se adaptar as mudanças sugeridas por técnicos que compõem o comitê internacional, que vistoria as instalações. Em 2012, ele passou de um patamar de terceira geração para quarta geração, o que implicou em buscar tecnologia para estabilizar o piso. A busca por tecnologias mais precisas resultou em um projeto que possui 85% de seus componentes vindos de empresas nacionais.

Com todas essas readequações, o novo acelerador começou efetivamente a ser construído em 2015, no Polo de Alta Tecnologia de Campinas, ao lado do Laboratório Nacional de Luz Síncroton (LNLS), gerenciado pelo Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social supervisionada pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). A expectativa é que os primeiros feixes de luz estejam disponíveis para a comunidade científica em 2018 e que as 13 linhas de luz previstas estejam prontas em 2020. São 68 mil metros quadrados de área construída, que abrigará o equipamento que possui 518,4 metros de circunferência, com dezenas de estações de trabalho de onde poderão ser estudadas amostras das mais variadas. Ele contribuirá para a nanotecnologia, desenvolvimento de novos materiais e até de novas técnicas de análise.

Histórico
Foi no primeiro governo Lula que surgiu a ideia do equipamento. Em 2009, em seu segundo mandato, o então Ministério da Ciência e Tecnologia liberou os primeiros R$ 2 milhões. Em 2012, já com o nome Sírus – em referência a uma estrela de grande brilho da constelação de Canis Major – o comitê internacional formado para avaliar o projeto recomendou um patamar mais sofisticado, o que hoje é classificado como quarta geração.

No ano seguinte, foi adquirida uma área de 150.000 m² em Campinas e, em 2015, começaram as obras de fato.
Foi graças ao acúmulo de conhecimento técnico que se obteve tecnologia genuinamente nacional para construir o Sirius. Esse conhecimento vem desde o primeiro acelerador brasileiro, em 1997, que começou a ser planejado dez anos antes, em funcionamento até hoje. Segundo Antonio Roque, o primeiro acelerador tupiniquim é de segunda geração com características de terceira, perfil da maior parte dos aceleradores existentes em outros países, e o único desse tipo na América Latina.

Mas, como funcionará o Sirius? Para explicar é preciso lembrar a evolução dos aceleradores, que surgem no início do século XX para estudar a estrutura das matérias. Os primeiros eram lineares e circulares. Estes passaram a ser chamados de síncroton por manterem estável a trajetória dos elétrons, partículas usadas nos experimentos. Em uma analogia simples, esse passeio da corrente de elétrons é similar ao movimento de um balanço, que ganha mais amplitude ao passo que é empurrado no momento certo. Se não, perde força. O mesmo ocorre com o elétron: se tiver na posição correta, ganha um empurrão chegando a uma velocidade similar a da luz. São diversos empurrões que vão ocorrendo, de forma coordenada, inclusive com os campos magnéticos criados por ímãs, que fazem os elétrons se moverem em circunferência. Assim funciona um acelerador convencional que colide partículas. Ao fazer isso, principalmente com partículas leves como elétrons, percebeu-se a emissão de uma radiação quando os elétrons fazem a curva nos ímãs: luzes infravermelha, ultravioleta e até de raio-x, capazes de incidir em materiais  para coletar informações, como citou Roque: “No anos 1950 pesquisadores pediram para os físicos de partículas abrir, na câmara de vácuo do acelerador, um buraco para extrair essa radiação, chamada luz síncroton, e coletá-la numa linha de luz”.

A primeira geração de luz síncroton fez uso parasita de um acelerador. Depois, Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália e mais adiante o Japão, construíram, em 1970 e 1980, os aceleradores de segunda geração para extrair a luz síncroton, com maior quantidade possível de linhas de luz, com possibilidade de regular brilho e estabilidade. Na sequência, foram criados os dispositivos de inserção: novos conjuntos de ímãs inseridos no acelerador, sem afetar a orbita global, mas que geram radiação com brilho maior e mais controlada. Com isso, surgiu a terceira geração no final da década de 1980.

A partir daí começa uma busca por diminuir o tamanho do feixe de elétrons e aumentar o brilho, que significa aumentar a coerência da radiação e melhorar o resultado. “Está cada vez mais parecido com um laser, que permite gerar imagens tridimensionais. Você passa para um universo de imagens tomográficas, que possibilitam gerar a parte estrutural do material em 3D, técnicas para identificar átomos que compõem o material, superpor essas informações e ter resultados estruturais, organizacionais, bem como os elementos químicos”, contou o físico.

De acordo com o diretor do LNLS, esse avanço significa uma análise mais ampla o que possibilitará reconstruir as informações do material de maneiras que ainda não foram possíveis. “Um feixe de elétrons cada vez menor, e mais brilhante, abre possibilidades que a gente nem tem ideia ainda. Inclusive, esperamos que novas técnicas surjam”, concluiu.




O Jornal do Engenheiro na TV, o JE na TV, deu início nesta semana a série especial de entrevistas do 4º Encontro Nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), ocorrido na sexta última (1º). A primeira entrevistada é a economista e consultora em Cidadania e Participação para o Desenvolvimento Econômico e Social, Esther Albuquerque.

"Precisamos criar espaços inclusivos de debates onde todos sejam acolhidos, sem construir hierarquias desses conhecimentos. Diversas pessoas estão fazendo isso, e a CNTU também com o Projeto Brasil 2022. Temos que ampliar as mesas de diáglogo, para que as pessoas voltem a ter esperança sobre o futuro do País", afirma a especialista em participação social, que atuou em iniciativas governamentais, como o Orçamento Participativo em Belém.

A cobertura completa sobre o evento você encontra no site www.cntu.org.br .

Na Reportagem, as fortes chuvas de verão acendem um alerta na cidade e a previsão é de muitos problemas como vias alagadas, enchentes, quedas de árvores e desmoronamento de morros. Neste último ano, o primeiro da administração João Doria, a prefeitura gastou somente 21% do seu orçamento de combate a enchentes. O assessor especial do SEESP, Carlos Hanickel, lembra que a escassez de engenheiros nos organismos como Defesa Civil, principalmente nas periferias, é um dos fatores: "É a população mais simples e mais necessitada é quem sofre mais, onde existem muitos corregos que não foram feitos limpezas, desassoreamentos, bem com limpeza nas galerias pluviais".  

Para o engenheiros da Prefeitura, Carlos Eduardo de Lacerda, além de aumentar o o corpo técnico bastante reduzido nas últimas administrações, é preciso que haja cursos de atualização. "É ideal cursos de atualização como em geoprocessamento e planejamento. As esquipes terceirizadas sem acompanhamento da administração, não vão fazer um bom trabalho. Então é muito importante que, além de aumentar a equipe, é preciso que ela seja bem distribuída e tenha formação adequada", explica Lacerda. 

O JE na TV vai ao ar toda segunda-feira pela TV Aberta São Paulo, ao vivo e em mais de 40 cidades do Estado, sempre tratando de assuntos relevantes à engenharia. Todas as edições ficam também disponíveis no canal do SEESPl do SEESP no Youtube.

A edição que foi ao ar primeiramente na segunda-feira (27/11) pode ser vista abaixo.


https://www.youtube.com/watch?v=9BA89n1elYE



Comunicação SEESP*

Até domingo (17/12), a Avenida Paulista terá um makerspace montado na forma de cubo mágico, com diversas atividades gratuitas ligadas à inovação, criatividade, conhecimentos associados ao plástico. A proposta é da Braskem, indústria ligada ao plástico. Os horários de funcionamento são de terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h. Com entrada gratuita e por ordem de chegada, para participar das oficinas, palestras e até hackathons, é necessário fazer uma pré-inscrição pelo site www.plastcolab.com.br.


plastCoLab

São três andares com diversas atrações. No primeiro andar, haverá uma série de exposições interativas, entre elas o hockey de robôs, uma demonstração das inúmeras possibilidades da robótica, e os Bonecxs para Todxs, brinquedos criados pelo pessoal da MiranteLab que têm como proposta uma reflexão sobre padrões e identidades. Ainda no mesmo espaço, também será possível manipular objetos produzidos na impressora 3D do Made In Space (que fornece impressoras p/ a NASA que operam em gravidade zero).

No segundo, acontecem as oficinas como: Impressão 3D na Prática, Robótica para Crianças, Construção de Fliperama e de Moldes Plásticos, Hortas Automatizadas, Oficina de Brinquedos e Oficina de Drones.

No terceiro andar ocorrem palestras com especialistas ligados ao movimento maker. Entre eles, marcam presença Silvana Bahia, diretora de Projetos da Olabi & Preta Lab, projeto que estimula o protagonismo de meninas e mulheres negras e indígenas no campo da inovação e da tecnologia; Heloisa Neves, diretora Executiva da Associação Fab Lab Brasil e que lançou recentemente o livro “Fab Lab: a vanguarda da nova revolução industrial” e a palestrante mirim de 9 anos Manoela Meroti, que empreende desde os 6, vendendo pulseiras de elástico e quadros pintados à mão.

É no terceiro piso que ocorrem os hackathons. O professor Charles Esteves Lima, diretor pedagógico do Adoro Robótica, e Maria Augusta Bueno, diretora do São Paulo Lab, organizarão grupos de até 30 pessoas divididas em times de quatro ou cinco que irão prototipar acessórios em plástico e kits associados ao pensamento maker.

À noite o público poderá participar da obra interativa “O Mestre Mandou”, de Lina Lopes. A fachada do PlastCoLab apresentará uma sequência de luz e cores que o participante deverá reproduzir com passos em um tablado com botões nas cores correspondentes. À medida que acertar, passará ao próximo nível de dificuldade. Para interagir com a obra, bastará postar uma foto com a hashtag da ação: #plasticotransforma.

Programação:

1o andar

De terça a sexta, das 11h às 19h e sábados e domingos, das 10h às 18h.

Entre 3 e 17/12: Exposições Hockey de Robôs, Robôs Humanoides, Bonecxs para Todxs, O que é o Plástico?, Imprimindo o Futuro.

2o andar

Oficinas sempre das 14h às 17h.

05/12 (terça-feira): Oficina de Objetos de Plástico com Moldes de Fabricação Digital;

06/12 (quarta-feira): Oficina de Stencil;

07/12 (quinta-feira): Oficina Impressão 3D na Prática;

08/12 (sexta-feira): Oficina de Robótica para Crianças;

09/12 (sábado): Oficina de Construção de Fliperamas;

12/12 (terça-feira): Oficina de Montagem e Pilotagem de Drones;

13/12 (quarta-feira): Oficina de Hortas Automatizadas;

14/12 (quinta-feira): Oficina de Vacuum Forming;

15/12 (sexta-feira): Oficina de Brinquedos em Impressoras 3D;

16/12 (sábado): Oficina de Acessórios em Acrílico com Corte a Laser

3o andar

Palestras e Hackathons

08/12 (sexta-feira) das 15h às 16h: Palestra “Você Ainda vai Ser um Maker”, com Heloisa Neves;

09/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Maker Inclusivo”, com Silvana Bahia;

10/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Educação Maker” com o Professor Charles Esteves Lima;

16/12 (sábado) das 14h às 15h: Palestra “Como Ganhei meu Primeiro Hackathon criando Brinquedo” com Manoela Meroti;

17/12 (domingo) das 10h às 18h: Hackathon “Mobilidade Urbana”, com Maria Augusta Bueno.


Local: calçada do Shopping Cidade São Paulo, localizado na avenida Paulista, 1230 - Bela Vista, São Paulo – SP

*Com informações da Assessoria de Imprensa



Comunicação SEESP*

O Jornal do Engenheiro na TV, o JE na TV, entrevista Allen Habert, diretor de articulação nacional da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU). Na pauta, a 4ª edição do Encontro Nacional da CNTU, que acontece na sexta-feira (1º), a partir das 9h, no auditório do SEESP. As atividades vão até às 20h e contará com a participação de personalidades como o ex-ministro Celso Amorim. Além disso, ele resgata a origem da Confederação.

"Precisamos refletir um tripé muito importante que é a soberania, a democracia e a cidadania, rumo ao Brasil 2022. Ou seja, precisamos discutir a questão sobre como manter a soberania e resistir diante da necessidade de haver mais democracia", afirmou Habert, referindo-se à temática do encontro e ao projeto Rumo ao Brasil 2022, que pretende articular profissionais fundamental para a reflexão sobre os desafios e oportunidades do País desde agora até ao menos o Bicentenário da Independência e os 100 anos da Semana de Arte Moderna, comemorados em 2022.

Os engenheiros integram à CNTU por meio da Federação Nacional dos Engenheiros, filiada à Confederação. Haverá transmissão online, ao vivo, e, depois, todo o material será disponibilizado nos sites da entidades - www.cntu.org.br e www.fne.org.br .

Na Reportagem da Semana, conheça as mais recentes técnicas da construção sustentável, que tem que atender requesitos ambientais, sociais e econômicos. Madeiras de reflorestamento, placas fotovoltáicas, vazos sanitários com redução de água e uso de vidro para utilizar a luz natural para os ambientes.

O JE na TV vai ao ar toda segunda-feira pela TV Aberta São Paulo, ao vivo e em mais de 40 cidades do Estado, sempre tratando de assuntos relevantes à engenharia. Todas as edições ficam também disponíveis no canal do SEESPl do SEESP no Youtube.

A edição que foi ao ar primeiramente na segunda-feira (27/11) pode ser vista abaixo.


https://www.youtube.com/watch?v=Uhc1-u_DKYE

 



Comunicação SEESP*

Os engenheiros Jurandir Fernandes, coordenador do Conselho Assessor de Transportes e Mobilidade Urbana do SEESP, Edilson Reis, diretor do SEESP e membro do Conselho Assessor, se reuniram com Maurício Ferro, presidente da Comissão Especial de Mobilidade Urbana da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Na pauta, a parceria entre as entidades para a troca de experiências e a soma de esforços no sentido de viabilizar projetos para o setor.


Imagem: Fotos Públicas
mobilidade home



Durante a reunião, ocorrida em 8 de novembro último, na sala de reunião da Presidência do sindicato, o representante da OAB contou que a Comissão montará um observatório para acompanhar os projetos de leis em tramitação na Câmara Municipal de São Paulo e na Assembleia Legislativa de São Paulo.

Jurandir Fernandes fez um breve relato sobre as atribuições do Conselho Assessor, que consiste em assessorar tecnicamente o coordenador do Conselho Tecnológico, bem como o presidente do sindicato, e que vem debatendo políticas públicas e tendências para o transporte público de passageiros, em especial transporte sob demanda (aplicativos) e seu impacto no estado.

O representante da OAB contou que a comissão que preside também tem como finalidade assessorar integrantes da Ordem sobre o setor, no sentido de acompanhar a Política Nacional de Mobilidade Urbana.

Ao final, foram dados alguns encaminhamentos como a participação em atividades futuras nas duas entidades, participação conjunta da análise de viabilidade de projetos de lei que tramitam nas Comissões de Transporte, Trânsito e Mobilidade Urbana da CMSP e Alesp. Maurício Ferro contou que está realizando levantamento dos projetos na Câmara e na Assembleia Legislativa.

A convite da OAB, o SEESP participará de evento para avaliar os resultados operacionais dos 5 anos da Lei Federal da Mobilidade Urbana. As duas entidades articularão com as Comissões de Transporte, Trânsito e de Mobilidade Urbana das duas casas legislativas de São Paulo para, formalmente, participarem ativamente da análise dos projetos de lei na área.

Por fim, ficou combinado uma série de seminários, em parceria com a Comissão Especial da OAB para o próximo ano, como: fontes de financiamentos e de Custeio de Infraestrutura de Transporte, Bem Como de Tarifas e Remuneração; Veículos Autônomos e as responsabilidades técnicas e jurídicas; Avaliação dos Estatutos: da Mobilidade, da Metrópole, da Cidade, do Pedestre, etc e sua contribuição para a mobilidade urbana.


* Com informações do Conselho Assessor de Transporte e Mobilidade Urbana do SEESP



Comunicação SEESP*

O SEESP convoca a todos os (as) engenheiros (as) da Telefônica Vivo a participarem das assembleias que serão realizadas nas unidades da empresa, conforme quadro abaixo. As atividades integram a
Campanha Salarial 2017 e são fundamentais para que haja mobilização e pressão para que a empresa melhore sua proposta. As assembleias ocorrem na quarta-feira (29/11).

 

ASSEMBLEIAS VIVO TELEFONICA HOME

 

Confira:

Local: Ao lado da recepção da sede da empresa
(Avenida Doutor Chucri Zaidan, 860, Brooklin – São Paulo/SP)
Horário: 13h30 (primeira convocação) e 14h (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da CRSO Santana
(Avenida Ataliba Leonel, 2.419 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Martiniano de Carvalho, 851 – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Local: Hall de entrada da sede da empresa
(Rua Humberto I, 880, entrepiso – São Paulo/SP)
Horário: 16h (primeira convocação) e 16h30 (segunda convocação)

Pauta:
1) Informes e discussão sobre o atual estágio das negociações, com vistas ao fortalecimento dos principais pontos de nossa pauta de reivindicações, reiterados pela categoria nas assembleias de 18 e 19 de outubro e até o momento não atendidos pela Telefônica/Vivo, que são:
a) manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor;
b) correção dos salários e benefícios pelo maior dos índices inflacionários calculado na data-base;
c) aumento real dos salários na data-base, a título de produtividade; e
d) piso salarial de R$ 8.433,00, na data-base, em conformidade com a Lei nº 4.950-A/66, que rege o salário mínimo profissional da categoria;

2) Discussão e deliberação sobre a proposta da empresa a ser apresentada na reunião de negociação que ocorrerá no SEESP na manhã do próximo dia 29, com possibilidade, inclusive, de deliberação

sobre deflagração de greve;

3) Declarar as assembleias abertas em caráter permanente até o término da presente campanha salarial.




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