“O 28 de Abril já se transformou numa efeméride na história sindical e político-social brasileira. Foi a maior manifestação com greve desde a democratização do País.” Essa é a avaliação do consultor João Guilherme Vargas Netto. Em entrevista ao JE na TV, ele faz uma análise da reação do movimento sindical diante das ameaças de retrocessos contidas nas propostas de reformas trabalhista e da Previdência.
Para Vargas Netto, a greve geral, que mobilizou milhões em todo o Brasil, se caracterizou por ter sido “forte, nacional, unitária e de resistência”.
Além disso, o JE na TV traz, em "Reportagem da Semana", um resumo dos temas tratados no 8º Encontro Ambiental de São Paulo (EcoSP), que ocorreu nos dias 27 e 28 de abril último. Em sua coluna "No Ponto", Murilo Pinheiro, presidente do SEESP, falou sobre o momento delicado por que passa a ciência, tecnologia e inovação no País, que teve corte de 44% neste ano.
Tudo isso e muito mais você confere na exibição do programa do sindicato, que vai ao ar às segundas-feiras, na capital paulista, pela TV Aberta SP, às 19h30, nos canais 9 (NET), 8 (Fibra 8) e 186 (Vivo TV). Ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE é transmitido também para 50 cidades de todo o Estado em dias e horários diversos. Confira a grade aqui.
Acesse a edição completa, que foi ao ar primeiramente na segunda-feira (8/5), na TV Aberta:
https://www.youtube.com/watch?v=jmfQfqMK5hQ&feature=youtu.be
Comunicação SEESP
(publicado por Deborah Moreira)
Mesmo sem recursos e incentivo, inventores brasileiros resistem. Alguns se desfazem de patrimônio pessoal e colocam produto no mercado, outros aguardam parceria privada, já que o poder público não consolida uma política em apoio a essas iniciativas, que podem mudar positivamente o setor. O Podcast Jornal do Engenheiro produziu uma matéria a partir de alguns trechos das entrevistas realizadas com esses profissionais para reportagem publicada na edição deste mês do jornal Engenheiro, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE).
A ausência de uma política nacional forte e eficaz de ciência, tecnologia e inovação, somada à crise político-econômica recente, levou o Ministério, em março, a um corte de 44% no orçamento de 2017, o pior das últimas décadas. Para denunciar essa situação, que é similar em outros países, milhares de pesquisadores em todo o mundo foram às ruas, em 22 de abril último, na Marcha pela Ciência.
Confira abaixo o Podcast:
Leia matéria no jornal da FNE neste link
Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Quarenta e quatro dias depois da data inicial prevista, foi lançado o Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicação (SGDC) brasileiro, no Centro Espacial de Kourou, na Guiana Francesa. O lançamento ao espaço ocorreu no final da tarde de ontem (4/5) e foi acompanhado pelo governo brasileiro, na sede do VI Comando Aéreo Regional, em Brasília. A decolagem foi considerada perfeita pelo centro de controles da Arianespace, responsável pela operação.
Imagem: Reprodução ArianeSpace
O evento marcou a retomada dos lançamentos na base espacial, que ficou paralisada durante cinco semanas por conta da greve geral que deu início a uma série de atos que pararam a Guiana, que vive um colapso social diante de uma grave crise econômica que assola a população com alto índice de desemprego e violência. A Guiana ainda é colônia da França que, em alguns dias decidirá seu futuro presidente.
No entanto, a crise na Guiana está longe de acabar. Notícias de páginas locais em redes sociais dão conta que caminhoneiros preparam uma nova paralisação para os próximos dias.
Depois do lançamento do foguete que leva o equipamento ao espaço, o satélite levará cerca de 10 dias para chegar à sua posição final. Depois disso, serão feitos testes por 30 dias. Em meados de junho, o controle operacional do satélite já poderá ser feito pelas Forças Armadas. A banda utilizada para comunicações poderá ser usada a partir de setembro.
Além do satélite brasileiro, foi lançado um satélite da Coréia do Sul, também pela empresa lançadora de satélites Arianespace.
O jornal local La 1ere fez uma transmissão ao vivo do satélite que pode ser conferida neste link
Aqui é possível conferir o lançamento mais de perto, feito pela Ariane 5
Clique aqui e confira matéria sobre o satélite publicada na edição 502 do Jornal do Engenheiro
Comunicação SEESP com agências
(publicado por Deborah Moreira)
Começa nesta quinta-feira (4/5) a 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária que vai até o domingo (7), no Parque da Água Branca, em São Paulo, promovida pelo Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST). Na programação, seminários, conferências e um espaço literário dedicados a ampliar o debate sobre a alimentação saudável e as muitas dimensões da luta pela Reforma Agrária Popular. Sábado (6) haverá a presença do ex-presidente uruguaio José Pepe Mujica, da culinarista e apresentadora de televisão Bela Gil, da atriz Letícia Sabatella, o ex-ministro da saúde Alexandre Padilha e do integrante da Direção Nacional do MST, João Pedro Stédile, que participam da conferência“Alimentação saudável é um direito de todos e todas”.
Foto: Divulgação MST
Ainda no sábado, terá o lançamento da plataforma #ChegaDeAgrotóxicos pela Campanha Permanente contra os Agrotóxicos e pela Vida, uma articulação de entidades, movimentos e organizações populares, além de personalidades de todo o mundo com o objetivo de informar as pessoas sobre o tema dos agrotóxicos e coletar assinaturas contra um conjunto de leis que busca facilitar o registro de novos químicos na produção de alimentos, conhecido como ‘Pacote do Veneno’.
Outro momento esperado é na sexta-feira (5), quando ocorrerá um debate sobre os impactos dos transgênicos e dos agrotóxicos na saúde e no ambiente. À tarde serão debatidas alternativas para enfrentar esse modelo imposto pelo agronegócio. A partir das experiências do MST, desenvolvidas nas áreas de acampamento e assentamento, discutiremos a produção agroecológica, os processos de educação e formação dos trabalhadores que lidam diretamente com a produção de alimentos, e tudo o que já acumulamos sobre a produção e comercialização”, afirma Cristina Vargas, da Direção Nacional do MST.
Além dos seminários e conferência, o MST prepara um espaço literário, onde ocorrerá o lançamento do livro "Brasil em fúria: democracia, política e direito", com a presença dos autores: Giane Ambrósio Alvares, Marcelo Semer, Márcio Sotelo Felippe, Patrick Mariano e Rubens Casara, entre outras atividades. “A feira é um grande espaço de encontro, de intercâmbio de saberes e também de cultura, onde se mistura arte e política para celebrar a vida, a luta e a diversidade do povo brasileiro”, destaca Carla Loop, da coordenação do evento.
Cristina Vargas, da direção nacional do MST, lembra que a formação, o debate, não está resumido nos seminários e conferências, mas em cada uma das atividades que acontecerão durante os quatro dias de evento no Parque da Água Branca. “Para nós, todas as atividades da Feira Nacional da Reforma Agrária são espaços de formação. Então quando pensamos no diálogo dos feirantes com o público da feira, entendemos que também é um momento de formação, tanto para os feirantes, como para a sociedade que terá oportunidade de saber sobre a produção dos alimentos”, declarou.
Confira a programação completa da 2ª Feira Nacional da Reforma Agrária
Com informações da Página do MST
A comissão especial que examina a reforma da Previdência (PEC 287/16) aprovou, na quarta-feira (3/05), à noite, o substitutivo do relator, deputado Arthur Maia (PPS-BA), por 23 votos a 14. Os deputados ainda irão votar os destaques apresentados ao texto. Trata-se da última fase de deliberação na comissão especial.
Concluída a votação, a proposta terá de respeitar prazo de duas sessões antes de ir à pauta do plenário da Câmara, onde serão necessários dois turnos de votações, com quórum mínimo de 308 votos favoráveis para concluir a apreciação da proposta. Veja o texto que foi aprovado, com complementação de voto.
Invasão e interrupção da reunião
Dezenas de agentes penitenciários invadiram o plenário da comissão especial, veiculou a Agência Câmara. Os manifestantes reclamavam da sua exclusão da regra de aposentadoria especial dos policiais. A reunião foi suspensa e houve negociação para a retirada deles. A reunião pode ser retomada na manhã desta quinta-feira (4).
Antes disso, um destaque do deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP) para reincluir os agentes penitenciários nas regras especiais dos policiais causou uma interrupção na votação depois que o PSDB encaminhou voto favorável ao texto.
Houve uma reunião dos líderes de partidos da base e o PSDB recuou em relação ao encaminhamento. Foi proposto ao deputado Arnaldo Faria de Sá que retirasse seu destaque para que o assunto seja negociado novamente e votado em plenário. Ele retirou então o destaque porque, sem acordo, ele seria derrotado na comissão.
Confira na página do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) como os desputados do colegiado se posicionaram aqui.
Publicado por Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Reprodução de notícia do Diap
Foto da home de Antonio Augusto/Câmara dos Deputados
Na seção Plenária 4 do EcoSP, dedicada ao projeto Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento, o foco foi a regulamentação da mineração e o Sistema Aquífero da Grande Amazônia (Saga). A atividade ocorreu na manhã de sexta-feira (28/4), no auditório do SEESP.
Foto: Beatriz Arruda/SEESPNa mesa, da esquerda para a direita: Ricardo Deguti, o diretor do SEESP Edilson Reis (que também integrou a mesa), Carlos Alberto Garcêz e Francisco de Assis Matos de Abreu.
Durante a abertura, o vice-presidente do SEESP, idealizador e coordenador do evento, Carlos Alberto Guimarães Garcez, lembrou e agradeceu a participação, em outras edições do EcoSP, do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), representado pelo engenheiro de mineração Ricardo Deguti de Barros Silva, que falou sobre a atividade no segmento, que requer experiência e especialização, do ponto de vista da engenharia, lembrando que é uma atividade necessária no cenário atual das grandes cidades já que gera riqueza.
Um dos pontos destacados em sua apresentação é o impacto ambiental gerado por sua atividade. “O acidente em Mariana quebrou-se um paradigma da atividade de mineração, uma vez que antes eram considerados os impactos locais e, agora, precisamos pensar esses impactos em nível regional”, observou.
Ao final, Deguti lembrou que áreas que serviram durante algum tempo para a extração estão sendo reaproveitadas como uma antiga pedreira em Curitiba que virou um parque. Alguns locais em São Paulo estão sendo estudados para a construção de escolas e áreas de lazer.
Amazônia e seu aquífero
O professor Francisco de Assis Matos de Abreu, do Instituto de Geociências da Universidade Federal do Pará (UFPA) foi o segundo palestrante do período da manhã. Ele expôs o estudo sobre o Saga, resultado de um trabalho interdisciplinar realizado por um grupo de pesquisadores da UFPA em conjunto com pesquisadores de outras instituições.
Ele lembrou que mais de 18,4% das águas do mundo estão localizadas na região amazônica e mais de 80% do volume contido no ciclo das águas da Amazônia está submerso, representando um montante de 162 mil quilômetros cúbicos de água o que equivale a mais de 150 quatrilhões de litros de água. Antes, o maior aquífero já descoberto era o Guarani, com 39 mil quilômetros cúbicos. “Esses 162 milhões de quilômetros cúbicos estão localizado em uma profundidade máxima de 350 a 400 metros, não mais do que isso”, detalhou.
Francisco de Assis de Abreu explicou que o sistema Aquífero da Grande Amazônia é um conjunto de camadas geológicas que vem se formando desde o período cretáceo superior, terciário, que tem uma quantidade expressiva subterrânea. Essas camadas vem desde os Andes até chegar na Foz do amazonas, na altura de Macapá e Belém, estando dividida em várias bacias, como a do Acre, do Solimões, do Amazonas.
Durante sua exposição, o pesquisador elencou o que chamou de os sete pecados capitais na Amazônia: fogo (queimadas e desmatamento), pastagem (expansão da agropecuária), garimpo, criação de estradas (oficiais e muitas clandestinas), burocracia, corrupção e saneamento básico.
"A Grande Belém possui 2,5 milhões de habitantes, mas somente 7% da cidade tem rede de esgoto. Ananindeu, localizada na Grande Belém, possui zero de esgotamento sanitário. Esse é um problema muito série que compromete as águas superficiais da Amazônia”, relatou Abreu.
Outra situação observada pelos pesquisadores é a quantidade de navios para o escoamento da safra de soja: “Eles [os navios] descarregam água de lastro e com ela chegam faunas exóticas. Tem um caramujo exótico que não tem nenhum tipo de predador e está se alastrando pela Amazônia, se tornando uma verdadeira praga”.
Ao final, os participantes puderam fazer perguntas aos palestrantes no microfone, promovendo um debate sobre problemas e soluções para questões locais na região Norte e em demais regiões do País.
Deborah Moreira
Comunicação SEESP
A greve geral de sexta-feira (28/4), organizada pelas centrais sindicais, contra as reformas da Previdência e trabalhista, do governo Michel Temer, foi um sucesso. Os protestos ocorreram nos 26 Estados e no Distrito Federal, mobilizando 40 milhões que aderiram à greve e milhares que foram às ruas para protestarem contra as reformas trabalhista e previdenciária, além da terceirização ilimitada que impõe o capitalismo selvagem aos trabalhadores.
Foto: Mídia NinjaLargo da Batata, em Pinheiros, São Paulo, reúne milhares que seguiram em caminhada até a casa de Michel Temer, no Alto de Pinheiros.
Servidores públicos, bancários, motoristas de ônibus e outros trabalhadores no setor de transportes, como metroviários, ferroviários e rodoviários, além de professores do setor público e privado, metalúrgicos, petroleiros e portuários estão entre as categorias que mais aderiram ao movimento.
Sem transporte público, ruas de várias capitais e cidades do interior, em todas as regiões do País, ficaram vazias no maior movimento grevista dos últimos anos. Também houve bloqueios em rodovias como no Maranhão, Bahia, Pará, Rio Grande do Sul e Espírito Santo. Nas cidades, grandes avenidas foram transformadas em palco de manifestações.
A paralisação foi realizada pela Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União Geral de Trabalhadores (UGT), Central de Trabalhadores do Brasil (CTB), Nova Central, Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), CSP-Conlutas, Intersindical e Central Geral dos Trabalhadores do Brasil (CGTB). Na avaliação unânime dos dirigentes sindicais que organizaram o movimento, a paralisação superou as expectativas. Estima-se que pelo menos 40 milhões de trabalhadores cruzaram os braços.
A mobilização de 24 horas foi manchete na imprensa internacional que, ao contrário da grande mídia brasileira, falou abertamente sobre a adesão de milhões de brasileiros ao movimento.
Por aqui, a imprensa sindical fez a diferença na cobertura, como a Agência Sindical, que cobriu desde as 5 horas da manhã, por meio da Rádio Web Agência Sindical, redes sociais e site, além de alimentar os veículos eletrônicos de diversas entidades.
Para manter a imprensa informada, foram realizadas duas coletivas de imprensa: uma com dirigentes nacionais das centrais, em frente ao prédio do Instituto Nacional de Seguridade Social (INSS), no Viaduto Santa Ifigênia, em São Paulo; e a outra organizada pelos sindicalistas de Guarulhos, na sede da regional da Força Sindical.
Fonte: Agência Sindical
Promovido pelo SEESP, com apoio da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), o Encontro Ambiental de São Paulo (EcoSP) inaugurou sua 8ª edição na manhã desta quinta-feira (27). À abertura, Murilo Pinheiro, presidente de ambas entidades, declarou apoio à greve geral contra as reformas pretendidas pelo governo: “A participação neste dia 28 é fundamental e especial. A nossa federação, a nossa confederação [CNTU], os nossos sindicatos em todo o Brasil vão participar e mostrar a indignação com todas essas mudanças que ameaçam nosso trabalho e qualidade de vida”, declarou Murilo Pinheiro.
Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Murilo, que anunciou em primeira mão a realização do EcoBrasil, em 2018, lembrou do objetivo da atividade, que ocorre em meio a uma série de acontecimentos graves no cenário político, quando tramitam no Congresso Nacional as reformas trabalhista e previdenciária: “Montamos o nosso EcoSP e vamos dar continuidade amanhã às discussões sobre ecologia. Mas esse sindicato e os demais em todo o País, que discordam dessas propostas que retiram direitos, têm a obrigação de participar. Cada um de nós tem que procurar alguma forma de demonstrar sua indignação.”
Sob aplausos, ele lembrou ainda que mudanças são necessárias, mas “precisam ser feitas para o bem” e devem ser objeto de debate entre todos. “O trabalhador é quem faz deste País forte e pujante, que queremos nos orgulhar, é ele quem faz as mudanças diariamente e tem que ser respeitado”, completou.
Dialogando com o público, o secretário municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo, Gilberto Natalini, destacou: “Venho neste auditório há décadas, a esta casa que abriu as portas para organizarmos a luta democrática no Brasil. Essa categoria fez parte dessa batalha, em uma época difícil, quando fomos presos, torturados. Hoje, voltamos a nos encontrar para colocar nossa democracia nos trilhos. Cabe a nós, junto com essa juventude, cumprir esse papel de novo.”
O vice-presidente do SEESP, idealizador e coordenador do evento, Carlos Alberto Guimarães Garcez, fez um agradecimento especial aos funcionários do SEESP que acolheram a iniciativa, que ocorre pela primeira vez na sede da entidade. Ele lembrou que é a 12ª vez que o encontro ocorre, contadas as quatro primeiras edições ocorridas no Vale do Paraíba, como EcoVale. “Estamos na 12ª jornada por causa do nosso presidente Murilo que, naquela ocasião, em Taubaté, onde ocorria, falou em expandi-lo para levar exemplos de boas práticas ambientais a mais gente. Essa missão procuramos cumprir em parceria com engenheiros, e neste ano, temos grandes profissionais de todos os setores presentes”, frisou.
Mudanças
Muitas falas durante a abertura remeteram à importância de refletir sobre as mudanças climáticas que já estão ocorrendo e seus impactos. “O olhar do engenheiro é importante, eu sou engenheiro, mas não só. Também tem o olhar de geólogos, biólogos, profissionais de outras áreas. Essa interdisciplinaridade é muito importante nas questões ambientais. Algo interessante que vejo na plateia é uma mistura de gerações e a possiblidade da troca de experiências e ideias”, observou Eduardo Luís Serpa, diretor da Companhia Ambiental do Estado de São Paulo (Cetesb) e representante do Secretario Estadual de Meio Ambiente de São Paulo, Ricardo de Aquino Salles.
Cristine Mota de Farias, assessora técnica da Secretaria Municipal da Saúde, abordou as discussões em torno do binômio saúde e meio ambiente. "É um momento de aprimorar o conhecimento e de pensar ações levando em consideração o desenvolvimento econômico com respeito à saúde, que é o nosso bem maior”, destacou.
Também integraram a mesa o deputado estadual por São Paulo Antonio de Sousa Ramalho (PSDB); o secretário especial de Relações Governamentais da Prefeitura de São Paulo, Milton Flávio Lautens Chlager; o vice-prefeito de Mariana (MG), Newton Godoy; o superintendente do Departamento Nacional de Produção Mineral do Ministério de Minas e Energia, Paulo Afonso Rabelo; e o diretor-geral do Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), Saulo Krichanã.
O Eco São Paulo reunirá, até sexta (28), especialistas para debater as questões ambientais na construção de uma sociedade sustentável e justa. Tem como empresas patrocinadoras Sabesp, Comgas, Grupo Semmler, além da Caixa de Assistência dos Profissionais do Crea São Paulo (Mútua-SP). O evento é parte integrante do projeto "Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento", criado em 2006 pela FNE.
Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Após 13 anos orbitando por saturno, a sonda Cassini entra em fase final que consiste em uma série de 22 mergulhos entre seus anéis, que culminará, no dia 15 de setembro, em um mergulho profundo ao interior do gigantesco planeta gasoso, registrando ao máximo a experiência. O objetivo é pousar a pequena nave na atmosfera, em segurança.
A tecnologia pertence às agências espaciais dos Estados Unidos (NASA), Europa (ESA) e Itália (ASI) iniciou a viagem no espaço há 20 anos. Segundo cientistas, a sonda está em Saturno desde 2004.
Ao entrar no conjunto de órbitas do segundo maior planeta do Sistema Solar, a missão Cassini deve colaborar para o estudo das origens, massa e idade dos anéis de Saturno, além de revelar mais detalhes sobre o que há na região. Durante toda a passagem pelo espaço a sonda está capturando imagens que devem ajudar na pesquisa.
De acordo com os pesquisadores, a sonda já está com pouco combustível para ajustar o curso e, caso não seja finalizada, pode impedir o controle total da espaçonave.
A nave espacial Cassini, que viaja entre Saturno e seus anéis, é tema, nesta quarta-feira (26/4), de uma homenagem do Google em forma de Doodle (desenho em destaque na página do buscador).
Comunicação SEESP
(publicado por Deborah Moreira)
Em sua coluna "No Ponto", do JE na TV, o presidente do SEESP, Murilo Pinheiro, faz um chamamento a toda a categoria para participar ativamente das mobilizações em defesa da aposentadoria e das conquistas trabalhistas garantidas em lei na CLT. Uma delas é a gerve geral do dia 28 de abril, que vem ganhando força por conta do movimento sindical, a qual o SEESP apoia. "A valorização do trabalho é essencial à construção de um país próspero", afirma Murilo na edição desta semana, que foi ao ar na segunda (24/4), na TV Aberta.
Confira, ainda, a Reportagem sobre o Seminário de Abertura das Campanhas Salariais 2017, que tradicionalmente abre a temporada neste ano. A entrevistada da semana é a coordenadora do Núcleo Jovem Engenheiro do SEESP, Marcellie Dessimoni.
Tudo isso e muito mais você confere na exibição do programa do sindicato, que vai ao ar às segundas-feiras, na capital paulista, pela TV Aberta SP, às 19h30, nos canais 9 (NET), 8 (Fibra 8) e 186 (Vivo TV). Ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE é transmitido também para 50 cidades de todo o Estado em dias e horários diversos. Confira a grade aqui.
Comunicação SEESP
(publicado por Deborah Moreira)