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Fonte: Delegacia Sindical de Campinas

Acontece em Campinas, no dia 10 de novembro próximo, no interior paulista, o curso para a formação de perito ambiental judicial, oferecido pela empresa Cetec Ambiental. Segundo a Delegacia Sindical do SEESP na região, associados ao sindicato têm desconto de 15%.

Segundo os organizadores, toda a linguagem adotada na formação será
simples e direta, proporcionando ao profissional todo o conhecimento necessário para que o mesmo atue com excelência junto ao Poder Judiciário em perícias, assim com perícias extra-judiciais, passando por temas como sua nomeação, atuação no âmbito judicial, elaboração de
laudos de perícia ambiental e muitos outros assuntos indispensáveis à função.

Serviço:
Curso para perito ambiental judicial
Quando: 10 de novembro
Onde: Cetec Ambiental  - rua Doutor Antônio Álvares Lobo, 547, Botafogo, Campinas
Mais informações em https://www.doity.com.br/periciaambiental-campinas-sp,
e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo., celular (19) 98219-2120. Home page da empresa: http://cetecambiental.eco.br.



Fonte: Agência Sindical

O movimento sindical está concentrando energia na preparação de fortes manifestações, em todo o País, dia 10 de novembro, uma sexta-feira. Centrais Sindicais, Confederações reunidas no Fórum Sindical dos Trabalhadores (FST), Federações e Sindicatos de diversas categorias estão engajados na organização do Dia Nacional de Mobilização em Defesa dos Direitos. A data foi escolhida por ser a véspera da entrada em vigor da Lei 13.467/17, a chamada 'deforma' trabalhista.


Foto: Beatriz Arruda/ Comunicação SEESP
ato pelo emprego em 2016 Foto Beatriz ArrudaAto em defesa do emprego, promovido pelas centrais, em 2016.

Central Única dos Trabalhadores (CUT), Força Sindical, União GEral de Trabalhadores (UGT), Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e Nova Central se reuniram, quinta-feira (26/10), para definir as ações até a data da mobilização. As entidades aprovaram informativo que será distribuído à população, além de cartilha unitária denunciando as maldades da reforma trabalhista.

O secretário-geral da Força Sindical, João Carlos Gonçalves (Juruna), apontou à Agência Sindical que os três eixos de resistência são o combate à lei trabalhista, repúdio à Portaria que facilita o trabalho escravo e resistência à reforma previdenciária.

Luiz Carlos Motta, presidente da UGT São Paulo e da Fecomerciários, alerta também para dificuldades nas negociações coletivas. Ele diz: “O patronato quer antecipar impor retrocessos nas Convenções. Por isso, é importante que os trabalhadores se unam e no dia 10 de novembro repudiem as reformas”.

Metalúrgicos
A iniciativa de desencadear o processo coube ao Movimento Brasil Metalúrgico, que aprovou a realização de um dia nacional de lutas durante a plenária de 29 de setembro. Nesta segunda (30), dirigentes metalúrgicos de todo o País se encontram no sindicato da categoria, em SP, para organizar as manifestações no setor.

Na sexta (27), a Agência esteve com Miguel Torres, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) e do sindicato paulistano, durante ato contra as “reformas” em frente ao Teatro Municipal de São Paulo. "As manifestações demonstram que a população começa a entender a necessidade de derrubar essa famigerada lei trabalhista, que entra em vigor dia 11 de novembro”, afirma.

Para Artur Bueno de Camargo, coordenador do FST e presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins (CNTA), a resistência está crescendo e aumentando a integração das categorias. “Estaremos juntos dia 10 de novembro. Vamos apoiar e participar. Esse governo vem massacrando a classe trabalhadora e atacando o sindicalismo", diz.




Fonte: Poli-USP

O Centro de Engenharia Automotiva (CEA) da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli-USP) está com inscrições abertas, até
1º de dezembro, para o processo seletivo da turma 2018 do curso de Especialização em Engenharia Automotiva. Os interessados em participar devem preencher a ficha de inscrição e enviá-la juntamente com cópias do CPF, RG, diploma do curso superior, comprovante de residência, 1 foto 3X4 recente e curriculum vitae atualizado.
Pós-graduação “lato sensu”, o curso de Especialização em Engenharia Automotiva da Poli-USP tem o objetivo de preparar, atualizar e qualificar profissionais sobre produtos, serviços e processos industriais, com competência abrangente para solucionar problemas técnicos e de gestão de empresa do setor automotivo.

O curso é presencial, com carga horária mínima de 372 horas/aula e duração de até 30 meses. As aulas são ministradas no campus do Butantã da USP, em São Paulo (SP), às sextas-feiras, à noite, e aos sábados, pela manhã. O corpo docente é formado por professores da própria universidade e especialistas convidados, sendo que a maioria é Doutor em Engenharia. Outro diferencial é que a monografia deve ter foco na solução de um problema real de empresa do setor automotivo. O curso tem o reconhecimento do Ministério da Educação (MEC) e o certificado de especialista é emitido pela USP. As aulas começam em fevereiro de 2018.

A Escola Politécnica é a única instituição da América do Sul que oferece o ciclo completo de ensino superior com ênfase em engenharia automotiva, desde a graduação até o pós-doutorado.

Outras informações sobre o curso podem ser obtidas na Secretaria de Engenharia Automotiva da Poli-USP, pelos telefones (11) 3817-5488 e 3091-9885, e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou no site http://www.automotiva-poliusp.org.br (na área de Pós-graduação/Especialização).

Serviço:
Curso de Especialização em Engenharia Automotiva da Poli-USP – Turma 2018
Inscrições: Até 1º de dezembro de 2017
Ficha de inscrição está disponível em: http://www.automotiva-poliusp.org.br/pos-graduacao/especializacao/inscricoes/A taxa de inscrição é de R$ 350,00.




Comunicação SEESP

Acontece na segunda-feira (30/10), às 14h, uma nova rodada de negociação entre engenheiros e representantes da Telefônica/Vivo. A expectativa é que a empresa melhore sua proposta. Na rodada anterior, em assembleias gerais extraordinárias, realizadas na empresa nos dias 18 e 19 de outubro passados, os profissionais decidiram não aprovar a proposta da empresa apresentada na reunião de negociação de 6 de outubro passado.

A proposta, diferente da anteriormente divulgada, só houve o aumento do abono, que de 18% passou para 25% do salário.

Os profissionais reiteraram à empresa sua pauta Pauta de Reivindicações de 2017: correção dos salários e benefícios na data-base pelo maior dos índices inflacionários calculado na data-base; aumento real dos salários na data-base, a título de produtividade; aplicação, na data-base, do piso salarial de R$ 8.433,00, em conformidade com a Lei nº 4.950-A/66, que rege o salário mínimo profissional da categoria; e manutenção do Acordo Coletivo de Trabalho em vigor.




Jornal da Unicamp

A indústria automobilística ainda não desenvolveu um carro autônomo comercial, mas tem dotado vários modelos com recursos que dispensam a ação dos motoristas. Atualmente, já é possível sair da concessionária dirigindo um veículo capaz de controlar a velocidade em relação ao automóvel da frente ou de estacionar sem o auxílio do condutor. Ademais, o crescente mercado de veículos elétricos, incluindo modelos com múltiplos motores acoplados às rodas, abre possibilidades para o desenvolvimento de soluções inovadores. Seja qual for o recurso disponível, o funcionamento dessas tecnologias é orientado, em boa medida, pela percepção do próprio veículo e do seu ambiente. Com base nessa premissa, o engenheiro de controle e automação Rafael de Angelis Cordeiro pesquisou em sua tese de doutoramento, defendida na Faculdade de Engenharia Elétrica e de Computação (FEEC) da Unicamp, aspectos relacionados à interação entre pneu e solo, de modo a controlar o desempenho do veículo em situações adversas, como transitar por um terreno escorregadio ou acidentado.


Foto Cleocinei Zonta Grelak Comunicação
Carro foto Cleocinei Zonta Grelak Comunicação
Campeonato Brasileiro de Turismo 1600, em Cascavel, PR, em maio de 2017

 

O trabalho de Cordeiro, que se enquadra na área de pesquisa de veículos terrestres inteligentes, insere-se em um projeto multidisciplinar e multi-institucional do Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer (CTI) denominado VERO (Veículo Robótico de Exterior). Na Unicamp, a tese contou com a orientação dos professores Paulo Augusto Valente Ferreira, da FEEC, e Ely Carneiro de Paiva, da Faculdade de Engenharia Mecânica (FEM). Parte dos estudos foi realizada no Instituto Superior Técnico de Lisboa (Técnico Lisboa - Portugal), sob a supervisão do professor José Raul Azinheira, e no laboratório HEUDIASYC da Université de Technologie de Compiègne (UTC - França), sob a supervisão do professor Alessandro Corrêa Victorino. No CTI, o trabalho foi supervisionado pelo pesquisador Samuel Siqueira Bueno. Embora o tema seja complexo, o engenheiro de controle e automação conta que procurou responder a duas perguntas básicas.

A primeira: é possível medir as forças exercidas sobre os pneus durante, por exemplo, uma curva? A segunda: uma vez aferidas as forças existentes, é possível determinar quanto de força aplicar para obter a melhor performance do veículo durante a manobra? Depois de várias análises teóricas e de ensaios técnicos, Cordeiro finalmente conseguiu chegar às respostas pretendidas.

Uma das medidas adotadas pelo pesquisador foi criar modelos matemáticos que pudessem representar, de forma virtual, o comportamento do carro em situação real, a partir da agregação de diferentes parâmetros. Em seguida, o autor da tese partiu para os ensaios práticos. Um deles, realizado no Laboratório de Ensaios Dinâmicos da FEM, determinou o momento da inércia do carro. “Para fazer isso, tivemos que fazer um pêndulo com o veículo”, relata Cordeiro.

O pesquisador encontrou especial dificuldade para estabelecer as forças que atuam sobre os pneus durante uma manobra. “Fomos procurar sensores que fizessem esse tipo de medição, mas eles são muito caros, da ordem de US$ 100 mil por roda do carro. A alternativa que encontramos foi estimar essas forças, a partir da combinação de modelos matemáticos, técnicas de estimações e o uso de sensores mais comuns e mais baratos, como o acelerômetro. Com isso, conseguimos desenvolver um método para estimar essas forças sem o auxílio de equipamentos mais sofisticados”, pontua.

Por meio dessa metodologia, validada experimentalmente com o veículo DYNA do HEUDIASYC, o engenheiro de controle e automação estimou as forças laterais, longitudinais e verticais exercidas sobre as rodas do veículo. Ou seja, a primeira pergunta estava respondida. Faltava, porém, responder à segunda. Isso foi feito por intermédio da análise da dinâmica do carro em condições de curva. “Essa abordagem nos permitiu estabelecer, por exemplo, quais forças aplicar nos pneus e qual o ângulo mais adequado da direção para realizar determinada manobra”, explica Cordeiro.

Uma das constatações feitas pelo pesquisador foi que as curvas “comuns”, aquelas realizadas normalmente pelos motoristas, apresentam o que os especialistas classificam de “equilíbrio estável”. Nessas condições, o veículo consegue realizar a manobra sem dificuldade. Já nas curvas instáveis, nas quais o carro derrapa e “canta” o pneu, a manobra é bem mais difícil de ser realizada, o que exige que o condutor gire o volante no sentido oposto ao da curva.

Cordeiro também constatou que, embora modelos elétricos com motorização independente nas rodas – como o do projeto VERO – permitam configurar forças específicas para cada pneu com a intenção de melhorar o desempenho do carro, o diferencial eletrônico não gera o efeito desejado. “O que nós vimos foi que, a despeito do diferencial de força, a curva é feita exatamente da mesma maneira”. O estudo também analisou a performance do veículo durante manobra em terrenos distintos: em situação de neve, cascalho e asfalto seco. “Verificamos que se o carro estiver em velocidade constante e aplicar um ângulo de cinco graus na direção, ele fará a curva exatamente da mesma maneira, a despeito do terreno. Particularmente, fiquei surpreso com esse resultado”, admite.

Por último, Cordeiro verificou, em simulação, se era possível fazer com que o veículo realizasse, de forma autônoma, uma curva em condição estável de drifiting, manobra que consiste em deslizar nas curvas escapando a traseira. “Nós demonstramos que isso é possível, numa condição em que o volante está bem esterçado, tendo a roda na direção contrária à da curva”, detalha. Conforme o pesquisador, resultados como os obtidos em sua tese são importantes porque podem colaborar, no futuro, para o desenvolvimento de tecnologias que tornem os automóveis mais eficientes e seguros em condições adversas de terreno. Durante o doutorado, o pesquisador contou com bolsas de estudos concedidas pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) e Fundação de Aparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp).




Comunicação SEESP

Quer construir ou reformar sem ajuda de um profissional habilitado? A edição do Jornal do Engenheiro na TV, que foi ao ar primeiramente na segunda-feira (23/10), produzido pela Comunicação do SEESP, alerta, em matéria, sobre os perigos da autoconstrução. Engenheiros e cidadãos que passaram por situações difíceis alertam: o barato sai caro.


Na Entrevista deste semana, o engenheiro de minas Ricardo Deguti, do Departamento Nacional de Perodução MIneral (DNPM),  fala sobre o novo Código da Mineração, que está em discussão no Congresso. Três medidas provisórias que mudam regras no setor da mineração foram publicadas no Diário Oficial da União no dia 26 de julho último.

As MPs alteram 23 pontos no Código de Mineração. Entre as principais medidas, estão o aumento nas alíquotas da Compensação Financeira pela Exploração Mineral (Cfem) e a transformação do Departamento Nacional de Mineração em uma agência reguladora, a Agência Nacional de Mineração (ANM).

As MPs 789, 790 e 791 serão analisadas, separadamente, em comissões mistas de deputados e senadores. Depois, passarão por votações nos plenários da Câmara dos Deputados e do Senado. O assunto foi objeto de matéria publicada na versão impressa do Jornal do Engenheiro e pode ser conferida aqui.

Confira:


https://www.youtube.com/watch?v=2u3ykuOCf_s

 

O Jornal do Engenheiro na TV (JE na TV) é uma produção da Comunicação do SEESP e vai ao ar toda segunda-feira pela TV Aberta São Paulo, ao vivo e em mais de 40 cidades do Estado, sempre tratando de assuntos relevantes à engenharia. Todas as edições ficam também disponíveis no canal do SEESP no Youtube.





João Guilherme Vargas Netto*

Fui convidado pelo presidente Oswaldo de Barros a falar no 5º Encontro Nacional dos Trabalhadores em Educação e Cultura, na sede de sua Confederação nacional (CNTEEC) em Brasília. Deveria repisar um artigo meu, publicado logo após a aprovação da lei da deforma trabalhista, em que sintetizava nas quatro patas de um molosso as modalidades de resistência e enfrentamento do desmanche sindical.

Mas resolvi inovar mantendo viva a metáfora das patas. Falei sobre as seis pernas de uma formiga, obreira batalhadora, com o mesmo objetivo do molosso. São as seguintes:

1- A resistência à lei celerada, agora acirradamente contestada pelas entidades do mundo jurídico do trabalho. As direções sindicais devem manter o modo resistência com tudo que este quer dizer (por exemplo, com a coleta de assinaturas para o projeto de revogação da lei);

2- A participação ativa na luta pela manutenção das Convenções e acordos coletivos enfatizando o papel dos Sindicatos e demais entidades nas negociações. O patronato, que defende hipocritamente o predomínio do negociado sobre o legislado, quer a todo custo impor já a lei celerada sobre as Convenções e acordos negociados em vigência;

3- O esforço permanente de sindicalização com uma forte aproximação das bases, apesar das dificuldades e das incompreensões que nelas grassam. Este esforço deve se fazer acompanhar com a oferta de novos serviços e produtos necessários e úteis aos trabalhadores, o que pode também ajudar as entidades na fidelização dos associados e na melhoria de sua situação;

4- A busca de uma vitória que tenha grande alcance simbólico e efetivo (por exemplo, fazer abortar o projeto de lei que penaliza os idosos nos planos de saúde, uma agressão a mais do deputado Rogério Marinho, algoz dos trabalhadores). Um grama da boa notícia de uma vitória pesa mais que cinco quilos da realidade bruta desfavorável e paralisante. A escolha da luta a ser travada capaz de produzir vitória depende da inteligência dos dirigentes;

5- Um reagrupamento das entidades em busca de ações comuns, menos que unidade orgânica e mais que unidade de ação. Para os históricos do movimento relembro o PUA (Pacto de Unidade e Ação) do século passado, que garantiu vitórias espetaculares aos trabalhadores;

6- Impedir que os dirigentes adotem medidas intempestivas, acossados pelas dificuldades financeiras futuras. Não se deve, em hipótese nenhuma, antecipar o desmanche sindical pretendido, nem passar um sinal de capitulação com corte de serviços e funções dos Sindicatos.

Com estas seis pernas, a formiga, obreira batalhadora, poderá andar e picar. Como dizem os franceses, “la fourmi a sa colère”, cada formiga tem sua ira e, todas juntas põem o formigueiro em polvorosa.

 

 

*Consultor sindical


Fonte: Hypeness

Além de contribuir com ambiente, empresa do Reino Unido tira vantagem financeira na limpeza dos oceanos: a reutilização do plástico coletado. Para tentar fazer diferença nessa questão, onde mares estão se tornando lixões, a empresa de cosméticos Lush decidiu não só se dedicar à limpeza das águas, como também reutilizar esse plástico.


Foto: Divulgação

Lush plastico dos oceanos home

Mais do que propriamente a utilização do material, o problema por trás do uso do plástico está exatamente em como as empresas o utilizam. Sendo um material altamente resistente e reutilizável – mas que demora séculos para se decompor -, embalagens e outros invólucros em plástico para serem utilizados uma só vez para depois acabarem no lixo comum, nas ruas ou, em muitos casos nos mares, farão com que, conforme mostram pesquisas, em 2050 os oceanos venham a ter mais plástico do que peixes.

Em parceria com a fundação Ocean Legacy, a Lush iniciou um processo de coleta de plásticos no oceano. Depois de coletado, o plástico é higienizado e moldado para ser reutilizado como embalagens de sabonetes, condicionadores, xampus e muito mais.

Diante das mais de 8 milhões de toneladas de plástico que são dispensadas no oceano anualmente, material para criação de novas embalagens é o que não falta daqui pra frente.

Encontrar soluções para a limpeza dos mares sempre passou pela questão econômica. Recuperar o lixo e limpar os mares sempre foi considerado um investimento desperdiçado, visto que não voltaria rapidamente em dinheiro.

Com a reutilização de tais plásticos, quem sabe a iniciativa da Lush não se transforma em exemplo, salvando não só o custo de novas embalagens, como a vida nos mares e de tantos animais – incluindo o ser humano. O futuro do planeta agradece.



Comunicação SEESP

Está em curso na Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) o processo de revisão do Plano de Carreiras, Empregos e Salários (PCEs) da empresa. Na quinta-feira (19/10), ocorreu uma reunião entre os representantes da empresa e dos sindicatos onde foram reiteradas as seguintes reivindicações para o PCES: cumprimento do piso salarial dos engenheiros e arquitetos; implantação de procedimento e sindicância interna para efetivação de demissões de trabalhadores de carreira; e inclusão da avaliação da equipe para promoção.

O SEESP solicita que os engenheiros da EMTU encaminhem suas sugestões para o PCES para a representante sindical Luciane Gama Ferreira pelo telefone (11) 3113-4819 e e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou para o departamento Jurídico do SEESP, pelo telefone (11) 3113-2660 e e-mail juriEste endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..




Comunicação SEESP


Os engenheiros da Prefeitura Municpal de São Paulo (PMSP) participam na próxima sexta-feira (27/10), às 13h, de um grande ato em defesa do serviço público e dos servidores municipais, em frente ao gabinete do Prefeito, na região central da capital paulista. "Vamos, unidos às demais categorias dos servidores, mostrar a nossa indignação às políticas de gestão do prefeito, que penaliza os servidores, terceiriza os serviços públicos e privatiza o patrimônio municipal. Em nosso particular, também, quanto ao descaso do Executivo em negociar as nossas reivindicações", diz um trecho do boletim eletrônico enviado à categoria, convocando os servidores.
Entre as bandeiras de luta dos servidores estão: não a mudanças no Iprem, contra o aumento de alíquota previdenciária, pelo fim do 0,01%,contra as terceirizações e privatizações, concurso público, não ao projeto de exonerações de servidores, não à reforma da Previdência.
A mobilização, coincidindo com o Dia de Mobilização em Defesa do Serviço Público (de abrangência nacional), foi decidida após amplo debate, deliberada no Fórum das Entidades, abrangendo todas as entidades de representação dos servidores municipais.
Os engenheiros já mostraram que, quando se dispõem a defender os seus direitos, o fazem com determinação e exigindo respeito. Esse será o espírito do dia 27 de outubro: disposição de luta.
Os engenheiros estarão vestidos com camisetas azuis para melhor identificação e marcar a sua presença.


Serviço:
Ato em defesa do serviço público
Data: 27 de outubro de 2017 (sexta-feira)
Horário: 13h
Local: Prefeitura do Município de São Paulo




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