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Comunicação SEESP*

Três Pequenas Centrais Hidrelétricas romperam em São José do Rio Claro, a 320 km de Cuiabá, no Mato Grosso, no fim da noite de domingo (4/2). A quebra de barreiras ocorreu em sequência e a água fez subir o nível do rio Arinos, forçando ribeirinhos a sair de suas casas. De acordo com a Defesa Civil da região, a primeira barreira a romper foi na fazenda Agromar, propriedade do Grupo Bom Futuro, no fim da noite do domingo. O volume de água levou à quebra das demais barreiras nas fazendas Álcool Libra e Esplanada.


Reprodução de vídeo
barreira rompida em Mato Grosso



A secretaria estadual de Meio Ambiente (Sema) afirmou que irá investigar. Técnicos da secretaria e da Defesa Civil estão local desde manhã desta terça (6) para averiguar os impactos ambientais. Até ontem, a Sema havia identificado cinco pontos de rompimento.

“São muito raros incidentes como esse, sendo o último com barragem em 2008. Na época, o problema surgiu durante a manutenção da estrada e não por excesso de chuva, como agora. No entanto, a barragem foi reconstruída e modernizada”, diz a secretária-adjunta de Licenciamento, Lilian Ferreira dos Santos.

A Defesa Civil ainda não tem informações sobre prováveis impactos dos rompimentos no meio ambiente ou em regiões com habitantes. Dois servidores do órgão – uma engenheira e um assistente de operações – viajaram na terça (6) para a cidade para averiguar a situação e fazer levantamentos.

O prefeito de São José do Rio Claro, Valdomiro Lachovicz, disse que o Grupo Bom Futuro não informou sobre a quebra de barreiras e nem pediu auxílio: “O rio Arinos virou um mar, mas não atingiu a cidade, pois aconteceu na zona rural, a uns 40 quilômetros do centro. Sabemos que alguns ribeirinhos estão saindo de casa por causa do aumento do nível da água, mas não fomos comunicados de riscos mais danosos”.

Conforme dados do Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a região está na faixa de área de alerta em Mato Grosso com previsão de grande quantidade de chuvas nos próximos dias.

Em aviso público no fim da manhã, o Instituto informa que há previsão de mais chuvas e risco de alagamentos, deslizamentos de encostas, transbordamentos de rios, em cidades com tais áreas de risco.

Flagrante registrado em vídeo, abaixo:

https://www.youtube.com/watch?v=y7GLD6Nu7o8


*Com informações de RD News


Jornal da USP*

Thiago Raddo, ex-aluno da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) da USP, desenvolveu uma solução que poderá dificultar a vida de criminosos que tentarem acessar informações particulares compartilhadas entre os usuários na internet. A tecnologia utiliza laser para alterar o padrão de transmissão de dados por fibra óptica, dificultando o acesso não autorizado.


Imagem: Pixabay – CC
security imagem pixabay CC home

 

O trabalho do pesquisador foi publicado na Scientific Reports, revista do grupo Nature. Em sua tese de doutorado, o especialista levou em consideração uma das tecnologias que mais se destacam no mercado nacional de telecomunicações: as fibras ópticas - filamentos de vidro da espessura de um fio de cabelo que transportam dados através da propagação da luz por sua estrutura.

O Brasil é o 4º país do mundo que mais sofre com cibercrimes, segundo o último relatório Norton Cyber Security Insights, de 2016, que apontou que mais de 42 milhões de brasileiros foram afetados por criminosos virtuais no período, acarretando um prejuízo na ordem dos R$ 32 bilhões. O principal ataque é conhecido como ransomware, espécie de sequestro dos dados de um computador. Nesse caso, os bandidos invadem as máquinas, capturam os arquivos e bloqueiam o acesso de seus responsáveis, podendo exigir dinheiro em troca da devolução dos documentos.

Como funciona
Normalmente, o sinal de luz, emitido por laser, percorre a fibra com certo padrão, e o que o pesquisador propõe é torná-lo completamente imprevisível: “a partir do momento que um sinal de luz desordenado é usado para transmissão de dados, se torna muito mais difícil um usuário não autorizado ou um espião ter acesso à informação que está sendo enviada ao destinatário”, explica.

Para gerar essa “desordem” no sinal o laser deve receber a aplicação de uma força mecânica externa. A fonte de luz, então, é revestida por um suporte de alumínio que, ao invés de protegê-la, exerce uma pressão sobre ela. “O laser atua sem nenhum aparato complexo ou qualquer tipo de realimentação óptica. Isso é inédito na ciência atual”, diz o ex-aluno do Programa de Pós-Graduação em Engenharia Elétrica da EESC. A solução proposta é de baixo custo e pode ser facilmente replicada, completa o doutor em Telecomunicações, que viu sua tese virar um livro.

A fibra óptica é uma boa plataforma para testar a técnica desenvolvida, especialmente por se tratar de uma tecnologia que irá predominar pelas próximas décadas, conta o especialista. As fibras suportam grandes quantidades de informações, são imunes a interferências, apresentam dimensões reduzidas e baixa perda de dados, sendo mais eficientes em relação às outras tecnologias existentes de acesso à internet de banda larga, como os cabos coaxiais ou as redes sem fio (via ondas de rádio). Transmissões ao vivo em alta definição, serviços on demand (sob demanda) e geração de conteúdos 3D em tempo real são exemplos de produtos que dependem de uma rede do tipo óptica para assegurar melhor qualidade de execução.

A maioria dos programas on-line utilizados para troca de mensagens ou informações, tais como WhatsApp Web, plataformas de e-mail e os navegadores, utiliza a criptografia, que converte os dados em uma combinação numérica antes de serem transmitidos pela internet, de modo que apenas emissor e receptor conseguem compreendê-los. A tecnologia desenvolvida por Raddo poderá ser utilizada na criptografia. Pela ação do sinal imprevisível gerado pelo laser, a informação será criptografada, evitando que pessoas não autorizadas acessem o conteúdo transmitido. “A simplicidade do sistema proposto abre caminho para seu uso em diversas aplicações”, afirma o jovem pesquisador, que durante este projeto teve orientação do professor Ben-Hur Viana Borges, do Departamento de Engenharia Elétrica e de Computação (SEL) da EESC.

A tese do pesquisador leva o nome de Redes de acesso de próxima geração: sistemas OCDMA flexíveis e fontes VCSEL caóticas de baixo custo para comunicações seguras. Segundo Raddo, o principal desafio da pesquisa foi encontrar uma maneira de comprovar que o laser estava, de fato, emitindo um sinal desordenado e o esforço valeu a pena. O trabalho gerou um artigo que foi reconhecido e publicado por uma das principais revistas científicas do mundo, a Scientific Reports, que pertence ao grupo Nature.

Thiago Raddo atuou em parceria com cientistas da Universidade Livre de Bruxelas (VUB), na Bélgica, onde conquistou a dupla-titulação. Ele foi o primeiro estudante a participar do convênio de cooperação entre a universidade belga e a USP, coordenado pelo professor Borges.

Ainda não há previsão para a tecnologia entrar no mercado, pois ainda restam algumas etapas a serem concluídas, no entanto, os próximos passos já estão definidos. “Vamos estudar outras abordagens, aprimorar o que foi desenvolvido e aguardar o interesse da indústria”, finaliza o autor.

O pesquisador possui graduação em Análise e Desenvolvimento de Sistemas pela Faculdade de Tecnologia de Sorocaba (Fatec – SO), mestrado em Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações pela EESC – USP e atual candidato ao título de doutor em Engenharia Elétrica com ênfase em Telecomunicações pela EESC - USP.

* Universidade de São Paulo



A Leap29, empresa internacional de recursos humanos. seleciona engenheiros para o setor de petróleo, gás e outros segmentos da indústria para trabalhar em diversas funções e países.


Foto: Departamento de Energia dos EUA/Visual Hunt
Engeneer photo US Department of Energy Visualhunt home


Entre as vagas estão: engenheiro mecânico HVAC, consultor de perguração e complementos; operador de equipamentos, supervisor, operadores, engenheiro de vendas, engenheiro de projetos, engenheiro de campo, engenheiro de sistemas de controle, engenheiro ICS, engenheiro PAC.

Mais informações sobre essas e outras vagas para a categoria no site https://www.leap29.com/



Agência Sindical

O Tribunal Superior do Trabalho (TST) realiza na terça-feira (6/2) uma sessão do Tribunal Pleno a fim de examinar as propostas da Comissão de Jurisprudência e de Precedentes Normativos para a alteração da jurisprudência da Corte, em função das mudanças introduzidas pela Lei 13.467/2017. O edital publicado pelo presidente Ives Gandra Martins Filho não agradou entidades de trabalhadores com direito a se manifestar.

 

justica TST ilustra maringoni


Confederações sindicais e outras entidades, num total de 64 inscritas, terão, por segmento, 30 minutos para sustentação oral acerca das 35 propostas (súmulas e orientações jurisprudenciais) em análise, que visam adequação à reforma trabalhista. O tempo é escasso.

Em alerta, devido ao alinhamento de Gandra às teses do mercado - que busca precarizar a mão de obra, reduzir custos e desmontar organizações sindicais- entidades se preparam, com o objetivo de marcar posição na sessão do Pleno, buscando barrar a derrubada de Súmulas e o corte de direitos.

Riscos
Dirigente sindical e também advogado, o professor Oswaldo Augusto de Barros, presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura (CNTEEC), vê riscos na iniciativa. Ele argumenta: “As Súmulas consolidam direitos, muitos deles originários das Convenções Coletivas. E eu costumo dizer que as Convenções são as leis que o movimento sindical produz com nossas lutas e anos de negociação”.

As 35 propostas, que serão revisadas ou canceladas na sessão do TST, abrangem temas como jornada 12x36, estabilidade por acidente ou doença profissional, equiparação salarial, homologação e outros de interesse dos trabalhadores e do sindicalismo. 

O professor Oswaldo alerta que “a legislação trabalhista, muito das nossas Convenções e decisões dos Tribunais têm um forte componente social”. Se houver retrocesso, observa, além de contrariar a tradição sindical brasileira de proteger o trabalho, constituirá agressão a conquistas consolidadas nos Artigos 5º e 8º da Constituição. “Esses dois Artigos trazem muito do conteúdo de nossas Convenções”, enfatiza.

Pleno
O colegiado de juízes do TST não reproduz o conservadorismo do seu presidente em fim de mandato. Há expectativa de que o sucessor de Ives Gandra Martins Filho venha adotar uma posição mais equilibrada, e não a orientação do mercado. O presidente da CNTEEC chama atenção: “Não podemos aceitar que, numa única sessão, se passe o rodo e a gente perca o que foi se consolidando em prol do trabalhador, inclusive quanto à sua saúde”.



Deborah Moreira
Comunicação SEESP*

Cerca de mil servidores municipais compareceram a primeira sessão plenária de 2018 da Câmara Municipal de São Paulo, na quinta-feira (1º), para pressionar os vereadores pela manutenção de seu regime de aposentadoria, representado atualmente pelo Instituto de Previdência (Iprem) e a não aprovação do projeto de lei 621/2016, que pretende reformar a previdência. Os engenheiros da Prefeitura Municipal de São Paulo (PMSP) compareceram em peso atendendo a convocação do Fórum de Entidades Sindicais e Associações, que reúne todas as entidades de representação dos profissionais municipais, entre as quais o SEESP.


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
engenheiros PMSP fev 2018



“A aprovação do PL 621/16 trará grandes e irreparáveis perdas para todos, caso seja aprovado na Câmara Municipal, conforme pretende o Executivo”, alertou o comunicado dos delegados sindicais de convocação para o ato. O PL pretende criar a Previdência Complementar, e promove aumento da alíquota, de 11% para 14%, sobre todos os vencimentos e proventos. Além disso, cria ainda uma “alíquota suplementar” de 5%, que incidirá sobre os salários, aposentadorias e pensões, inclusive sobre a parte hoje isenta dos aposentados, cujos descontos estão previstos se estender até o ano de 2092.

Antes, os engenheiros e demais categorias de servidores se concentraram no térreo da Câmara entoando palavras de ordem.
Desde o final da gestão passada, de Fernando Haddad, os engenheiros se mobilizam para impedir essa mudança que criará um regime de previdência complementar, que vem sendo chamada de SampaPrev. Atualmente, o Iprem passa por dificuldades de arrecadação. Ano passado, após pressão dos servidores, os vereadores retiraram o texto substitutivo que tramitava na Câmara e anunciaram que seria marcada audiência pública, assim que fosse reapresentado o texto.

Uma nova reunião do Fórum já está marcada para o dia 15 de fevereiro próximo. “Não aceitaremos passivamente que nos subtraiam direitos há muito conquistados”, afirmavam os engenheiros durante o ato.

Os engenheiros devem intensificar ainda mais as ações para pressionar por reposição salarial, referente à Campanha Salarial, que em 2017 não houve qualquer aceno da administração municipal atual de João Doria, que mantém-se intransigente em sua postura de não negociar e impor à categoria a retomada dos reajustes anuais de 0,01% que geraram grande arrocho salarial entre 2007 e 2016. Após terem conquistado uma reformulação completa da carreira em 2016.


*Com informações da assessoria especial do SEESP


Comunicação SEESP*

A Campus Party, evento de internet e tecnologia do país que ganhou notoriedade internacional, reúne na edição deste ano dezenas de palestras, debates e oficinas gratuitas,
no Pavilhão de Exposições do Anhembi, até o sábado (3/2), na capital paulista. No domingo (4), as únicas atividades registradas na programação são para os campuseiros, participantes que acampam no local.


Foto: Divulgação
campus party engenheiro nasaO engenheiro da Nasa fala com público da Campus Party na manhã desta quinta, em São Paulo.


Na manhã desta quinta (1º),  o engenheiro da Nasa, Gabe Gabrielle, que também é educador e palestrante motivacional, contou sua trajetória no programa espacial da agência norte-americana com fotos e vídeos.


Desde terça-feira (30), quando começou o evento, o público acompanha essas atividades que trazem temas como inovação, ciência, cultura, universo digital e empreendedorismo. De acordo com a organização, serão mais de 900 horas de conteúdo em nove palcos temáticos.

Neste ano, uma das novidades é o espaço Educação do Futuro, que reúne diversas atividades promovidas pelo Centro Paula Souza e MIT Media Lab (do Instituto de Tecnologia de Massachusetts). Oficinas de robótica e linguagem de programação, além de batalhas de robocode estão ocorrendo.

No mesmo espaço, a Campus Kids, em parceria com a TRON Robótica Educacional, vai permitir o debate sobre a educação aliada à tecnologia. A área terá atividades de robótica educativa, gamificação (uso de elementos dos jogos para resolver problemas e melhorar o aprendizado) e tecnologias de apoio para escolas destinadas a agentes da educação, além de espaço para interação com as crianças.

Nos destaques da programação está
Don Tapscott, consultor canadense e autor do livro "A Revolução Blockchain: Como a Tecnologia por do Trás Bitcoin está Mudando o Dinheiro", que dá palestra hoje (1º) às 20h30. O chamado Blockchain consiste no conceito de que qualquer tipo de ativo pode ser armazenado, transacionado e gerenciado sem envolver intermediários como bancos, e cartórios.

Às 23h desta quinta, haverá a palestra "Viagens no tempo e no espaço",  uma apresentação didática da teoria da relatividade de Einstein, que redefiniu noções de espaço, tempo, matéria e energia, abordando conceitos e fenômenos como os buracos negros e buracos de minhoca.

À meia-noite, acontece um bate-papo descontraído sobre o tema "Jogue como uma garota! As mulheres no mundo dos jogos: uma breve analise", que abordará o impacto social da expansão dos games e como o machismo vem sendo enfrentado e combatido.

Na sexta-feira (2), o cofundador da Apple Steve Wozniak, que projetou a primeira linha de computadores pessoais da marca, vai falar ao público da Campus Party. Em 1985, Wozniak foi condecorado por Ronald Reagan, presidente dos Estados Unidos na época, com a Medalha Nacional de Tecnologia, a maior honraria conferida aos principais inovadores do país.

Amanhã terá uma atividade curiosa sobre como organizações em paises emergentes estão se saindo no desenvolvimento de a
plicações inovadoras, no sistema financeiro, e a adoção em escala dessas tecnologias que impulsionam o crescimento local e servem como inspiração. A ideia é: ao invés de imitar as burocracias legais, financeiras e regulatórias dos países desenvolvidos, os mercados emergentes como América Latina - Brasil, África - África do Sul e Ásia estão criando sistemas mais eficientes a partir do zero. A convidada para falar sobre o tema é Sharron L McPherson é diretora fundadora do consórcio Women in Infrastructure Development & Energy (WINDE), o maior grupo de mulheres em investimentos em infra-estrutura da África. Sharron é membro da Brains Trust da UnitedSucces, uma rede global de mulheres empresárias de alto impacto.

Destaque nas oficinas é como fazer seu drone, que ocorre às 17h do sábado (3). No mesmo dia haverá uma palestra sobre "Impressora 3D e Indústria 4.0", às 16h.

Toda a programação e informações sobre as atividades e seus palestrantes podem ser confieridas no site: http://brasil.campus-party.org/

* Com agências



Comunicação SEESP*

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, apresentou no início desta semana, na segunda-feira (29) a prefeitos de municípios da Bahia, o programa Internet para Todos, que levará banda larga para escolas, hospitais e localidades sem conectividade de regiões remotas onde o sinal da internet ainda não existe. A conexão só está sendo possível devido ao Satélite Geoestacionário de Defesa e Comunicações Estratégicas (SGDC), lançado ao espaço em maio de 2017, um investimento de R$ 3 bilhões do governo federal. Desde então, o MCTIC passou a assinar um conjunto de convênios para usar a capacidade do satélite.

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Em Salvador, Kassab lembrou que, para participar do programa, os municípios devem se habilitar e assinar um convênio com o governo federal. A partir daí, antenas serão instaladas gratuitamente nas regiões sem conectividade apontadas pelas prefeituras para distribuir banda larga num raio de 2 quilômetros.


O primeiro convênio foi assinado com o Ministério da Defesa para que 30% da capacidade do satélite sejam usadas pelas Forças Armadas no monitoramento das fronteiras brasileiras, coibindo o tráfico de drogas e o contrabando.

O segundo convênio, segundo o ministro, foi firmado pelo MCTIC e a Telebras com o Ministério da Educação para levar banda larga para as escolas públicas de todo o país. Segundo o ministro, o MEC contratou e pagou antecipadamente para instalar banda larga em 7 mil pontos.

Kassab acrescentou que um terceiro convênio será firmado com o Ministério da Saúde para levar internet para 15 mil pontos em hospitais e postos de saúde. “Você imagina o que é um equipamento de saúde com conectividade? Até o diagnóstico pode ser feito remotamente”, explicou.

O satélite foi construído pela Thales Alenia Space, empresa francesa, em conjunto com o governo brasileiro, por meio da Telebras e Embraer, que criaram uma joint-venture, a Visiona Tecnologia Espacial, para supervisionar os trabalhos. De acordo com a Telebras, mais de 100 profissionais brasileiros estiveram envolvidos na produção do satélite, entre eles engenheiros da Agência Brasileira Espacial e do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), além da Telebras e Visiona.

Com peso de 5,8 toneladas e 5 metros de altura, o equipamento ficará posicionado a uma distância de 36 mil quilômetros da superfície da Terra, cobrindo todo o território brasileiro. Em terra, ele será operado por dois centros de controle, em Brasília e no Rio de Janeiro. Também há outros cinco gateways (estações que fazem o tráfego de dados do satélite) instalados em Brasília, Rio de Janeiro, Florianópolis (SC), Campo Grande (MS) e Salvador (BA).

Confira matéria sobre o tema na edição 179 do jornal Engenheiro, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), que pode ser lida neste link.


*Com informações do MCTIC

Agência Sindical*

O Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait) aponta que a carreira de auditor-fiscal do Trabalho tem 3.644 cargos criados, mas só atuam 2.366 - incluindo os que estão em férias ou afastados por problemas de saúde. No entanto, segundo Sinait, o número é inferior ao necessário para atender o mercado de trabalho no Brasil. A Organização Internacional do Trabalho (OIT) e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) afirmam que seriam necessários pelo menos oito mil auditores para cobrir todo o território nacional. São 5.634 profissionais a menos.

 

faltam auditores fiscais Maringoni home



O auditor fiscal tem como função principal garantir a correta aplicação da lei para manter direitos ao trabalhador.

Levantamento recente aponta que o
Ministério do Trabalho (MT) vem perdendo recursos no Orçamento. A Agência Sindical ouviu sindicalistas, que apontam o sucateamento da Pasta.

Rodrigo Takeo Iquegami, Delegado Regional do Sinait em São Paulo, alerta que as condições de trabalho estão cada vez mais precárias.

“Trabalhamos há tempos em péssimas condições. E essa situação só piora. Falta desde material básico, como papel, caneta etc. Não temos veículos suficientes para fiscalização. Muitas vezes utilizamos nosso carro particular. E chegamos ao ponto de não ter equipe de faxina nas repartições”, denuncia.

Para o auditor, a crise atual reflete o descaso do governo com o ministério, que já corre o risco de fechar gerências regionais. “Se as coisas continuarem assim, muitas serão desativadas. E quem vai perder será o trabalhador”, afirma Rodrigo.

O presidente do Sindicato dos Comerciários de Guarulhos, Walter dos Santos, alerta:

"Depois da reforma trabalhista, o próximo passo do governo contra os trabalhadores pode ser a extinção do Ministério do Trabalho. Verbas ele já não tem, fiscal do trabalho é raro encontrar algum. O pessoal está se aposentando e o governo não repõe". “Estamos caminhando pra uma situação perigosa. Vão sucatear tanto a Pasta que ela se tornará obsoleta”, adverte.

Chiquinho Pereira, presidente do Sindicato dos Padeiros de São Paulo, também critica o sucateamento.

“Há muito tempo o ministério vem sendo deixado de lado. Algumas superintendências regionais chegam a precisar de ajuda de Sindicatos pra funcionar. Essa situação se reflete na fiscalização, no acompanhamento da aplicação de Normas Regulamentadoras. A cada dia a situação fica mais complicada”, diz.



*editado por Comunicação SEESP



João Guilherme Vargas Netto*

Nesta enervante conjuntura o movimento sindical sofre, além das consequências dela, a paralisia frente às tarefas que lhe são impostas sem que as eventuais bravatas signifiquem algo mais do que “som e fúria”.

As centrais sindicais, desorientadas, assistem em silêncio obsequioso a desconstrução do ministério do Trabalho e a tragicômica situação de sua mandatária putativa. Para registro de justiça: uns poucos, muito poucos, dirigentes sindicais fizeram pronunciamentos fortes e precisos sobre a situação escandalosa.

Para os trabalhadores e os dirigentes três tarefas emergem com força das sombras da conjuntura:

- Impedir a votação, em fevereiro, da deforma previdenciária ou, se o governo ousar colocá-la em votação, agir para derrotá-la. Cada deputado e senador deve ser visitado em suas bases e em Brasília dividindo-os em três categorias – os que nos são favoráveis e devem ser confortados, os que vacilam e devem ser esclarecidos e os que nos são contrários e devem ser isolados. Organizar esta operação exige pressa e conhecimento de causa.

- Resistir nas empresas e na Justiça do Trabalho à aplicação da lei celerada, objeto de desejo do patronato e do mercado. Em Santos, por exemplo, o sindicato dos comerciários tem resistido às tentativas de grupos empresariais de implantarem a intermitência dos contratos de maneira abusiva e escorchante, resistência que deve ser apoiada por todo o movimento sindical da Baixada Santista.

- Organizar fortes campanhas de sindicalização e de ressindicalização (com metas) como um dos antídotos à carência de recursos e à crise financeira dos sindicatos. Para isso é imperioso que o movimento sindical aproxime-se do movimento dos trabalhadores, defendendo-os e dirigindo-os com firmeza permanente.


Joao boneco atual


* Consultor sindical

Deborah Moreira
Comunicação SEESP

O Sindicato dos Engenheiros no Estado de São Paulo (SEESP) participou de reunião promovida pelo Fórum Cresce Baixada, na sede da Delegacia Sindical da Baixada Santista. Na pauta: a discussão sobre a utilização do aço na construção civil.

Além do SEESP, representado pelo vice-presidente Newton Guenaga Filho, participaram sindicatos das demais categorias envolvidas como rodoviários, consertadores de Carga do Porto de Santos, construção civil e da Federação Interestadual de Metalúrgicos e Metalúrgicas do Brasil (Fitmetal).


Foto: Each Metal
aco na construcao civil home


“Discutimos os prós e os contras da aplicação do aço no setor da construção civil. É uma tendência mundial, enquanto o País está na concretagem ainda. Precisamos criar condições para que o mercado brasileiro absorva essa tecnologia”, afirmou Guenaga após o encontro. Outro ponto ressaltado por ele é a capacitação técnica para esse tipo de construção, adquirida já pelos trabalhadores da Usiminas.

Uma das medidas tiradas é a proposição de um projeto de lei municipal que propicie a entrada do aço no mercado brasileiro, criando condições econômicas.




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