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As nove centrais sindicais que estão à frente da Greve Geral, organizada para o próximo dia 28, se reúnem na sede da Força Sindical, em São Paulo, nesta segunda-feira (24/4), a fim de avaliar o quadro das mobilizações e definir ações práticas da paralisação geral marcada para sexta (28/4). O objetivo é afinar a organização e traçar estratégias de mobilização.

O secretário-geral da Força, João Carlos Gonçalves, o Juruna, outras ações ocorrerão até lá. "As direções sindicais, com base no relato das mobilizações pelo País, vão definir o que será feito nos dias que precedem a paralisação e também no próprio dia 28", afirma.

A paralisação promete ser nacional e forte, com adesão de amplos setores, de peso na economia e nos serviços. Segundo o coordenador da Intersindical, Édson Carneiro, o Índio, “muitas categorias fizeram plenárias, aprovaram greve e estão mobilizando as bases”. O sindicalista também vê crescer simpatia ao movimento. “A greve ganha força na medida em que as pessoas vão tomando consciência real das maldades que Temer tenta impor com suas reformas”, comenta.

Organização
Sindicalista do setor de vestuário, Alvaro Egea, que é secretário-geral da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), entende que a reta final da greve é a hora certa de fazer os ajustes. Ele comenta: “O Brasil é grande e variado. Cada setor tem uma experiência própria. Vamos tomar pé da mobilização nas categorias pelo País e verificar de que modo podemos fazer uma paralisação nacional, com forte participação da classe trabalhadora e também apoio social”.

Dieese
Clemente Ganz Lúcio, diretor-técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos  (Diesse), falará aos dirigentes sobre os impactos das reformas, especialmente o que aponta o relatório da reforma trabalhista, aprovado em caráter de urgência. “Temos que pensar o dia 28 e também o pós 28”, orienta.


Fonte: Agência Sindical
(publicado por Deborah Moreira)


Um site reúne todos os nomes dos parlamentares da Câmara dos Deputados organizados em três grupos: os que são contra a aposentadoria e, portanto, vão votar favoravelmente a proposta de reforma da Previdência Social; os que defendem a aposentadoria, que não concordam com a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) 287/16; e os indecisos. Até o início da tarde de quarta, eram 260 parlamentares em defesa da aposentadoria, 119 contra e 134 indecisos. Também é possível obter o posicionamento dos políticos, por estado.

placar da previdencia home

 

Uma PEC é discutida e votada em dois turnos, em cada Casa do Congresso, e será aprovada se obtiver, na Câmara e no Senado, três quintos dos votos dos deputados (308) e dos senadores (49).

O resultado desse placar, no site, vai sendo alterado na medida em que os parlamentares vão mudando de opinião. O objetivo é pressioná-los a se posicionarem em defesa da aposentadoria, um direito adquirido por brasileiros desde a década de 1960. Com isso, eleitores de todo o país estão mobilizados. Muitos já contactaram seu parlamentar para pedir que ele não apoie a reforma da Previdência Social. Para facilitar esse contato, o site criou uma ferramenta de envio automático de email aos deputados federais. Também é possível enviar mensagens de apoio aos que já se posicionaram contra a reforma.

Confira a página http://placardaprevidencia.com.br  e ajude a divulgá-la.

Fonte: Comunicação CNTU
(publicado por Deborah Moreira)



O Centro Internacional de Energias Renováveis-Biogás (CIBiogás), o Centro Internacional de Hidroinformática (CIH) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) anunciam a formação de novas turmas em dois cursos de energias renováveis. Até domingo (23/4) estão abertas as inscrições para o curso de Operacionalização de Biodigestores. Já as matrículas para o curso de Atualização em Energias do Biogás podem ser feitas até 26 de maio. As aulas terão início nos dias 26 de abril e 29 de maio, respectivamente.

 

curso biogas home


O curso de Atualização em Energias do Biogás está disponível em português ou espanhol e o valor é R$ 240,00. Já o curso de Operacionalização, ofertado exclusivamente em língua portuguesa, custa R$ 350,00. Os dois foram elaborados por especialistas, contam com o acompanhamento de tutores e têm como base as experiências práticas construídas pelo Centro, que monitora 11 unidades de produção de biogás gerando energia elétrica, térmica e biocombustível.

Os conteúdos têm como público profissionais e estudantes interessados em aprender mais sobre o tema. Desde 2011, os cursos oferecidos pelo CIBiogás já capacitaram mil pessoas de 25 diferentes países. Por meio dos cursos é possível ainda compartilhar o conhecimento sobre energias renováveis obtido através de pesquisas da instituição e parceiros. Com cerca de 8 milhões de postos de trabalho em todo o mundo, o setor está em expansão. A Agência Internacional de Energia prevê um aumento da capacidade das renováveis de 42% até 2021.

Inscrições
acesse www.cibiogas.org > Cursos > Atualização do biogás ou Operacionalização de Biodigestores.
Mais informações podem ser obtidas por meio de Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou (45) 3576-7022


Fonte: CIBiogás
(publicado por Deborah Moreira)




Na edição do JE na TV, que foi ao ar na segunda-feira (17/4), foi exibida a entrevista com o presidente da Associação dos Engenheiros e Arquitetos do Metrô (Aeamesp), Pedro Machado, que abordou as lutas e conquistas da categoria. Na reportagem, confira como foi a eleição do SEESP.

Tudo isso e muito mais você confere na exibição do programa do sindicato, que vai ao ar às segundas-feiras, na capital paulista, pela TV Aberta SP, às 19h30, nos canais 9 (NET), 8 (Fibra 8) e 186 (Vivo TV). Ou pela internet no mesmo dia e horário neste link. O JE é transmitido também para 50 cidades de todo o Estado em dias e horários diversos. Confira a grade aqui.

Assista a íntegra da edição desta semana, que foi exibida primeiramente na segunda-feira (17/4), na programação da TV Aberta:

https://www.youtube.com/watch?v=oPXZ-OYYCew




Comunicação SEESP
(publicado por Deborah Moreira)



Na terça-feira (25/4), o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé recebe o ministro da Educação Superior do Equador, Rene Ramirez, para debater a vitória eleitoral de Lenin Moreno e a questão da mídia. O evento, com entrada franca, ocorre na sede da entidade, na Rua Rego Freitas, 454, conjunto 83, em São Paulo, a partir das 19h.

debate equador no barao home

Em segundo turno contra o o representante dos bancos, Guillermo Lasso, o povo equatoriano elegeu Lenin Moreno, então vice-presidente de Rafael Correa, para dar continuidade à chamada Revolução Cidadã. Durante seu ciclo, Correa promoveu mudanças significativas no país, com ênfase em políticas sociais, na integração regional e na busca pela soberania nacional. Para se ter ideia, desde 2007, mais de 2 milhões de equatorianos saíram da linha da extrema pobreza.

O papel jogado pelos grandes meios de comunicação por lá, no entanto, é muito similar ao que ocorre no Brasil e nos países vizinhos. O filme se repete desde o partidarismo dos meios hegemônicos durante o processo eleitoral até o movimento da oposição derrotada nas urnas em não reconhecer os resultados eleitorais e armar um verdadeiro escarcéu pela recontagem dos votos, acirrando os ânimos e desestabilizando a democracia - tudo com ampla reverberação por parte do oligopólio midiático.

No Barão de Itararé, Rene Ramirez falará sobre a vitória nas urnas, os desafios colocados ao governo equatoriano e à esquerda continental, além da batalha midiática na América Latina - vale ressaltar que o Equador aprovou sua Ley Orgánica de Comunicación (clique para saber mais) ainda em 2013.

Serviço:
Debate: A Vitória no Equador e a Batalha Midiática na América Latina
Local: Barão de Itararé, Rua Rego Freitas, 454, 8º andar, sala 83, República
Data: 25 de abril
Horário: 19h
Mais informações pelotelefone: (11) 3159-1585.


Fonte: Barão de Itararé
(publicado por Deborah Moreira)





A Itaipu Binacional bateu um novo recorde de geração diária de energia elétrica no primeiro trimestre de 2017, com registro de 284.496 Megawatts-hora (MWh). No mesmo período, em 2016, a usina havia atingido a média de 281.664 MWh diários, segundo melhor resultado desde que a empresa entrou em operação, em maio de 1984. Com isso, voltou a ser a maior geradora de energia limpa e renovável do planeta. Antes disso, a usina hidrelétrica chinesa Três Gargantas era a consierada a maior.

Mesmo com um dia a menos no calendário em relação a 2016, que foi um ano bissexto, e em condições hidrológicas menos favoráveis, a produção acumulada nos três primeiros meses de 2017 permaneceu praticamente estável em relação ao mesmo período do ano passado. Foram registrados 25.604.769 MWh, apenas 0,1% inferior em relação ao recorde trimestral de 2016, que foi de 25.631.082 MWh.

Em janeiro deste ano, a Usina Hidrelétrica de Itaipu teve a maior produção de energia para o mês já registrada desde a sua fundação. Foram produzidos 8,74 milhões de megawatts-hora (MWh), enquanto em 2016, no memo período, foram 8,5 milhões de MWh. Segundo a binacional, essa produção seria suficiente para atender o estado de São Paulo por 23 dias e o Paraná por três meses e meio.


“A Itaipu tem uma presença importante e muito marcante no território paranaense. Agora, mais uma vez um paranaense dirige esta grandiosa hidrelétrica, líder na produção de energia mundial e responsável por 17% do abastecimento de energia do Brasil” destacou o governador do estado do Paraná, Beto Richa.

A declaração do governador ocorreu no final de março, durante a posse do novo diretor-geral da usina, Luiz Fernando Leone Vianna, cuja cerimônia foi no Museu Oscar Niemeyer, em Curitiba. Vianna é engenheiro eletricista e ex-presidente da Companhia Paranaense de Energia (Copel). Durante o evento, o novo diretor ressaltou que o principal desafio da sua gestão será a revisão do anexo C do Tratado de Itaipu, que está prevista para 2023: “Ele é muito importante, pois trata de toda a área comercial e de suprimento de energia elétrica dos dois países” afirmou ele.


Com informações da Agência de Noticias do Paraná e Portal Brasil
(publicado por Deborah Moerira)



Os trabalhadores da Educação se mobilizam em todo o País, a fim de combater as propostas de reforma trabalhaista e da Previdência, do governo Michel Temer. Após a paralisação nacional de 15 de março, a categoria segue mobilizada, preparando a greve geral convocada pelas centrais sindicais em 28 de abril.

apeoesp ato paulista 31M
Em São Paulo, os professores da rede pública estadual aprovaram integrar seu calendário de lutas à mobilização unitária, que organiza uma paralisação inédita no Brasil. A Apeoesp (sindicato) decidiu pela adesão à greve em assembleia realizada na avenida Paulista, com a participação de 40 mil educadores. Os profissionais da rede privada, coordenados pela Fepesp (Federação estadual), também aprovaram participar da greve geral.

A presidente da Apeoesp, Maria Izabel Azevedo Noronha, a Bebel, disse que a jornada de lutas dos educadores prevê a continuidade da pressão sobre os deputados federais de São Paulo, para que votem contra as reformas. Também está mantida a consulta popular sobre a reforma da Previdência, que é uma forma didática de se debater o tema com a população em geral e denunciar o desmonte do sistema previdenciário.

Além disso, a categoria está realizando aulas públicas sobre o tema, atos em todas as regiões onde a Apeoesp tem base e articulando pronunciamentos nas Câmaras Municipais.

“Nossa militância está engajada, buscando empreender esforços para que a greve geral de 28 de abril seja um sucesso. Essa paralisação é extremamente necessária, para dar um basta nestas reformas que, na verdade, promovem uma desregulamentação geral do mercado de trabalho e de nossos direitos”, afirma Bebel.

Sinpro
A primeira-secretária do Sindicato dos Professores de São Paulo (Sinpro-SP), Silvia Celeste Barbára, contou que uma assembleia da entidade aprovou, por unanimidade, engrossar o movimento convocado pelas centrais, orientando que os professores paralisem as atividades dia 28 nas escolas particulares.

“Nós fizemos panfleto sobre as reformas e a importância de aderir ao movimento, além de adesivos que estão sendo distribuídos aos trabalhadores. Também disponibilizamos ramal telefônico do Sindicato e e-mail específico, apenas para atender às demandas da greve. Temos ciência da dificuldade de parar o ensino particular, mas estamos entusiasmados e confiantes no engajamento da categoria”, destaca.

Até o dia 28, os sindicatos do setor realizarão atividades em todo o Estado, como panfletagens, visitas às escolas e distribuição de material. Também haverá um comando de greve aberto, que vem se reunindo no Sindicato, por volta das 16h30.


Fonte: Agência Sindical
(publicado por Deborah Moreira)



O relator do projeto que trata da “reforma” trabalhista (PL 6.787/16), deputado Rogério Marinho (PSDB-RN), apresentou parecer, na forma de substitutivo, à proposta do governo, no dia 12 de abril. O que já era ruim, ficou muito pior. O parecer é obra de catedráticos do mercado. Foi feito a várias mãos. Cuidaram de tudo. Grosso modo, não tem brechas ou erros que possam comprometê-lo.

carteira de trabalho home


O substitutivo dos catedráticos do mercado é de fato uma reforma para o mercado e o capital, e o desmonte para os trabalhadores e suas organizações protetivas, os sindicatos. Trata-se, portanto, “da mais profunda e extensa proposta de precarização das relações de trabalho dos últimos 70 anos”, como preconiza nota técnica sobre o substitutivo, elaborada pela LBS Advogados, parceiro do Deaprtamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap).

Numa análise preliminar, vê-se que os trabalhadores perderão com a aprovação do fim das proteções legais aos direitos conquistados ao logo de mais de 70 anos de lutas.

Para o mercado e o capital, a reforma fornece “segurança jurídica” e propícia a tão propalada “melhoria do ambiente de negócios”. Estes eufemismos ancoram o desejo, há muito acalentado pelo mercado, de acabar com a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e desmontar o movimento sindical. E não pode ser diferente, pois para cumprirem esse script precisam destruir as organizações que irão se opor ferrenhamente ao cenário devastado que surgirá pós-CLT.

O relatório que o deputado Marinho apresentou é um novo projeto, que trouxe algo inimaginável em outro contexto. No atual, está configurado o “vale tudo”, o “salve-se quem puder”, o “poder do mais forte”, porque será isto que definirá os processos negociais pós-CLT.

Negociado sobre o legislado
A coluna vertebral do projeto é a instituição do negociado sobre o legislado. É como dissemos em outras oportunidades, que não ficaria apenas nos treze itens do projeto original. O relator ampliou para quatro vezes mais o que o governo propôs.

Além da prevalência da negociação sobre a legislação, o relator acrescentou que os acordos poderão se sobrepor às convenções. Isto é, se alguma convenção avançar o sinal, o acordo poderá reduzi-la.

Comissão de representantes
O substitutivo apresentado propõe a instituição da comissão de representantes no local de trabalho. Pelo texto, essa comissão vai substituir as prerrogativas e responsabilidades do sindicato, inclusive com poder negocial.

A eleição da comissão não poderá sofrer “interferência” da empresa e do sindicato da categoria. E, ainda, “organizará sua atuação de forma independente”. Os membros terão estabilidade. O mandato será de um ano, com uma recondução, mas os representantes não terão liberação.

Contribuição sindical
O texto do relator extingue, na prática, esta e outras formas de custeio para os sindicatos e os empregadores, que até poderão descontar a contribuição dos empregados, “desde que por eles devidamente autorizados”.

Veja a redação do substitutivo: “Art. 579. O desconto da contribuição sindical está condicionado à autorização prévia e expressa dos que participarem de uma determinada categoria econômica ou profissional, ou de uma profissão liberal, em favor do sindicato representativo da mesma categoria ou profissão ou, inexistindo este, na conformidade do disposto no art. 591 desta Consolidação. (NR)”

Por esta orientação expressa, vê-se qual intenção está por trás dessa lógica: asfixiar financeiramente o movimento sindical. Sem recursos materiais e financeiros, não poderá fazer frente ao desmonte da CLT e a precarização das relações de trabalho que advirá com o fim do mínimo exigido, que é a legislação trabalhista.

Acordo extrajudicial
Outra mazela que compõe o cardápio de maldades apresentado pelo relator é o acordo extrajudicial irrevogável, que impede o trabalhador de ir à Justiça buscar algum direito ou reparação de dano.

Esse acordo, pelo substitutivo apresentado, terá termo de quitação anual das obrigações trabalhistas. Isto é, uma vez feito não restará o que reclamar ou buscar na Justiça.

Terceirização e novos contratos de trabalho
O substitutivo de Marinho atualiza a Lei da Terceirização geral e fecha as brechas contidas na Lei 13.429/17, sancionada no dia 31 de março. Além disso, propõe novas formas de contratação, além dos contratos de trabalho a tempo parcial e temporário.

O novo texto do relator institui o contrato de trabalho intermitente e o teletrabalho. Estas modalidades de relações precárias de trabalho jogarão milhões de trabalhadores em condições extremas. Sem a fiscalização do Estado, será de fato a “melhoria do ambiente de negócios”, mas só para os donos dos negócios.


Fonte: Diap




O Instituto Superior de Inovação e Tecnologia (Isitec), cujo mantenedor é o SEESP, promove entre os dias 17 e 19 de abril próximos a "Semana da Pós-graduação Isitec", na sede do instituição de ensino (Rua Martiniano de Carvalho, 170, na Bela Vista), capital paulista. No evento, o coordenador de cada um dos cursos fará uma palestra sobre os principais pontos abordados no respectivo curso e estará à disposição para tirar todas as dúvidas dos interessados.

Confira a programação:
17/04
19h30 – BIM Master Modelador – Profª. Drª. Regina Ruschel – coordenadora do curso
20h30 – Gestão Eficaz de escritórios de Engenharia e Arquitetura – Prof. Ênio Padilha – coordenador do curso

18/04
19h30 – Gestão de TI – Prof. Ricardo Gedra  – coordenador do curso
20h30 – Engenharia de Segurança do Trabalho – Prof. Dr. Celso Atienza  – coordenador do curso

19/04
19h30 – Gestão de energia – Prof. Ricardo Gedra  – coordenador do curso
20h30 – Gestão Ambiental Sustentável – Prof. Dr. João Sergio Cordeiro

Informações:
Lligue: (11) 3254.6850

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.
Clique e faça aqui sua inscrição


Publicado por Deborah Moreira
Comunicação SEESP
Fonte: Isitec






Uma competição de charge promovido pelo portal Direito e Sindicalismo e da Universidade Sindical, em parceria com o Centro de Estudos da Mídia Alternativa Barão de Itararé, chama a atenção para as maldades contidas nas reformas trabalhista e da Previdência. O "Concurso de Charges Brincando com as Reformas Trabalhista e Previdenciária" recebe inscrições de artistas até o dia 27 de maio próximo.

 

concurso de charges


Historicamente o humor tem sido uma ferramenta importante em períodos de crise e efervescência política e social. "Estimular a produção de charges e cartuns significa contribuir na batalha contra as reformas excludentes propostas pelo governo Temer, endossadas pelos grandes meios de comunicação dominados por sete famílias no país", afirmam os organizadores.

Os interessados em participar podem consultar o regulamento no hotsite do concurso.O melhor chargista, eleito por um júri popular, pela internet, e o melhor escolhido por um júri formado por jornalistas de mídias alternativas, receberão R$ 3 mil cada. Os segundos colocados ganharão R$ 2 mil cada.

A decisão da comissão julgadora e a votação dos internautas será entre 28 de abril e 4 de maio. O anúncio do resultado será no dia 5 de maio.


Comunicação SEESP
Com informações do site Direito e Sindicalismo






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