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07/05/2014

Feira expõe trabalhos produzidos por deficientes em Presidente Prudente

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A 14ª edição da Expodefic/Feidefic (exposição e feira de trabalhos confeccionados por pessoas com deficiência) ocorre nesta quinta (8/5) e sexta-feira (9), em Presidente Prudente, no Interior. Realizado pela Secretaria Municipal de Cultura, o evento começa às 9h, na Praça Nove de Julho, no calçadão da Maffei.

De acordo com Roberto de Oliveira Rodrigues, 50, um dos coordenadores, a Expodefic reúne a exposição e comercialização de trabalhos artesanais confeccionados pelos pacientes de oito entidades prudentinas. São elas: a sala de recursos para deficiente visuais da Escola Estadual Professor Hugo Mielle; a Associação Prudentina de Proteção a Aids; a União das Pessoas com Deficiência (Unipode); a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae); a Associação Assistencial Adolpho Bezerra de Menezes; a Associação de Peregrinação do Rosário de Presidente Prudente; o Ambulatório de Saúde Ambiental; e o Associação de Apoio ao Paciente Renal Crônico (Carim). Toda a verba arrecadada será revertida para as entidades.

Com o objetivo de valorizar a pessoa com deficiência, o evento contou com participação de 3.582 pessoas em 2013. Apesar de não poder estimar o número de pessoas desta edição, ele diz que aproveitará a semana da comemoração do Dia das Mães para “atrair um grande público”. A Expodefic também contará com apresentações culturais, como a abertura do evento realizada pela banda da Apae, amanhã e uma apresentação de dança com os alunos da Unipode, na sexta-feira, às 14h.

Célia Harumi, psicóloga da Unipode, acredita que a participação dos alunos no evento é importante por promover um contato entre eles e a sociedade, no qual podem mostrar o que aprenderam. “É uma grande contribuição para a autoestima e para o desenvolvimento”. Conforme ela, a entidade comercializará artesanatos e produtos de marcenaria que vão de R$ 0,50 à R$ 70, contando com chaveiros, objetos de decoração, porta-jóias e bonecas. Para a psicóloga, a exposição desses objetos faz com que os produtores do material percebam o valor do que fazem.“É aquela sensação do ‘eu sou capaz’”, afirma.

Fonte: O Imparcial





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