GRCS

Mostrando itens por marcador: retomada do crescimento

O secretário Nacional de Relações do Trabalho, Carlos Cavalcante de Lacerda, participou, na manhã desta terça-feira (16/5), em Brasília, de encontro com dirigentes da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE) e da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU). Na ocasião, ele destacou a relevante contribuição dessas entidades ao debate sobre a retomada do crescimento econômico. “Sobre as obras inacabadas, o governo deveria ouvir engenheiros”, exemplificou. Nesse sentido, o secretário enfatizou também a necessidade de um projeto de desenvolvimento e geração de emprego no País, especialmente nas regiões Norte e Nordeste.


Fotos: Edgar Marra
Encontro foi prestigiado por dirigentes da FNE e da CNTU de todo o País.

Lacerda, que tem origem no movimento sindical dos metalúrgicos do Amazonas, aproveitou a oportunidade para afirmar a disposição de atuar de forma ampla na Secretaria. “Atendemos todo mundo, independentemente de central. Lá, eu não abri as portas, eu tirei as portas”, garantiu. Ele também manifestou preocupação com o aprimoramento da estrutura do Ministério do Trabalho e Previdência Social, que, ao longo das últimas décadas, vem perdendo relevância no conjunto do governo.

Para o secretário, é essencial ainda o fortalecimento do movimento sindical e a manutenção de fontes de custeio para as entidades que representam os trabalhadores, daí ser fundamental ampliar o debate sobre esses temas, hoje em discussão no Congresso.

Ao final, o presidente da FNE e da CNTU, Murilo Pinheiro, saudou o trabalho que vem sendo desenvolvido na Secretaria por Lacerda: “É um trabalho sério e é importante que continue.” Também participou do encontro o coordenador-geral de Registro Sindical da Secretaria, Leonardo Cabral Dias.

 

Rita Casaro
Comunicação FNE

 

 

 

Diante da grave crise enfrentada hoje pelo País, com alto índice de desemprego e ameaças de retrocessos em conquistas históricas, a coesão da categoria é fundamental. Lançado em março último pela Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), o movimento “Engenharia Unida” traz essa proposta. Para discutir essa ação de forma coordenada, a entidade realiza de 24 a 26 de novembro próximo, em Barra Bonita (SP), encontro nacional que pretende reunir todas as forças ligadas aos profissionais brasileiros.

O evento tem como intuito reforçar esse chamado e jogar luz sobre a conjuntura e o protagonismo dos engenheiros rumo à retomada do desenvolvimento e os caminhos e desafios para tanto, incluindo a garantia de preservação de direitos e valorização do trabalho. Uma contribuição crucial.

A partir do fortalecimento de sua representatividade, a pretensão é unir as instituições vinculadas à área no Brasil inteiro – conselhos profissionais, entes e órgãos públicos, sindicatos, associações, centros de pesquisa e ensino, empresas, além dos profissionais em todos os setores da engenharia. No ano de 2006, também em meio a uma conjuntura difícil, a federação apresentou o projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”. Atualizado ano a ano, traz plataforma que se combina com esse objetivo e demanda, na batalha pelo desenvolvimento nacional sustentável. O êxito dessa iniciativa demonstra o acerto e a urgência de se assegurar a união da categoria para se fazer frente ao complexo quadro atual.

Para mais informação e inscrição, entrar em contato pelos telefones (61) 3225-2288 e (11) 3113-2641 ou pelos e-mails Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. e Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo..

Confira a programação

24 de novembro

18h30 – Sessão de abertura

25 de novembro

9h – Engenharia e desenvolvimento nacional: o protagonismo no enfrentamento da crise
Murilo Pinheiro – Presidente da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE)
Ronaldo Lessa – Deputado federal (PDT-AL)
João Guilherme Vargas Netto – Consultor sindical

14h – Colocar a economia no rumo do crescimento
Palestrante - Antonio Corrêa de Lacerda – Professor-doutor da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP)

Comentadores
Angelo Petto Neto – Presidente da Confederação dos Engenheiros Agrônomos do Brasil (Confaeab)
Fernando Jardim Mentone – Vice-presidente de Relações Trabalhistas e Assuntos Intersindicais do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco)
José Edgard Camolese – Vice-presidente de Relações Institucionais do Sindicato da Indústria da  Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusconSP)

16h – Preservar direitos e valorizar o trabalho
Palestrante - Antonio Augusto de Queiroz – Diretor do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap)

Comentadoras
Margarida Lopes de Araújo – Vice-presidente de Assuntos Jurídicos da Associação Paulista dos Auditores-Fiscais da Receita Federal do Brasil (Apafisp)
Ivani Contini Bramante – Desembargadora do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT – 2ª Região)

26 de novembro

9h – Plenária da Engenharia Unida

Discussão e aprovação da Carta de Barra Bonita

12h – Encerramento



Comunicação SEESP







CNTU 2FEV2016 editadaEm encontro realizado em Brasília, no dia 2 de fevereiro último, dirigentes de 15 confederações nacionais, entre elas a CNTU, debateram propostas que assegurem direitos e ampliem conquistas para os trabalhadores e elaboraram uma nota oficial conjunta para tornar pública a posição das entidades em defesa da correção da tabela do Imposto de Renda (IR), da redução da taxa básica de juros (Selic) e contra qualquer reforma na Previdência Social que retire direitos adquiridos.

A defasagem da tabela do IR vem se acumulando desde 1996, chegando a um total de 72,2%. Somente no ano passado, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPCA) atingiu 10,67%, enquanto a correção média nas faixas de renda da tabela foi de apenas 5,6%.

A seguir, a transcrição da nota das confederações na íntegra:

As Confederações Nacionais de Trabalhadores abaixo relacionadas manifestam toda sua preocupação e propõem medidas imediatas para o enfrentamento do preocupante momento da economia brasileira, no qual crescem o desemprego e a inflação e diminuem os investimentos produtivos e o consumo das famílias.

Por isto, entendemos que o governo deve assumir o compromisso de tomar medidas imediatas para aplacar os efeitos negativos da crise sobre a classe trabalhadora brasileira.

A correção da tabela do Imposto de Renda é urgente para amenizar o impacto das obrigações tributárias sobre os milhões de assalariados do País. A falta de correção da tabela do IR levará um enorme contingente de trabalhadores, antes isentos, a pagar impostos que irão corroer os reajustes salariais recentemente conquistados.

A redução drástica da taxa básica de juros (Selic) é, igualmente, uma necessidade imediata, que será interpretada pelas forças da economia real como uma sinalização fundamental para a retomada de investimentos produtivos.

Para os trabalhadores é, ainda, fundamental o compromisso do governo em não retirar direitos e conquistas no contexto da reforma da Previdência Social. Não aceitaremos qualquer ataque aos direitos da classe trabalhadora.

Também externamos nossa preocupação quanto ao uso do FGTS em operações que dificultem o seu retorno para seus verdadeiros fins, como para construção de casa própria e para infraestrutura urbana.

Esperamos empenho efetivo do governo no combate ao Zica Vírus, especialmente nas áreas onde ainda não existe saneamento básico.

Entendemos que estas decisões são imprescindíveis para que os trabalhadores reconheçam no governo intenções verdadeiras de superação da crise sem o sacrifício das gerações presentes e futuras.

Sem estas sinalizações, pode-se agravar a situação de descolamento entre esse mesmo governo e suas bases trabalhistas, o que só tenderia a ampliar a crise política que buscamos superar de maneira mais consequente e efetiva.

Brasília, fevereiro de 2016.

CNTM - Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos

CNM - Confederação Nacional dos Metalúrgicos

CNTA - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias de Alimentação e Afins

CONACOVEST - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias do Setor Têxtil, Vestuário, Couro e Calçados

CONTRATUH - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Turismo e Hospitalidade

CONTEC - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Empresas de Crédito

CNTU - Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados

CNTC - Confederação Nacional dos Trabalhadores no Comércio

CNTQ - Confederação Nacional dos Trabalhadores Químicos

CNTTT - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes Terrestres

CONTAG - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura

CSPB - Confederação dos Servidores Públicos do Brasil

CONTCOP - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Comunicações e Publicidade

CNTEEC - Confederação Nacional dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Educação e Cultura

CONTRICOM - Confederação Nacional dos Trabalhadores nas Indústrias da Construção e do Mobiliário

CNTS - Confederação Nacional dos Trabalhadores na Saúde

FST - Fórum Sindical dos Trabalhadores




Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP
Com informações da CNM/CUT











 

O presidente da Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), Murilo Celso de Campos Pinheiro, participou de reunião de confederações, na manhã de terça-feira (2/02), em Brasília. O debate, sediado pela Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM), teve em pauta a defesa do desenvolvimento e contou com a presença de diversos dirigentes sindicais, além do analista político Antônio Augusto de Queiroz, o Toninho, diretor de Documentação do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap). Entre as reivindicações comuns estão: correção da tabela do Imposto de Renda, redução das altas taxas de juros, equilíbrio das contas públicas e geração de emprego e renda.


Foto: Paula Bortolini
CNTU CNTM 02FEV2016 
CNTU e outras confederações reunidas, em Brasília, discutiram propostas
para a retomada do crescimento econômico do País 


Miguel Torres, presidente da CNTM, observa que a crise só será superada com a retomada da economia, com a valorização da indústria nacional, o aquecimento do consumo e respeito aos direitos adquiridos pelos trabalhadores.

Para Toninho, a iniciativa da CNTM foi bastante oportuna. "A organização das categorias é fundamental para o enfrentamento no Congresso Nacional das propostas dos setores que atuam politicamente pela retirada de direitos e flexibilização da CLT [Consolidação das Leis do Trabalho]."


 

Imprensa SEESP
Com informações da CNTM





agenda