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A nova reunião de negociação sobre a Convenção Coletiva de Trabalho 2016 com o Sindicato do Sindicato Nacional das Empresas de Arquitetura e Engenharia Consultiva (Sinaenco) foi agendada, informa a advogada do SEESP, Karen Blanco, para o dia 8 de novembro próximo. A data-base dos profissionais abrangidos pela Convenção é 1º de maio, e a entidade patronal representa cerca de 20 mil empresas.

O SEESP, à mesa de negociação, rejeitou duas contrapropostas salariais por considerá-las insuficientes às perdas da categoria. Segundo Blanco, no encontro do dia 8 espera-se “uma proposta digna do setor patronal para deliberação em assembleia dos profissionais”.


Comunicação SEESP







Recessão pesada e longa; retomada de crescimento demorada; colchão social dos trabalhadores esgarçado; manobras políticas. Diante desses elementos de fundo no quadro político-social, a única alternativa para o movimento sindical dos engenheiros é a Engenharia Unida. Esse é o diagnóstico dado pelo consultor sindical João Guilherme Vargas Netto, durante a reunião de diretoria da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), na terça-feira (14/9), na sede do Sindicato dos Engenheiros no Estado de Goiás (Senge-GO).

De acordo com ele, a recessão por que passa o Brasil não tem data para terminar. Contrariando a ideia de ciclos breves de recessão econômica, a economia mundial vive uma desaceleração prolongada e a brasileira segue no mesmo ritmo. “As condições estruturais hoje são de tal maneira que as melhoras serão lentas não só em relação a nossa economia com o mundo, como no mercado interno”, explica.

Outras dificuldades apontadas por ele, para os profissionais, é o atual cenário em que empresas vinculadas à engenharia estão acossadas pela recessão, pela corrupção e pelo combate à corrupção. Vargas Netto enumera os diversos fatores causadores do prolongamento da crise: os indicadores dos setores produtivos (indústria, agricultura e serviços) demonstram grande capacidade ociosa, ausência de investimento e queda continuada da renda dos trabalhadores.

No ultimo semestre, 40% das negociações produziram reajustes salariais inferiores à inflação do período e a maioria das decisões nos tribunais  garantiram reposições parceladas. Ou seja, a massa salarial tem uma tendência a cair. “Isso reforça a tese de uma recessão que se prolonga, embora os jornais anunciem uma retomada iminente. Mas, é muito mais um jogo de política ou de confiança do que uma análise do fato material, real. A pergunta que temos feito é: ‘por que nesse quadro prolongado de decrescimento, de recessão, não há crise social?’”

Para o consultor sindical, a explicação é o acúmulo financeiro, dos últimos anos, com conjuntura favorável de ganhos reais com aumento do salário mínimo e do emprego. Com isso, o conjunto da sociedade acumulou uma reserva que ele chama de ‘colchão social de proteção’, que também inclui legislação trabalhista favorável, com diminuição da informalidade e garantia de seguro desemprego, por exemplo, além de aumento no volume das poupanças. “No último ano, com todos os elementos graves da recessão e da crise política, o colchão social foi usado para mitigar ou fazer desaparecer a crise social”, avaliou. No entanto, como há prazo de validade para essa reserva, já que o dinheiro vai sendo gasto, a tendência é que a situação se agrave.

Unidade do movimento sindical
Na avaliação de Vargas Netto, nos últimos oito meses, a unidade do movimento sindical brasileiro, que tinha atravessado uma década sendo construída, foi fortemente desafiada diante da crise politica. No entanto, observa ele, apesar de haver divergências entre as entidades sobre os rumos políticos que o País deveria seguir,  o primordial é garantir os direitos já conquistados pela classe trabalhadora. “Ao invés de estimular os elementos politicamente artificiais, de divisão, houve bom senso para, apesar das diferenças, unificar em torno de plataforma”, afirmou. Exemplos disso para ele são ações como a inédita reunião entre 18 representantes dos metalúrgicos, de todos os espectros do setor, que coincidiu com as declarações do ministro do Trabalho e Emprego, Ronaldo Nogueira, de cogitar o aumento da jornada de trabalho para 12 horas diárias. Do encontro da categoria saiu a decisão de paralisação na quinta-feira (29/9), para defender os direitos trabalhistas, previdenciários e contra o enxugamento do Estado.

Efeito manada
Por outro lado, vê-se o chamado efeito manada na Câmara, que mobilizou recentemente 450 votos favoráveis à cassação do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), influenciados pela opinião pública, mas também articulados pelo atual presidente da Casa, Rodrigo Maia. “Não teremos facilidade na Câmara diante do rigor ideológico do presidente da Câmara”, avalia. E completa: “Se não enfrentarmos a opinião no sentido de construir uma visão favorável aos trabalhadores, se formos basicamente a luta, numa perspectiva de movimento sindical contra governo, independente de opinião, teremos uma derrota que só vamos entender quando a cortina do palco baixar."

Para reverter esse quadro, no qual ele inclui violações de direitos democráticos, como a livre manifestação do pensamento, Vargas Netto enfatiza que o movimento sindical precisa manter a unidade de ação na defesa intransigente das bandeiras e atenção em Brasília para eventuais manobras. Já em relação à categoria, ele faz um alerta: “O mundo das empresas de engenharia está acossado. Prestem atenção no que está por trás das 12 horas de jornada diária proposta. O ministro [do Trabalho] tem uma proposta arraigada que é o salário-hora. Pensem num conceito salário-hora e pensem para onde vai a profissão se isso for aprovado. E a lei do piso salarial profissional, como ficará?."

 

 

Deborah Moreira
Comunicação FNE

 

 

 

 

 

 

 

Os profissionais da Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (Cteep), em assembleias realizadas nos dias 19, 20, 21 e 22 de julho, aprovaram a contraproposta final da empresa de 9,32% de reajuste salarial, pelo Índice Nacional de Preço ao Consumidor Amplo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IPCA-IBGE), mesmo índice será aplicado à gratificação de férias, função acessória e auxílio-creche.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Cteep 22JUL2016 
Uma das assembleias dos engenheiros da Cteep, no dia 22 de julho.
 

Outros itens fazem parte do Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016/2017, como 12% de reajuste aos vales alimentação, refeição e cesta básica. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) de 2016 será composta pelos valores, critérios, indicadores, pesos, metas e forma de distribuição, conforme parâmetros os seguintes parâmetros: parcela variável: 35% sobre a remuneração base do mês de dezembro de 2016 (com reajuste de 9,32%); parcela fixa: reajuste de 9,32% em relação à parcela fixa da PLR 2015, cujo valor será de R$ 5.192,70; adiantamento: R$ 3.500,00 a ser creditado no dia 15 de setembro de 2016.

No dia 25 de julho, após conclusão de todas as assembleias, o SEESP encaminhou ofício à companhia referendando a aprovação das propostas. Devido a isso, a companhia efetuará os pagamentos retroativos aos meses de junho e julho no final de agosto de 2016 (que terá o salário corrigido) e promoverá um adiantamento quinzenal de 50% (do valor do salário-base sem a correção de 9,32%) no próximo mês.

 


Imprensa SEESP








A Elektro apresentou em mesa de negociação, no dia 5 de julho último, o que ela definiu como sua proposta final relativa ao Acordo Coletivo de 2016: reajuste de 8% nos salários e demais benefícios, exceto, VA/VR e cesta base que será de 12%; fixação do piso da PLR 2016 em 1,5% do resultado de serviço de R$ 740 milhões, a ser dividido por todos os trabalhadores da empresa. Os representantes do SEESP mostraram para a empresa que a proposta era muito ruim, pois os valores não repõem se quer a inflação do período, cujo menor índice é de 9,32%. A empresa, no entanto, de forma arrogante e algumas vezes até deselegante, não quis ouvir os anseios dos seus trabalhadores.

A Elektro, eleita pela "quinta vez a melhor empresa para se trabalhar no Brasil", não quer sequer repor aos salários de seus trabalhadores a inflação do último período. Desta forma, o sindicato recusou a proposta apresentada e, por meio do Departamento Jurídico do sindicato, vai requer uma audiência de mediação junto à Procuradoria Regional do Trabalho da 15ª Região (PRT/Campinas).


Imprensa SEESP








Reunidos em assembleia na noite desta segunda-feira (23/05), os engenheiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) aprovaram a nova proposta econômica apresentada pela empresa, em mesa de negociação, de 10,44% de reajuste salarial, equivalente ao Índice de Preços ao Consumidos da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe). Com a aprovação, a greve agendada para começar nesta terça-feira (24) foi suspensa.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
CPTM assembleia 23MAI2016 
Assembleia decidiu pela aceitação da nova proposta econômica da CPTM
 

A categoria também votou favoravelmente a outros encaminhamentos do SEESP, tais como: continuar tratando as reivindicações Programa de Participação dos Resultados (PPR) e salário dos engenheiros de segurança no âmbito do Núcleo de Conciliação de Coletivo (NCC) do Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região (SP); e submeter a julgamento do TRT/SP as cláusulas novas da pauta de reivindicações deste ano.

A seguir, outros itens da proposta econômica aprovada pelos engenheiros da CPTM: reajuste do benefício vale-refeição em duas parcelas, sendo a primeira de 10,44%, paga de imediato, retroativa a 1º de março e a segunda, de 0,97%, a partir de 1º de setembro de 2016; reajuste dos benefícios vale-alimentação e auxílio-materno infantil em duas parcelas, sendo a primeira de 10,44%, paga de imediato, retroativa a 1º de março e a segunda, de 4,46%, a partir de 1º de setembro de 2016.



 

Edição Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP







O SEESP protocolou, junto à montadora General Motors (GM), a pauta de reivindicações dos engenheiros, aprovada em assembleia em 5 de abril último. O documento é a base para a negociação do novo Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) 2016 da categoria. Ao mesmo tempo, o sindicato requereu à Gerência Regional do Trabalho em Santo André a manutenção da data-base da categoria em 1º de maio, já que a empresa não se manifestou a respeito, e a abertura do processo de negociação. A GM já foi notificada a participar de reunião de mediação na gerência regional no próximo dia 24 de maio (terça-feira), às 15h, para formalização de ACT.

O sindicato defende que prevaleça o bom senso por parte da empresa para que inicie as negociações salariais, de forma a apontar nitidamente seu compromisso com a valorização profissional dos engenheiros da GM, postura mais do que necessária frente ao importante papel da categoria no desenvolvimento da empresa.


 

Imprensa SEESP







Após intensas tratativas entre o SEESP e a CPTM, a empresa, enfim, reconheceu o pleito e honrou o compromisso assumido com o sindicato, reabrindo as discussões sobre esta questão, conseguindo junto aos órgãos governamentais a ampliação do aumento real/produtividade de 2013, passando de 1% para 2,5%. Com isso, o reajuste salarial passa a ser de 5,91% (IPC-Fipe) mais 2,5% de produtividade, perfazendo um aumento total de 8,56%, ao invés dos 6,97% concedidos anteriormente. Esta nova proposta foi ratificada na segunda-feira (10/06) pela empresa em audiência no TRT-2ª Região (Tribunal Regional do Trabalho).

É uma importante vitória da categoria, mas a luta continua. Agora, acompanharemos de perto o cumprimento do segundo compromisso assumido pela companhia que é implantar o PCCS (Plano de Cargos, Carreiras e Salários) com as devidas adequações salariais propostas, bem como implantar o piso salarial do engenheiro (Lei 4.950-A/66) a partir de agosto de 2013.

Vamos também exigir a continuação das tratativas da nossa reivindicação histórica, que é a adequação dos nossos salários/benefícios nos mesmos parâmetros que são praticados no Metrô, conforme já reivindicado em carta anexa, que trata desse assunto.
 

Fonte: Ação Sindical do SEESP




Em assembleia no dia 17 de agosto na sede do SEESP, na Capital, os engenheiros que trabalham na Telefônica (data-base em 1º de setembro) deliberaram pela aprovação da última proposta da empresa para assinatura do Acordo Coletivo de Trabalho de 2012. Destacam-se, entre os pontos contemplados, reajuste salarial de 5,5% a partir de janeiro de 2013; abono compensatório imediato relativo à data-base de 35% e de 25% (respectivamente a engenheiros membros das operações fixa e móvel); piso de R$ 5.598,00; pagamento de PPR 2013 com base no modelo vigente com compromisso de negociação dos indicadores e metas até junho de 2013.

Imprensa - SEESP

O SEESP, por meio da sua Delegacia Sindical de Campinas, assinou, no dia 16 último, o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) 2012 das empresas CPFL Geração de Energia S/A, CPFL Centrais Elétricas S/A, CPFL Comercialização Brasil Ltda e CPFL Piratininga. Abaixo os itens principais do acordo:

- Reajuste salarial - O salário de todos os empregados, vigente em 31 de maio de 2012, será corrigido com o percentual de 6,3%, a partir de 1º de junho de 2012, exceto para os ocupantes dos cargos executivos de diretores e gerentes, que terão regras estabelecidas pela administração da CPFL.

- Reajuste de 7,0% nos auxílios refeição, alimentação e creche.

- Foram ainda preservados os artigos 21 e 24, respectivamente na PBG e Piratininga, sobre rescisões por aposentadoria, para os aposentados que vierem se aposentar na vigência do presente acordo, como demissão sem justa causa.

- Em relação ao piso salarial dos engenheiros, serão aplicados três reajustes em 01/06/2012, 01/10/2012 e 01/01/2013 sobre o valor vigente em 31 de maio de 2012. 

A empresa efetuará o pagamento das diferenças salariais, referente aos meses de junho e julho, no dia 21 de agosto. O valor a ser creditado corresponderá a 80% da diferença, para resguardar o saldo para pagamento dos impostos (IR e INSS), cujo detalhamento aparecerá no demonstrativo de pagamento de agosto. Quanto à diferença nos reajustes dos Vales Alimentação e Refeição, o crédito das diferenças será disponibilizado no dia 30 de agosto.

 

Marta Adriano Rabelo Rocha
Delegacia Sindical de Campinas



No dia 27 de julho último, o SEESP firmou o Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013 com a Cesp, conforme aprovado nas assembleias gerais extraordinárias ocorridas no Estado em 19 de julho. Destacam-se no acordo aprovado:

• Reajuste salarial de 6,21% correspondente ao IPC/Fipe (data-base em 1º de junho) mais 1,94% de aumento real;

• 10% de reajuste para a cesta básica;

• 9,2% de reajuste para o auxílio-alimentação;

• Pagamento da PRR 2012 nos mesmos moldes da PRR 2011;

• Auxílio transferência de R$ 10.000,00;

• Garantia de que não serão promovidas dispensas sem justa causa, na vigência do presente acordo, em número maior do que 2,5% do quadro efetivo de pessoal no dia 31 de maio de 2012;

• Pagamento do piso salarial do engenheiro com base na legislação vigente.

PRR e Risco Iminente
Nos dias 21 de junho e 30 de julho últimos, o SEESP formalizou à Cesp solicitação de realização de reuniões, respectivamente, para tratar do pagamento da PRR aos engenheiros da Cesp que trabalham no Departamento de Hidrovia do Estado e dos temas “Risco Iminente” e “Programa Especial de Aposentadoria”. Até o momento  o sindicato não recebeu retorno ao pedido.

 

Lourdes Silva
Imprensa - SEESP
Notícia atualizada no dia 08 de agosto de 2012, às 12h 



A Delegacia Sindical do SEESP em Campinas realizará assembleia nesta quinta-feira (02/08), às 17h30 em primeira convocação, e às 18h em segunda convocação, em sua sede (avenida Júlio Diniz, número 605, Jardim Nossa Senhora Auxiliadora) para deliberação sobre a proposta final da CPFL para a renovação do Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2013.

Foram realizadas 11 rodadas de negociação entre os sindicatos e a empresa para se chegar a uma proposta final, cujos principais itens são:

- Reajuste salarial: 6,1% e mais 0,2% da verba de movimentação de pessoal, totalizando um reajuste de 6,3%, a partir de 1º de junho de 2012, exceto para os ocupantes dos cargos executivos de Diretores e Gerentes.

- Verba de Movimentação de Pessoal: a CPFL destinará 0,8% da sua folha base salarial para dar suporte financeiro à concessão de aumentos e bônus para os empregados que apresentarem os melhores desempenhos, avaliados com base no Sistema de Gestão de Desempenho da CPFL. A verba relativa ao período de janeiro a dezembro de 2012 será utilizada em maio de 2013.

- Auxílio Refeição: de R$ 500,00 para R$ 535,00 (7%); Auxílio Alimentação: de R$ 155,41 para R$ 166,29 (7%); Linha de corte: R$ 5.462,59 para R$ 5.806,73 (6,3%); Redução da participação de 10% para 8%; Auxílio Creche: de R$ 352,16 para R$ 376,81(7%); Gratificação de Férias: de R$ 1.780,54 para R$ 1.892,71(6,3%).

- PLR 2012: o montante a ser distribuído será de 1,11% da somatória dos Resultados dos Serviços das empresas CPFL Paulista, CPFL Piratininga, CPFL Geração e CPFL Comercialização, sem participação de outras empresas (exemplo: Sul Centrais, Ceran, Baesa, Enercan, Clion e Conesul). Manutenção das atuais regras da PLR de 2011 e inclusão de três metas específicas para quem atua nas áreas corporativas. A PLR destinada aos empregados ocupantes de cargos gerenciais e diretivos continuará seguindo regras próprias, diversas das estabelecidas, definidas diretamente pela CPFL e interessados.

Marta Adriano Rabelo Rocha
Delegacia Sindical de Campinas

Os engenheiros da Emae estão convocados para assembleia geral extraordinária para apreciação e deliberação da proposta final para o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) 2012/2013, nesta sexta-feira (20/07), às 8h (1.ª convocação) e 8h30 (2.ª convocação), no Centro de Convivência, localizado na Sede da EMAE, na Av. Nossa Senhora de Sabará, 5212.

Na quarta negociação salarial, realizada no dia 18 último, a empresa apresentou a sua proposta final para o ACT de 2012: reajuste salarial de 6,21%, extensível aos demais benefícios de caráter econômico, a exceção dos benefícios Auxílio Refeição, Creche, Babá e Pessoa Física Especial que teriam reajuste de 9%; gerenciamento de pessoal: ampliação da garantia de emprego para 96,5% do quadro funcional existente em 31/05/2012 na vigência do acordo; Plano de Cargos e Salários/Correção da curva salarial: manutenção do compromisso da empresa em iniciar a discussão; salário mínimo profissional: a empresa manteve sua posição, mas para “não travar o ACT 2012/2013”, manifestou interesse em discutir futuramente a questão.

Os representantes da Emae formalizaram aos negociadores do SEESP a realização de reunião, no dia 6 de agosto próximo, para o início das discussões sobre a aplicação do piso profissional dos engenheiros. A empresa informou, ainda, que com a aprovação da proposta até esta sexta-feira (20/07) os salários de julho já serão pagos corrigidos e com os retroativos.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP



Após retomar as negociações com os representantes do SEESP, a companhia apresentou na quarta-feira (18/07) sua última proposta para o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) 2012/2014, que será submetida à discussão e deliberação dos engenheiros em assembleias, conforme o calendário abaixo:

Dia: 25 de julho (quarta-feira)
Horário: 14h (1ª convocação) e 14h30 (2ª convocação)
Locais: na sede da AES Tietê em Barueri
(Avenida Doutor Marcos Ulhôa Rodrigues, 939, Barueri/SP)

Dia: 26 de julho (quinta-feira)
Horário: 14h (1ª convocação) e 14h30 (2ª convocação)
Local: na sede da AES Tietê em Bauru
(Avenida Nações Unidas, 17-17, Bauru/ SP)
Pauta: discussão e deliberação da proposta da AES Tietê para celebração do Acordo Coletivo de Trabalho 2012/2014.

Conheça, no quadro que se segue, os principais itens da proposta da AES Tietê:

Item

Descrição / Valor

Vigência

Até 2014

Sobreaviso

Discutirá em até 60 dias após a assinatura do acordo

Qualidade de vida

A empresa implantará programas para melhoria da qualidade de vida dos trabalhadores e familiares. O sindicato, após avaliação, apoiará estes programas

Política e diretrizes básicas de Segurança e Saúde no Trabalho

A empresa implementará a comissão de saúde e segurança com a participação dos trabalhadores e do sindicato para discutir/acompanhar a política de segurança. Agendar reuniões bimensais, conforme o ACT vigente

Escala de revezamento

A empresa se compromete a fornecer a escala mensalmente para o sindicato        

Assistência médico-hospitalar e odontológica

 

Rever o modelo de saúde em até 180 dias, garantindo os atuais colaboradores ativos em 1/6/2012, e reduzir o rateio para R$ 0,01

Implante dentário

 

A empresa se compromete a estudar o assunto em 90 dias

PCS (Plano de Cargos e Salários)


 

A empresa apresentará ao sindicato um calendário, para que sejam realizadas em até 90 dias reuniões em todos os locais de trabalho, com a presença da entidade sindical apresentando e esclarecendo o PCS aos trabalhadores

Reajuste salarial

 

Os salários deverão ser corrigidos em 6,55%

Participação dos lucros e resultados (adiantamento da PLR de R$ 4.000,00 (R$ 3.600,00 + R$ 400,00)

A empresa se compromete a avaliar a proposta. Ressaltamos que os R$ 400,00 referem-se ao acordo efetuado entre a empresa e o sindicato sobre a PLR 2011. O pagamento supracitado deverá ocorrer até o dia 10/9/2012

Vale-refeição/alimentação
(pagamento do vale-alimentação / vale-refeição no dia 15 de cada mês)

5% nos benefícios e reajuste do vale de natal que passa para R$ 620,00

Lanche em horas extras

Compromete-se a incluir a prática no acordo

Auxílio-educação

Reajustar a bolsa em 9,8% passando de R$ 410,00 para R$ 450,00 e conceder mais cinco bolsas para vigência desse acordo, definir em até 30 dias após da comissão de critérios para participar da bolsa de idiomas

 

Programa de Incentivo à Aposentadoria

Manter o modelo atual em aditivo

Ponto eletrônico

Estudar a forma de garantir as atuais práticas de horário e jornadas, através do ponto eletrônico

Casa própria

A empresa e o sindicato realizarão estudos em até 90 dias junto à entidades financeiras habitacionais, com objetivo de estabelecer um convênio que permita facilitar o processo de aquisição/reforma de imóveis pelos trabalhadores

Adicional noturno

A empresa se compromete a inserir no ACT cláusula referente ao pagamento do adicional noturno

Piso salarial

Reajustar de acordo com a lei

 

 

Lourdes Silva
Imprensa - SEESP

 

 

 

Foi assinado o ACT (Acordo Coletivo de Trabalho) 2012/2013, nesta quarta-feira (18/07), pelo presidente do SEESP, Murilo Celso de Campos Pinheiro, na presença de Luis Antonio Escarabello, representante da Cteep. Com isso, o pagamento dos salários com os reajustes acontecerão já neste mês, como também de todas as diferenças que retroagem ao dia 1º de junho de 2012.

Desconto de 50%
Com a finalização desse processo, o SEESP informa sobre a Contribuição Assistencial/Negocial, que consta na cláusula 40 do ACT vigente, aprovada pelos engenheiros nas assembleias que definiram os seguintes valores: duas parcelas mensais iguais e consecutivas de 1,5% do salário nominal corrigido com o índice conquistado.

Além disso, conforme autorizado na Assembleia Anual Ordinária que estabeleceu os parâmetros das contribuições assistenciais de 2012, o SEESP decidiu premiar seus associados em dia com um desconto de 50%. Portanto, para esses, a contribuição assistencial na Cteep será de duas parcelas iguais mensais e consecutivas de 0,75%.

O desconto da primeira ocorrerá no mês posterior à assinatura do acordo. Caso o engenheiro seja contrário a essa contribuição para a sua entidade representativa, deverá entregar pessoalmente, na sede do SEESP ou em uma de suas delegacias sindicais no Estado, carta de oposição com sua assinatura até o dia 28 de julho de 2012.

Confira, na tabela abaixo, as principais conquistas do ACT 2012/2013: 

 

Vigência

• Um ano (1º/6/2012 a 31/5/2013) – cláusulas econômicas e  pagamento de compensação de horas extras

Reajuste salarial

• IPC-Fipe + aumento real = 6% (seis por cento)

Gratificação de férias

• 6% (seis por cento)

Pisos salariais

 

 Ajudante: ajustar pelo índice de reajuste salarial
= 6% (seis por cento)
• Engenheiro: ajustar pelo valor do salário mínimo da categoria

Função acessória

• 6% (seis por cento)

Auxílio vale-refeição

 

• 10% (dez por cento)

– Tabela participação: corrigir por 6% (seis por cento) da remuneração base

Vale Cesta básica 
(auxílio-alimentação)

• 10% (dez por cento)
– Tabela participação: corrigir por 6% (seis por cento) da remuneração base

Auxílio-creche

• 10% (dez por cento)

Auxílio bolsa estudo

• Valor R$ 600.000,00 (seiscentos mil reais)

Pagamento e compensação de horas extras

• Manter a sistemática vigente

 

Adicional de 
sobreaviso

Pagamento sobre a remuneração base

PLR 2012

• Valor R$ 11.500.000,00 (onze milhões e quinhentos mil reais)
– Indicadores:
   . Enes - Meta para 2012 (MWh)
     . Limite inferior: 4836
     . Limite superior: 1614
– Novos empreendimentos

PLR 2013

• Premissas:
– Empresa garante a negociação da PLR 2013
– Mesmos moldes da PLR 2012
– Indicadores, pesos e metas serão discutidos a partir de janeiro de 2013

 

 


Lourdes Silva
Imprensa – SEESP



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