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Comunicação SEESP*


O primeiro protesto contra o aumento da tarifa do transporte público na capital paulista reuniu 20 mil pessoas no final da noite de quinta-feira (11/1). A informação é do Movimento Passe Livre que convocou o ato pelas redes sociais, como faz todos os anos. Como esperado, apesar do número expressivo de pessoas nas ruas, a grande mídia não repercutiu e houve repressão por parte da Polícia Militar. Um novo ato está marcado para a quarta-feira (17), na Rua Itália, 414, com concentração a partir das 17h. O endereço é a casa do prefeito João Dória.


Foto: CMI
Protesto contra tarifa 11 1 2018 foto CMI home
Manifestantes recompõem ato e seguem em direção ao largo da Concórdia, por volta das 20h30.


A concentração da manifestação de ontem começou às 17h no Teatro Municipal. Às 18h, saiu em marcha pelo viaduto do Chá, seguindo até o Largo São Francisco, Praça da Sé, Terminal Parque Dom Pedro, Estação da Luz, pelo bairro do Brás.


Em diversos trechos houve tensão com policiais, como no terminal Dom Pedro, que foi fechado pela polícia e a queima simbólica de uma catraca no final do viaduto 25 de Março.

Por volta das 20h30, o ato foi recomposto por uma parte dos manifestantes, cerca de 7 mil, que seguiram até o Largo da Concórdia, Pinheiros, zona oeste da cidade. No final da noite, o Centro de Mídia Independente (CMI), que cobriu todo o ato com transmissão ao vivo, informou que a repressão continuou no Largo da Concórdia. No metrô Bresser, quando alguns manifestantes tentaram pular as catracas, houve tumulto e violência por parte da polícia do metrô que feriu uma pessoa, que foi socorrida em um hospital da região. Três pessoas foram detidas na estação.

Já a cobertura de alguns portais de notícia foi reduzida e pontual, enfatizando a violência durante o protesto. Nas redes sociais, muitas manfiestações a favor e contra o protesto. O MPL existe desde 2003 (oficializado em 2005), quando começou justamente com atos nas ruas para reivindicar o passe livre para todos.  A Revolta do Buzú, como ficou conhecido o episódio, aconteceu entre agosto e setembro de 2003, na capital baiana. Para o movimento, é possível custear o transporte público integralmente a partir da taxação sobre os mais ricos, que utilizam transporte individual e privado.

As tarifas de ônibus, trem e metrô subiram de R$ 3,80 para R$ 4 no último dia 7 de janeiro. O anúncio foi feito em dezembro de 2017 e, segundo os governos estadual e municipal, o reajuste foi de 5,26%.


*Com informações do MPL, CMI e Portal Vermelho



As centrais sindicais articulam um forte protesto unitário, e nacional, para sexta-feira (25/11). Para organizar o ato, CUT, Força Sindical, UGT, Nova Central, CTB, Intersindical, CGTB e CSP-Conlutas se reuniram na manhã de ontem (16), no Dieese, em São Paulo. O objetivo principal do “Dia Unificado de Protestos e Paralisações” é enfrentar os ataques a direitos trabalhistas, denunciar as reformas neoliberais do governo Michel Temer e mobilizar os trabalhadores pelo crescimento da economia e mais empregos.


Foto: Agência Sindical
reuniao centrais 16 de novembroCentrais sindicais se reuniram no Dieese, na manhã de quarta (16)


As Centrais vão produzir um boletim de mobilização e também devem publicar manifesto na grande mídia, a fim de convocar para o ato e também explicar as razões do protesto. Adilson Araújo, único presidente nacional de central presente ao encontro, da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), propõe que o ato do dia 25 tenha forte participação das categorias. “Entendo que devemos parar pelo menos uma hora setores importantes e de impacto na economia, além dos transportes públicos”.

Para Sérgio Nobre, secretário-geral da Central Única de Trabalhadores (CUT), as centrais devem valorizar a bandeira do emprego, relacionada como um dos eixos principais da manifestação do dia 25. Os quatro pontos principais são: 1) Combate à reforma da Previdência e em defesa da aposentadoria; 2) Defesa da saúde e educação e combate à PEC 55 - que vem sendo chamada pelos movimentos sociais de “PEC da Maldade”; 3) Defesa dos direitos e conquistas trabalhistas, reforçando a pauta trabalhista unificada; e 4) Retomada do desenvolvimento com geração de empregos.

Dirigente nacional da Força Sindical e presidente da Federação dos Químicos do Estado de SP (Fequimfar), Sérgio Luiz Leite (Serginho) criticou a desnacionalização da economia brasileira, acelerada por recentes medidas do governo. “Isso gera um forte impacto negativo nos setores químico, petroquímicos e em outros segmentos produtivos”, afirma.


Com informações da Agência Sindical




Metalúrgicos da Mercedes-Benz, em são Bernardo, realizaram novamente um protesto contra as demissões na fábrica. De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, o número de demitidos deve chegar a 1.800. Os mais de sete mil trabalhadores também realizaram mobilização na manhã de quarta-feira (17/8), quando caminharam da sede do sindicato até a Praça da Matriz, no Centro de São Bernardo. A Mercedes está comunicando as demissões a partir de telegramas enviados aos funcionários, desde a segunda (15).

 

Foto: Facebook - Edu Guimarães
metalurgicos do abc protestam contra demissoes 2016 600Metalúrgicos protestam na manhã desta quinta-feira (18/8)


Ontem, o ato teve início com assembleia na rua lateral do Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, quando os trabalhadores aprovaram a disposição de luta em defesa dos empregos. No fim da passeata, a empresa entrou em contato com a representação e marcou uma reunião para o período da tarde de ontem. Os en­caminhamentos da luta serão definidos a cada dia para construir a resistência.

“Ao atender a convocação do Sindica­to, estamos demonstrando o espírito de luta e garra. É na solidariedade que vamos construir a resistência à altura dos ataques contra nós”, defendeu o presidente dos Metalúrgicos do ABC, Rafael Marques. “O trabalho vai ser árduo para construir alternativas e só na luta isso será possível”, prosseguiu.

Rafael alertou que a grave crise no Brasil compromete os direitos da classe trabalhadora. “Os ataques chegam a todos os companheiros do País a partir de uma aliança retrógrada e reacionária do governo, de setores do empresariado e do setor financeiro que buscam empo­brecer as condições dos trabalhadores”, destacou.

A montadora comunicou a parada total da fábrica após ter divulgado, no dia 2 último, a intenção de demitir mais de dois mil trabalhadores considerados excedentes. “A empresa tenta nos desmobilizar ao anunciar licença remunerada para toda a planta. A primeira coisa é desconsi­derar cada telegrama que a Mercedes mandou”, afirmou o vice-presidente do Sindicato, Aroaldo Oliveira da Silva.

“Este ato é a primeira resposta para mostrar a nossa mobilização, organiza­ção e união para a direção da fábrica e encontrar uma alternativa negociada. Estamos todos no mesmo barco”, afir­mou. “A proposta é a luta. Não vamos aceitar intransigência nem desrespeito”, continuou.

O secretário-geral da CUT, Sérgio Nobre, ressaltou a atitude desrespeitosa da empresa ao enviar telegramas para a casa dos trabalhadores, para comunicar a demissão. “Têm companheiros com mais de 20 anos de fábrica recebendo a notícia dessa maneira vergonhosa. São pais e mães de família sendo tratados sem nenhum respeito”, disse.

Solidariedade
O diretor de Comunicação do Sindicato, Valter Sanches, destacou a importância da solidariedade. “Esta­mos recebendo mensagens de apoio dos trabalhadores na Alemanha para a nossa luta em defesa dos empregos. Nós não vamos aceitar demissões”, disse.

Também prestaram solidariedade, durante o ato de ontem, representan­tes da CGTB e da CSP-Conlutas.



Fonte: Site dos Metalúrgicos do ABC





O governo francês enfrenta a partir desta segunda-feira (16/05) mais uma semana de greves e protestos contra a reforma da lei trabalhista, aprovada na semana passada por decreto.

As principais manifestações de contestação nas ruas vão ser na terça (17) e na quinta-feira (19), com protestos convocados por sete sindicatos de trabalhadores e de estudantes, que acreditam que a aprovação da reforma sem votação reforça a necessidade de "ampliar as mobilizações" que vêm sendo feitas há mais de dois meses.

A proposta de lei foi aprovada na terça-feira (10) na Assembleia Nacional em primeira leitura, embora sem votação, pois o governo recorreu ao Artigo 49-3 da Constituição, já que não tinha assegurada a maioria de votos para a proposta.

A reforma das leis trabalhistas vai ser debatida agora no Senado entre os dias 13 e 24 de junho e votado no sábado, dia 28. Na sequência, o texto volta para Assembleia Nacional, onde o governo pode voltar a invocar o Artigo 49-3 para que não haja votação.

A opção do governo de impor a não-votação do texto levou a oposição de centro-direita a apresentar uma moção de censura ao governo do presidente socialista François Hollande, vencida na quinta-feira.

“A tramitação parlamentar continua, a mobilização é mais indispensável que nunca”, destacam os sete sindicatos na convocatória.

A reforma da lei trabalhista, apresentada como a última grande reforma do governo de Hollande, é considerada pelos sindicatos como “muito liberal”, favorecendo as empresas e desprotegendo os trabalhadores.

Uma pesquisa de opinião divulgada no domingo concluiu que mais de metade (56%) dos franceses apoia os protestos contra a reforma trabalhista, embora haja uma distinção clara entre os entrevistados de esquerda (67%) e de direita (33%) que apoiam o protesto.

Nuit Début
A polícia proibiu algumas organizações, como a AçãoAntifascista AFA e o Movimento Interlutas Independente, de se manifestarem na terça-feira. Segundo a imprensa, membros dessas organizações foram notificados pessoalmente pela polícia de que não podem permanecer em determinados bairros de Paris entre 11h e 20h de terça-feira e no perímetro da Praça da República, entre 18h de terça e 7h de quarta. A restrição é amparada pelo estado de emergência.

A Praça da República, no centro da capital francesa, é palco desde o princípio de abril de um protesto dos chamados “indignados franceses”, um acampamento que os organizadores chamam Nuit Début.

As notificações são justificadas pelas autoridades como uma necessidade para prevenir distúrbios como os ocorridos em protestos anteriores, que, aliás, levaram sindicatos da polícia a convocar, para quarta-feira, um protesto dos agentes para denunciar as agressões de que são alvo e “o sentimento de desconfiança” que se instalou entre os cidadãos em relação à polícia.

Além das manifestações, várias greves estão previstas nos setores dos transportes – viários, ferroviários e aéreos -, principalmente na terça, quarta e quinta-feira.

 

 

Fonte: Agência Brasil

 

 

 

 

 

 

 

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