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Na terça-feira última (5/04), foi lançado em São Paulo (SP), durante a 22ª edição da Intermodal South America, o movimento “Trilhos pelo Brasil”, que tem como objetivo definir uma pauta que realmente identifique os gargalos das ferrovias para a formatação de uma carta ao governo, com ações e sugestões para uma efetiva solução para os problemas do segmento.

O movimento é composto por mais de 350 executivos do setor ferroviário, entre eles estão empresários, professores, políticos, especialistas e estudiosos, que concordam com a necessidade de mudanças que tragam mais eficiência nas operações ferroviárias do país.

Segundo o diretor executivo da Associação Nacional dos Transportadores de Passageiros sobre Trilhos (ANPTrilhos) e presidente de Seção da Confederação Nacional do Transporte (CNT), Rodrigo Vilaça, esse movimento começou com base em um questionamento. “Questionamos porque o sistema está travado e porque as ferrovias não vão além do imaginado. A partir desse princípio, nos reunimos e nos dividimos em seis temas que consideramos primordiais: transporte de cargas, transporte de passageiros, marco regulatório, linhas curtas, investimentos e, o principal deles, porque os projetos já existentes estão sofrendo tantas interferências”, afirma.

Vilaça pontua que para se construir uma ferrovia no Brasil hoje, é necessária a interlocução de cerca de 40 agentes diferentes, uma burocracia exagerada, que faz o processo ser muito mais lento do que deveria, e reforça o que precisaria ser feito, inicialmente, para destravar o setor. “A princípio, o país precisaria de R$ 3 bilhões de investimentos, anualmente, para que possamos começar o processo de recuperação do sistema ferroviário brasileiro. Ao total, seriam necessários cerca de R$ 281 bilhões para fazer o segmento voltar a funcionar como deveria”, conclui.

 

Imprensa SEESP
Com informações da assessoria de comunicação da Intermodal








O vice-presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), ministro Ives Gandra Martins Filho, apresentou, em audiência de conciliação, no dia 22 de outubro último, nova proposta de acordo coletivo entre as entidades representantes dos trabalhadores ferroviários e a Valec Engenharia, Construções e Ferrovias S.A. – empresa pública responsável pela construção e a exploração da infraestrutura ferroviária brasileira.

Após se reunir com os interessados na negociação, o ministro propôs reajuste salarial de 5% retroativo à data-base da categoria (maio), a ser pago a partir do mês da assinatura do acordo. Também está previsto reajuste de 10% do tíquete-alimentação e da assistência materno-infantil. A proposta abrange ainda plano de saúde para os ferroviários da Valec, extensível a cônjuges e filhos, mediante reembolso das despesas, em 50%, por parte da empresa. As demais cláusulas do acordo coletivo anterior serão mantidas.

Os ferroviários pretendiam reajuste salarial de 8,17%, mas, segundo Ives Gandra Filho, a não concessão do pedido pode ser compensada pela oferta do plano de saúde. 

Histórico
A Valec e os ferroviários participaram de audiência de mediação no TST em setembro deste ano. Na ocasião, o ministro vice-presidente apresentou proposta de reajuste salarial de 5% retroativo à data base, e de 16% no ticket-alimentação e na assistência materno infantil, com a inclusão do plano de saúde e a manutenção das cláusulas do acordo coletivo anterior. Não houve aprovação por parte da empresa pública, mas, desta vez, Ives Gandra Filho espera um desfecho diferente. "Esperamos realmente a aceitação da nova proposta para que haja acordo e não a extinção do dissídio pela falta de consentimento para a sua instauração", concluiu.

 

 

 

Fonte: Notícias do TST

 

 

 

 

 

 

 

 

Em assembleia realizada na tarde desta quarta-feira (14/5), os engenheiros da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), juntamente com os ferroviários, rejeitaram a nova contraproposta econômica da empresa e decidiram suspender a paralisação das atividades, que estava prevista para zero hora desta quinta-feira (15). Mas está mantido o estado de greve e nova assembleia será realizada no dia 19, às 18h, quando se deliberará pelo início de movimento grevista a partir da zero hora do dia 20 de maio.

* TRT propõe à CPTM adotar piso salarial dos engenheiros

Na segunda reunião, no Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos Coletivos (NCC), do Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região, no dia 14, os representantes da CPTM apresentaram a nova contraproposta econômica considerada, pelos sindicatos, como insuficiente ao pleito das categorias. Entre os itens, destacam-se: reajuste salarial de 7%; vale-refeição com 24 cotas mensais de R$ 25,00 (correspondendo a 18,6% de aumento no valor total atual por mês); vale-alimentação de R$ 160,00 por mês (correspondendo a 60% de aumento em relação ao valor atual); reajuste dos demais benefícios de caráter econômico, pelo mesmo índice do reajuste salarial; pagamento do Programa de Participação nos Resultados (PPR) de 2014, com garantia de um mínimo de R$ 3.500,00 por empregado, vinculado ao cumprimento das metas e resultados; constituição de comissão para discussão do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) no prazo máximo de 60 dias.


Foto: Beatriz Arruda
CPTM 14MAI2014Trabalhadores da CPTM em assembleia nesta quarta-feira, 14
 

Em relação ao piso salarial conforme determina a Lei 4.950-A/66, os engenheiros acataram sugestão do tribunal de criação de comissão junto ao NCC para discussão e implantação do piso no prazo de 30 dias, com pagamento retroativo à data-base. 

O SEESP destaca que as negociações do Acordo Coletivo de Trabalho 2014 estão em fase decisiva o que exige a participação de todos os engenheiros nas atividades da campanha salarial. Por isso, todos devem comparecer à assembleia do dia 19 de maio (segunda-feira), às 17h30 (1ª convocação) e às 18h (2ª convocação), na sede da Associação dos Engenheiros da Estrada de Ferro Santos-Jundiaí (Rua José Paulino, 7, Bom Retiro, São Paulo), para avaliar e deliberar sobre os próximos encaminhamentos de mobilização. Nova reunião no NCC/TRT com a CPTM está marcada para o dia 19, às 13h.

Leia neste link a íntegra da ata da reunião entre os sindicatos e a CPTM, no TRT, no dia 14.

 


 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa - SEESP










O SEESP assinou, no dia 21 último, termo aditivo ao Acordo Coletivo de Trabalho (ACT) com a CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), que estabelece mudança na cláusula 61 do ACT, que é o item do reajuste salarial. A nova redação aumenta o reajuste dos engenheiros de 6,97% para 8,56%. O aditivo será enviado à Sefaz (Secretaria da Fazenda do Estado de São Paulo) para alterar, também, o índice que deverá ser repassado às complementações de aposentadoria dos beneficiários da extinta Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.). Assim que obtivermos informações de quando será reajustado esse benefício, informaremos prontamente.

ALL/Ferroban
Este reajuste atinge somente os beneficiários cujos proventos são reajustados com base nos índices praticados pela CPTM. Portanto, não se aplica àqueles que têm suas correções fundamentadas nos índices da ALL/Ferroban.

 

Imprensa – SEESP




A luta dos ferroviários do País continua em defesa da complementação de aposentadoria. No dia 17 de abril último, foi realizada reunião na sede do SEESP, na Capital paulista, com a participação da Federação das Associações dos Engenheiros Ferroviários (FAEF) e das associações dos Engenheiros da extinta Fepasa, da estrada de Ferro Santos-Jundiaí e da estrada de Ferro Noroeste do Brasil.

* Veja aqui fotos da reunião dos ferroviários

Segundo Clarice Soraggi, presidente da FAEF, o movimento vai realizar gestões junto aos ministérios dos Transportes e do Planejamento e também junto à Secretaria de Ação Governamental. “Paralelamente a essas ações, nas reivindicações para a negociação do acordo coletivo deste ano, cuja data-base é 1º de maio, consta a cláusula solicitando a recomposição dos índices inflacionários, que chega a quase 42% de perda ao longo dos últimos anos”, explica. A questão atinge, informa, 414 empregados ativos e em torno de 70 mil aposentados em todo o Brasil.

A complementação da aposentadoria dos ferroviários está garantida pelas leis 8.186/91 e 10.478/02. No encontro do SEESP, as entidades presentes – representantes dos ferroviários das extintas RFFSA (Rede Ferroviária Federal S.A.) e Fepasa (Ferrovia Paulista S.A.), da CBTU (Companhia Brasileira de Trens Urbanos), da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) e das concessionárias – demonstraram a mais ampla união no sentido de garantir a manutenção desse direito.

 

Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa – SEESP




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