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Em assembleia realizada nesta terça-feira (30/05), na sede do SEESP, os engenheiros decidiram rejeitar as propostas do Metrô, tendo em vista que elas não contemplam várias reivindicações da categoria. Além disso, retiram conquistas históricas de todos os metroviários. A direção da companhia propõe acabar com o Metrus Saúde e subsidiar um novo plano aos seus empregados, limitando a sua contribuição em 15,3% da folha nominal, sem garantir qualidade. Pelo Acordo Coletivo de Trabalho vigente, o Metrô assume no mínimo 84% das despesas do Metrus Saúde Integral (MSI). Os engenheiros voltam a se reunir em assembleia nesta quinta-feira (1º/06), às 18h30, na sede do SEESP, na capital paulista, para discutir e deliberar os próximos encaminhamentos da campanha salarial.
 
Com relação ao Programa de Participação nos Resultados (PPR) 2017, a concepção e as metas do planejamento foram elaboradas unilateralmente pela companhia, sem a participação dos engenheiros, incluindo metas que independem da participação dos seus empregados – o que contradiz o Decreto Estadual nº 59598, de 16 de outubro de 2013. Além disso, a proposta patronal inclui uma taxa de cobertura contábil para o seu pagamento, exige um superávit entre receitas e despesas maior do que 3%, o que não vem acontecendo nos últimos anos, parcelamento para março e junho, sem garantir o mínimo de um salário do engenheiro. 
 
A proposição de aplicar o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) de 3,71% aos salários e benefícios, sem aumento real de produtividade, também está aquém do valor do trabalho dos metroviários. Com relação ao plano de carreira, vale lembrar, que, desde o acordo de 2014, o Metrô não conseguiu apresentar o estudo ao sindicato, descumprindo os prazos acordados no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), e agora pleiteia mais tempo, se comprometendo a fazer uma apresentação somente em agosto de 2017. O Metrô não aceitou, ainda, a proposta dos engenheiros para pagamento da primeira parcela do 13º salário no mês do aniversário do empregado ou nas férias, prevalecendo a opção do empregado.
 
 
 
Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 

Em assembleia realizada no dia 26 de junho último, os engenheiros confirmaram a decisão do SEESP, rejeitando a proposta salarial da Empresa Metropolitana de Águas e Energia (Emae) para o Acordo Coletivo de Trabalho 2015, apresentada na quarta reunião de negociações com empresa em 22 de junho último, conforme divulgado no Boletim SEESP – Edição Emae nº 03/2015.

A categoria deliberou, ainda, entrar em estado de greve e declarar a assembleia aberta em caráter permanente até o término da campanha salarial, com vistas a levar suas reivindicações para apreciação do Tribunal Regional do Trabalho (TRT), 2ª Região de São Paulo, dentro do dissídio econômico com ameaça de greve.


 

Imprensa SEESP







Mais uma vez os engenheiros, em estado de greve, se somaram ao demais servidores municipais de São Paulo, em protesto ocorrido em frente ao gabinete da prefeitura, no Viaduto do Chá, região central. Esse é a quarta manifestação dos funcionários públicos da cidade que estão em campanha salarial para exigir reajuste para repor as perdas inflacionárias, alteração da Lei Salarial 13.303/02, estabelecimento de uma data-base, entre outros pontos.



Foto: Beatriz Arruda
ato dos engenheiros 4 de abril
Engenheiros durante ato dos servidores, em 4 de abril


O ato, que ocorreu na segunda-feira (28/4), reuniu cerca de 4 mil trabalhadores, segundo os organizadores, e uma comissão acabou sendo recebida na prefeitura, mas não houve avanços. Todas as categorias aguardam uma sinalização do município para uma nova rodada de negociação, inclusive os cerca de 1.800 engenheiros e arquitetos.

Os engenheiros estão em estado de greve desde a assembleia realizada na quarta (23/4). Já os professores, também em assembleia, realizada na segunda (28), decidiram manter greve deflagrada na semana anterior - desde o dia 23 de abril. As reivindicações dos professores também são de melhorias nos salários e no plano de carreira. 

Desde 2007, os servidores paulistanos recebem somente 0.01% de reajuste, anual, estabelecido pela Lei Salarial. O Executivo propôs não incluir a reposição dos últimos anos e só negociar 2014 e 2015, o que revoltou os trabalhadores.


Deborah Moreira
Imprensa SEESP 






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