GRCS

Mostrando itens por marcador: engenheiros do Metrô

Soraya Misleh
Comunicação SEESP 

Marcado para sexta-feira (19), na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), leilão à concessão de duas linhas do metrô (5-Lilás e 17-Ouro) em construção por 20 anos à iniciativa privada não apenas não se justifica, como todo o processo apresenta irregularidades. É o que apontaram representantes dos metroviários e engenheiros em coletiva à imprensa nesta quarta-feira (17), na sede do SEESP, na Capital.

A pretensão de privatização tem sido objeto de questionamentos. Conforme determinação da juíza Carolina Martins Clemência Duprati Cardoso, da 11ª Vara da Fazenda Pública de São Paulo, em despacho à ação civil pública proposta em 12 de janeiro pela Frente Nacional Pela Volta das Ferrovias (FerroFrente), o Governo do Estado de São Paulo tem 72 horas para apresentar mais informações que expliquem melhor o processo licitatório em andamento. A tutela cautelar antecedente foi concedida na última segunda-feira (15). Assim que o governo estadual for citado o prazo começa a correr.

Como destacou José Manoel Ferreira Gonçalves, presidente da FerroFrente. a lógica por trás desse processo vai de encontro ao interesse público: “É a do capital imobiliário, que leva trabalhadores para longe e depois restringe a capacidade de mobilidade conforme o bolso.” Agraciado pelo SEESP em 2017 com o prêmio Personalidade da Tecnologia em Transporte, ele listou alguns dos problemas nesse processo: “A proposta é de conectividade de duas linhas que não estão prontas (Lilás e monotrilho). Na linha 5 há pelo menos duas estações não finalizadas e ninguém sabe quando vai acabar a 17. O edital de licitação criou um mecanismo de tarifa compensatória por 180 dias.” Ou seja, possibilidade de ressarcimento ao concessionário por seis meses pelo Governo Alckmin, por um valor de outorga a ser paga pelo ente privado muito baixa: R$ 270 milhões. “É um absurdo. O vencedor do leilão vai faturar R$ 400 milhões ao ano. Em 20 anos serão R$ 8 bilhões. E o Governo do Estado não divulgou qualquer estudo que demonstrasse a seriedade no processo, com parâmetros técnicos, a vantagem da licitação em relação à operação por uma empresa pública (Metrô de São Paulo) que já vem fazendo isso há décadas e muito bem. É dar um crédito de confiança a quem não tem, as irregularidades são inúmeras”, enfatizou Gonçalves.

Foto: Beatriz Arruda

foto coletiva metro Dirigentes sindicais mostram sérios problemas na licitação das linhas de metrô.

 

Greve e luta
Para ele, em defesa do metrô público, estatal e de qualidade, a coalizão que se formou pode criar um novo modelo, mais humano e harmônico, que valorize o projeto e a engenharia, contra a lógica que privilegia “o bolso”. Ele concluiu: “Estamos atentos. Se a privatização passar, não será com o nosso silêncio. Podemos no dia seguinte ao leilão, nesse caso, ingressar com outra ação civil pública para impedir a assinatura do contrato.”

Como parte dessa batalha, assembleia dos metroviários aprovou no início da noite de ontem greve de 24 horas a partir da zero hora desta quinta-feira (18). E na sexta, às 9h, um ato público em frente à Bovespa. “A privatização das linhas 5 e 17 é continuidade de um processo que se iniciou com a linha 4, de tirar a responsabilidade do Estado pelo transporte público e transformá-lo em mercadoria. Essa lógica que está imperando em nível nacional virou fetiche no setor metroferroviário. Parte disso é a terceirização nas bilheterias, que avança, pagando-se salários de R$ 800 e sem direitos trabalhistas”, denunciou o coordenador do Sindicato dos Metroviários de São Paulo, Wagner Fajardo. Segundo ele, é um jogo de cartas marcadas. “A CCR e a Odebrecht realizaram o estudo de viabilidade e vão receber R$ 204 mil por isso. E temos convicção que se a CCR não vencer, vai operar as linhas.” Isso porque é a empresa que atende os requisitos técnicos, que não por acaso ela própria definiu no estudo. O representante do Sindicato dos Metroviários frisou: “Não somos a favor de nenhuma concessão. Transporte público é direito do cidadão e dever do Estado, a única forma de garantia de qualidade é quando o serviço prestado atende o interesse do usuário, o que só pode ser feito se o metrô se mantiver público e estatal.” Fajardo lembrou que a privatização fracassou em Londres (Inglaterra), que voltou atrás, e que outras cidades de países centrais, como Paris (França) e Nova York (EUA), mantêm o metrô nas mãos do Estado.

Assim, é possível assegurar transporte acessível à população, rumo, portanto, “à tarifa zero”. Na sua ótica, quem deve arcar com o custo devem ser os empreendimentos como shopping centers e comércio ao redor das linhas, que se beneficiam com sua operação. “Se conseguirmos uma liminar que impeça o leilão, ajuda, mas temos que lutar contra a lógica neoliberal e denunciar esse processo completamente viciado, cujo princípio é a entrega do patrimônio público para obtenção de lucro, e não as condições de vida da população. Essa é uma luta de toda a sociedade”, concluiu. Essa batalha não é nova no País, como lembrou o presidente da Federação Nacional dos Metroviários (Fenametro), Celso Borba. “Teve muita luta contra a privatização do metrô em Belo Horizonte, Pernambuco, Porto Alegre e agora em São Paulo, com mais força. É uma política de destruição do patrimônio público. Precisamos nos apoiar na luta de conjunto, unindo todo o funcionalismo contra o desmonte em curso.”

Diretor do SEESP, Emiliano Affonso Neto explicitou: “A proposta é de concessão de linhas de um dos melhores metrôs do mundo sem garantia de qualidade e de construção de um metro a mais. A outorga é insignificante, não chegará a 0,5% do custo da obra. A cada bilhão de dólares investido no sistema de transporte, voltam seis para a economia.” De acordo com ele, a inversão do Estado em sistemas estruturadores como o metroferroviário ajudaria a criar novas centralidades e equilibrar a cidade, trazendo receitas não operacionais. “Há muitos exemplos no mundo. É necessário que o Governo do Estado e a Prefeitura de São Paulo, com ajuda da União, preservem o Metrô como empresa pública que absorveu tecnologia. Noventa e cinco por cento da população vivem na área urbana. Se queremos voltar a crescer, é fundamental ter boa mobilidade”, finalizou.

 

 

Os engenheiros do Metrô, reunidos em assembleia no dia 1º de junho último, aprovaram a proposta para o Acordo Coletivo de Trabalho 2017/2018 com o Metrô. Os diretores do SEESP que participaram das negociações fazem questão de destacar que a unidade da categoria prevaleceu, sendo determinante para garantir conquistas importantes e históricas da categoria. Nos próximos dias, o acordo deverá ser devidamente assinado entre as partes. 

Entre os itens acordados estão: reajuste dos salários e demais itens econômicos em 3,71%, conforme o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), a ser aplicado também aos vales refeição e alimentação; o Plano de Saúde Metrus foi garantido nas condições atuais, devendo ser discutidas, com os sindicatos e o Metrus, as condições para o acordo coletivo do próximo ano; a companhia apresentará ao sindicato proposta completa do Plano de Carreira dos engenheiros em agosto de 2017; as progressões salariais serão retomadas no segundo semestre de 2017; no Programa de Participação nos Resultados (PPR 2017) fica garantido o pagamento mínimo de R$ 5.816,18, corrigido pelo IPC-Fipe (3,71%), sem taxa de cobertura; as horas extras serão pagas em 100%; e o adicional noturno será remunerado em 50%.

Ficou definido ainda na proposta aprovada que o Metrô se compromete a rever, em conjunto com o sindicato, norma recém-publicada que restringe o acesso dos comissionados às dependências administrativas e operacionais da companhia.

 

Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP

 

 

 

 

 

Em assembleia realizada nesta terça-feira (30/05), na sede do SEESP, os engenheiros decidiram rejeitar as propostas do Metrô, tendo em vista que elas não contemplam várias reivindicações da categoria. Além disso, retiram conquistas históricas de todos os metroviários. A direção da companhia propõe acabar com o Metrus Saúde e subsidiar um novo plano aos seus empregados, limitando a sua contribuição em 15,3% da folha nominal, sem garantir qualidade. Pelo Acordo Coletivo de Trabalho vigente, o Metrô assume no mínimo 84% das despesas do Metrus Saúde Integral (MSI). Os engenheiros voltam a se reunir em assembleia nesta quinta-feira (1º/06), às 18h30, na sede do SEESP, na capital paulista, para discutir e deliberar os próximos encaminhamentos da campanha salarial.
 
Com relação ao Programa de Participação nos Resultados (PPR) 2017, a concepção e as metas do planejamento foram elaboradas unilateralmente pela companhia, sem a participação dos engenheiros, incluindo metas que independem da participação dos seus empregados – o que contradiz o Decreto Estadual nº 59598, de 16 de outubro de 2013. Além disso, a proposta patronal inclui uma taxa de cobertura contábil para o seu pagamento, exige um superávit entre receitas e despesas maior do que 3%, o que não vem acontecendo nos últimos anos, parcelamento para março e junho, sem garantir o mínimo de um salário do engenheiro. 
 
A proposição de aplicar o Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) de 3,71% aos salários e benefícios, sem aumento real de produtividade, também está aquém do valor do trabalho dos metroviários. Com relação ao plano de carreira, vale lembrar, que, desde o acordo de 2014, o Metrô não conseguiu apresentar o estudo ao sindicato, descumprindo os prazos acordados no Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo (TRT-SP), e agora pleiteia mais tempo, se comprometendo a fazer uma apresentação somente em agosto de 2017. O Metrô não aceitou, ainda, a proposta dos engenheiros para pagamento da primeira parcela do 13º salário no mês do aniversário do empregado ou nas férias, prevalecendo a opção do empregado.
 
 
 
Publicado por Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 
Em reunião de negociação realizada na manhã desta terça-feira (30/05), representantes do Metrô apresentaram as propostas econômicas aos engenheiros da companhia para o Acordo Coletivo de Trabalho deste ano. Os profissionais vão discutir os itens propostos em assembleia também nesta terça (30), às 18h30, na sede do SEESP, na capital paulista (Rua Genebra, 25).

Confira os itens econômicos constantes da proposta da empresa:
• Reajuste salarial e demais itens econômicos, 3,71% (IPC-Fipe);
• vale-refeição, 3,71% (IPC-Fipe), que representa 24 cotas de R$ 33,75 para R$ 35,00 e um total de R$ 810,00 para R$ 840,00/mês;
• vale-alimentação, 3,71% (IPC-Fipe), passando de R$ 351,00 para R$ 364,02/mês;
• remuneração de horas extras, observando: 1-) a prorrogação das duas primeiras horas da jornada, pagamento do percentual de 50%; e 2-) as demais horas extras, pagamento do percentual de 100%;
• adicional noturno de 50% (manutenção da prática atual);
• criação de comissão em até 15 dias após a assinatura do ACT, para revisão da cláusula que trata do Plano Metrus Saúde, com compromisso de apresentação de proposta de uma nova redação no prazo de 90 dias;
• apresentação de proposta em até 15 dias após a assinatura do ACT de uma minuta de acordo coletivo específico para um Sistema de Compensação de Horas Crédito e Débito dos empregados, que permita formalizar a gestão da composição da carga horária das jornadas de trabalho contratadas, viabilizando a implantação do novo sistema em até 60 dias. Na ausência de Acordo de compensação, a prática atual do tratamento dos códigos 042/043 deixa de existir a partir de 1º de agosto de 2017;
• PPR 2017:
► Distribuição de 78% do montante de forma linear, a fim de estabelecer um valor mínimo de pagamento;
► distribuição de 22% do montante, a fim de estabelecer um percentual mínimo de salários;
► o percentual de atingimento geral do programa será aplicado sobre todo montante a ser distribuído;
► apurado o resultado, será aplicada uma Taxa de Cobertura Contábil, que compreende o quociente entre o total de receitas e total de despesas. Os valores de receitas e despesas são apurados mensalmente pela Gerência de Controle Financeiro (GCF);
► o pagamento será efetuado em duas parcelas, sendo a primeira no dia 30/03/2018 e a segunda em 29/06/2018; e
► o detalhamento dos indicadores e metas do PPR 2017 será encaminhado a esse sindicato em carta específica.
• retomada das progressões salariais com a realização do Ciclo de Mérito 2017, com movimentações concluída até 31/12/2017, abrangendo cerca de 2.127 empregados.
 
 
Comunicação SEESP
 
 
 
 
 

 

Após longo período de negociação com o Metrô, os engenheiros aprovaram, em assembleia geral extraordinária, no sindicato, a proposta da empresa para o acordo coletivo do programa de participação nos resultados de 2016. A proposta aprovada prevê o pagamento do PPR 2016 em três parcelas:

* 25% em 15/03/2017
* 25% em 31/03/2017
* 50% em 29/09/2017


Foto: Beatriz Arruda/Comunicação SEESP
audiencia home seesp
Engenheiros participaram de audiência de conciliação sobre a PPR, ocorrida na manhã de quarta (22).

A assembleia que aprovou a PPR 2016 ocorreu no início da noite de quarta-feira (22/2), no mesmo dia em que houve a audiência de conciliação, no TRT 2º Região, sobre o tema.

Importante destacar que a aprovação pela categoria só ocorreu em função dos esclarecimentos dos negociadores da companhia e pela garantia dada pelo Metrô de que o PPR a ser pagoa cada engenheiro corresponderia a 1,03 salário nominal do engenheiro. Segundo os delegados sindicais do SEESP, a aprovação considera que a parcela de setembro deverá ser corrigida.

Comunicação SEESP



Em assembleia realizada na noite desta terça-feira (31/05), os engenheiros do Metrô de São Paulo decidiram aprovar a proposta global da companhia para o Acordo Coletivo de Trabalho 2016. A data-base da categoria é 1º de maio.

 

Entre outros itens econômicos, foram aprovados: reajuste salarial de 10,03%, em duas parcelas, sendo a primeira de 7,5%, em 1º de maio de 2016, a segunda de 2,53% em 1º de novembro, ambas incidentes sobre os salários de 30 de abril último; e majoração de todos os benefícios pelo Índice de Preço ao Consumidor da  Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC/Fipe) de 10,03% integral, inclusive os vales alimentação e refeição, em parcela única, a partir de 1º de maio.


Foto: Beatriz Arruda/SEESP
Metro AS 31MAI2016 
Diretores do SEESP explicam proposta do Metrô na assembleia do dia 31
 

Já com relação as demais reivindicações da categoria, foram reiteradas as propostas formuladas pelo Metrô e registradas em ata de audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho 2ª Região de São Paulo (TRT/SP), também no dia 31, como o pagamento da primeira parcela do 13º salário juntamente com o pagamento das férias dos empregados, a contar da vigência do ACT 2016/2017;  as progressões salariais aos empregados elegíveis em dezembro de 2015, serão realizadas em folha de pagamento de julho de 2016, observando os pré-requisitos definidos no atual Plano de Carreira; quando ao salário normativo será renovada a cláusula preexistente do acordo 2015/2016.


 

Imprensa SEESP







O SEESP protocolou, nesta quarta-feira (16/03), junto à Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô), a pauta de reivindicações dos engenheiros, cuja data-base é 1º de maio, para a campanha salarial de 2016. São 81 itens que abrangem cláusulas econômicas, sociais e de organização sindical. O reajuste salarial reivindicado é de 8,29 em reposição à inflação do período.

A pauta foi elaborada a partir da realização de reuniões setoriais durante a segunda quinzena de fevereiro e a primeira de março. O memorial foi aprovado, em assembleia geral extraordinária, no dia 8 de março último.

O sindicato acredita que a companhia sinalizará, brevemente, a abertura das negociações salariais. O importante é que a categoria esteja organizada e mobilizada em defesa dos seus direitos.



Rosângela Ribeiro Gil
Imprensa SEESP








 

O processo do Dissídio Coletivo 2000 dos engenheiros do Metrô, após retorno ao Tribunal Regional do Trabalho (TRT) para julgamento de embargos do Ministério Público do Trabalho (MPT), que novamente foram rejeitados, voltou, no dia 14 de julho último, à vara de origem para prosseguimento da ação. Assim que os autos chegarem o SEESP dará continuidade à execução.

 

O sindicato acredita que, vencidas essas etapas, se esteja próximo de garantir os direitos da categoria, como a reposição salarial de 6,08% e a indenização retroativa de todo esse período.

 

Metro maringoni editado

 


Imprensa SEESP









A Companhia do Metropolitano de São Paulo (Metrô) encaminhou ao sindicato os resultados parciais acumulados do ano do Programa de Participação nos Resultados (PPR) deste ano, com números de janeiro a maio. O sindicato está atento a questão, acompanhando e monitorando todos os indicadores e procurando manter contato com os representantes da empresa no sentido de atingir 100% dos resultados.

O pagamento do benefício, conforme a cláusula 3ª do acordo coletivo do PPR 2015, será efetuado no dia 28 de fevereiro de 2016.


 

Imprensa SEESP







Em Assembleia Geral Extraordinária realizada na noite de segunda-feira (1º/6), os engenheiros do Metrô aprovaram reajuste de 8,29% proposto pela empresa no Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC), do Tribunal Regional do Trabalho, 2ª Região, de São Paulo (TRT/SP). Outros pontos também foram aprovados, descritos abaixo.


Foto: Beatriz Arruda/Imprensa SEESP
audiencia metro 1-6-15
Audiência no TRT, da 2ª Região em SP, na segunda-feira (1º/6)


• Reajuste salarial: 8,29%, sendo 7,2148% do Índice de Preço ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe) com 1,00% de produtividade;

• vale-refeição: reajuste de 10%;

• vale-alimentação: reajuste de 10%, acrescido da cota extra do 13º salário;

• Participação nos Lucros e Resultados: pagamento de parcela única, referente ao salário-base, acrescido de gratificação de função, quando aplicável, referente ao mês de dezembro de 2015, sendo que o resultado global final da aferição do cumprimento das metas fixadas no Programa incidirá sobre qualquer valor a ser pago para cada empregado. O pagamento será efetuado no dia 28 de fevereiro de 2016;

• Participação nos Lucros e Resultados 2016: o Metrô e o SEESP farão negociação direta em cronograma de reuniões a ser estabelecido já este ano, com a finalidade de estabelecer as metas da PLR, que será paga em fevereiro de 2017. Caso haja algum entrave, o SEESP, desde já, requer a colaboração do NCC, deste Tribunal;

• salário normativo dos engenheiros: será aplicado o reajuste de 8,29% e a questão deve ser analisada à luz do Plano de Carreira, em reunião a ser designada diretamente entre as partes;

• manutenção dos demais benefícios e cláusulas econômicas e sociais, na forma que vêm sendo praticados sem qualquer alteração contratual;
 
• aviso prévio proporcional: a empresa mantém as normas preexistentes estabelecidas para os trabalhadores antigos, de cinco dias por ano trabalhado, esclarecendo que em tal regra já estão contemplados dos benefícios da Lei nº 12.506/201. E, para os trabalhadores novos, contatados a partir de 1º de maio de 2015, perceberá cinco dias por ano de trabalhado, limitado a 35 anos de serviço, e a cláusula 25ª terá nova redação, a saber: e

• Plano de Carreira, Plano de Saúde e Adicional de Periculosidade: continuam sendo discutidos no NCC, em processo próprio, que já está em fase adiantada de providências rumo ao desfecho com êxito.


Imprensa SEESP





Engenheiro, fortaleça sua entidade.
Associe-se ao SEESP.

Durante reunião de negociação com o Metrô, no Núcleo de Conciliação de Coletivo (NCC) do Tribunal Reginal do Trabalho, 2ª Região, de São Paulo (TRT-SP), nsta segunda-feira (1º/6), o Metrô fez nova proposta aos engenheiros e metroviários. Mais tarde, às 18h30, será realizada Assembleia Geral Extraordinária dos engenheiro da empresa, quando serão dados os informes detalhados sobre a reunião, bem como apreciação e deliberação dos próximos passos da campanha salarial.


Foto: TRT 2ª Região
reuniao trt segunda regiao metro red
À direita, diretor do SEESP, Ubirajara Tannuri Felix, acompanha reunião do TRT 2ª Região



De acordo com o Twitter do TRT da 2ª Região (@trtsp2), o Metrô aumenta a proposta inicial de 7,21% de reajuste para 8,28%. O mesmo índice também para vale-alimentação e vale-refeição.

Durante a reunião, que começou por volta das 13h30 e terminou por às 15h, o Metrô propôs elevar o reajuste para 10% para vale-alimentação e vale-refeição, desde que trabalhadores aceitem a nova forma de pagamento da Participação nos Resultados (PR): de obter participação nos resultados pago com uma parcela fixa mais 40% atreladas a metas. Atualmente só os 40% são vinculados a metas.

No último dia 27, o TRT da 2ª Região lembra que houve reconsideração da liminar sobre o contingente mínimo em caso de greve: 80% em horário de pico e 50% nos demais.


Todos à Assembleia Geral Extraordinária
Data: 1º de junho de 2015 (segunda-feira)
Horário: 18h (1ª convocação)
e 18h30 (2ª convocação)
Local: Sede do SEESP (Rua Genebra, 25, Bela Vista – São Paulo/SP)
Pauta: Discussão e deliberação sobre os próximos passos da campanha salarial 2015 dos engenheiros do Metrô.


Imprensa SEESP
Com informações do TRT 2ª Região




Em assembleia na noite desta terça-feira (26/5), na sede do SEESP, os engenheiros do Metrô decidiram recusar a proposta econômica apresentada pelo Metrô na reunião do dia 26, no Núcleo de Conciliação de Coletivos (NCC) do Tribunal Regional do Trabalho (TRT/SP), e as novas redações colocadas pela empresa para as cláusulas nona (Gratificação por Tempo de Serviço) e vigésima quinta (Aviso Prévio Proporcional ao Tempo de Serviço) do Acordo Coletivo em vigor e também manter as negociações salariais.

A categoria concordou com o encaminhamento quanto às cláusulas do plano de carreira e plano de saúde para aposentados; do crédito da primeira parcela do 13º salário; dos dirigentes sindicais – licença para o exercício do mandato e das reuniões mensais. A assembleia decidiu pela manutenção do estado de greve até a próxima negociação no NCC, já agendada para 1º de junho.

Além dessas deliberações, o SEESP informou ao Metrô que a categoria considerou um avanço a proposta de conciliação colocada pelo tribunal, especialmente com relação ao cumprimento da Lei nº 4.950-A/66, que trata do piso salarial dos engenheiros.

Assembleia
A categoria volta a se reunir em assembleia no dia 1º de junho (segunda-feira), às 18h30, na sede do sindicato (Rua Genebra, 25, Bela Vista, SP). Na ocasião, será avaliada a negociação no NCC e decididos os próximos passos da campanha salarial 2015.


Metro maringoni 2



Imprensa SEESP







Página 1 de 3

agenda